12/07/2011 - 13h27
Vizinho que reclamou de barulho de sexo é condenado
São Paulo - Um vizinho que reclamou do barulho feito por um casal durante o sexo foi condenado a pagar R$ 5.100 a cada um deles por danos morais. O réu foi processado pela reclamação que fez no livro do condomínio, no Rio de Janeiro. Ele disse que o comportamento do casal seria aceitável somente em "prostíbulos e motel de beira de estrada". O vizinho relatou que o casal passava de gemidos indiscretos a gritos escandalosos.
Em sua decisão, o desembargador Sergio Jerônimo Abreu de Silveira, da 4.ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ), considerou que houve excesso por parte do réu. Para o magistrado, a forma como a intimidade do casal foi exposta denegriu a imagem de ambos perante outros moradores do prédio.
http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia/2011/07/12/vizinho-que-reclamou-de-barulho-de-sexo-e-condenado.jhtm
terça-feira, 12 de julho de 2011
Ele falhou. E agora, como reagir?
Ele falhou. E agora, como reagir?
Estatísticas internacionais já apontaram: metade dos homens do planeta vai falhar na hora H, pelo menos uma vez na vida. As razões para o problema são variadas e na maioria das vezes não têm nada a ver com falta de desejo pela pessoa que está ao lado. A ansiedade é a principal vilã nesta história. Qualquer circunstância que gere um alto grau dela pode fazer com que o melhor amigo do homem fique acanhado, tímido. Tanto que muitas brochadas são, na verdade, declarações de amor.
Quando um sujeito se apaixona por uma mulher, é supercomum que ele se preocupe tanto em demonstrar potência a ponto de seu empenho acabar gerando efeito contrário, ou seja, impotência. “A ansiedade libera adrenalina, hormônio vasoconstritor que impede o fluxo de sangue para o pênis, deixando-o flácido”, explica o urologista Sidney Glina.
O estresse e as preocupações do dia-a-dia também podem causar perda de ereção. “Se um cara vai para a cama e não consegue se desligar dos problemas do trabalho, isso com certeza afeta seu desempenho”, diz a sexóloga Laura Müller. E, lógico, se o relacionamento do casal vai mal, a escalada peniana para o alto e avante pode ser prejudicada.
Além das causas emocionais, há fatores orgânicos que causam impotência: uso de drogas, de antidepressivos, de anti-hipertensivos (remédios para pressão) e de hormônios. Excesso de álcool ou de cigarro também são inimigos do esplendor peniano.
Mas, o que fazer no decorrer da situação frustrante? Em primeiro lugar, lembrar que falhar é normal e acontece mesmo de vez em quando. Deixar o egoísmo de lado e dar uma força para o parceiro, claro. Se o episódio é embaraçoso para você, é ainda pior para ele. O jeito então é relaxar e não dar muita importância ao fato. Que tal considerar o momento como um amasso gostoso em vez de rotulá-lo como uma transa malsucedida? Engate um papo, sirva uma bebida, deixe o clima desanuviar. Outras dicas:
1. Insistir para que ele tenha uma ereção só deixará o moço mais nervoso (e/ou irritado, frustrado, desesperado).
2. Evite ir ao motel no primeiro encontro sexual, porque o lugar remete os homens à idéia de que “tem de subir de qualquer maneira”. Prefira a sua casa, ou a dele.
3. Se ele brochou na primeira transa, as coisas podem piorar nas próximas. A lembrança da tentativa frustrada e o medo de o pênis não funcionar de novo dificultam a ereção. Você pode propor um joguinho: ficar brincando na cama, sem necessidade de penetração.
4. A brochada foi inevitável? Então, saiba dosar seu carinho e apoio moral. Não exagere, tratando-o como um coitadinho. Também não faça piadas porque, para os homens, brochar não é engraçado. O melhor é demonstrar que, apesar da falha, continua interessada nele.
5. Se seu parceiro fica pouco à vontade para transar em lugares públicos ou em posições exóticas, não force a barra.
Fonte: Gloss.
http://insidecosmeticos.blogspot.com/2011/07/ele-falhou-e-agora-como-reagir.html
Estatísticas internacionais já apontaram: metade dos homens do planeta vai falhar na hora H, pelo menos uma vez na vida. As razões para o problema são variadas e na maioria das vezes não têm nada a ver com falta de desejo pela pessoa que está ao lado. A ansiedade é a principal vilã nesta história. Qualquer circunstância que gere um alto grau dela pode fazer com que o melhor amigo do homem fique acanhado, tímido. Tanto que muitas brochadas são, na verdade, declarações de amor.
Quando um sujeito se apaixona por uma mulher, é supercomum que ele se preocupe tanto em demonstrar potência a ponto de seu empenho acabar gerando efeito contrário, ou seja, impotência. “A ansiedade libera adrenalina, hormônio vasoconstritor que impede o fluxo de sangue para o pênis, deixando-o flácido”, explica o urologista Sidney Glina.
O estresse e as preocupações do dia-a-dia também podem causar perda de ereção. “Se um cara vai para a cama e não consegue se desligar dos problemas do trabalho, isso com certeza afeta seu desempenho”, diz a sexóloga Laura Müller. E, lógico, se o relacionamento do casal vai mal, a escalada peniana para o alto e avante pode ser prejudicada.
Além das causas emocionais, há fatores orgânicos que causam impotência: uso de drogas, de antidepressivos, de anti-hipertensivos (remédios para pressão) e de hormônios. Excesso de álcool ou de cigarro também são inimigos do esplendor peniano.
Mas, o que fazer no decorrer da situação frustrante? Em primeiro lugar, lembrar que falhar é normal e acontece mesmo de vez em quando. Deixar o egoísmo de lado e dar uma força para o parceiro, claro. Se o episódio é embaraçoso para você, é ainda pior para ele. O jeito então é relaxar e não dar muita importância ao fato. Que tal considerar o momento como um amasso gostoso em vez de rotulá-lo como uma transa malsucedida? Engate um papo, sirva uma bebida, deixe o clima desanuviar. Outras dicas:
1. Insistir para que ele tenha uma ereção só deixará o moço mais nervoso (e/ou irritado, frustrado, desesperado).
2. Evite ir ao motel no primeiro encontro sexual, porque o lugar remete os homens à idéia de que “tem de subir de qualquer maneira”. Prefira a sua casa, ou a dele.
3. Se ele brochou na primeira transa, as coisas podem piorar nas próximas. A lembrança da tentativa frustrada e o medo de o pênis não funcionar de novo dificultam a ereção. Você pode propor um joguinho: ficar brincando na cama, sem necessidade de penetração.
4. A brochada foi inevitável? Então, saiba dosar seu carinho e apoio moral. Não exagere, tratando-o como um coitadinho. Também não faça piadas porque, para os homens, brochar não é engraçado. O melhor é demonstrar que, apesar da falha, continua interessada nele.
5. Se seu parceiro fica pouco à vontade para transar em lugares públicos ou em posições exóticas, não force a barra.
Fonte: Gloss.
http://insidecosmeticos.blogspot.com/2011/07/ele-falhou-e-agora-como-reagir.html
Casais que falam de forma parecida têm relação mais bem-sucedida
27/01/2011 - 05h45
Casais que falam de forma parecida têm relação mais bem-sucedida
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
As pessoas costumam se sentir atraídas por outras com personalidade, valores e aparência física parecidos. No entanto, esses recursos apenas estão na superfície do que faz um relacionamento dar certo. As formas como as pessoas falam também são importantes. Um novo estudo publicado na revista "Psychological Science", da Associação de Ciências Psicológicas dos EUA, descobriu que pessoas que falam com estilos parecidos são mais compatíveis.
O estudo focou as chamadas "palavras de função", que relacionam substantitvos e verbos, como artigos, preposições e pronomes relativos ("o", "um", "que" etc.). O modo como as pessoas usam essas palavras forma o estilo de escrita e fala, segundo o coautor do estudo James Pennebaker, da Universidade do Texas em Austin.
"Palavras de função são altamente sociais e necessitam de habilidades sociais para serem usadas", disse ele. "Por exemplo, se eu estou falando sobre um artigo que está sendo publicado, e em poucos minutos, eu faço alguma referência a 'ele', você e eu sabemos que essa palavra se refere ao artigo". Mas alguém que não fez parte da conversa não iria entender.
Pennebaker, Molly Ireland e colegas examinaram se os estilos de fala e escrita que casais adotam durante uma conversa preveem o comportamento de um possível namoro e a força de um relacionamento de longa duração. Eles fizeram dois experimentos em que um programa de computador comparava os estilos de linguagem dos parceiros.
No primeiro estudo, casais de estudantes universitários tinham encontros de quatro minutos, enquanto suas conversas eram registradas. Quase todos os pares conversaram sobre os mesmos temas: "Qual curso você faz? De onde você é? Você gosta de faculdade?" Todas as conversa soaram mais ou menos similares, mas a análise dos textos revelou diferenças acentuadas na sincronia da linguagem. Os casais cujos resultados de correspondência de estilo de linguagem estavam acima da média tinham quase quatro vezes mais chances de querer se encontrar novamente.
Um segundo estudo revelou o mesmo padrão em todos os bate-papos on-line entre casais de namorados ao longo de dez dias. Quase 80% dos casais cujo estilo de escrita era compatível ainda namoravam três meses depois, em comparação a cerca de 54% dos casais que não eram compatíveis.
O que as pessoas dizem umas às outras é importante, mas a maneira como elas estão dizendo pode ser ainda mais reveladora. As pessoas não sincronizam os discursos conscientemente, segundo Pennebaker. "O que é maravilhoso é que nós realmente não tomamos essa decisão, ela apenas sai de nossas bocas."
http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/866403-casais-que-falam-de-forma-parecida-tem-relacao-mais-bem-sucedida.shtml
Casais que falam de forma parecida têm relação mais bem-sucedida
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
As pessoas costumam se sentir atraídas por outras com personalidade, valores e aparência física parecidos. No entanto, esses recursos apenas estão na superfície do que faz um relacionamento dar certo. As formas como as pessoas falam também são importantes. Um novo estudo publicado na revista "Psychological Science", da Associação de Ciências Psicológicas dos EUA, descobriu que pessoas que falam com estilos parecidos são mais compatíveis.
O estudo focou as chamadas "palavras de função", que relacionam substantitvos e verbos, como artigos, preposições e pronomes relativos ("o", "um", "que" etc.). O modo como as pessoas usam essas palavras forma o estilo de escrita e fala, segundo o coautor do estudo James Pennebaker, da Universidade do Texas em Austin.
"Palavras de função são altamente sociais e necessitam de habilidades sociais para serem usadas", disse ele. "Por exemplo, se eu estou falando sobre um artigo que está sendo publicado, e em poucos minutos, eu faço alguma referência a 'ele', você e eu sabemos que essa palavra se refere ao artigo". Mas alguém que não fez parte da conversa não iria entender.
Pennebaker, Molly Ireland e colegas examinaram se os estilos de fala e escrita que casais adotam durante uma conversa preveem o comportamento de um possível namoro e a força de um relacionamento de longa duração. Eles fizeram dois experimentos em que um programa de computador comparava os estilos de linguagem dos parceiros.
No primeiro estudo, casais de estudantes universitários tinham encontros de quatro minutos, enquanto suas conversas eram registradas. Quase todos os pares conversaram sobre os mesmos temas: "Qual curso você faz? De onde você é? Você gosta de faculdade?" Todas as conversa soaram mais ou menos similares, mas a análise dos textos revelou diferenças acentuadas na sincronia da linguagem. Os casais cujos resultados de correspondência de estilo de linguagem estavam acima da média tinham quase quatro vezes mais chances de querer se encontrar novamente.
Um segundo estudo revelou o mesmo padrão em todos os bate-papos on-line entre casais de namorados ao longo de dez dias. Quase 80% dos casais cujo estilo de escrita era compatível ainda namoravam três meses depois, em comparação a cerca de 54% dos casais que não eram compatíveis.
O que as pessoas dizem umas às outras é importante, mas a maneira como elas estão dizendo pode ser ainda mais reveladora. As pessoas não sincronizam os discursos conscientemente, segundo Pennebaker. "O que é maravilhoso é que nós realmente não tomamos essa decisão, ela apenas sai de nossas bocas."
http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/866403-casais-que-falam-de-forma-parecida-tem-relacao-mais-bem-sucedida.shtml
Homens são mais tolerantes a traição homossexual que mulheres
28/01/2011 - 17h56
Homens são mais tolerantes a traição homossexual que mulheres
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
Os homens têm duas vezes mais chances de continuar namorando uma mulher que o traiu com outra do que com aquela que o enganou com outro homem, segundo uma nova pesquisa da Universidade do Texas, em Austin.
As mulheres mostram o padrão oposto. Elas são mais propensas a continuar o namoro com um homem que teve um caso heterossexual do que com aquele que teve um caso homossexual.
O estudo, publicado no mês passado na revista "Personality and Individual Differences", proporciona uma nova visão sobre as adaptações psicológicas por trás do desejo dos homens por uma variedade de parceiros e o desejo das mulheres por um parceiro comprometido.
"O ciúme é ativado em homens e mulheres por diferentes motivos --os que ameaçam a paternidade nos homens e os que ameaçam o abandono nas mulheres", diz Jaime C. Confer, principal autor do estudo.
Confer conduziu o estudo com seu pai, Mark D. Cloud, professor de psicologia da Lock Haven University, na Pensilvânia.
Os pesquisadores pediram a 700 estudantes universitários para imaginar que estavam em um relacionamento romântico e sexual há três meses. Eles então foram indagados como reagiriam à infidelidade cometida pelo parceiro imaginado.
Alguns dos participantes foram informados que seus companheiros tinham sido infiéis com um homem, outros com uma mulher. Os pesquisadores também disseram para alguns que seus parceiros tiveram um caso com uma pessoa, enquanto para outros, com múltiplos parceiros. Alguns foram informados que a infidelidade aconteceu uma vez, outros, duas vezes.
Independentemente do número de episódios ou parceiros, o estudo constatou que:
- Em geral, os homens mostraram uma probabilidade 50% maior de continuar o namoro com um parceiro que teve um caso homossexual e uma probabilidade de 22% de ficar com uma mulher após um caso heterossexual.
- As mulheres demonstraram uma probabilidade 28% maior de continuar o namoro com quem teve um caso heterossexual e uma probabilidade de 21% de ficar com alguém que teve um caso homossexual.
Os resultados sugerem que os homens se sentem mais ameaçados pelo tipo de infidelidade que pode ameaçar sua paternidade. Eles também podem enxergar o caso homossexual da parceira como uma oportunidade de se relacionar com mais de uma mulher ao mesmo tempo, satisfazendo o maior desejo dos homens por mais de uma parceira, segundo os autores.
"Estes resultados são ainda mais notáveis, pois mostram que os homens têm atitudes mais negativas em relação à homossexualidade masculina e são menos favoráveis a direitos civis para casais do mesmo sexo do que as mulheres. Contudo, esta tendência geral dos homens é revertida em relação à homossexualidade feminina", disseram os autores.
Inversamente, as mulheres se opuseram à continuação de uma relação após ambos os casos, mas especialmente após um caso homossexual do namorado. Tal caso pode ser visto como um sinal de insatisfação com o relacionamento atual e um prelúdio de possível abandono, de acordo com os autores.
http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/867473-homens-sao-mais-tolerantes-a-traicao-homossexual-que-mulheres.shtml
Homens são mais tolerantes a traição homossexual que mulheres
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
Os homens têm duas vezes mais chances de continuar namorando uma mulher que o traiu com outra do que com aquela que o enganou com outro homem, segundo uma nova pesquisa da Universidade do Texas, em Austin.
As mulheres mostram o padrão oposto. Elas são mais propensas a continuar o namoro com um homem que teve um caso heterossexual do que com aquele que teve um caso homossexual.
O estudo, publicado no mês passado na revista "Personality and Individual Differences", proporciona uma nova visão sobre as adaptações psicológicas por trás do desejo dos homens por uma variedade de parceiros e o desejo das mulheres por um parceiro comprometido.
"O ciúme é ativado em homens e mulheres por diferentes motivos --os que ameaçam a paternidade nos homens e os que ameaçam o abandono nas mulheres", diz Jaime C. Confer, principal autor do estudo.
Confer conduziu o estudo com seu pai, Mark D. Cloud, professor de psicologia da Lock Haven University, na Pensilvânia.
Os pesquisadores pediram a 700 estudantes universitários para imaginar que estavam em um relacionamento romântico e sexual há três meses. Eles então foram indagados como reagiriam à infidelidade cometida pelo parceiro imaginado.
Alguns dos participantes foram informados que seus companheiros tinham sido infiéis com um homem, outros com uma mulher. Os pesquisadores também disseram para alguns que seus parceiros tiveram um caso com uma pessoa, enquanto para outros, com múltiplos parceiros. Alguns foram informados que a infidelidade aconteceu uma vez, outros, duas vezes.
Independentemente do número de episódios ou parceiros, o estudo constatou que:
- Em geral, os homens mostraram uma probabilidade 50% maior de continuar o namoro com um parceiro que teve um caso homossexual e uma probabilidade de 22% de ficar com uma mulher após um caso heterossexual.
- As mulheres demonstraram uma probabilidade 28% maior de continuar o namoro com quem teve um caso heterossexual e uma probabilidade de 21% de ficar com alguém que teve um caso homossexual.
Os resultados sugerem que os homens se sentem mais ameaçados pelo tipo de infidelidade que pode ameaçar sua paternidade. Eles também podem enxergar o caso homossexual da parceira como uma oportunidade de se relacionar com mais de uma mulher ao mesmo tempo, satisfazendo o maior desejo dos homens por mais de uma parceira, segundo os autores.
"Estes resultados são ainda mais notáveis, pois mostram que os homens têm atitudes mais negativas em relação à homossexualidade masculina e são menos favoráveis a direitos civis para casais do mesmo sexo do que as mulheres. Contudo, esta tendência geral dos homens é revertida em relação à homossexualidade feminina", disseram os autores.
Inversamente, as mulheres se opuseram à continuação de uma relação após ambos os casos, mas especialmente após um caso homossexual do namorado. Tal caso pode ser visto como um sinal de insatisfação com o relacionamento atual e um prelúdio de possível abandono, de acordo com os autores.
http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/867473-homens-sao-mais-tolerantes-a-traicao-homossexual-que-mulheres.shtml
Testes usam ultrassom como contraceptivo masculino
12/05/2010 - 07h15
Testes usam ultrassom como contraceptivo masculino
da BBC Brasil
Aplicação de ultrassom em homens pode ser usada como um anticoncepcional masculino válido por seis meses, segundo testes preliminares da universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos.
A equipe de pesquisadores obteve um financiamento de US$ 100 mil (quase R$ 180 mil) da Fundação Bill & Melinda Gates e busca a aprovação para realizar mais testes clínicos.
O coordenador do estudo, James Tsuruta, disse acreditar que o novo método possa se transformar em uma opção de contracepção segura e barata.
"O nosso objetivo de longo prazo é usar o ultrassom de instrumentos terapêuticos que normalmente são utilizados na medicina esportiva ou em clínicas de fisioterapia como contraceptivos masculinos baratos, de longo prazo e reversíveis, adequados para uso em países em desenvolvimento e do Primeiro Mundo."
Os testes preliminares indicam que após as aplicações de ultrassom nos testículos, a produção de esperma é interrompida e as reservas já existentes são exauridas, deixando o homem temporariamente infértil.
"Efeito e segurança máximos"
O financiamento da pesquisa prevê o aprimoramento da técnica para atingir efeitos e segurança máximos.
Há poucas semanas, pesquisadores na China divulgaram ter desenvolvido um outro tratamento anticoncepcional para homens que é eficaz, reversível e sem efeitos colaterais sérios a curto prazo.
Os cientistas realizaram testes com mais de mil homens com idades entre 20 e 45 anos e que tiveram pelo menos um filho nos dois anos anteriores ao experimento. Suas parceiras tinham idades entre 18 e 38 anos, sem problemas reprodutivos.
No tratamento, os homens receberam por dois anos e meio uma injeção de um líquido contendo o hormônio testosterona que provocou a suspensão temporária da produção de espermatozoides.
Durante os testes, apenas um em cada cem voluntários engravidou a parceira. Seis meses após a interrupção do tratamento, o número de espermatozoides dos participantes voltou ao nível normal.
Apesar de a injeção não ter provocado efeitos colaterais, quase um terço dos participantes abandonou o experimento. A saída dos voluntários não foi explicada.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u733785.shtml
Testes usam ultrassom como contraceptivo masculino
da BBC Brasil
Aplicação de ultrassom em homens pode ser usada como um anticoncepcional masculino válido por seis meses, segundo testes preliminares da universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos.
A equipe de pesquisadores obteve um financiamento de US$ 100 mil (quase R$ 180 mil) da Fundação Bill & Melinda Gates e busca a aprovação para realizar mais testes clínicos.
O coordenador do estudo, James Tsuruta, disse acreditar que o novo método possa se transformar em uma opção de contracepção segura e barata.
"O nosso objetivo de longo prazo é usar o ultrassom de instrumentos terapêuticos que normalmente são utilizados na medicina esportiva ou em clínicas de fisioterapia como contraceptivos masculinos baratos, de longo prazo e reversíveis, adequados para uso em países em desenvolvimento e do Primeiro Mundo."
Os testes preliminares indicam que após as aplicações de ultrassom nos testículos, a produção de esperma é interrompida e as reservas já existentes são exauridas, deixando o homem temporariamente infértil.
"Efeito e segurança máximos"
O financiamento da pesquisa prevê o aprimoramento da técnica para atingir efeitos e segurança máximos.
Há poucas semanas, pesquisadores na China divulgaram ter desenvolvido um outro tratamento anticoncepcional para homens que é eficaz, reversível e sem efeitos colaterais sérios a curto prazo.
Os cientistas realizaram testes com mais de mil homens com idades entre 20 e 45 anos e que tiveram pelo menos um filho nos dois anos anteriores ao experimento. Suas parceiras tinham idades entre 18 e 38 anos, sem problemas reprodutivos.
No tratamento, os homens receberam por dois anos e meio uma injeção de um líquido contendo o hormônio testosterona que provocou a suspensão temporária da produção de espermatozoides.
Durante os testes, apenas um em cada cem voluntários engravidou a parceira. Seis meses após a interrupção do tratamento, o número de espermatozoides dos participantes voltou ao nível normal.
Apesar de a injeção não ter provocado efeitos colaterais, quase um terço dos participantes abandonou o experimento. A saída dos voluntários não foi explicada.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u733785.shtml
Cientistas buscam "fator genético" para infidelidade
12/05/2010 - 10h23
Cientistas buscam "fator genético" para infidelidade
da Reportagem Local
Pesquisadores têm buscado embasamento científico e justificativas para um fenômeno que talvez nunca seja fácil de explicar: a infidelidade. Estudos sugerem que variações genéticas estariam relacionadas à dificuldade de ser fiel.
Por exemplo um trabalho feito com 552 pares de gêmeos e seus parceiros, que avaliou um gene presente na maioria dos mamíferos, relacionado à formação de vínculos.
Os homens que carregavam variações desse gene eram menos propensos a se casar: os que se casaram tiveram mais crises conjugais, e suas mulheres eram mais infelizes, segundo o estudo, feito pelo Instituto Karolinska, na Suécia.
Mas é claro que não é possível utilizar esse dado para prever o comportamento masculino em um relacionamento.
"Você olha um "pegador" e identifica, por atitudes e pela forma de se relacionar, que ele tem maior tendência à traição. Mas ainda não dá para dizer que foi programado geneticamente para agir dessa forma", comenta a psiquiatra Carmita Abdo, coordenadora do Programa de Estudos em Sexualidade do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de SP.
Outros estudos dizem que é possível treinar o cérebro para resistir a desejos "proibidos".
Um grupo da Universidade McGill, no Canadá, fez várias pesquisas para mostrar a reação de pessoas comprometidas diante das tentações.
Concluíram, em um primeiro estágio, que, quanto mais comprometida é a pessoa, mais ela sente repulsa por alguém ou alguma situação que ameace seu relacionamento.
Em um dos trabalhos, foi solicitado aos voluntários que dessem notas para fotos de pessoas do sexo oposto. As mais atraentes receberam notas mais altas. Depois, as mesmas fotos foram mostradas, seguidas da informação de que aquelas pessoas gostariam de encontrar os voluntários. Dessa vez, as avaliações foram piores.
Os canadenses ainda avaliaram como os sexos responderiam às ameaças de traição.
Em dois estudos, as mulheres se mostraram mais conscientes do risco de ferir a relação por causa de uma situação proibida, tornando-se mais compreensivas com os parceiros, por exemplo, ao discutir o relacionamento. Os homens não alteraram o comportamento após um flerte simulado.
Uma outra linha de pesquisa tenta provar o que parece óbvio: para Arthur Aron, pesquisador da Stony Brook University, nos EUA, não são os sentimentos de lealdade e de amor que mantêm os casais fiéis. Seus experimentos com atividades monótonas e instigantes mostram que o desafio constante eleva a satisfação dos parceiros com a relação.
"Partindo da hipótese de que não somos naturalmente monogâmicos, que é a mais aceita pelos estudiosos, podemos dizer que alguns se moldam mais e outros não conseguem. A fidelidade é um aprendizado e se sustenta pela necessidade de adequação social, econômica e afetiva", resume Abdo.
Com "The New York Times"
http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u733870.shtml
Cientistas buscam "fator genético" para infidelidade
da Reportagem Local
Pesquisadores têm buscado embasamento científico e justificativas para um fenômeno que talvez nunca seja fácil de explicar: a infidelidade. Estudos sugerem que variações genéticas estariam relacionadas à dificuldade de ser fiel.
Por exemplo um trabalho feito com 552 pares de gêmeos e seus parceiros, que avaliou um gene presente na maioria dos mamíferos, relacionado à formação de vínculos.
Os homens que carregavam variações desse gene eram menos propensos a se casar: os que se casaram tiveram mais crises conjugais, e suas mulheres eram mais infelizes, segundo o estudo, feito pelo Instituto Karolinska, na Suécia.
Mas é claro que não é possível utilizar esse dado para prever o comportamento masculino em um relacionamento.
"Você olha um "pegador" e identifica, por atitudes e pela forma de se relacionar, que ele tem maior tendência à traição. Mas ainda não dá para dizer que foi programado geneticamente para agir dessa forma", comenta a psiquiatra Carmita Abdo, coordenadora do Programa de Estudos em Sexualidade do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de SP.
Outros estudos dizem que é possível treinar o cérebro para resistir a desejos "proibidos".
Um grupo da Universidade McGill, no Canadá, fez várias pesquisas para mostrar a reação de pessoas comprometidas diante das tentações.
Concluíram, em um primeiro estágio, que, quanto mais comprometida é a pessoa, mais ela sente repulsa por alguém ou alguma situação que ameace seu relacionamento.
Em um dos trabalhos, foi solicitado aos voluntários que dessem notas para fotos de pessoas do sexo oposto. As mais atraentes receberam notas mais altas. Depois, as mesmas fotos foram mostradas, seguidas da informação de que aquelas pessoas gostariam de encontrar os voluntários. Dessa vez, as avaliações foram piores.
Os canadenses ainda avaliaram como os sexos responderiam às ameaças de traição.
Em dois estudos, as mulheres se mostraram mais conscientes do risco de ferir a relação por causa de uma situação proibida, tornando-se mais compreensivas com os parceiros, por exemplo, ao discutir o relacionamento. Os homens não alteraram o comportamento após um flerte simulado.
Uma outra linha de pesquisa tenta provar o que parece óbvio: para Arthur Aron, pesquisador da Stony Brook University, nos EUA, não são os sentimentos de lealdade e de amor que mantêm os casais fiéis. Seus experimentos com atividades monótonas e instigantes mostram que o desafio constante eleva a satisfação dos parceiros com a relação.
"Partindo da hipótese de que não somos naturalmente monogâmicos, que é a mais aceita pelos estudiosos, podemos dizer que alguns se moldam mais e outros não conseguem. A fidelidade é um aprendizado e se sustenta pela necessidade de adequação social, econômica e afetiva", resume Abdo.
Com "The New York Times"
http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u733870.shtml
Site para traição é lançado no Brasil
12/07/2011 - 11h18
Site para traição é lançado no Brasil
IARA BIDERMAN DE SÃO PAULO
Mais uma modalidade da traição globalizada foi lançada na segunda-feira (11) no Brasil. O site Ohhtel, que tem sua base nos EUA, começou a oferecer seus serviços com.br.
Apesar do nome, é só um espaço virtual. Os encontros físicos são por conta e risco dos usuários -gente interessada em pular a cerca sem chamuscar o casamento.
Infidelidade vira tema de discussão na rede
Lais Ranna, vice-presidente do site Ohhtel no Brasil
A promessa é achar amantes discretos para clientes cadastrados. A justificativa sociológica é que a aventura é alternativa ao divórcio, desde que o outro não descubra. Teoricamente, o serviço é seguro. Mas, como diz Laís Ranna, vice-presidente do site no Brasil, "garantias são sempre muito vagas na internet".
Formada em artes cênicas, a paranaense Ranna, 31, conta que antes do Ohhtel trabalhou em uma rede social que ajuda mulheres a encontrar homens ricos. Uma coisa levou a outra.
A executiva veio ao Brasil para lançar o site, mas deu esta entrevista à Folha por telefone, quando estava na Califórnia, onde vive com o marido francês.
Folha - Por que escolher o Brasil para um site de traição?
Lais Ranna - Em 2010, o site americano recebeu 3.000 e-mails do Brasil perguntando quando seria lançado no país. A empresa pesquisou e descobriu que tem 15 milhões de brasileiros vivendo em casamento sem sexo.
Como chegaram ao número?
Foram feitas entrevistas por telefone com 2.500 pessoas casadas, e 19,2% tinham menos de uma relação sexual por mês. Transferimos a porcentagem para o total de pessoas casadas ou em união estável, segundo o Censo, e chegamos a 15 milhões.
De quem é a pesquisa?
É interna, não divulgamos quem fez. O objetivo foi fazer uma projeção do negócio.
Quanto a empresa fatura?
Não posso dizer. A empresa só tem dois anos e já conta com milhões de dólares.
Infidelidade é bom negócio?
É. Se não fosse, a gente não estaria se expandindo.
E para o usuário?
É uma opção ao divórcio. Se a pessoa está em um casamento de longo prazo e o parceiro perdeu o interesse sexual, ela tem três escolhas: continuar casada numa vida de castidade; um divórcio, dividindo filhos, bens etc. ou procurar sexo em outro lugar. É aí que a gente entra, oferecendo uma maneira mais discreta e segura.
Por que é mais segura?
Ninguém tem acesso às informações pessoais. Quem entra tem que concordar com termos de condições do site.
O que garante que vão cumprir esses termos?
Quando se trata de internet as garantias são sempre muito vagas. Mas a pessoa tem opção de colocar sua foto de forma privada, só vê quem tiver sua permissão. E o nome do site não aparece na fatura do cartão. Temos a opção de pagar em dinheiro, não deixa rastro. E a pessoa não precisa colocar o seu nome para se inscrever. Tem que por idade e sexo, basicamente isso. A gente propõe que a pessoa use um apelido e aconselha a não usar e-mail pessoal, mas criar um e-mail só para isso.
A empresa faz alguma seleção antes de aceitar o cadastro?
Mulheres se cadastram gratuitamente, homens têm que pagar uma taxa. Não podem entrar em contato com as mulheres se não tiverem esse engajamento pessoal.
Engajamento pessoal?
É. Essa tarifinha inicial [R$ 60]. Para mulheres é 100% grátis. Isso porque elas precisam de vínculo afetivo e podem construir isso no site.
Mas o texto de divulgação do seu site diz que o seu diferencial é exatamente reunir pessoas que querem ter casos sem criar vínculos.
O que queremos dizer com isso é não criar vínculo com pessoas que estão no mesmo meio social.
Por que os interessados em se cadastrar confiariam no site?
O nosso slogan é ser uma empresa segura. A ética de nossa equipe é muito grande.
Quais os valores éticos do site?
Nosso ponto principal é a fidelidade...
O quê?
Quer dizer, a privacidade.
Você é capaz de trair?
Eu trairia meu marido para continuar casada com ele.
Seu marido te perdoaria?
Eu conto com isso.
http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/941971-site-para-traicao-e-lancado-no-brasil.shtml
Site para traição é lançado no Brasil
IARA BIDERMAN DE SÃO PAULO
Mais uma modalidade da traição globalizada foi lançada na segunda-feira (11) no Brasil. O site Ohhtel, que tem sua base nos EUA, começou a oferecer seus serviços com.br.
Apesar do nome, é só um espaço virtual. Os encontros físicos são por conta e risco dos usuários -gente interessada em pular a cerca sem chamuscar o casamento.
Infidelidade vira tema de discussão na rede
Lais Ranna, vice-presidente do site Ohhtel no Brasil
A promessa é achar amantes discretos para clientes cadastrados. A justificativa sociológica é que a aventura é alternativa ao divórcio, desde que o outro não descubra. Teoricamente, o serviço é seguro. Mas, como diz Laís Ranna, vice-presidente do site no Brasil, "garantias são sempre muito vagas na internet".
Formada em artes cênicas, a paranaense Ranna, 31, conta que antes do Ohhtel trabalhou em uma rede social que ajuda mulheres a encontrar homens ricos. Uma coisa levou a outra.
A executiva veio ao Brasil para lançar o site, mas deu esta entrevista à Folha por telefone, quando estava na Califórnia, onde vive com o marido francês.
Folha - Por que escolher o Brasil para um site de traição?
Lais Ranna - Em 2010, o site americano recebeu 3.000 e-mails do Brasil perguntando quando seria lançado no país. A empresa pesquisou e descobriu que tem 15 milhões de brasileiros vivendo em casamento sem sexo.
Como chegaram ao número?
Foram feitas entrevistas por telefone com 2.500 pessoas casadas, e 19,2% tinham menos de uma relação sexual por mês. Transferimos a porcentagem para o total de pessoas casadas ou em união estável, segundo o Censo, e chegamos a 15 milhões.
De quem é a pesquisa?
É interna, não divulgamos quem fez. O objetivo foi fazer uma projeção do negócio.
Quanto a empresa fatura?
Não posso dizer. A empresa só tem dois anos e já conta com milhões de dólares.
Infidelidade é bom negócio?
É. Se não fosse, a gente não estaria se expandindo.
E para o usuário?
É uma opção ao divórcio. Se a pessoa está em um casamento de longo prazo e o parceiro perdeu o interesse sexual, ela tem três escolhas: continuar casada numa vida de castidade; um divórcio, dividindo filhos, bens etc. ou procurar sexo em outro lugar. É aí que a gente entra, oferecendo uma maneira mais discreta e segura.
Por que é mais segura?
Ninguém tem acesso às informações pessoais. Quem entra tem que concordar com termos de condições do site.
O que garante que vão cumprir esses termos?
Quando se trata de internet as garantias são sempre muito vagas. Mas a pessoa tem opção de colocar sua foto de forma privada, só vê quem tiver sua permissão. E o nome do site não aparece na fatura do cartão. Temos a opção de pagar em dinheiro, não deixa rastro. E a pessoa não precisa colocar o seu nome para se inscrever. Tem que por idade e sexo, basicamente isso. A gente propõe que a pessoa use um apelido e aconselha a não usar e-mail pessoal, mas criar um e-mail só para isso.
A empresa faz alguma seleção antes de aceitar o cadastro?
Mulheres se cadastram gratuitamente, homens têm que pagar uma taxa. Não podem entrar em contato com as mulheres se não tiverem esse engajamento pessoal.
Engajamento pessoal?
É. Essa tarifinha inicial [R$ 60]. Para mulheres é 100% grátis. Isso porque elas precisam de vínculo afetivo e podem construir isso no site.
Mas o texto de divulgação do seu site diz que o seu diferencial é exatamente reunir pessoas que querem ter casos sem criar vínculos.
O que queremos dizer com isso é não criar vínculo com pessoas que estão no mesmo meio social.
Por que os interessados em se cadastrar confiariam no site?
O nosso slogan é ser uma empresa segura. A ética de nossa equipe é muito grande.
Quais os valores éticos do site?
Nosso ponto principal é a fidelidade...
O quê?
Quer dizer, a privacidade.
Você é capaz de trair?
Eu trairia meu marido para continuar casada com ele.
Seu marido te perdoaria?
Eu conto com isso.
http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/941971-site-para-traicao-e-lancado-no-brasil.shtml
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