domingo, 26 de junho de 2011

Avaliação de ansiedade em amostra de pacientes com queixas sexuais por meio do Inventário Beck de Ansiedade

Avaliação de ansiedade em amostra de pacientes com queixas sexuais por meio do Inventário Beck de Ansiedade

Diego H. Viviani
Oswaldo M. Rodrigues Jr.
Fernanda Robert de C. S. Silva
Elaine C. Catão
Itor Finotelli Jr.

A revisão da literatura sobre disfunções sexuais demonstra a associação causal entre ansiedade e disfunções sexuais (Althof e cols, 2006). O Inventário Beck de Ansiedade (BAI) é uma escala de auto-relato que descreve a intensidade dos sinais e sintomas de ansiedade, distribuídos em 21 afirmativas avaliadas por uma série escalar individual de zero a três pontos (0=mínimo de ansiedade 3= máxima ansiedade). O escore total é obtido pela soma das pontuações dos itens e varia entre 0 e 63. O escore total permite determinar os graus de ansiedade por pontos de corte: mínimo 0–10; leve 11–19; moderado 20–30 e grave 31–63. O inventário inicialmente foi criado para uso em pacientes psiquiátricos e posteriormente foi validado em populações médico-clínico e não-clínicas. As médias encontradas para as pesquisas médico-clínico foram entre 6,87 (DP=7,98) a 16,47 (DP=7,63) e para as populações não-clínicas 5,10 (DP=3,95) a 15,62 (DP=9,64) (Cunha, 2001).

Este estudo tem por objetivo avaliar o grau de ansiedade em pacientes com queixas sexuais por meio da aplicação do Inventário Beck de Ansiedade.Para este estudo foi utilizada uma amostra de 75 sujeitos atendidos em clínica de psicologia em sexualidade (54 homens e 21 mulheres), com média de idade de 35 anos (DP = 9,64; Idade mínima = 20 anos; Idade máxima = 62 anos), dos quais 32,0% solteiros, 61,3% casados, 6,7% separados; com escolaridade nível superior completo em 83,3% da amostra. Todos os sujeitos apresentavam queixas sexuais: 46,7% disfunção erétil, 25,3% ejaculação rápida, 12,0% inibição de desejo sexual, 8,0% vaginismo, 4,0% anorgasmia e 4,0% inadequação sexual do casal. Os resultados demonstram que a média dos escores dos sujeitos foi 14,64 (DP=11,16), sendo para homens 13,50 (DP=9,64) e mulheres 17,57 (DP=14,22). Ao considerar as médias por queixas sexuais foram encontrados: disfunção erétil 13,80 (DP=10,60); ejaculação rápida 12,95 (DP=7,81); inibição de desejo sexual 16,11 (DP=16,04); vaginismo 12,00 (DP=6,03), anorgasmia 12,67 (DP=9,29) e inadequação sexual do casal 38,00 (DP=7,21).

Os resultados demonstram que a média dos escores dos sujeitos foi 14,64 (DP=11,16), sendo para homens 13,50 (DP=9,64) e mulheres 17,57 (DP=14,22). Ao considerar as médias por queixas sexuais foram encontrados: disfunção erétil 13,80 (DP=10,60); ejaculação rápida 12,95 (DP=7,81); inibição de desejo sexual 16,11 (DP=16,04); vaginismo 12,00 (DP=6,03), anorgasmia 12,67 (DP=9,29) e inadequação sexual do casal 38,00 (DP=7,21). Para os graus de ansiedade, segundo a amostra, os resultados revelaram que 81,5% dos homens estão entre “Mínimo e Leve”, enquanto para as mulheres, esses mesmos graus correspondem a 66,7%.

A maioria dos homens da amostra encontra-se na 2=25,70 para três graus de liberdade ecfaixa leve para o grau de ansiedade ( significância de 0,00%). A amostra feminina não demonstrou nenhuma tendência 2=2,81, para três graus de liberdade e significância de 42,19%).c( Em relação à análise da consistência interna (α Cronbach), os resultados demonstram índice de precisão para a amostra total 0,92 (homens 0,90 e mulheres 0,95). Tais dados demonstram um panorama da média dos escores em população clínica com queixas sexuais similares as médias encontradas em populações médico-clínica e não clínica. Ainda revelam apropriados índices de consistência interna ao apresentar boa precisão na avaliação do grau de ansiedade dessa população. Destaca-se ainda que futuros estudos são necessários para distinguir os principais sintomas segundo o instrumento, característicos de homens e mulheres com queixas sexuais, bem como suas queixas em questão.
Referências bibliográficas
Althof; A; Leiblun, S; Chever-Measson, M; Hartman, U; Levine, SB; McCabe, M; Plaut, M; Rodrigues, O; Wylie, K; Solsona-Narbon, E; Thuroff, D; Vaughan, D; Wirth, M (2006): Psychological and Interpersonal Dimensions of Sexual Function and Dysfunction. J Sex Med, 2, 793-800.
Cunha, JA (2001): Manual da versão em português das Escalas Beck. São Paulo: Casa do Psicólogo.


Palavras-Chaves: Inventário Beck de Ansiedade; Ansiedade; Disfunções Sexuais; Disfunção Erétil; Ejaculação Rápida
Key words: Beck Anxiety Inventory; anxiety, sexual dysfunctions, erectile dysfunction; rapid

A boca e o sexo: com prazeres e preocupações desta década.

A boca e o sexo: com prazeres e preocupações desta década.


A boca é um meio muito importante no relacionamento afetivo e sexual entre os humanos. Muitas interações envolvendo a boca participam do contato erótico e podem ser prejudicados pelas circunstâncias bucais. A boca produz um dos mecanismos mais importantes do início do contato afetivo e erótico neste último século na espécie humana: o beijo. Aqui temos muitas discussões sobre preferências e limitações envolvendo a erotização.O beijo produz uma série de mensagens neurológicas e químicas que transmitem sensações táteis, excitação sexual e percepções de proximidade, motivação e euforia. Muitas pessoas compreendem que o primeiro beijo decide o futuro do relacionamento, e que um beijo “ruim” descartará o/a candidato/a. O beijo facilita a produção de ocitocina, controlando a produção de cortisol. Portanto, beijar é bom para combater estresse! Aparentemente os efeitos do beijo são maiores sobre as mulheres no que respeita a produção de ocitocina, e nos homens o efeito pode ser maior como alivio de estresse.
Muitas pessoas sentem-se limitadas pelos cheiros e percepções das bocas. Embora tenhamos o discurso social do beijo ser importante, algumas pessoas o considerarão não higiênico... devido a suas características psicopatológicas, mesmo que não se desenvolvam a ponto de ser necessária uma intervenção psiquiátrica. A boca convive com muitas bactérias e vírus, é verdadeiro, mas preocupar-e com isso em pessoas saudáveis é algo psicopatológico e que limita muitos casais nas atividades afetivo-erótico-sexuais. Não é incomum ouvir casais debaterem e combinarem, pela primeira vez após uma ou duas décadas de casamento, que podem, sim, ter atividades sexuais no domingo de manhã, desde que ambos escovem os dentes antes de iniciarem as carícias... Claro que estes casais já apresentavam outras dificuldades anteriores: dificuldades de expressividade emocional e de comunicação afetiva e efetiva sobre necessidades e modos de solução de problemas a dois (por isso a psicoterapia com o casal se torna importante para muitos casais: será o momento de desenvolver com a ajuda de terceiros a satisfação de necessidades simples que não eram satisfeitas).
A questão verdadeira não é a higiene, e se for é psicopatológica a motivação que subjaz. As principais razões pelas quais uma pessoa se incomode com a boca da outra será por preferência ou limitações de cheiros e gostos. Gostar é algo muito importante no que se refere à excitação sexual. Gostar ou não gostar de cheiros da boca ode impedir um relacionamento sexual. Então, na história de vida anterior a sexo genital, se o cheiro/gosto da boca normal (com cheiros de boca...) houver sido associada a emoções negativas, a preferência por uma boca com cheiro de “hortelã” pode ter sido desenvolvida e daí para frente o cheiro natural da boca e saliva nunca serão aceitas para o inicio das atividades eróticas. Um condicionamento comportamental sobre o qual as pessoas não têm controle, mas poderiam ter se assim o soubessem.
Então, reclamar do mau hálito diz respeito a preferências estabelecidas anteriormente por situações variadas, e que não diziam respeito à excitação sexual. Claro que existem situações chamáveis de objetivas, reais: doenças de boca a estômago produzindo odores fétidos que todos considerariam inadequados para o sexo. Estes odores podem afastar parceiros sexuais, embora sob excitação sexual a percepção de odores e sua classificação diminuam muito. O problema com relação à boca e os beijos é que este contato se faz antes da excitação sexual estabelecer-se! O uso da boca é inicial, e não no meio da relação sexual.
Aspectos visuais da boca têm grande importância na aproximação erótica. Ausência de dentes frontais é considerada pela maior parte das pessoas como um fator negativo e não erótico, não atraente. Porém, é necessário saber que existem pessoas que tem preferências diferentes e que desejarão a aproximação sexual e erótica de pessoas com aparentes deficiências, a exemplo da falta visível de dentes. Outra questão visual sobre os dentes será a presença de cáries, em especial nos dentes da frente da boca. Isto tem conduzido à produção estética de arcadas mais brancas e com dentes mais uniformes do que no passado. Também é necessário perceber que diferenças culturais e sociais se aplicam: europeus não se incomodam tanto quanto norte-americanos no que respeita a estética uniforme e branca dos dentes e a atração sexual...
Claro que lábios se incorporam nesta discussão de modo direto. O uso de substâncias corantes aplicadas aos lábios vêm do Egito faraônico há 5 mil anos, e associava-se ao sexo oral aplicado ao pênis (felação), assim parecia simular uma vulva mais avermelhada e preparada para o coito. Desde então, e cada vez mais sempre, o uso de batom associa-se a maior atratividade da mulher. E por esta razão histórica, aos homens não coube a necessidade de tornar os lábios mais vermelhos para serem atraentes...
Assim, lábios descolarados e com sinais que aparentem doenças são descartados ou não valorizados na atração sexual. Além das reclamações sobre preferências acima descritas, existem condições que tem recebido atenção dos profissionais de saúde, embora com chances muito, muito pequenas e de incidências acreditada muito baixa: a facilitação de transmissão de HPV do genital para a boca e associando-se ao desenvolvimento de tumores bucais e câncer. Existem indícios em pequenos estudos, mas como as causas para tumores de boca estão claramente associados a hábitos de tabagismo e alcoolismo, raramente o uso sexual da boca aparece associado a estas doenças nos estudos ao redor do mundo. Isto tende a ocorrer por serem os tecidos da mucosa da boca muito similares à mucosa vaginal e do cérvix. A associação de uso de álcool e tabaco facilitam a tansmissão de HPV entre genital e boca. A associação de sexo oral com câncer de boca apareceu em estudos publicados em 2004, quando o tipo de HPV-16, usualmente genital, apareceu em câncer de boca em pacientes com hábitos de sexo oral. O risco é muito baixo de desenvolver câncer de boca nas pessoas que apresentam o vírus: 1 em cada 10.000, e associam-se em 75% dos casos a tabagismo. O câncer de boca ocorre mais em homens, daí a pressuposição de contaminação através da prática de cunilíngua (sexo oral na vulva). Esta não deve ser uma real preocupação, pois além de câncer de boca ser raro, parece ser mais rara, ainda, a associação de prática de sexo oro-genital e câncer de boca. Porém é necessário apontar que, se uma pessoa preocupar-se com isso, significa que os aspectos psicológicos, as características de personalidade desta pessoa são problemáticos e precisam de atenção de profissionais de saúde mental, pois este fato não deve, nem pode, causar preocupações que eliminem a possibilidade de comportamento e prática oro-genital nas atividades sexuais. Estudos em pacientes com a presença de HPV-16 na boca, e que tiveram mais de 6 parceiros em sexo oral anteriormente, apresentaram uma chance maior de 8.6 vezes maior de terem câncer de boca que pessoas que não praticaram sexo oral com mais de 6 pessoas ao longo da vida.
Claro que outras doenças sexualmente transmissíveis podem ocorrer quando a boca é usada em beijos comuns (boca-boca) além do sexo oro-genital: herpes, gonorréia, clamídia e sífilis (esta incluindo situações sem maiores envolvimentos eróticos, como existem relatos de pais infectados transmitindo a doença a filhos crianças...). E por último, o sexo oral no pênis, denominado felação, preocupa mais quando se menciona a possibilidade de transmissão de HIV, em especial com a ejaculação dentro da boca. As maiores chances de contaminação ocorrem quando a boca apresenta lesões na mucosa e cáries: aberturas para o vírus adentrar a circulação sanguínea. O oposto não encontra respaldos e pesquisas quantitativas, mas é percebida como uma possibilidade preocupante. Portanto, é mais possível que uma pessoa que receba ejaculação na boca possa ser contaminada com HIV do que o homem que ejacule ser contaminado.
Diante da preocupação com transmissão de DSTs, o uso de preservativos no sexo oral também é aconselhado. Sabe-se, no entanto, que estas orientações não são seguidas e nem consideradas pela maioria das pessoas. Mesmo pessoas que consideram que o sexo seguro, usando preservativos, seja importante e que realmente usem preservativos, quando chega o sexo oral raramente utilizarão preservativos...
A saúde sexual tem sido exaltada na última década com a retomada deste conceito feita pela Organização Mundial de Saúde. Em 1975 a OMS iniciou uma discussão com especialistas sobre a saúde sexual, partindo do princípio que saúde sexual exige a saúde social, a física e a mental. Assim a OMS retomava o discurso de que saúde é mais do que a mera ausência de doenças. Com as discussões e preocupações mundiais sobre o HIV/AIDS, a discussão foi postergada, embora grupos europeus tenham dado continuidade em reuniões de especialistas em sexualidade a final da década de 1970 e inicio da de 1980. Em 2000, na cidade de Antigua, Guatemala, a Organização Pan-americana de Saúde fez uma nova consulta a especialistas em sexualidade e produziu um documento sobre saúde sexual com diretrizes aos governos das Américas sobre questões de formação de especialistas e aplicação de educação em sexualidade e tratamento de problemas sexuais. Em 2002 a OMS replicou a consulta em termos mundiais e publicou um documento em 2003 reforçando o documento da OPS e a idéia de que saúde sexual é uma finalidade da busca da saúde.
Cuidar da boca e da saúde bucal é um ponto que necessita consideração para a saúde sexual. O uso da boca no relacionamento afetivo e sexual precisa ser considerado como muito importante entre os profissionais de saúde, em especial os que se dedicam a educação e saúde sexuais.
A boca inicia a atividade sexual muito antes de algo sexual existir.
A boca emite as palavras que conduzirão ao encontro sexual.
A boca é literalmente a porta de entra do sexo na cultura ocidental o século XXI.


Autor: Instituto Paulista de Sexualidade – www.inpasex.com.br
Fonte: Psic. Oswaldo M. Rodrigues Jr.
http://abeis.org.br/artigos/53-a-boca-e-o-sexo-com-prazeres-e-preocupacoes-desta-decada-.html

TERAPIA SEXUAL

TERAPIA SEXUAL
Soledad Márquez - solmar@chasque.net

Tengo una beba de 4 meses. Me fue muy bien en el parto aunque me hicieron una episiotomía. Actualmente no me estoy cuidando con ningún método anticonceptivo. ¿Qué posibilidades de quedar embarazada tengo? Estoy dando solo pecho a mi beba, ¿esto me cuida en cierta forma? Gracias.

El amamantar no asegura la anticoncepción. Tu organismo no ovula en tanto genera leche durante los primeros meses después de nacido el bebe, pero cuando disminuye un poco su producción, es posible quedar embarazada de nuevo. Si no es lo que deseas, comienza a cuidarte ya. Hoy día existen píldoras anticonceptivas que no cortan el amamantazgo y que puedes pedir a tu médico tratante que te las indique. En tanto, lo más seguro es que uses preservativos.


Hola doctora Soledad tengo 37 años y algunas veces tengo dificultad al orinar. Estoy en tratamiento con urólogos y me dicen que puede ser una prostatitis. Mi problema es que con frecuencia tengo frigidez como en ciertos momentos no, ¿esto puede ser a causa de ese problema? ¿Será que puedo utilizar testoviron inyectable que de repente aumentaría mi actividad sexual? Ya que últimamente la he perdido. Quedo altamente agradecido.

No soy doctora, soy licenciada en Psicología y especialista en Sexología Clínica y Educación Sexual, por lo que tu pregunta deberás repetírsela al urólogo que te está tratando.

La prostatitis consiste en una inflamación de la glándula, generalmente producida por una infección, que suele ser causa de disfunciones sexuales, así que, respondiendo a tu pregunta: sí, puede ser por eso que no tengas erecciones y que disminuya tu deseo sexual. No creo que sea momento de inyectarte testovirón, espera a curarte y ahí pregúntale al médico si no tiene contraindicaciones en tu caso particular. El testovirón son hormonas masculinas que sin indicación médica pueden generar trastornos importantes en el organismo.

(Frigidez viene de frío y es un término en desuso con el que se indicaba que la mujer no respondía sexualmente a los estímulos que se le prodigaban, no se excitaba ni tenía orgasmos. Hoy día hablamos de disfunciones, o sea, lo que no funciona bien sexualmente).



Estoy saliendo con un muchacho hace 4 años... muchas veces cuando le digo "Te Amo", veo que no le gusta, que se fastidia incluso ¿Por qué será? En cambio le gusta cuando le digo que lo quiero y que me gustaría pasar con él mis días...

Aunque creo que lo mejor es que se lo preguntes a él, pues puede darle a estas dos palabras un contenido especial gracias a su historia personal, se me ocurre que puede deberse a que el término "amar" tiene connotaciones más serias, comprometidas y profundas que el "querer", y que por eso lo usamos en forma más restringida... En cambio, queremos a muchas personas, animales, cosas, etc. Hay quienes relacionan el amor con la entrega personal y total, con desear y buscar la felicidad del/ la otro/a, aún a costa de renunciar a la propia; y el querer con el deseo de poseer, tener, usar, disfrutar incluso, pero sin involucrarse afectivamente... o sin ningún tipo de compromiso.

Mi pareja tuvo una novia que le exigía que durara por lo menos una hora cada vez que la penetraba, para que ella pudiera así llegar al orgasmo. Cuando quiso hacer lo mismo conmigo, sentí que se me iba la lubricación y que no podía aguantar tanto, que después de tener un orgasmo, me dolía, me lastimaba. Mi pregunta es ¿qué debo hacer para conformarlo con menos tiempo o para aguantar yo una hora?

Entiendo que, si tu pareja supo y pudo adaptarse a las necesidades de su novia anterior, ahora le corresponde hacerlo contigo. Exigirte ser como la otra o actuar como ella es no valorarte como persona diferente y con necesidades también distintas. Tú también, si tuviste algún novio anterior, tendrás que dejar las comparaciones de lado y ver de ir ajustando tus tiempos a los de él. Es decir: cada nueva pareja sexual, que quiera perdurar, necesita de un tiempo de conocimiento de la otra parte, de adaptación y ajuste, en que los dos posiblemente tendrán que ceder en algo de sus anteriores costumbres y forjar nuevas, propias de esta relación en concreto. Si notas que tu lubricación es insuficiente, y deseas realmente aguantar más, puedes recurrir a alguna crema de base acuosa o al gel lubricante íntimo que venden en las farmacias.
http://www.larepublica.com.uy/comunidad/458823-terapia-sexual

Ejaculação precoce: um problema emocional

30/10/2007 01:21:00

Ejaculação precoce: um problema emocional

Segundo médicos, disfunção já atinge três em cada 10 brasileiros

Rio - Ansiedade, estresse e insegurança são alguns dos fatores que fazem da ejaculação precoce — disfunção sexual que atinge três em cada 10 brasileiros — um problema mais psicológico do que físico ou orgânico. Segundo dados da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), que promove esta semana o 31º Congresso Brasileiro de Urologia, 99% dos casos de ejaculação precoce são de natureza puramente emocional.

“O melhor tratamento para a ejaculação precoce ainda é a psicoterapia, que se propõe a ensinar o paciente a controlar a ansiedade. Mas há casos também em que antidepressivos são utilizados para retardar a ejaculação. Esse artifício não causa dependência, mas provoca alguns efeitos colaterais, como sonolência e boca seca”, afirma o presidente da SBU, Sidney Glina.

De acordo com a psiquiatra Carmita Abdo, coordenadora do Projeto Sexualidade do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP), ainda não há um remédio criado para controlar a ejaculação precoce. Mas laboratórios dos EUA já estudam, em caráter experimental, um medicamento cuja principal substância ativa, a dapoxetina, aumenta de três a quatro vezes o tempo de uma relação sexual.

“A previsão é que o paciente tome o remédio pelo menos uma hora antes do início da relação. O medicamento ainda não foi liberado, mas espera-se que ele venha a aumentar o tempo de satisfação do casal”, observa Carmita, acrescentando que, para efeitos de estudo clínico, o ejaculador precoce é aquele que chega ao ápice da relação em menos de dois minutos. “Mas, para efeito de atendimento ambulatorial, a ejaculação é precoce quando não traz satisfação para nenhum dos parceiros”, complementa.

Enquanto a dapoxetina não chega ao mercado, os portadores de ejaculação precoce podem recorrer à terapia sexual, que consiste em ensinar o paciente a controlar a própria ansiedade. No Rio, algumas unidades da rede pública de Saúde, como o Hospital dos Servidores do Estado (HSE) e o Hospital Universitário Pedro Ernesto (Hupe), já oferecem atendimento gratuito.
http://odia.terra.com.br/ciencia/htm/ejaculacao_precoce_um_problema_emocional_131581.asp

Estudo diz que sete minutos é o tempo ideal de uma relação sexual

Estudo diz que sete minutos é o tempo ideal de uma relação sexual
Intenção dos pesquisadores é dissipar a ideia de relações longas com mais de 30 minutos
Pensilvânia (EUA) - Uma nova pesquisa feita por terapeutas norte-americanos revelou nesta quinta-feira que sete minutos seria o tempo mais do que "agradável" para uma relação sexual.

Segundo eles, as pessoas entrevistadas afirmaram que uma transa de um ou dois minutos é curta demais, enquanto uma de sete minutos seria ideal. Indo contra a fantasia de muitos, uma relação de 10 a 30 minutos foi considerada "muito longa".

Foram ouvidos 50 membros da Sociedade de Pesquisa e Terapia Sexual, entre psicólogos, assistentes sociais e enfermeiros.

Os autores do estudo, Eric Corty e Jenay Guardiani da Universidade da Pensilvânia disseram: "Um homem ou uma mulher interpretam que sua vida sexual, bem como a do parceiro, dependem de crenças pessoais espelhadas no desejo comum da sociedade."

"Muitos homens e mulheres parecem acreditar na fantasia do pênis grande e de transas que durem toda a madrugada", contou Eric.

Ainda de acordo com os pesquisadores, em estudos anteriores grande porcentagem dos entrevistados disseram que queriam uma relação sexual que durasse mais de 30 minutos.

"O fato de não conseguirem atingir todo esse tempo, traz a tona o sentimento de decepção e descontentamento", explicou Corty.

"Com essa pesquisa, esperamos dissipar estas fantasias e encorajar homens e mulheres com informações reais sobre relações sexuais, evitando decepções e disfunções sexuais", disseram os autores em nota.

Os resultados do estudo foram publicados no Journal of Sexual Medicine
http://odia.terra.com.br/portal/cienciaesaude/html/2010/6/estudo_diz_que_sete_minutos_e_o_tempo_ideal_de_uma_relacao_sexual_91191.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+ODiaOnLine+(O+Dia+On+Line)

XVI CONGRESO LATINOAMERICANO DE SEXOLOGIA CLASES 2012

Nuevamente estamos en contacto con ustedes para brindarles noticias importantes sobre el XVI CONGRESO LATINOAMERICANO DE SEXOLOGIA CLASES 2012 que se realizará en Medellín Colombia, los días 10 al 13 de Octubre de 2012, continuamos en el proceso de organizar un maravilloso congreso que permita a todos (as) ustedes disfrutar del evento académico con la altura y calidad que se merecen, por eso, queremos con mucho gusto compartirles las últimas novedades que podrán consultar con detalle en la página Web del Congreso www.clases2012.com


Ø Iniciamos el proceso de recepción de trabajos y ponencias, pueden contactar a la Dra. Carolina Londoño Gutiérrez, Vicepresidenta del Congreso en el correo electrónico indicado y ella con gusto atenderá sus inquietudes



Ø Ya está publicado el programa académico preliminar y los ejes temáticos



Ø Hemos establecido un convenio con la línea aérea AVIANCA logrando descuentos en los tiquetes aéreos para los(as) congresistas



Ø Nuevas personalidades con alto prestigio y reconocimiento se han vinculado en este maravillosos proyecto



Ø La Dra. Elizabeth Gutiérrez Flórez, Presidenta del Congreso ha viajado a Quito y Lima para participar en eventos relacionados con la sexología, representando a FLASSES, presentando sus ponencias y promocionando el congreso y se prepara para viajar a Chile, Argentina y Cuba



Ø En el mes de Junio de 2011 participamos en el XXXIII Congreso interamericano de Psicología realizado en Medellín con más de 2.500 congresistas, allí se presentó un simposio a nombre de FLASSES y promocionamos el evento



Ø Nuestras políticas en los precios de inscripción reflejan grandes descuentos para las personas que lo hagan de manera anticipada, el primer plazo se vence el próximo 31 de Agosto de 2.011, los(as) invitamos a aprovecharlo



Ø Para incentivar la participación de estudiantes y personas jóvenes que están en su proceso de formación, estamos ofreciendo unas tarifas subsidiadas bastante atractivas y con descuentos cercanos al 50 % para los estudiantes de pregrado que puedan acreditar mediante certificación actualizada esta condición



Ø La programación incluye la oferta de varios CURSOS FLASSES, sus temas serán variados, actualizados, avalados por la FLASSES y serán dictados por expertos del más alto nivel, los(as) invitamos para que aprovechen esta oportunidad de formación



Ø La organización de CLASES 2012 ha decidido ofrecer sin costo adicional para los congresistas refrigerios en la mañana y la tarde, además la fiesta de clausura y la cena será brindada sin ningún costo adicional



Ø Todos los congresistas inscritos podrán participar en un concurso de fotografía erótica sin ningún costo adicional



Ø En la mayoría de los países hemos nombrados EMBAJADORES DE CLASES 2012, ellos les pueden ayudar a resolver sus inquietudes



Ø Estamos en proceso de organizar la muestra comercial, próximamente les informaremos de los avances en este tema



Los(as) invitamos a consultar al detalle estos aspectos en nuestra página WEB www.clases2012.com



Información adicional la puedes solicitar en los correos electrónicos indicados



LA CITA ES EN MEDELLÍN COLOMBIA, AQUÍ LOS(AS) ESPERAMOS



Elizabeth Gutiérrez Flórez Carolina Londoño Gutiérrez Gabriel Fernando Londoño Flórez

Presidenta CLASES 2012 Vicepresidenta CLASES 2012 Gerente CLASES 2012

egutierrez@une.net.co carolinalon@une.net.co gaferlo@une.net.co

gerencia@cepicolombia.com

Camisinha que ‘turbina’ a ereção passa em testes

Camisinha que ‘turbina’ a ereção passa em testes
União Europeia aprova o produto que deixa pênis mais firme
POR CLARISSA MELLO

Rio - Um motivo a mais para usar preservativos: foi aprovada por autoridades da área de Saúde da União Européia a camisinha ‘Durex’, que promete prolongar e deixar a ereção mais firme. A ‘superereção’ é garantida por um gel que lubrifica o preservativo. A substância dilata as artérias e aumenta o fluxo de sangue para o pênis.

Estudo feito pela Futura Medical (laboratório que desenvolveu o preservativo) revelou que, comparada à camisinha comum, a ‘Durex’ é capaz até de deixar o pênis maior — pelo menos foi essa a sensação dos homens que testaram o produto. Já as mulheres relataram uma experiência sexual de duração mais longa — e de mais qualidade.

Tratamento no consultório

Mas não são todos que podem usar o preservativo. Segundo o urologista do Hospital Badim, Celso Dantas, quando o homem não consegue ereção, fica impossibilitado também de colocar a camisinha. Logo, o produto não substitui o tratamento com medicamentos orais. “Esse preservativo pode ser bom em casos nos quais a ereção não é tão firme, ou acaba no meio da relação sexual. O homem que sofre de disfunção erétil não consegue ereção, então, a camisinha não encaixa”, explica Celso.

O médico também alerta: em contato com a pele do pênis, o gel pode causar irritação. “A melhor solução é procurar um urologista e identificar os fatores que dificultam a ereção. Às vezes, a cura é psicológica”, diz. O preservativo deve começar a ser vendido na Europa em um mês.

http://odia.terra.com.br/portal/cienciaesaude/html/2011/6/camisinha_que_turbina_a_erecao_passa_em_testes_172602.html