quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Sexualidade na gravidez

Sexo na gravidez
Sexualidade na gravidez

Este é, talvez, o tema mais delicado e difícil de ser abordado pelo casal grávido, não obstante as dúvidas e ansiedades que suscita.

Homens e mulheres ainda sentem muito constrangimento em falar sobre sua própria sexualidade, principalmente no tocante às dificuldades, mesmo que seja entre parceiros.

Assim, quando o obstetra afirma que o casal deve abster-se de sexo por ser uma gravidez de risco, ninguém contesta nem sequer procura saber o que é ou não permitido e o que fazer quando a sexualidade aflora, uma vez que ela não deixa de se manifestar porque houve uma restrição médica.

Emocionalmente, uma bomba foi lançada no relacionamento conjugal. O casal, assustado, passa a evitar todo tipo de contato, fica muito mais fragilizado e distante e a ansiedade que poderia ser amenizada momentaneamente através do orgasmo, intensifica-se, criando novos temores e angústias.

Este pode ser, então, o momento de grandes descobertas amorosas. Se o casal encontra-se num relacionamento estável, maduro e sólido, quando a vinda de um filho poderá uni-los de modo mais pleno ou mesmo se a intimidade entre os parceiros propicia um diálogo aberto e honesto, há possibilidade de se poder descobrir outros jeitos de fazer amor, sem que haja penetração.

A criatividade sexual pode entrar em cena, através de jogos eróticos, novas posições e novas fontes de prazer, que transformarão tudo numa grande aventura, plena de lances inusitados e estimulantes, onde cada um poderá expressar suas preferências e fantasias mais íntimas. Tudo é permitido desde que haja harmonia entre o casal, que deve buscar o bem-estar mútuo e um maior equilíbrio emocional, diminuindo as ansiedades e angústias próprias desse período.

Essas experiências amorosas e sensuais marcarão o início de uma vida sexual mais prazerosa e satisfatória e, certamente, aprofundarão o relacionamento conjugal de maneira mais duradoura.

Mesmo o casal que não sofreu restrição quanto às relações sexuais, também deveria fazer uso destes jogos de sedução, descobrindo e intensificando as carícias e o prazer.

Mas não é o que comumente acontece. Vários fatores, conscientes e inconscientes, contribuem para a alteração do desejo sexual.

No início da gravidez, muitas gestantes manifestam sintomas como náuseas, vômitos, hipersonia e o grande temor do aborto, por acreditarem que o feto ainda não está suficientemente aderido ao útero, e isso compromete sobremodo o desejo sexual.
Os aspectos regressivos inconscientes ocorrem desde o início da gravidez, fazendo com que a gestante se identifique com o feto, o que a torna mais sensível e vulnerável, com intensa necessidade de proteção e carinho. Neste momento, volta-se para si mesma, num movimento de introspecção, evitando qualquer estímulo que interfira neste processo ; e aqui pode-se incluir o sexo, como uma espécie de preparação para todas as mudanças físicas e emocionais que têm início. Com o passar do tempo, a intensidade da angústia do perigo do aborto diminui consideravelmente, podendo até cessar.

Com o corpo visivelmente grávido, seios e ventre avolumados, muitas gestantes percebem-se mais femininas e sensuais, o que faz aumentar o desejo sexual e a procura pelo parceiro.

Outras, ainda, por já se encontrarem grávidas, liberam a sexualidade mais espontaneamente, por vezes experimentando pela primeira vez o orgasmo pleno. Alguns homens chegam a estranhar o comportamento de suas mulheres, pois não condiz com a imagem idealizada da figura materna, que é assexuada e pura. Passam, assim, a evitar o contato físico como se este fosse pecado e, portanto, inadequado para a situação presente.

A raiz de tais sentimentos jaz na própria religião que, desde muito cedo ensina aos fiéis, que toda a humanidade originou-se de Adão e Eva através do "pecado original". A fatídica "mordida na maçã", símbolo do sexo pelo sexo, o prazer físico, a sexualidade propriamente dita.

Desta forma , ainda segundo a religião, o símbolo da maternidade foi dedicado a Maria, que concebeu Jesus sem pecado, continuando, portanto, pura e imaculada.

Esses conceitos religiosos que fazem distinção entre maternidade e sexualidade, inconscientemente influenciam a vida sexual, desde o momento da concepção, podendo perdurar por um tempo longo demais.

O sexo, após cumprir sua função mais importante que é a perpetuação da espécie, passa a ser "pecado".

Como a gravidez propicia à gestante e ao ambiente próximo, em especial, ao futuro papai, um estado regressivo, inconscientemente reativam a imagem da própria figura materna grávida, todos os sentimentos que a envolveram e o significado mais puro da maternidade. Daí uma das grandes dificuldades em expressar a sexualidade sem culpa, num momento tão intenso e repleto de emoções várias.

Nos casos em que a gravidez não foi desejada e mesmo não fazia parte dos planos mais imediatos, muitas mulheres, por sentirem aversão ao seu estado, apesar da decisão de lhe dar continuidade, rejeitam seus parceiros numa atitude de punição por tê-las engravidado.

Outras, psicologicamente menos amadurecidas e, portanto, mais dependentes de suas próprias mães ou de seus parceiros, enquanto figuras paternas, sentem-se mais filhas que mulheres e mães, o que também pode inibir a sexualidade.

Outros fatores de peso também alteram a vida sexual, como a vivência real de aborto espontâneo, repetido ou não, depressão materna e o medo de prejudicar o feto. Com relação a este último, se as relações sexuais foram liberadas pelo obstetra, não oferecem perigo, pois o feto está muito bem protegido pela bolsa d'água, que funciona como um amortecedor, e o colo do útero encontra-se fechado.

Também não é verdadeiro o mito que se criou em torno do orgasmo, que pode provocar o aborto. Muito pelo contrário : o orgasmo é altamente benéfico em qualquer época da gestação, pois tem a função de servir como "válvula de escape" para as ansiedades próprias da gravidez. Além disso, propicia a continuidade da harmonia conjugal, diminuindo o ciúme do casal: o do homem em relação ao bebê, que é percebido como um rival pela íntima relação mãe-bebê, da qual muitas vezes se sente excluído e, da gestante, com referência às possibilidades do parceiro sair em busca de aventuras extra-conjugais.

Há, também, um fator biológico importantíssimo a ser considerado sobre o orgasmo: exercita os músculos do períneo que serão muito solicitados por ocasião do parto.

O modo como a gestante percebe a estética de seu corpo pode influenciar na sexualidade. Se ela se sente feia e gorda ou percebe que seu parceiro a vê desta forma, fará com que altere e até cesse o desejo sexual. Muitas vezes, mesmo que ele se orgulhe de seu estado e a elogie, não modifica seus sentimentos, podendo, inclusive, irritá-la mais.

Há homens que sentem o corpo da gestante como muito sensual e atraente, pois se constitui na prova viva de sua própria virilidade.

Há outros em que ao verem a ultra-sonografia e constatar a existência real do bebê ou mesmo quando percebem os movimentos fetais no útero materno, passam a evitar as relações sexuais, pois são sentidas como realizadas a três. Outros, ainda, inconscientemente evocam a figura materna e a atividade sexual é percebida como se acontecendo com a própria mãe, o que, certamente, torna-a inviável.

As transformações hormonais que ocorrem na gestante, provocam a mudança do cheiro e o aumento da secreção vaginal o que, para alguns homens, causa estranhamento na penetração e pode fazer com que evitem o sexo oral.

Algumas gestantes necessitam neste período de maior demonstração de carinho, apoio e até de certa dose de erotismo e menos necessidade de relação sexual com penetração.

Se a gravidez ocorreu com um parceiro eventual ou numa relação cujo vínculo ainda não se fortaleceu e a comunicação entre os parceiros não atingiu o grau de confiança e cumplicidade necessários, o medo de magoar o outro muitas vezes leva a aceitar que o sexo se concretize contra a própria vontade, mais como uma obrigação conjugal.

Ao final do terceiro trimestre de gestação, quando o corpo da mulher, já bem desenvolvido, não permite as posições mais tradicionais, alguns homens não se sentem à vontade com novas posições ou mesmo por retornar o temor de prejudicar o feto.

Novamente entra em questão a possibilidade de se criar outras alternativas amorosas, para que não cesse o encontro do prazer físico-emocional, quer sejam, a masturbação a dois, sexo oral, anal, desde que não interfiram negativamente no respeito aos desejos de cada um, mais fundamental que o próprio prazer em si.

Concluindo, a sexualidade ativa nunca deveria ser interrompida em nenhum momento da gravidez, visto que não é apenas com a penetração que se atinge o orgasmo. Há várias maneiras de se atingi-lo e cada parceiro pode usar de suas próprias fantasias eróticas para que se mantenha viva esta chama tão importante na vida conjugal e tão benéfica nesta fase.

Por conter aspectos inconscientes, a alteração do desejo sexual de um parceiro nem sempre é compreendida pelo outro e, muitas vezes, é captada como uma dificuldade de ordem pessoal, tornando a relação mais vulnerável e o vínculo conjugal ameaçado.

Assim, o significado de tais alterações são percebidas pelo homem e pela mulher de maneiras diferentes.

Para o homem, pode ser a confirmação de sua exclusão na relação mãe-bebê e pode causar-lhe profunda mágoa e grande irritação ao se perceber apenas como reprodutor. Conseqüentemente, isso provocará um maior afastamento de sua parceira, num momento em que ela está mais necessitada de sua presença física e emocional.

Para a mulher, pode ser a confirmação de sua fealdade, fazendo-a sentir-se menos sedutora, sem atrativos, muitas vezes reclamando que o parceiro está desinteressado pela gravidez e pelo bebê e, acima de tudo, levando-a a suspeitar da fidelidade conjugal.

É, portanto, de suma importância, o diálogo entre os dois, sem mágoas e ressentimentos, assim que as dificuldades conjugais comecem a surgir, para que não se acentuem e impeçam a retomada do vínculo posteriormente.

Mais uma vez há de se falar da importância do acompanhamento psicológico da gravidez, no sentido de ajudar a tornar conscientes os aspectos ocultos de atuação dos parceiros, pois permite a expressão e o esclarecimento dos sentimentos mais íntimos e profundos do casal grávido.

Ana Maria Morateli da Silva Rico
Psicóloga Clínica
http://guiadobebe.uol.com.br/sexualidade-na-gravidez/

Piñera assina projeto de união civil entre homossexuais no Chile

09/08/2011 - 14h00
Piñera assina projeto de união civil entre homossexuais no Chile
Em Santiago (Chile)

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O presidente do Chile, Sebastián Piñera, assinou nesta terça-feira um projeto de lei que autoriza a união civil de casais homossexuais, cumprindo uma promessa de campanha que beneficiará mais de dois milhões de pessoas no país.

"Este projeto trata de maneira igual casais homo e heterossexuais, uma vez que nos dois tipos de união é possível o amor, o afeto e o respeito", afirmou Piñera ao assinar o documento, que agora será analisado pelo Parlamento.

"Quando a lei for aprovada, duas pessoas adultas e solteiras que mantenham uma relação afetiva poderão ter a união reconhecida, celebrando um acordo de vida em casal", acrescentou o presidente.

A iniciativa era uma promessa da campanha de Piñera e vem à tona sete anos depois de o Chile aprovar a lei do divórcio, que enfrentou uma feroz oposição da influente Igreja Católica no país.

A proposta do Governo estabelece a assinatura de uma espécie de contrato que regula a situação patrimonial e de herança do casal. O acordo deve ser oficializado por meio de uma escritura pública no Registro Civil.

Os contratantes terão direito a receber pensão em caso de morte de um deles e de serem inscritos como dependentes nos planos de saúde. Entre o casal será formada uma comunidade de bens.

A iniciativa é rejeitada pelos dirigentes da ala conservadora da coalizão de direita que está no poder e que se negaram a participar nesta terça-feira da assinatura do projeto de lei.
http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/afp/2011/08/09/pinera-assina-projeto-de-uniao-civil-entre-homossexuais-no-chile.jhtm

Ex-seminarista e transexual farão casamento inédito em Cuba

11/08/2011 - 12h27 / Atualizada 11/08/2011 - 16h33
Ex-seminarista e transexual farão casamento inédito em Cuba
Um ex-seminarista e uma transexual vão se casar em Cuba neste sábado, em uma união inédita na ilha. Em Cuba, os casamentos entre duas pessoas do mesmo sexo são proibidos, mas as autoridades vão permitir a união, já que a noiva, a transexual Wendy Iriepa, conseguiu ser reconhecida oficialmente como mulher em sua nova carteira de identidade. Ela passou por uma operação de troca de sexo em 2007.
Wendy e Ignacio Estrada são um casal atípico em Cuba. O amor entre os dois superou entraves burocráticos e também visões de mundo. Ignácio é um católico conservador e chegou a estudar em um seminário para se tornar padre. Wendy trabalhava em um centro de educação sexual, que ajuda gays e lésbicas em Cuba.
Além disso, também houve dificuldades políticas. Wendy perdeu seu emprego no centro --que é dirigido pela filha do presidente Raúl Castro-- por estar casando com Ignacio, que faz oposição ao governo.
O casamento foi marcado para o dia 13 de agosto, que coincide com o aniversário de Fidel Castro. A madrinha será Yoani Sanchez, a famosa blogueira de oposição ao regime cubano.
http://noticias.uol.com.br/bbc/2011/08/11/ex-seminarista-e-transexual-farao-casamento-inedito-em-cuba.jhtm

Massagem para facilitar o orgasmo

Massagem para facilitar o orgasmo

Sex, 15/10/2010 - 14h02
Por Regina Racco
Ainda o orgasmo. Para muitas, uma situação dramática! São mulheres que tem enorme dificuldade em alcançá-lo e outras que nunca sentiram essa sensação. Relatam que a relação é boa e que estão satisfeitas com os parceiros, a dificuldade é pessoal e muitas trazem de longa data e já viveram outras relações com igual problema.

Bem, as alunas da ginástica íntima, sabem que quanto mais treinarem seus músculos vaginais, mais terão facilidade em chegar ao orgasmo ou intensificá-lo.

Mas a técnica que vou ensinar aqui serve para todas, alunas ou não.
Antes falarei um pouco mais sobre o orgasmo:

-O que é?

Em um curso que ministrei, uma aluna pediu-me que falasse qual era a sensação do orgasmo, dizia que adorava ser acariciada pelo namorado, mas nunca havia sentido algo que pudesse ser considerado um orgasmo, como as amigas falavam que sentiam (de novo o mundo perfeito das amigas)!

O orgasmo é o ápice da excitação. Vai crescendo, crescendo, tomando todo o corpo, fazendo com que todas as outras sensações (inclusive a dor) desapareçam por completo. Ao chegar neste ponto uma descarga acontece, como se fosse um espasmo de grande intensidade que vai perdendo força e sendo substituindo por um grande relaxamento. Se você é multi orgasmica, essa sensação é ligeiramente diferente, em lugar de uma só descarga, você sentirá várias, uma após a outra. Não concordo quando alguém diz que a mulher que tem multi orgasmos sente mais prazer do que outra que sente apenas um por vez, tanto uma quanto outra sente o mesmo prazer, de formas diferentes. E não posso deixar de dizer que a descarga de energia que acontece no momento do orgasmo, revitaliza todas as células de nosso corpo.

O tempo normal de duração do orgasmo, segundo pesquisas, varia de três a dez segundos.

Os problemas que levam algumas mulheres a ter dificuldade em chegar ao orgasmo ou mesmo não tê-los, são vários. Algumas necessitam um tempo maior nas preliminares. Outras sofreram abuso sexual ou passaram por algum trauma que as fizeram sentir medo ou desinteresse pelo sexo. Cada caso deve ser analisado, existem também problemas físicos, como a queda da taxa hormonal, por exemplo, portanto todas devem buscar a assistência de seus médicos e nos casos psicológicos, apoio terapêutico.

Entre o orgasmo vaginal e clitoriano, não há diferença relevante, mesmo no orgasmo vaginal não podemos dizer que não houve interferência do clitóris, porque há o atrito normal na relação. E um não é mais importante que o outro.

Vamos à técnica para intensificar o orgasmo, como prometi acima:

Esse procedimento deve ser feito sozinha, a princípio, portanto escolha algum momento em que possa ficar por quinze minutos em um local tranqüilo. Sente-se confortavelmente.

Você fará uma auto massagem um pouco diferente: Use creme ou óleo.

Comece pelo rosto, massageie bem, de cima para baixo na direção do pescoço.

Massageie pescoço, ombros e os braços, desça até as mãos. Não tenha pressa e procure relaxar toda a região. Volte novamente ao pescoço e agora desça as mãos por trás, pelas costas até onde alcançar.

Massageie bem os seios, em especial os mamilos. Circule as mãos, apertando de leve, sinta a sensação de tocá-los. Preste atenção a esta sensação, assim é possível intensificá-la.

Circule o umbigo, massageando bem o abdome, a cintura e as costas até onde alcançar.

Recline-se em travesseiros ou almofadas. Desça as mãos para o baixo ventre, massageie de forma ampla, toda a região, o monte pubiano e a virilha. Neste ponto, pare.

Até agora você massageou de cima (rosto) para baixo. Inverta. Sente-se novamente, Comece a massagem pelos pés e vá subindo pelas pernas, não tenha pressa, suba até chegar novamente na região genital, retome a massagem anterior de forma ampla. Preste atenção ao que está sentindo, existe excitação? Pouca? Muita?

Esse conhecimento fará a diferença desse momento em diante.

A parte mais demorada desta auto massagem é a região genital é nela que você irá concentrar toda a sua atenção. Use bastante óleo ou creme, para que o toque seja o mais suave possível. Suas mãos devem deslizar por toda a região. O objetivo é que você se toque da forma que sentir mais prazer. Demore o tempo que quiser nesta massagem, mas evite chegar ao orgasmo. Você está buscando melhorar sua resposta erógena e assim, obter orgasmos mais fáceis. É um treinamento e esse controle faz parte.

A melhor maneira de melhorarmos nossa perfomace sexual é conhecer nossos mecanismos de prazer e isso cabe somente a nós. É esse conhecimento que falta a muitas mulheres.

Depois de alguns dias repetindo esse procedimento, chame seu parceiro para participar desse “ritual”. Transforme a auto massagem em massagem a dois, garanto que ele irá adorar fazer parte desta “terapia”.

Pratique. Essa é a fórmula do prazer e a resposta que você queria. Agora basta colocar em pratica.

Regina Racco
www.pompoarte.com.br
http://vilamulher.terra.com.br/4cb86b59db91e8/massagem-para-facilitar-o-orgasmo-9-6027162-5336-pf.php

Remédio para disfunção erétil é distribuído a população carente no ES

28/07/2011 11:42

Remédio para disfunção erétil é distribuído a população carente no ES
G1/EP

Problemas com disfunção erétil podem afetar a vida de todos os homens, sem distinção da classe econômica. No próximo mês, o homem, morador do município da Serra, no Espírito Santo, que sofre com o distúrbio, receberá gratuitamente o remédio para voltar a ter uma vida sexual saudável. A prefeitura investiu R$ 58 mil em 36 mil comprimidos neste primeiro lote, que deve durar seis meses.

Para conseguir o benefício, o homem precisa, primeiramente, ser encaminhado, através de uma unidade de saúde, para a Clínica do Homem, que fica no bairro Jardim Limoeiro, na Serra.

Segundo o secretário de Saúde do município, Silvani Pereira, lá o paciente é examinado pelo especialista e, se for necessário, o medicamento é receitado. "Foi percebido que o homem com disfunção erétil só teria seu problema resolvido com o uso do medicamento", diz Pereira.

Disfunção

Existem formas diferentes de disfunção erétil. Ela pode se apresentar por questões psicológicas, em forma de ejaculação precoce, pode ser causada por problemas hormonais, neurológicos ou vasculares.

O uso de drogas também pode potencializar o distúrbio. De acordo com o secretário, a disfunção erétil pode trazer problemas familiares, entre os casais, na vida pessoal do homem, gerar depressão, insegurança e outros prejuízos.

Clínica

Não há limite de idade para o fornecimento da medicação, que é destinada para a população masculina do município de Serra. A Clínica do Homem funciona no Centro de Referência Ambulatorial, em Jardim Limoeiro (anexo ao antigo PA de Carapina). Três urologistas e um andrologista estão disponíveis para consultas, diagnóstico e tratamento de disfunção sexual e demais doenças do aparelho reprodutivo.
http://www.midiamax.com/noticias/762883-remedio+para+disfuncao+eretil+distribuido+populacao+carente+es.html

“Eu trabalho em sex shop”

“Eu trabalho em sex shop”
Qui, 19/06/2008 - 17h13 - Amor e Sexo
Quando precisam de emprego, algumas mulheres buscam vaga em balcões de lojas. No entanto, poucas se imaginam trabalhando em lugares que comercializam vibradores, lubrificantes e vídeos eróticos.

Bobagem...essa pode ser uma forma de ganhar a vida.

Quatro meses atrás, Flavia Lucia Lemes procurou emprego no jornal e encontrou vaga em um Sex Shop. “Nunca tinha trabalhado com isso antes, mas era uma chance e eu precisava. Então, aproveitei sem nenhum problema”, conta a balconista do Bris Sex Shop, no bairro do Morumbi, em São Paulo.

Antes de aceitar a proposta, Flavia apenas perguntou para o namorado, com quem se relaciona há mais de um ano, se ele era contra. “Ele não entrou em crise. Pelo contrário, ainda quer que eu compre algumas coisas”, brinca.

Apenas a mãe da balconista não aprovou a idéia. “Minha mãe não gosta muito, mas não moro mais com ela, então, isso não interfere. Eu moro com a minha irmã e ela não comenta nada, é muito reservada”, diz.

A loja onde Flavia trabalha é freqüentada por homens, mulheres, casados, solteiros e até amantes. “Às vezes, percebemos que o homem está comprando uma coisa que não é para a mulher, porque ele fica preocupado se vai sair o nome do sex shop no cartão, como se ninguém pudesse descobrir”, declara.

Os produtos que as mulheres mais compram são fantasias, vibradorese óleos especiais, que estimulam na hora da relação sexual. Já os clientes do sexo masculino investem mais nas próteses penianas. “Um ou outro compra lingerie, normalmente para a mulher”, completa a balconista.

Aliás, sobre homens que vão atrás de lingeries, Flavia tem uma história curiosa. Ela achava engraçado um cliente que comprava lingeries e sempre queria experimentá-las. Porém, depois de muito tempo, o cliente confidenciou que sua mulher gostava que ele usasse suas roupas íntimas. “Um dia, depois de pagar, ele perguntou se podia ir ao vestuário colocar a lingerie antes de voltar para casa. Eu disse que sim. Ele saiu todo feliz, falando que ela tinha servido”, conta.

Apesar da visita freqüente do público masculino, a balconista diz que não tem problema com assédio. “Eles não passam do limite, sabem respeitar”, afirma.

Fonte - MBPress
http://vilamulher.terra.com.br/%93eu-trabalho-em-sex-shop%94-3-1-31-74.html?origem=materias_relacionadas

63% dos brasileiros são contra beijo gay em novelas


63% dos brasileiros são contra beijo gay em novelas
Ter, 02/08/2011 - 13h07 - Amor e SexoComente com Facebookpostar comentário
Se depender dos telespectadores, cenas românticas entre pessoas do mesmo sexo não terão vez nas telinhas. Segundo uma pesquisa realizada pelo instituto Data Popular, 63% dos brasileiros não aprovam beijo gay nas novelas. Foram ouvidos três mil brasileiros de todas as classes sociais e regiões do país ao longo do último mês.
Caso a troca de afetos seja feita ao vivo, a rejeição passa a ser menor: 45% dos homens e 41% das mulheres disseram que se sentiriam incomodados ao presenciar a troca de afeto entre pessoas do mesmo sexo. Este é o motivo pelo qual as novelas vetam certas cenas entre personagens homossexuais.

O instituto quis saber também qual seria a reação das pessoas ao descobrir que possui um filho homossexual. Dos homens, 59% disseram que se sentiriam incomodados ou muito incomodados, enquanto 41% das mulheres reagiriam da mesma maneira.

Por Juliana Falcão (MBPress)
http://vilamulher.terra.com.br/63-dos-brasileiros-sao-contra-beijo-gay-em-novelas-3-1-31-582.html