Sexo ainda é tabu na medicina
Pesquisa inédita revela que médicos recém-formados desconhecem assuntos ligados a sexualidade e negligenciam tema nas consultas
Lívia Machado, iG São Paulo | 09/08/2011 10:12
Sexo: despreparo dos médicos contribui para que tema ainda seja tabu
Como anda a sua vida sexual? A pergunta, fora de contexto, é capaz de constranger não somente aos mais pudicos.
Segundo pesquisa da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), a maioria dos médicos recém-formados não tem conhecimento suficiente para abordar ou simplesmente orientar suas pacientes quando o assunto é sexo.
Teresa Barroso, médica obstetra, coordenadora do ambulatório de qualidade de vida da faculdade, mensurou este gargalo. Entrevistou mais de 150 profissionais recém-formados, na esperança de encontrar o ponto de partida de tal déficit. Os resultados da estatística revelam que a fragilidade na relação médico-paciente vai muito da demanda ou mediação feita pelos planos de saúde.
“Eles reconhecem que não sabem abordar a sexualidade com as pacientes. Apenas 22,7% dos entrevistados afirmam ter conhecimento e confiança para orientar. Por mais absurdo que pareça, o sexo ainda é tabu na medicina.”
A defasagem é admitida por especialistas que trabalham tanto no sistema público quanto no privado. O que une ambos profissionais é a falha na formação, aponta Teresa. Na visão da obstetra, são raros os cursos de medicina que incluem a sexualidade na grade de aulas.
“É um tema com abordagem rasa. O fundamental é conhecer as doenças sexualmente transmissíveis, fazer papanicolaou e prevenção contra câncer de mama. O que foge ao básico, é autodidatismo ou interesse pessoal desses profissionais.”
Eternos caretas?
A pesquisa espelha uma realidade próxima a tragetória da especialista. Teresa concluiu o curso de medicina em meados dos anos 80. Naquela época, questionar a vida sexual das pacientes não era constrangedor, mas invasivo. Algumas mulheres, porém, abandonavam o ceticismo e procuravam ajuda de especialistas. Reconhecendo a própria incompetência no assunto, a médica buscou cursos de formação depois de conquistar o diploma.
“Sentia vergonha de ter demorado tanto tempo para procurar esse tipo de complementação. Saí da faculdade em 1986, só terminei minha especialização em sexualidade em 2004.”
Na avaliação da Professora associada e livre docente do departamento de obstetrícia da Unifesp, Mary U. Nakamura, o problema se arrasta na medicina brasileira.
"Antigamente não existia esse tipo de questionamento por parte das mulheres. Hoje, a demanda é real, e exige informação, capacitação multidisciplinar."
Rodrigo da Rosa Filho, ginecologista e obstetra, foi um dos residentes que forneceu subsídio a tese de Teresa. Formado em uma das faculdades mais concorridas do Brasil, Rosa viu seu diploma perder a força ao ser indagado por uma paciente sobre libido e dor durante a penetração.
“O conhecimento que tive na formação é raso e quase inexistente. Na faculdade, a sexualidade nem é abordada. Durante a especialização em ginecologia, área que deveria ter uma orientação maior, o assunto é tratado rapidamente. Em três anos temos 8 horas para aprender sobre sexualidade."
Com o avanço da demanda – ter prazer passou a ser um direito, e não exceção – Rodrigo investiu em cursos e atualizações sobre o tema. A própria Unifesp oferece aulas no ambulatório de sexualidade.
"Você sente a importância e o desamparo das pacientes quando começa a atender. Só que a essa altura, já é praticamente por sua conta e risco", recorda o ginecologista.
A ineficiente capacitação é agravada pelo tempo das consultas médicas. O atendimento em série, se já não permite que o médico enxergue o paciente à sua frente, torna ainda mais improvável a proximidade e confiança que antecedem ao diálogo e exposição de dúvidas possivelmente constrangedoras.
"Em relação aos perigos de DST e gravidez inesperada todo ginecologista tem conhecimento, sabe fazer. O tempo com a paciente não permite uma conversa aberta, abrangente. Os problemas de convênio e atendimento deterioraram ainda mais a relação", acredita Rosa.
A sexualidade é pré-requisito para qualidade de vida, defende a professora Mary. Para a educadora, é fundamental que as faculdades incluam a temática na formação dos profissionais.
"É uma área multidisciplinar. Todo médico deve questionar a vida sexual, a libido de seus pacientes, ou, ao menos entender que a vida sexual pode ser chave para muitos diagnósticos.
Reclamações como baixa libido ou dor durante a relação sexual não apenas sinalizam problemas no organismo, como impõe uma serie de contra-indicações medicamentosas, afirma Teresa Barroso. Antidepressivos, remedios para tratar o diabetes reduzem o apetite sexual dos pacientes. Se o tema não é abordado, o tratamento resolverá um problema e acentuará outro.
“É importante perceber que a sexualidade pode mascarar um tratamento que possivelmente seria eficaz. O dever de um cardiologista não é apenas salvar seu paciente de um infarto fulminante. É papel dele, após a recuperação, orientar depois de quanto tempo ele está apto a ter relações sexuais. Nada disso é feito. Temos endócrinos que prescrevem remédios para diabéticos. Essa população sofre alteração na sua sexualidade, mas nada se fala sobre o assunto.”
http://delas.ig.com.br/saudedamulher/sexo+ainda+e+tabu+na+medicina/n1597081666854.html
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Terapia de casal contra problemas no casamento
Terapia de casal contra problemas no casamento
Regina Navarro: “Não há dúvida de que a possibilidade de formar um casal sadio é algo que pode ser ensinado”
09/08/2011 10:40
Compartilhar:
Hugo e Laís, casados há 15 anos e com dois filhos adolescentes, há muito tempo passaram do limite suportável de convivência. No início, as brigas entre eles eram mais espaçadas e menos violentas. Entretanto, de algum tempo pra cá nem os vizinhos estão mais aguentando os gritos e o barulho de móveis sendo derrubados no chão. Propuseram uma reunião de condomínio onde foi dada uma última advertência antes de entrarem com uma ação judicial para a expulsão do casal do prédio. Foi então que eles procuraram terapia de casal e numa sessão Laís me disse: “Não sei bem como a coisa começa. Às vezes estamos bem, conversando, mas de repente já estamos discutindo. O Hugo fala coisas que vão me tirando de mim... aí digo também o que ele não gosta de ouvir e quando vejo estamos nos agredindo de um jeito incontrolável. Acho que só conseguimos parar quando os meninos acordam, choram e se metem entre nós."
É muito difícil saber em que momento duas pessoas que escolheram viver juntas começam a se estranhar. E na maior parte das vezes nem os envolvidos conseguem responder o porquê. Alguns chegam ao ponto de, após anos de vida em comum, ir deixando de falar com o outro – mas ficam ali, juntos. Um dado interessante vem dos EUA: estatísticas mostram que os casais conversam apenas meia hora por semana!
Isso não é difícil de entender. Desde criança todos aprendem que o casamento é o lugar onde uma pessoa pode realizar-se afetivamente. Dessa forma, desfazer a fantasia do par amoroso idealizado é doloroso. Entretanto, devido ao descompasso entre o que se esperava da vida a dois e a realidade, as frustrações vão se acumulando e, de forma inconsciente, gerando ódio. Por causa da sensação de fracasso, o que mais se vê no casamento são sentimentos de desprezo e de desvalorização, de um para o outro e de cada um por si. Eles se cobram, se criticam e se acusam.
Contudo, em algum momento o casal pode tomar consciência dos seus limites e desejar desfrutar uma vida mais satisfatória. A fantasia ideal do início dá lugar a uma versão mais realista. Cada um se torna mais autônomo, e abordar as desavenças de frente, em vez de ocultá-las, pode não parecer tão ameaçador. É então que pode surgir a ideia de procurar a terapia de casal. Afinal, a procura de autonomia não significa necessariamente incapacidade de permanecer numa relação a dois, mas sim a recusa de pagar qualquer preço por ela.
Há algumas décadas pensava-se no casal composto só por dois indivíduos, portanto, cada cônjuge era tratado individualmente, cada um com seu terapeuta. Com o tempo ficou claro que o casal se compõe de três partes, sendo dois indivíduos e uma relação: eu, você e nós. Cada parte deve ser igualmente observada, pois tem um significado na vida do casal. A terapeuta de casal americana Virginia Satir explica: “qualquer coisa que uma das pessoas faz requer que a outra responda, e essa resposta modela aquela pessoa. Paralelamente, a resposta do outro modela seu próprio eu. Essa sequência, repetida, dá origem a um modelo que se traduz em normas para a relação.”
Concordo também com sua afirmativa de que as dificuldades para enfrentar problemas em um casal sempre estão relacionadas à baixa autoestima dos parceiros. Outra complicação é representada pelo fato de que os membros de um casal podem ficar presos um ao outro, num encaixe psicológico que faz lembrar seus modelos infantis. Nesse caso, a terapia precisa estar atenta aos mecanismos de projeção. Quanto maior a necessidade de projeção, menor é a autoestima. Na projeção eu estou lidando com minha ideia de você, não com quem você é realmente. E é fundamental que os cônjuges desenvolvam a possibilidade de lidar com a pessoa real. Olhar juntos os membros de um casal permite que se observe a interação entre os dois e se compreenda como os parceiros se relacionam entre si ao desempenhar papéis.
Jürg Willi, professor de medicina psicossocial da Universidade de Zurique, Suíça, acredita que para duas pessoas elaborarem um mundo comum é preciso negociar juntas certas estruturas que dizem respeito ao sentido e objetivo da relação de casal. O desenvolvimento pessoal de cada um implica redefinir continuamente a distribuição de papéis, regras, funções e poder. Para que uma relação continue sendo funcional é importante que essas regras não sejam totalmente rígidas, nem modificáveis por um dos dois quando lhe aprouver e sem consultar o outro.
Não há dúvida de que a possibilidade de formar um casal sadio é algo que pode ser ensinado. Um casamento pode ser ótimo, mas para isso as pessoas precisam reformular as expectativas que alimentam a respeito da vida a dois, como, por exemplo, a ideia de que os dois vão se completar, nada mais lhes faltando porque um vai ter todas as suas necessidades satisfeitas pelo outro, a crença de que não é possível sentir tesão por mais ninguém nem de ter algum interesse em que o amado não faça parte; o controle, que impedem a pessoa de se relacionar com alguém fora do casamento, etc....
http://delas.ig.com.br/colunistas/questoesdoamor/terapia+de+casal+contra+problemas+no+casamento/c1597126006271.html
Regina Navarro: “Não há dúvida de que a possibilidade de formar um casal sadio é algo que pode ser ensinado”
09/08/2011 10:40
Compartilhar:
Hugo e Laís, casados há 15 anos e com dois filhos adolescentes, há muito tempo passaram do limite suportável de convivência. No início, as brigas entre eles eram mais espaçadas e menos violentas. Entretanto, de algum tempo pra cá nem os vizinhos estão mais aguentando os gritos e o barulho de móveis sendo derrubados no chão. Propuseram uma reunião de condomínio onde foi dada uma última advertência antes de entrarem com uma ação judicial para a expulsão do casal do prédio. Foi então que eles procuraram terapia de casal e numa sessão Laís me disse: “Não sei bem como a coisa começa. Às vezes estamos bem, conversando, mas de repente já estamos discutindo. O Hugo fala coisas que vão me tirando de mim... aí digo também o que ele não gosta de ouvir e quando vejo estamos nos agredindo de um jeito incontrolável. Acho que só conseguimos parar quando os meninos acordam, choram e se metem entre nós."
É muito difícil saber em que momento duas pessoas que escolheram viver juntas começam a se estranhar. E na maior parte das vezes nem os envolvidos conseguem responder o porquê. Alguns chegam ao ponto de, após anos de vida em comum, ir deixando de falar com o outro – mas ficam ali, juntos. Um dado interessante vem dos EUA: estatísticas mostram que os casais conversam apenas meia hora por semana!
Isso não é difícil de entender. Desde criança todos aprendem que o casamento é o lugar onde uma pessoa pode realizar-se afetivamente. Dessa forma, desfazer a fantasia do par amoroso idealizado é doloroso. Entretanto, devido ao descompasso entre o que se esperava da vida a dois e a realidade, as frustrações vão se acumulando e, de forma inconsciente, gerando ódio. Por causa da sensação de fracasso, o que mais se vê no casamento são sentimentos de desprezo e de desvalorização, de um para o outro e de cada um por si. Eles se cobram, se criticam e se acusam.
Contudo, em algum momento o casal pode tomar consciência dos seus limites e desejar desfrutar uma vida mais satisfatória. A fantasia ideal do início dá lugar a uma versão mais realista. Cada um se torna mais autônomo, e abordar as desavenças de frente, em vez de ocultá-las, pode não parecer tão ameaçador. É então que pode surgir a ideia de procurar a terapia de casal. Afinal, a procura de autonomia não significa necessariamente incapacidade de permanecer numa relação a dois, mas sim a recusa de pagar qualquer preço por ela.
Há algumas décadas pensava-se no casal composto só por dois indivíduos, portanto, cada cônjuge era tratado individualmente, cada um com seu terapeuta. Com o tempo ficou claro que o casal se compõe de três partes, sendo dois indivíduos e uma relação: eu, você e nós. Cada parte deve ser igualmente observada, pois tem um significado na vida do casal. A terapeuta de casal americana Virginia Satir explica: “qualquer coisa que uma das pessoas faz requer que a outra responda, e essa resposta modela aquela pessoa. Paralelamente, a resposta do outro modela seu próprio eu. Essa sequência, repetida, dá origem a um modelo que se traduz em normas para a relação.”
Concordo também com sua afirmativa de que as dificuldades para enfrentar problemas em um casal sempre estão relacionadas à baixa autoestima dos parceiros. Outra complicação é representada pelo fato de que os membros de um casal podem ficar presos um ao outro, num encaixe psicológico que faz lembrar seus modelos infantis. Nesse caso, a terapia precisa estar atenta aos mecanismos de projeção. Quanto maior a necessidade de projeção, menor é a autoestima. Na projeção eu estou lidando com minha ideia de você, não com quem você é realmente. E é fundamental que os cônjuges desenvolvam a possibilidade de lidar com a pessoa real. Olhar juntos os membros de um casal permite que se observe a interação entre os dois e se compreenda como os parceiros se relacionam entre si ao desempenhar papéis.
Jürg Willi, professor de medicina psicossocial da Universidade de Zurique, Suíça, acredita que para duas pessoas elaborarem um mundo comum é preciso negociar juntas certas estruturas que dizem respeito ao sentido e objetivo da relação de casal. O desenvolvimento pessoal de cada um implica redefinir continuamente a distribuição de papéis, regras, funções e poder. Para que uma relação continue sendo funcional é importante que essas regras não sejam totalmente rígidas, nem modificáveis por um dos dois quando lhe aprouver e sem consultar o outro.
Não há dúvida de que a possibilidade de formar um casal sadio é algo que pode ser ensinado. Um casamento pode ser ótimo, mas para isso as pessoas precisam reformular as expectativas que alimentam a respeito da vida a dois, como, por exemplo, a ideia de que os dois vão se completar, nada mais lhes faltando porque um vai ter todas as suas necessidades satisfeitas pelo outro, a crença de que não é possível sentir tesão por mais ninguém nem de ter algum interesse em que o amado não faça parte; o controle, que impedem a pessoa de se relacionar com alguém fora do casamento, etc....
http://delas.ig.com.br/colunistas/questoesdoamor/terapia+de+casal+contra+problemas+no+casamento/c1597126006271.html
Mulher que tem alergia ao marido finalmente dá à luz
INGLATERRA
Mulher que tem alergia ao marido finalmente dá à luz
A britânica Rachael Sadler, que tem alergia ao sêmen do marido, Mark, finalmente realizou o sonho de ser mãe. Ela deu à luz duas gêmeas após vários tratamentos de fertilização - incluindo tentativas nos EUA e no México - que consumiram o equivalente a 185 mil reais e demoraram nove anos para funcionar. Eles tentaram de tudo e chegaram a viajar mais de 25 mil quilômetros em busca de alternativas.
"Nunca aceitei que não poderia ser mãe. Estava determinada a fazer o que fosse preciso para ter um bebê. Agora que consegui minhas lindas filha eu me sinto completa", disse ao "Daily Mail" Rachael, de 35 anos, após tratar a alergia e, com a fertilização in vitro, dar à luz Rebecca e Hazel em Coventry (Inglaterra).
http://oglobo.globo.com/blogs/pagenotfound/posts/2011/08/10/mulher-que-tem-alergia-ao-marido-finalmente-da-luz-397789.asp
Mulher que tem alergia ao marido finalmente dá à luz
A britânica Rachael Sadler, que tem alergia ao sêmen do marido, Mark, finalmente realizou o sonho de ser mãe. Ela deu à luz duas gêmeas após vários tratamentos de fertilização - incluindo tentativas nos EUA e no México - que consumiram o equivalente a 185 mil reais e demoraram nove anos para funcionar. Eles tentaram de tudo e chegaram a viajar mais de 25 mil quilômetros em busca de alternativas.
"Nunca aceitei que não poderia ser mãe. Estava determinada a fazer o que fosse preciso para ter um bebê. Agora que consegui minhas lindas filha eu me sinto completa", disse ao "Daily Mail" Rachael, de 35 anos, após tratar a alergia e, com a fertilização in vitro, dar à luz Rebecca e Hazel em Coventry (Inglaterra).
http://oglobo.globo.com/blogs/pagenotfound/posts/2011/08/10/mulher-que-tem-alergia-ao-marido-finalmente-da-luz-397789.asp
terça-feira, 9 de agosto de 2011
8 mandamentos para uma vida sexual turbinada
8 mandamentos para uma vida sexual turbinada
Dicas picantes para você curtir mais na hora da transa
Atualizado em 27/07/2011Conteúdo do site ANAMARIA
Dicas e truques infalíveis para você incendiar a cama
Confira nossas dicas para curtir melhor a transa e dê um chacoalhão na sua vida sexual
1. Aprenda a gostar de si própria. E mude o que achar necessário!
2. Exercite seu lado sexy! Para isso, jogue fora medos, travas e bloqueios.
3. Priorize seus desejos. Só assim você poderá valorizar os desejos do seu parceiro.
4. Seja autêntica. Não adianta querer copiar o estilo sexual de outra pessoa.
5. Pense mais em sexo para estimular o desejo. Veja um filme, leia revistas...
6. Trabalhe o amor-próprio. Quanto mais confiante, mais gostosa é a mulher.
7. Cuide da sua saúde. Visite o ginecologista anualmente.
8. Busque um terapeuta sexual, caso algo a incomode.
http://mdemulher.abril.com.br/amor-sexo/reportagem/esquente-o-clima/8-mandamentos-vida-sexual-turbinada-635009.shtml
Dicas picantes para você curtir mais na hora da transa
Atualizado em 27/07/2011Conteúdo do site ANAMARIA
Dicas e truques infalíveis para você incendiar a cama
Confira nossas dicas para curtir melhor a transa e dê um chacoalhão na sua vida sexual
1. Aprenda a gostar de si própria. E mude o que achar necessário!
2. Exercite seu lado sexy! Para isso, jogue fora medos, travas e bloqueios.
3. Priorize seus desejos. Só assim você poderá valorizar os desejos do seu parceiro.
4. Seja autêntica. Não adianta querer copiar o estilo sexual de outra pessoa.
5. Pense mais em sexo para estimular o desejo. Veja um filme, leia revistas...
6. Trabalhe o amor-próprio. Quanto mais confiante, mais gostosa é a mulher.
7. Cuide da sua saúde. Visite o ginecologista anualmente.
8. Busque um terapeuta sexual, caso algo a incomode.
http://mdemulher.abril.com.br/amor-sexo/reportagem/esquente-o-clima/8-mandamentos-vida-sexual-turbinada-635009.shtml
Hoy se celebra el Día del Orgasmo Femenino
Hoy se celebra el Día del Orgasmo Femenino
Lun, 08/08/2011 - 09:39
Esta celebración comenzó hace cinco años, cuando Arimatei Dantas, concejal del pueblo brasileño de Esperantina, tenía algunas deudas sexuales pendientes con su esposa, por lo que decidió compensarla creando el Día del Orgasmo Femenino, que se celebra cada 8 de agosto.
Entre otras definiciones, el orgasmo para la Real Academia de la Lengua es la culminación del placer sexual. Una definición quizás algo lacónica.
Pero el monje polaco, Ksawery Knotz, del monasterio capuchino de Stalowa Wola, compara el momento supremo del acto sexual con el encuentro con Dios en el cielo.
"El amor de una pareja casada, expresado en el sexo, acerca el cuerpo humano al cielo. El éxtasis de una relación sexual puede compararse a la alegría de la vida eterna. Es por eso que este acto conyugal permite a los esposos empezar a entender la dulzura del encuentro con Dios", indicó el Padre Knotz. (Foto: Internet)
Hay para todos los gustos, y usted ¿cómo piensa celebrar este día?
http://www.larepublica.pe/08-08-2011/hoy-se-celebra-el-dia-del-orgasmo-femenino
Lun, 08/08/2011 - 09:39
Esta celebración comenzó hace cinco años, cuando Arimatei Dantas, concejal del pueblo brasileño de Esperantina, tenía algunas deudas sexuales pendientes con su esposa, por lo que decidió compensarla creando el Día del Orgasmo Femenino, que se celebra cada 8 de agosto.
Entre otras definiciones, el orgasmo para la Real Academia de la Lengua es la culminación del placer sexual. Una definición quizás algo lacónica.
Pero el monje polaco, Ksawery Knotz, del monasterio capuchino de Stalowa Wola, compara el momento supremo del acto sexual con el encuentro con Dios en el cielo.
"El amor de una pareja casada, expresado en el sexo, acerca el cuerpo humano al cielo. El éxtasis de una relación sexual puede compararse a la alegría de la vida eterna. Es por eso que este acto conyugal permite a los esposos empezar a entender la dulzura del encuentro con Dios", indicó el Padre Knotz. (Foto: Internet)
Hay para todos los gustos, y usted ¿cómo piensa celebrar este día?
http://www.larepublica.pe/08-08-2011/hoy-se-celebra-el-dia-del-orgasmo-femenino
Como fazer qualquer homem se comprometer
Como fazer qualquer homem se comprometer
Doçura
Parece conselho dos anos 1950, mas a verdade é que os homens andam famintos de atenção. E faz sentido. Nós, mulheres, acumulamos tantos compromissos que acabamos riscando o parceiro das prioridades. Sem contar que tendemos a querer controlar o relacionamento como fazemos com os prazos no escritório, os gastos do cartão de crédito... Sendo assim, ainda que você não faça o estilo cuidadosa, não custa demonstrar que gosta do cara com pequenos gestos, como baixar a música que ele estava assobiando. Isso aumenta a confiança dele em investir na relação, pois percebe que você está nela para valer. "Quando um homem entra em um relacionamento, busca todo suporte emocional de que precisa na parceira, enquanto as mulheres se abrem com as amigas", diz Karen Sherman, coautora de Marriage Magic! Find It, Keep It, and Make It Last (inédito no Brasil).
Leveza
Homens p-r-e-c-i-s-a-m de uma mulher que saiba pegar leve. "O cérebro masculino produz menos dopamina, neurotransmissor ligado ao prazer. Por isso, em vez de ficar satisfeito com as experiências positivas que tem, quer ainda mais estímulo", esclarece Karen. Ou seja, quando um cara se diverte ao seu lado, deseja repetir o encontro. E, convenhamos, a vida já está difícil demais para qualquer um de nós se comprometer com alguém que nunca enxerga o lado bom das coisas. Portanto, agir conforme seus instintos e valorizar os momentos bons tornarão você a número 1 no coração dele.
Vaidade
Quando um homem vê uma mulher caminhando na rua, repara no cabelo, olhos, pele, sorriso... "Aí, o cérebro masculino processa todas essas informações a fim de descobrir qual o seu potencial sexual e como seria transar com ela", explica a terapeuta americana Carolyn Bushong. Sim, eles são programados para analisar nossa aparência e procurar detalhes picantes. E não pense que, depois de engatar um relacionamento sério, isso vai parar. Na cabeça deles, ter uma namorada que escolhe salto alto em vez de sapatilha e sempre arranja dez minutos para secar o cabelo pode ser sinônimo de sexo selvagem o resto da vida.
Tolerância
Pense duas vezes antes de implicar com aquele par de sapatos largado na sala. Provavelmente seu lindo passou a vida toda deixando o dito-cujo ali. Então, o seu comentário será entendido como uma forma de podá-lo. Homens precisam se sentir independentes e, desde a pré-história, quando eram mestres na arte solitária da caça, prezam a autonomia. Além disso, estão ficando solteiros por mais tempo, o que os torna menos suscetíveis às mudanças. Isso não significa que você deva engolir situações que a enfurecem em nome do bem-estar do fofo. Apenas escolha suas discussões, para não ficarem brigando o tempo todo, e converse sobre assuntos que são realmente importantes, como o jeito como vão organizar as finanças daqui para a frente. Saber que pode contar com a sua tolerância vai deixá-lo ainda mais apaixonado e paciente.
Quatro qualidades que, surpresa!, eles dispensam
Ser cuca fresca
Ele precisa de alguém que o coloque na linha. Se a amada é desencanada, pode acabar estagnado.
Parecer com uma top model
Eles babam pela PLAYBOY, porém, quando procuram uma parceira, querem uma mulher sexy, mas real.
Gostar do que ele gosta
Acompanhá-lo a todos os eventos pode fazê-lo pensar que não terá momentos só com os amigos.
Ser muito organizada
Garotas maníacas por limpeza o deixam preocupado em não largar sequer um copo sujo na pia.
Quatro homens revelam o que o fizeram se apaixonar pela namorada
"Percebi que a Paloma era a mulher da minha vida na primeira vez que viajamos juntos. A gente queria fazer as mesmas coisas, como se um lesse o pensamento do outro. Me dei conta de que tinha conquistado uma companheira para o que der e vier." — Tiago Grecco, 29 anos
"Poucas mulheres ainda se mantêm românticas, o que deixa a Gi mais especial. Uma vez, quando fui vê-la depois de uma viagem, ela me recebeu com uma carta e me fez lê-la na mesma hora. Quando terminei, vi que me observava fascinada. Me apaixonei." — Fernando de Azevedo, 32 anos
"Marina era alegre e divertida - características fundamentais para transformar o primeiro encontro em quatro anos de namoro. Hoje, ela é minha namorada e melhor amiga, o que a torna diferente de todas as mulheres que já conheci." — Marcio Cavenaghi, 29 anos
"A Marcele entende de carro, resolve bugs de computador e domina assuntos em rodinhas de homens sem deixar de ser feminina. Tudo isso me fez perceber quanto é especial - tanto que viajo quase 600 quilomêtros nos fins de semana só para vê-la." — Pedro Capelossi, 25 anos
Nova
http://vivasexo.blogspot.com/2011/07/como-fazer-qualquer-homem-se.html
Doçura
Parece conselho dos anos 1950, mas a verdade é que os homens andam famintos de atenção. E faz sentido. Nós, mulheres, acumulamos tantos compromissos que acabamos riscando o parceiro das prioridades. Sem contar que tendemos a querer controlar o relacionamento como fazemos com os prazos no escritório, os gastos do cartão de crédito... Sendo assim, ainda que você não faça o estilo cuidadosa, não custa demonstrar que gosta do cara com pequenos gestos, como baixar a música que ele estava assobiando. Isso aumenta a confiança dele em investir na relação, pois percebe que você está nela para valer. "Quando um homem entra em um relacionamento, busca todo suporte emocional de que precisa na parceira, enquanto as mulheres se abrem com as amigas", diz Karen Sherman, coautora de Marriage Magic! Find It, Keep It, and Make It Last (inédito no Brasil).
Leveza
Homens p-r-e-c-i-s-a-m de uma mulher que saiba pegar leve. "O cérebro masculino produz menos dopamina, neurotransmissor ligado ao prazer. Por isso, em vez de ficar satisfeito com as experiências positivas que tem, quer ainda mais estímulo", esclarece Karen. Ou seja, quando um cara se diverte ao seu lado, deseja repetir o encontro. E, convenhamos, a vida já está difícil demais para qualquer um de nós se comprometer com alguém que nunca enxerga o lado bom das coisas. Portanto, agir conforme seus instintos e valorizar os momentos bons tornarão você a número 1 no coração dele.
Vaidade
Quando um homem vê uma mulher caminhando na rua, repara no cabelo, olhos, pele, sorriso... "Aí, o cérebro masculino processa todas essas informações a fim de descobrir qual o seu potencial sexual e como seria transar com ela", explica a terapeuta americana Carolyn Bushong. Sim, eles são programados para analisar nossa aparência e procurar detalhes picantes. E não pense que, depois de engatar um relacionamento sério, isso vai parar. Na cabeça deles, ter uma namorada que escolhe salto alto em vez de sapatilha e sempre arranja dez minutos para secar o cabelo pode ser sinônimo de sexo selvagem o resto da vida.
Tolerância
Pense duas vezes antes de implicar com aquele par de sapatos largado na sala. Provavelmente seu lindo passou a vida toda deixando o dito-cujo ali. Então, o seu comentário será entendido como uma forma de podá-lo. Homens precisam se sentir independentes e, desde a pré-história, quando eram mestres na arte solitária da caça, prezam a autonomia. Além disso, estão ficando solteiros por mais tempo, o que os torna menos suscetíveis às mudanças. Isso não significa que você deva engolir situações que a enfurecem em nome do bem-estar do fofo. Apenas escolha suas discussões, para não ficarem brigando o tempo todo, e converse sobre assuntos que são realmente importantes, como o jeito como vão organizar as finanças daqui para a frente. Saber que pode contar com a sua tolerância vai deixá-lo ainda mais apaixonado e paciente.
Quatro qualidades que, surpresa!, eles dispensam
Ser cuca fresca
Ele precisa de alguém que o coloque na linha. Se a amada é desencanada, pode acabar estagnado.
Parecer com uma top model
Eles babam pela PLAYBOY, porém, quando procuram uma parceira, querem uma mulher sexy, mas real.
Gostar do que ele gosta
Acompanhá-lo a todos os eventos pode fazê-lo pensar que não terá momentos só com os amigos.
Ser muito organizada
Garotas maníacas por limpeza o deixam preocupado em não largar sequer um copo sujo na pia.
Quatro homens revelam o que o fizeram se apaixonar pela namorada
"Percebi que a Paloma era a mulher da minha vida na primeira vez que viajamos juntos. A gente queria fazer as mesmas coisas, como se um lesse o pensamento do outro. Me dei conta de que tinha conquistado uma companheira para o que der e vier." — Tiago Grecco, 29 anos
"Poucas mulheres ainda se mantêm românticas, o que deixa a Gi mais especial. Uma vez, quando fui vê-la depois de uma viagem, ela me recebeu com uma carta e me fez lê-la na mesma hora. Quando terminei, vi que me observava fascinada. Me apaixonei." — Fernando de Azevedo, 32 anos
"Marina era alegre e divertida - características fundamentais para transformar o primeiro encontro em quatro anos de namoro. Hoje, ela é minha namorada e melhor amiga, o que a torna diferente de todas as mulheres que já conheci." — Marcio Cavenaghi, 29 anos
"A Marcele entende de carro, resolve bugs de computador e domina assuntos em rodinhas de homens sem deixar de ser feminina. Tudo isso me fez perceber quanto é especial - tanto que viajo quase 600 quilomêtros nos fins de semana só para vê-la." — Pedro Capelossi, 25 anos
Nova
http://vivasexo.blogspot.com/2011/07/como-fazer-qualquer-homem-se.html
12 razões para transar muito... e melhor!
12 razões para transar muito... e melhor!
1. Fortalece o coração
Transar aumenta a pressão arterial, o esforço do coração e equivale a um exercício físico moderado. Estima-se que relações sexuais de qualidade diminuam em até 30% o risco de infarto e de desenvolver doenças vasculares cerebrais, como derrame. Tanto é assim que um estudo americano feito em janeiro deste ano alertou os homens: negar fogo pode favorecer o aparecimento de males cardiovasculares.
2. Aumenta a expectativa de vida
Uma pesquisa feita na Inglaterra, outra nos Estados Unidos e uma aqui no Brasil relacionaram a mesma coisa: número de orgasmos com anos de vida. O resultado de todas? Quanto maior a atividade sexual, mais se vive. É que a prática regular de sexo aumenta a imunidade e diminui o risco de várias doenças, como câncer, diabetes, infarto e até depressão.
3. Beneficia o sono
Cama agitada significa sono tranquilo. É que, na hora do sexo, seu organismo é inundado por substâncias que aliviam as tensões, promovem esgotamento físico e bem-estar. Claro que, quanto mais ardente for o babado, maior é aquele cansaço gostosinho que faz pesar os olhos.
4. Queima calorias e emagrece
Dependendo da duração e da intensidade da relação sexual, é possível perder entre 100 e 300 calorias em 30 minutos - o equivalente a 20 minutos de corrida. "Explorar a criatividade em posições na vertical - contra a gravidade - aumenta o gasto calórico", orienta Maercio Lima, professor da Academia Competition, em São Paulo. O resultado vai aparecer na balança!
5. Enrijece os músculosTudo bem que seu quarto não substitui a academia, mas uma transa equivale a uma aula de ginástica. Atiçando a criatividade e variando bem as posições, dá para malhar braços, abdome, bumbum e pernas, além de trabalhar com as articulações da cintura e da coluna. Os batimentos cardíacos se elevam de 50% a 80%, como se você e seu parceiro estivessem numa aula de aeróbica - ou correndo na esteira. Bom, né?
6. Rejuvenesce (anos e anos)De acordo com estudo feito na Escócia, quem mantém vida sexual ativa libera um hormônio que deixa o cabelo macio, a pele viçosa e os olhos brilhantes. O melhor: pode rejuvenescer mais de uma década! Os resultados da pesquisa mostraram que as pessoas que costumam transar quatro vezes por semana aparentam até 12 anos a menos. Está esperando o que para chegar aos 30 ou 40 com carinha de 20 e poucos?
7. Eleva a autoestima
Trocar carícias, fazer e ouvir declarações de amor, dar e receber prazer. Quer mais motivos para sentir-se feliz? Pois o simples fato de saber que seu parceiro a deseja e que você é capaz de provocar prazer é um pratão para a autoestima. A-há, já pode começar a se achar!
8. Deixa você calminha, calminhaSe você anda à beira de um ataque de nervos, provavelmente precisa de mais sexo. A endorfina liberada na atividade sexual diminui o nível de irritação e angústia, permitindo que áreas do cérebro que controlam medo, ansiedade e stress sejam desligadas durante o orgasmo.
9. Melhora a qualidade de vida
Há dez anos, a Organização Mundial da Saúde incluiu o sexo entre os pré-requisitos para a qualidade de vida, tão importante quanto praticar exercícios e se alimentar bem. Isso porque durante o ato, estimulamos uma parte do cérebro que aumenta a sensação de bem-estar. Então, não vacile: chamar o mocinho às vias de fato faz a vida ficar mais alegre.
10. Evita traiçõesTransar muuuuuito oxigena o relacionamento, facilita a compreensão mútua, aumenta a intimidade e deixa o caminho livre para o diálogo. Casos extraconjugais? É menor o risco de ocorrerem. Quanto maior o desejo, a frequência, a intensidade e a qualidade da relação, mais tranquilidade e bem-estar para o casal.
11. Alivia dores
Os nomes são difíceis, mas saiba que na hora H o corpo fabrica três substâncias que aliviam dores e desconfortos. A primeira é a endorfina, o maior analgésico do organismo. Quando se junta à ocitocina, que aumenta em até cinco vezes durante o ato, pode atenuar dores de cabeça e das juntas. Para completar, o estrogênio liberado reduz os sintomas da TPM. Convencida?
12. Dá mais vontade de fazer sexo!É simples assim: quanto mais sexo você tem, mais sexo você vai querer. De novo a explicação é hormonal. O corpo sexualmente ativo desprende quantidades maiores de feromônios, aquele perfume natural que desperta tesão no parceiro. Por isso, lembre-se sempre: além da qualidade, em matéria de sexo, quantidade também conta.
Conteúdo do site MÁXIMA
http://vivasexo.blogspot.com/2011/05/12-razoes-para-transar-muito-e-melhor.html
1. Fortalece o coração
Transar aumenta a pressão arterial, o esforço do coração e equivale a um exercício físico moderado. Estima-se que relações sexuais de qualidade diminuam em até 30% o risco de infarto e de desenvolver doenças vasculares cerebrais, como derrame. Tanto é assim que um estudo americano feito em janeiro deste ano alertou os homens: negar fogo pode favorecer o aparecimento de males cardiovasculares.
2. Aumenta a expectativa de vida
Uma pesquisa feita na Inglaterra, outra nos Estados Unidos e uma aqui no Brasil relacionaram a mesma coisa: número de orgasmos com anos de vida. O resultado de todas? Quanto maior a atividade sexual, mais se vive. É que a prática regular de sexo aumenta a imunidade e diminui o risco de várias doenças, como câncer, diabetes, infarto e até depressão.
3. Beneficia o sono
Cama agitada significa sono tranquilo. É que, na hora do sexo, seu organismo é inundado por substâncias que aliviam as tensões, promovem esgotamento físico e bem-estar. Claro que, quanto mais ardente for o babado, maior é aquele cansaço gostosinho que faz pesar os olhos.
4. Queima calorias e emagrece
Dependendo da duração e da intensidade da relação sexual, é possível perder entre 100 e 300 calorias em 30 minutos - o equivalente a 20 minutos de corrida. "Explorar a criatividade em posições na vertical - contra a gravidade - aumenta o gasto calórico", orienta Maercio Lima, professor da Academia Competition, em São Paulo. O resultado vai aparecer na balança!
5. Enrijece os músculosTudo bem que seu quarto não substitui a academia, mas uma transa equivale a uma aula de ginástica. Atiçando a criatividade e variando bem as posições, dá para malhar braços, abdome, bumbum e pernas, além de trabalhar com as articulações da cintura e da coluna. Os batimentos cardíacos se elevam de 50% a 80%, como se você e seu parceiro estivessem numa aula de aeróbica - ou correndo na esteira. Bom, né?
6. Rejuvenesce (anos e anos)De acordo com estudo feito na Escócia, quem mantém vida sexual ativa libera um hormônio que deixa o cabelo macio, a pele viçosa e os olhos brilhantes. O melhor: pode rejuvenescer mais de uma década! Os resultados da pesquisa mostraram que as pessoas que costumam transar quatro vezes por semana aparentam até 12 anos a menos. Está esperando o que para chegar aos 30 ou 40 com carinha de 20 e poucos?
7. Eleva a autoestima
Trocar carícias, fazer e ouvir declarações de amor, dar e receber prazer. Quer mais motivos para sentir-se feliz? Pois o simples fato de saber que seu parceiro a deseja e que você é capaz de provocar prazer é um pratão para a autoestima. A-há, já pode começar a se achar!
8. Deixa você calminha, calminhaSe você anda à beira de um ataque de nervos, provavelmente precisa de mais sexo. A endorfina liberada na atividade sexual diminui o nível de irritação e angústia, permitindo que áreas do cérebro que controlam medo, ansiedade e stress sejam desligadas durante o orgasmo.
9. Melhora a qualidade de vida
Há dez anos, a Organização Mundial da Saúde incluiu o sexo entre os pré-requisitos para a qualidade de vida, tão importante quanto praticar exercícios e se alimentar bem. Isso porque durante o ato, estimulamos uma parte do cérebro que aumenta a sensação de bem-estar. Então, não vacile: chamar o mocinho às vias de fato faz a vida ficar mais alegre.
10. Evita traiçõesTransar muuuuuito oxigena o relacionamento, facilita a compreensão mútua, aumenta a intimidade e deixa o caminho livre para o diálogo. Casos extraconjugais? É menor o risco de ocorrerem. Quanto maior o desejo, a frequência, a intensidade e a qualidade da relação, mais tranquilidade e bem-estar para o casal.
11. Alivia dores
Os nomes são difíceis, mas saiba que na hora H o corpo fabrica três substâncias que aliviam dores e desconfortos. A primeira é a endorfina, o maior analgésico do organismo. Quando se junta à ocitocina, que aumenta em até cinco vezes durante o ato, pode atenuar dores de cabeça e das juntas. Para completar, o estrogênio liberado reduz os sintomas da TPM. Convencida?
12. Dá mais vontade de fazer sexo!É simples assim: quanto mais sexo você tem, mais sexo você vai querer. De novo a explicação é hormonal. O corpo sexualmente ativo desprende quantidades maiores de feromônios, aquele perfume natural que desperta tesão no parceiro. Por isso, lembre-se sempre: além da qualidade, em matéria de sexo, quantidade também conta.
Conteúdo do site MÁXIMA
http://vivasexo.blogspot.com/2011/05/12-razoes-para-transar-muito-e-melhor.html
Assinar:
Comentários (Atom)