quarta-feira, 27 de julho de 2011

Como vencer a inibição sexual na hora H

Como vencer a inibição sexual na hora H

O segredo consiste em aprender com o tempo o que seu parceiro mais gosta e deseja.
Há pessoas tímidas que, apesar de todo esforço para vencer a inibição, não conseguem mudar. Essas pessoas ou casais precisam de uma pequena ajuda para vencer esses obstáculos. Aqui vão algumas dicas que podem ser seguidas para quebrar aquela ´´barreira`` naquela hora tão esperada:


1) Álcool. Tomar uma ou duas doses de sua bebida favorita pode ser relaxante e até ajudar o começo da relação. Mas, se beber demais, não vai acontecer nada. Por isso, calma. O álcool libera as inibições em quase todo mundo e pode tornar um parceiro mais receptivo aos avanços do outro. Vale a pena experimentar. Com toda moderação, claro!

2) Lugar. Qualquer lugar da casa pode ser perfeito quando tudo está bem. Sempre existe a alternativa do quarto se os dois estiverem se sentindo cheios de desejo. Se um dos dois tiver a fantasia de fazer amor fora de casa, num motel ou no carro, o outro deve considerar essa alternativa para agradar seu companheiro.A roupa. Todos nós nos sentimos mais atraentes com determinadas roupas. Afinal, seja qual for seu fim, elas são sempre uma forma de impressionar. Muitos homens ficam excitados só em ver a mulher com um vestido decotado ou justo, abaixando-se para apanhar uma caneta, por exemplo. Um tapinha, uma carícia nesse momento valem por mil palavras e podem dar início a uma noite maravilhosa.

3) Erotismo. Muitos casais erram ao subestimar o erotismo como estímulo. Isso pode ser conseguido por meio de roupas sensuais, fotografias, quadros, livros e vídeos eróticos.

4) Ações. As brincadeiras e os jogos entre casais devem ser cultivados sempre.
Quanto mais inesperados, melhor. Podem surgir de modo espontâneo, com a mulher flertando com seu parceiro enquanto está servindo a mesa ou tirando algo da geladeira. O homem pode estimular situações engraçadas ao voltar do trabalho, insinuando-se carinhosamente. Enfim, há uma série de brincadeira à disposição do casal e adaptáveis à personalidade de cada um que podem criar um clima de descontração, cumplicidade amorosa e estímulo erótico.
No tocante às expectativas, assim que escolherem a posição ideal para os dois, busquem propiciar um ao outro o máximo de prazer possível, já sabendo o que o outro mais gosta. Ambição em sexo também é sempre saudável: vencendo as inibições, procurem ter um orgasmo realmente intenso e extasiante a cada encontro sexual.
Outras duas dicas que podemos adicionar fica para aquela dos ´´beijos sensuais``, que podem ser dados em todas as partes do corpo com os lábios ou com a língua. Podem ser delicados ou fortes o bastante para deixar marcas. É surpreendente perceber como algumas partes do corpo são esquecidas quando usamos nossa boca para dar prazer. Se você ainda não experimentou beijar a pessoa amada nos ombros, na barriga, ela poderá dizer, com toda razão, que ainda não foi beijada devidamente.
E, por último, como segunda dica, consite em ´´brincar de tocar``, pois, a pele é a mais subestimada e negligenciada de todas as regiões sensuais. Ao fazer uma massagem, use a imaginação para despertar no parceiro novas sensações.

Celso Fernandes, jornalista, escritor.
http://sexomulherzinha.blogspot.com/2011/01/como-vencer-inibicao-sexual-na-hora-h.html

Prazer sexual (Tesão) x Afetividade (Paixão)

Prazer sexual (Tesão) x Afetividade (Paixão)



Tendo acabado de assistir ao programa de entrevistas do Jô Soares, corri para o computador na intenção de escrever esse artigo antes que as palavras e idéias fugissem da minha mente e o sono pudesse apagar as interrogações que uma das entrevistas do programa me deixou.


Um dos convidados da noite foi o psicoterapeuta Flávio Gikovate lançando seu livro, “Nós, os humanos” que foi escrito baseado nas experiências com pacientes em seu consultório e também com as perguntas dos ouvintes do seu programa de rádio onde é constantemente procurado por homens e mulheres(segundo ele os homens hoje estão quase empatando em número com as mulheres ) para tirarem dúvidas sobre comportamento amoroso e mais ainda sobre comportamento sexual.

Uma das suas colocações me chamou bastante atenção e me criou muitas dúvidas, ao invés de esclarecer as que já possuo: interrogado pelo próprio Jô sobre a questão do sexo envolvendo afetividade (paixão ou amor) ele respondeu, afirmando com exatidão, que haveria um conflito, até mesmo uma competição, entre esses dois elementos ou seja, toda vez que um predomina está enfraquecendo ou destruindo a força do outro. Segundo ele, num relacionamento onde há a afetividade o sexo ou prazer sexual, mais popularmente conhecido como tesão, fica enfraquecido ou mesmo se acaba(automaticamente lembrei-me de alguém que conheço e que adepto dessa teoria).

Surgiu imediatamente na minha cabeça a pergunta que aliás não me deixou dormir até então.Teremos que nos transformar em máquinas de fazer sexo para despertar orgasmos em nossos parceiros? Se as pessoas têm que se relacionar sexualmente sem nenhum envolvimento afetivo não seria isso uma espécie de masturbação camuflada?
Ele até citou que um de seus pacientes disse que “fazer sexo com prostitutas é o mesmo que uma masturbação terceirizada”. Concordo plenamente

Sei que o conceito de sexo entre homens e mulheres é muito diferente. Sei que muitas mulheres hoje já optam pelo prazer puramente sexual, mas porque tantas pessoas, como ele mesmo afirma, ainda usam a expressão “fazer amor” quando se referem a fazer sexo com outra pessoa?
Acho que a expressão fazer amor seria um tanto ingênua no que se refere a prazer e orgasmo, porque existe a parte meramente física e sexual, que é muito importante e a satisfação sexual como uma satisfação física não pode ser descartada, mas não discordo que os dois elementos possam andar juntos. Creio inclusive que seria a combinação mais acertada.

Partindo da afirmação do psicoterapeuta de que amor e tesão são concorrentes então me pergunto: nós mulheres para sermos desejadas por nossos homens devemos virar objetos de uso puramente sexual?apenas um corpo sem necessariamente possuir uma mente? Sendo assim onde fica a nossa individualidade? O que é que vai fazer a diferença entre uma mulher e outra? Será o vocabulário que deva usar para excitar o seu macho? Ou apenas a aparência física? Ou as posições e peripécias que aprendeu no seu “currículo sexual”?
Terá mais competência aquela que souber falar mais putarias?

Não seria essa uma maneira de subestimar as mulheres e voltar a estaca zero depois de tudo que conquistaram?
Tudo bem que palavras excitantes são necessárias e estimulantes, podem ser até mesmo motivadoras. Mas no caso a relação se resumiria a isso? Ganha aquela que tiver um vocabulário mais “rico”? Sendo assim não precisamos mais da presença física. Deve ser por isso que o sexo por telefone, e agora mais ainda o virtual vem crescendo tanto.

Não condeno nenhuma maneira de se fazer sexo desde que proporcione o prazer satisfatório mas ainda penso que o contato físico seja importante, pele com pele, calor do corpo, olhar nos olhos, ouvir a sinfonia do outro... e tudo mais que pintar.
Mas as pessoas criaram o medo de se envolver. Não querem criar vínculos. Não querem construir histórias.
E quando a velhice chegar, quando o sexo não será mais tão predominante, o que terão para contar? Contarão apenas o número de mulheres ou homens que lhes proporcionaram orgasmos inesquecíveis ao longo dos anos?

Não sou contra os orgasmos, muito pelo contrário, tenho uma grande apreciação pela satisfação sexual, mas quero ter o direito de me envolver com o meu homem, de escolher aquele que é diferente, quero amar e ser amada sem medo e sem restrições e que esse amor traga mais tesão ainda, na hora de ir pra cama. Quero saborear o antes, o “na hora” e o depois e não simplesmente ter alguém que goze e depois vire para o lado esquecendo que estou ali. E as carícias depois de toda a tensão e do relaxamento que o sexo proporciona? Onde fica esse momento de prazer imensurável?

Ir pra cama com qualquer um não tem segredo nem mistério. Segredo é saber compartilhar, é criar raízes, trocar experiências, construir uma história da qual possam lembrar com saudade, rir que nem criança das bobagens do outro, sentir prazer na companhia de alguém,contar o tempo de se ver de novo e que isso tudo só venha enriquecer e apimentar a relação, criando um tesão muito maior que o tesão puramente sexual.
Talvez essa visão seja para alguns demasiadamente romântica, mas é a minha visão e é assim que quero continuar encarando essa questão. Sei que é difícil, mas ainda existem pessoas (inclusive homens), que concordam com esse meu ponto de vista e que com certeza não vão deixar de ser mais machos por pensarem dessa forma.

E que venha esse homem, compartilhe essa idéia comigo, divida suas paixões e seus momentos importantes, e me proporcione muitos momentos de prazer sexual, mas também outros que também não podem deixar de existir.
Posso até respeitar os que pensam de forma contrária mas tenho o direito de não deseja-los para mim.


Livia chamusca


Fonte: Recanto das Letras
http://sexomulherzinha.blogspot.com/2011/05/prazer-sexual-tesao-x-afetividade.html

Mulheres mais velhas com homens mais jovens

Mulheres mais velhas com homens mais jovens


Há uma questão que vem sendo levantada com freqüência pelas mulheres nos sites de relacionamentos: por que homens a partir de determinada faixa etária dão explícita preferência a jovens com idade de serem suas filhas ou netas?


Existe uma tendência a confinar mulheres menos jovens à marginalização amorosa. Acontece que a maioria das mulheres, aos 50 e até aos 60, que são vaidosas e pensam na saúde, estão se cuidando, e vale a pena assinalar que os 50 anos de hoje equivalem aos 40 dos velhos tempos, e assim por diante.

Mulheres de trinta, atualmente, são garotas, se comparadas às famosas balzaquianas (termo usado para as mulheres de 30 anos, a partir da obra de Balzac, escritor francês do século XIX). Hoje, provavelmente, Balzac falaria das mulheres de 40 anos e não mais nas de 30. As balzaquianas representavam a mulher em todo o seu esplendor, tanto físico quanto mental.

Ocorre de mulheres de 54 anos colocarem em seu perfil que têm 49. Podem fazê-lo, uma vez que não aparentam mais do que isso. O fato é que falseiam a verdade porque, quando são sinceras, não obtêm um bom resultado em suas tentativas de contato.

Uma delas conta que, às vésperas do primeiro encontro, resolveu dizer a verdadeira idade. Passou a ser execrada pelo parceiro, até então romântico e cheio de projetos para o futuro dos dois. Tudo foi pelos ares. O homem sentiu-se enganado! “Essa mulher mente; não é confiável”, deve ter pensado. Com efeito, o fato só se tornaria relevante se houvesse má fé por parte da mulher. Exemplo: se este homem lhe tivesse dito, claramente, que desejava ter filhos e que para ele a parceira deveria ter no máximo ‘X’ anos.

Homens que estão passando dos 50 são muito apreciados por mulheres a partir de 40 anos. Em algumas circunstâncias, porém, eles sentem necessidade de ter um filho justamente nessa fase, para provar a si mesmos e aos outros que nada perderam de sua virilidade. Essa reação dos homens frente ao passar dos anos é mais comum do que se pensa.

Os que são inseguros e narcisistas não têm condições emocionais de se aproximar de uma mulher com mais de 40, 45 anos. Ela lembraria a ele, pela própria idade, a fase em que se inicia o declínio da juventude que, se ele pudesse, adiaria para sempre. Já homens na faixa dos 30 não têm esse tipo de problema com mulheres dessa idade. É impossível projetar nelas o que ainda não os ameaça: a idéia do envelhecimento e da morte.

Outro fenômeno se observa com homens que se aproximam dos 60 anos: talvez por motivos psicológicos, precisam de corpos em que a perda do viço da juventude ainda não tenha se insinuado para que possam sentir-se sexualmente excitados. Querem um falso “espelho” que reflita o que eles já começaram a perder; por meio dessa identificação, experimentam uma espécie de júbilo vicário.

O comportamento discriminatório dos homens em relação a mulheres mais velhas chega ao ponto de eles sentirem certa repulsa diante delas. Basta, para isso, que apresentem qualquer mácula em sua aparência – em geral, sinais de envelhecimento, como uma ruga, a pele menos viçosa, o corpo menos rijo, etc.

Vale ressaltar que a idade, antes um dado pessoal, está sendo divulgada na mídia com naturalidade. A pergunta “Quantos anos você tem?” já não causa constrangimento nem a quem a faz nem a quem se dirige. Essa curiosidade é tida como legítima e parece servir para avaliar as pessoas.

Quando se trata de uma mulher e a indagação parte de um homem aparentemente interessado nela, existe implícita a dúvida: “Será que vale a pena investir em você no mercado amoroso?”. Ora, diante de preconceitos e comportamentos deselegantes e prematuros, as pessoas têm o direito de silenciar ou mentir. Este não é um critério confiável para se avaliar alguém e, no entanto, muitas mulheres se culpam quando não são sinceras.

Aos 60 anos, embora você esteja atraente e sensual, talvez alguém resolva considerá-la velha e entenda que nessa idade não deve fazer ‘isto’ ou desejar ‘aquilo’. Aos 65, estará na estatística dos que entram na 3ª idade. Você se dobrará ao que a sociedade decidiu por você?

Cada fruto tem seu tempo de maturação e assim é também com o ser humano. Cada um tem seu momento para decidir se ficou idoso e do quê deve ou precisa abdicar. Enquanto o preconceito fervilha, é preciso ignorá-lo e seguir adiante norteada pelo próprio desejo e pela certeza de que, a essas alturas, é você quem deve saber o que é melhor para você.

Como o preconceito com a idade da mulher existe também em homens sensíveis e de bom nível intelectual, adota-se o padrão biológico para explicar esse fato. A preferência por parceiras jovens teria origem na própria espécie, já que o homem pode gerar filhos até uma idade bem avançada e por meios naturais, o que não acontece com a mulher. Haveria, então, como que uma tendência instintiva do macho para continuar a cumprir sua função de reprodução, visando ainda o aprimoramento da espécie humana; daí procurarem as fêmeas mais belas, jovens e sadias. Entre os animais irracionais, os tubarões são um bom exemplo: estão encarregados de eliminar peixes doentes e enfraquecidos pela velhice. Realizando uma verdadeira varredura nos oceanos, eles devoram os que não podem ou não devem mais procriar.

A pecha de que as mulheres procuram homens ricos, fortes e poderosos, relegando os outros a segundo plano, se explicaria, também, desse ponto de vista: pelo “instinto” de preservação que a mãe teria em relação à sua prole. Não se pode esquecer que o homem é o protetor ancestral da mulher e das crias.

Levando-se em conta várias pesquisas, concluiu-se que a beleza é uma dádiva genética que só alguns recebem e que leva a resultados surpreendentes. Provou-se que mulheres e homens bonitos são tratados com mais consideração e atingem os postos mais disputados em sua profissão mais facilmente que os outros. A beleza é, portanto, um elemento facilitador de sucesso em todas as áreas. Com o passar do tempo, porém, a beleza começa a se esvair. Também os hormônios se alteram: diminui o estrogênio e aumenta a testosterona. Foi provado que a presença do estrogênio em maiores níveis no organismo feminino é sentida pelo homem e o atrai nessa direção, mais uma vez, em função da procriação.

Até agora, tudo parece conspirar contra as mulheres de mais idade. Será isso mesmo? Que tal pensarmos nas vantagens que os homens têm ao se ligar afetivamente a essas mulheres?

1) Elas não têm mais o instinto para a procriação, uma vez que, em geral, já cumpriram essa função. Estão, por isso, mais atentas e disponíveis para outros aspectos prazerosos da vida.

2) Quando não são muito carentes e ansiosas é porque não se privaram de experiências amorosas. Se viveram um período de solidão, é quase certo que aprenderam o que é essencial para sua felicidade. E, de uma forma ou outra, tornaram-se mais compreensivas, tolerantes e generosas para com aquele que vierem a amar.

3) Elas estão se mantendo bonitas por mais tempo, graças a cuidados específicos e a recursos antes inexistentes. Mulheres sozinhas dispõem de mais tempo para dedicar-se à conservação de uma boa forma e preocupam-se em ser mais atraentes, explorando tudo que têm a seu favor para compensar a ‘desvantagem’ de já não serem tão jovens.

4) Enquanto os homens guiados – a bem dizer – por instintos biológicos e/ou narcísicos priorizam as experiências com jovens, mulheres da mesma faixa etária sabem poupar-se de experiências semelhantes, fadadas, quase sempre, ao fracasso. Na maioria das vezes, já viveram suas paixões e agora buscam uma relação sólida e amorosa, o que não subentende tédio e falta de emoção.

5) Muitas mulheres, de 45, 50 e até 60 anos, fazem reposição hormonal. Por técnicas artificiais de fecundação, uma mulher de 63 anos pôde dar à luz um filho absolutamente saudável, driblando os médicos, ao diminuir sua idade para 55, limite imposto para o tipo de procedimento usado nesses casos. Isso quer dizer que mesmo um indivíduo sem filhos pode tê-los com uma mulher de mais idade.

6) Com o tempo, muitos homens se dão conta do antigo desejo de terem uma mulher só para eles, e percebem que uma companheira saudável e de idade próxima da sua é a que pode realizá-lo nesse sentido. Com filhos criados e casados, muitas vezes já aposentadas, a convivência com essas mulheres é descoberta como sendo mais satisfatória do que a companhia mais exigente e trepidante da mulher de 20 ou 30 anos, com seu instinto materno a todo vapor.

Fonte: Plena Mulher
http://sexomulherzinha.blogspot.com/2011/07/mulheres-mais-velhas-com-homens-mais.html

5 perguntas que acabam com o clima no sexo

22 de junho de 2011
5 perguntas que acabam com o clima no sexo

O seu amado já demonstrou que está decidido a fazê-la a mais feliz das criaturas esta noite. A última coisa que você deseja é jogar um balde de água fria, levantando questões transcendentais do tipo.
Conheça as 5 perguntas que acabam com qualquer clima.

1. Você me ama?
O que ele ouve: "Então, quando vamos nos casar?"
Fazer uma pergunta sobre o relacionamento bem no meio do ato sexual é, no mínimo, desanimador. De repente, ele vai ter que parar de sexualizar seus sentimentos em relação a você e começar a intelectualizá-los.

2. Você acha que estou gorda?
O que ele ouve: "Só penso em mim"
Ao levantar esse tipo de assunto, você se mostra mais preocupada com a própria aparência do que em conectar-se com ele naquele momento. A melhor razão para evitar esse tipo de papo é que, falando do assunto, você estará chamando a atenção para um defeito seu que provavelmente ele não notaria em 1 milhão de anos!

3. Será que eu peço aumento?
O que ele ouve: "É mais interessante fazer conta no canhoto do talão de cheques do que estar na cama com você"
Nada é mais mortal do que começar um papo de trabalho. Isso não significa que vocês nunca devam falar sério. Conversar sobre os problemas do casal é parte vital de qualquer relacionamento. Mas não pode deixar as irritações do dia-a-dia interferirem no romance.

4. Isso é tudo?
O que ele ouve: "Você falhou"
Qualquer comentário sobre a performance ou o equipamento do moço só vai servir para diminuir os dois. O sexo, especialmente para casais que estão indo para a cama pela primeira vez, pode ser confuso. É tudo novo: os corpos, o ritmo... Então, que tal ser mais construtiva, dizendo a ele o que está fazendo certo?

5. Contei a você a viagem que eu e Ricardo fizemos ao Pantanal?
O que ele ouve: "Você não chega aos pés dos outros homens que tive"
Mencionar ex-namorados na cama vai parecer um lembrete freudiano de que você não está satisfeita. Mesmo comparar o seu namorado favoravelmente, comentando como o ex era baixinho ou mal-humorado, não é boa política. E, para arrematar: se quer que ele se concentre em você, não pergunte sobre as ex dele, quando estiverem na cama. A última coisa de que precisa é um ménage à trois com as lembranças do seu último amor.

Fonte: M de Mulher
http://sexomulherzinha.blogspot.com/2011/06/5-perguntas-que-acabam-com-o-clima-no.html

Casos de gravidez na adolescência caem 37% em 11 anos em SP

26/07/2011 - 12h13

Casos de gravidez na adolescência caem 37% em 11 anos em SP
DE SÃO PAULO

A Secretaria Estadual de Saúde divulgou nesta terça-feira um balanço em que aponta queda de 37% no número de adolescentes grávidas em São Paulo, entre os anos de 1998 e 2009. São consideradas na pesquisa garotas com idades entre 10 e 19 anos.

Segundo os dados, foram registrados 148.018 casos de gravidez na adolescência em todo o Estado no ano de 1998. Já em 2009 --último dado consolidado--, esse número caiu para 92.812 casos.

A queda mais acentuada foi registrada na faixa etária de 15 a 19 anos. O número de adolescentes grávidas nessa idade caiu de 143.490, em 1998, para 89.176, em 2009, o que corresponde a uma queda de 37,8%.

Já entre as jovens com idades entre 10 e 14 anos, a queda no índice de gravidez foi de 19,7%. Foram 4.528 casos em 1998, contra 3.636 em 2009.

A secretaria informou que para auxiliar na prevenção à gravidez, desde julho de 2007, estão disponíveis contraceptivos comuns e pílulas do dia seguinte em 20 unidades da Farmácia Dose Certa, na capital, situadas em estações de metrô, trem e centros de saúde.

Para o interior, litoral e Grande São Paulo a Secretaria também passou a enviar anticoncepcionais, pílulas do dia seguinte e DIUs, para distribuição em Unidades Básicas de Saúde, em complemento ao repasse do governo federal.

A pasta ainda mantém um telefone para tirar dúvidas dos adolescentes sobre sexo seguro, anticoncepcionais e relacionamentos afetivos, entre outros assuntos. Uma equipe atende jovens que ligam em busca de algum tipo de orientação, pelo telefone (11) 3819-2022. O horário de funcionamento é de segunda à sexta-feira, das 11h às 14h.
http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/949865-casos-de-gravidez-na-adolescencia-caem-37-em-11-anos-em-sp.shtml

Skinhead gay luta contra a homofobia pelas ruas de São Paulo

26/07/2011 - 16h04
Skinhead gay luta contra a homofobia pelas ruas de São Paulo
CRISTINA MORENO DE CASTRO
DE SÃO PAULO

Aos 16 anos, Danilo se interessou pela cultura skinhead, de suspensórios, coturnos, tatuagens e cabeças raspadas. Entrar nessa tribo teria sido fácil, não fosse por um detalhe: ele é gay.

Skinheads 'da paz' querem se livrar do estigma de racistas

"Eu pensava: não dá para eu falar que sou skinhead porque os caras não gostam de gay." Naquela época, alguns carecas já ocupavam as páginas policiais dos jornais, com seus ataques a negros.




Marisa Cauduro-30.jun.11/Folhapress








O skinhead Danilo, 29, que quebrou o braço durante confronto com policiais na marcha da maconha em SP


"Mas esses fascistas são minoria", assegura, apesar de ser alvo deles. Ele diz que a tribo cultural surgiu na Jamaica, nos anos 60, e se disseminou com imigrantes que foram trabalhar como operários na Inglaterra, no mesmo período em que o movimento punk também surgia nos subúrbios britânicos.

Ao explicar por que resolveu entrar para esse grupo, diz simplesmente: "Skinhead é um cara que gosta de ouvir ska, tomar cerveja e jogar futebol com os amigos."

Hoje, aos 29 anos, ele articula uma das vertentes que ajudou a criar, há dois anos: a Ação Antifascista, que reúne 136 pessoas na rede social Facebook.

O grupo também tem duas lésbicas skinheads, seis punks bissexuais e dois que se definem como assexuados. O restante é heterossexual, mas defende a luta contra a homofobia.

"Somos contra qualquer tipo de preconceito e lutamos pelas liberdades."

Eles costumam se reunir em botecos, semanalmente, mas agora terão uma sede própria, com direito a eventos para tentar desmistificar a ideia de que todo skinhead e punk é brutamontes.

Desde que foi criado, o grupo já participou de uma marcha contra a homofobia que ocorreu no fim do ano passado (depois que garotos atacaram homossexuais com lâmpadas fluorescentes na avenida Paulista), de marchas contra o aumento do preço do ônibus, a favor da legalização da maconha e, mais recentemente, esteve na Parada Gay.

Pela primeira vez, eles participaram do evento em grupo, empunhando uma faixa que dizia que punks e skinheads estavam juntos --o que já é raro-- contra a homofobia --o que foi surpreendente para muita gente, que chegou a aplaudir o grupo durante o desfile.

Até policiais se surpreenderam: os membros da Ação Antifascista chegaram a ser enquadrados minutos antes de começar a Parada e foram detidos quando se reuniam para organizar a participação, na quinta-feira anterior.

Em maio, na marcha da maconha que terminou em confronto com a polícia, Danilo quebrou um braço ao tentar fugir de uma bomba de efeito moral. Ficou uma semana internado e, três dias depois de sair do hospital, foi atacado por uma gangue neonazista chamada Front 88.

Hoje ele evita a Galeria do Rock, a rua Augusta, a Paulista e a Liberdade, onde essas gangues se reúnem, por ser alvo fácil: "É como se eu andasse com uma setinha: aqui, anarquista, skinhead e homossexual, bata nele."
http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/949886-skinhead-gay-luta-contra-a-homofobia-pelas-ruas-de-sao-paulo.shtml

Índio é preso no Sul da Bahia acusado de abusar de oito crianças

27/07/2011 - 05h59
Índio é preso no Sul da Bahia acusado de abusar de oito crianças
Anderson Sotero
Especial para o UOL Notícias
Em Salvador
O índio Tupinambá Fidelcino dos Santos, de 67 anos, foi preso em Belmonte, a 695 km de Salvador, acusado de abusar sexualmente de oito meninos e meninas da tribo Patiburi, que fica no povoado de Boca do Córrego, em Belmonte.

As vítimas, entre elas uma menina de sete anos com síndrome de Down, tinham idades entre 3 e 11 anos. De acordo com a polícia, os abusos eram praticados pelo índio há mais de um ano.

O crime só foi descoberto quando a mãe de uma das meninas abusadas, de apenas 3 anos, procurou a cacique da tribo, Maria do Carmo Querino Santos, conhecida como Kátia, para denunciar o abuso. A cacique começou a investigar a denúncia e descobriu que o índio era apontado como o responsável pelo abuso de outras crianças da tribo.

“Ele ameaçava as vítimas com um facão e dizia que mataria os pais das crianças caso fosse denunciado”, disse a titular da Delegacia Territorial de Belmonte, a delegada Teronite Bezerra.

O índio Tupinambá, que vivia na mesma tribo das vítimas, é casado e pai de quatro filhos. Ele foi preso em flagrante pela Polícia Militar e conduzido para a delegacia da cidade, onde permanece sob custódia. Ainda de acordo com a delegada, ele será transferido para a cidade de Porto Seguro por motivo de segurança.
http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2011/07/27/indio-e-preso-no-sul-da-bahia-acusado-de-abusar-de-oito-criancas.jhtm