sábado, 9 de julho de 2011

Ejaculação precoce requer terapia sexual

Ejaculação precoce requer terapia sexual
Problema geralmente está relacionado à ansiedade e à formação sexual inadequada
Bruno Folli, iG São Paulo | 12/03/2011 06:51
Frustração: em vez de sofrer é preciso procurar ajuda médica
A ejaculação precoce é quase tão comum quanto a disfunção erétil, ela atinge 30% dos homens. Contudo, seu tratamento é bem menos popular que a famosa pílula azul, e isso faz os homens sofrerem quietos por mais tempo antes de procurar ajuda médica.

De fato, a solução ainda é bem menos prática que ingerir uma pílula antes da relação. Os especialistas recomendam terapia sexual e, para os casos persistentes, são indicados antidepressivos.

“O homem precisa melhorar sua percepção do corpo e obter domínio sobre a ejaculação”, afirma a urologista e terapeuta sexual Sylvia Faria Marzano, diretora do Instituto Brasileiro Interdisciplinar de Sexologia e Medicina Psicossomática.

Ejaculação precoce pode estar ligada ao início inadequado da vida sexual. “O rapaz ejacula rápido porque tem medo de ser pego na masturbação ou porque teve relações em locais desfavoráveis (como na casa da namorada, onde alguém poderia chegar a qualquer momento)”, explica.

Assim, o homem cresce condicionado a gozar rápido ou sem controle sobre o orgasmo. É um reflexo ejaculatório errado.

Existe ainda uma causa secundária, mais ligada à ansiedade e que aparece em homens mais maduros. “Tem a ver com pessoas muito cobradas, que querem tudo para ontem. É a ansiedade ao extremo”, explica a médica.

A causa secundária pode acontecer também depois do homem falhar na cama. Ele se torna receoso e passa a segurar as primeiras ereções, com medo de não conseguir recuperá-las na hora do sexo. E isso favorece a ejaculação precoce.

Existem ainda correntes médicas que buscam explicações orgânicas para o problema. “Já se falou em causas neurológicas e muitas outras coisas, mas é tudo muito discutível. Não há nada bem demonstrado”, afirma o urologista Roberto Vaz Juliano, professor da Faculdade de Medicina do ABC.

Não adianta pensar em coisas broxantes

Sabe aquela dica de contar até dez, de pensar nas contas de casa ou em qualquer outra coisa broxante para não gozar rápido? Então, não faça. “Você só pode estar bem no sexo se estiver de corpo inteiro”, afirma Sylvia.

Na terapia sexual, explica ela, o homem é ensinado a não focar sua preocupação exclusivamente no pênis. “É errada essa expectativa masculina de querer apenas um pênis grande, duro e que funcione. A mulher deseja também carinho, um companheiro”, explica Juliano.

Por isso, a terapia sexual busca fazer o homem explorar outras sensações durante o sexo. “São treinamentos para haver mais atenção a outros momentos do sexo, antes da penetração, e que darão mais excitação à mulher”, conta o urologista.

Ele ressalta a diferença no tempo de excitação entre homens e mulheres. “O homem é como uma bomba-relógio de pavio curto, enquanto a mulher é uma bomba atômica de pavio longo”, diz.

Um minutinho

Embora não seja crime ter relações rápidas eventualmente, a ejaculação precoce é caracterizada quando o homem atinge o orgasmo em cerca de um ou dois minutos, muito antes da parceira se satisfazer.

A situação pode ser revertida quase imediatamente, caso o tratamento seja feito com antidepressivos. “Eles agem em neurotransmissores, na serotonina, e retardam o orgasmo masculino”, afirma Juliano.

O problema é que existem efeitos colaterais. “O homem perde libido, passa a ter um desejo sexual menor”, aponta. Além disso, ele pode ganhar peso e sentir náuseas.

Existe uma nova droga em estudo que pode mudar um pouco essa realidade. “A dapoxetine é um neurotransmissor de ação curta. Estuda-se a possibilidade de usá-lo apenas antes da relação, como os remédios para disfunção erétil”, conta o urologista.

Sylvia defende que não adianta apenas usar medicações, pois ao suspender seu uso, a ejaculação rápida geralmente volta a acontecer. “Eles podem ser usados, mas é necessário o trabalho com terapia sexual em conjunto”, diz ela.

Mais experiência

A ejaculação precoce é mais comum em homens jovens. Ela acontece porque eles ainda estão descobrindo e aprendendo a lidar com o reflexo ejaculatório, além de poderem se sentir pressionados no início da relação com novas parceiras.

“Fisiologicamente, o envelhecimento retarda o orgasmo. Mas também retarda o período refratário, tempo entre orgasmo e nova ereção”, conta Juliano.

A mulher pode colaborar de várias maneiras para resolver o problema. “Ela pode pontuar a situação, pois a maioria dos homens, se ninguém reclamar, pode achar que até é muito viril por ejacular rápido e várias vezes no dia”, conta Sylvia. “A parceira ajuda quando deixa o homem à vontade”, diz Juliano.

Existem ainda alternativas de tratamento, além da terapia sexual e dos antidepressivos, embora todas gerem controvérsia. Os géis anestésicos, vendidos em sex shops, podem retardar o orgasmo do homem. O problema é que eles acabam agindo na sensibilidade da mulher e prejudicam assim o orgasmo dela.

Já os medicamentos para disfunção erétil trazem a vantagem de reduzir o período refratário, permitindo relações com menor intervalo entre elas. Mas isso não resolve o problema. A questão não é ter várias relações, e sim uma que dure o tempo necessário para satisfazer o casal.

Por fim, a médica alerta para as injeções de protaglandina e papaverina oferecidas por algumas clínicas. “Elas são usada para disfunção erétil, no caso de pacientes que não respondam ao tratamento com medicamento oral, como os diabéticos”, explica
http://saude.ig.com.br/minhasaude/ejaculacao+precoce+requer+terapia+sexual/n1238133428484.html

Ejaculação precoce requer terapia sexual

Ejaculação precoce requer terapia sexual
Problema geralmente está relacionado à ansiedade e à formação sexual inadequada
Bruno Folli, iG São Paulo | 12/03/2011 06:51
Frustração: em vez de sofrer é preciso procurar ajuda médica
A ejaculação precoce é quase tão comum quanto a disfunção erétil, ela atinge 30% dos homens. Contudo, seu tratamento é bem menos popular que a famosa pílula azul, e isso faz os homens sofrerem quietos por mais tempo antes de procurar ajuda médica.

De fato, a solução ainda é bem menos prática que ingerir uma pílula antes da relação. Os especialistas recomendam terapia sexual e, para os casos persistentes, são indicados antidepressivos.

“O homem precisa melhorar sua percepção do corpo e obter domínio sobre a ejaculação”, afirma a urologista e terapeuta sexual Sylvia Faria Marzano, diretora do Instituto Brasileiro Interdisciplinar de Sexologia e Medicina Psicossomática.

Ejaculação precoce pode estar ligada ao início inadequado da vida sexual. “O rapaz ejacula rápido porque tem medo de ser pego na masturbação ou porque teve relações em locais desfavoráveis (como na casa da namorada, onde alguém poderia chegar a qualquer momento)”, explica.

Assim, o homem cresce condicionado a gozar rápido ou sem controle sobre o orgasmo. É um reflexo ejaculatório errado.

Existe ainda uma causa secundária, mais ligada à ansiedade e que aparece em homens mais maduros. “Tem a ver com pessoas muito cobradas, que querem tudo para ontem. É a ansiedade ao extremo”, explica a médica.

A causa secundária pode acontecer também depois do homem falhar na cama. Ele se torna receoso e passa a segurar as primeiras ereções, com medo de não conseguir recuperá-las na hora do sexo. E isso favorece a ejaculação precoce.

Existem ainda correntes médicas que buscam explicações orgânicas para o problema. “Já se falou em causas neurológicas e muitas outras coisas, mas é tudo muito discutível. Não há nada bem demonstrado”, afirma o urologista Roberto Vaz Juliano, professor da Faculdade de Medicina do ABC.

Não adianta pensar em coisas broxantes

Sabe aquela dica de contar até dez, de pensar nas contas de casa ou em qualquer outra coisa broxante para não gozar rápido? Então, não faça. “Você só pode estar bem no sexo se estiver de corpo inteiro”, afirma Sylvia.

Na terapia sexual, explica ela, o homem é ensinado a não focar sua preocupação exclusivamente no pênis. “É errada essa expectativa masculina de querer apenas um pênis grande, duro e que funcione. A mulher deseja também carinho, um companheiro”, explica Juliano.

Por isso, a terapia sexual busca fazer o homem explorar outras sensações durante o sexo. “São treinamentos para haver mais atenção a outros momentos do sexo, antes da penetração, e que darão mais excitação à mulher”, conta o urologista.

Ele ressalta a diferença no tempo de excitação entre homens e mulheres. “O homem é como uma bomba-relógio de pavio curto, enquanto a mulher é uma bomba atômica de pavio longo”, diz.

Um minutinho

Embora não seja crime ter relações rápidas eventualmente, a ejaculação precoce é caracterizada quando o homem atinge o orgasmo em cerca de um ou dois minutos, muito antes da parceira se satisfazer.

A situação pode ser revertida quase imediatamente, caso o tratamento seja feito com antidepressivos. “Eles agem em neurotransmissores, na serotonina, e retardam o orgasmo masculino”, afirma Juliano.

O problema é que existem efeitos colaterais. “O homem perde libido, passa a ter um desejo sexual menor”, aponta. Além disso, ele pode ganhar peso e sentir náuseas.

Existe uma nova droga em estudo que pode mudar um pouco essa realidade. “A dapoxetine é um neurotransmissor de ação curta. Estuda-se a possibilidade de usá-lo apenas antes da relação, como os remédios para disfunção erétil”, conta o urologista.

Sylvia defende que não adianta apenas usar medicações, pois ao suspender seu uso, a ejaculação rápida geralmente volta a acontecer. “Eles podem ser usados, mas é necessário o trabalho com terapia sexual em conjunto”, diz ela.

Mais experiência

A ejaculação precoce é mais comum em homens jovens. Ela acontece porque eles ainda estão descobrindo e aprendendo a lidar com o reflexo ejaculatório, além de poderem se sentir pressionados no início da relação com novas parceiras.

“Fisiologicamente, o envelhecimento retarda o orgasmo. Mas também retarda o período refratário, tempo entre orgasmo e nova ereção”, conta Juliano.

A mulher pode colaborar de várias maneiras para resolver o problema. “Ela pode pontuar a situação, pois a maioria dos homens, se ninguém reclamar, pode achar que até é muito viril por ejacular rápido e várias vezes no dia”, conta Sylvia. “A parceira ajuda quando deixa o homem à vontade”, diz Juliano.

Existem ainda alternativas de tratamento, além da terapia sexual e dos antidepressivos, embora todas gerem controvérsia. Os géis anestésicos, vendidos em sex shops, podem retardar o orgasmo do homem. O problema é que eles acabam agindo na sensibilidade da mulher e prejudicam assim o orgasmo dela.

Já os medicamentos para disfunção erétil trazem a vantagem de reduzir o período refratário, permitindo relações com menor intervalo entre elas. Mas isso não resolve o problema. A questão não é ter várias relações, e sim uma que dure o tempo necessário para satisfazer o casal.

Por fim, a médica alerta para as injeções de protaglandina e papaverina oferecidas por algumas clínicas. “Elas são usada para disfunção erétil, no caso de pacientes que não respondam ao tratamento com medicamento oral, como os diabéticos”, explica
http://saude.ig.com.br/minhasaude/ejaculacao+precoce+requer+terapia+sexual/n1238133428484.html

Conselhos Sexuais

Conselhos Sexuais
Ter, 28/06/2011 - 17h04
Cada casal é um caso especial, mas os problemas sexuais que os levam a mim são bastante parecidos.

Há pouco tempo os casais com problemas sexuais normalmente sofriam em silêncio, muitas vezes por vergonha outras por tabus.

Hoje, porém, muitos homens e mulheres procuram terapeutas e conselheiros sexuais para solucionar suas dificuldades e relacionamentos, mesmo sem saber exatamente o que irão fazer lá.

Quando os casais chegam até mim, muitos deles acham que seu problema é incomum e que seu relacionamento está vazando por seus dedos, muitos acham que é perda de tempo ou dinheiro e que nada nem ninguém poderá ajudá-los e que a separação é inevitável.

Juntei uma série de relatos dos meus clientes e cheguei a algumas perguntas, as mais comuns.

- Temos um problema sexual ou não nos amamos?

Da mesma forma que um bom relacionamento sexual não é sinônimo de amor, o mesmo acontece ao contrário. Há muitas razões pelas quais o casal não tem relações sexuais e isso não quer dizer que ambos não se amem.

É muito natural que aquela paixão ardente de começo de relação se esfumace com o tempo e as dificuldades que aparecem no dia-a-dia esfriem o fogo que ardia seus corações no começo, mas muitos casais temem que este acontecimento seja a perda do amor.

Devemos considerar que o casal foi criado de forma diferente, pais, tabus, religião e até mesmo o conceito sexual se difere em cada família, então quando este casal se une, a comunicação torna-se um laço imprescindível para a nova base familiar. Por exemplo, quando um deles foi criado onde o sexo é considerado um ato sujo, mas quando os dois têm maturidade para conversar sobre o assunto e paciência para entender os fatos, possivelmente a base será concretizada com muito amor.

- Qual dos dois é o culpado?

Um problema sexual quase nunca é culpa de uma só pessoa, ambos são responsáveis.

Sabemos que muitas vezes a causa da impotência é psicológica, medo ao ridículo e falta de compreensão do parceiro. Uma mulher que não consegue atingir o orgasmo, poderá facilmente ser uma mulher amargada ou frustrada, mas é provável que seu marido não saiba como excitá-la.

As vezes a culpa é de uma terceira pessoa, exemplo de um médico que restringe um paciente com antecedente de problemas cardíacos, muitas vezes este paciente não faz perguntas com detalhes ao médico, por vez este entende que o paciente há compreendido que deva se cuidar, mas o mesmo acredita que deverá evitar as relações sexuais por completo.

Veja que não importa quem seja culpado, sempre caímos num mesmo ciclo de culpas e erros comuns: Falta de compreensão e comunicação.

- Por que não quero ter relações sexuais?

A perda da libido é um tema diário.

Se é devida ao simples desinteresse ou uma rotina sexual, podemos aconselhar outros lugares para a relação, aconselho meus casais a, pelo menos, uma vez cada bimestre saírem juntos e dormirem em outro lugar, seja ele um motel ou hotel.

A perda da libido é gerada por dois fatores: Físicos ou psicológicos.

O importante é você saber que tem este problema, que é comum mas não é normal.

Muitas vezes a perda da libido envolve conflitos emocionais, eles podem variar desde o controle deliberado da expressão sexual à ansiedade pelo desempenho, desde o medo da rejeição à hostilidade.

- Existe algum remédio para o desejo sexual?

Devemos lembrar que, na maior parte das vezes, o problema sexual está dentro de nós, algo que ao ler parece simples, mas de já posso adiantar que não é, mas para a felicidade de todos, é totalmente curável.

Não existe cura milagrosa ou remédios instantâneos ou curandeiros, macumba ou reza braba que possa ajudá-los. O que existe é compreensão do parceiro, estimulação própria e muito, muito diálogo.

- É normal ter fantasias com outro enquanto estou transando com o meu parceiro?

Fantasias são comuns e normais, não pode ser considerado traição.

Estas fantasias são estímulos iguais aqueles que encontramos em filmes, revistas e artigos de lojas sensuais, ou seja, normal.

- Adoro me masturbar, mais do que ter relações sexuais. Isso é normal?

Os orgasmos de masturbação são, sem dúvida, mais intensos em muitas pessoas. Uma razão para que isso aconteça é que você está se dando prazer, sabe o que quer e como quer. Muitas vezes quando estamos com nossos parceiros durante o ato sexual, há coisas que gostamos e outras que não, quando nos masturbamos não existe esta variação. Isso faz com que nossa pressão sanguínea e nossas contrações musculares sejam mais intensas.

Muitas mulheres necessitam ter um orgasmo antes da penetração, as vezes por dores de penetração (O orgasmo relaxa a parede vaginal e o intercurso é mais agradável e menos tenso) ou porque não sente prazer na penetração, somente no clitóris.

- Meu marido que fazer coisas estranhas e eu não. Quem tem a culpa?

Posso dizer que acho correto fazer o que deseja na cama, acredito que entre quatro paredes tudo é válido para agradar a você mesmo e ao parceiro, contanto que isso não ofenda ou machuque alguém.

A variedade na cama estimula e quebra a rotina de casais, por isso é importante o aconselhamento na relação sexual. Informar o que é normal e o que não , ajudar a descobrir o que o casal gosta e o que ofende, é excelente para um bom relacionamento.

Um bom conselho sexual proporciona ao casal as faculdades e a confiança que lhes permite tornar suas vidas íntimas mais felizes e recompensadoras.

Elis Medeiros - Consultora Sexual
Para marcar hora 41-34345653 ou entrelacados@entrelacados.com.br

www.entrelacados.com.br
http://vilamulher.terra.com.br/conselhos-sexuais-cp-3-1-30-907.html

Afinal, as mulheres preferem os sensíveis?

Afinal, as mulheres preferem os sensíveis?
Ter, 05/07/2011 - 05h00 - Amor e SexoComente com Facebookpostar comentário

Toda mulher gosta de homens fortes, robustos e com cara de mau, certo? Errado. Há moças que gostam mesmo é de rapazes com carinha de bom moço.

Já há algum tempo as mulheres conquistaram a plena independência.

Não precisam mais de um homem que pague as suas despesas, compre os seus sapatos, bolsas, roupas e o que mais quiserem adquirir. Mostraram que dão conta da casa, dos filhos e de todo o trabalho que se dispuser a fazer. Porém, é sempre bom ter o apoio de um companheiro, assim como ter alguém a quem apoiar.

Pesquisas feitas por conselheiros amorosos apontam que as mulheres ainda querem um homem provedor. São aqueles que estão sempre prontos para nos proteger e amparar. "As mulheres ainda buscam o homem que se mostre poderoso. É assim desde os tempos das cavernas. É claro, o ser humano evoluiu muito, hoje trabalhamos fora, somos livres. Mas, assim como esperávamos que os homens nos defendessem antes, queremos agora", afirma a psicóloga e primeira coaching do Brasil, Eliete Matielo. "As mulheres gostam de homens poderosos e protetores, principalmente na hora da afetividade elas querem se sentir amparadas", completa.

O problema é que, quase sempre, esse perfil vem acompanhado de uma dose de machismo e prepotência. Assim, algumas mulheres optam por outro estilo. "As independentes e confiantes procuram homens sensíveis. Acredito que eles não sejam frágeis, mas sim seguros. Esses rapazes não precisam ficar o tempo todo provando que são ‘homens’", contrapõe a antropóloga Mirian Goldenberg, autora do livro "De perto ninguém é normal" (Editora BestBolso, 2011).

"As mulheres que eu já atendi demonstram que os homens de aparência frágil são super amigos e legais, mas não servem para levar para casa. As moças não querem os franzinos", dispara Eliete, que também é criadora da agência de relacionamentos Eclipse Love. "Nem mesmo um moço mais baixo é aceito, elas querem sempre os mais altos. Quem quer ter um namorado ou marido de estatura menor do que a dela?", completa.

Elite afirma que essa não é uma exclusividade feminina. Eles também buscam garotas que sejam sensíveis, assim eles poderão exercer o seu papel de provedor. "É por isso que as empresárias bem sucedidas têm tanta dificuldade de manter um relacionamento. Eles as adoram para serem amigas, não para namorar", exemplifica a psicóloga.

"O diferencial do homem sensível é que ele não precisa dominar, competir, mostrar que ele é mais forte, mais rico, mais alto... As palavras ‘respeito’ e ‘admiração’ são importantes para ele. Há parceiros que admiram e gostam de mulheres poderosas", garante Mirian. "Essa mulher é mais independente, forte e cheia de valor. Quer um companheiro, não um pai ou pagador de contas", completa.



leia também

•Homens sensíveis: elas gostam?

•O que elas odeiam neles




A antropóloga acredita que essa relação tem chance de dar certo, tanto quanto qualquer outra. "Hoje é difícil dizer o que faria um relacionamento durar, ou não. Não vejo porque não daria", finaliza Mirian.

E você escolheu um homem mais sensível para estar ao seu lado?

Por Bianca de Souza (MBPress)


http://vilamulher.terra.com.br/afinal-as-mulheres-preferem-os-sensiveis-3-1-30-913.html

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Você está satisfeita com a sua vida sexual?

Você está satisfeita com a sua vida sexual?
Sim 39.71 % - 27 votos
Não 60.29 % - 41 votos
http://enquete.mulher.terra.com.br/enquete.cgi

Livro com conto 'erótico' usado em escola de Jundiaí causa polêmica

19/08/2010 16h12 - Atualizado em 19/08/2010 19h07
Livro com conto 'erótico' usado em escola de Jundiaí causa polêmica
Alguns pais o consideram inapropriado para estudantes do ensino médio.
Texto de Ignácio de Loyola Brandão descreve atos sexuais com detalhes.
Do G1 SP, com informações da TV Tem

Um livro de contos utilizado em Jundiaí, no interior de São Paulo, por estudantes do ensino médio da rede estadual tem causado polêmica em razão de passagens consideradas eróticas. Alguns pais querem até que o livro "Cem Melhores Contos Brasileiros do Século", que contém textos de autores como Machado de Assis, Clarice Lispector e Mário de Andrade, seja recolhido das salas de aula.
O conto "Obscenidades Para Uma Dona de Casa", de Ignácio de Loyola Brandão, narra a história de uma mulher que recebe cartas de um desconhecido. As cartas descrevem detalhadamente momentos de atos sexuais. O problema, segundo os pais, são as palavras usadas para descrever esses atos.
Gilberto Aparecido da Rosa, pai de duas adolescentes gêmeas de 17 anos, recorreu ao Ministério Público. Para ele, o conto é inapropriado para os estudantes. "Eu acho que essa linguagem é muito chula para os padrões acadêmicos. Acho que os jovens não mereceriam receber uma linguagem dessa dentro das escolas", diz Rosa.
As adolescentes dizem ter ficado constrangidas com as situações criadas em sala de aula por conta desse conto. "Já tem o tipo de brincadeira que é normal de jovens. Eles começam a brincar com esse tipo de coisa. E ainda mais se a escola entrega um material desses, é a mesma coisa que dar liberdade para eles começarem a brincar", diz a garota Juliana da Rosa.
O professor e escritor Douglas Tufano afirma que o conto faz parte da literatura brasileira indicada para vestibulares e não vê problemas na leitura, mas acredita que, para evitar confusão, deve haver a intermediação dos professores. "É preciso que eles façam um trabalho preparatório, conversem, expliquem. Caso contrário, os alunos que ainda são imaturos em relação à literatura podem levar a leitura para outros campos", comenta Tufano.
Para o psicólogo Eduardo Menga, não há problemas nesse tipo de abordagem que trata da sexualidade. "Como o livro já está inserido na rede [de ensino], o melhor nessa situação é, por mais que possam existir resistências, encarar e olhar para isso da forma mais natural possível."
Em nota, a Secretaria Estadual de Educação informa que o livro foi considerado por educadores e críticos adequado para alunos da rede privada e, por isso, também pode ser usado por alunos da rede pública. Ainda segundo a nota, o livro foi analisado e aprovado por uma comissão de professores de diversas universidades. O Ministério Público deve analisar o pedido em cinco dias.
http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2010/08/livro-com-conto-erotico-usado-em-escola-de-jundiai-causa-polemica.html

Prefeitura de Embu investiga entrega de cartilha sobre educação sexual

08/07/2011 18h56 - Atualizado em 08/07/2011 20h44
Prefeitura de Embu investiga entrega de cartilha sobre educação sexual
Material, destinado a adultos, foi encaminhado por engano a crianças.
Publicação deveria ser distribuída por educadores que foram treinados.
Do G1, em São Paulo

A Prefeitura de Embu das Artes abriu uma sindicância para apurar a responsabilidade da entrega de uma cartilha sobre educação sexual para cerca de 20 alunos, de 9 a 10 anos, do 4º ano da Escola Municipal Elza Marreiro.
A revista, chamada ““Conversando e Descobrindo: a Criança e a Sexualidade”, é direcionada a adultos e foi entregue erroneamente a alguns alunos durante uma reunião na escola para que encaminhassem aos seus pais, segundo a assessoria de imprensa da prefeitura.
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MP pede recolhimento de livros com conteúdo racista distribuídos no PR
Em nota, a prefeitura afirmou que o material foi lançado em 2005 e educadores e outros profissionais da área foram preparados para fazer a distribuição da publicação aos pais dos estudantes das redes municipal e estadual. Os pais, por sua vez, tinham a opção de entregar um encarte com passatempos e recreações pedagógicas a seus filhos depois que recebessem as informações.
A Prefeitura de Embu ainda esclareceu que a publicação é resultado de parceria entre Ministério da Saúde, Diretoria de Ensino Taboão da Serra e secretarias municipais de Saúde e Educação, com apoio da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
http://g1.globo.com/vestibular-e-educacao/noticia/2011/07/prefeitura-de-embu-investiga-entrega-de-cartilha-sobre-educacao-sexual.html