Traição X Admiração mútua
Ter, 10/08/2010 - 05h00 -
Você pode não querer acreditar, mas estudos dão um tapa de luva em quem coloca a mão (e o corpo todo) no fogo em defesa da fidelidade. O conselheiro de casamento M. Gary Neuman, por exemplo, cansou de ouvir, por mais de 20 anos, as lamentações das mulheres em seu consultório e partiu para o ataque.
Mas, ao invés de acabar com a raça dos infiéis, escreveu um livro que, segundo ele, deve ajudá-las a fugir do drama da traição.
Segundo Neuman, um em cada 2,7 homens vai trair com certeza - e a maioria de suas esposas jamais descobrirá. E a razão está longe de ser apenas sexual. Essa descoberta infame está no livro "The Truth About Cheating", ainda sem tradução no Brasil. E, garante o autor, a obra serve para dar poder às mulheres. "Trair é ridículo. É errado. Injustificável. Então, se posso provar que se você fizer algumas coisas pode levar seu relacionamento a um lugar melhor, será melhor pra você não apenar por evitar uma tragédia. Mas também para construir mais benefícios para a relação mutua". A psicóloga Mara Lúcia Madureira reitera: "Atribuir a responsabilidade das traições masculinas às mulheres é um retrocesso do pensamento".
O estudo de Neuman garante que 92% dos homens afirmaram que a traição não teve relação primária com o sexo. "Eles responderam que era muito mais por desconexão emocional, um sentimento de ser depreciado mesmo. Apesar de não parecerem ou não mostrarem, homens são seres emotivos". Mara Lúcia concorda com o autor. "A traição pode, muitas vezes, estar mais associada às questões afetivas, como a necessidade de admiração mútua, do que à busca de satisfação sexual. Basta considerar a frequência de casos de infidelidade entre casais que mantêm ótima qualidade das relações sexuais".
Segundo ela, a ausência de equilíbrio emocional, de companheirismo, de respeito à individualidade, da capacidade de diálogo e compreensão no relacionamento, além de falta de programas de lazer e entretenimento a dois, podem sim favorecer a busca de aventuras extraconjugais, nas quais se pode vivenciar, ainda que por breves momentos, uma experiência afetiva permeada de carinho e ternura.
Contas pra pagar, crianças e responsabilidades na casa facilmente levam os casais a deixarem a admiração de lado. E a outra, a amante, normalmente faz com que o homem se sinta melhor com ele mesmo - elas fazem com que eles se sentirem diferentes, apreciados, admirados. "Homens parecem fortes, poderosos e capazes. Mas, por dentro, são tão inseguros quanto às mulheres. Eles estão procurando por alguém que os valorizem também", garante Neuman. "Muitos homens se envolvem mais emocionalmente com suas amantes do que com as esposas e mantêm com elas uma relação de cuidados e cumplicidade jamais vivenciada no casamento", completa Mara Lúcia.
Afirmar então que toda traição masculina requer mera satisfação sexual, reflete uma grande inverdade. "Algumas traições são motivadas por interesses pessoais momentâneos, pela sensação de desafios ou autoafirmação de virilidade, na ideia de preservação da liberdade e individualidade", diz a psicóloga.
Solução?
Não adianta atribuir culpa mesmo a ninguém. Traições são decisões individuais - além de um risco potencial em qualquer relacionamento amoroso. O que se pode fazer é tentar melhorar a qualidade da relação, mantendo amor e desejo e fortalecendo os vínculos afetivos.
A psicóloga Mara Lúcia, que trabalha as relações entre a cognição e o comportamento, sugere uma série de atitudes que podem dar uma mãozinha para a fidelidade. Entre elas está se comportar de maneira carinhosa e gentil, expressar de forma franca e respeitosa os desejos e insatisfações, evitar ofensas e discussões desnecessárias, não permitir a intromissão e o controle de outras pessoas no relacionamento. Vale ainda cultivar as brincadeiras, manter o cuidado com a saúde e aparência física, buscar continuamente o desenvolvimento intelectual e emocional, alinhar os objetivos e trabalhar para as realizações conjuntas. "Se interessar pelas necessidades do outro, respeitar a individualidade e preferências do parceiro, abordar situações críticas sem acusações e propor soluções razoáveis, desenvolver e exercitar a tolerância são também fundamentais. Deve, enfim, manter-se atraente e interessante em todos os sentidos", sugere.
Quanta coisa, né? Mas saiba que, mesmo com tudo isso, achar que garantias existem é mera ilusão. "Decididamente não há formulas efetivas para eliminar os riscos da triangularidade nas relações amorosas".
Por Sabrina Passos (MBPress)
http://vilamulher.terra.com.br/traicao-x-admiracao-mutua-3-1-30-645.html
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Cardápio Exótico!
Cardápio Exótico!
Sex, 05/02/2010 - 10h25 - Por FLYRoBrasileira
Bom dia Queridas FLYMigas!!!Hoje é aquele dia "especial" para apimentarmos nossas relações (claro que a dica pode ser usada para outro dia)...Sempre gostamos de lembrar na Sexta-Feira, para cuidarmos de nossos relacionamentos... não é que fazer amor, namorar, tem que ter uma hora certa, é que ao focarmos na sexta-feira um momento mais "caliente" entre os casais, já entramos o final de semana "com o pé direito".Àquelas FLYMigas que tem filhotes, verifiquem a possibilidade de fazerem uma combinação com os Amigos e Familiares: pelo menos uma vez por mês, deixar uma Sexta-Feira especial para o "Namoro": um passeio ao Parque, um cineminha sem pressa, um motel para desligar do mundo, um restaurante simples, só para aquele olhos nos olhos que a tanto tempo "não temos tempo" de dar...Lembrem-se de um detalhe muito importante: seu QM, QN, quer ser o seu objeto de desejo e prazer, não espere que eles não sejam sexuais, eles são, e é isso que eles querem, fazer amor, com muita dose de prazer sensual, depois os carinhos brotarão com muita intensidade...Mas, vamos deixar mais dicas, eu adoro falar sobre fantasias sexuais, e sempre que posso busco na NET o assunto, se for repetido, me perdoem, mas vamos pensar nas FLYMigas novas - risos...Um grande e enorme beijo e lembrem-se: Bombeiros 193
Fantasias e Acessórios... Uma brincadeira que sempre vale a penaQue tal aproveitar a noite para colocar suas fantasias mais secretas em prática?Imagine-se como um roteirista de cinema onde você precisa escolher o ambiente, a roupa, a musica e a bebida... Claro que não pode faltar os personagens, nesse caso você, seu par e quem mais você quiser chamar.
Fantasias são super saudáveis por várias razões. Primeiro porque é normal. Homens e mulheres fantasiam. Não pense que você tem algum distúrbio ou que não ama seu (sua) parceiro (a) simplesmente porque se imagina transando com outra pessoa. Nada disso! Oswaldo Rodrigues Júnior (SP), terapeuta sexual e diretor do Instituto Paulista de Sexualidade, ressalta também a importância das fantasias para uma vida sexual saudável. "Elas nos permitem descobrir o que nos agrada e nos ajudam a mobilizar o corpo e o cérebro para o momento sexual. Pensar, imaginar, elaborar situações é muito útil para qualquer casal continuar na ativa", diz o especialista. Dicas quentes» Para começar, você precisa criar uma história. Certamente há aquelas que não podem ser partilhadas com outras pessoas, seja porque não são adequadas ou porque podem trazer problemas para os envolvidos. Mesmo assim são úteis e devem existir apenas na cabeça de quem as imaginou, agindo como ótimos estimulantes sexuais. Não seja egoísta e antes de decidir realizar suas fantasias, pense se seu par não ficará constrangido, afinal, tudo que você ?NÃO? pode fazer é causar aborrecimentos.» As mulheres tendem a se reprimir e criam fantasias mais românticas que eróticas. Mas, em se tratando de realizar fantasias o negócio é libertar-se de falso moralismo e dar asas à imaginação. » Conte com o auxílio dos seus cinco sentidos e pense em maneiras de estimulá-los. Eles são poderosos afrodisíacos e ajudam a trazer o desejo sexual à tona.» Está sem idéias? Compre um livro sobre o assunto, leia contos eróticos (indico o Blog Anjo Sensual). Vocês podem pesquisar juntos, assim vai-se criando um clima especial que os auxiliarão para descobrirem o que querem, o que procuram e ajudará também a definir o que vai ser colocado em prática ou ficar restrito ao campo da fantasia.» Deixe a vergonha de lado e encarne uma personagem. Não pense que é você quem está ali. Quanto mais natural for o seu desempenho, mais facilmente o parceiro entrará no jogo. » O cenário é importante. Se a grana estiver curta para um motel e você não gostar de se aventurar ?ao ar livre? (praia, piscina, carro, estacionamento de shopping, cinema, etc...), modifique algum detalhe do seu quarto. Ouse no lençol, no perfume, na iluminação ou num arranjo.» O figurino é uma peça importantíssima. Use e abuse do lingerie. Se preferir e vá a uma sex shop e procure a roupa que melhor se encaixa na sua fantasia.
Fantasias mais ?fantasiadas?Transa A Três, Quatro, Cinco...Essa costuma ser uma fantasia comum tanto para homens quanto para mulheres. Quem não gosta de se sentir desejada por vários caras e não apenas pelo parceiro? Mas é claro que é muito complicada de ser realizada de fato, já que dificilmente alguém concebe ver seu par sendo envolvido por uma terceira pessoa. Então o jeito é dar uma adaptada.PERSONAGENS: você, ele (a) e um vibrador. Se achar que o seu parceiro (a) vai estranhar esse brinquedinho, escolha um dos modelos que não têm o formato de pênis e, muito importante, jamais compre um maior que o pênis dele. FIGURINO: Não precisa ser necessariamente um macacão de couro todo grudado no corpo com decote até o umbigo. Mas ela deve ser sexy e ousada. CENÁRIO: abra espaço na sala para a pista de dança. Acenda uma vela ou uma luz fraca (se tiver luz negra melhor) e ligue o som. LUZ, CÂMERA, AÇÃO: imagine que os dois saíram para dançar e, ao entrar na boate, você se sente devorada pelos olhares ?dos cuecas? de plantão. Qualquer homem gosta de saber que a sua mulher está sendo desejada por outros e que todos sentem inveja dele por ser o único que pode atacá-la. Diga que você quer sentir a presença dele por todos os ângulos possíveis e imagináveis, fazendo o que bem entende. Por isso, comprou um vibrador para que ele possa deslizar as mãos, a boca e até mesmo o pênis em várias partes do seu corpo enquanto usa o acessório para estimulá-la. Depois ele começa a passar o brinquedinho pelo seu corpo e a penetra cheio de vontade. Se estiver querendo algo ainda mais picante, sugira uma dupla penetração. Com certeza ele irá adorar!O Médico E A EnfermeiraÉ fácil pensar nessa dupla passando aquelas intermináveis noites de plantão transando sem parar. Ponham-se no lugar deles e divirtam-se até dizer chega! PERSONAGENS: você é a enfermeira submissa e safadinha e ele, o médico sério, competente e lindo que acaba não resistindo às suas provocações. FIGURINO: Se tiver condições, vá até uma sex shop e compre um modelito especial para você e outro para o seu par. Mas qualquer microssaia branca e blusa abotoada na frente bem apertada estão valendo. Para ele, providencie um jaleco e equipamentos como estetoscópio (mesmo que seja de brinquedo).CENÁRIO: cubra tudo de branco e monte a cena num quarto com cama de solteiro para parecer uma maca. LUZ, CÂMERA, AÇÃO: na noite de seu plantão, todos os doentes já estão medicados e ele se recolhe para tirar um cochilo no espaço reservado aos médicos. Aí você entra, toda provocante, dizendo que você está se sentindo muito mal. Peça que a examine. Desabotoe bem a blusa para que ele possa checar seu coração. Depois, deite-se na maca e levante a saia, dizendo que está com uma dor bem na virilha. Ele até pode tentar bancar o profissional, mas não vai agüentar... E acaba colocando uma mão aqui, um dedo ali e ainda dá uma encostada acolá. A essa altura você perceberá que o seu doutor é quem está precisando de um tratamento VIP.Quem Manda É O ChefeNesse caso não importa se o chefe é você ou ele, pois o que está em jogo é o poder.PERSONAGENS: você, toda ingênua e esforçada, assediada por um chefe rico, poderoso e tarado. FIGURINO: um tailleur com saia justíssima e blazer bem apertado com o sutiã à mostra. Salto alto e perna de fora. Já ele pode usar terno e gravata. CENÁRIO: a fantasia tem que acontecer num escritório. Trate de improvisar. Prepare uma bandeja com café, água e champanhe. Lembre-se: uma boa secretária deve agradar ao chefe. LUZ, CÂMERA, AÇÃO: o chefe lhe pediu que fizesse hora extra porque vocês precisam terminar um relatório. Sente-se no computador e comece a digitar. Ele vai chamá-la e pedir que você sente no colo dele enquanto dita alguma coisa. Relute, fale que isso não faz parte do trabalho. Mas ele diz que não tem nada demais e então você aceita, afinal depende do emprego.Deixe que ele a acaricie enquanto vai anotando o que ele fala. Volte para o seu computador e comece a teclar. Ele vai chamá-la de novo e pedir para que sirva algo para beber, só que sem roupa. Que jeito, né? Você tem que aceitar... Desfile pelo escritório só com o salto alto, calcinha e sutiã. A partir daí é só afastar as coisas da mesa e deixar rolar.Boa Sorte e Muito Prazer!!!!Beijos
http://vilamulher.terra.com.br/flyrobrasileira/cardapio-exotico-9-796931-107393-pfi.php
Sex, 05/02/2010 - 10h25 - Por FLYRoBrasileira
Bom dia Queridas FLYMigas!!!Hoje é aquele dia "especial" para apimentarmos nossas relações (claro que a dica pode ser usada para outro dia)...Sempre gostamos de lembrar na Sexta-Feira, para cuidarmos de nossos relacionamentos... não é que fazer amor, namorar, tem que ter uma hora certa, é que ao focarmos na sexta-feira um momento mais "caliente" entre os casais, já entramos o final de semana "com o pé direito".Àquelas FLYMigas que tem filhotes, verifiquem a possibilidade de fazerem uma combinação com os Amigos e Familiares: pelo menos uma vez por mês, deixar uma Sexta-Feira especial para o "Namoro": um passeio ao Parque, um cineminha sem pressa, um motel para desligar do mundo, um restaurante simples, só para aquele olhos nos olhos que a tanto tempo "não temos tempo" de dar...Lembrem-se de um detalhe muito importante: seu QM, QN, quer ser o seu objeto de desejo e prazer, não espere que eles não sejam sexuais, eles são, e é isso que eles querem, fazer amor, com muita dose de prazer sensual, depois os carinhos brotarão com muita intensidade...Mas, vamos deixar mais dicas, eu adoro falar sobre fantasias sexuais, e sempre que posso busco na NET o assunto, se for repetido, me perdoem, mas vamos pensar nas FLYMigas novas - risos...Um grande e enorme beijo e lembrem-se: Bombeiros 193
Fantasias e Acessórios... Uma brincadeira que sempre vale a penaQue tal aproveitar a noite para colocar suas fantasias mais secretas em prática?Imagine-se como um roteirista de cinema onde você precisa escolher o ambiente, a roupa, a musica e a bebida... Claro que não pode faltar os personagens, nesse caso você, seu par e quem mais você quiser chamar.
Fantasias são super saudáveis por várias razões. Primeiro porque é normal. Homens e mulheres fantasiam. Não pense que você tem algum distúrbio ou que não ama seu (sua) parceiro (a) simplesmente porque se imagina transando com outra pessoa. Nada disso! Oswaldo Rodrigues Júnior (SP), terapeuta sexual e diretor do Instituto Paulista de Sexualidade, ressalta também a importância das fantasias para uma vida sexual saudável. "Elas nos permitem descobrir o que nos agrada e nos ajudam a mobilizar o corpo e o cérebro para o momento sexual. Pensar, imaginar, elaborar situações é muito útil para qualquer casal continuar na ativa", diz o especialista. Dicas quentes» Para começar, você precisa criar uma história. Certamente há aquelas que não podem ser partilhadas com outras pessoas, seja porque não são adequadas ou porque podem trazer problemas para os envolvidos. Mesmo assim são úteis e devem existir apenas na cabeça de quem as imaginou, agindo como ótimos estimulantes sexuais. Não seja egoísta e antes de decidir realizar suas fantasias, pense se seu par não ficará constrangido, afinal, tudo que você ?NÃO? pode fazer é causar aborrecimentos.» As mulheres tendem a se reprimir e criam fantasias mais românticas que eróticas. Mas, em se tratando de realizar fantasias o negócio é libertar-se de falso moralismo e dar asas à imaginação. » Conte com o auxílio dos seus cinco sentidos e pense em maneiras de estimulá-los. Eles são poderosos afrodisíacos e ajudam a trazer o desejo sexual à tona.» Está sem idéias? Compre um livro sobre o assunto, leia contos eróticos (indico o Blog Anjo Sensual). Vocês podem pesquisar juntos, assim vai-se criando um clima especial que os auxiliarão para descobrirem o que querem, o que procuram e ajudará também a definir o que vai ser colocado em prática ou ficar restrito ao campo da fantasia.» Deixe a vergonha de lado e encarne uma personagem. Não pense que é você quem está ali. Quanto mais natural for o seu desempenho, mais facilmente o parceiro entrará no jogo. » O cenário é importante. Se a grana estiver curta para um motel e você não gostar de se aventurar ?ao ar livre? (praia, piscina, carro, estacionamento de shopping, cinema, etc...), modifique algum detalhe do seu quarto. Ouse no lençol, no perfume, na iluminação ou num arranjo.» O figurino é uma peça importantíssima. Use e abuse do lingerie. Se preferir e vá a uma sex shop e procure a roupa que melhor se encaixa na sua fantasia.
Fantasias mais ?fantasiadas?Transa A Três, Quatro, Cinco...Essa costuma ser uma fantasia comum tanto para homens quanto para mulheres. Quem não gosta de se sentir desejada por vários caras e não apenas pelo parceiro? Mas é claro que é muito complicada de ser realizada de fato, já que dificilmente alguém concebe ver seu par sendo envolvido por uma terceira pessoa. Então o jeito é dar uma adaptada.PERSONAGENS: você, ele (a) e um vibrador. Se achar que o seu parceiro (a) vai estranhar esse brinquedinho, escolha um dos modelos que não têm o formato de pênis e, muito importante, jamais compre um maior que o pênis dele. FIGURINO: Não precisa ser necessariamente um macacão de couro todo grudado no corpo com decote até o umbigo. Mas ela deve ser sexy e ousada. CENÁRIO: abra espaço na sala para a pista de dança. Acenda uma vela ou uma luz fraca (se tiver luz negra melhor) e ligue o som. LUZ, CÂMERA, AÇÃO: imagine que os dois saíram para dançar e, ao entrar na boate, você se sente devorada pelos olhares ?dos cuecas? de plantão. Qualquer homem gosta de saber que a sua mulher está sendo desejada por outros e que todos sentem inveja dele por ser o único que pode atacá-la. Diga que você quer sentir a presença dele por todos os ângulos possíveis e imagináveis, fazendo o que bem entende. Por isso, comprou um vibrador para que ele possa deslizar as mãos, a boca e até mesmo o pênis em várias partes do seu corpo enquanto usa o acessório para estimulá-la. Depois ele começa a passar o brinquedinho pelo seu corpo e a penetra cheio de vontade. Se estiver querendo algo ainda mais picante, sugira uma dupla penetração. Com certeza ele irá adorar!O Médico E A EnfermeiraÉ fácil pensar nessa dupla passando aquelas intermináveis noites de plantão transando sem parar. Ponham-se no lugar deles e divirtam-se até dizer chega! PERSONAGENS: você é a enfermeira submissa e safadinha e ele, o médico sério, competente e lindo que acaba não resistindo às suas provocações. FIGURINO: Se tiver condições, vá até uma sex shop e compre um modelito especial para você e outro para o seu par. Mas qualquer microssaia branca e blusa abotoada na frente bem apertada estão valendo. Para ele, providencie um jaleco e equipamentos como estetoscópio (mesmo que seja de brinquedo).CENÁRIO: cubra tudo de branco e monte a cena num quarto com cama de solteiro para parecer uma maca. LUZ, CÂMERA, AÇÃO: na noite de seu plantão, todos os doentes já estão medicados e ele se recolhe para tirar um cochilo no espaço reservado aos médicos. Aí você entra, toda provocante, dizendo que você está se sentindo muito mal. Peça que a examine. Desabotoe bem a blusa para que ele possa checar seu coração. Depois, deite-se na maca e levante a saia, dizendo que está com uma dor bem na virilha. Ele até pode tentar bancar o profissional, mas não vai agüentar... E acaba colocando uma mão aqui, um dedo ali e ainda dá uma encostada acolá. A essa altura você perceberá que o seu doutor é quem está precisando de um tratamento VIP.Quem Manda É O ChefeNesse caso não importa se o chefe é você ou ele, pois o que está em jogo é o poder.PERSONAGENS: você, toda ingênua e esforçada, assediada por um chefe rico, poderoso e tarado. FIGURINO: um tailleur com saia justíssima e blazer bem apertado com o sutiã à mostra. Salto alto e perna de fora. Já ele pode usar terno e gravata. CENÁRIO: a fantasia tem que acontecer num escritório. Trate de improvisar. Prepare uma bandeja com café, água e champanhe. Lembre-se: uma boa secretária deve agradar ao chefe. LUZ, CÂMERA, AÇÃO: o chefe lhe pediu que fizesse hora extra porque vocês precisam terminar um relatório. Sente-se no computador e comece a digitar. Ele vai chamá-la e pedir que você sente no colo dele enquanto dita alguma coisa. Relute, fale que isso não faz parte do trabalho. Mas ele diz que não tem nada demais e então você aceita, afinal depende do emprego.Deixe que ele a acaricie enquanto vai anotando o que ele fala. Volte para o seu computador e comece a teclar. Ele vai chamá-la de novo e pedir para que sirva algo para beber, só que sem roupa. Que jeito, né? Você tem que aceitar... Desfile pelo escritório só com o salto alto, calcinha e sutiã. A partir daí é só afastar as coisas da mesa e deixar rolar.Boa Sorte e Muito Prazer!!!!Beijos
http://vilamulher.terra.com.br/flyrobrasileira/cardapio-exotico-9-796931-107393-pfi.php
Homem "machista" segura casamento?
Homem "machista" segura casamento?
Qua, 25/08/2010 - 05h00 -
Uma pesquisa em vias de conclusão, realizada em Nova Jersey, nos Estados Unidos, levantou uma bandeira que muita gente pode torcer o nariz. Segundo Jessica Good e Diana Sanchez, autoras do estudo, homens que consideram a mulher como ser mais fraco são mais cuidadosos justamente porque acham que o sexo frágil precisa da proteção masculina.
Depois de entrevistar mais de 100 homens, elas chegaram à conclusão que os "machistas" investem mais na família, se esforçam para deixar a esposa satisfeita e se empenham mais na relação.
Tudo porque vivem sob o ímpeto de proteger as princesas indefesas. Parece história de conto de fadas, não fosse o fundo de verdade que realmente essa descoberta pode ter. "Meu namorado é desse tipo machista, à moda antiga. Não deixa eu carregar mala ou sacola pesada, mesmo que eu levante mais peso que ele na academia", concorda Patrícia Melo, de 28 anos. Segundo garante ela, o amado não é preconceituoso, mas acha mesmo que as mulheres precisam mesmo de mais cuidado e proteção.
Outra pesquisa, já finalizada pelas duas amigas americanas, talvez explique um pouco essa lógica. No estudo que fizeram, onde entrevistaram 155 estudantes universitários, de 18 a 35 anos, Jessica e Diana descobriram que os homens que se sentem "desvalorizados" dentro do seu grupo são mais compreensivos com as mulheres. Isso acontece porque esse tipo de homem se coloca mais facilmente no lugar da mulher e assim, entende com mais clareza como ela se sente. Seriam os "machistas desvalorizados" e, portanto, mais conscientes da perspectiva do outro na mesma situação.
A explicação de Diana e Jessica é que as pessoas entendem mais e melhor o ponto de vista do outro quando vê similaridades nele do que quando vive uma experiência social completamente diferente. Para ficar mais claro, as mulheres que responderam à pesquisa, por exemplo, comentaram que sentem maiores níveis de simpatia e menor preconceito vindos de gays e lésbicas do que de heterossexuais.
A existência de um estereótipo masculino - forte, frio, arrogante, prepotente, insensível - faz com que muitos homens acreditem que seu gênero não é assim tão bem visto pela sociedade. Aí, esses mesmos se sentem parte de uma "minoria". E como muitos são vistos pela sociedade como nada sensíveis e menos talentosos quando o assunto é gerenciar a relação, eles se sentem desvalorizados.
A intenção das pesquisadoras é mostrar o quanto o conceito de identidade e a maneira como cada um se enxerga pode interferir nas relações amorosas. Vale então ficar de olho nas atitudes do parceiro (e nas suas)!
Por Sabrina Passos (MBPress)
http://vilamulher.terra.com.br/homem-machista-segura-casamento-3-1-30-658.html
Qua, 25/08/2010 - 05h00 -
Uma pesquisa em vias de conclusão, realizada em Nova Jersey, nos Estados Unidos, levantou uma bandeira que muita gente pode torcer o nariz. Segundo Jessica Good e Diana Sanchez, autoras do estudo, homens que consideram a mulher como ser mais fraco são mais cuidadosos justamente porque acham que o sexo frágil precisa da proteção masculina.
Depois de entrevistar mais de 100 homens, elas chegaram à conclusão que os "machistas" investem mais na família, se esforçam para deixar a esposa satisfeita e se empenham mais na relação.
Tudo porque vivem sob o ímpeto de proteger as princesas indefesas. Parece história de conto de fadas, não fosse o fundo de verdade que realmente essa descoberta pode ter. "Meu namorado é desse tipo machista, à moda antiga. Não deixa eu carregar mala ou sacola pesada, mesmo que eu levante mais peso que ele na academia", concorda Patrícia Melo, de 28 anos. Segundo garante ela, o amado não é preconceituoso, mas acha mesmo que as mulheres precisam mesmo de mais cuidado e proteção.
Outra pesquisa, já finalizada pelas duas amigas americanas, talvez explique um pouco essa lógica. No estudo que fizeram, onde entrevistaram 155 estudantes universitários, de 18 a 35 anos, Jessica e Diana descobriram que os homens que se sentem "desvalorizados" dentro do seu grupo são mais compreensivos com as mulheres. Isso acontece porque esse tipo de homem se coloca mais facilmente no lugar da mulher e assim, entende com mais clareza como ela se sente. Seriam os "machistas desvalorizados" e, portanto, mais conscientes da perspectiva do outro na mesma situação.
A explicação de Diana e Jessica é que as pessoas entendem mais e melhor o ponto de vista do outro quando vê similaridades nele do que quando vive uma experiência social completamente diferente. Para ficar mais claro, as mulheres que responderam à pesquisa, por exemplo, comentaram que sentem maiores níveis de simpatia e menor preconceito vindos de gays e lésbicas do que de heterossexuais.
A existência de um estereótipo masculino - forte, frio, arrogante, prepotente, insensível - faz com que muitos homens acreditem que seu gênero não é assim tão bem visto pela sociedade. Aí, esses mesmos se sentem parte de uma "minoria". E como muitos são vistos pela sociedade como nada sensíveis e menos talentosos quando o assunto é gerenciar a relação, eles se sentem desvalorizados.
A intenção das pesquisadoras é mostrar o quanto o conceito de identidade e a maneira como cada um se enxerga pode interferir nas relações amorosas. Vale então ficar de olho nas atitudes do parceiro (e nas suas)!
Por Sabrina Passos (MBPress)
http://vilamulher.terra.com.br/homem-machista-segura-casamento-3-1-30-658.html
Homens difíceis. Quem encara?
Homens difíceis. Quem encara?
Ter, 01/03/2011 - 05h02 -
Você já deve ter escutado a expressão: "As mulheres são de Vênus e os homens são de Marte". Esta frase insinua as inúmeras diferenças entre esses sexos. Convencionalmente, o homem: um desbravador nato. A mulher: uma donzela e espera ser resgatada.
Mas e quando os papéis se invertem e o homem espera ser conquistado pela mulher?
O psicoterapeuta sexual e diretor do Instituto Paulista de Sexualidade, Oswaldo Martins Rodrigues Júnior, contextualiza: "As últimas décadas produziram mulheres com algumas características que anteriormente só eram associadas ao comportamento masculino. Isto permitiu a entrada delas no mercado de trabalho e ascensão a postos gerenciais e administrativos".
Segundo Martins não é normal o homem assumir esse papel e se fazer de "difícil". Seria como achar normal afastar-se daquilo que se deseja. Pode ser sinal de dificuldades emocionais. "Isto é sinal de que há algo interno que o afasta de situações que tragam bem-estar e que condiz com a definição de comportamento neurótico", afirma o psicoterapeuta.
Certamente uma mulher que se apaixona por este tipo de homem terá muitos desafios, pelo menos até o primeiro encontro. A estudante de publicidade Alice Menda, 20, conta que já se interessou por um rapaz que se fez de difícil: "Eu estava interessada, eu queria mesmo. Depois de um certo tempo acabei conseguindo. Eles querem mostrar que não são para qualquer uma. Eu fiquei em cima, trocando mensagem, conversando pelo MSN, tentando combinar algo. Até que finalmente fomos ao cinema".
"Mulheres não costumam se interessar por este tipo de rapaz", segundo o psicoterapeuta sexual. "Reconhecer que este determinado homem não cabe em seus planos futuros será a primeira hipótese a ser considerada. O interesse pode ser perdido ao conhecer alguns aspectos que não eram presentes ou perceptíveis num primeiro momento. Estes mecanismos são cognitivos, mas nem sempre são percebidos assim", justifica.
Mesmo as mulheres que nunca conquistaram um rapaz durão, têm opinião sobre o assunto. É o caso da dançarina Celina Rodrigues, 21 anos: "Eu acredito que este tipo de homem tem uma autoestima excessiva e isso faz com que eles achem que podem ter todas as mulheres do mundo. No entanto, são encarados como metidos e as mulheres deixam de se aproximar deles".
Oswaldo pondera, lembrando que há mulheres que podem sim se interessar por homens "difíceis". Eles são exceção à regra e este desafio pode motivar muitas moças, principalmente aquelas para as quais as ações desenvolvidas trouxeram comportamentos paralelos, que não aceitam certas atitudes de alguns homens, especialmente os que exigem o comportamento feminino tradicional. "Elas aprenderam a não aceitar o ‘não’ como resposta", finaliza.
Por Bianca de Souza (MBPress)
http://vilamulher.terra.com.br/homens-dificeis-quem-encara-3-1-30-791.html
Ter, 01/03/2011 - 05h02 -
Você já deve ter escutado a expressão: "As mulheres são de Vênus e os homens são de Marte". Esta frase insinua as inúmeras diferenças entre esses sexos. Convencionalmente, o homem: um desbravador nato. A mulher: uma donzela e espera ser resgatada.
Mas e quando os papéis se invertem e o homem espera ser conquistado pela mulher?
O psicoterapeuta sexual e diretor do Instituto Paulista de Sexualidade, Oswaldo Martins Rodrigues Júnior, contextualiza: "As últimas décadas produziram mulheres com algumas características que anteriormente só eram associadas ao comportamento masculino. Isto permitiu a entrada delas no mercado de trabalho e ascensão a postos gerenciais e administrativos".
Segundo Martins não é normal o homem assumir esse papel e se fazer de "difícil". Seria como achar normal afastar-se daquilo que se deseja. Pode ser sinal de dificuldades emocionais. "Isto é sinal de que há algo interno que o afasta de situações que tragam bem-estar e que condiz com a definição de comportamento neurótico", afirma o psicoterapeuta.
Certamente uma mulher que se apaixona por este tipo de homem terá muitos desafios, pelo menos até o primeiro encontro. A estudante de publicidade Alice Menda, 20, conta que já se interessou por um rapaz que se fez de difícil: "Eu estava interessada, eu queria mesmo. Depois de um certo tempo acabei conseguindo. Eles querem mostrar que não são para qualquer uma. Eu fiquei em cima, trocando mensagem, conversando pelo MSN, tentando combinar algo. Até que finalmente fomos ao cinema".
"Mulheres não costumam se interessar por este tipo de rapaz", segundo o psicoterapeuta sexual. "Reconhecer que este determinado homem não cabe em seus planos futuros será a primeira hipótese a ser considerada. O interesse pode ser perdido ao conhecer alguns aspectos que não eram presentes ou perceptíveis num primeiro momento. Estes mecanismos são cognitivos, mas nem sempre são percebidos assim", justifica.
Mesmo as mulheres que nunca conquistaram um rapaz durão, têm opinião sobre o assunto. É o caso da dançarina Celina Rodrigues, 21 anos: "Eu acredito que este tipo de homem tem uma autoestima excessiva e isso faz com que eles achem que podem ter todas as mulheres do mundo. No entanto, são encarados como metidos e as mulheres deixam de se aproximar deles".
Oswaldo pondera, lembrando que há mulheres que podem sim se interessar por homens "difíceis". Eles são exceção à regra e este desafio pode motivar muitas moças, principalmente aquelas para as quais as ações desenvolvidas trouxeram comportamentos paralelos, que não aceitam certas atitudes de alguns homens, especialmente os que exigem o comportamento feminino tradicional. "Elas aprenderam a não aceitar o ‘não’ como resposta", finaliza.
Por Bianca de Souza (MBPress)
http://vilamulher.terra.com.br/homens-dificeis-quem-encara-3-1-30-791.html
Quando eles não querem colocar a camisinha, o que fazer?
Quando eles não querem colocar a camisinha, o que fazer?
Qui, 23/06/2011 - 05h00
O medo de ter o prazer comprometido ou de perder a ereção faz com que alguns homens tremam na base quando o assunto é colocar o preservativo. Em certos casos, a resistência tem base fisiológica. Mas em boa parte deles, é puramente emocional.
A psicóloga e terapeuta sexual, Arlete Gavranic, conta que até os anos 70 e 80 os preservativos causavam perda parcial da sensibilidade, porque possuíam uma espessura maior. "Mas hoje já é possível encontrar no mercado preservativos mais modernos e que não comprometem o prazer", afirma.
A especialista, que também é coordenadora do curso de pós-graduação em Terapia Sexual do ISEXP (Instituto Brasileiro Interdisciplinar se Sexologia e Medicina Psicossomática), lembra que alguns homens sentem desconforto porque não usam o preservativo corretamente.
"Uma parcela deles possui pênis com calibre mais grosso e deveria comprar preservativos de tamanho maior para não ‘estrangular’ o órgão, afinal de contas, existem três tipos: teen, normal e large. Da mesma maneira que o homem com pênis pequeno precisa usar o preservativo teen, para que ele não fique escapando com facilidade", orienta.
Sobre este tema, a psicóloga dá outro alerta: a grande maioria dos homens se atrapalha na hora de colocar o preservativo. "E não são pessoas ignorantes não! São universitários, profissionais bem estabelecidos, de 25, 30 anos de idade. Isso é um absurdo", lamenta. "Há 18 anos se faz campanhas sobre a importância do preservativo por conta da AIDS, mas não há instrução, nem mesmo nas escolas, de como colocar o preservativo corretamente".
A ansiedade e a insegurança pessoal também atrapalham o homem na hora de colocar o preservativo. "Só o medo de perder a ereção faz com que eles deixem de lado a proteção. Pode-se dizer que 99% deles não têm problemas fisiológicos. A procura pelo médico deve acontecer quando há meia ou nenhuma ereção durante toda a relação, inclusive nas preliminares", orienta Dra. Arlete.
O correto, afirma a terapeuta, é colocar o preservativo logo no início da relação. É comum que a proteção seja colocada somente depois das brincadeiras, mas se o intuito é evitar gravidez ou doenças sexualmente transmissíveis, é preciso lembrar que apenas uma gotinha de lubrificação que sai da glande é suficiente para causar grandes dores de cabeça.
"Para não perder o clima, uma opção é a mulher estimular o pênis e fazer da colocação do preservativo uma brincadeira, um jogo sensual", sugere. Dra. Arlete comenta que há homens que não sabem lidar com a situação e chegam a acusar a parceira pelo mau desempenho. Ao mesmo tempo, eles também encontram mulheres que não entendem a ansiedade masculina e ficam bravas quando os parceiros brocham. "Um casal equilibrado sabe que a proteção é para ambos resolvem a situação por meio de uma boa conversa".
Por Juliana Falcão (MBPress)
http://vilamulher.terra.com.br/quando-eles-nao-querem-colocar-a-camisinha-o-que-fazer-3-1-31-559.html
Qui, 23/06/2011 - 05h00
O medo de ter o prazer comprometido ou de perder a ereção faz com que alguns homens tremam na base quando o assunto é colocar o preservativo. Em certos casos, a resistência tem base fisiológica. Mas em boa parte deles, é puramente emocional.
A psicóloga e terapeuta sexual, Arlete Gavranic, conta que até os anos 70 e 80 os preservativos causavam perda parcial da sensibilidade, porque possuíam uma espessura maior. "Mas hoje já é possível encontrar no mercado preservativos mais modernos e que não comprometem o prazer", afirma.
A especialista, que também é coordenadora do curso de pós-graduação em Terapia Sexual do ISEXP (Instituto Brasileiro Interdisciplinar se Sexologia e Medicina Psicossomática), lembra que alguns homens sentem desconforto porque não usam o preservativo corretamente.
"Uma parcela deles possui pênis com calibre mais grosso e deveria comprar preservativos de tamanho maior para não ‘estrangular’ o órgão, afinal de contas, existem três tipos: teen, normal e large. Da mesma maneira que o homem com pênis pequeno precisa usar o preservativo teen, para que ele não fique escapando com facilidade", orienta.
Sobre este tema, a psicóloga dá outro alerta: a grande maioria dos homens se atrapalha na hora de colocar o preservativo. "E não são pessoas ignorantes não! São universitários, profissionais bem estabelecidos, de 25, 30 anos de idade. Isso é um absurdo", lamenta. "Há 18 anos se faz campanhas sobre a importância do preservativo por conta da AIDS, mas não há instrução, nem mesmo nas escolas, de como colocar o preservativo corretamente".
A ansiedade e a insegurança pessoal também atrapalham o homem na hora de colocar o preservativo. "Só o medo de perder a ereção faz com que eles deixem de lado a proteção. Pode-se dizer que 99% deles não têm problemas fisiológicos. A procura pelo médico deve acontecer quando há meia ou nenhuma ereção durante toda a relação, inclusive nas preliminares", orienta Dra. Arlete.
O correto, afirma a terapeuta, é colocar o preservativo logo no início da relação. É comum que a proteção seja colocada somente depois das brincadeiras, mas se o intuito é evitar gravidez ou doenças sexualmente transmissíveis, é preciso lembrar que apenas uma gotinha de lubrificação que sai da glande é suficiente para causar grandes dores de cabeça.
"Para não perder o clima, uma opção é a mulher estimular o pênis e fazer da colocação do preservativo uma brincadeira, um jogo sensual", sugere. Dra. Arlete comenta que há homens que não sabem lidar com a situação e chegam a acusar a parceira pelo mau desempenho. Ao mesmo tempo, eles também encontram mulheres que não entendem a ansiedade masculina e ficam bravas quando os parceiros brocham. "Um casal equilibrado sabe que a proteção é para ambos resolvem a situação por meio de uma boa conversa".
Por Juliana Falcão (MBPress)
http://vilamulher.terra.com.br/quando-eles-nao-querem-colocar-a-camisinha-o-que-fazer-3-1-31-559.html
Vida sexual das meninas é muito influenciada pelo pai
Vida sexual das meninas é muito influenciada pelo pai
Qua, 06/07/2011 - 10h26 -
A maneira como uma menina age em relação a sua vida sexual tem muito a ver com o comportamento do seu pai. A conclusão é de uma pesquisa realizada pelo escritor Bruce J. Ellis, da Universidade do Arizona nos Estados Unidos.
Com o levantamento, os especialistas descobriram que meninas que viveram em um ambiente com pais com boas habilidades paternas eram menos propensas a desenvolver um comportamento sexual de risco. Já as meninas que moravam com pais com pouca habilidade, mostravam um comportamento sexual mais arriscado.
A conclusão do estudo é que não importa o quanto cada filha tenha vivido ao lado do pai, mas sim o que o pai fazia enquanto estava presente. Isso sim é determinante para o que a filha faz ou não na sua vida sexual.
Na pesquisa, foram considerados comportamento sexual de risco fazer sexo sem camisinha, ter vários parceiros sexuais, fazer sexo enquanto estava alcoolizada ou drogada e ficar grávida antes dos 19 anos.
Os pesquisadores analisaram 59 pares de irmãs em famílias onde os pais se separaram e o pai foi embora de casa e 42 pares de irmãs de famílias onde os pais continuavam juntos.
Por Larissa Alvarez
http://vilamulher.terra.com.br/vida-sexual-das-meninas-e-muito-influenciada-pelo-pai-3-1-31-568.html
Qua, 06/07/2011 - 10h26 -
A maneira como uma menina age em relação a sua vida sexual tem muito a ver com o comportamento do seu pai. A conclusão é de uma pesquisa realizada pelo escritor Bruce J. Ellis, da Universidade do Arizona nos Estados Unidos.
Com o levantamento, os especialistas descobriram que meninas que viveram em um ambiente com pais com boas habilidades paternas eram menos propensas a desenvolver um comportamento sexual de risco. Já as meninas que moravam com pais com pouca habilidade, mostravam um comportamento sexual mais arriscado.
A conclusão do estudo é que não importa o quanto cada filha tenha vivido ao lado do pai, mas sim o que o pai fazia enquanto estava presente. Isso sim é determinante para o que a filha faz ou não na sua vida sexual.
Na pesquisa, foram considerados comportamento sexual de risco fazer sexo sem camisinha, ter vários parceiros sexuais, fazer sexo enquanto estava alcoolizada ou drogada e ficar grávida antes dos 19 anos.
Os pesquisadores analisaram 59 pares de irmãs em famílias onde os pais se separaram e o pai foi embora de casa e 42 pares de irmãs de famílias onde os pais continuavam juntos.
Por Larissa Alvarez
http://vilamulher.terra.com.br/vida-sexual-das-meninas-e-muito-influenciada-pelo-pai-3-1-31-568.html
"En la educación sexual hay que distinguir entre ideología y ciencia"
ENTREVISTA: JUAN JOSÉ BORRÁS Médico sexólogo, asesor de la OMS y codirector de la clínica Espill
"En la educación sexual hay que distinguir entre ideología y ciencia"
JAIME PRATS - Valencia - 18/10/2010
"En educación sexual damos un paso adelante y dos atrás", lamenta Juan José Borrás, presidente de la Academia Española de Sexología y Medicina Sexual. Borrás, que en 2000 colaboró con la OMS en el libro Promoción de la Salud Sexual. Recomendaciones para la acción, se confiesa "sorprendido" por la iniciativa de la Generalitat de suspender los cursos de educación sexual tras las críticas recibidas por grupos religiosos ultraconservadores y el arzobispado.
"Es lamentable que se haya paralizado el programa de educación sexual"
"La contención no da salud; la respeto, pero no se puede tratar de exportar"
Pregunta. ¿Que atención se presta a la educación sexual?
Respuesta. La educación sexual sigue siendo una asignatura pendiente. Generalmente ha obedecido a impulsos aislados de profesores o AMPA. Se impartían durante un curso o varios y luego caían en el olvido. Se ha ignorado durante mucho tiempo que la educación sexual es básica. Hablar de la dimensión sexual de las personas es tan elemental que cuesta creer que esté aún por consolidarse en los colegios e institutos.
P. El Programa de Intervención en Educación Sexual (PIES), suspendido por el Consell, era un camino en esta dirección.
R. Sí, y es importante porque se trataba de unos cursos basados en el rigor científico y que se ofrecían a todos los centros educativos. No era un parche disperso, sino un contenido sistematizado, trabajado y que se ofertaba de forma global. Además, implicaba a Educación y Sanidad, por lo que contaba con un planteamiento estupendo. Es lamentable que apenas dos años después de haya paralizado.
P. ¿Que opinión tiene del programa?
R. Estuve el año pasado en el congreso de la Sociedad Española de Médicos de Atención Primaria, en el que se revisaron los resultados del PIES y se destacó su validez a la hora de responder a las demandas que planteaban los chavales.
P. ¿A qué se refiere?
R. Los estudios clásicos de educación sexual coinciden en la idea de que estos programas no se han de centrar únicamente en los contenidos, en soltar una charla y ya está. Un discurso es mejor que nada, pero hay que acompañar la información con un trabajo sobre las actitudes de los chavales. Trabajar con las emociones y estar pendiente de la respuesta concreta del grupo con el que se trabaja. Hay que estar atentos a las cuestiones que surgen y responder a estas necesidades. Y el programa cumplía con todo esto. Mi sorpresa ha sido que se haya paralizado.
P. ¿Qué consecuencias puede tener una suspensión definitiva?
R. Del 21 al 23 de octubre celebramos en Alicante el XV Congreso Latinoamericano de Sexología y Educación Sexual, bajo el lema Por una sexualidad feliz y responsable. Para alcanzarla, es fundamental una educación sexual basada en la ciencia. La educación sexual es la base de una sexualidad feliz y responsable. A mi consulta acuden pacientes con disfunciones sexuales, conflictos de pareja o de género y otros problemas que parten en muchas ocasiones de la mala o de la ausencia total de información recibida y la asunción de falsos mitos. Y esto es un lastre para la calidad de vida de estas personas.
P. ¿A qué tipo de problemas se refiere?
R. En los hombres, por ejemplo, está extendida la inseguridad respecto a su competencia sexual. Me refiero a dudas sobre el tamaño del pene o sobre su precocidad. Todo ello parte de falsas creencias sobre los papeles que deben tener el hombre y la mujer. Por no hablar de conflictos de género. Las parejas tienen más conflictos por los roles de género que por celos o infidelidades.
P. ¿A qué edad debe comenzar la educación sexual? El PIES se impartía a alumnos de tercero de ESO (14-15 años).
R. Debe abarcar a todas las edades. Los aspectos más biológicos llaman la atención a los ocho, nueve y 10 años. Todo lo relacionado con la anatomía, el embarazo, las infecciones... A los 11, 12 o 13 interesan más los aspectos psicológicos y relacionales, como puede ser el enamoramiento, lo que implica la pareja. Y si seguimos avanzando, a los 14, 15 y 16 años les interesan más las cuestiones ligadas a las normas sociales. Qué es adecuado, qué es inadecuado, cuáles son las normas legales. Básicamente, lo relacionado con la concepción que la sociedad tiene relacionada con la sexualidad. Recordemos que vivimos en un contexto social que regula la conducta de las personas.
P. Hay grupos católicos que sostienen que las enfermeras que imparten los cursos no son quiénes para educar a sus hijos. El arzobispado opina que estas clases dan una visión "reduccionista" del ser humano.
R. En estos cursos no se plantea nada más que una educación sexual bajo el principio del respeto de los valores, creencias, ideologías de todas las personas, y centrada en los hechos científicos que son incuestionables.
P. ¿Puede poner ejemplos?
R. Uno clásico es el de la masturbación. Dependiendo de los valores de cada persona puede ser pecado o no. Pero desde la ciencia, lo que tenemos que afirmar, al margen de las creencias de cada uno, es que esta práctica en absoluto perjudica al organismo, ni física ni psicológicamente. Otra cosa son las conductas compulsivas que son negativas en la masturbación y en todo tipo de prácticas. Hay que distinguir claramente entre los valores y los hechos científicos.
P. ¿Está clara esta distinción?
R. Tenemos profesores de matemáticas, lengua... Cada una de las materias las imparte un especialista, pero cuando se trata de educación sexual no sucede siempre lo mismo. En los países nórdicos tienen muy claras estas cosas y los embarazos no deseados, los contagios por enfermedades de transmisión sexual o las tasas de abortos son mucho más bajas que las nuestras. Estos países saben cuáles son los criterios que deben primar, que son los ligados al conocimiento científico. A partir de allí, que cada uno haga o deje de hacer lo que quiera en función de sus creencias. Insisto, no es una cuestión de ideologías, sino de atenernos al conocimiento científico.
P. La institución a la que el arzobispado ha encargado materiales educativos sobre sexualidad aboga por la contención.
R. No he visto estos materiales. Determinados valores pueden ser importantes para quien los practica, pero no se pueden imponer. Además, objetivamente, la contención no aporta salud, es una opción de vida personal. Como tal, respetable, pero no se puede tratar de exportar y mucho menos imponer.
http://www.elpais.com/articulo/Comunidad/Valenciana/educacion/sexual/hay/distinguir/ideologia/ciencia/elpepiespval/20101018elpval_8/Tes
"En la educación sexual hay que distinguir entre ideología y ciencia"
JAIME PRATS - Valencia - 18/10/2010
"En educación sexual damos un paso adelante y dos atrás", lamenta Juan José Borrás, presidente de la Academia Española de Sexología y Medicina Sexual. Borrás, que en 2000 colaboró con la OMS en el libro Promoción de la Salud Sexual. Recomendaciones para la acción, se confiesa "sorprendido" por la iniciativa de la Generalitat de suspender los cursos de educación sexual tras las críticas recibidas por grupos religiosos ultraconservadores y el arzobispado.
"Es lamentable que se haya paralizado el programa de educación sexual"
"La contención no da salud; la respeto, pero no se puede tratar de exportar"
Pregunta. ¿Que atención se presta a la educación sexual?
Respuesta. La educación sexual sigue siendo una asignatura pendiente. Generalmente ha obedecido a impulsos aislados de profesores o AMPA. Se impartían durante un curso o varios y luego caían en el olvido. Se ha ignorado durante mucho tiempo que la educación sexual es básica. Hablar de la dimensión sexual de las personas es tan elemental que cuesta creer que esté aún por consolidarse en los colegios e institutos.
P. El Programa de Intervención en Educación Sexual (PIES), suspendido por el Consell, era un camino en esta dirección.
R. Sí, y es importante porque se trataba de unos cursos basados en el rigor científico y que se ofrecían a todos los centros educativos. No era un parche disperso, sino un contenido sistematizado, trabajado y que se ofertaba de forma global. Además, implicaba a Educación y Sanidad, por lo que contaba con un planteamiento estupendo. Es lamentable que apenas dos años después de haya paralizado.
P. ¿Que opinión tiene del programa?
R. Estuve el año pasado en el congreso de la Sociedad Española de Médicos de Atención Primaria, en el que se revisaron los resultados del PIES y se destacó su validez a la hora de responder a las demandas que planteaban los chavales.
P. ¿A qué se refiere?
R. Los estudios clásicos de educación sexual coinciden en la idea de que estos programas no se han de centrar únicamente en los contenidos, en soltar una charla y ya está. Un discurso es mejor que nada, pero hay que acompañar la información con un trabajo sobre las actitudes de los chavales. Trabajar con las emociones y estar pendiente de la respuesta concreta del grupo con el que se trabaja. Hay que estar atentos a las cuestiones que surgen y responder a estas necesidades. Y el programa cumplía con todo esto. Mi sorpresa ha sido que se haya paralizado.
P. ¿Qué consecuencias puede tener una suspensión definitiva?
R. Del 21 al 23 de octubre celebramos en Alicante el XV Congreso Latinoamericano de Sexología y Educación Sexual, bajo el lema Por una sexualidad feliz y responsable. Para alcanzarla, es fundamental una educación sexual basada en la ciencia. La educación sexual es la base de una sexualidad feliz y responsable. A mi consulta acuden pacientes con disfunciones sexuales, conflictos de pareja o de género y otros problemas que parten en muchas ocasiones de la mala o de la ausencia total de información recibida y la asunción de falsos mitos. Y esto es un lastre para la calidad de vida de estas personas.
P. ¿A qué tipo de problemas se refiere?
R. En los hombres, por ejemplo, está extendida la inseguridad respecto a su competencia sexual. Me refiero a dudas sobre el tamaño del pene o sobre su precocidad. Todo ello parte de falsas creencias sobre los papeles que deben tener el hombre y la mujer. Por no hablar de conflictos de género. Las parejas tienen más conflictos por los roles de género que por celos o infidelidades.
P. ¿A qué edad debe comenzar la educación sexual? El PIES se impartía a alumnos de tercero de ESO (14-15 años).
R. Debe abarcar a todas las edades. Los aspectos más biológicos llaman la atención a los ocho, nueve y 10 años. Todo lo relacionado con la anatomía, el embarazo, las infecciones... A los 11, 12 o 13 interesan más los aspectos psicológicos y relacionales, como puede ser el enamoramiento, lo que implica la pareja. Y si seguimos avanzando, a los 14, 15 y 16 años les interesan más las cuestiones ligadas a las normas sociales. Qué es adecuado, qué es inadecuado, cuáles son las normas legales. Básicamente, lo relacionado con la concepción que la sociedad tiene relacionada con la sexualidad. Recordemos que vivimos en un contexto social que regula la conducta de las personas.
P. Hay grupos católicos que sostienen que las enfermeras que imparten los cursos no son quiénes para educar a sus hijos. El arzobispado opina que estas clases dan una visión "reduccionista" del ser humano.
R. En estos cursos no se plantea nada más que una educación sexual bajo el principio del respeto de los valores, creencias, ideologías de todas las personas, y centrada en los hechos científicos que son incuestionables.
P. ¿Puede poner ejemplos?
R. Uno clásico es el de la masturbación. Dependiendo de los valores de cada persona puede ser pecado o no. Pero desde la ciencia, lo que tenemos que afirmar, al margen de las creencias de cada uno, es que esta práctica en absoluto perjudica al organismo, ni física ni psicológicamente. Otra cosa son las conductas compulsivas que son negativas en la masturbación y en todo tipo de prácticas. Hay que distinguir claramente entre los valores y los hechos científicos.
P. ¿Está clara esta distinción?
R. Tenemos profesores de matemáticas, lengua... Cada una de las materias las imparte un especialista, pero cuando se trata de educación sexual no sucede siempre lo mismo. En los países nórdicos tienen muy claras estas cosas y los embarazos no deseados, los contagios por enfermedades de transmisión sexual o las tasas de abortos son mucho más bajas que las nuestras. Estos países saben cuáles son los criterios que deben primar, que son los ligados al conocimiento científico. A partir de allí, que cada uno haga o deje de hacer lo que quiera en función de sus creencias. Insisto, no es una cuestión de ideologías, sino de atenernos al conocimiento científico.
P. La institución a la que el arzobispado ha encargado materiales educativos sobre sexualidad aboga por la contención.
R. No he visto estos materiales. Determinados valores pueden ser importantes para quien los practica, pero no se pueden imponer. Además, objetivamente, la contención no aporta salud, es una opción de vida personal. Como tal, respetable, pero no se puede tratar de exportar y mucho menos imponer.
http://www.elpais.com/articulo/Comunidad/Valenciana/educacion/sexual/hay/distinguir/ideologia/ciencia/elpepiespval/20101018elpval_8/Tes
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