26/07/2011 - 12h13
Casos de gravidez na adolescência caem 37% em 11 anos em SP
DE SÃO PAULO
A Secretaria Estadual de Saúde divulgou nesta terça-feira um balanço em que aponta queda de 37% no número de adolescentes grávidas em São Paulo, entre os anos de 1998 e 2009. São consideradas na pesquisa garotas com idades entre 10 e 19 anos.
Segundo os dados, foram registrados 148.018 casos de gravidez na adolescência em todo o Estado no ano de 1998. Já em 2009 --último dado consolidado--, esse número caiu para 92.812 casos.
A queda mais acentuada foi registrada na faixa etária de 15 a 19 anos. O número de adolescentes grávidas nessa idade caiu de 143.490, em 1998, para 89.176, em 2009, o que corresponde a uma queda de 37,8%.
Já entre as jovens com idades entre 10 e 14 anos, a queda no índice de gravidez foi de 19,7%. Foram 4.528 casos em 1998, contra 3.636 em 2009.
A secretaria informou que para auxiliar na prevenção à gravidez, desde julho de 2007, estão disponíveis contraceptivos comuns e pílulas do dia seguinte em 20 unidades da Farmácia Dose Certa, na capital, situadas em estações de metrô, trem e centros de saúde.
Para o interior, litoral e Grande São Paulo a Secretaria também passou a enviar anticoncepcionais, pílulas do dia seguinte e DIUs, para distribuição em Unidades Básicas de Saúde, em complemento ao repasse do governo federal.
A pasta ainda mantém um telefone para tirar dúvidas dos adolescentes sobre sexo seguro, anticoncepcionais e relacionamentos afetivos, entre outros assuntos. Uma equipe atende jovens que ligam em busca de algum tipo de orientação, pelo telefone (11) 3819-2022. O horário de funcionamento é de segunda à sexta-feira, das 11h às 14h.
http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/949865-casos-de-gravidez-na-adolescencia-caem-37-em-11-anos-em-sp.shtml
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Skinhead gay luta contra a homofobia pelas ruas de São Paulo
26/07/2011 - 16h04
Skinhead gay luta contra a homofobia pelas ruas de São Paulo
CRISTINA MORENO DE CASTRO
DE SÃO PAULO
Aos 16 anos, Danilo se interessou pela cultura skinhead, de suspensórios, coturnos, tatuagens e cabeças raspadas. Entrar nessa tribo teria sido fácil, não fosse por um detalhe: ele é gay.
Skinheads 'da paz' querem se livrar do estigma de racistas
"Eu pensava: não dá para eu falar que sou skinhead porque os caras não gostam de gay." Naquela época, alguns carecas já ocupavam as páginas policiais dos jornais, com seus ataques a negros.
Marisa Cauduro-30.jun.11/Folhapress
O skinhead Danilo, 29, que quebrou o braço durante confronto com policiais na marcha da maconha em SP
"Mas esses fascistas são minoria", assegura, apesar de ser alvo deles. Ele diz que a tribo cultural surgiu na Jamaica, nos anos 60, e se disseminou com imigrantes que foram trabalhar como operários na Inglaterra, no mesmo período em que o movimento punk também surgia nos subúrbios britânicos.
Ao explicar por que resolveu entrar para esse grupo, diz simplesmente: "Skinhead é um cara que gosta de ouvir ska, tomar cerveja e jogar futebol com os amigos."
Hoje, aos 29 anos, ele articula uma das vertentes que ajudou a criar, há dois anos: a Ação Antifascista, que reúne 136 pessoas na rede social Facebook.
O grupo também tem duas lésbicas skinheads, seis punks bissexuais e dois que se definem como assexuados. O restante é heterossexual, mas defende a luta contra a homofobia.
"Somos contra qualquer tipo de preconceito e lutamos pelas liberdades."
Eles costumam se reunir em botecos, semanalmente, mas agora terão uma sede própria, com direito a eventos para tentar desmistificar a ideia de que todo skinhead e punk é brutamontes.
Desde que foi criado, o grupo já participou de uma marcha contra a homofobia que ocorreu no fim do ano passado (depois que garotos atacaram homossexuais com lâmpadas fluorescentes na avenida Paulista), de marchas contra o aumento do preço do ônibus, a favor da legalização da maconha e, mais recentemente, esteve na Parada Gay.
Pela primeira vez, eles participaram do evento em grupo, empunhando uma faixa que dizia que punks e skinheads estavam juntos --o que já é raro-- contra a homofobia --o que foi surpreendente para muita gente, que chegou a aplaudir o grupo durante o desfile.
Até policiais se surpreenderam: os membros da Ação Antifascista chegaram a ser enquadrados minutos antes de começar a Parada e foram detidos quando se reuniam para organizar a participação, na quinta-feira anterior.
Em maio, na marcha da maconha que terminou em confronto com a polícia, Danilo quebrou um braço ao tentar fugir de uma bomba de efeito moral. Ficou uma semana internado e, três dias depois de sair do hospital, foi atacado por uma gangue neonazista chamada Front 88.
Hoje ele evita a Galeria do Rock, a rua Augusta, a Paulista e a Liberdade, onde essas gangues se reúnem, por ser alvo fácil: "É como se eu andasse com uma setinha: aqui, anarquista, skinhead e homossexual, bata nele."
http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/949886-skinhead-gay-luta-contra-a-homofobia-pelas-ruas-de-sao-paulo.shtml
Skinhead gay luta contra a homofobia pelas ruas de São Paulo
CRISTINA MORENO DE CASTRO
DE SÃO PAULO
Aos 16 anos, Danilo se interessou pela cultura skinhead, de suspensórios, coturnos, tatuagens e cabeças raspadas. Entrar nessa tribo teria sido fácil, não fosse por um detalhe: ele é gay.
Skinheads 'da paz' querem se livrar do estigma de racistas
"Eu pensava: não dá para eu falar que sou skinhead porque os caras não gostam de gay." Naquela época, alguns carecas já ocupavam as páginas policiais dos jornais, com seus ataques a negros.
Marisa Cauduro-30.jun.11/Folhapress
O skinhead Danilo, 29, que quebrou o braço durante confronto com policiais na marcha da maconha em SP
"Mas esses fascistas são minoria", assegura, apesar de ser alvo deles. Ele diz que a tribo cultural surgiu na Jamaica, nos anos 60, e se disseminou com imigrantes que foram trabalhar como operários na Inglaterra, no mesmo período em que o movimento punk também surgia nos subúrbios britânicos.
Ao explicar por que resolveu entrar para esse grupo, diz simplesmente: "Skinhead é um cara que gosta de ouvir ska, tomar cerveja e jogar futebol com os amigos."
Hoje, aos 29 anos, ele articula uma das vertentes que ajudou a criar, há dois anos: a Ação Antifascista, que reúne 136 pessoas na rede social Facebook.
O grupo também tem duas lésbicas skinheads, seis punks bissexuais e dois que se definem como assexuados. O restante é heterossexual, mas defende a luta contra a homofobia.
"Somos contra qualquer tipo de preconceito e lutamos pelas liberdades."
Eles costumam se reunir em botecos, semanalmente, mas agora terão uma sede própria, com direito a eventos para tentar desmistificar a ideia de que todo skinhead e punk é brutamontes.
Desde que foi criado, o grupo já participou de uma marcha contra a homofobia que ocorreu no fim do ano passado (depois que garotos atacaram homossexuais com lâmpadas fluorescentes na avenida Paulista), de marchas contra o aumento do preço do ônibus, a favor da legalização da maconha e, mais recentemente, esteve na Parada Gay.
Pela primeira vez, eles participaram do evento em grupo, empunhando uma faixa que dizia que punks e skinheads estavam juntos --o que já é raro-- contra a homofobia --o que foi surpreendente para muita gente, que chegou a aplaudir o grupo durante o desfile.
Até policiais se surpreenderam: os membros da Ação Antifascista chegaram a ser enquadrados minutos antes de começar a Parada e foram detidos quando se reuniam para organizar a participação, na quinta-feira anterior.
Em maio, na marcha da maconha que terminou em confronto com a polícia, Danilo quebrou um braço ao tentar fugir de uma bomba de efeito moral. Ficou uma semana internado e, três dias depois de sair do hospital, foi atacado por uma gangue neonazista chamada Front 88.
Hoje ele evita a Galeria do Rock, a rua Augusta, a Paulista e a Liberdade, onde essas gangues se reúnem, por ser alvo fácil: "É como se eu andasse com uma setinha: aqui, anarquista, skinhead e homossexual, bata nele."
http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/949886-skinhead-gay-luta-contra-a-homofobia-pelas-ruas-de-sao-paulo.shtml
Índio é preso no Sul da Bahia acusado de abusar de oito crianças
27/07/2011 - 05h59
Índio é preso no Sul da Bahia acusado de abusar de oito crianças
Anderson Sotero
Especial para o UOL Notícias
Em Salvador
O índio Tupinambá Fidelcino dos Santos, de 67 anos, foi preso em Belmonte, a 695 km de Salvador, acusado de abusar sexualmente de oito meninos e meninas da tribo Patiburi, que fica no povoado de Boca do Córrego, em Belmonte.
As vítimas, entre elas uma menina de sete anos com síndrome de Down, tinham idades entre 3 e 11 anos. De acordo com a polícia, os abusos eram praticados pelo índio há mais de um ano.
O crime só foi descoberto quando a mãe de uma das meninas abusadas, de apenas 3 anos, procurou a cacique da tribo, Maria do Carmo Querino Santos, conhecida como Kátia, para denunciar o abuso. A cacique começou a investigar a denúncia e descobriu que o índio era apontado como o responsável pelo abuso de outras crianças da tribo.
“Ele ameaçava as vítimas com um facão e dizia que mataria os pais das crianças caso fosse denunciado”, disse a titular da Delegacia Territorial de Belmonte, a delegada Teronite Bezerra.
O índio Tupinambá, que vivia na mesma tribo das vítimas, é casado e pai de quatro filhos. Ele foi preso em flagrante pela Polícia Militar e conduzido para a delegacia da cidade, onde permanece sob custódia. Ainda de acordo com a delegada, ele será transferido para a cidade de Porto Seguro por motivo de segurança.
http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2011/07/27/indio-e-preso-no-sul-da-bahia-acusado-de-abusar-de-oito-criancas.jhtm
Índio é preso no Sul da Bahia acusado de abusar de oito crianças
Anderson Sotero
Especial para o UOL Notícias
Em Salvador
O índio Tupinambá Fidelcino dos Santos, de 67 anos, foi preso em Belmonte, a 695 km de Salvador, acusado de abusar sexualmente de oito meninos e meninas da tribo Patiburi, que fica no povoado de Boca do Córrego, em Belmonte.
As vítimas, entre elas uma menina de sete anos com síndrome de Down, tinham idades entre 3 e 11 anos. De acordo com a polícia, os abusos eram praticados pelo índio há mais de um ano.
O crime só foi descoberto quando a mãe de uma das meninas abusadas, de apenas 3 anos, procurou a cacique da tribo, Maria do Carmo Querino Santos, conhecida como Kátia, para denunciar o abuso. A cacique começou a investigar a denúncia e descobriu que o índio era apontado como o responsável pelo abuso de outras crianças da tribo.
“Ele ameaçava as vítimas com um facão e dizia que mataria os pais das crianças caso fosse denunciado”, disse a titular da Delegacia Territorial de Belmonte, a delegada Teronite Bezerra.
O índio Tupinambá, que vivia na mesma tribo das vítimas, é casado e pai de quatro filhos. Ele foi preso em flagrante pela Polícia Militar e conduzido para a delegacia da cidade, onde permanece sob custódia. Ainda de acordo com a delegada, ele será transferido para a cidade de Porto Seguro por motivo de segurança.
http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2011/07/27/indio-e-preso-no-sul-da-bahia-acusado-de-abusar-de-oito-criancas.jhtm
terça-feira, 26 de julho de 2011
Nova pílula para impotência promete efeito rápido
Acaba de ser lançado no mercado brasileiro um novo comprimido para disfunção erétil. Segundo o Folha.com, a nova versão do Levitra, da Bayer, possui sabor de menta e vem em embalagem “discreta”, semelhante a um chiclete.
O efeito do comprimido é mais rápido do que o comum, devido à absorção rápida. A partir de 15 minutos, os efeitos já começam, diferente dos 40 minutos da pílula tradicional.
Há alguns meses, a fabricante do Viagra (Pfizer) lançou uma versão mastigável e também com sabor de menta, no México. Ainda não há previsão de vendas para o comprimido no Brasil.
O diferencial para o gênero de comprimidos foi lançado ano passado pela fabricante do Cialis (Eli Lilly), quando criou uma forma de uso diário do remédio.
http://www.opovo.com.br/app/maisnoticias/saude/2011/07/25/noticiasaude,2271365/nova-pilula-para-impotencia-promete-efeito-rapido.shtml
O efeito do comprimido é mais rápido do que o comum, devido à absorção rápida. A partir de 15 minutos, os efeitos já começam, diferente dos 40 minutos da pílula tradicional.
Há alguns meses, a fabricante do Viagra (Pfizer) lançou uma versão mastigável e também com sabor de menta, no México. Ainda não há previsão de vendas para o comprimido no Brasil.
O diferencial para o gênero de comprimidos foi lançado ano passado pela fabricante do Cialis (Eli Lilly), quando criou uma forma de uso diário do remédio.
http://www.opovo.com.br/app/maisnoticias/saude/2011/07/25/noticiasaude,2271365/nova-pilula-para-impotencia-promete-efeito-rapido.shtml
Os últimos românticos
Os últimos românticos
Pesquisa americana sugere que são os homens os mais românticos em uma relação
Por Ilana Ramos
Data de Publicação: 18/7/2011 11:19:00
Esqueça tudo que você já ouviu sobre relacionamentos entre homem e mulher. Que os homens gostam de ter várias parceiras, que as mulheres são mais carinhosas, que eles não gostam de ficar casados por muitos anos. Um estudo encomendado pelo Instituto Kinsey de Sexualidade Humana, dos Estados Unidos, revelou que os homens, mais que as mulheres, preferem relacionamentos longos e estáveis e que são elas que dão mais valor à satisfação sexual do que afetiva.
O estudo envolveu mais de mil casais de cinco países diferentes: Alemanha, Brasil, Espanha, Estados Unidos e Japão. A idade dos envolvidos na pesquisa variou de 40 até 70 anos de idade, estando juntos por um tempo médio de 25 anos. Os casais tiveram que responder questionários específicos para cada gênero, com perguntas sobre a frequência com que faziam carinho no parceiro ou o grau de felicidade no casamento. E os resultados foram impressionantes.
Beijos e abraços foram mencionados mais pelos homens do que pelas mulheres como precursores da felicidade. Eles também revelaram que eram mais felizes do que as mulheres em relacionamentos longos. Em contrapartida, foram as mulheres que se mostraram mais satisfeitas sexualmente. Outro estereótipo surpreendente foi quebrado com a pesquisa: homens que tiveram maior número de parceiras sexuais ao longo da vida foram os que declararam estarem menos felizes na cama. Com relação aos países, os casais que se declararam mais felizes no casamento foram os japoneses, enquanto que os menos felizes foram os brasileiros e espanhóis. Sexualmente, as mulheres japonesas também saem na frente no quesito satisfação, acompanhadas de perto pelas brasileiras.
Resultados como esses impressionaram até especialistas da área. A terapeuta sexual do Instituto Paulista de Sexualidade (INPASEX) Juliana Bonetti Simão gostou do resultado. “Acho a pesquisa surpreendente, pois mostra resultados diferentes dos que são difundidos no senso comum. A pesquisa mostrou que o homem é mais feliz quanto mais tempo permanece com uma parceira. Cabe dizer então, aquele velho clichê que foi reforçado pelo estudo em questão: ‘O que importa não é a quantidade de relações e sim a qualidade das mesmas’. Outro item importante que foi evidenciado e que chama a minha atenção refere-se ao fato de que o Brasil apresentou o maior índice de insatisfação com o casamento dentre todos os países pesquisados. A questão levantada por mim em relação a isso é a de que o Brasil sempre foi conhecido por ser um país tropical em que a sexualidade e a afetividade são vividas de maneira mais tranquila que se comparado a outros países. Acho a pesquisa importante por trabalhar com quebra de crenças e mitos a partir de resultado concretos”, disse.
A cultura de cada país é um fator-chave para a definição dos níveis de felicidade e satisfação nos casamentos. Juliana avalia que “um país oriental como o Japão possui valores ancestrais a respeito do casamento. Creio que há toda uma educação voltada para o fortalecimento dessa instituição. A cultura oriental, em geral, tem barreiras fortalecidas no que se refere à entrada de novos valores de culturas diferentes. Possivelmente, há um investimento emocional nessas relações, da parceria, para que elas consigam ter tanta felicidade no matrimônio”.
Os estereótipos não são bem vistos aos olhos dos especialistas e a quebra de alguns deles pode ser positiva tanto para o profissional quanto para o paciente. “Gosto quando mitos e crenças são quebrados. Uma crença trazida por alguém em consultório muitas vezes pode ser causa de disfunção. Acho que o homem sofre muito com o mito construído em torno de si. Corresponder ao que lhe é exigido pode lhe custar caro. O resultado da pesquisa mostra o outro lado da questão, que por mais que o homem tenha que seguir esse arquétipo do machão, no seu íntimo eles também necessitam serem compreendidos de outras maneiras”, diz a especialista.
http://www.maisde50.com.br/impressao.asp?conteudo_id=8351
Pesquisa americana sugere que são os homens os mais românticos em uma relação
Por Ilana Ramos
Data de Publicação: 18/7/2011 11:19:00
Esqueça tudo que você já ouviu sobre relacionamentos entre homem e mulher. Que os homens gostam de ter várias parceiras, que as mulheres são mais carinhosas, que eles não gostam de ficar casados por muitos anos. Um estudo encomendado pelo Instituto Kinsey de Sexualidade Humana, dos Estados Unidos, revelou que os homens, mais que as mulheres, preferem relacionamentos longos e estáveis e que são elas que dão mais valor à satisfação sexual do que afetiva.
O estudo envolveu mais de mil casais de cinco países diferentes: Alemanha, Brasil, Espanha, Estados Unidos e Japão. A idade dos envolvidos na pesquisa variou de 40 até 70 anos de idade, estando juntos por um tempo médio de 25 anos. Os casais tiveram que responder questionários específicos para cada gênero, com perguntas sobre a frequência com que faziam carinho no parceiro ou o grau de felicidade no casamento. E os resultados foram impressionantes.
Beijos e abraços foram mencionados mais pelos homens do que pelas mulheres como precursores da felicidade. Eles também revelaram que eram mais felizes do que as mulheres em relacionamentos longos. Em contrapartida, foram as mulheres que se mostraram mais satisfeitas sexualmente. Outro estereótipo surpreendente foi quebrado com a pesquisa: homens que tiveram maior número de parceiras sexuais ao longo da vida foram os que declararam estarem menos felizes na cama. Com relação aos países, os casais que se declararam mais felizes no casamento foram os japoneses, enquanto que os menos felizes foram os brasileiros e espanhóis. Sexualmente, as mulheres japonesas também saem na frente no quesito satisfação, acompanhadas de perto pelas brasileiras.
Resultados como esses impressionaram até especialistas da área. A terapeuta sexual do Instituto Paulista de Sexualidade (INPASEX) Juliana Bonetti Simão gostou do resultado. “Acho a pesquisa surpreendente, pois mostra resultados diferentes dos que são difundidos no senso comum. A pesquisa mostrou que o homem é mais feliz quanto mais tempo permanece com uma parceira. Cabe dizer então, aquele velho clichê que foi reforçado pelo estudo em questão: ‘O que importa não é a quantidade de relações e sim a qualidade das mesmas’. Outro item importante que foi evidenciado e que chama a minha atenção refere-se ao fato de que o Brasil apresentou o maior índice de insatisfação com o casamento dentre todos os países pesquisados. A questão levantada por mim em relação a isso é a de que o Brasil sempre foi conhecido por ser um país tropical em que a sexualidade e a afetividade são vividas de maneira mais tranquila que se comparado a outros países. Acho a pesquisa importante por trabalhar com quebra de crenças e mitos a partir de resultado concretos”, disse.
A cultura de cada país é um fator-chave para a definição dos níveis de felicidade e satisfação nos casamentos. Juliana avalia que “um país oriental como o Japão possui valores ancestrais a respeito do casamento. Creio que há toda uma educação voltada para o fortalecimento dessa instituição. A cultura oriental, em geral, tem barreiras fortalecidas no que se refere à entrada de novos valores de culturas diferentes. Possivelmente, há um investimento emocional nessas relações, da parceria, para que elas consigam ter tanta felicidade no matrimônio”.
Os estereótipos não são bem vistos aos olhos dos especialistas e a quebra de alguns deles pode ser positiva tanto para o profissional quanto para o paciente. “Gosto quando mitos e crenças são quebrados. Uma crença trazida por alguém em consultório muitas vezes pode ser causa de disfunção. Acho que o homem sofre muito com o mito construído em torno de si. Corresponder ao que lhe é exigido pode lhe custar caro. O resultado da pesquisa mostra o outro lado da questão, que por mais que o homem tenha que seguir esse arquétipo do machão, no seu íntimo eles também necessitam serem compreendidos de outras maneiras”, diz a especialista.
http://www.maisde50.com.br/impressao.asp?conteudo_id=8351
- Consulta especializada de salud en Santa Clara - Cuba
- Consulta especializada de salud en Santa Clara - Cuba
lunes, 25 de julio de 2011
La Habana.- La ciudad de Santa Clara, capital de la provincia cubana de Villa Clara, cuenta con los servicios de una consulta especializada de orientación y terapia sexual.
Según expertos, esta modalidad apunta a garantizar la orientación profesional en casos de disfunciones sexuales, las cuales también pueden presentarse en los jóvenes.
En ese sentido, se atienden problemas relacionados con la eyaculación precoz y la anorgasmia o ausencia de orgasmo durante el coito, entre otras situaciones.
Unido a ello están la incomunicación de las parejas, diferentes maneras de violencia, las etapas del climaterio y las conductas sexuales y reproductivas incorrectas.
En otra fase aplican la terapia según las problemáticas de la pareja, pues no existen trastornos orgánicos que estén separados del componente psicológico.
http://www.dtcuba.com/shownews.aspx?c=35621&ref=dtcnews&lng=1
lunes, 25 de julio de 2011
La Habana.- La ciudad de Santa Clara, capital de la provincia cubana de Villa Clara, cuenta con los servicios de una consulta especializada de orientación y terapia sexual.
Según expertos, esta modalidad apunta a garantizar la orientación profesional en casos de disfunciones sexuales, las cuales también pueden presentarse en los jóvenes.
En ese sentido, se atienden problemas relacionados con la eyaculación precoz y la anorgasmia o ausencia de orgasmo durante el coito, entre otras situaciones.
Unido a ello están la incomunicación de las parejas, diferentes maneras de violencia, las etapas del climaterio y las conductas sexuales y reproductivas incorrectas.
En otra fase aplican la terapia según las problemáticas de la pareja, pues no existen trastornos orgánicos que estén separados del componente psicológico.
http://www.dtcuba.com/shownews.aspx?c=35621&ref=dtcnews&lng=1
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Bissexualidade: Será mesmo que existe ou faz parte da modernidade
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Bissexualidade: Será mesmo que existe ou faz parte da modernidade
A bissexualidade existe mesmo ou é apenas um modismo ? Nos deparamos com alguns relatos de homens e mulheres, que desejam em algum período da sua vida o mesmo sexo como tambem o sexo oposto, partindo ou não as vias de fato.
Alguns estudiosos dizem que é póssível desejar o mesmo sexo como tambem o sexo oposto, em diferentes período da vida e sem nunca ter tido com os mesmos uma aproximação mais significativa. Outros dizem que o fato de fantasiar com os diferentes sexos não significa ser homossexual os bissexual, pois o que definiria esta questão é o individuo sentir prazer físico e afetivo com alguem do mesmo sexo.
Outra possibilidade é a do individuo sentir ser bissexual mas que na verdade vai gostar mais de transar com um dos sexos e ter uma queda maior para um lado, como tambem de velar este desejo por culpa da nossa sociedade que não entende que o sexo existe para as pessoas serem felizes, sociedade esta influenciada pela tradição judaico-cristão que identifica a sexualidade como reprodução, reprimindo dessa maneira e até marginalizando outras formas de relação.
Alfred Kinsey (Biólogo) e Fritz Klein (Psiquiatra) testaram em décadas diferentes sua escala de Sexualidade sendo que, em ambos os sexos não existiriam pessoas hetero ou homossexual puros pois, tudo iria depender da fase da vida, do momento psicológico ou mesmo da circunstância do meio que a pessoa está inserida.
E AÍ VEM A PERGUNTA: A BISSEXUALIDADE EXISTE ???
Uns sentem-se atraídos por mulheres, outros por homens e outros, a crermos em Sigmund Freud, no Dr. Alfred Kinsey e em milhões de pessoas que se declaram bissexuais, sentem atração por ambos os sexos. Mas um novo estudo levanta dúvidas sobre se existirá verdadeiramente a bissexualidade pelo menos nos homens. A investigação, da responsabilidade de uma equipe de psicólogos de Chicago e Toronto, vem dar razão aos que já algum tempo duvidam de que a bissexualidade seja uma orientação sexual estável e específica. Neste estudo foram medidos os padrões de excitação genital em resposta a imagens de homens e mulheres. E descobriu-se que, na realidade, os homens que se declaravam bissexuais se excitavam com apenas um dos dois sexos, nomalmente com imagens de homens.
Este estudo é mais amplo de entre várias investigações recentes que indicam que os homens que se declaram bissexuais ( 1,7%, segundo os cálculos ), apresentam padrões de atração física considerávelmente distintos dos desejos que manifestam
Pelo menos desde o século XIX que os cientistas do comportamento concluíram haver alteração bissexual, quer nos homens, quer nas mulheres e tem desde então discutido qual o lugar da bissexualidade na identidade sexual do ser humano. Alguns, como Freud, concluiu que os homens são de natureza bissexual. Nos seus estudos da década de 1.940, Kinsey descobriu que muitos homens casados publicamente heterossexuais declaravam ter mantido relações sexuais com outros homens . " Os homens não representam duas populações diferenciadas, os heterossexuais e os homossexuais ", escreveu kinsey. " Não temos de dividir o mundo entre ovelhas e cabras ".
1,5% das mulheres norte-americanas declaram-se bissexuais. E a bissexualidade aparece mais fácil de demonstrar no sexo feminino. Um estudo publicado em Novembro de 2004, chegou a conclusão de que a a mioria das mulheres que afirmavam serem bissexuais apresentavam sinais de excitação perante homens e mulheres. Ainda que apenas um pequeno grupo de mulheres se declare bissexual, Bailey crê que a excitação bissexual " talvez " seja a norma entre o sexo feminino.
Em meados da década de 1.990, Diamond selecionou um grupo de 90 mulheres em marchas do orgulho GLBT, congressos de especialistas sobre questões de gênero e outros contextos. Metade dessas mulheres consideravam-se lésbicas, um terço consideravam-se bissexuais e as restantes não definiram a sua orientação sexual. " A maioria parece inclinar-se para um lado ou para o outro, mas isto não as impede de manter uma relação com o sexo não preferido ", declara. Uma acrescenta: " Uma mulher pode interessar-se principalmente por mulheres, mas o rapaz que entrega as pizzas hoje está especialmente sexy ... o que havemos de fazer ? ". E acrescenta: " Há muitíssimo movimento e flexibilidade. O que é um fato é que há muito pouca investigação nesta área e muito que aprender ".
Dra.Regina Verisimo
Psicóloga Clínica/Psicoterapeuta Sexual
CRP- 06/48809-1
Nota: Trechos deste estudo sobre Bissexualidade foi publicado no Suplemento de Saúde do EL PAIS
http://reginaverissimo.blogspot.com/2011/06/bissexualidadesera-mesmo-que-existe-ou.html?zx=4c8cf915f1c2fcee
Bissexualidade: Será mesmo que existe ou faz parte da modernidade
A bissexualidade existe mesmo ou é apenas um modismo ? Nos deparamos com alguns relatos de homens e mulheres, que desejam em algum período da sua vida o mesmo sexo como tambem o sexo oposto, partindo ou não as vias de fato.
Alguns estudiosos dizem que é póssível desejar o mesmo sexo como tambem o sexo oposto, em diferentes período da vida e sem nunca ter tido com os mesmos uma aproximação mais significativa. Outros dizem que o fato de fantasiar com os diferentes sexos não significa ser homossexual os bissexual, pois o que definiria esta questão é o individuo sentir prazer físico e afetivo com alguem do mesmo sexo.
Outra possibilidade é a do individuo sentir ser bissexual mas que na verdade vai gostar mais de transar com um dos sexos e ter uma queda maior para um lado, como tambem de velar este desejo por culpa da nossa sociedade que não entende que o sexo existe para as pessoas serem felizes, sociedade esta influenciada pela tradição judaico-cristão que identifica a sexualidade como reprodução, reprimindo dessa maneira e até marginalizando outras formas de relação.
Alfred Kinsey (Biólogo) e Fritz Klein (Psiquiatra) testaram em décadas diferentes sua escala de Sexualidade sendo que, em ambos os sexos não existiriam pessoas hetero ou homossexual puros pois, tudo iria depender da fase da vida, do momento psicológico ou mesmo da circunstância do meio que a pessoa está inserida.
E AÍ VEM A PERGUNTA: A BISSEXUALIDADE EXISTE ???
Uns sentem-se atraídos por mulheres, outros por homens e outros, a crermos em Sigmund Freud, no Dr. Alfred Kinsey e em milhões de pessoas que se declaram bissexuais, sentem atração por ambos os sexos. Mas um novo estudo levanta dúvidas sobre se existirá verdadeiramente a bissexualidade pelo menos nos homens. A investigação, da responsabilidade de uma equipe de psicólogos de Chicago e Toronto, vem dar razão aos que já algum tempo duvidam de que a bissexualidade seja uma orientação sexual estável e específica. Neste estudo foram medidos os padrões de excitação genital em resposta a imagens de homens e mulheres. E descobriu-se que, na realidade, os homens que se declaravam bissexuais se excitavam com apenas um dos dois sexos, nomalmente com imagens de homens.
Este estudo é mais amplo de entre várias investigações recentes que indicam que os homens que se declaram bissexuais ( 1,7%, segundo os cálculos ), apresentam padrões de atração física considerávelmente distintos dos desejos que manifestam
Pelo menos desde o século XIX que os cientistas do comportamento concluíram haver alteração bissexual, quer nos homens, quer nas mulheres e tem desde então discutido qual o lugar da bissexualidade na identidade sexual do ser humano. Alguns, como Freud, concluiu que os homens são de natureza bissexual. Nos seus estudos da década de 1.940, Kinsey descobriu que muitos homens casados publicamente heterossexuais declaravam ter mantido relações sexuais com outros homens . " Os homens não representam duas populações diferenciadas, os heterossexuais e os homossexuais ", escreveu kinsey. " Não temos de dividir o mundo entre ovelhas e cabras ".
1,5% das mulheres norte-americanas declaram-se bissexuais. E a bissexualidade aparece mais fácil de demonstrar no sexo feminino. Um estudo publicado em Novembro de 2004, chegou a conclusão de que a a mioria das mulheres que afirmavam serem bissexuais apresentavam sinais de excitação perante homens e mulheres. Ainda que apenas um pequeno grupo de mulheres se declare bissexual, Bailey crê que a excitação bissexual " talvez " seja a norma entre o sexo feminino.
Em meados da década de 1.990, Diamond selecionou um grupo de 90 mulheres em marchas do orgulho GLBT, congressos de especialistas sobre questões de gênero e outros contextos. Metade dessas mulheres consideravam-se lésbicas, um terço consideravam-se bissexuais e as restantes não definiram a sua orientação sexual. " A maioria parece inclinar-se para um lado ou para o outro, mas isto não as impede de manter uma relação com o sexo não preferido ", declara. Uma acrescenta: " Uma mulher pode interessar-se principalmente por mulheres, mas o rapaz que entrega as pizzas hoje está especialmente sexy ... o que havemos de fazer ? ". E acrescenta: " Há muitíssimo movimento e flexibilidade. O que é um fato é que há muito pouca investigação nesta área e muito que aprender ".
Dra.Regina Verisimo
Psicóloga Clínica/Psicoterapeuta Sexual
CRP- 06/48809-1
Nota: Trechos deste estudo sobre Bissexualidade foi publicado no Suplemento de Saúde do EL PAIS
http://reginaverissimo.blogspot.com/2011/06/bissexualidadesera-mesmo-que-existe-ou.html?zx=4c8cf915f1c2fcee
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