domingo, 7 de agosto de 2011

Jeito de andar diz se mulher já teve orgasmos

Jeito de andar diz se mulher já teve orgasmos
Thiago Perin 23 de setembro de 2010

De olho no rebolado
Pesquisadores da Universidade Católica de Louvain e do Hospital Braine l’Alleud-Waterloo, ambos na Bélgica, filmaram mulheres (“jovens e saudáveis”, metade das quais já havia tido orgasmos) andando na rua. Depois, mostraram as imagens a sexologistas profissionais, alheios ao histórico das moças. O objetivo era determinar se os caras poderiam “adivinhar” quais delas já tinham chegado lá e quais não apenas observando seus jeitos de andar.
Indo muito além do que daria para chamar de “sorte”, dizem os pesquisadores, os sexologistas diagnosticaram corretamente o “status orgásmico” (não é piada, eles chamam assim mesmo) das voluntárias em 81,25% das vezes.
Quer tentar sair adivinhando por aí você também? Olha o que observar: “um observador perspicaz pode deduzir a experiência feminina com orgasmos vaginais a partir de uma passada que compreende fluidez, energia, sensualidade, liberdade e ausência de músculos tanto flácidos quanto ‘travados’”, dizem os caras no estudo. Fácil, fácil, né?
http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/jeito-de-andar-diz-se-mulher-ja-teve-orgasmo/

Escolas que promovem abstinência sexual podem colocar jovens em risco, diz relatório

12 de abril, 2007 - 20h20 GMT (17h20 Brasília)

Escolas que promovem abstinência sexual podem colocar jovens em risco, diz relatório

Jovens estariam buscando mais informações em revistas
Um relatório divulgado pelo órgão do governo britânico que fiscaliza a educação, a Ofsted, indica que escolas que promovem a abstinência sexual na Grã-Bretanha podem estar colocando seus alunos em risco.
Segundo o documento, isso pode estar acontecendo porque essas escolas não estariam fornecendo aos jovens informações sobre métodos contraceptivos, o que por sua vez aumentaria o risco de gravidez e de contrair doenças sexualmente transmissíveis.

"Não há nenhuma evidência de que programas baseados somente na abstinência como a única ferramenta de educação possam reduzir o índice de gravidez entre as jovens ou melhorar a saúde sexual dos adolescentes", diz o relatório.

O documento diz também que "não há indícios que sustentem a alegação de que ensinar sobre contracepção leva a uma maior atividade sexual (por parte dos alunos)".

Em casa

O levantamento da Ofsted, feito com base em informações coletadas em 350 escolas britânicas, também revela que os alunos acham que muitos pais e professores não têm muita habilidade para falar com eles sobre assuntos delicados, como o sexo.

"Os jovens vivem em um mundo muito distante daquele em que viveram seus pais quando eram adolescentes", diz o documento, explicando a dificuldade de diálogo entre as duas gerações.


Os jovens vivem em um mundo muito distante daquele em que viveram seus pais quando eram adolescentes


Trecho do relatório
Isso faz com que muitos jovens recorram a revistas para buscar informações.

"O aumento no número de revistas voltadas para jovens do sexo masculino, embora às vezes incentive atitudes sexistas, tem ajudado a corrigir o desequilíbrio de conselhos destinados a jovens", diz o documento.

Um outro empecilho seria a "ausência de um código moral" em casa, o que também força as escolas a assumirem mais responsabilidade sobre a educação dos jovens.

Tabaco e álcool

A Ofsted também aborda o impacto daqueles que foram identificados no relatório como os principais fatores de risco à saúde dos jovens britânicos – o tabaco e o álcool.

Os dados mostram 34% das garotas de 16 anos e 28% dos garotos da mesma idade admitiram se embriagar uma vez por semana e que "aqueles que bebem estão tomando muito mais do que no passado".

O número de jovens fumantes, particularmente do sexo masculino, caiu desde os anos 90. Mas o órgão identifica como "causa de preocupação" um aumento do tabagismo entre as jovens.

O relatório alerta ainda que há sinais de que mais jovens do ensino médio estão dizendo não às drogas, mas recomenda que as escolas primárias aprimorem suas estratégias para combater o problema desde cedo.
http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/04/070412_abstinencia_britanicarg.shtml

Aulas de abstinência sexual não funcionam, diz estudo nos EUA

Aulas de abstinência sexual não funcionam, diz estudo nos EUA

Vanessa Heaney
De Washington

Críticos dizem há tempos que programas não dão resultados
Os estudantes americanos que freqüentam aulas que pregam a abstinência sexual não têm uma maior probabilidade de se absterem posteriormente de relações sexuais, segundo um estudo encomendado pelo Congresso dos Estados Unidos.
Os participantes desses programas especiais têm uma probabilidade de ter relações sexuais poucos anos após as aulas semelhante à dos alunos que não participam dessas classes.

Nos últimos anos de controle do Partido Republicano sobre o Congresso, os gastos com a educação que prega a abstinência até o casamento cresceram de US$ 10 milhões para US$ 176 milhões por ano.

Os críticos vêm dizendo repetidamente que esses programas não funcionam.
Eles dizem que o dinheiro poderia ser melhor investido em uma ampla educação sexual, que poderia incluir também a questão da abstinência.

Conservadores

Os conservadores acreditam que ensinar adolescentes sobre sexualidade e contraceptivos poderia encorajá-los a ter relações sexuais e preferem promover a abstinência até o casamento.

Os estudantes analisados no levantamento eram de várias grandes e pequenas de todo o país.

Eles tinham entre 11 e 12 anos quando começaram a participar dos programas, que têm a duração de um ou dois anos.

Os pesquisadores também analisaram o comportamento de seus colegas das mesmas comunidades que não freqüentavam as aulas especiais.

A conclusão foi de que aqueles que participaram do programa tinham a primeira relação com a mesma idade média daqueles que não participaram – 14 anos e nove meses.

O governo do presidente George W. Bush advertiu contra tirar conclusões apressadas do estudo.
http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/04/070414_abstinenciasexualeuarw.shtml

Britânicas receberão adesivo de desejo sexual na rede pública

Atualizado às: 26 de março, 2007 - 13h04 GMT (10h04 Brasília)
Britânicas receberão adesivo de desejo sexual na rede pública

Muitas mulheres têm menopausa precoce devido a cirurgias
O serviço público de saúde da Grã-Bretanha (NHS, na sigla em inglês) vai colocar à disposição das pacientes um adesivo que aumentaria o desejo sexual em mulheres.
Será o primeiro tratamento para mulheres com pouco desejo sexual, mas o fabricante - Procter and Gamble - alega que este medicamento não está sendo promovido como o equivalente feminino do Viagra.

O adesivo - chamado Intrinsa - será disponível apenas com receita para mulheres que tiveram menopausa precoce devido a alguma cirurgia.

Médicos afirmam que não existe um "conserto rápido" para baixo desejo sexual, e o tratamento médico é apenas uma parte da terapia.

Cerca de um milhão de britânicas tiveram menopausa precoce devido à cirurgia para remover os ovários durante histerectomia - cirurgia para remover o útero - para tratamento de sangramentos graves e dores pélvicas, segundo a Procter and Gamble.

Este procedimento leva a uma diminuição na testosterona (hormônio sexual masculino), que existe naturalmente na mulher e que é um importante mediador do desejo sexual.

Um terço destas mulheres acabam sofrendo de queda no desejo sexual. Elas terão direito ao tratamento.

O Intrinsa é um adesivo transparente usado no abdômen e libera uma pequena dose de testosterona.

Testes com mais de 500 mulheres que passaram por histerectomia mostraram que o adesivo levou a um aumento de 74% em sexo satisfatório.

O adesivo será disponibilizado na rede pública de saúde britânica a partir de abril.

'Razões complexas'

Nick Panay, do grupo de apoio para mulheres com menopausa precoce Daisy Network, afirmou que o baixo desejo sexual em mulheres que passaram por estas cirurgias pode causar um grande sofrimento e preocupação a respeito de seus relacionamentos.

"Intrinsa oferece verdadeira esperança médica para estas mulheres já que estudos mostraram que o adesivo aumenta o desejo sexual e a atividade sexual satisfatória, enquanto reduz o sofrimento associado", disse.

Mas médicos afirmam que o medicamento não trata das "razões complexas" da queda do desejo sexual.

"Existe uma variedade de razões para a queda do desejo sexual, como razões psicológicas e do ambiente que a pessoa está, por exemplo. Médicos deverão olhar para todas estas razões, não apenas apelar para um único tratamento médico", disse Jim Kennedy, porta-voz do setor de receitas do Royal College.
http://www.bbc.co.uk/portuguese/ciencia/story/2007/03/070326_adesivosexofn.shtml

Mentira sobre planta 'Viagra' cria confusão na Grã-Bretanha

Mentira sobre planta 'Viagra' cria confusão na Grã-Bretanha

Chá da planta teria as mesmas propriedades do Viagra
Uma matéria fictícia publicada pelo jornal britânico Independent on Sunday no dia 1º de abril sobre uma planta com propriedades semelhantes às do Viagra resultou em uma onda de e-mails e telefonemas ao Royal Botanic Gardens, em Edimburgo, na Escócia.
A matéria dizia que um jardineiro havia descoberto, por acaso, que a planta Erica carnea, nome científico dado a um tipo de arbusto que floresce no inverno, era capaz de provocar efeito semelhante ao do remédio.

A tradição de publicar matérias falsas, sem alertar leitores, no Dia da Mentira é levada a sério na Grã-Bretanha. E já provocou muitos mal-entendidos entre os desavisados.

Mas segundo a funcionária do Royal Botanic Gardens Charlotte Zammit, os jornalistas do Independent foram cuidadosos.

Eles entraram em contato com a entidade antes de publicar a matéria para se assegurar de que nenhum leitor entusiasmado sofresse uma intoxicação ao ingerir infusões contendo grandes quantidades da planta em questão.

Corrida às lojas

A matéria traz depoimentos de especialistas do Royal Botanic Gardens em Edimburgo.

Fala de uma corrida louca às lojas de plantas, de homens brigando pelas últimas mudas de Erica carnea ainda disponíveis para vender e de esposas incomodadas com o interesse repentino dos maridos por jardinagem.

E cita um depoimento do suposto descobridor do efeito surpreedente do arbusto.

O personagem fictício, um restaurador de móveis de 55 anos chamado Michael Ford, explica que tem o hábito de fazer experiências com bebidas à base de plantas, e que um dia decidiu tomar uma infusão da urze (outra designação dada ao arbusto).

"O efeito foi quase imediato", diz o personagem. "Tive de ficar na minha oficina uma hora antes de poder andar decentemente pelas ruas".
http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/04/070403_hoax_independent_mv.shtml

Viagra 'torna homem mais carinhoso', diz estudo

Viagra 'torna homem mais carinhoso', diz estudo

Médicos lembraram que Viagra não funciona sem estímulos
Além de melhorar o desempenho sexual de um homem, tomar Viagra pode torná-lo também mais carinhoso, indicou um novo estudo da Universidade de Wisconsin-Madison, nos Estados Unidos.
Em experiências com ratos, os pesquisadores verificaram que o sildenafil, nome genérico para o Viagra, aumenta a liberação no cérebro da oxitocina, o chamado "hormônio do amor".

Ratos tratados com sildenafil responderam a estímulos neurais liberando três vezes mais oxitocina que os que não haviam sido tratados com a substância.

Às vezes chamada também de "substância do aconchego", a oxitocina desempenha um papel importante na interação social e na reprodução de humanos: aparece durante a amamentação para criar a ligação especial entre a mãe e o filho, assim como em casais apaixonados.

A liberação da substância no cérebro é controlada por uma proteína – a fosfodiesterase tipo 5 – que também limita o fluxo de sangue para o pênis. A ação do Viagra consiste em reduzir os efeitos desta proteína.

Desta forma, a pequena pílula azul parece ter "efeitos físicos além do de permitir um maior fluxo sanguíneo para os órgãos sexuais", disse um dos autores do estudo, o professor da Escola de Medicina e Saúde Pública da universidade, Meyer Jackson.

Mas ele ressalvou que a droga não tem efeito se não houver estimulação:

"Drogas contra disfunções eréteis não induzem ereções espontaneamente, apenas melhoram a resposta a estímulos sexuais", ele explicou.

"O Viagra por si só não induz à liberação de oxitocina, mas melhora a quantidade liberada em resposta a um estímulo elétrico."

O estudo, divulgado na página da Universidade, será publicado na próxima edição do Journal of Physiology.
http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/08/070827_viagracarinho_pu.shtml

Em apenas 90 segundos, ex-investigador atrai pedófilos na rede

Em apenas 90 segundos, ex-investigador atrai pedófilos na rede
10/03/2010 | 10:01 | KATIA MELLO

A imagem ao lado pode ser chocante. Mas o relato a seguir de Mark Willliam Thomas, um ex-investigador da polícia britânica, criminologista e que trabalha com serviços de proteção à criança há 15 anos é ainda mais impressionante. Em depoimento ao jornal inglês Daily Mail, o ex-investigador contou que se passou por uma menina de 14 anos em uma das mais populares redes sociais na internet. Em apenas 90 segundos, um homem de meia-idade já se ofereceu para fazer sexo na frente do computador. Depois de cinco minutos, aparecem outros interessados na “menina” apresentada por Mike como uma morena de 14 anos. Ele conta que os pedófilos usam a linguagem dos adolescentes para tentar atrair sua presa. Em inglês, eles apareceram perguntando as siglas A S L (age, sex, location ou idade, sexo e lugar) para iniciar o diálogo. Alguns deles vão direto ao assunto e de forma incisiva perguntam à menina se ela já fez sexo, se é virgem ou se está disposta a se despir em frente ao computador.
Alguns testam para saber se Mark realmente é a adolescente que diz ser. Mas ele consegue disfarçar. Os abusadores perguntam quais são suas preferências, seus hobbies e em que escola estudam. Uma vez convencidos da identidade da criança, fazem convites para encontrá-la. Os pedófilos também criam perfis falsos, se passando por outros adolescentes para tentar convencer a criança de que fazer sexo é bom. “Faça sexo com ele. Eu já fiz e foi bom”, disse um deles. Mesmo com sua vasta experiência nesse campo, Mark escreve que se sentiu absolutamente chocado em perceber que apenas uma hora na internet foi o suficiente para atriar tantos pedófilos.
No Brasil, segundo dados da IBOPE/Netratings são cerca de 1,3 milhão de crianças entre seis e 11 anos que estão na rede. A questão é como controlar o uso do computador sem cercear a liberdade delas. Em 2007, fiz com minha colega de ÉPOCA Luciana Vicária a matéria Os Filhos da Era Digital que constamos os benefícios dos pequenos em usarem a internet.
Com uso adequado, a rede pode trazer muitos benefícios às crianças. Até porque, é muito difícil isolá-las do mundo digital. Então, como protegê-las? A ONG SaferNet dá dicas de como proteger seu filho. Uma das mais importantes é instruir as crianças a nunca dar dados pessoais a quem não conhece. Outra é limitar a rede de amigos pela web a apenas pessoas conhecidas. Se souber de algum caso, não deixe de denunciar: discando 100 (discagem gratuita) ou pelos endereços da Agência Nacional dos Direitos da Infância e da ONG Safernet.
O assunto é muito sério. Tanto é que o ex-investigador resolveu se passar por uma adolescente para provar que é muito fácil ser ludibriado. Ele fez isso logo depois de ser noticiada na mídia europeia a morte da jovem inglesa Ashleigh Hall, de 14 anos, que foi estuprada e assassinada por um homem que conheceu no Facebook.
E você, o que acha que deve ser feito para impedir uma criança a ter contato com pedófilos na rede?
Katia Mello
http://colunas.epoca.globo.com/mulher7por7/2010/03/10/em-apenas-90-segundos-ex-investigador-atrai-pedofilos-na-rede/