terça-feira, 30 de agosto de 2011

Vida de amante

Vida de amante
As armadilhas que a condição de ser a “outra“ traz
22/08/2011
"Minha situação é muito delicada. Já cheguei a ponto de não saber mais o que fazer. Estou no meu limite. Tenho 59 anos e me relaciono com um homem de 58. O problema é que ele é casado. Mas o fato de ele ter uma esposa ainda não é o mais grave. Estamos há mais de um ano juntos e, depois de muito fuxicar e vasculhar nas coisas dele, acabei por descobrir quem é a ‘mulher oficial’ da história.
Como se não bastasse essa situação, a de ser ‘a outra’, descobri que ela frequenta a mesma academia de ginástica que eu. Pior, faz aulas de Pilates na mesma classe. Graças a Deus, não temos nenhum tipo de contato, só superficial mesmo. Mas o simples fato de ter que encontrá-la, nem que seja uma vez por semana, me deixa louca e feliz ao mesmo tempo.

Já pensei em trocar de aula, de academia, mas parece que algo me prende a essa mulher, como se o fato de frequentar o mesmo lugar que ela me permitisse participar da relação dela com meu namorado. Esse gostinho de espionar, pelo menos uma parte da vida dela, me faz bem.

Sei que no fundo isso não é bom pra mim. Mas sinto que é mais forte que eu, assim como o sentimento que eu tenho por ele. Quando estamos juntos, tudo é PERFEITO! Mas essa situação está me consumindo e ainda não tive coragem de contar para ele tudo o que sei que descobri vasculhando suas coisas. Como sair dessa situação?"
A usuária preferiu não se identificar.

Só falta você se fazer de amiga dela! Daí, sim, o circo da traição pega fogo! Interessante, isso que você descreve: que o fato de frequentar o mesmo lugar que ela lhe permite participar da relação dela com o seu namorado?!?!?

Que engano você comete contra si própria, mulher! O máximo que você consegue é ver como você está fora do relacionamento deles, isso sim. E para não enxergar o que é óbvio, você distorce toda a realidade. Ôps, acorda!


Você realmente acredita que está participando ao ficar se intrometendo na vida do casal!? Você está mais é se enganando, profundamente. Coisa de quem anda desesperada, com muita inveja e, exatamente por conta desses sentimentos nefastos, invade o território alheio.


Ao entrar em espaços onde não lhe cabe, seu risco de vir a ser humilhada é muito alto. Talvez você se sinta esperta ao fazê-lo, tenha a falsa impressão de que se aproxima dele, mas o fato é que você se distancia, pois nesse caso, o que lhe parece mais, mulher, na verdade é menos. Você mesma diz que não tem coragem de falar com ele sobre tudo isso. E então? Você precisa disso?! Mulher, você está é se envenenando. Busque tratamento, vá se desintoxicar.

*Ana Fraiman é psicóloga formada em Psicologia Social, especialista nas áreas clínica e social, com mestrado pela USP e Doutora em Ciências Sociais pela PUC-SP. Possui vários livros publicados, é articulista e Diretora da APFraiman Consultoria, empresa pioneira em Programas de Preparação para a Aposentadoria e Pós-carreira.

Ao “mestre”, com desejo

Ao “mestre”, com desejo
21/01/2010 | 11:28 | Ruth de aquino | Amor e Sexo |
Despir-se para seu homem pode ser ato rotineiro ou impregnado de fantasia. Hoje, elas não querem apenas se despir, mas se exibir, intimamente, e de uma forma mais requintada do que na cama à meia-luz. A tecnologia adicionou alguns temperos a esse “striptease” outrora doméstico.

O desejo no olhar do homem costuma acender o tesão da mulher. Mas não é o bastante. A mulher sente mais desejo quando ela própria se sente desejável. Esses dois sentimentos talvez expliquem por que tantas mulheres comuns e anônimas, donas de casa ou profissionais liberais, têm procurado studios de fotografia para posar de lingerie ou totalmente nuas.

Elas querem presentear maridos, namorados ou amantes com ensaios de fotos sensuais. Mas também querem se sentir divas por um dia. Basta (pensam elas) de ver seus homens admirando apenas o bumbum alheio ou folheando embasbacado as fotos de modelos e atrizes hiper-photoshopadas. Se as celebridades usam iluminação e tecnologia digital para parecer deslumbrantes – e a prova é a diferença entre os ensaios nas revistas e os flagras do cotidiano –, elas pensam: por que não ter meu dia de estrela? Por que se resignar às fotinhas de celular que não valorizam seus pontos fortes?

Renata (nome verdadeiro), 25 anos, bancária, solteira

“Posei em novembro do ano passado para dar de presente de Natal para o meu namorado. Ele sempre gostou de ver foto de mulher pelada. E aí pensei: por que não a mulher dele – eu? No começo, a gente se sente meio estranha. Nunca fui modelo. Não sabemos o que fazer com as mãos. Mas as fotógrafas do UpStudio são sensacionais. Explicam tudo. Fiz cabelo, maquiagem. Elas têm lingerie mas eu levei a minha mesmo. Cheguei ao hotel às 8h da manhã, as fotos foram de 10h às 15h. Também quis algumas fotos de jeans e blusinha, tipo anúncio da Calvin Klein. Tudo sofisticado, nada vulgar. Fiz uns nus artísticos, havia uma foto com travesseiro cobrindo o corpo, em outra, o braço tampava o seio. Eu brincava com meu namorado: você não faz ideia do que vai ganhar de Natal. Aí, dei a revista que elas produzem com as fotos impressas. Em cada página, incluí um trecho de uma música do Roberto Carlos que ele canta para mim, que fala “minha mulher é bonita, pequena, morena”. Quando ele ganhou, ficou assim meio assustado, perguntou logo se tinha homem fotógrafo ou assistindo ao ensaio. Eu expliquei que só tinha mulher e ele ficou mais calmo. Adorei o resultado e mostrei para minhas amigas, mas ele não mostrou para ninguém e guardou a revista com ele. A qualidade das fotos é de alto nível. Fiz o produto mais básico, que custa R$ 2.500,00, parcelados. São 20 fotos, selecionadas das 500 que foram tiradas. Uma delas, mais comportada, virou pôster aqui em casa”.



Fabiana (nome fictício), 45 anos, farmacêutica que trabalha com pesquisa clínica, casada há oito anos

“Decidi posar mais por uma necessidade minha do que para dar de presente para o meu marido. Foi no ano passado, véspera do Dia dos Namorados. Estava com 44 anos e quis fazer por mim. A mulher, quando chega nessa idade, começa a querer se testar. Quando você tem 20 anos, sabe que desperta muitos olhares. Depois dos 40, começa a querer saber se continua a ser uma mulher desejável. É agora ou nunca, pensei. A mulher também tem uma fantasia de se ver como modelo, produzida, em seus melhores ângulos, com photoshop como as atrizes. Lógico que também pensei em como meu marido reagiria. Queria provocá-lo, deixá-lo excitado, entusiasmado. Estou no segundo casamento. Estamos juntos há oito anos. A gente fica super ansiosa na hora de fazer. As meninas são ótimas. Conversamos antes, expliquei que queria fotos elegantes, discretas, nada muito vulgar nem provocativo, imagens bonitas sem caras e bocas. Nada de calcinha na boca. Nenhuma roupa muito ‘cheguei’. Não falei nada antes com meu marido. Ele ia criticar, achar bobagem. Ia dizer: não precisa fazer isso, vai gastar um dinheirão. Mas o dinheiro era meu, claro, porque sou independente financeiramente. E valeu muito a pena. A gente sente um impacto quando vê as fotos feitas e, mais ainda, quando o book fica pronto. Fui ao hotel, em Copacabana. É estranho porque parece que está escrito na sua testa que você foi ali para posar. No fim, deu uma satisfação muito interessante. Parecida com a sensação que eu tive quando fiz uma tatuagem no pescoço aos 28 anos. Muitas vezes temos vontade de fazer algo, e vamos adiando, adiando. E depois a gente pensa: podia ter feito quando era mais nova. Quando mostrei para o meu marido, foi engraçado. Cada homem é de um jeito. Ele é muito contido. Fez comentários dizendo quais as fotos que gostou mais. Mas, claro, disse: você é doida… Uma das fotos está aqui na sala do busto para cima. Com uma luz no cabelo super bonita e muita suavidade. Para mim, na minha idade, foi um upgrade na minha autoestima. Mostrei para minha mãe, irmã, tias e amigas íntimas”.

Eu conversei com Camilla Carvalho, uma das sócias do UpStudio, especializado em books sensuais de anônimas.

Curiosidades sobre as clientes

* Faixa etária: 25 a 60 anos. Todas com o mesmo objetivo: dar de presente para o marido/namorado, curtir a sessão de fotos, se sentir linda e poderosa e, claro, mostrar para as amigas!

* A primeira pergunta é sempre: só tem mulher na equipe, né? E a segunda é: vocês retocam no photoshop?!

* Uma, de 30 anos, já nos contatou querendo saber se podia fazer dois books impressos: um para o marido e outro para o amante.

* Os maridos também procuram para presentear as esposas. Um deles nos mandou um e-mail perguntando se podia acompanhar o ensaio.

* Duas clientes vieram de Belém do Pará para fazer as fotos. Uma veio de Angola, na África!

* Já tivemos cliente que queria fazer as fotos em uma limusine.

* As clientes casadas dizem que o mais difícil é esconder o dia do ensaio. As desculpas são as maisvariadas: shopping com as amigas, almoço com a mãe e até viagem a trabalho…. Uma cliente escondeu as lingeries na mala do carro e não conseguia tirar nunca, pois o marido estava sempre por perto e ela não sabia o que iria dizer se ele visse aquela mala cheia de calcinhas!

Principais dúvidas

1) Qual o endereço de vocês? Como marcar para ver um book e uma revista?

O site é? www.upstudio.com.br . Atendemos em domicílio ou podemos marcar um café no shopping para facilitar. Nesta reunião, a cliente escolhe o pacote e indica todas as suas preferências para o ensaio.

2) Tenho que levar as roupas?

Não é necessário, pois temos uma produtora de moda que leva lingeries, roupas e acessórios mais indicadas ao seu perfil e ao seu ensaio. Mas, caso queira, pode levar as suas peças particulares.

3) Quantas pessoas acompanham o ensaio?

No máximo 4 pessoas: além da fotógrafa Renata Abreu e a produtora Camilla Carvalho, uma produtora de moda e uma maquiadora ficam à disposição da cliente. Todas mulheres.

4) Você parcelam o pagamento?

Sim. Em até cinco vezes.

5) Quais os principais cuidados nas fotos ?

Há muito trabalho de luz e sombra para que tudo fique delicado e sem vulgaridade. Além dos retoques das fotos no computador, caso a cliente queira. E todas querem.

Selecionei algumas fotos para publicar no 7×7, caso você, mesmo tímida, queira algum dia mostrar a seu homem “o que é que ele tem em casa” – sem saber. Ou será que você acha muito exibicionismo?

Traição virtual

Traição virtual
Sites de relacionamentos especializados em traição chegam ao Brasil e causam polêmica
PorIlana Ramos
29/08/2011
Mulher casada, 48 anos: "Quero conhecer uma pessoa que goste de sexo sem compromisso apenas por prazer e que esteja disposta transar gostoso com discrição e muito sigilo, pois sou bem casada".

Homem casado, sem idade: "Quero conhecer mulheres interessantes, quentes, independentes, de bem com a vida que desejam realmente sair da rotina para fazer algo bem legal, por um dia, por algumas horas, sei lá, resumindo: quero conhecer mulheres que só queiram dar uma puladinha na cerca".

Os depoimentos citados acima foram anonimamente postados em um dos vários sites especializados na formação de relacionamentos extraconjugais e que estão chegando com força total ao Brasil. A proposta deles é bem simples: são redes sociais elaboradas para pessoas casadas que buscam um ambiente seguro e discreto para suas aventuras fora do casamento. Essa nova moda, no entanto, não é bem vista aos olhos de alguns especialistas brasileiros.

Até 2004, cometer adultério estava no Código Penal no artigo 240 e poderia levar o traidor a uma pena de 15 dias a seis meses de cadeia. Mas em 2005, o artigo foi revogado pela Lei 11.106 e o adultério deixou de ser crime. Para a psicóloga e psicoterapeuta familiar membro da Associação Brasileira de Terapia Familiar (ABRATEF) Sabrina Dotto Billo, "é assustador pensarmos assim enquanto sociedade monogâmica, pois é como se estivéssemos autorizando a traição. Particularmente não concordo e nem discordo (com esses sites). Como relacionamentos virtuais são relativamente novos, não sabemos ao certo se os casais percebem como traição um flerte sem contato físico. Pela minha experiência clínica, que não pode ser generalizada, as mulheres, de forma geral, acreditam que dividir intimidade com outra pessoa, ainda que de forma virtual, já é uma traição. Se o usuário desses sites não joga limpo com a esposa, parece jogar com suas paqueras do site, deixando claro qual é sua proposta, evitando falsas expectativas e frustrações".

Algumas pessoas ainda podem afirmar que a traição pode ser uma opção ao divórcio, uma maneira de suprir as falhas do casamento evitando a separação. O psicólogo e terapeuta de casal Antônio Carlos Alves de Araújo, no entanto, discorda totalmente dessa ideia. "Isso era uma tese dos anos 1970, que tentava colocar a questão do caso extraconjugal como uma saída do cansaço de um relacionamento comum. Mas isso não faz sentido nenhum. É por dizerem que a traição salva casamento que vemos as estatísticas de cerca de 70% dos casamentos não serem fiéis. Esses sites expõem a perversão sexual", diz ele. Já Sabrina argumenta dizendo que "nós (terapeutas de casal) sabemos que muitas vezes é um (a) amante que mantém um casamento, e o término com quaisquer dessas relações arruína a outra. É importante salientar que, por mais que uma relação extraconjugal, de fato, possa manter um casamento, o discurso não é uma apologia à traição, pois sabemos que a quebra de confiança pode criar feridas profundas e ser fatal em um relacionamento".

A imagem do Brasil no exterior é conhecida pela sensualidade do carnaval, do samba, da mulata de biquíni na praia. Será que o nosso país é, de fato, "traidor"? "Totalmente, um dos maiores do mundo. Se for feita uma pesquisa, não sei se perdemos. Talvez fiquemos lado a lado com os americanos nesse quesito. Esses sites vêm pra cá porque sabem disso", argumenta Antônio. Para Sabrina, "a única afirmação que posso fazer é que os brasileiros realizaram muitos cadastros nesses sites, grande parte investindo dinheiro para isso. Essa atitude surpreendeu até os idealizadores dos serviços, que iniciaram as atividades há pouco tempo. Cientificamente desconheço qualquer pesquisa que afirme haver mais traições aqui que em outros locais".

Para Antônio, a "comercialização" da traição é um tema que preocupa bastante. "Cada um coloca a proposta que quiser, não podemos criar uma censura. O que fica duvidoso é que ninguém toca no 'porquê' de acontecer tudo isso. Acredito que isso existe por causa da ambição. O que antes era um consumismo materialista passou pro lado sexual. É a ambição que está por traz da traição pois hoje as pessoas sempre querem algo melhor do que têm, se tornaram extremamente ambiciosas. A solução para isso estariam nos setores psicológico, político e cultural, mas ninguém está disposto a realizar um grupo de estudos ou promover debates sobre isso", conclui.


Até medicamentos para diabetes podem afetar vida sexual

Até medicamentos para diabetes podem afetar vida sexual

Urologista diz que cerca 50% de seus pacientes estão acima dos 40 anos.Manter equilíbrio é o mais indicado
29/08/2011 | 16:08 | Fábio Carlucci

A rotina agitada e estressante aliada a hábitos de vida que não são saudáveis podem desencadear uma série de problemas à saúde no homem. Um deles, que causa cada vez mais transtornos e temida pela maioria dos homens é a impotência sexual. O médico urologista Márcio Carvalho, de Maringá, em entrevista para o Hoje Noticias, aponta as principais causas e os problemas da impotência sexual e dá dicas de como evitar o problema.

Hoje Notícias: Quais as principais doenças urológicas do homem?
Márcio Carvalho: São as doenças ligadas a próstata como inflamação, câncer, crescimento benigno, além de cálculo renal, impotência sexual e andropausa.

Quais são os principais motivos que os pacientes o procuram?
Por problemas urinários ligados a próstata, impotência sexual, andropausa.

O que é disfunção erétil?
É a dificuldade em atingir ou manter a ereção para uma relação sexual satisfatória.

Quais as causas?
As principais causas estão ligadas a fatores que prejudicam a circulação peniana ou sua inervação como diabetes, hipertensão arterial, medicamentos para pressão/depressão, alta de colesterol, hábitos de vida incorretos como o tabagismo, o alcoolismo, a vida sedentária e a obesidade.

Muitos homens o procuram com esse tipo de problema?
Em torno de 40 a 50% dos homens acima de 40 anos.
Qual é o perfil e faixa etária dos pacientes com problemas de disfunção erétil?
A maioria acima de 40 anos e não existe um perfil específico, pois pode mesmo afetar jovens de menos de 40 anos com vida saudável.

Como é o tratamento? Quais os tipos de medicamentos?
O tipo de tratamento e os medicamentos vão depender muito da causa específica do problema.

Qual tipo de tratamento é mais eficaz?
Não existe tratamento mais eficaz, vai depender da gravidade de cada caso.

Qual a diferença entre impotência orgânica e impotência psicológica?
Impotência orgânica está ligada a problemas relacionados a um mau funcionamento do pênis ao passo que impotência psicológica está ligada a problemas exclusivos emocionais. Na grande maioria a impotência é mista.
Vai depender da faixa etária. Acima de 40 anos mais provável ter origem predominante orgânica especialmente se ligada a fatores de risco tipo diabetes, hipertensão, como já citado.

Antidepressivos como a Fluoxetina podem provocar a impotência sexual ou outros problemas dessa ordem?
Sim. Todo antidepressivo diminuem a resposta sexual como ereção, desejo e retardo da ejaculação.

Como é a implantação de prótese maleável? Existem riscos?
É bem simples, com implante cirúrgico de 2 hastes de silicones podendo ser infláveis ou maleáveis durando cerca de 1 hora. Os riscos são em relação a infecção ou rejeição. Sendo em torno de 3%.

Plantas e ervas tidas como afrodisíacas realmente podem funcionar?
Nada está comprovado cientificamente.

O que se deve fazer para prevenir e evitar a impotência?
É importante manter hábitos de vida saudáveis como não fumar, beber moderadamente, praticar atividade física, manter o colesterol e diabetes controlados, evitar o estresse, a ansiedade e a depressão, são as principais dicas para prevenir esse tipo de problema.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Impotência

Impotência

Ocorre quando a uma repetida incapacidade do homem manter a ereção e concluir o ato sexual

Também conhecida como disfunção erétil, a impotência se torna doença quando se repete na vida sexual masculina. Vez ou outra acontece à perda de ereção. Só é considerada impotência quando se dá uma incapacidade repetida de manter uma ereção até a conclusão do ato sexual.

Ou quando ocorre a completa falta de rigidez para conseguir uma penetração. Alguns homens conseguem ter o pênis rijo, mas na hora de introduzi-lo perdem a potência.

Segundo apontam as pesquisas 90% das causas da impotência são emocionais. Acontece mediante o estresse do dia-a-dia, em meio a crises conjugais, falta de atração pela parceira, ansiedade, depressão, temor de não completar o ato sexual, e até traumas, culpas ou repressões sexuais. Também pode ser causada por motivos orgânicos, principalmente quando o homem chega à meia idade, presença de doenças como o diabetes, uso de remédios hipertensivos ou anormalidade vascular peniana.

O tratamento deve combinar uso de medicação com técnicas terapêuticas. Remédios que estimulam a ereção jamais devem ser usados sem acompanhamento médico.

Por Yasmin Barcellos

Amor e sexualidade no último 'Roda Viva' com Gabi

Amor e sexualidade no último 'Roda Viva' com Gabi
Rio - O último ‘Roda Viva’ sob o comando da jornalista Marília Gabriela vai ao ar hoje com a psicanalista e colunista de O DIA Regina Navarro Lins. No debate, ela abordou assuntos como casamento, bissexualidade, além de outros temas que envolvem amor e sexo.

“Essa é a terceira vez que Marília Gabriela me entrevista, mas no ‘Roda Viva’ é diferente. São cinco pessoas te bombardeando ao mesmo tempo. Os convidados podem te interromper no meio de uma resposta para questionar, tudo na maior educação e elegância”, conta Regina.

No programa, a psicanalista aproveita para defender o casamento, mas com ressalvas. “Um casamento pode ser ótimo, mas as pessoas precisam reformular as expectativas que alimentam sobre a vida a dois”, teoriza ela, que já foi casada três vezes.

Disfunção erétil vira negócio lucrativo nas ruas de Bangcoc

Disfunção erétil vira negócio lucrativo nas ruas de Bangcoc
27 de agosto de 2011 • 10h03 • atualizado às 10h48
Os frascos com o rótulo dos mais requisitados medicamentos contra disfunção erétil fazem parte da variada oferta de souvenirs vendidos nos camelôs de Bangcoc.
Uma das imagens típicas da capital da Tailândia é o caos que se estende em suas estreitas calçadas pelas quais o turista abre passagem com dificuldade entre uma fusão de aromas e uma infinidade de barraquinhas, inclusive as que contêm caixas com o logotipo de conhecidos remédios como Viagra, Prozac e Valium, vendidos sem receita médica.
Apesar de não ter necessidade de apresentar receita para comprar qualquer um desses medicamentos de procedência questionável, é preciso destreza para pechinchar no preço e, principalmente, bastante insensatez na hora de tomar uma dessas pílulas.
O fato de essas barraquinhas permanecerem em seus pontos todos os dias, é sinal de que o negócio funciona graças aos turistas.
Com um sorriso amarelo, os vendedores chamam os homens estrangeiros para oferecer as cápsulas e garantem que as mesmas são garantia de uma "grande noite".
Pode parecer hipocrisia, mas na Tailândia, um dos principais destinos do circuito mundial do turismo sexual, a prostituição é proibida e as leis condenam a prática, inclusive a venda de artigos eróticos.
Qualquer "bairro vermelho" de Bangcoc está infestado desse tipo de comércio onde, além de conterem caixas como as do famoso Viagra, estão repletos de outros medicamentos que têm a mesma finalidade como Cialis, Levita e Kamagra, conhecidos vasodilatadores que permitem a ativação dos órgãos sexuais masculinos.
Os camelôs relataram à Agência Efe que as marcas dos produtos que vendem, sem ser, aparentemente, importunados pela Polícia, são "originais" e até sustentam que já "testaram" e obtiveram resultado mais do que satisfatório.
A falsa simpatia dos vendedores acaba rapidinho quando aparece um curioso querendo fotografar a barraquinha e com isso, acaba espantando algum cliente.
Além dos populares estimulantes sexuais, em alguns desses postos é possível adquirir outros medicamentos suspeitos que têm componentes viciantes e acabar causando síndrome de abstinência em seus consumidores.
O laboratório de uma farmácia convencional perto de uma das fileiras de barracas de comércio de rua explica que todos estes produtos rotulados como remédios que podem ser encontrados nas ruas são "falsificados", já que a lei estabelece a venda somente com prescrição médica e adverte que seu consumo pode fazer mal à saúde.
A Tailândia se transformou em um dos maiores produtores de remédios falsificados contra disfunções sexuais, sendo que a maior parte é enviada para meio mundo por meio de procedimentos ilegais e propagandas online.
"As pessoas não vão às farmácias para comprar estes remédios porque têm vergonha", disse à Efe Clemence Gautier, advogada do escritório Tilleke & Guibbins, com sede em Bangcoc.
Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que 50% dos medicamentos comercializados em sites ilegais são falsos. Na melhor das hipóteses, o produto comprado não contém nada, mas existem falsificações que podem incluir componentes tóxicos e causar graves complicações ao usuário.
Estes remédios, que na maioria dos países só podem ser adquiridos com prescrição médica, têm uma grande demanda como os outros da notável indústria do sexo.