sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Faça amor, não faça pornô

Por um mundo com sexo sacana e prazeroso, mas sem fingimento, submissão ou violência
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24.08.2011 | Texto por Lia Bock Ilustração Adriana Alves

Adriana Alves

Por um mundo com sexo sacana e prazeroso, mas sem fingimento, submissão ou violência

É bem provável que esta reportagem desagrade algumas mulheres. Aqui, você vai ler sobre sexo anal, gozo na cara, ânsia ao ser forçada a enfiar o pinto inteiro na boca e tudo o que há no cardápio oferecido em filmes pornô fartamente disponíveis na internet. E tudo assim, às claras mesmo. Se você também está cansada de se decepcionar com os filmes de sacanagem e de engolir o que não gosta, pode abraçar uma causa que começa a ganhar espaço: Make Love Not Porn (faça amor, não faça pornô). Criada pela inglesa Cindy Gallop, uma das razões que a fez pensar na campanha se justifica por experiência própria. Aos 51 anos, Cindy começou a perceber nos homens com quem se relaciona – na faixa dos 20, 30 anos – um padrão sexual muito semelhante ao exibido nos filmes pornô. “Vi que a escola desses moços eram filmes e cheguei a uma questão maior do que preferências sexuais”, disse à reportagem da Tpm. E olha que Cindy não é o tipo de moça certinha. Ela mesma curte (bastante) filmes de sacanagem; o problema está em transformar esse tipo de filme em cartilha sexual.
Depois de anos trabalhando no mercado publicitário, Cindy se define como “business game-changing” (algo como “especialista em transformações corporativas revolucionárias”). Seu trabalho é ajudar empresas a mudar radicalmente de postura. Em seu dia a dia, está um desejo por mudança de comportamento, cultura e padrões. Cindy mergulhou, assim, numa empreitada contra a pornografia machista e de baixa qualidade que domina o mundo, de olho também na educação sexual de crianças e jovens.
Cartilha pornôO que Cindy constatou na cama bate com as pesquisas mundiais: um estudo realizado pela empresa YouGov (agência de pesquisa com grande representação na Europa e nos EUA) com adolescentes britânicos entre 14 e 17 anos apurou que 27% dos 1.400 entrevistados acessavam conteúdo pornográfico toda semana. A deputada inglesa Claire Perry, a favor desse movimento, afirmou em um debate: “Um terço das crianças inglesas com 10 anos já viu pornografia na internet”. Ou seja, muito antes da primeira vez – e não raro antes do primeiro beijo – as crianças já estão estudando a cartilha pornô no computador de casa. E aí o que pode acontecer? Quando se tornam adultos, passam a acreditar que toda mulher é louca por sexo anal e gosta de levar palmadinhas de pinto na cara. “Sim, algumas mulheres gostam de ser xingadas durante o sexo. Outras curtem enfiar o pênis inteiro na boca ou levar gozo na cara. Mas não são todas!”, exclama Cindy. Como na grande maioria dos filmes pornográficos esse tipo de comportamento forja um êxtase feminino, a lição de casa acaba deturpada, assim como toda visão do que é transar e dar prazer a uma mulher.
Algumas pessoas, geralmente nascidas antes de 1980, podem achar tudo isso um exagero. Mas a verdade é que aquela dificuldade para conseguir uma revista de sacanagem, uma foto sensual ou assistir a um filme proibido para menores acabou. Hoje basta escrever a palavra “pornô” no Google para navegar pelo vasto território do sexo, em que violência, submissão feminina e foco no prazer do homem são as constantes. A atriz pornô carioca Yasmin Vianna, 26 anos, é destaque em alguns filmes como Nas garras da tigresa (produtora SexXxy, 2010) e Um metro e meio de bunda – volume 16 (produtora Explicita, 2011). Ela trabalha nessa área há oito anos e conta que nunca participou de uma cena em que o prazer da mulher estivesse em primeiro plano. “A ideia é que passemos a sensação de que estamos ali só para satisfazer o homem”, descreve. Yasmin ficou muito interessada na campanha Make Love Not Porn: “Poderia ser bem bacana mesmo, né? Umas cenas mais românticas, intensas... Até os homens iriam gostar”, pondera. Ela diz, ainda, não conhecer mulheres que gemem de prazer ao receber um jato de gozo na cara – como acontece em dez entre dez filmes pornô.
Sem climaE que mulher já não se viu colocada no papel de uma atriz pornô sem o clima necessário para isso? “Uma vez fui tomar um café com um paquera, mas não rolou clima para ficarmos e decidimos ir embora. Entramos no carro e no tempo de virar para pôr o cinto de segurança ele tinha botado o pau inteiro para fora e disse, sem constrangimento: ‘Chupa’. Foi agressivo. Me senti num filme pornô desses sem roteiro”, contou a designer Marcela, 23 anos. A produtora Camila, 28, conta que acabou vomitando ao ter a cabeça empurrada pelo parceiro para que o pinto dele entrasse inteiro na boca. “Qual o propósito disso? Parece que eles querem fazer a gente passar mal e parecer que o pau é grande”, disse. Com a chef de cozinha Adriana, 34, aconteceu o seguinte: na primeira vez que saiu com o sujeito, ele insistiu em fazer sexo anal antes mesmo de rolar um clima para isso. Ela conta: “Tentei desviar o assunto e aquilo foi ficando chato. Aí, para descontrair, comecei a chupar o pau dele. Pra quê? Logo ele queria que eu batesse o dito na minha cara e queria gozar na minha boca. O problema é que não foi natural, era meio impositivo”, lembra. Exatamente como nos filmes pornô.
Cindy garante que não está travando uma cruzada careta contra a indústria pornográfica, mas sim batendo na tecla de que é possível dar outro olhar para esses filmes e aumentar a qualidade do que é feito. “Existem pessoas brigando por esse espaço, mas, como em toda indústria consolidada, é muito difícil quebrar paradigmas”, afirma. A diretora sueca Erika Lust é uma das vozes nesse movimento por uma pornografia mais humana. Radicada em Barcelona, ela vem fazendo pornografia de qualidade desde 2004, quando lançou o curta-metragem The Good Girls. “Eu evito mostrar aquele estereótipo da mulher de cinema pornô: a mulher fácil, que vende seu corpo por dinheiro, a vadia, a teenager, a tigresa, a enfermeira... e o que mais estamos acostumadas a ver no cinema pornô tradicional. Também evito fantasias masculinas clichês. O que faço é aproximar o cinema adulto da minha perspectiva feminina e feminista”, disse, em entrevista à Tpm. Em seus filmes, a diretora explora o toque da pele e os sons reais do sexo. “Minha intenção é que a pessoa se imagine ali”, explica. Com relação ao movimento Make Love Not Porn, Erika brada: “Acho uma grande iniciativa. Admiro Cindy Gallop e todas as suas ideias inovadoras”.
Um dos objetivos da campanha de Cindy é trazer o assunto à tona. Até porque nem sempre as mulheres, principalmente as mais jovens, percebem como a pornografia está inserida na vida delas. Seja no relacionamento com o namorado, na vida sexual, na maneira como se comportam socialmente, nas coisas que leem, nos filmes e nos programas a que assistem. “É preciso falar de sexo, é preciso discutir a pornografia e a necessidade de educação sexual real”, defende, mais uma vez. Aqui está, Cindy, não apenas o nosso espaço, mas também o nosso apoio.

Poderosa Cindy

Afinal, quem é a mulher que veio a público falar de suas experiências sexuais para criar uma campanha por um sexo mais gostoso e honesto? Cindy Gallop é uma mistura de chineses com ingleses, mas cresceu em Brunei, na Ásia. Trabalhou no marketing de grandes agências como J Walter Thompson, em Londres. Nessa área, ganhou diversos prêmios, como o Advertising Woman of the Year, em Nova York. Em 2005, largou a agência que ajudou a criar e onde era presidente para virar consultora. Além do site e da campanha Make Love Not Porn (www.makelovenotporn.com), Cindy criou o If We Ran The World (ifwerantheworld.com), que visa transformar pensamentos em ações. Com seu forte sotaque inglês, seu cabelo poderosamente loiro e curto, essa mulher de 51 anos resolveu cutucar o planeta com vara curta. “Acredito que podemos ser a mudança que queremos para o mundo”, afirma, parafraseando Gandhi. A meta de Cindy com o Make Love Not Porn é conseguir investidores para crescer e ela garante que estamos bem perto de ver a explosão dessa campanha e a transformação da teoria em prática.
Vai lá: Para saber mais sobre as ideias de Cindy Gallop, o livro Make Love Not Porn é vendido somente no Kindle, US$ 4,99

Adriana Alves
Cindy Gallop
Cindy Gallop

Traduzimos o que Cindy Gallop explica – e explicita – em seu livro e em seu site com bom humor e conhecimento de causa.

Comece de cima:Mundo pornô - Tudo que um cara tem que fazer é enfiar os dedos na vagina da mulher e, instantaneamente, ela estará molhada e ansiosa para começar.
Mundo real - É bem mais fácil para um cara ficar excitado quando uma garota vai direto para o pênis, do que é para uma garota quando o cara vai direto para a vagina. Beijar, tocar os seios e lambidas em geral ajudam a deixá-la estimulada. Use como regra: não toque a vagina de uma mulher até que ela peça por isso (mesmo que seja sem palavras).
Na cara?Mundo pornô - Os homens adoram gozar no rosto das mulheres e elas sentem muito prazer com isso.
Mundo real - Algumas mulheres até curtem gozo na cara. Outras não. É uma escolha totalmente pessoal e está longe de ser uma unanimidade.
Baba, baby, baby babaMundo pornô - Saliva por todas as partes, e sempre o máximo possível.
Mundo real - Algumas mulheres gostam de litros de baba na vagina. Outras não. Alguns homens gostam de saliva no pinto. Outros não. Se você não é louca por isso, diga. Se você é, diga também.
Gozando (de verdade)Mundo pornô - As mulheres gozam o tempo todo em posições em que o clitóris não está sendo tocado.
Mundo real - Tem que haver algum tipo de pressão rítmica sobre o clitóris para fazer uma mulher gozar. Pode ser com o osso púbico, a língua, os dedos ou qualquer outra coisa, mas tem que ser lá.
Como é que é?Mundo pornô - As mulheres amam ser chamadas de “putas” e “vadias” enquanto transam.
Mundo real - Algumas pessoas gostam de uma conversinha suja e fazem isso naturalmente. Outras mulheres ficam excitadas por termos picantes. Mas não são todas. Se você não gosta do que está sendo dito durante o sexo, dê um toque. Se você gosta, fale também.
Questão de peleMundo pornô - A transa é pautada pelos ângulos da câmera. Isso quer dizer que, na maioria das vezes, as únicas partes dos corpos que se tocam são as genitálias.
Mundo real - Uma das coisas boas no sexo é o prazer da pele na pele. É ótimo transar com os corpos colados. O que não acontece muito nos filmes pornô porque atrapalha a câmera, que quer focar a penetração em close.
É das carecas que eles gostam mais?Mundo pornô - As mulheres não têm nenhum pelo lá embaixo.
Mundo real - Algumas mulheres fazem depilação total. Outras preferem apenas aparar o excesso. Mas depilação precisa ser vista como uma opção, não como regra.
Lá mesmo?Mundo pornô -  Todas as mulheres adoram sexo anal.
Mundo real - Muitas mulheres não gostam de sexo anal, outras amam. Homens, se perguntem como se sentiriam se alguém enfiasse um pinto em vocês. Pois bem... É ótimo quando todos os envolvidos gostam da ideia. Mas nem sempre acontece.
A hora do engasgoMundo pornô - No sexo oral, as mulheres adoram ter a cabeça agarrada e o pinto empurrado à força goela abaixo.
Mundo real - Algumas mulheres podem até gostar, mas, baseado em uma amostra não científica, muitas – muitas mesmo – não gostam. Asfixia, sufocamento e ânsia de vômito durante o sexo são tremendamente brochantes. É uma boa ideia checar se ela é a fim disso antes.

Adriana Alves
Erika Lust
Erika Lust

Ela faz cinema... pornô

Quando lemos que a sueca Erika Lust faz filmes adultos com uma pegada feminina, pode ficar a sensação de que na tela aparece algo leve. Mas é preciso deixar claro: Erika filma sexo explícito, mas, como a própria diz, “com uma atmosfera de paixão”. Formada em ciências políticas com especialização em feminismo pela Universidade de Lund, na Suécia, foi depois de trabalhar em uma produtora de cinema que resolveu lutar pela igualdade entre mulheres e homens no mundo pornô. Junto com o marido e pai de sua filha, Pablo Dobner, começou em 2004 a Lust Films. Já são diversos curtas e longas – e todos podem ser baixados no site www.lustcinema.com. Erika lançou também o livro Good Porn: A Woman’s Guide – sem versão em português, mas traduzido para oito línguas, inclusive espanhol. O livro, um guia para que as mulheres desfrutem desse novo cinema pornô, já vendeu mais de 100 mil exemplares.
Vai lá: Good Porn: A Woman’s Guide, US$ 9,10; Porno para mujeres. Una guia femenina pãra entender y aprender a disfrutar del cine X, US$ 79,16, ambos na Amazon
Adriana Alves
Adriana Alves

http://revistatpm.uol.com.br/revista/112/reportagens/faca-amor-nao-faca-porno.html

75% das mulheres que têm dores crônicas apresentam disfunção sexual

02/09/2011 | 16h29min
Entre as mulheres com dores crônicas, 75% têm algum tipo de disfunção sexual. Essa é a conclusão de um levantamento feito pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. O estudo mostra que, no caso dessas mulheres, a velha queixa de dor de cabeça não é apenas uma desculpa para evitar o companheiro, mas uma situação real em que a dor fala mais alto do que o desejo e a satisfação que fazem parte de uma vida sexual saudável.
Disfunções sexuais contribuem para o fim de grande parte dos relacionamentos - SXC/Divulgação
SXC/Divulgação
Disfunções sexuais contribuem para o fim de grande parte dos relacionamentos
A ginecologista Telma Zakka, do Centro Interdisciplinar de Dor do Hospital das Clínicas, já percebia que as dores crônicas transformavam a vida de suas pacientes, mas a partir do levantamento percebeu o impacto das dores na sexualidade. "O que mais me chamou atenção foi que elas diziam que evitavam ter relações, não por falta de vontade, mas porque sabiam que a dor aumentaria."

Para a pesquisa, foram aplicados testes em 64 mulheres, das quais 29 não sentiam dor alguma e 35 sofriam de enxaqueca, fibromialgia, dores nas costas e na região pélvica. Em todos os aspectos avaliados - desejo, estimulação, lubrificação, orgasmo, satisfação e dor - o grupo com dor crônica mostrou resultados piores do que o grupo saudável. Das 35 mulheres com dor, 26 foram diagnosticadas com algum tipo de disfunção sexual.

Especialista em dor pélvica crônica, Telma alerta para a importância de o profissional de saúde abordar o assunto da sexualidade com essas pacientes. "Em uma consulta dificilmente se menciona a sexualidade. O médico fica constrangido de perguntar e a paciente também evita o assunto."

Uma das mulheres envolvidas no levantamento, que preferiu não ser identificada, confirma que ninguém gosta de tocar no assunto da sexualidade. Durante quatro anos, ela sofreu de uma dor pélvica quase insuportável que nenhum médico conseguia diagnosticar ou tratar. "Quando não se consegue identificar o motivo da dor, dá pavor, medo, desespero", conta. "A autoestima fica lá embaixo. Antes de uma relação, sempre me perguntava se ia doer." Depois de um longo tratamento e livre das dores que a atormentavam, hoje ela avalia que deixou de se envolver em relacionamentos mais profundos por esse motivo (leia mais ao lado).

A enfermeira Karine Azevedo São Leão Ferreira, diretora da Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor, observa que é comum que as disfunções sexuais que acompanham a dor crônica da mulher contribuam para o fim dos relacionamentos. "Essas mulheres não conseguem ter uma vida sexual ativa e seus companheiros, quando não entendem a situação, se separam e destroem a família", diz.

Segundo ela, a abordagem clínica da dor crônica deve ser multiprofissional. "A sociedade não pode negligenciar o assunto, colocar barreiras e não falar sobre a sexualidade, extremamente importante para a qualidade de vida."

Agência Estado 

Matrimonios no consumados: “Si no abandonan la terapia, se resuelve en un 99%”


Matrimonios no consumados: “Si no abandonan la terapia, se resuelve en un 99%”

Silvina Valente, ginecóloga y miembro de la Sociedad Argentina de Sexualidad Humana, habló en La Máquina de la Mañana, por FM Latina 101.1, sobre la problemática de los matrimonios no consumados.

Matrimonio no consumado (Magazine)
¿Hay muchas parejas que no consuman pero tienen sexo sin penetración?
Si, eso se llama pareja no consumada, porque una relación sexual es el encuentro de dos personas para tener un vínculo de placer y/o afectivo. El coito vaginal, que es la penetración del pene en la vagina, es una variante de encuentro sexual pero no es un sinónimo inequívoco de relación sexual. Las caricias, los besos y otro tipo de prácticas de tipo sexual, que pueden llevar al hombre o a la mujer a obtener placer sexual serían relaciones sexuales.

Pero la penetración es necesaria para que se considere consumado...
Ese es el nombre que se le puso a esta entidad. Yo quería aclarar que a veces se dice que dentro de las causas en las mujeres está la vaginitis. En realidad es el vaginismo. La primera es una inflamación que padece el 80% de la mujeres. En cambio, el vaginismo es el cierre involuntario de la vagina ante cualquier intento de penetración, incluso con un hisopo en una revisación médica. A veces tiene causas psicológicas y a veces orgánicas, por malformaciones.

Entonces de los 80 mil matrimonios que no consuman, muchos pueden ser muy felices igualmente con otras prácticas sexuales...
Si. Dentro de la consulta sexológica, que incluye varias entidades, la del matrimonio no consumado, si es por vaginismo o eyaculación precoz, es muy fácil de resolver porque la capacidad de llegar a un orgasmo está conservada. No hay ninguna disfunsión a nivel de la generación del placer, sino que hay un miedo a la penetración. Esa es una entidad que los pacientes cargan hace años y cuando consultan se resuelve en pocas sesiones. Yo te diría que en un 99% de los casos, si no hay abandono de la terapia, las parejas terminan consumando.

¿Qué pasa con lo que no llegan al orgasmo con la penetración?
Es diferente en el caso de los hombres y las mujeres. En las mujeres, el disparador del orgasmo es el clítoris, que en reglas generales es un órgano externo. Entonces, el 80% de las mujeres necesitan su estimulación directa para llegar al orgasmo, el frote del clítoris sobre algo. Por eso les diría que no se preocupen porque está dentro de una sexualidad habitual y es natural que les pase eso. En los hombre, ya pasa por una cuestion más psicológica o de estrés.
http://www.26noticias.com.ar/matrimonios-no-consumados-si-no-abandonan-la-terapia-se-resuelve-en-un-99-138121.html

Prefeito sérvio oferece férias românticas a solteiros para estimular nascimentos

02/09/2011 - 08h12

Prefeito sérvio oferece férias românticas a solteiros para estimular nascimentos

O prefeito de uma pequena cidade da Sérvia está propondo uma saída nova e pouco comum para combater o problema da baixa taxa de natalidade no local: ele criou um esquema para enviar 150 homens e 150 mulheres com idades acima de 38 anos para férias pagas na costa da Grécia, na esperança de que a viagem romântica renda o nascimento de mais alguns bebês na cidade.

A Sérvia vem enfrentando o declínio de sua população nos últimos 20 anos, por conta da pobreza, das guerras dos anos 1990 e uma das taxas de natalidade mais baixas da Europa.

Nas áreas rurais, como no município de Jagodina, o problema é mais grave, com moradores deixando o local cada vez mais em busca de uma vida melhor nas grandes cidades, gerando o temor de que as pequenas comunidades irão simplesmente desaparecer.

O plano do prefeito Dragan Markovic foi lançado com um jantar de apresentação em um restaurante local. Conforme os candidatos foram chegando, eram sentados em mesas numeradas e os cavalheiros recebiam rosas vermelhas para presentear as damas.

Para quebrar o gelo, Markovic fez um discurso de boas vindas. "Estamos enfrentando uma população em declínio", disse. "A cada ano, uma cidade com 25 mil pessoas desaparece na Sérvia", observou.

Ele listou uma série de incentivos que introduziu para combater o problema, incluindo passes grátis de ônibus e material de papelaria, licença-maternidade generosa e pagamentos em dinheiro para novos pais.

"Queremos 30% a mais de nascimentos na cidade do que no ano passado, então estou chamando o evento de hoje de jantar do amor", diz, antes de pedir aos homens que beijem as mulheres. Alguns obedecem.

Bailinho de escola

Conforme a noite avançava, um cantor local chegava, abrindo espaço no centro do restaurante para dança, antes de entreter os convidados com canções folclóricas tradicionais.

O evento começava a parecer um bailinho de escola, com os mais autoconfiantes se exibindo na pista, enquanto outros observavam nervosamente enquanto comiam suas saladas de tomate ou suas tortas de maçã.

Mas a resposta à iniciativa da prefeitura pareceu positiva. "Primeiro eu pensei que esse clima romântico criado pelo prefeito era um pouco forçado e artificial", afirmou Ana Zdravkovic. "Mas agora estou achando legal", contou ela.

"A noite está sendo fantástica. Todo mundo está feliz", acrescentou o dentista Predrag Jevdjic. Questionado se já está de olho em alguém, ele respondeu: "Sim, claro, mas ainda estou mantendo o segredo".

O sapateiro Slavoljub Tanaskovic se disse animado com as perspectivas. "Uma mulher veio à minha mesa e me disse que eu tinha olhos bonitos", disse ele com um sorriso. "Todos os homens ao meu lado ficaram com inveja. Sei que vou ter algo com ela na Grécia - eu posso sentir", garantiu.

'Truque barato'

A iniciativa do prefeito de Jagodina pode se mostrar efetiva, mas para a ativista de direitos humanos e comentarista Sonja Biserko, não atinge o cerne da questão sobre o problema da população sérvia.

"Esse é um truque barato para chamar a atenção da mídia", afirma. "Atrair jovens com a promessa de férias grátis não é garantia para criar uma família estável. Essa não é a receita que a sociedade deveria oferecer como mecanismo para aproximar os jovens", argumenta.

"É uma forma limitada de combater o problema de uma sociedade em envelhecimento e um país pobre o qual os jovens querem deixar. É só uma substituição para a falta de perspectivas na Sérvia", afirma.

A viagem dos solteiros de Jagodina à Grécia, neste mês, será paga com recursos da prefeitura e também com o apoio de patrocinadores privados, segundo o prefeito.

Seus 300 escolhidos estão dispostos a testar sua ideia de cupido ao estilo sérvio, aproveitando também a perspectiva de curtir um pouco de sol e mar.

Em nove meses, será possível se ter uma ideia se a iniciativa é somente uma tentativa de engenharia social vinda da cabeça de um prefeito com dinheiro em caixa e em busca da reeleição ou uma ideia altruísta para ajudar os cidadãos de Jagodina a encontrarem o amor.

XVI Congreso Latinoamericano de Sexología CLASES 2012


Medellin Septiembre de 2012

Estimados amigos y amigas:
Nuevamente les presentamos nuestro cordial y afectuoso saludo y les comunicamos las nuevas noticias referentes al XVI Congreso Latinoamericano de Sexología CLASES 2012

Otros hoteles se han vinculado como alternativa de alojamiento para nuestros(as) Congresistas, podrán encontrar en la página web www.clases2012.com los descuentos y precios ofrecidos. Si lo desean, les podemos ayudar con sus reservas

 Avianca la línea aérea oficial del evento, ofrece para los(as) participantes descuentos en los tiquetes aéreos, estos los puede consultar en la página web del Congreso www.clases2012.com, allí encontrarán el código del Congreso para disfrutar de estos descuentos

 Los(as) invitamos a vincularse a las redes sociales del Congreso y a consultar allí la información publicada, lo pueden hacer haciendo clic en los botones ubicados al final de la información en la página web  www.clases2012.com

 Se ha iniciado el proceso de recepción de trabajos y ponencias para presentar en el Congreso, la respuesta de las personas interesadas ha sido ha sido importante, los(as) invitamos a continuar enviando sus trabajos para que sean analizados por el Comité Científico Nacional e Internacional y así garantizar como es nuestro deseo la calidad académica y científica del evento, información para hacerlo, los requisitos y formularios los pueden encontrar en la página web www.clases2012.com o si lo desea los puede solicitar que con gusto se los enviaremos

Recuerde que puede participar en la siguientes modalidades:
 Propuesta para un curso FLASSES
Presentación de investigaciones
Presentación de trabajos libres
Concurso de fotografía erótica
Presentación de conferencia
Participación en simposios
Presentación de videos
Presentación de libros
Dirección de un taller
Exhibición de poster

Continuamos con nuestra labor de difundir el Congreso, hemos viajado a eventos científicos en Quito y Lima y estamos preparando maletas para Buenos Aires, Santiago de Chile y Cuba, como respuesta a estas gestiones ya hay más de 15 países que han confirmado su asistencia y el listado de los congresistas inscritos empieza a crecer

Estamos a 13 meses de la fecha de inicio de esta magna  fiesta de la sexología y nosotros(as) continuamos con todo el entusiasmo posible preparándonos para recibirlos(as) como se lo merecen

En nuestra página web www.classes2012.com pueden consultar los planes turístico que recomendamos tanto en la ciudad, como en el departamento y en todo el país, para buscar que su estadía sea más grata y placentera, con gusto les podemos ayudar a resolver sus inquietudes

 Los(as) invitamos a participar en el  concurso de fotografía erótica que hemos programado, este no tendrá ningún costo para los(as) Congresistas y tendrán la posibilidad de ganar premios en efectivo

 La organización del Congreso buscando la comodidad y economía para sus Congresistas, ha montado en la página web del Congreso un BOTÓN DE INSCRIPCIÓN Y PAGO EN LINEA, esto les permitirá desde la comodidad de su hogar, las 24 horas del día y todos los días del año, realizar el registro y pago  de la inscripción al Congreso con la siguientes alternativas

PAGOS EN COLOMBIA:
Consignación en la cuenta bancaria del Congreso
Pago virtual con tarjeta debito
Transferencia desde sus cuentas de Ahorro o corriente
Pago con tarjeta de crédito Master Card, Visa o American Express, con la posibilidad de financiar su costo desde una a treinta y seis cuotas
PAGOS DESDE EL EXTERIOR (Fuera de Colombia)
Giro bancario por Western Unión o por cualquier entidad financiera de su confianza
Pago con tarjeta de crédito Master Card, Visa o American Express, con la posibilidad de financiar su costo desde una a treinta y seis cuotas
Los procedimientos necesarios y el botón para registro y pago en línea  los pueden consultar al detalle en la página web www.clases2012.com en el menú vertical izquierdo PROCEDIMIENTOS DE INSCRIPCIÓN, ubicado en el cuarto renglón, cualquier aclaración o ayuda estamos dispuestos(as) con gusto a suministrarla
Los(as) invitamos a realizar su registro de inscripción aprovechado los precios que estarán vigentes hasta el próximo 31 de Diciembre de 2011, recuerde que estamos ofreciendo precios muy atractivos para los estudiantes de pregrado, información completa la puede encontrar en nuestra página web www.clases2012.com en el menú COSTOS, ubicado al lado izquierdo de la página, en el tercer renglón
Reiteramos nuestro compromiso de responder por esta misma vía y con la prontitud que ustedes se merecen, todas sus inquietudes y solicitudes que nos hagan
LOS ESPERAMOS A TODOS Y TODAS

                                  PORQUE EL ÚNICO RIESGO QUE EXISTE

                                EN COLOMBIA ES QUERER QUEDARSE

Atentamente
Gabriel Fdo. Londoño Flórez
Gerente CLASES 2012