sexta-feira, 29 de julho de 2011

Você fala tudo o que quer no sexo com seu parceiro?

Falando de Sexo
Postado por Mandy Outeiro
Você fala tudo o que quer no sexo com seu parceiro?

O sexo oral é rápido demais? A penetração parece infinita? E, quando você está quase gozando, ele insiste em chamá-la de “amorzinho”, embora isso seja a última coisa que você queira escutar? Por que será que quanto mais o tempo passa, mais difícil fica falar de fantasias e preferências sexuais com o namorado?

Uma pesquisa recente com 13 mil homens e mulheres de 11 países da América Latina, mostrou que menos da metade dos casais tem coragem de bater um franco papo de cama. No Brasil, que adora se gabar de uma pretensa liberdade sexual, só 42% dos entrevistados disseram não ter esses problemas.

“Falta intimidade verbal entre os casais”.

“A rotina tende a suprimir a ousadia do início do namoro e distancia as pessoas.”

Quando isso acontece, em vez de partir para o diálogo, o mais comum é que homens e mulheres procurem a aventura sexual que desejam não dentro, mas fora da relação. Outra pesquisa feita com 4.990 mulheres solteiras e casadas, 81% afirmaram praticar sexo casual para descobrir sua própria sexualidade. Para a maioria delas, o sentimento de liberdade ao transar com um desconhecido é tão grande a ponto de diminuir ou exterminar as inseguranças do sexo com parceiros fixos.


Nota da Mandy: Nossa choquei com essas pesquisas. Eu vejo o quanto faço parte de uma minoria. Precisar trair para suprir necessidade por que não tem coragem de conversar com o namorado sobre? Vai lá , dá pra um estranho, faz o quer quer e depois por não mais ter que olhar pra cara dele se sente realizada? Peeeeeeelo amor de Deus. Não tem tempo de se abrir com namorado devido a rotina mas tem tempo de trair? Faça-me o favor né! Um dialogo melhora tudo em um relacionamento, principalmente no sexo. Não tenham vergonha de pedir, falar, mandar, gemer, gritar, xingar, se solta mulher....é seu homem que está ali e ele tem que ser perfeito pra você. Mas pra isso você tem que dizer a ele como ser perfeito na cama com você.
http://coisasdegordinha.blogspot.com/2011/04/falando-de-sexo.html

"Só consigo chegar ao orgasmo sozinha."

"Só consigo chegar ao orgasmo sozinha."
Postado por Mandy Outeiro
Gatas...li essa matéria e achei mega interessante colocar aqui. Em conversas de amigas é o que mais se ouve, então fique atentas as dicas da terapeuta.

Terapeuta Carla Zeglio


Muitas mulheres se queixam de só conseguir ter orgasmos sozinhas. Mas quando pergunto a elas se costumam se tocar durante a relação sexual, a resposta é quase sempre “não”.

Em seguida pergunto por que não se tocam, e elas justificam que é porque sentem vergonha dos parceiros. Acreditam que são obrigada a ter orgasmo pura e simplesmente com a penetração. É possível que este orgasmo aconteça? Sim. Contudo, precisamos de treino.

A dica é de que se toque sem medo e sem vergonha diante do seu parceiro. Proponha que ele a toque durante a penetração. Conversem bastante sobre o que é a vivência do sexo para vocês. Com certeza ele estará disponível a modificar o que é importante para que você também tenha seu orgasmo.

Muitas mulheres aprendem a ter orgasmo clitoriano pelo simples fato de ser o local que podemos tocar durante o processo de aprendizagem e de auto-exploração corporal. Focamos no contato com a vulva e, basicamente, no clitóris. A parede vaginal é pouco explorada. Por causa disso, não aprendemos a ter orgasmos vaginais.

Você tem todas as chances do mundo de ter seu orgasmo vaginal desde que modifique algumas coisas no relacionamento:
1) falando com o seu parceiro e explicando o que a estimula
2) tocando-se junto dele. Se isso for muito complicado para você, busque ajuda em terapia de casal para que possam sentir-se bem e ter uma vida sexual melhor, ou seja, na qual os dois têm prazer.
http://coisasdegordinha.blogspot.com/2011/07/so-consigo-chegar-ao-orgasmo-sozinha.html

Camerun: Planchado de senos

Camerun: Planchado de senos
Cargado por raulespert. - Vídeos de ecología, sociedad, economía y sostenibilidad.

Philomene Moungang, preocupada porque los incipientes senos de sus hijas las expongan al riesgo del acoso sexual e incluso de la violación, comenzó a planchar sus pechos con una piedra caliente.

"Se lo hice a mis dos hijas cuando tenían ocho años. Tomaba la piedra de pulir, la calentaba al fuego y se las aplicaba con presión sobre los senos", contó Moungang.

"Ellas lloraban y decían que les dolía. Pero yo les expliqué que era por su propio bien", agregó.

El "planchado de senos", el uso de objetos duros o calientes u otras sustancias para tratar de detener el crecimiento de los pechos, según los expertos, es una práctica tradicional en el oeste de Africa.

"Un nuevo estudio reveló que está terriblemente generalizado en Camerún, donde una de cada cuatro adolescentes es sometida al traumático proceso por parte de parientes, con frecuencia en busca de reducir su atractivo sexual.

"El planchado de senos es una antiquísima práctica en Camerún, al igual que en muchos países del oeste y centro de África, incluyendo Chad, Togo, Benín, por sólo nombrar algunos", dice Flavien Ndonko, un antropólogo y representante local de la agencia alemana de desarrollo GTZ, que auspició el estudio.

Sin embargo, la práctica tiene muchos efectos secundarios, incluyendo severos dolores y abscesos, infecciones, cáncer de mama e incluso la desaparición completa de uno o ambos senos.

El estudio de más de 5.000 mujeres entre 10 y 82 años de todo Camerún, publicado el mes pasado, calculó que cuatro millones de mujeres en el país del centro africano han padecido el proceso.

"¿Me preguntas por qué lo hice?" dice Moungang. "Cuando era pequeña, mi madre me lo hizo a mí al igual que todas las demás mujeres en el pueblo se lo hacían a sus hijas. De modo que pensé que sería bueno hacérselo a mis propias hijas".

COMUN EN LAS CIUDADES

La práctica es ahora más común en las zonas urbanas que en los pueblos, porque las madres, según dice el estudio, temen que sus hijas estén más expuestas al abuso y entonces tratan de suprimir todo signo externo de sexualidad.

Sus conclusiones han dado lugar a una campaña nacional para educar a las madres sobre los peligros y para tratar de erradicarlos. Una campaña similar en Camerún ayudó hace algunos años a reducir drásticamente los índices de mutilación genital en las mujeres.

"Una mujer (...) debe estar orgullosa de sus senos porque es algo natural. Es un regalo de Dios. Permite que los senos crezcan naturalmente. No los fuerces a desaparecer o aparecer", dice el volante de la campaña.

Moungang dijo que dejó de plancharles los senos a sus hijas cuando una de las niñas desarrolló ampollas y abscesos.

"La llevé al hospital y el doctor me retó y me recomendó no hacerlo nunca más porque podía perjudicar a mi hija", dijo.

"Cuando Mariane se casó y tuvo a su primer hijo, le llevó un largo tiempo, aproximadamente un mes y medio, para que sus pechos comenzaran a producir leche y el niño casi muere. Me dijeron que se debía a que yo le había planchado los senos. Estaba asustada", agregó.

Cuanto antes se desarrolle una niña, es más probable que le 'planchen' los pechos: el 38 por ciento de aquellas cuyos senos se desarrollaron antes de los 11 años han sufrido el procedimiento.
http://periodismobasadoenlaevidencia.ning.com/profiles/blogs/se-calcula-que-4-millones-de?xg_source=facebookshare

Profissionais não assumem homossexualidade por preconceito

29.07.11 | 04h34
Profissionais não assumem homossexualidade por preconceito
Para gays, policiais gays e lésbicas não conseguem assumir a opção sexual por conta do preconceito na corporação
IG

Embora a pesquisa Ibope divulgada nesta quinta-feira tenha mostrado que é pequena a resistência à presença de gays em profissões como médico, policiais e professores, o dia-a-dia de homossexuais que exercem essas profissões é delicado. "Na polícia, ninguém admite que é gay", afirma Yone Lindgren, vice-presidente da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Travestis e Transexuais e coordenadora do Movimento Dellas. "Aqui no Rio, em nossos encontros regionais, temos seis mulheres policiais e gays. Mas elas não se assumem no meio profissional. Não por medo, mas para terem sossego e conseguirem trabalhar em paz", diz.

Yone destaca que as mulheres que optam pela carreira na polícia ou qualquer área ligada à segurança pública já enfrenta preconceito por ser mulher. "Eles ouvem piadinhas e isso é assédio moral. Imagina se falarem que além de mulheres são gays?", questiona. "No Fórum de Lésbicas temos pelo menos 15 mulheres policiais ou profissionais da área de segurança que são gays. Algumas têm até medo de admitir isso na corporação", conta.

Por meio da assessoria de imprensa, a Superintendência de Direitos Individuais, Coletivos e Difusos da Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos confirma a tese de que o preconceito inibe policiais gays a assumirem dentro da corporação sua opção sexual. "Realizamos o Seminário Nacional de Segurança Pública e Combate a Homofobia e não encontramos um policial, homem ou mulher, que tenha se assumido gay", informa a superintendência.

No dia 22 de junho, o professor Luiz Carlos da Silva, de 44 anos, oficializou sua união homoafetiva com o auxiliar de produção Anderson da Silva, de 24. Durante a cerimônia coletiva, com outros 42 casais gays, Luiz admitiu que precisou ser convencido pelo atual companheiro a casar. "A gente vive numa sociedade tão hipócrita, que eu não acreditava que fosse tomar essa decisão."

O professor, que mora em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, acredita que seus vizinhos saibam sobre sua opção sexual. "Nunca fomos vítimas de preconceito", afirma. Porém, ele diz que na vida profissional trata com discrição sua opção sexual. "Seria bom se todos pudessem sair do armário, mas no dia a dia não é assim", reconhece.
http://www.midianews.com.br/?pg=noticias&cat=8&idnot=58419

Sete dicas para atingir o orgasmo

O Dia do Orgasmo, comemorado no próximo domingo (31/07), é um tema que provoca discussões e está cheio de tabus. Para sanar todas as dúvidas, uma especialista em terapia sexual dá sete dicas para atingir o orgasmo. Além de causar mudanças físicas, a ação está vinculada a parte sensorial do corpo e libera endorfina – hormônio que está ligado ao prazer.


Segundo Sylvia Faria Marzano, urologista pós-graduada em Terapia Sexual pela Faculdade de Medicina do ABC e pela Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana (Sbrash), o primeiro passo é conhecer bem o corpo.


“A grande maioria das mulheres não chega ao orgasmo, pois não se conhece, tem medo de sentir o toque sem pensar sujeiras e acaba não explorando o corpo”, conta Sylvia.
É importante também que os dois estejam por inteiro na relação, sem a expectativa de um grande orgasmo. Além disso, é fundamental manter a comunicação com o parceiro, sobre como gosta de ser acariciado, beijado, sem medo de desagradar.


Conhecer o corpo do outro nos momentos de excitação é um fator importante. “Na hora do orgasmo muitas mudanças ocorrem no corpo, entre elas arrepio, contração dos músculos pélvicos e aumento da frequência respiratória”, explica a urologista.


Deixadas de lado ao longo dos anos, as preliminares são muito importantes para atingir o orgasmo. “A parte mais importante da relação são as preliminares e muitos casais não tem mais o momento do namoro”, ressalta Sylvia.


Também é importante que não se tenha uma expectativa de alta performance, pois a exigência com relação às demonstrações performáticas podem atrapalhar as reações fisiológicas.


A última dica é relacionada ao estímulo individual. Segundo a especialista, a masturbação é um auto-erotismo, pode ser praticada junto com o parceiro e está presente no cotidiano de pessoas com relacionamentos fixos. (Colaborou Larissa Marçal)
http://www.reporterdiario.com.br/Noticia/300507/sete-dicas-para-atingir-o-orgasmo/

Violência e remissão

Violência e remissão

Autor de “Trainspotting”, o escocês Irvine Welsh fala à CULT sobre seu novo romance

Publicado em 27 de julho de 2011

Jaqueline Gutierres

“O que Sigmund Freud pensava parece superficial e reacionário, atualmente”, afirma o escritor Irvine Welsh. O escocês, conhecido internacionalmente pelo livro Trainspotting, tem a obra Crime (Rocco) recém-editada no Brasil. Welsh escolheu os estudos atuais da psicologia para pesquisar sobre o assunto do último livro e ressalta a importância de se atentar aos crimes cometidos e facilitados pela internet.

Na obra, Welsh trata a pedofilia em diferentes situações, todas presenciadas por Ray Lennox, um policial escocês que está de férias em Miami. O autor fala à CULT sobre a obra e comenta a questão da pedofilia.

CULT – Por que decidiu escrever um livro sobre pedofilia?

É um assunto muito difícil. Foi complicado escrever sobre isso, foi um desafio inacreditável – e gosto de grandes desafios.

O livro mostra diferentes modos de ver a pedofilia e, nas últimas páginas, você explica que fez pesquisas com psicólogos. O que perguntou a eles e o que disseram? Fez pesquisas sobre autores como Freud, por exemplo?

Sim, minha visão sobre isso mudou muito nos últimos vinte anos. Lolita [de Nabokov] provavelmente não teria sido escrita, considerando-se que os tratamentos psicológicos hoje nos alertam sobre os efeitos danosos da exposição prematura ao contato sexual e do uso do poder e da coerção nos relacionamentos sexuais.

Quais foram as dificuldades para escrever o livro?

Sendo esse um assunto ligado ao emocional, era importante balancear entre o visceral e o conceitual corretamente.

Porque escolheu Miami como cenário da história?

Miami é uma cidade sinistra e suspeita, repleta de desocupados. Lá, realmente existe uma organização de pedófilos que vivem à espreita. Esse tipo de crime pode acontecer em qualquer lugar, mas a escolha de Miami me parece apropriada.

O caso da garota Tianna, infelizmente é típico, envolvendo crianças pobres e sem boa estrutura familiar. A história do livro tem um final relativamente feliz, se você fosse escrever uma sequência para a obra, o que aconteceria com Tianna depois de crescida? Você acredita que a influência de alguém com boas intenções, como Ray, pode mudar a vida de uma criança como Tianna?

É muito difícil dizer. Muitas vítimas de abuso sexual passam a ter disfunções sexuais, no caso das mulheres. Muitos dos que passam por isso sobrevivem e lidam bem com isso, têm uma vida normal e feliz. As possibilidades, pelo menos, existem para Tianna, graças à intervenção do Ray.

A história tem digressões que duram capítulos inteiros e fluxos de pensamento dos personagens ao longo da história. Tem-se a impressão às vezes de ler o roteiro de um filme. Você escreveu o livro com essa intenção? Você pensa em adaptações futuras quando escreve?

Não, simplesmente penso de um jeito cinematográfico de modo geral.

Nos seus livros, vários personagens sofrem de problemas mentais, como Ray Lennox no livro Crime, ou tem envolvimento com drogas, como é o caso de Renton e seus amigos em Trainspotting. Por que trabalha com esse tipo de personagem?

Se os personagens não possuem conflitos interiores, eles são chatos. É esse o motivo de eu não conseguir ler a maioria das obras desse gênero – os protagonistas são, em geral, mal feitos, unidimensionais. Isso tudo está relacionado a tramas intrigantes e complexas. Gosto do modo como Lennox tenta resolver seus próprios mistérios e, ao mesmo tempo, os de Tianna.

A pedofilia na internet é um problema em pauta atualmente. Em sua opinião, como isso pode ser controlado? Pensou em incluir alguma passagem relacionada à internet na história?

Não sei como isso pode ser controlado. Acho que as crianças deveriam ser orientadas sobre esse problema, sobre o que é aceitável e o que não é.

Algumas séries de TV, como “Lei e Ordem”, tratam de temas parecidos com os que você apresenta em Crime – a pedofilia, por exemplo. Usou algum desses seriados como referência?

Não, nunca vi um capítulo de “Lei e Ordem” na minha vida.

Você teve algum autor como referência ao escrever a obra?

Não, estudei relatórios médicos e participei de reuniões de grupos de sobreviventes de abuso sexual.

Você descreve Edimburgo (capital da Escócia) em alguns livros e, especificamente em Crime, criou um contraste entre a cultura escocesa de Ray e a cultura norte-americana. Você se considera um retratista de Edimburgo?

Acredito que sim, mas qualquer um que escreve sobre um lugar é um retratista apenas pelo simples ato de escrever.
http://revistacult.uol.com.br/home/2011/07/violencia-e-remissao/

Búlgaras descobrem câmeras escondidas em apartamento nos EUA

28/07/2011 - 20h45
Búlgaras descobrem câmeras escondidas em apartamento nos EUA
DE SÃO PAULO

Duas meninas da Bulgária descobriram câmeras escondidas em seu apartamento em Tampa, na Flórida, segundo informação do jornal da cidade "10 News". As meninas alugaram o apartamento havia três meses.

Búlgaras falam sobre as câmeras escondidas que encontraram no apartamento que alugavam
Os equipamentos pareciam detectores de movimento do sistema de segurança, mas as moradoras descobriram cabos e câmeras escondidas que as vigiavam. As câmeras estavam em cima da porta do quarto e atrás da porta do banheiro.

O xerife do Condado de Hillsborough disse que se trata de um caso criminal de voyeurismo.

Ralista Dzhambazova e Vanya Samokovareva afirmam que se sentiram violadas. "Não foi minha culpa, mas é uma vergonha. Não sabia que alguém me observava e me gravava", disse Dzhambazova.

"Quero que as pessoas saibam que nós somos apenas estudantes e não estamos na indústria pornô ou qualquer coisa parecida", afirmou Dzhambazova.

Ralista e Vanya contaram que alugaram o apartamento de um empresário da Flórida que se chama Raj Armani. O site do empresário diz que ele está no showbiz e que dirige uma produtora em Miami, um restaurante indiano e uma loja de celular já extinta.

No entanto, Ralista e Vanya são as modelos centrais do novo empreendimento de Armani, a Pizza Babe.

As búlgaras dizem que modelar para a Pizza Babe era o trabalho delas enquanto estavam nos EUA, mas depois de terem encontrado as câmeras querem saber o que estava acontecendo.

Armani não quis comentar a história.

A polícia está investigando Armani que, por enquanto, não foi acusado de nenhum crime.
http://www1.folha.uol.com.br/mundo/951361-bulgaras-descobrem-cameras-escondidas-em-apartamento-nos-eua.shtml