Sexual Health
Sexual dysfunction linked to unhealthy lifestyles
By : James Congdon | Posted in : Monday July 11, 2011
Weight problems, sedentary routines, excessive alcohol consumption, smoking and narcotics may all affect sexual health suggests a new study from Denmark.
The new study was published in the Journal of Sexual Medicine and consisted of results that were collected from over 5,500 Danish men and women from 2005. Specific notice was taken in terms of lifestyle factors, and sexual inactivity, in the survey information.
These found that several unhealthy lifestyle habits and characteristics contributed to a decrease in sexual health; with the chances of an affected sexual health by as high as 78% in men and 91% in women in some cases.
Men who suffered from weight problems, for example, were 800% more likely to experience sexual health difficulties, even if maintaining a sexual partner, than men who abused substances even. Women, who had experimented with drugs, also had an increased risk of developing anorgasmia – unable to achieve climax.
“Hopefully our findings can be used in future counselling of patients with unhealthy lifestyles,” said Professor Morten Frisch, lead researcher for the study of the Statens Serum Institut. “Knowing about possible negative consequences of an unhealthy lifestyle to one's sexual health may help people quit smoking, consume less alcohol, exercise more, and lose weight.”
One of the main factors for these lifestyles potentially affecting sexual health is their impact on blood flow and circulation, and the deterioration thereof, because of the role this plays for the body’s responses to arousal.
Members from the journal agree in suggest that improving these facets of lifestyle can significantly decrease the chances of experiencing sexual health problems.
http://www.atlanticdrugs.com/news/sexual-dysfunction-lifestyles-016.html
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Juiz proíbe paquera em praça principal de cidade do Mato Grosso do Sul
13/07/2011 - 15h40
Juiz proíbe paquera em praça principal de cidade do Mato Grosso do Sul
Celso Bejarano
Especial para o UOL Notícias
Em Campo Grande
Desde a última terça-feira (12), os moradores de Itaporã (277 km de Campo Grande) não podem mais namorar na principal praça da cidade. A decisão partiu do juiz Adriano da Rosa Bastos, titular do fórum municipal.
“A partir desta data [12] fica expressamente proibida a ocorrência da paquera nos finais de semana na praça central São José de Itaporã, devendo isto ser entendido como toda forma de aglomeração de adolescentes e adultos munidos de bebidas alcoólicas e fazendo uso de aparelhos de som em alto volume”, diz trecho da portaria 034/2011 do magistrado.
O juiz se refere ao evento festivo Paquera na Avenida, realizado todos os domingos nos últimos 15 anos na praça principal da cidade por Antonino Rebeque, diretor do presídio semiaberto de Dourados (27 km de Itaporã). Rebeque era autorizado pela prefeitura para promover a festa. Ele não quer cometar a decisão do magistrado
O Paquera na Avenida atraía cerca de 300 pessoas por domingo, segundo a Polícia Militar. Na praça, que fica em frente à principal igreja do município e o prédio da prefeitura, tocavam músicas em alto volume e ali também se apresentavam artistas da cidade. Barracas vendiam comidas e bebidas, incluindo alcoólicas. A festa começava às 19h e acabava por volta das 23h.
Um policial militar que preferiu não se identificar disse ao UOL Notícias, por telefone, que o principal problema da “Paquera na Avenida” não eram os casais, mas as brigas entre gangues no final da noite.
De dois anos para cá, segundo o policial, morreram duas pessoas durante o evento, um deles no último domingo. Um rapaz de 21 anos de idade matou com tiro de garrucha um desafeto antigo, de 23 anos. Os dois já tinham duelado com faca, segundo a polícia local.
Um comerciante que mora perto da praça, que também não autorizou a publicação de seu nome, disse ter ficado “triste” com a portaria. “A violência amedronta, sim, mas acabar com a festa por causa dos encrenqueiros é uma forma de pouparmos o poder público. Acho que devia ter mais policiais nas ruas, essa seria uma decisão mais sensata”, disse ele, que mora há 20 anos na cidade.
Itaporã possui 21 mil habitantes, e a segurança pública é cuidada por 14 policiais militares e dois policiais civis.
http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2011/07/13/juiz-proibe-paquera-em-praca-principal-de-cidade-do-mato-gosso-do-sul.jhtm
Juiz proíbe paquera em praça principal de cidade do Mato Grosso do Sul
Celso Bejarano
Especial para o UOL Notícias
Em Campo Grande
Desde a última terça-feira (12), os moradores de Itaporã (277 km de Campo Grande) não podem mais namorar na principal praça da cidade. A decisão partiu do juiz Adriano da Rosa Bastos, titular do fórum municipal.
“A partir desta data [12] fica expressamente proibida a ocorrência da paquera nos finais de semana na praça central São José de Itaporã, devendo isto ser entendido como toda forma de aglomeração de adolescentes e adultos munidos de bebidas alcoólicas e fazendo uso de aparelhos de som em alto volume”, diz trecho da portaria 034/2011 do magistrado.
O juiz se refere ao evento festivo Paquera na Avenida, realizado todos os domingos nos últimos 15 anos na praça principal da cidade por Antonino Rebeque, diretor do presídio semiaberto de Dourados (27 km de Itaporã). Rebeque era autorizado pela prefeitura para promover a festa. Ele não quer cometar a decisão do magistrado
O Paquera na Avenida atraía cerca de 300 pessoas por domingo, segundo a Polícia Militar. Na praça, que fica em frente à principal igreja do município e o prédio da prefeitura, tocavam músicas em alto volume e ali também se apresentavam artistas da cidade. Barracas vendiam comidas e bebidas, incluindo alcoólicas. A festa começava às 19h e acabava por volta das 23h.
Um policial militar que preferiu não se identificar disse ao UOL Notícias, por telefone, que o principal problema da “Paquera na Avenida” não eram os casais, mas as brigas entre gangues no final da noite.
De dois anos para cá, segundo o policial, morreram duas pessoas durante o evento, um deles no último domingo. Um rapaz de 21 anos de idade matou com tiro de garrucha um desafeto antigo, de 23 anos. Os dois já tinham duelado com faca, segundo a polícia local.
Um comerciante que mora perto da praça, que também não autorizou a publicação de seu nome, disse ter ficado “triste” com a portaria. “A violência amedronta, sim, mas acabar com a festa por causa dos encrenqueiros é uma forma de pouparmos o poder público. Acho que devia ter mais policiais nas ruas, essa seria uma decisão mais sensata”, disse ele, que mora há 20 anos na cidade.
Itaporã possui 21 mil habitantes, e a segurança pública é cuidada por 14 policiais militares e dois policiais civis.
http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2011/07/13/juiz-proibe-paquera-em-praca-principal-de-cidade-do-mato-gosso-do-sul.jhtm
Disfunção Sexual e o comprometimento da vida a dois
Disfunção Sexual e o comprometimento da vida a dois
Por Maria Theresa Germani - Psicóloga
Trate o problema como do casal, e não do parceiro
O tratamento da disfunção sexual é mais efetivo quando o parceiro de quem sofre com isso entende que a disfunção é um problema do casal. O histórico da disfunção sexual, o contexto de onde se desenvolveu, as crenças, os tabus (individuais ou do casal) e o tratamento são essenciais ao seu total entendimento.
A definição médica de disfunção, "função própria de um órgão que se efetua de maneira anômala", leva a crer que a disfunção sexual seja como qualquer outra doença do tipo, uma incapacidade definitiva ou contornável. Mas, na verdade ela difere de outras disfunções desde seu histórico até ao seu tratamento. A falta de educação sexual e uma infindável lista de crenças e tabus relacionados ao tema sexualidade envolvem o casal num silêncio constrangido.
Quando o casal entende o que está acontecendo com ele e aceita abertamente que existe uma disfunção sexual, deve se envolver na busca da solução em parceria. O processo de entendimento já é parte da solução e desvenda áreas de dificuldade de diálogo, esclarece dúvidas e promove descobertas essenciais, possibilidades antes desconhecidas de satisfação na intimidade.
No tratamento de uma disfunção sexual, devemos nos debruçar sobre a desconstrução de culpas e tabus como aqueles que tratam a masturbação como uma forma egoísta de viver a sexualidade, ou os que pregam que, se as pessoas se amam de verdade, adivinham os pensamentos e sentimentos do outro. Ou ainda, que o erotismo e o desejo são condicionados ao amor e ao romance (confessar ao cônjuge que não está atingindo o orgasmo seria neste contexto como afirmar que não o ama) e que a virgindade deve ser mantida até o casamento.
O culto à virgindade conduziu por muito tempo a mulher à ignorância sexual e também a uma crença de que o homem que a desejava sexualmente estava desrespeitando-a. Além disso, difundiu a expectativa de que o homem deve saber exatamente o que fazer e como se comportar na primeira noite do casal.
Aqueles que entram num casamento desconhecendo seu próprio corpo e acreditando que o outro é capaz de descobrir a forma ideal de lhe proporcionar prazer está condenado a uma decepção. Conhecer o corpo e descobrir como chegar ao prazer sexual são processos de cada um e do casal.
Das disfunções sexuais existentes, é importante que os parceiros saibam como se trata e como podem se envolver no tratamento. Da anorgasmia, por exemplo, podemos lembrar que frequentemente a mulher acredita ser "fria", incapaz de sentir o orgasmo na relação sexual e mantém a disfunção como segredo até para o parceiro. Ela geralmente pensa ter um "defeito", uma anomalia e, quando busca ajuda junto ao profissional de saúde, é na esperança da indicação de uma medicação.
Muito comum também é a mudança do padrão de desejo sexual (desejo hipoativo) que pode ocorrer em vários momentos do relacionamento. A falta de comunicação nessa situação pode alimentar fantasias que em nada colaboram com o tratamento. Já a participação do parceiro no processo de entendimento da evolução desse quadro é essencial para esclarecer e investir em mudanças.
Assim, temos clara a necessidade da parceria do casa para romper um ciclo de dor, medo e mais dor. Os casais que enfrentam abertamente as dificuldades da combinação intimidade e paixão são os que têm maiores possibilidades de prosperar.
http://bbel.uol.com.br/comportamento/post/disfuncao-sexual-e-o-comprometimento-da-vida-a-dois.aspx
Por Maria Theresa Germani - Psicóloga
Trate o problema como do casal, e não do parceiro
O tratamento da disfunção sexual é mais efetivo quando o parceiro de quem sofre com isso entende que a disfunção é um problema do casal. O histórico da disfunção sexual, o contexto de onde se desenvolveu, as crenças, os tabus (individuais ou do casal) e o tratamento são essenciais ao seu total entendimento.
A definição médica de disfunção, "função própria de um órgão que se efetua de maneira anômala", leva a crer que a disfunção sexual seja como qualquer outra doença do tipo, uma incapacidade definitiva ou contornável. Mas, na verdade ela difere de outras disfunções desde seu histórico até ao seu tratamento. A falta de educação sexual e uma infindável lista de crenças e tabus relacionados ao tema sexualidade envolvem o casal num silêncio constrangido.
Quando o casal entende o que está acontecendo com ele e aceita abertamente que existe uma disfunção sexual, deve se envolver na busca da solução em parceria. O processo de entendimento já é parte da solução e desvenda áreas de dificuldade de diálogo, esclarece dúvidas e promove descobertas essenciais, possibilidades antes desconhecidas de satisfação na intimidade.
No tratamento de uma disfunção sexual, devemos nos debruçar sobre a desconstrução de culpas e tabus como aqueles que tratam a masturbação como uma forma egoísta de viver a sexualidade, ou os que pregam que, se as pessoas se amam de verdade, adivinham os pensamentos e sentimentos do outro. Ou ainda, que o erotismo e o desejo são condicionados ao amor e ao romance (confessar ao cônjuge que não está atingindo o orgasmo seria neste contexto como afirmar que não o ama) e que a virgindade deve ser mantida até o casamento.
O culto à virgindade conduziu por muito tempo a mulher à ignorância sexual e também a uma crença de que o homem que a desejava sexualmente estava desrespeitando-a. Além disso, difundiu a expectativa de que o homem deve saber exatamente o que fazer e como se comportar na primeira noite do casal.
Aqueles que entram num casamento desconhecendo seu próprio corpo e acreditando que o outro é capaz de descobrir a forma ideal de lhe proporcionar prazer está condenado a uma decepção. Conhecer o corpo e descobrir como chegar ao prazer sexual são processos de cada um e do casal.
Das disfunções sexuais existentes, é importante que os parceiros saibam como se trata e como podem se envolver no tratamento. Da anorgasmia, por exemplo, podemos lembrar que frequentemente a mulher acredita ser "fria", incapaz de sentir o orgasmo na relação sexual e mantém a disfunção como segredo até para o parceiro. Ela geralmente pensa ter um "defeito", uma anomalia e, quando busca ajuda junto ao profissional de saúde, é na esperança da indicação de uma medicação.
Muito comum também é a mudança do padrão de desejo sexual (desejo hipoativo) que pode ocorrer em vários momentos do relacionamento. A falta de comunicação nessa situação pode alimentar fantasias que em nada colaboram com o tratamento. Já a participação do parceiro no processo de entendimento da evolução desse quadro é essencial para esclarecer e investir em mudanças.
Assim, temos clara a necessidade da parceria do casa para romper um ciclo de dor, medo e mais dor. Os casais que enfrentam abertamente as dificuldades da combinação intimidade e paixão são os que têm maiores possibilidades de prosperar.
http://bbel.uol.com.br/comportamento/post/disfuncao-sexual-e-o-comprometimento-da-vida-a-dois.aspx
Saiba quais erros podemos evitar no amor em diferentes fases da vida
13/07/2011 - 07h00
Saiba quais erros podemos evitar no amor em diferentes fases da vida
HELOÍSA NORONHA
Colaboração para o UOL
De acordo com a idade, os tropeços que cometemos no amor vão mudando (e muitos podem ser evitados)
POR QUE MULHERES CRIAM EXPECTATIVAS E HOMENS SOMEM? VEJA ERROS COMUNS E COMO EVITÁ-LOS
Não existe manual algum no mundo que tenha o poder de prever o que vai acontecer na nossa vida amorosa. E, é óbvio, também, que os acertos e enganos que todos cometem no plano afetivo têm muito a ver com a escolha dos parceiros –e a maneira como os casais se relacionam. No entanto, as pessoas costumam apresentar alguns padrões de comportamento de acordo com a idade –e experiências acumuladas ao longo dos anos. Descubra quais são os erros mais comuns em cada faixa etária e saiba como lidar com eles da melhor maneira possível:
Aos 20
ELAS: o principal erro das garotas, nessa faixa etária, é o ciúme excessivo, fruto da insegurança, da falta de autoconhecimento, da inexperiência. "Por duvidar de si mesma e desconhecer seu próprio valor, a pessoa se sente ameaçada ao menor sinal de concorrência", diz a psicóloga cognitivo-comportamental Mara Lúcia Madureira, de São José do Rio Preto (SP).
ELES: muitos garotos sentem necessidade de acompanhar de perto qualquer passo da namorada. Exageram nos telefonemas, e-mails ou mensagens de texto, por exemplo. "Esse é um hábito nocivo que pode persistir por toda a vida", afirma Mara Lúcia. A crença de poder controlar outra pessoa é uma tentativa de manter a relação, comportamento que, em muitos casos, é justamente o causador do fim do namoro.
OS DOIS: por conta da intensidade dos sentimentos e da ingenuidade característica da idade, jovens casais apaixonados são presas fáceis da ilusão do tipo "um amor e uma cabana". Acreditam que os primeiros amores são definitivos e um canto para amar é suficiente. Mas a vida se encarrega de ensinar que é preciso muito mais para sustentar e manter uma relação.
Aos 30
ELAS: a constituição de uma família é motivo de um grande conflito interno. As solteiras sofrem pelo temor de não encontrarem o parceiro certo para se casar e ter filhos. As casadas sem filhos vivenciam a angústia por terem de optar entre carreira e maternidade. As casadas com filhos se preocupam em continuar atraentes fisicamente para seus maridos, enquanto vivem na corda bamba para desempenhar os mais diferentes papéis: mãe, mulher, amante, profissional... "Todas pecam quando se obrigam a tomar decisões sérias e não estão preparadas, mas se sentem pressionadas pela família e sociedade. Esse é o grande erro feminino nesse momento de vida", afirma Mara Lúcia Madureira, psicóloga cognitivo-comportamental.
ELES: segundo a psicoterapeuta Carmen Cerqueira César, de São Paulo, no caso dos precocemente bem-sucedidos, há a chance de se acharem poderosos e irresistíveis (e se transformarem em colecionadores de conquistas). O erro está em machucar quem tem sentimentos verdadeiros em nome de aventuras passageiras.
OS DOIS: a preocupação excessiva com a consolidação da carreira pode levar ao descaso com as relações amorosas. "Nessa fase, impera o desejo de aprovação social. As pessoas costumam fazer grandes esforços para se sentirem aceitas e aprovadas. Compram carros além de suas possibilidades financeiras, investem em festas, grifes famosas etc. Gastam o que não podem para parecer o que não são e ter a simpatia de quem nada lhes acrescentam. O reconhecimento social é um fator bastante atraente, mas a valorização das pessoas próximas e amadas é primordial", explica Mara Lúcia.
Aos 40
ELAS: "Algumas mulheres sozinhas tendem a ter muita ansiedade para encontrar um parceiro. Estão aflitas com a solidão, com a passagem do tempo, com o relógio biológico e acabam assustando os caras, com a sede por compromisso", diz a psicoterapeuta Carmen Cerqueira César. Outras podem já ter sofrido várias decepções amorosas e agora não têm muita tolerância com os defeitos dos homens... As mulheres esquecem de que, seja qual for a idade, homem perfeito não existe!
ELES: os solteiros podem não querer compartilhar espaço. Outros, já separados de um relacionamento longo, querem liberdade e desenvolvem uma certa fobia de compromisso. Muitos casados se tornam reféns da crise da meia-idade: a preocupação com a aparência e com o envelhecimento e a necessidade de testar o poder de sedução e conquista arruínam muitos casamentos. E podem acarretar sérios prejuízos afetivos para os filhos, ainda pequenos.
OS DOIS: o estresse provocado por endividamentos (como o financiamento da casa própria) pode comprometer as relações afetivas e favorecer separações. "A educação dos filhos é outro motivo que gera discussão", diz a psicóloga Mara Lúcia Madureira. "A maioria dos pais dessa geração perdeu a noção de autoridade e o senso de moralidade educacional. Muitos investem alto em escolas elitizadas e infinitas atividades para os pequenos, porém se esquecem de que a criança precisa de supervisão permanente dos pais, de modelos adequados e de formação moral. São comuns as brigas oriundas das trocas de acusações pela falha educacional entre o casal."
Aos 50
ELAS: de acordo com a psicoterapeuta Carmen Cerqueira Cesar, ficar muito em casa, não cuidar mais da aparência e engordar, com a desculpa de que o relaxo é característico da idade ou da menopausa, são erros graves. "É ruim deixar o comodismo tomar conta e parar de fazer planos para o futuro. É muito importante continuar cultivando as relações sociais, investir na vida cultural, em informação, tecnologia... Senão, começam a ocorrer perdas significativas na qualidade de vida e na relação do casal. E a mulher acaba envelhecendo antes do tempo", diz.
ELES: deixar de viajar e se divertir para ajudar os filhos financeiramente –comprando imóveis e pagando dívidas, por exemplo– é uma atitude a evitar. É claro que a pessoa pode ajudar os herdeiros, mas sem negligenciar os momentos de prazer do casal, principalmente se ainda trabalha duro.
OS DOIS: a síndrome do ninho vazio (quando os filhos saem de casa) começa a dar as caras. Para espantarem a solidão, não é raro que alguns pais passem a se intrometer excessivamente na vida afetiva dos filhos. Acabam favorecendo escolhas erradas, justamente porque eles tentam afirmar sua autonomia ao tomar decisões pessoais e amorosas. Lembre-se: os filhos se vão, fica o casal. "A relação deve estar fortalecida para prevalecer por muitos anos. Aconselhe os filhos, mas cuide mais de si e do seu par. Eles irão construir suas histórias por si mesmos", sugere a psicóloga Mara Lúcia Madureira.
aos 60
ELAS: avós amorosas adoram curtir os netos, porém, devem fazer valer o papel de cada um da família nesse contexto. O modo de educar, a criação de recursos e a responsabilidade dos filhos é tarefa dos pais. Avós podem participar e cooperar, sem assumir ou priorizar a criação dos netos em detrimento de suas próprias necessidades, direitos e interesses (pessoais e conjugais).
ELES: muitas mulheres se queixam dos companheiros acomodados, que não fazem nenhuma questão de sair, jantar fora, ir ao teatro... "Os homens perdem o romantismo. Afinal, a esposa já está conquistada mesmo, não vai fugir. Será?", questiona a psicoterapeuta Carmem Cerqueira César. Muitos homens, ainda, se sentem tristonhos (e um tanto inúteis, na verdade) em função da aposentaria. O antídoto é direcionar as energias no casal. Passear, viajar, aproveitar a vida e tudo o que trabalho de anos puder proporcionar agora.
OS DOIS: a idade não deve servir de pretexto para negligenciar a vida sexual e afetiva. As mudanças físicas podem alterar a forma e frequência das relações sexuais, mas não extingui-las. É possível continuar explorando os prazeres do sexo, da intimidade e do companheirismo, com amor e cumplicidade.
http://estilo.uol.com.br/comportamento/ultimas-noticias/2011/07/13/saiba-quais-erros-podemos-evitar-no-amor-em-diferentes-fases-da-vida.htm
Saiba quais erros podemos evitar no amor em diferentes fases da vida
HELOÍSA NORONHA
Colaboração para o UOL
De acordo com a idade, os tropeços que cometemos no amor vão mudando (e muitos podem ser evitados)
POR QUE MULHERES CRIAM EXPECTATIVAS E HOMENS SOMEM? VEJA ERROS COMUNS E COMO EVITÁ-LOS
Não existe manual algum no mundo que tenha o poder de prever o que vai acontecer na nossa vida amorosa. E, é óbvio, também, que os acertos e enganos que todos cometem no plano afetivo têm muito a ver com a escolha dos parceiros –e a maneira como os casais se relacionam. No entanto, as pessoas costumam apresentar alguns padrões de comportamento de acordo com a idade –e experiências acumuladas ao longo dos anos. Descubra quais são os erros mais comuns em cada faixa etária e saiba como lidar com eles da melhor maneira possível:
Aos 20
ELAS: o principal erro das garotas, nessa faixa etária, é o ciúme excessivo, fruto da insegurança, da falta de autoconhecimento, da inexperiência. "Por duvidar de si mesma e desconhecer seu próprio valor, a pessoa se sente ameaçada ao menor sinal de concorrência", diz a psicóloga cognitivo-comportamental Mara Lúcia Madureira, de São José do Rio Preto (SP).
ELES: muitos garotos sentem necessidade de acompanhar de perto qualquer passo da namorada. Exageram nos telefonemas, e-mails ou mensagens de texto, por exemplo. "Esse é um hábito nocivo que pode persistir por toda a vida", afirma Mara Lúcia. A crença de poder controlar outra pessoa é uma tentativa de manter a relação, comportamento que, em muitos casos, é justamente o causador do fim do namoro.
OS DOIS: por conta da intensidade dos sentimentos e da ingenuidade característica da idade, jovens casais apaixonados são presas fáceis da ilusão do tipo "um amor e uma cabana". Acreditam que os primeiros amores são definitivos e um canto para amar é suficiente. Mas a vida se encarrega de ensinar que é preciso muito mais para sustentar e manter uma relação.
Aos 30
ELAS: a constituição de uma família é motivo de um grande conflito interno. As solteiras sofrem pelo temor de não encontrarem o parceiro certo para se casar e ter filhos. As casadas sem filhos vivenciam a angústia por terem de optar entre carreira e maternidade. As casadas com filhos se preocupam em continuar atraentes fisicamente para seus maridos, enquanto vivem na corda bamba para desempenhar os mais diferentes papéis: mãe, mulher, amante, profissional... "Todas pecam quando se obrigam a tomar decisões sérias e não estão preparadas, mas se sentem pressionadas pela família e sociedade. Esse é o grande erro feminino nesse momento de vida", afirma Mara Lúcia Madureira, psicóloga cognitivo-comportamental.
ELES: segundo a psicoterapeuta Carmen Cerqueira César, de São Paulo, no caso dos precocemente bem-sucedidos, há a chance de se acharem poderosos e irresistíveis (e se transformarem em colecionadores de conquistas). O erro está em machucar quem tem sentimentos verdadeiros em nome de aventuras passageiras.
OS DOIS: a preocupação excessiva com a consolidação da carreira pode levar ao descaso com as relações amorosas. "Nessa fase, impera o desejo de aprovação social. As pessoas costumam fazer grandes esforços para se sentirem aceitas e aprovadas. Compram carros além de suas possibilidades financeiras, investem em festas, grifes famosas etc. Gastam o que não podem para parecer o que não são e ter a simpatia de quem nada lhes acrescentam. O reconhecimento social é um fator bastante atraente, mas a valorização das pessoas próximas e amadas é primordial", explica Mara Lúcia.
Aos 40
ELAS: "Algumas mulheres sozinhas tendem a ter muita ansiedade para encontrar um parceiro. Estão aflitas com a solidão, com a passagem do tempo, com o relógio biológico e acabam assustando os caras, com a sede por compromisso", diz a psicoterapeuta Carmen Cerqueira César. Outras podem já ter sofrido várias decepções amorosas e agora não têm muita tolerância com os defeitos dos homens... As mulheres esquecem de que, seja qual for a idade, homem perfeito não existe!
ELES: os solteiros podem não querer compartilhar espaço. Outros, já separados de um relacionamento longo, querem liberdade e desenvolvem uma certa fobia de compromisso. Muitos casados se tornam reféns da crise da meia-idade: a preocupação com a aparência e com o envelhecimento e a necessidade de testar o poder de sedução e conquista arruínam muitos casamentos. E podem acarretar sérios prejuízos afetivos para os filhos, ainda pequenos.
OS DOIS: o estresse provocado por endividamentos (como o financiamento da casa própria) pode comprometer as relações afetivas e favorecer separações. "A educação dos filhos é outro motivo que gera discussão", diz a psicóloga Mara Lúcia Madureira. "A maioria dos pais dessa geração perdeu a noção de autoridade e o senso de moralidade educacional. Muitos investem alto em escolas elitizadas e infinitas atividades para os pequenos, porém se esquecem de que a criança precisa de supervisão permanente dos pais, de modelos adequados e de formação moral. São comuns as brigas oriundas das trocas de acusações pela falha educacional entre o casal."
Aos 50
ELAS: de acordo com a psicoterapeuta Carmen Cerqueira Cesar, ficar muito em casa, não cuidar mais da aparência e engordar, com a desculpa de que o relaxo é característico da idade ou da menopausa, são erros graves. "É ruim deixar o comodismo tomar conta e parar de fazer planos para o futuro. É muito importante continuar cultivando as relações sociais, investir na vida cultural, em informação, tecnologia... Senão, começam a ocorrer perdas significativas na qualidade de vida e na relação do casal. E a mulher acaba envelhecendo antes do tempo", diz.
ELES: deixar de viajar e se divertir para ajudar os filhos financeiramente –comprando imóveis e pagando dívidas, por exemplo– é uma atitude a evitar. É claro que a pessoa pode ajudar os herdeiros, mas sem negligenciar os momentos de prazer do casal, principalmente se ainda trabalha duro.
OS DOIS: a síndrome do ninho vazio (quando os filhos saem de casa) começa a dar as caras. Para espantarem a solidão, não é raro que alguns pais passem a se intrometer excessivamente na vida afetiva dos filhos. Acabam favorecendo escolhas erradas, justamente porque eles tentam afirmar sua autonomia ao tomar decisões pessoais e amorosas. Lembre-se: os filhos se vão, fica o casal. "A relação deve estar fortalecida para prevalecer por muitos anos. Aconselhe os filhos, mas cuide mais de si e do seu par. Eles irão construir suas histórias por si mesmos", sugere a psicóloga Mara Lúcia Madureira.
aos 60
ELAS: avós amorosas adoram curtir os netos, porém, devem fazer valer o papel de cada um da família nesse contexto. O modo de educar, a criação de recursos e a responsabilidade dos filhos é tarefa dos pais. Avós podem participar e cooperar, sem assumir ou priorizar a criação dos netos em detrimento de suas próprias necessidades, direitos e interesses (pessoais e conjugais).
ELES: muitas mulheres se queixam dos companheiros acomodados, que não fazem nenhuma questão de sair, jantar fora, ir ao teatro... "Os homens perdem o romantismo. Afinal, a esposa já está conquistada mesmo, não vai fugir. Será?", questiona a psicoterapeuta Carmem Cerqueira César. Muitos homens, ainda, se sentem tristonhos (e um tanto inúteis, na verdade) em função da aposentaria. O antídoto é direcionar as energias no casal. Passear, viajar, aproveitar a vida e tudo o que trabalho de anos puder proporcionar agora.
OS DOIS: a idade não deve servir de pretexto para negligenciar a vida sexual e afetiva. As mudanças físicas podem alterar a forma e frequência das relações sexuais, mas não extingui-las. É possível continuar explorando os prazeres do sexo, da intimidade e do companheirismo, com amor e cumplicidade.
http://estilo.uol.com.br/comportamento/ultimas-noticias/2011/07/13/saiba-quais-erros-podemos-evitar-no-amor-em-diferentes-fases-da-vida.htm
FUNDAMENTOS DA SEXUALIDADE HUMANA
FUNDAMENTOS DA SEXUALIDADE HUMANA
Autor: ALENCAR, CARLOS MAGNO L. DE
Editora: IGLU
ISBN: 8574941247
ISBN-13: 9788574941240
Idioma: Livro em português
Encadernação: Brochura
Dimensão: 21 x 14 cm
Edição: 1ª
Ano de Lançamento: 2010
Número de páginas: 114
Conteúdo - 1. Principais órgaos genitais masculinos; 2. Principais órgaos genitais femininos; 3. A resposta sexual humana; 4. O primeiro orgasmo; 5. A perda da virgindade; 6. O hiato sexual; 7. Sensualização e sexualização; 8. Desejo ou apetência sexual; 9. A excitação; 10. O orgasmo; 11. Disfunções sexuais; 12. O amor; 13. Abuso sexual; 14. Recursos teraupêuticos em terapia sexual; 15. Drogas prossexuais; 16. Parafilias; 17. Desordens na identidade de gênero; 18. Homossexualidade; 19. Estados intersexuais e malformações do sistema genital; 20. Causas de fracasso; 21. Os segredos do sucesso; 22. Deus. Eros. Almas Gêmeas e Anjos Caídos - A sacralização da sexualidade; Anexo - Medicamentos e função sexual.
http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=22124334&sid=01528724913713549764447725
Autor: ALENCAR, CARLOS MAGNO L. DE
Editora: IGLU
ISBN: 8574941247
ISBN-13: 9788574941240
Idioma: Livro em português
Encadernação: Brochura
Dimensão: 21 x 14 cm
Edição: 1ª
Ano de Lançamento: 2010
Número de páginas: 114
Conteúdo - 1. Principais órgaos genitais masculinos; 2. Principais órgaos genitais femininos; 3. A resposta sexual humana; 4. O primeiro orgasmo; 5. A perda da virgindade; 6. O hiato sexual; 7. Sensualização e sexualização; 8. Desejo ou apetência sexual; 9. A excitação; 10. O orgasmo; 11. Disfunções sexuais; 12. O amor; 13. Abuso sexual; 14. Recursos teraupêuticos em terapia sexual; 15. Drogas prossexuais; 16. Parafilias; 17. Desordens na identidade de gênero; 18. Homossexualidade; 19. Estados intersexuais e malformações do sistema genital; 20. Causas de fracasso; 21. Os segredos do sucesso; 22. Deus. Eros. Almas Gêmeas e Anjos Caídos - A sacralização da sexualidade; Anexo - Medicamentos e função sexual.
http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=22124334&sid=01528724913713549764447725
Prisões querem seguir criminosos sexuais após libertação
quarta-feira, 13 de Julho de 2011 | 08:07
Prisões querem seguir criminosos sexuais após libertação
Os serviços prisionais pretendem alargar um programa de acompanhamento dos reclusos condenados por crimes sexuais após a sua libertação que já é seguido pelas cadeias de Carregueira, Paços de Ferreira e Funchal, refere a edição desta quarta-feira do Diário de Notícias.
O programa, pioneiro em Portugal, destina-se a agressores sexuais e, segundo o jornal, o próximo passo será alargá-lo a mais reclusos e aos presos que saem em liberdade condicional.
São já dezenas de reclusos considerados predadores sexuais que assistem a sessões de terapia todas as semanas.
O jornal refere que são quase meio milhar – 489, mais exactamente - o número de reclusos condenados por crimes de índole sexual nos estabelecimentos prisionais portugueses. Ao contrário do que sucede em países como os EUA e Reino Unido, após saírem das prisões estes agressores sexuais não são monitorizados.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=13&id_news=521219
Prisões querem seguir criminosos sexuais após libertação
Os serviços prisionais pretendem alargar um programa de acompanhamento dos reclusos condenados por crimes sexuais após a sua libertação que já é seguido pelas cadeias de Carregueira, Paços de Ferreira e Funchal, refere a edição desta quarta-feira do Diário de Notícias.
O programa, pioneiro em Portugal, destina-se a agressores sexuais e, segundo o jornal, o próximo passo será alargá-lo a mais reclusos e aos presos que saem em liberdade condicional.
São já dezenas de reclusos considerados predadores sexuais que assistem a sessões de terapia todas as semanas.
O jornal refere que são quase meio milhar – 489, mais exactamente - o número de reclusos condenados por crimes de índole sexual nos estabelecimentos prisionais portugueses. Ao contrário do que sucede em países como os EUA e Reino Unido, após saírem das prisões estes agressores sexuais não são monitorizados.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=13&id_news=521219
Casal é flagrado fazendo sexo atrás de banca de jornal no Centro
23/05 às 20h26 - Atualizada em 23/05 às 20h39
Casal é flagrado fazendo sexo atrás de banca de jornal no Centro
Jornal do Brasil
Um guarda municipal e uma arquiteta pernambucana foram flagrados na tarde desta segunda-feira (23) mantendo relações sexuais atrás de uma banca de jornais na Avenida Presidente Antônio Carlos, nas imediações da Praça Tirandentes, Centro do Rio. O casal havia se conhecido pela internet.
Policiais Militares do 13° BPM (Praça Tiradentes) faziam uma ronda na região, quando se depararam com o casal. Segundo informações da PM, ao ser abordado, os dois reclamaram muito de serem interrompidos e relutaram em serem levados à delegacia
"Da cintura para baixo eles estavam completamente sem roupa", exclamou o PM que avistou a ocorrência.
O casal não quis dar declarações à polícia e informou que falará somente em juízo.Eles vão responder por ato obsceno.
http://www.jb.com.br/rio/noticias/2011/05/23/casal-e-flagrado-fazendo-sexo-atras-de-banca-de-jornal-no-centro/
Casal é flagrado fazendo sexo atrás de banca de jornal no Centro
Jornal do Brasil
Um guarda municipal e uma arquiteta pernambucana foram flagrados na tarde desta segunda-feira (23) mantendo relações sexuais atrás de uma banca de jornais na Avenida Presidente Antônio Carlos, nas imediações da Praça Tirandentes, Centro do Rio. O casal havia se conhecido pela internet.
Policiais Militares do 13° BPM (Praça Tiradentes) faziam uma ronda na região, quando se depararam com o casal. Segundo informações da PM, ao ser abordado, os dois reclamaram muito de serem interrompidos e relutaram em serem levados à delegacia
"Da cintura para baixo eles estavam completamente sem roupa", exclamou o PM que avistou a ocorrência.
O casal não quis dar declarações à polícia e informou que falará somente em juízo.Eles vão responder por ato obsceno.
http://www.jb.com.br/rio/noticias/2011/05/23/casal-e-flagrado-fazendo-sexo-atras-de-banca-de-jornal-no-centro/
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