Sexo sem ereção
O que fazer quando o homem se recusa a conversar sobre o assunto?
19/03/2010
"Eu tenho 47 anos e estou muito bem fisicamente, não estou na menopausa, tudo funciona, rs. O meu problema, na verdade é outra ordem. Eu tenho um namorado há um ano que, infelizmente, não me dá prazer. Eu fui casada, mas tive outros namorados. O problema do meu parceiro é que ele têm 60 anos e simplesmente não consegue ter uma ereção.
Eu já tentei de tudo. Nas preliminares ele é ótimo. Me desculpe ser tão direta, mas quando eu procuro um pênis ereto, simplesmente não encontro. E isso vem acontecendo desde o início. Já conversei e ele diz que não tem nenhum problema com ele. Aí fica difícil.
O que eu preciuso saber é como é possível um homem parecer ficar tão excitado e não ter ereção? Eu posso fazer alguma coisa? Não queria abrir mão do relacionamento, mas toda vez que entra a possibilidade de sexo, fica só na possibilidade. E eu fico me sentindo mal e sem saber se eu tenho alguma culpa."
Maria, RS
Pelo que você relata, desejo não é o problema entre vocês, a dificuldade é de ereção. Assim como temos menopausa, com queda de hormonios, homens também apresentam queda de testosterona. Algumas vezes, utilizam medicações ou mesmo apresentam algumas doenças que dificultam a ereção. O ideal seria ele procurar um urologista e ver a possibilidade de usar sildenafila (a famosa pilula azul) que, na verdade, tem pouquíssimas contraindicações.
O que observo na prática é que muitos homens não se beneficiam do avanço da medicina por puro tabu. Portanto, a aconselho a abordar o assunto de uma maneira descontraída, sem cobranças, e também a não insisitir, caso ele não se sinta confortável para falar sobre o assunto. Dê um tempo a ele para pensar, lançe a idéia, e desfrute outras maneiras, tão prazerosas quanto a penetração vaginal.
Lembre-se que onde há pele, há prazer! Use todos os seus sentidos. Audição, olfato, paladar, visão e, principalmente, o tato. Pense nas inúmeras possibilidades que você poderia propor para vocês se divertirem muito até o clima ficar mais descontraído, e ai a pilula azul surgir!
O importante é vocês terem prazer um com outro, não importa a maneira pela qual isso se dê!
*Cybele Soares é formada há mais de 30 anos em Medicina pela Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ, com especialidade em ginecologia e obstetricia. É pós-graduada em Sexualidade Humana e em Geriatria e Gerontologia
http://www.maisde50.com.br/editoria_conteudo2_t2.asp?conteudo_id=7792
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Sexo na maturidade
- Sexo na maturidade
Toda a verdade sobre o sexo depois dos 50 anos
PorIlana Ramos
28/07/2011
A mulher sente menos vontade de transar depois da menopausa? Homem gosta que a mulher tome a iniciativa na hora da relação? Ainda existe receio de se ter uma conversa aberta e madura sobre sexualidade na maturidade e muitos mitos que permeiam a imaginação dos menos bem informados. Para acabar de vez com as dúvidas, conversamos com um especialista e desvendamos toda a verdade sobre o sexo na maturidade.
Ainda é muito difícil falar sobre sexo, especialmente com pessoas maduras. Segundo o autor do livro “Como levar um homem à loucura na cama”, o jornalista e psicanalista Mauricio Sita, isso acontece “porque o sexo é um tabu. Ainda é um assunto que deixa as pessoas pouco à vontade. As pessoas têm sua vida sexual reprimida há séculos, aprenderam que o sexo era pecado. Não acho que o desconforto do assunto seja apenas na maturidade, mas começa na adolescência, especialmente nas mulheres. Essa é uma repressão que a persegue durante toda a vida. Ela dificilmente pode tomar a decisão de fazer sexo simplesmente por prazer, não por amor. Isso está muito relacionado ao ônus da gravidez que ela carrega ao transar e, mesmo com o advento da pílula e outros métodos anticoncepcionais, isso não mudou. O comportamento condicionado há anos não permite uma mudança radical”.
Para esclarecer de uma vez por todas os mitos e as verdades acerca do sexo maduro, o Maisde50 preparou uma lista com sete questões sexuais para o especialista Mauricio Sita contestar. Confira abaixo:
1. É verdade que as pessoas vão perdendo interesse por sexo à medida que envelhecem?
“Não. O que acontece é que a pessoa mais velha já passou pela situação do casamento fiel, que acaba gerando monotonia no relacionamento sexual em 80% dos casos. Em meu livro, faço um manifesto “pró-qualidade de vida, antimonotonia. A monotonia mata o relacionamento. O casal pode continuar casado, felizes, amigos, mas não são mais os amantes que o outro gostaria que fossem. Como já disse Roberto Freire em 1960: ‘sem tesão não há solução’. O tesão pela vida, pelo trabalho, pelo parceiro. A falta de tesão diminui o vigor sexual, mas não necessariamente o desejo de sexo”.
2. O homem mais velho tem sempre dificuldade de ereção?
“A capacidade de ereção diminui, sim, mas ela só é mais acentuada a partir dos 75 anos de idade. Até lá, a capacidade é boa, embora ele acabe dependendo muito mais de estímulo para ter ereção. O estímulo deve acontecer e, para isso, a mulher precisa estar bem vestida, bem humorada, bonita, cheirosa. Se ela não se cuida, não seduz, não excita o homem, não pode reclamar que sua capacidade de ereção não está tão boa quanto antes. Às vezes ela não se preocupa em seduzir o homem e quer que o sexo aconteça. Lógico que a capacidade não é a mesma de quando ele tinha 20 anos de idade, mas vigor sexual continua muito grande e ativo, dependendo da excitação do homem. E ainda existem os medicamentos”.
3. A menopausa diminui o desejo sexual da mulher?
“Não necessariamente. A diminuição do desejo é mais psicológica, já que ela recebe a informação durante muitos anos de que não vai ter mesmo vigor e vontade depois da menopausa. Fisiologicamente, no entanto, não muda praticamente nada, exceto se tiver alguma deficiência ou desequilíbrio hormonal. Mas, para isso, existe a reposição hormonal. Em outros casos, a excitação da mulher após a menopausa depende também muito do homem. Ele também precisa seduzir, excitar a mulher, se cuidar”.
4. É comum masturbar-se também na maturidade?
“Mais comum pro homem e menos pra mulher. Deveria ser mais pra ela do que é, porque ela tem desconhecimento da própria sexualidade. Há mulheres que só têm orgasmo clitorial porque não desenvolveram habilidade de praticar sexo vaginal buscando o orgasmo, com esse foco. Como o clitorial é mais fácil, ela se habitua a esse orgasmo. Em média, 75% das mulheres têm orgasmo clitorial e, dessas, 60% tem os dois tipos.Porém, há um número absurdo de mulheres anorgásmicas, que nuca tiveram nenhum tipo de orgasmo, superior a 20%. Ela deveria se masturbar mais, para se conhecer melhor e poder orientar seu parceiro. Ela tem sensibilidade diferente no clitóris. Mas ainda sim a masturbação feminina é menos frequente que a masculina”.
5. O homem sempre deve estar pronto e apto para o sexo?
“Essa é a exigência social feita pro homem. Tanto que é comum garotos entre 17 e 25 anos falarem que brocharam algumas vezes quando ‘precisaram’ fazer sexo. Há uma exigência interna do homem de estar sempre disposto, sempre preparado. Qualquer coisa que aconteça que impeça a ereção, o leva ao desespero. Deveria estar sempre pronto, desde que a parceira fosse a mulher que o excitasse, encantasse, motivasse pro sexo. Se ela não for assim, ele pode ter problema em conseguir uma ereção”.
6. É a mulher que sempre tem que seduzir?
“Há duas visões sobre isso. O homem adoraria que ela tivesse o vigor sexual dele, estivesse sempre disponível, mas ele não acha que mulher deve sempre tomar iniciativa. Em uma pesquisa feita por mim, onde 257 homens responderam, perguntei exatamente isso e 82% votaram que devem tomar iniciativa às vezes, 16% sempre e 2% nunca. O homem gostaria que ela tivesse mais disposição e tomasse mais iniciativa, pelo menos de vez em quando. Ela não toma porque acha que se demonstrar toda vontade de sexo que tem, ele vai interpretá-la mal. Se em um casamento de muitos anos ela de repente começar a tomar iniciativa, ele vai estranhar. Ela acaba se refreando por não saber como o homem encara isso. Ideal é que ambos conversassem sobre isso. A mulher pode mandar um torpedo durante o dia ou e-mail dizendo “tô com vontade de você”. Ela tomou uma iniciativa romântica, onde fez uma abordagem sexual. A iniciativa pode ser até no beijo de despedida de manhã: ‘que pena que você está indo embora’. Pode começar ali.”
7. O ponto G existe?
“Estou fazendo uma pesquisa para um novo livro, dessa vez com mulheres. Pelas respostas que tenho obtido até agora, 85% delas dizem que existe sim. Então, deve existir. O que acontece é que, da mesma forma que através da masturbação ela se conhece mais, ela poderia descobrir o ponto G dela. Dizem que é um lugar em contraposição ao clitóris, atrás dele. O homem também deve fazer uma tentativa de encontrar, de excitar a mulher. Mas ela deve estar com o pensamento na cabeça de que ele existe. Se ele fizer a incursão e a tentativa de excitá-la, ela precisar dar ao homem tempo dele descobrir. Se não, vai acabar por ali mesmo. Pela pesquisa, 85% delas dizem que têm ótimos orgasmos no Ponto G”.
http://www.maisde50.com.br/editoria_conteudo2.asp?conteudo_id=8363
Toda a verdade sobre o sexo depois dos 50 anos
PorIlana Ramos
28/07/2011
A mulher sente menos vontade de transar depois da menopausa? Homem gosta que a mulher tome a iniciativa na hora da relação? Ainda existe receio de se ter uma conversa aberta e madura sobre sexualidade na maturidade e muitos mitos que permeiam a imaginação dos menos bem informados. Para acabar de vez com as dúvidas, conversamos com um especialista e desvendamos toda a verdade sobre o sexo na maturidade.
Ainda é muito difícil falar sobre sexo, especialmente com pessoas maduras. Segundo o autor do livro “Como levar um homem à loucura na cama”, o jornalista e psicanalista Mauricio Sita, isso acontece “porque o sexo é um tabu. Ainda é um assunto que deixa as pessoas pouco à vontade. As pessoas têm sua vida sexual reprimida há séculos, aprenderam que o sexo era pecado. Não acho que o desconforto do assunto seja apenas na maturidade, mas começa na adolescência, especialmente nas mulheres. Essa é uma repressão que a persegue durante toda a vida. Ela dificilmente pode tomar a decisão de fazer sexo simplesmente por prazer, não por amor. Isso está muito relacionado ao ônus da gravidez que ela carrega ao transar e, mesmo com o advento da pílula e outros métodos anticoncepcionais, isso não mudou. O comportamento condicionado há anos não permite uma mudança radical”.
Para esclarecer de uma vez por todas os mitos e as verdades acerca do sexo maduro, o Maisde50 preparou uma lista com sete questões sexuais para o especialista Mauricio Sita contestar. Confira abaixo:
1. É verdade que as pessoas vão perdendo interesse por sexo à medida que envelhecem?
“Não. O que acontece é que a pessoa mais velha já passou pela situação do casamento fiel, que acaba gerando monotonia no relacionamento sexual em 80% dos casos. Em meu livro, faço um manifesto “pró-qualidade de vida, antimonotonia. A monotonia mata o relacionamento. O casal pode continuar casado, felizes, amigos, mas não são mais os amantes que o outro gostaria que fossem. Como já disse Roberto Freire em 1960: ‘sem tesão não há solução’. O tesão pela vida, pelo trabalho, pelo parceiro. A falta de tesão diminui o vigor sexual, mas não necessariamente o desejo de sexo”.
2. O homem mais velho tem sempre dificuldade de ereção?
“A capacidade de ereção diminui, sim, mas ela só é mais acentuada a partir dos 75 anos de idade. Até lá, a capacidade é boa, embora ele acabe dependendo muito mais de estímulo para ter ereção. O estímulo deve acontecer e, para isso, a mulher precisa estar bem vestida, bem humorada, bonita, cheirosa. Se ela não se cuida, não seduz, não excita o homem, não pode reclamar que sua capacidade de ereção não está tão boa quanto antes. Às vezes ela não se preocupa em seduzir o homem e quer que o sexo aconteça. Lógico que a capacidade não é a mesma de quando ele tinha 20 anos de idade, mas vigor sexual continua muito grande e ativo, dependendo da excitação do homem. E ainda existem os medicamentos”.
3. A menopausa diminui o desejo sexual da mulher?
“Não necessariamente. A diminuição do desejo é mais psicológica, já que ela recebe a informação durante muitos anos de que não vai ter mesmo vigor e vontade depois da menopausa. Fisiologicamente, no entanto, não muda praticamente nada, exceto se tiver alguma deficiência ou desequilíbrio hormonal. Mas, para isso, existe a reposição hormonal. Em outros casos, a excitação da mulher após a menopausa depende também muito do homem. Ele também precisa seduzir, excitar a mulher, se cuidar”.
4. É comum masturbar-se também na maturidade?
“Mais comum pro homem e menos pra mulher. Deveria ser mais pra ela do que é, porque ela tem desconhecimento da própria sexualidade. Há mulheres que só têm orgasmo clitorial porque não desenvolveram habilidade de praticar sexo vaginal buscando o orgasmo, com esse foco. Como o clitorial é mais fácil, ela se habitua a esse orgasmo. Em média, 75% das mulheres têm orgasmo clitorial e, dessas, 60% tem os dois tipos.Porém, há um número absurdo de mulheres anorgásmicas, que nuca tiveram nenhum tipo de orgasmo, superior a 20%. Ela deveria se masturbar mais, para se conhecer melhor e poder orientar seu parceiro. Ela tem sensibilidade diferente no clitóris. Mas ainda sim a masturbação feminina é menos frequente que a masculina”.
5. O homem sempre deve estar pronto e apto para o sexo?
“Essa é a exigência social feita pro homem. Tanto que é comum garotos entre 17 e 25 anos falarem que brocharam algumas vezes quando ‘precisaram’ fazer sexo. Há uma exigência interna do homem de estar sempre disposto, sempre preparado. Qualquer coisa que aconteça que impeça a ereção, o leva ao desespero. Deveria estar sempre pronto, desde que a parceira fosse a mulher que o excitasse, encantasse, motivasse pro sexo. Se ela não for assim, ele pode ter problema em conseguir uma ereção”.
6. É a mulher que sempre tem que seduzir?
“Há duas visões sobre isso. O homem adoraria que ela tivesse o vigor sexual dele, estivesse sempre disponível, mas ele não acha que mulher deve sempre tomar iniciativa. Em uma pesquisa feita por mim, onde 257 homens responderam, perguntei exatamente isso e 82% votaram que devem tomar iniciativa às vezes, 16% sempre e 2% nunca. O homem gostaria que ela tivesse mais disposição e tomasse mais iniciativa, pelo menos de vez em quando. Ela não toma porque acha que se demonstrar toda vontade de sexo que tem, ele vai interpretá-la mal. Se em um casamento de muitos anos ela de repente começar a tomar iniciativa, ele vai estranhar. Ela acaba se refreando por não saber como o homem encara isso. Ideal é que ambos conversassem sobre isso. A mulher pode mandar um torpedo durante o dia ou e-mail dizendo “tô com vontade de você”. Ela tomou uma iniciativa romântica, onde fez uma abordagem sexual. A iniciativa pode ser até no beijo de despedida de manhã: ‘que pena que você está indo embora’. Pode começar ali.”
7. O ponto G existe?
“Estou fazendo uma pesquisa para um novo livro, dessa vez com mulheres. Pelas respostas que tenho obtido até agora, 85% delas dizem que existe sim. Então, deve existir. O que acontece é que, da mesma forma que através da masturbação ela se conhece mais, ela poderia descobrir o ponto G dela. Dizem que é um lugar em contraposição ao clitóris, atrás dele. O homem também deve fazer uma tentativa de encontrar, de excitar a mulher. Mas ela deve estar com o pensamento na cabeça de que ele existe. Se ele fizer a incursão e a tentativa de excitá-la, ela precisar dar ao homem tempo dele descobrir. Se não, vai acabar por ali mesmo. Pela pesquisa, 85% delas dizem que têm ótimos orgasmos no Ponto G”.
http://www.maisde50.com.br/editoria_conteudo2.asp?conteudo_id=8363
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Sobrepeso e sexualização de crianças preocupam especialistas
Sobrepeso e sexualização de crianças preocupam especialistas
27/07/2011 |
Seja o tigre do cereal ou o grupo pop formado só por garotas lindas, magras e sexy, hoje as crianças são bombardeadas com toda a sorte de propagandas e imagens que negativamente afetam seu desenvolvimento. Foi o que apontaram psicólogos durante uma convenção anual da American Pscychological Association, nos EUA.
“Entre as tendências culturais mais preocupantes está a objetificação de pré-adolescentes”, diz Tomi-Ann Roberts, membro de um grupo de trabalho da entidade contra a sexualização de jovens meninas. O grupo define sexualização como um processo que encoraja jovens meninas a se impor e valorizar a si e aos outros por seu apelo sexual, em detrimento a outras características. “A ênfase em uma imagem corporal inatingível prejudica a saúde e a autoimagem das meninas e jovens, e pode levar a distúrbios alimentares, ansiedade e depressão”.
De acordo com Tomi-Ann, a recomendação seria a educação sobre o que é sexualização para estas meninas. “Se envolver em atividades esportivas, artísticas e reflexivas pode ajudá-las a se conectarem com uma imagem mais saudável de si”, aponta. Ela também acredita em ações mais diretas, como o enfrentamento direto a propagandas consideradas ofensivas.
Criando estereótipos femininos
“Desde o início de suas vidas, as meninas são cercadas por imagens, tanto em propagandas como na grande mídia, de que devem ser doces, femininas, carinhosas e, conforme se tornam mais velhas, sexy”, diz Sharon Lamb, coautora do livro Packaging Girlhood: Rescuing Our Daughters from Marketers’ Schemes, (“Embalando adolescentes: resgatando nossas filhas do marketing”, em tradução livre do título que ainda não foi publicado no Brasil), sobre o efeito da publicidade sobre as crianças. “Raramente as propagandas retratam os interesses contraditórios e complexos de meninas reais”, diz.
Em alguns casos, simplesmente não há garotas: um estudo que envolveu 101 filmes de censura livre – indicados para toda a família – aponta que de cada quatro personagens, três são do sexo masculino. Quando as garotas aparecem, geralmente é para auxiliar o personagem principal – um homem – e elas não fazem nada sozinhas. Mesmo uma personagem de característica forte, como “Dora, a Aventureira”, foi remodelada para fins de marketing. Em vez dos seus amigos mapa, bússola e mochila, a nova versão da boneca carrega uma bolsa e ganhou uma edição “princesa”.
“Após o estágio pretty-in-pink [cor-de-rosa como sinônimo de feminilidade], as garotas são treinadas para serem sexy e atraírem meninos, como uma forma de poder. Produtos como calcinhas e sutiãs com bojo já são feitos para meninas de 6 anos”, diz.
Segundo Lamb, as imagens sexualizadas estão relacionadas com depressão, baixa autoestima e distúrbios alimentares. Ela enfatiza que os psicólogos podem ajudar a combater estas imagens ensinando pais e professores a entender a manipulação da mídia. “Os pais têm o poder de ensinar valores a seus filhos, valores não definidos pela mídia. Também podem ensinar seus filhos a perceberem seus gostos e a identificarem quando estão sendo enganados. Afinal, por que as jogadoras de vôlei precisam usar biquínis e o que as meninas de 6 anos de idade farão com sutiãs com bojo?”.
Juventude obesa
“Nossa sociedade não está apenas vendendo sexo para idades inapropriadas, mas também está promovendo o comportamento alimentar não saudável entre as crianças”, diz Brian Wilcox, da Universidade de Nebraska-Lincoln.
Segundo Brian, nas últimas décadas, o marketing identificou nas crianças um mercado promissor, tanto que se estima que diversas empresas de fast-food, cereais e junk-food tenham gastado US$ 15 bilhões (mais de R$ 20 bilhões) em propaganda, a maioria em canais infantis da TV a cabo. “Enquanto isso, 16% das crianças nos EUA são obesas, e pesquisas do governo mostram que a porcentagem de crianças classificadas como sobrepeso aumentou de 5% para quase 14% de 1976 a 2000”, diz Wilcox. “Esta blitz implacável contra a propaganda é uma questão de justiça social, uma vez que as crianças não têm capacidade cognitiva para avaliar a publicidade e compreender os motivos comerciais. Deveria ser proibida”.
Barbara Fiese, da Universidade de Syracuse, diz que a alta taxa de obesidade em comunidade de baixa renda é causada pelo grande número de fast-foods, a falta de parques infantis e a violência, que faz que as crianças fiquem dentro de casa. Outro fator seria a dificuldade em organizar horários para alimentação em família. Recentemente, Fiese estudou o comportamento de famílias de baixa renda durante as refeições e aponta que não há conversa casual e a televisão está geralmente ligada.
Como resultado, Fiese e seus colegas criaram um “guia de comportamento familiar durante as refeições”, com três passos para tornar a hora das refeições um momento mais agradável para a família, com dicas como: desligar os televisores, celulares e dispositivos eletrônicos; dizer “por favor” e “obrigado” aos que servirem os alimentos; e manter a conversa em dia entre os membros da família.
Estudos anteriores apontam que famílias que se reúnem durante as refeições de forma descontraída, com tempo para preparação de planejamento da alimentação, têm menos casos de obesidade. “São apenas 18 minutos, dura menos do que um programa de TV”, finaliza.
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Créditos: este material aparece originalmente em inglês como U.S. children: overweight and oversexed?. Copyright © 2011 da American Psychological Association (APA). Traduzido e reproduzido com permissão. A APA não é responsável pela exatidão desta tradução. Esta tradução não pode ser reproduzida ou, ainda, distribuída sem permissão prévia por escrito da APA.
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http://oqueeutenho.uol.com.br/portal/2011/07/27/sobrepeso-e-sexualizacao-de-criancas-preocupam-especialistas/
27/07/2011 |
Seja o tigre do cereal ou o grupo pop formado só por garotas lindas, magras e sexy, hoje as crianças são bombardeadas com toda a sorte de propagandas e imagens que negativamente afetam seu desenvolvimento. Foi o que apontaram psicólogos durante uma convenção anual da American Pscychological Association, nos EUA.
“Entre as tendências culturais mais preocupantes está a objetificação de pré-adolescentes”, diz Tomi-Ann Roberts, membro de um grupo de trabalho da entidade contra a sexualização de jovens meninas. O grupo define sexualização como um processo que encoraja jovens meninas a se impor e valorizar a si e aos outros por seu apelo sexual, em detrimento a outras características. “A ênfase em uma imagem corporal inatingível prejudica a saúde e a autoimagem das meninas e jovens, e pode levar a distúrbios alimentares, ansiedade e depressão”.
De acordo com Tomi-Ann, a recomendação seria a educação sobre o que é sexualização para estas meninas. “Se envolver em atividades esportivas, artísticas e reflexivas pode ajudá-las a se conectarem com uma imagem mais saudável de si”, aponta. Ela também acredita em ações mais diretas, como o enfrentamento direto a propagandas consideradas ofensivas.
Criando estereótipos femininos
“Desde o início de suas vidas, as meninas são cercadas por imagens, tanto em propagandas como na grande mídia, de que devem ser doces, femininas, carinhosas e, conforme se tornam mais velhas, sexy”, diz Sharon Lamb, coautora do livro Packaging Girlhood: Rescuing Our Daughters from Marketers’ Schemes, (“Embalando adolescentes: resgatando nossas filhas do marketing”, em tradução livre do título que ainda não foi publicado no Brasil), sobre o efeito da publicidade sobre as crianças. “Raramente as propagandas retratam os interesses contraditórios e complexos de meninas reais”, diz.
Em alguns casos, simplesmente não há garotas: um estudo que envolveu 101 filmes de censura livre – indicados para toda a família – aponta que de cada quatro personagens, três são do sexo masculino. Quando as garotas aparecem, geralmente é para auxiliar o personagem principal – um homem – e elas não fazem nada sozinhas. Mesmo uma personagem de característica forte, como “Dora, a Aventureira”, foi remodelada para fins de marketing. Em vez dos seus amigos mapa, bússola e mochila, a nova versão da boneca carrega uma bolsa e ganhou uma edição “princesa”.
“Após o estágio pretty-in-pink [cor-de-rosa como sinônimo de feminilidade], as garotas são treinadas para serem sexy e atraírem meninos, como uma forma de poder. Produtos como calcinhas e sutiãs com bojo já são feitos para meninas de 6 anos”, diz.
Segundo Lamb, as imagens sexualizadas estão relacionadas com depressão, baixa autoestima e distúrbios alimentares. Ela enfatiza que os psicólogos podem ajudar a combater estas imagens ensinando pais e professores a entender a manipulação da mídia. “Os pais têm o poder de ensinar valores a seus filhos, valores não definidos pela mídia. Também podem ensinar seus filhos a perceberem seus gostos e a identificarem quando estão sendo enganados. Afinal, por que as jogadoras de vôlei precisam usar biquínis e o que as meninas de 6 anos de idade farão com sutiãs com bojo?”.
Juventude obesa
“Nossa sociedade não está apenas vendendo sexo para idades inapropriadas, mas também está promovendo o comportamento alimentar não saudável entre as crianças”, diz Brian Wilcox, da Universidade de Nebraska-Lincoln.
Segundo Brian, nas últimas décadas, o marketing identificou nas crianças um mercado promissor, tanto que se estima que diversas empresas de fast-food, cereais e junk-food tenham gastado US$ 15 bilhões (mais de R$ 20 bilhões) em propaganda, a maioria em canais infantis da TV a cabo. “Enquanto isso, 16% das crianças nos EUA são obesas, e pesquisas do governo mostram que a porcentagem de crianças classificadas como sobrepeso aumentou de 5% para quase 14% de 1976 a 2000”, diz Wilcox. “Esta blitz implacável contra a propaganda é uma questão de justiça social, uma vez que as crianças não têm capacidade cognitiva para avaliar a publicidade e compreender os motivos comerciais. Deveria ser proibida”.
Barbara Fiese, da Universidade de Syracuse, diz que a alta taxa de obesidade em comunidade de baixa renda é causada pelo grande número de fast-foods, a falta de parques infantis e a violência, que faz que as crianças fiquem dentro de casa. Outro fator seria a dificuldade em organizar horários para alimentação em família. Recentemente, Fiese estudou o comportamento de famílias de baixa renda durante as refeições e aponta que não há conversa casual e a televisão está geralmente ligada.
Como resultado, Fiese e seus colegas criaram um “guia de comportamento familiar durante as refeições”, com três passos para tornar a hora das refeições um momento mais agradável para a família, com dicas como: desligar os televisores, celulares e dispositivos eletrônicos; dizer “por favor” e “obrigado” aos que servirem os alimentos; e manter a conversa em dia entre os membros da família.
Estudos anteriores apontam que famílias que se reúnem durante as refeições de forma descontraída, com tempo para preparação de planejamento da alimentação, têm menos casos de obesidade. “São apenas 18 minutos, dura menos do que um programa de TV”, finaliza.
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Créditos: este material aparece originalmente em inglês como U.S. children: overweight and oversexed?. Copyright © 2011 da American Psychological Association (APA). Traduzido e reproduzido com permissão. A APA não é responsável pela exatidão desta tradução. Esta tradução não pode ser reproduzida ou, ainda, distribuída sem permissão prévia por escrito da APA.
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http://oqueeutenho.uol.com.br/portal/2011/07/27/sobrepeso-e-sexualizacao-de-criancas-preocupam-especialistas/
Os tipos de mulheres que mais assustam os homens na internet
Os tipos de mulheres que mais assustam os homens na internet
17:20, 28 de julho de 2011 mclaire Manual de etiqueta virtual
Leitoras me pedem mais conselhos internéticos. Você lembra quando dedilhei aqui uma pequena canção sobre o homem-picareta, aquele que te escreve um e-mail cheio de poesia, né? Eram os primeiros passos do meu Pequeno Manual da Etiqueta Virtual! Pois hoje eu darei os segundos passos!
Algumas meninas querem saber os conselhos pra não assustar os homens da rede, esses coitados (claro, a gente também comete a nossa cachoeira de pecados, mas hoje é dia de falar de vocês). Hoje, portanto, eu falarei de pecados e de vocês! Quem são as mulheres desesperadas por internet e como não se tornar uma.
1) A MULHER ROBERTO CARLOS: é a que acredita ter um milhão de amigos. Meninas, não esqueçam: aquela multidão de conhecidos, aqueles trezentos, aqueles seiscentos contatos da sua lista de amigos, eles não são exatamente amigos. Não são íntimos. Mandar lembrete de evento pra todos os contatos, taguear num poster de bazar gente com quem você mal convive, são convites para a rejeição na vida real;
2) A MULHER RAFINHA BASTOS: é uma extensão da Roberto Carlos. Aquela que acha que não basta ter um milhão de amigos, tem contar a eles um milhão de piadas. Os seus contatos não precisam ser tratados como se fossem colegas de sauna e de velha data. Seja você, mas não seja tanto assim. Na rede social vale o mesmo respeito da rua. Educação, bom gosto e boca limpa. Pouca gente curte quem exagera no alho na hora de falar;
3) A MULHER FAFÁ DE BELÉM: aquela que, quando ri, os passarinhos voam, o bebê chora e o cachorro late. Moças, menos grito e mais controle! Manera no exagero. Não precisa ser a chata da internet, nem a mais séria da rede social. Mas não vá aos extremos! Você não precisa ser tão presente. Uma característica especialmente ruim da mulher Fafá de Belém é a sua qualidade F5. Você entra na página da moça, ela anuncia: “Estou FELIZ!”. Você dá um refresh, aperta o F5, e ela atualiza: “NAO, NAO, GENTE: AGORA ESTOU TRISTE, MISERÁVEL¨;
4) A MULHER ROBERTO JUSTUS: a que vive pra louvar o próprio sucesso. Infelizmente, o mundo não seguiu o manual de instruções, e essa coisa de que a gente tem que celebrar a alegria dos outros é paçoca. Na vida real, ninguém tá muito aí pros vídeos colorido e cheio de fofuras que você montou no Windows. Não carece divulgar pela centésima vez o prêmio que você recebeu nem celebrar em caixa alta o elogio do chefe. Pode fazer tudo isso sim, é claro. Mas com extrema moderação. Viver também é guardar calado certas coisas, certos assuntos, certas alegrias;
5) A CRENTE DO BUMBUM QUENTE: conheço uma garota que posta videos sensuais, fotos de seminu (algumas, me parece, são dela mesma) e uns comentários bem lúbricos. Ao vivo, é dessas que babam água benta. Uma monja! Ela sempre reclama que os caras só chegam nela em busca de uma transa. Não querem namorar. Bom, o que eu digo a ela é o que eu digo a vocês: homem é o rei da primeira impressão. Se você passa uma imagem safadinha na rede, na hora do carne e osso, ele só verá carne e osso. Não verá roupa. Tudo o que você posta, pode e será usado contra você;
6) A MULHER RAINHA DO MILHO: sei que é irresistível. A internet pariu 4 bilhões de Giseles Bündchens e 3 bilhões de Reynaldos Gianecchinis. Todo mundo está a um Flickr, a um Photoshop da própria carreira de modelo. Repara: ser turista hoje é desviar do sol e dos flashes. Todo mundo se clicando, todo mundo vendo a Notre Dame pela tela LCD da câmera, todo mundo tascando um filtro sépia na vida, no corpo e no Instagram. Sim, sim. Mas cuidado: muitas vezes essa tentativa de beleza esbarra a raia do ridículo: gente que posta autofotos demais, gente que esquece que ficar bêbada online não cai bem, gente que quer sensualizar o planeta, com carinhas e biquininhos…
7) A MULHER BOQUINHA DE LIMÃO é aquela que, quando mostra os dentes para falar, o mundo azeda. É aquela que reclama demais. Moças, cuidado! Um dos itens campeões entre os motivos pelos quais um homem rejeita uma garota é quando ela exagera na amargura. Muita cautela mesmo na hora de soltar no monitor a cólica mental. Esse mau humor que sai dos dedos, esse chilique a um clique de mouse, isso nao pode, isso não dá. Não precisa xingar pela oitava vez a operadora de telefone nem cuspir marimbondo sobre o cara que te deu um fora. Não esquece que o marimbondo dificilmente será lido pelo moço da telefônica e o ex, a essa altura, já te bloqueou. E pô, tá certo: a Terra não anda dando refresco, a Amy e essa coisa aí que rolou na Noruega, que tristezas, pois não! Mas pega leve. Se a vida não anda doce, lambe um pirulito.
Tem uma dúvida cruel? Escreva para falecomele@edglobo.com.br
http://colunas.marieclaire.globo.com/falecomele/2011/07/28/os-tipos-de-mulheres-que-mais-assustam-os-homens-na-internet/
17:20, 28 de julho de 2011 mclaire Manual de etiqueta virtual
Leitoras me pedem mais conselhos internéticos. Você lembra quando dedilhei aqui uma pequena canção sobre o homem-picareta, aquele que te escreve um e-mail cheio de poesia, né? Eram os primeiros passos do meu Pequeno Manual da Etiqueta Virtual! Pois hoje eu darei os segundos passos!
Algumas meninas querem saber os conselhos pra não assustar os homens da rede, esses coitados (claro, a gente também comete a nossa cachoeira de pecados, mas hoje é dia de falar de vocês). Hoje, portanto, eu falarei de pecados e de vocês! Quem são as mulheres desesperadas por internet e como não se tornar uma.
1) A MULHER ROBERTO CARLOS: é a que acredita ter um milhão de amigos. Meninas, não esqueçam: aquela multidão de conhecidos, aqueles trezentos, aqueles seiscentos contatos da sua lista de amigos, eles não são exatamente amigos. Não são íntimos. Mandar lembrete de evento pra todos os contatos, taguear num poster de bazar gente com quem você mal convive, são convites para a rejeição na vida real;
2) A MULHER RAFINHA BASTOS: é uma extensão da Roberto Carlos. Aquela que acha que não basta ter um milhão de amigos, tem contar a eles um milhão de piadas. Os seus contatos não precisam ser tratados como se fossem colegas de sauna e de velha data. Seja você, mas não seja tanto assim. Na rede social vale o mesmo respeito da rua. Educação, bom gosto e boca limpa. Pouca gente curte quem exagera no alho na hora de falar;
3) A MULHER FAFÁ DE BELÉM: aquela que, quando ri, os passarinhos voam, o bebê chora e o cachorro late. Moças, menos grito e mais controle! Manera no exagero. Não precisa ser a chata da internet, nem a mais séria da rede social. Mas não vá aos extremos! Você não precisa ser tão presente. Uma característica especialmente ruim da mulher Fafá de Belém é a sua qualidade F5. Você entra na página da moça, ela anuncia: “Estou FELIZ!”. Você dá um refresh, aperta o F5, e ela atualiza: “NAO, NAO, GENTE: AGORA ESTOU TRISTE, MISERÁVEL¨;
4) A MULHER ROBERTO JUSTUS: a que vive pra louvar o próprio sucesso. Infelizmente, o mundo não seguiu o manual de instruções, e essa coisa de que a gente tem que celebrar a alegria dos outros é paçoca. Na vida real, ninguém tá muito aí pros vídeos colorido e cheio de fofuras que você montou no Windows. Não carece divulgar pela centésima vez o prêmio que você recebeu nem celebrar em caixa alta o elogio do chefe. Pode fazer tudo isso sim, é claro. Mas com extrema moderação. Viver também é guardar calado certas coisas, certos assuntos, certas alegrias;
5) A CRENTE DO BUMBUM QUENTE: conheço uma garota que posta videos sensuais, fotos de seminu (algumas, me parece, são dela mesma) e uns comentários bem lúbricos. Ao vivo, é dessas que babam água benta. Uma monja! Ela sempre reclama que os caras só chegam nela em busca de uma transa. Não querem namorar. Bom, o que eu digo a ela é o que eu digo a vocês: homem é o rei da primeira impressão. Se você passa uma imagem safadinha na rede, na hora do carne e osso, ele só verá carne e osso. Não verá roupa. Tudo o que você posta, pode e será usado contra você;
6) A MULHER RAINHA DO MILHO: sei que é irresistível. A internet pariu 4 bilhões de Giseles Bündchens e 3 bilhões de Reynaldos Gianecchinis. Todo mundo está a um Flickr, a um Photoshop da própria carreira de modelo. Repara: ser turista hoje é desviar do sol e dos flashes. Todo mundo se clicando, todo mundo vendo a Notre Dame pela tela LCD da câmera, todo mundo tascando um filtro sépia na vida, no corpo e no Instagram. Sim, sim. Mas cuidado: muitas vezes essa tentativa de beleza esbarra a raia do ridículo: gente que posta autofotos demais, gente que esquece que ficar bêbada online não cai bem, gente que quer sensualizar o planeta, com carinhas e biquininhos…
7) A MULHER BOQUINHA DE LIMÃO é aquela que, quando mostra os dentes para falar, o mundo azeda. É aquela que reclama demais. Moças, cuidado! Um dos itens campeões entre os motivos pelos quais um homem rejeita uma garota é quando ela exagera na amargura. Muita cautela mesmo na hora de soltar no monitor a cólica mental. Esse mau humor que sai dos dedos, esse chilique a um clique de mouse, isso nao pode, isso não dá. Não precisa xingar pela oitava vez a operadora de telefone nem cuspir marimbondo sobre o cara que te deu um fora. Não esquece que o marimbondo dificilmente será lido pelo moço da telefônica e o ex, a essa altura, já te bloqueou. E pô, tá certo: a Terra não anda dando refresco, a Amy e essa coisa aí que rolou na Noruega, que tristezas, pois não! Mas pega leve. Se a vida não anda doce, lambe um pirulito.
Tem uma dúvida cruel? Escreva para falecomele@edglobo.com.br
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"Revelação" de Sandy a revista vira assunto mais comentado do Twitter
"Revelação" de Sandy a revista vira assunto mais comentado do Twitter
28/07/2011 - 14h36
DE SÃO PAULO
A "revelação" que a cantora Sandy fez à revista "Playboy" do próximo mês está causando burburinho no Twitter.
Declaração de Sandy ofusca ensaio de Adriane Galisteu
Sandy disse: "É possível ter prazer anal", frase que estará na capa da publicação.
Não se sabe a pergunta que levou à tal resposta, mas você pode votar aqui em um palpite.
A afirmação levou a hashtag "sandyfazanal" a liderança dos assuntos mais comentados no mundo.
Sandy em entrevista para a "Playboy"
Sandy usou o Twitter para se manifestar sobre a repercussão : "Não foi bem aquela a minha resposta. Mas, tá valendo a brincadeira... rs... Eu nunca falei e não falo detalhes sobre minha vida sexual".
"Mas, que os ingressos pra gravação do meu DVD (de MÚSICA! Hehe..) estão quase esgotados, é verdade! Quem quiser, corre lá!", brincou a cantora.
http://f5.folha.uol.com.br/celebridades/951051-revelacao-de-sandy-a-revista-vira-assunto-mais-comentado-do-twitter.shtml
28/07/2011 - 14h36
DE SÃO PAULO
A "revelação" que a cantora Sandy fez à revista "Playboy" do próximo mês está causando burburinho no Twitter.
Declaração de Sandy ofusca ensaio de Adriane Galisteu
Sandy disse: "É possível ter prazer anal", frase que estará na capa da publicação.
Não se sabe a pergunta que levou à tal resposta, mas você pode votar aqui em um palpite.
A afirmação levou a hashtag "sandyfazanal" a liderança dos assuntos mais comentados no mundo.
Sandy em entrevista para a "Playboy"
Sandy usou o Twitter para se manifestar sobre a repercussão : "Não foi bem aquela a minha resposta. Mas, tá valendo a brincadeira... rs... Eu nunca falei e não falo detalhes sobre minha vida sexual".
"Mas, que os ingressos pra gravação do meu DVD (de MÚSICA! Hehe..) estão quase esgotados, é verdade! Quem quiser, corre lá!", brincou a cantora.
http://f5.folha.uol.com.br/celebridades/951051-revelacao-de-sandy-a-revista-vira-assunto-mais-comentado-do-twitter.shtml
Metade dos homens terminaria com parceira que ganhasse peso
27/07/2011 - 19h58
Metade dos homens terminaria com parceira que ganhasse peso
Por Chris Michaud
Quase metade dos homens disse que terminariam com uma parceira que ganhasse peso
NOVA YORK, 27 de julho (Reuters Life!) - Os homens se preocupam mais com o tipo de corpo de sua parceira do que as mulheres com o corpo de seu parceiro, mas também parecem valorizar mais a vida familiar, revelou uma pesquisa divulgada na terça-feira.
Quase metade dos homens entrevistados na pesquisa, conduzida com 70 mil pessoas, disse que terminariam com uma parceira que ganhasse peso, contra apenas 20 por cento das mulheres que fariam o mesmo.
Dois terços dos homens disseram já ter tido fantasias com as amigas de suas parceiras. Apenas um terço das mulheres já fez o mesmo.
"Ao mesmo tempo em que os homens ficam mais à vontade em encontrar suas namoradas online e menos ansiosos por saber com quem ela está fazendo amizade online, seus outros comportamentos românticos mostraram ser atemporais: para eles, o cavalheirismo não morreu, o tamanho do corpo tem importância e as mulheres perdoam, enquanto os homens esquecem", disse James Bassil, editor-chefe da AskMen, que fez a pesquisa em conjunto com a Cosmopolitan.com.
Embora apenas 18 por cento das mulheres disseram que gostariam que seu parceiro fosse mais bem dotado, mais de 51 por cento dos homens entrevistados revelam que gostariam de sê-lo.
Mas a pesquisa também revelou que 39 por cento dos homens apontam a família como sua primeira opção em matéria de símbolo máximo de status. Já entre as mulheres, 43 por cento citaram uma casa bonita, contra apenas 6,5 por cento dos homens. Um quarto das mulheres citou um parceiro bem sucedido como seu símbolo máximo de status.
Mas os homens demonstraram mais tendência a mentir sobre o número de parceiras sexuais que já tiveram (50 por cento) que as mulheres (35 por cento).
Uma coisa sobre a qual homens e mulheres se mostraram de acordo foi a pílula anticoncepcional masculina, ainda não desenvolvida mas que mostrou ser popular entre todos.
Mais de metade das mulheres gostaria que seu parceiro a tomasse e mais de dois terços dos homens disseram estar dispostos a aderir à contracepção masculina.
Homens e mulheres divergiram quanto a pagar a conta em seus encontros, pelo menos na fase inicial de um relacionamento.
Mais mulheres -- 38 por cento -- acham que devem pagar por suas próprias despesas, contra 33 por cento para quem é o homem quem deve pagar a conta. Mas 59 por cento dos homens acham que devem pagar a conta, pelo menos enquanto o relacionamento não estiver consolidado.
Quase 80 por cento dos homens disseram sentir-se prejudicados nos processos de divórcio. Porém mais mulheres acham que os dois sexos recebem tratamento igual do que o número de mulheres que concordam que os homens são prejudicados.
As mulheres se mostram muito menos à vontade com a ideia de seus parceiros continuarem a manter contato com sua ex. Mais de dois terços dos homens não se importam se sua parceira é amiga do ex dela no Facebook, contra 38 por cento das mulheres.
Mas três quartos dos homens entrevistados disseram que, para eles, enviar mensagens de texto de teor sexual equivale a trair.
http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultimas-noticias/reuters/2011/07/27/metade-dos-homens-terminaria-com-parceira-que-ganhasse-peso.jhtm
Metade dos homens terminaria com parceira que ganhasse peso
Por Chris Michaud
Quase metade dos homens disse que terminariam com uma parceira que ganhasse peso
NOVA YORK, 27 de julho (Reuters Life!) - Os homens se preocupam mais com o tipo de corpo de sua parceira do que as mulheres com o corpo de seu parceiro, mas também parecem valorizar mais a vida familiar, revelou uma pesquisa divulgada na terça-feira.
Quase metade dos homens entrevistados na pesquisa, conduzida com 70 mil pessoas, disse que terminariam com uma parceira que ganhasse peso, contra apenas 20 por cento das mulheres que fariam o mesmo.
Dois terços dos homens disseram já ter tido fantasias com as amigas de suas parceiras. Apenas um terço das mulheres já fez o mesmo.
"Ao mesmo tempo em que os homens ficam mais à vontade em encontrar suas namoradas online e menos ansiosos por saber com quem ela está fazendo amizade online, seus outros comportamentos românticos mostraram ser atemporais: para eles, o cavalheirismo não morreu, o tamanho do corpo tem importância e as mulheres perdoam, enquanto os homens esquecem", disse James Bassil, editor-chefe da AskMen, que fez a pesquisa em conjunto com a Cosmopolitan.com.
Embora apenas 18 por cento das mulheres disseram que gostariam que seu parceiro fosse mais bem dotado, mais de 51 por cento dos homens entrevistados revelam que gostariam de sê-lo.
Mas a pesquisa também revelou que 39 por cento dos homens apontam a família como sua primeira opção em matéria de símbolo máximo de status. Já entre as mulheres, 43 por cento citaram uma casa bonita, contra apenas 6,5 por cento dos homens. Um quarto das mulheres citou um parceiro bem sucedido como seu símbolo máximo de status.
Mas os homens demonstraram mais tendência a mentir sobre o número de parceiras sexuais que já tiveram (50 por cento) que as mulheres (35 por cento).
Uma coisa sobre a qual homens e mulheres se mostraram de acordo foi a pílula anticoncepcional masculina, ainda não desenvolvida mas que mostrou ser popular entre todos.
Mais de metade das mulheres gostaria que seu parceiro a tomasse e mais de dois terços dos homens disseram estar dispostos a aderir à contracepção masculina.
Homens e mulheres divergiram quanto a pagar a conta em seus encontros, pelo menos na fase inicial de um relacionamento.
Mais mulheres -- 38 por cento -- acham que devem pagar por suas próprias despesas, contra 33 por cento para quem é o homem quem deve pagar a conta. Mas 59 por cento dos homens acham que devem pagar a conta, pelo menos enquanto o relacionamento não estiver consolidado.
Quase 80 por cento dos homens disseram sentir-se prejudicados nos processos de divórcio. Porém mais mulheres acham que os dois sexos recebem tratamento igual do que o número de mulheres que concordam que os homens são prejudicados.
As mulheres se mostram muito menos à vontade com a ideia de seus parceiros continuarem a manter contato com sua ex. Mais de dois terços dos homens não se importam se sua parceira é amiga do ex dela no Facebook, contra 38 por cento das mulheres.
Mas três quartos dos homens entrevistados disseram que, para eles, enviar mensagens de texto de teor sexual equivale a trair.
http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultimas-noticias/reuters/2011/07/27/metade-dos-homens-terminaria-com-parceira-que-ganhasse-peso.jhtm
Após dar à luz três crianças, homem mostra barriga "tanquinho"
Após dar à luz três crianças, homem mostra barriga "tanquinho"
28/07/2011 - 16h26
DE SÃO PAULO
O primeiro transexual a dar à luz, Thomas Beatie, mostrou nesta semana sua boa forma 12 meses após o nascimento de seu terceiro filho. Ele está malhado e sua barriga é tanquinho, ou seja, tem os músculos bem definidos.
Beatie é um transexual de 37 anos, morador do Arizona.
Ele e a mulher Nancy, 46, têm três filhos, todos gerados na barriga dele. O casal chamou a atenção na primeira gravidez em 2007.
Nancy passou por uma histerectomia, cirurgia para a retirada do útero, e, por isso, não pode ficar grávida. Ela amamentou as crianças, já que Beatie retirou os seios na cirurgia de mudança de sexo realizada em 2002 que o tornou legalmente homem.
http://f5.folha.uol.com.br/humanos/951095-apos-dar-a-luz-tres-criancas-homem-mostra-barriga-tanquinho.shtml
28/07/2011 - 16h26
DE SÃO PAULO
O primeiro transexual a dar à luz, Thomas Beatie, mostrou nesta semana sua boa forma 12 meses após o nascimento de seu terceiro filho. Ele está malhado e sua barriga é tanquinho, ou seja, tem os músculos bem definidos.
Beatie é um transexual de 37 anos, morador do Arizona.
Ele e a mulher Nancy, 46, têm três filhos, todos gerados na barriga dele. O casal chamou a atenção na primeira gravidez em 2007.
Nancy passou por uma histerectomia, cirurgia para a retirada do útero, e, por isso, não pode ficar grávida. Ela amamentou as crianças, já que Beatie retirou os seios na cirurgia de mudança de sexo realizada em 2002 que o tornou legalmente homem.
http://f5.folha.uol.com.br/humanos/951095-apos-dar-a-luz-tres-criancas-homem-mostra-barriga-tanquinho.shtml
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