Oito benefícios do sexo para a saúde
Vida sexual ativa alivia dores, melhora o sono e estimula a longevidade
Por Minha Vida
Que o sexo te faz bem, isso você já notou. O orgasmo, por exemplo, é uma das sensações mais íntimas e deliciosas para homens e mulheres e é muito mais do que sinal do sucesso de uma relação sexual. A cada dia, os cientistas descobrem novos efeitos desta reação orgânica que, além de melhorar as emoções, faz muito pela sua saúde. "O orgasmo contribui para que homens e mulheres vivam com mais qualidade, trata-se de um momento de prazer que reverbera por vários dias", afirma o ginecologista Neucenir Gallani, da clínica SYMCO.
Porém, apesar de proporcionar prazer e qualidade de vida, uma pesquisa feita pela Universidade de São Paulo (USP) revelou que 70 % dos brasileiros fazem menos sexo do que declaram em conversas e pesquisas públicas. Por isso, o Minha Vida estimula você a melhorar essa situação trazendo o que a ciência e os especialistas andam dizendo por aí sobre os benefícios que uma vida sexual ativa trazem ao corpo. Confira:
1. Alivia as crises de enxaquecas
Quando seu parceiro reclamar, dizendo que não quer sexo porque está com dor de cabeça, reverta a desculpa a favor da saúde dele. Segundo o médico Neucenir Gallani, o orgasmo libera substâncias, como as endorfinas, que atuam no sistema nervoso. "Elas diminuem a sensibilidade à dor, relaxando a musculatura e melhorando o humor", afirma.
2. Melhora o aspecto da pele
Fazer sexo, principalmente no período da manhã, é um poderoso aliado da beleza para manter a juventude. Essa foi a conclusão de um estudo, realizado por cientistas da Universidade Queens (Reino Unido). De acordo com os pesquisadores, atingir o orgasmo aumenta os níveis de estrogênio, testosterona e de outros hormônios ligados ao brilho e a textura da pele e dos cabelos. Além disso, quando há o orgasmo, ocorre uma vasodilatação superficial dos vasos, até aumentando a temperatura em algumas pessoas. Com isso, a pele ganha uma aparência mais viçosa, e o brilho natural dela fica em destaque.
3. Alivia as cólicas da TPM
O ginecologista Neucenir Gallani faz questão de reforçar que isso não é uma regra, mas acontece com algumas mulheres. Os movimentos realizados durante o sexo estimulam os órgãos internos, que ficam mais relaxados e, com isso, há diminuição das dores que incomodam seu bem-estar nos dias antes da menstruação. "Mas há mulheres que, na fase pré-menstrual, não têm disposição para o sexo e forçar a barra pode ser pior", diz o ginecologista.
4. Melhora o sono
O relaxamento que o orgasmo traz contribui para que você durma melhor, e não apenas no dias em que houver sexo. A reação tem efeito prolongado, devido a ação dos neurotransmissores que passam a agir no seu organismo com mais regularidade e numa quantidade maior.
5. Diminui o estresse
O médico faz questão de ressaltar que o orgasmo não deve ser encarado como um remédio calmante, mas como parte de uma relação afetiva que traz prazer. Quando isso acontece, os níveis de estresse tendem a diminuir não só pela estabilidade emocional, mas também porque os chamados hormônios do estresse, como o cortisol, apresentam atividade reduzida. Quem trouxe essa novidade foi um estudo escocês recém-publicado na revista Biological Psychology.
6. Diminui os riscos de infarto
Um estudo da Universidade de Bristol, na Grã-Bretanha, realizado com mais de 3 mil homens de 45 a 59 anos, concluiu, após 20 anos, que o sexo frequente pode reduzir o risco de infartos fatais e de derrames. De acordo com as conclusões da pesquisa, a morte súbita causada por problemas de coração é mais comum entre homens que afirmam ter níveis baixos ou moderados de atividade sexual.
Saiba Mais
Vídeo: Benefícios do sexo
Sexo e exercícios aliviam dores musculares
Sexo oral pede proteção redobrada
7. Queima calorias
Segundo a Associação Americana de Educadores e Terapeutas Sexuais, a atividade sexual pode ser um ótimo exercício para o corpo. Isso porque meia hora de sexo queimam, em média, 85 calorias. Portanto, se você está sem paciência para ir à academia, que tal optar pelo plano B?
8. Aumenta a imunidade
Um estudo feito pela Wilkes University, nos Estados Unidos, mostrou que uma vida sexual ativa aumenta os níveis de um anticorpo conhecido como IgA , responsável pela proteção do organismo de infecções, gripes e resfriados.
http://minhavida.uol.com.br/conteudo/11730-Oito-beneficios-do-sexo-para-a-saude.htm
terça-feira, 14 de junho de 2011
Homem também sofre de depressão pós-parto; entenda o problema
14/06/2011 - 07h00
Homem também sofre de depressão pós-parto; entenda o problema
HELOÍSA NORONHA
Colaboração para o UOL
•
Ainda pouco falada, a depressão pós-parto masculina existe e precisa de acompanhamento
• FILHOS TERRÍVEIS PODEM SER REFLEXO DO COMPORTAMENTO DOS PAIS
Por mais que a chegada de uma criança traga felicidade, a vida de qualquer casal sofre uma avalanche de mudanças –em especial aos pais de primeira viagem. O bebê que acaba de chegar requer atenção, energia, afeto e cuidados específicos o tempo todo. Ao fim do dia pai e mãe estão exaustos -e ainda terão uma madrugada de mamadas que os espera. Como nessa fase a ligação entre a mãe e o bebê é mais forte do que nunca, é natural que o homem, em algum momento, sinta-se excluído, mesmo que nem se dê conta disso.
Para alguns, a compreensão do instinto materno e a certeza de que a fase caótica é passageira ajudam a enfrentar o surgimento desse novo núcleo: a família. Outros têm um pouco mais de dificuldade. Até sentem um pouquinho de ciúme do filho e saudade da antiga silhueta da mulher, mas passa logo. Porém, há recém-papais que se irritam o tempo todo –e sentem-se culpados por isso, já que deveriam esbanjar felicidade. Começam a sentir um cansaço extremo e um pessimismo inexplicável, além de desânimo em relação a qualquer atividade do dia a dia. É a (ainda) pouco falada depressão pós-parto masculina dando as caras.
De acordo com a mestre em psicologia Dorit Verea, diretora da Clínica Prisma – Centro de Tratamento Intensivo para Transtornos Emocionais, de São Paulo, a depressão pós-parto sempre foi estudada como um transtorno unicamente feminino, por questões prioritariamente biológicas. “Porém, as influências psicológicas e sociais que acometem as mães também podem acometer o pai. A doença é caracterizada por uma tristeza profunda que pode aparecer nos três primeiros meses pós-parto e é mais comum em pais de primeira viagem”, explica.
Em um momento em que todas as atenções estão voltadas à criança –e à mãe, em segundo lugar– o homem acaba negligenciado, assim como são subestimadas as suas emoções. No entanto, a doença merece atenção, pois, quanto antes for diagnosticada, mais rapidamente será curada (veja os sintomas na tabela abaixo). Em alguns casos, a essa depressão provoca pensamentos mórbidos ou suicidas e até mesmo o abandono do lar, pela dificuldade de lidar com a situação.
Sobre a depressão pós-parto masculina
• As causas
• Peça ajuda
• O papel dela
• Autoconhecimento
• Depoimento de quem viveu
SINAIS DE ALERTA
Procure ajuda médica se mais de três dos sintomas abaixo perdurarem por duas semanas:
Falta de apetite Distúrbios do sono
Crises de choro Falta de atenção
Lapsos curtos de memória Angústia por sentir-se inseguro como pai
Ansiedade e nervosismo Perda da libido
Luto pela perda da liberdade Falta de interesse (ou prazer) pelas atividades cotidianas
Pensamentos mórbidos ou suicidas Impaciência, irritabilidade e mudanças bruscas de humor
Dores de cabeça, distúrbios digestivos e dores crônicas Aumentar o ritmo de atividades com a finalidade inconsciente de escapar da vida doméstica
http://estilo.uol.com.br/comportamento/ultimas-noticias/2011/06/14/homem-tambem-sofre-de-depressao-pos-parto-entenda-o-problema.htm
Homem também sofre de depressão pós-parto; entenda o problema
HELOÍSA NORONHA
Colaboração para o UOL
•
Ainda pouco falada, a depressão pós-parto masculina existe e precisa de acompanhamento
• FILHOS TERRÍVEIS PODEM SER REFLEXO DO COMPORTAMENTO DOS PAIS
Por mais que a chegada de uma criança traga felicidade, a vida de qualquer casal sofre uma avalanche de mudanças –em especial aos pais de primeira viagem. O bebê que acaba de chegar requer atenção, energia, afeto e cuidados específicos o tempo todo. Ao fim do dia pai e mãe estão exaustos -e ainda terão uma madrugada de mamadas que os espera. Como nessa fase a ligação entre a mãe e o bebê é mais forte do que nunca, é natural que o homem, em algum momento, sinta-se excluído, mesmo que nem se dê conta disso.
Para alguns, a compreensão do instinto materno e a certeza de que a fase caótica é passageira ajudam a enfrentar o surgimento desse novo núcleo: a família. Outros têm um pouco mais de dificuldade. Até sentem um pouquinho de ciúme do filho e saudade da antiga silhueta da mulher, mas passa logo. Porém, há recém-papais que se irritam o tempo todo –e sentem-se culpados por isso, já que deveriam esbanjar felicidade. Começam a sentir um cansaço extremo e um pessimismo inexplicável, além de desânimo em relação a qualquer atividade do dia a dia. É a (ainda) pouco falada depressão pós-parto masculina dando as caras.
De acordo com a mestre em psicologia Dorit Verea, diretora da Clínica Prisma – Centro de Tratamento Intensivo para Transtornos Emocionais, de São Paulo, a depressão pós-parto sempre foi estudada como um transtorno unicamente feminino, por questões prioritariamente biológicas. “Porém, as influências psicológicas e sociais que acometem as mães também podem acometer o pai. A doença é caracterizada por uma tristeza profunda que pode aparecer nos três primeiros meses pós-parto e é mais comum em pais de primeira viagem”, explica.
Em um momento em que todas as atenções estão voltadas à criança –e à mãe, em segundo lugar– o homem acaba negligenciado, assim como são subestimadas as suas emoções. No entanto, a doença merece atenção, pois, quanto antes for diagnosticada, mais rapidamente será curada (veja os sintomas na tabela abaixo). Em alguns casos, a essa depressão provoca pensamentos mórbidos ou suicidas e até mesmo o abandono do lar, pela dificuldade de lidar com a situação.
Sobre a depressão pós-parto masculina
• As causas
• Peça ajuda
• O papel dela
• Autoconhecimento
• Depoimento de quem viveu
SINAIS DE ALERTA
Procure ajuda médica se mais de três dos sintomas abaixo perdurarem por duas semanas:
Falta de apetite Distúrbios do sono
Crises de choro Falta de atenção
Lapsos curtos de memória Angústia por sentir-se inseguro como pai
Ansiedade e nervosismo Perda da libido
Luto pela perda da liberdade Falta de interesse (ou prazer) pelas atividades cotidianas
Pensamentos mórbidos ou suicidas Impaciência, irritabilidade e mudanças bruscas de humor
Dores de cabeça, distúrbios digestivos e dores crônicas Aumentar o ritmo de atividades com a finalidade inconsciente de escapar da vida doméstica
http://estilo.uol.com.br/comportamento/ultimas-noticias/2011/06/14/homem-tambem-sofre-de-depressao-pos-parto-entenda-o-problema.htm
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Sou casada com um homem, mas me sinto sexualmente atraída por mulheres
Sou casada com um homem, mas me sinto sexualmente atraída por mulheres. Isso significa que sou lésbica?
Por Redação Marie Claire
Sou casada há 14 anos com um homem, mas me sinto sexualmente atraída por mulheres. Isso significa que sou lésbica? - Ana Duarte, Recife (PE)
Todo mundo tem capacidade para fantasiar, e tudo pode e cabe em nossas fantasias. O fato de você sentir-se atraída por mulheres não necessariamente determina sua homossexualidade. O que de fato a caracteriza é o desejo real de querer se envolver sexual e afetivamente com alguém do mesmo sexo. Você busca o contato ou pensa em mulheres apenas como uma possibilidade?
Leia mais: sites gringos que ajudam a cometer adultério chegam ao Brasil
Algumas mulheres reprimem sua capacidade de fantasiar sexualmente por razões individuais que envolvem muito da educação recebida ao longo da vida. No entanto, as fantasias são importantes pois nos colocam em contato com todas as possibilidades do nosso prazer sexual, seja ele concretizado ou não.
Sobre ser ou não lésbica, creio que valha a pena reavaliar sua relação e o que você chama de sentir-se excitada sexualmente por outras mulheres. Se for muito complicado pensar sozinha, sugiro que busque ajuda de um profissional da psicologia que trabalhe diretamente com as questões da sexualidade. Outro ponto a avaliar é a relação com seu marido. Sente certo desgaste? Converse com ele e proponha mudanças. Nada de rótulos e nem de medos nesse momento. Mas vá com a certeza de ter entendido o que está vivendo.
Carla Zeglio integra o time exclusivo de GURUS de Marie Claire que responderão às dúvidas das internautas aqui no site.
http://revistamarieclaire.globo.com/Revista/Common/0,,EMI239620-17614,00-SOU+CASADA+COM+UM+HOMEM+MAS+ME+SINTO+SEXUALMENTE+ATRAIDA+POR+MULHERES+ISSO+.html
Por Redação Marie Claire
Sou casada há 14 anos com um homem, mas me sinto sexualmente atraída por mulheres. Isso significa que sou lésbica? - Ana Duarte, Recife (PE)
Todo mundo tem capacidade para fantasiar, e tudo pode e cabe em nossas fantasias. O fato de você sentir-se atraída por mulheres não necessariamente determina sua homossexualidade. O que de fato a caracteriza é o desejo real de querer se envolver sexual e afetivamente com alguém do mesmo sexo. Você busca o contato ou pensa em mulheres apenas como uma possibilidade?
Leia mais: sites gringos que ajudam a cometer adultério chegam ao Brasil
Algumas mulheres reprimem sua capacidade de fantasiar sexualmente por razões individuais que envolvem muito da educação recebida ao longo da vida. No entanto, as fantasias são importantes pois nos colocam em contato com todas as possibilidades do nosso prazer sexual, seja ele concretizado ou não.
Sobre ser ou não lésbica, creio que valha a pena reavaliar sua relação e o que você chama de sentir-se excitada sexualmente por outras mulheres. Se for muito complicado pensar sozinha, sugiro que busque ajuda de um profissional da psicologia que trabalhe diretamente com as questões da sexualidade. Outro ponto a avaliar é a relação com seu marido. Sente certo desgaste? Converse com ele e proponha mudanças. Nada de rótulos e nem de medos nesse momento. Mas vá com a certeza de ter entendido o que está vivendo.
Carla Zeglio integra o time exclusivo de GURUS de Marie Claire que responderão às dúvidas das internautas aqui no site.
http://revistamarieclaire.globo.com/Revista/Common/0,,EMI239620-17614,00-SOU+CASADA+COM+UM+HOMEM+MAS+ME+SINTO+SEXUALMENTE+ATRAIDA+POR+MULHERES+ISSO+.html
Esperma pode ser cura para a depressão
Esperma pode ser cura para a depressão
05 | 05 | 2011 15.46H
As propriedades anti-depressivas do esperma não são tema novo, mas um estudo recente veio reavivar a polémica em torno da questão. O artigo publicado na revista norte-americana 'Popular Science' levou mesmo ao afastamento de um investigador por ter dito que esse poderia ser “um presente melhor do que chocolates" no Dia dos Namorados.
Segundo o estudo de 2002, as mulheres que faziam sexo sem preservativo tinham menor propensão para sofrerem depressões.
Aos questionários responderam um total de 293 universitárias, que foram questionadas sobre as suas vidas sexuais, tendo as respostas indicado uma grande diferença na incidência de depressões entre as mulheres que faziam sexo desprotegido e todas as outras.
Pelo contrário, eram poucas as diferenças entre as que usavam preservativo e aquelas que simplesmente não tinham relações sexuais, indiciando que a abstinência sexual não chegava para explicar o fenómeno.
Segundo os investigadores, em causa deverão estar substâncias existentes no líquido seminal, como o estrogénio e prostaglandinas, que têm propriedades anti-depressivas.
As mulheres que não usavam preservativo ficavam mais devastadas quando chegava ao fim uma relação amorosa e tinham muito maior apetência para encontrar rapidamente um novo parceiro sexual. As conclusões do estudo têm vindo, no entanto, a ser consideradas sexistas e também perigosas, visto que podem induzir mulheres a dispensar métodos de protecção das doenças sexualmente transmissíveis.
Quando o presidente da Associação Americana de Cirurgiões, Lazar Greenfeld, escreveu um artigo a realçar os resultados do estudo na revista 'Surgery News', a reacção foi tão forte que acabou por demitir-se dos cargos que ocupava.
http://www.destak.pt/artigo/94474-esperma-pode-ser-cura-para-a-depressao
05 | 05 | 2011 15.46H
As propriedades anti-depressivas do esperma não são tema novo, mas um estudo recente veio reavivar a polémica em torno da questão. O artigo publicado na revista norte-americana 'Popular Science' levou mesmo ao afastamento de um investigador por ter dito que esse poderia ser “um presente melhor do que chocolates" no Dia dos Namorados.
Segundo o estudo de 2002, as mulheres que faziam sexo sem preservativo tinham menor propensão para sofrerem depressões.
Aos questionários responderam um total de 293 universitárias, que foram questionadas sobre as suas vidas sexuais, tendo as respostas indicado uma grande diferença na incidência de depressões entre as mulheres que faziam sexo desprotegido e todas as outras.
Pelo contrário, eram poucas as diferenças entre as que usavam preservativo e aquelas que simplesmente não tinham relações sexuais, indiciando que a abstinência sexual não chegava para explicar o fenómeno.
Segundo os investigadores, em causa deverão estar substâncias existentes no líquido seminal, como o estrogénio e prostaglandinas, que têm propriedades anti-depressivas.
As mulheres que não usavam preservativo ficavam mais devastadas quando chegava ao fim uma relação amorosa e tinham muito maior apetência para encontrar rapidamente um novo parceiro sexual. As conclusões do estudo têm vindo, no entanto, a ser consideradas sexistas e também perigosas, visto que podem induzir mulheres a dispensar métodos de protecção das doenças sexualmente transmissíveis.
Quando o presidente da Associação Americana de Cirurgiões, Lazar Greenfeld, escreveu um artigo a realçar os resultados do estudo na revista 'Surgery News', a reacção foi tão forte que acabou por demitir-se dos cargos que ocupava.
http://www.destak.pt/artigo/94474-esperma-pode-ser-cura-para-a-depressao
Participa num estudo sobre sexualidade juvenil
ESTUDO
Participa num estudo sobre sexualidade juvenil
08 | 06 | 2011 13.51H
A FHH/ Universidade Técnica de Lisboa e o Centro da Malária e Doenças Tropicais/ UNL estão a realizar um estudo sobre sexualidade juvenil em parceria com o IPJ, o ACS, a CNVIH-sida e o portal SAPO-Saúde, tendo ainda a colaboração do Programa ESCOLHAS.
Para participar basta ter entre 13 a 21 anos e dirigir-se a uma das lojas participantes do IPJ - todas as situadas nas capitais de distrito, incluindo também a Loja da sede do IPJ, em Lisboa, Av. da Liberdade, 194 - até 30 de Junho.
Quem participar no estudo, habilita-se a ganhar um carregamento de telemóvel e bilhetes para festivais de verão (10 dos bilhetes são para os Coldplay, no dia 6 de Julho, no Optimus Alive).
Regulamento do concurso
Este questionário é uma extensão do estudo Health Behaviour in School-Aged Children/OMS (www.hbsc.org) e procura estudar, mais aprofundadamente, os conhecimentos, as atitudes e os comportamentos relativos à sexualidade nos adolescentes portugueses.
Preencher este questionário vai ajudar a compreender melhor os interesses e necessidades dos jovens entre os 13 e os 21.
Este questionário é feito exclusivamente online e está disponível em todas as Lojas Ponto JA acima referidas do Instituto Português da Juventude, até 30 de Junho.
Caso pretenda algum esclarecimento adicional, por favor, contacta o Projecto Aventura Social, Faculdade de Motricidade Humana, Universidade Técnica de Lisboa (Dra Lúcia Ramiro:lramiro@fmh.utl.pt).
http://www.destak.pt/artigo/97761-participa-num-estudo-sobre-sexualidade-juvenil
Participa num estudo sobre sexualidade juvenil
08 | 06 | 2011 13.51H
A FHH/ Universidade Técnica de Lisboa e o Centro da Malária e Doenças Tropicais/ UNL estão a realizar um estudo sobre sexualidade juvenil em parceria com o IPJ, o ACS, a CNVIH-sida e o portal SAPO-Saúde, tendo ainda a colaboração do Programa ESCOLHAS.
Para participar basta ter entre 13 a 21 anos e dirigir-se a uma das lojas participantes do IPJ - todas as situadas nas capitais de distrito, incluindo também a Loja da sede do IPJ, em Lisboa, Av. da Liberdade, 194 - até 30 de Junho.
Quem participar no estudo, habilita-se a ganhar um carregamento de telemóvel e bilhetes para festivais de verão (10 dos bilhetes são para os Coldplay, no dia 6 de Julho, no Optimus Alive).
Regulamento do concurso
Este questionário é uma extensão do estudo Health Behaviour in School-Aged Children/OMS (www.hbsc.org) e procura estudar, mais aprofundadamente, os conhecimentos, as atitudes e os comportamentos relativos à sexualidade nos adolescentes portugueses.
Preencher este questionário vai ajudar a compreender melhor os interesses e necessidades dos jovens entre os 13 e os 21.
Este questionário é feito exclusivamente online e está disponível em todas as Lojas Ponto JA acima referidas do Instituto Português da Juventude, até 30 de Junho.
Caso pretenda algum esclarecimento adicional, por favor, contacta o Projecto Aventura Social, Faculdade de Motricidade Humana, Universidade Técnica de Lisboa (Dra Lúcia Ramiro:lramiro@fmh.utl.pt).
http://www.destak.pt/artigo/97761-participa-num-estudo-sobre-sexualidade-juvenil
Entenda por que namorar faz bem à saúde
Entenda por que namorar faz bem à saúde
12 de junho de 2011 - 12:16 Vanessa Correia
O contato afetivo com alguém envolve uma “explosão” de hormônios causadores das sensações de prazer e felicidade. Além disso, amar e ser amado nos faz mudar a rotina para melhor. Ficamos mais preocupados em manter uma boa aparência, comemos melhor, e tendemos a ver o mundo de uma maneira mais positiva, explica o psiquiatra Alexandre Saadeh, especialista em sexualidade do IPq (Instituto de Psiquiatra da USP).
- Quando você tem vínculo com quem te completa, há um estímulo que faz você se relacionar melhor com o mundo. Isso diminui a ansiedade e o risco de depressão.Leia mais
Essa “química da paixão” é responsável pelos sintomas tão comuns aos apaixonados: taquicardia, suor e aquela sensação de calor no rosto quando se vê, ouve ou sente o cheiro de quem se gosta. Tudo devidamente coordenado pelo cérebro, responsável pela liberação da adrenalina e noradrenalina, serotonina e ocitocina, hormônios do “circuito de recompensa”, de acordo com a neurologista Sonia Buck, da Academia Brasileira de Neurologia.
- É o mesmo circuito alimentado por qualquer coisa que te dá prazer, seja um chocolate, sexo ou uma droga. Ele te mantém interessado naquele objeto ou pessoa que te dá uma sensação diferente. Mas esse desejo vai diminuindo com o tempo. Em média dura seis meses.
Paixão x amor
Quer dizer que bastam alguns meses para acabar o lado bom da relação? Nada disso. O fim da paixão, além de não ser algo medido com precisão cirúrgica, costuma dar lugar ao afeto, que também ativa os hormônios do bem-estar, em especial os sexuais. O corpo responde à paixão como uma “fissura”, que diminui com o tempo, ao passo que o amor perdura a sensação de aconchego, afirma o endocrinologista João César Castro Soares, da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).
- Se você tem uma pessoa que te dá alegria, você libera mais serotonina, produz mais os hormônios sexuais [testosterona, estrogênio e ocitocina] no momento da excitação, e tem todo um bem-estar. Ao contrário dos solitários, que tendem a ter níveis mais baixos de serotonina e, por isso, uma imunidade mais baixa.
Melhor só do que mal acompanhado?
Não ter um companheiro, no entanto, não é sinônimo de tristeza, já que muitos solteiros redirecionam o foco em amigos, família e religião, e se sentem felizes com isso, ressalta Soares. Entretanto, o endocrinologista usa a ciência para mostrar o quanto a vida a dois pode ser mais prazerosa, por exemplo.
- Casados têm uma sobrevida maior e o índice de doenças é menor do que entre os solteiros, separados e viúvos. Já a promiscuidade pode expor a várias doenças sexuais.
O psiquiatra Alexandre Saadeh tem uma opinião diferente. Segundo o terapeuta sexual, o lado bom do relacionamento existe “desde que haja preocupação em ser o melhor possível para os dois”, caso contrário as reações biológicas tendem a ser contrárias e fazer muito mal à saúde.
- Pode ser pior do que estar sozinho se você vive um relacionamento destrutivo, com base na competição, porque você passa por estresse e ansiedade que vão te consumindo. E também pode levar à depressão.
Fonte: R7
http://www.consuladosocial.com.br/?p=108028
12 de junho de 2011 - 12:16 Vanessa Correia
O contato afetivo com alguém envolve uma “explosão” de hormônios causadores das sensações de prazer e felicidade. Além disso, amar e ser amado nos faz mudar a rotina para melhor. Ficamos mais preocupados em manter uma boa aparência, comemos melhor, e tendemos a ver o mundo de uma maneira mais positiva, explica o psiquiatra Alexandre Saadeh, especialista em sexualidade do IPq (Instituto de Psiquiatra da USP).
- Quando você tem vínculo com quem te completa, há um estímulo que faz você se relacionar melhor com o mundo. Isso diminui a ansiedade e o risco de depressão.Leia mais
Essa “química da paixão” é responsável pelos sintomas tão comuns aos apaixonados: taquicardia, suor e aquela sensação de calor no rosto quando se vê, ouve ou sente o cheiro de quem se gosta. Tudo devidamente coordenado pelo cérebro, responsável pela liberação da adrenalina e noradrenalina, serotonina e ocitocina, hormônios do “circuito de recompensa”, de acordo com a neurologista Sonia Buck, da Academia Brasileira de Neurologia.
- É o mesmo circuito alimentado por qualquer coisa que te dá prazer, seja um chocolate, sexo ou uma droga. Ele te mantém interessado naquele objeto ou pessoa que te dá uma sensação diferente. Mas esse desejo vai diminuindo com o tempo. Em média dura seis meses.
Paixão x amor
Quer dizer que bastam alguns meses para acabar o lado bom da relação? Nada disso. O fim da paixão, além de não ser algo medido com precisão cirúrgica, costuma dar lugar ao afeto, que também ativa os hormônios do bem-estar, em especial os sexuais. O corpo responde à paixão como uma “fissura”, que diminui com o tempo, ao passo que o amor perdura a sensação de aconchego, afirma o endocrinologista João César Castro Soares, da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).
- Se você tem uma pessoa que te dá alegria, você libera mais serotonina, produz mais os hormônios sexuais [testosterona, estrogênio e ocitocina] no momento da excitação, e tem todo um bem-estar. Ao contrário dos solitários, que tendem a ter níveis mais baixos de serotonina e, por isso, uma imunidade mais baixa.
Melhor só do que mal acompanhado?
Não ter um companheiro, no entanto, não é sinônimo de tristeza, já que muitos solteiros redirecionam o foco em amigos, família e religião, e se sentem felizes com isso, ressalta Soares. Entretanto, o endocrinologista usa a ciência para mostrar o quanto a vida a dois pode ser mais prazerosa, por exemplo.
- Casados têm uma sobrevida maior e o índice de doenças é menor do que entre os solteiros, separados e viúvos. Já a promiscuidade pode expor a várias doenças sexuais.
O psiquiatra Alexandre Saadeh tem uma opinião diferente. Segundo o terapeuta sexual, o lado bom do relacionamento existe “desde que haja preocupação em ser o melhor possível para os dois”, caso contrário as reações biológicas tendem a ser contrárias e fazer muito mal à saúde.
- Pode ser pior do que estar sozinho se você vive um relacionamento destrutivo, com base na competição, porque você passa por estresse e ansiedade que vão te consumindo. E também pode levar à depressão.
Fonte: R7
http://www.consuladosocial.com.br/?p=108028
Sensibilização sobre gênero, sexualidade e saúde é discutida em oficina
Sensibilização sobre gênero, sexualidade e saúde é discutida em oficina
Evento é promovido pela Petrobras atendendo demanda das comunidades com as quais trabalha
Promovida pela Petrobras, a oficina ocorreu no CCMar
Discutir assuntos relacionados aos direitos sexuais e reprodutivos e à promoção da igualdade entre homens e mulheres. Esta é a proposta da oficina de Sensibilização sobre Gênero, Sexualidade e Saúde iniciada hoje, 07, no Centro de Convívio dos Meninos do Mar (CCMar), em uma promoção da Petrobras, através da Implementação de Empreendimentos para a P-55.
O curso, realizado das 8h às 17h, termina no final da tarde desta quarta-feira, e tem a participação de representantes das secretarias municipais de Saúde, de Cidadania e Ação Social e de Educação, do Conselho Tutelar, de escolas estaduais e municipais, da Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de São José do Norte e do Centro Educacional Fraternidade.
A oficina é realizada pelo Instituto Promundo, por meio de convênio com a Petrobras. O Promundo é uma organização não-governamental que tem como missão promover a equidade do gênero, saúde sexual e reprodutiva e prevenção de violência contra mulheres. Como parte de sua estratégia, o instituto desenvolve materiais educativos e campanhas que têm sido adaptadas e avaliadas em diversos países. A Petrobras está oferecendo essa atividade em 13 estados brasileiros, destinando-a a profissionais de diversas áreas, lideranças e moradores de comunidades que desejem trabalhar esses temas. A iniciativa também visa a proporcionar atividades educativas que criam um espaço participativo e de confiança e que possam ser utilizadas pelos participantes em suas ações.
A estatal diz que a intenção é, dessa forma, criar planos de ação nas comunidades em que atua, para serem desenvolvidos posteriormente, que contribuam para a promoção da equidade de gênero e para a reflexão sobre o tema, garantindo a proteção dos direitos das crianças, adolescentes e jovens e a promoção de ambientes mais saudáveis. Os participantes da oficina são todos pessoas que atuam em projetos para orientação de jovens sobre questões relacionadas ao tema. A Petrobras se dispôs a trabalhar esse assunto porque é uma demanda das comunidades em que desenvolve atividades sociais.
A instrutora do curso, Danielle Bittencourt, do Promundo, diz que o público reunido é composto de multiplicadores e está recebendo treinamento para depois passar os conhecimentos adquiridos às comunidades com as quais atua. A professora Janete Cardoso Pinto, diretora da Escola Estadual de Ensino Fundamental Alcides Barcelos, do bairro Getúlio Vargas, do Rio Grande, que está participando do curso, falou que a oficina dá subsídios para os participantes se instrumentalizarem para atuar em situações de conflito entre crianças e adolescentes quando estas ocorrerem. Conforme ela, as escolas têm que mostrar o caminho a seus estudantes e deve buscar experiências para isso, reunindo informações para lidar com o momento atual.
Durante a oficina, são distribuídos aos inscritos um manual de atividade educativa para sensibilização sobre Gênero, Sexualidade e Saúde, além de vídeos sobre masculinidade, feminilidade e homossexualidade.
Por Carmem Ziebell
carmen@jornalagora.com.br
http://www.jornalagora.com.br/site/content/noticias/detalhe.php?e=3&n=12785
Evento é promovido pela Petrobras atendendo demanda das comunidades com as quais trabalha
Promovida pela Petrobras, a oficina ocorreu no CCMar
Discutir assuntos relacionados aos direitos sexuais e reprodutivos e à promoção da igualdade entre homens e mulheres. Esta é a proposta da oficina de Sensibilização sobre Gênero, Sexualidade e Saúde iniciada hoje, 07, no Centro de Convívio dos Meninos do Mar (CCMar), em uma promoção da Petrobras, através da Implementação de Empreendimentos para a P-55.
O curso, realizado das 8h às 17h, termina no final da tarde desta quarta-feira, e tem a participação de representantes das secretarias municipais de Saúde, de Cidadania e Ação Social e de Educação, do Conselho Tutelar, de escolas estaduais e municipais, da Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de São José do Norte e do Centro Educacional Fraternidade.
A oficina é realizada pelo Instituto Promundo, por meio de convênio com a Petrobras. O Promundo é uma organização não-governamental que tem como missão promover a equidade do gênero, saúde sexual e reprodutiva e prevenção de violência contra mulheres. Como parte de sua estratégia, o instituto desenvolve materiais educativos e campanhas que têm sido adaptadas e avaliadas em diversos países. A Petrobras está oferecendo essa atividade em 13 estados brasileiros, destinando-a a profissionais de diversas áreas, lideranças e moradores de comunidades que desejem trabalhar esses temas. A iniciativa também visa a proporcionar atividades educativas que criam um espaço participativo e de confiança e que possam ser utilizadas pelos participantes em suas ações.
A estatal diz que a intenção é, dessa forma, criar planos de ação nas comunidades em que atua, para serem desenvolvidos posteriormente, que contribuam para a promoção da equidade de gênero e para a reflexão sobre o tema, garantindo a proteção dos direitos das crianças, adolescentes e jovens e a promoção de ambientes mais saudáveis. Os participantes da oficina são todos pessoas que atuam em projetos para orientação de jovens sobre questões relacionadas ao tema. A Petrobras se dispôs a trabalhar esse assunto porque é uma demanda das comunidades em que desenvolve atividades sociais.
A instrutora do curso, Danielle Bittencourt, do Promundo, diz que o público reunido é composto de multiplicadores e está recebendo treinamento para depois passar os conhecimentos adquiridos às comunidades com as quais atua. A professora Janete Cardoso Pinto, diretora da Escola Estadual de Ensino Fundamental Alcides Barcelos, do bairro Getúlio Vargas, do Rio Grande, que está participando do curso, falou que a oficina dá subsídios para os participantes se instrumentalizarem para atuar em situações de conflito entre crianças e adolescentes quando estas ocorrerem. Conforme ela, as escolas têm que mostrar o caminho a seus estudantes e deve buscar experiências para isso, reunindo informações para lidar com o momento atual.
Durante a oficina, são distribuídos aos inscritos um manual de atividade educativa para sensibilização sobre Gênero, Sexualidade e Saúde, além de vídeos sobre masculinidade, feminilidade e homossexualidade.
Por Carmem Ziebell
carmen@jornalagora.com.br
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