Separação durante a gravidez?
Alguns casamentos acabam quando o casal está prestes a ter um bebê. Entenda por que isso acontece e se é possível reverter a situação
Lia Lehrfale com a redação
iStockphotos / Thinkstock / Gettyimages
A gravidez deveria ser um momento especial para os casais e de maior aproximação entre o homem e a mulher. Afinal de contas, eles geraram uma nova vida, que em poucos meses estará vivendo com eles. Infelizmente, não é assim para todos os casais. Algumas relações terminam justamente quando a mulher está grávida. Mas, por que isso acontece?
O fato de a mulher estar com os hormônios à flor da pele pode afetar a relação? Qual o impacto de uma separação durante a gravidez? A mulher pode sofrer depressão após o nascimento do filho? Para Oswaldo Martins Rodrigues Junior, psicoterapeuta sexual e diretor do Instituto Paulista de Sexualidade, falta de planejamento em comum da relação e imaturidade emocional são os motivos que levam um casal a se separar justamente nesta fase. Confira a entrevista com o especialista.
A separação costuma ser um processo muito doloroso. Na gravidez pode ser pior, já que a mulher está mais sensível, até mesmo pela influência dos hormônios?
“Uma separação de casal implica em mais do que duas pessoas deixarem de conviver. A primeira perda percebida é a perda de um futuro planejado. Aliás, se havia um futuro planejado, racional e verbalizadamente, combinado e organizado, a perda é sentida, mas o fato de se ter participado do planejamento permite uma superação em algumas semanas. Se a separação ocorreu de um casal que seguiu planos de vida involuntariamente decidido, um projeto de vida assumido a partir e desde a infância, sem uma coerência voluntária, o sofrimento será maior e mais difícil de superar até que esta compreensão ocorra.
Um casal que se separa em meio a uma gravidez não tem planos nem organização de vida futura. Seguem decisões a partir de emoções e não a partir de um projeto de vida que conduza e resolva situações de vida para ambos. A separação baseada em emoções ocorre num relacionamento baseado em emoções. Termina da mesma forma que começou: sem planos, baseado em insegurança.
Assim, a mulher terá menos no que se apoiar após reconhecer-se grávida. Uma gravidez exige um plano de vida ou trará outras situações problemas no futuro. A gravidez não inserida num plano de futuro traria consequências sobre o casal e sobre o filho. A sensibilidade desta mulher já está planejada na cultura em que se insere: ela deve sofrer e assim aprendeu, não tendo saídas e a obrigação de ter o filho, ou incorrer em mais uma circunstância envolvida em difíceis emoções negativas na busca de interromper a gravidez. O homem, por outro lado, já foi ensinado de que, ao sair fora do relacionamento acabariam os problemas... tendo que retomar caminhos de novas procuras... e estas aparências não produzem efeitos positivos e de longo prazo. Também não foram planos pensados".
A mudança hormonal pode fazer com que a mulher "surte" e queira se separar, mas depois volte atrás?
“As mudanças hormonais durante uma gravidez não são tudo nesta fase de vida, e não são tão simples ou efetivas de modo a abranger todas ou a maioria das mulheres. Mudanças hormonais existem e se associam a emoções, mas também podem ser apenas um coadjuvante em uma pessoa que já tem padrões de reações emocionais devido às características de personalidade desenvolvidas nas primeiras duas décadas de vida”.
Muitos casais veem a gravidez como uma salvação quando o casamento já vem desgastado. O que é melhor: enfrentar a crise e separar ainda na gravidez até para que a mulher sinta-se mais segura para cuidar sozinha do bebê ou tentar a reconciliação?
“Relacionamentos que são percebidos como impossíveis de satisfazer as necessidades de um indivíduo ou ambos do casal muitas vezes são permeados de mais ações involuntárias e irracionais, e uma delas é produzir uma gravidez na tentativa de resolver o casamento. Esta ideia é baseada num mito de nossa cultura. Este mito de que um filho segura um casamento apenas produz mais sofrimento aos dois e causará no filho que nascerá e carregará a difícil missão de manter juntos os pais.
Uma separação precisa ser compreendida, debatida para ocorrer de modo racional. Compreender os prós e os contras, como será se ficarem juntos e como será se houver a separação, é que permitirá uma tomada de decisão adequada.
Se a gravidez já ocorreu sem um planejamento, já foi o primeiro erro. A separação precisa ser pensada e organizada. Um filho exigirá mais esforços e planejamento de ambos. Caso um dos dois ou os dois reconheçam que não desejam mais o relacionamento, também, merece atenção e pensamento. Será um erro tomar a decisão a partir da emoção. Separar-se por emoções e mais tarde voltar e desejar o relacionamento, será um exemplo de agir sem pensar, sem planejar... Será um novo erro que provocará mais sofrimentos ao longo dos meses. Com ou sem a ação de hormônios sejam de que tipo forem.
Separar durante a gravidez pode desencadear em depressão pós-parto?
“A depressão pós parto varia desde um estado de tristeza na primeira semana pós nascimento do filho, até uma condição psicótica que não ocorrerá com qualquer pessoa. Apenas com pessoas que tenham predisposição à psicose ocorrerão este risco de estado, que se pode chamar de psicose puerperal. As causas do estado depressivo pós parto são consideradas psicológicas em até 80% dos casos. A situação de abandono pensada pela mulher será um fator forte para o deprimir-se, mas se a mulher considerar-se capaz de resolver a vida sem a participação do marido que se foi, a separação não será um fator que produzirá depressão.
O parto é uma condição que se encontra entre os eventos de maior importância e dos mais estressantes na vida de uma pessoa. É a condição ao redor do parto o evento desencadeante de uma depressão pós parto. A situação psicótica durará até mais que três meses e exigirá cuidados maiores incluindo internações.
Chorar, sentir-se confusa, não conseguir dormir, variações de humor serão comum na condição de estado depressivo. Em ambos os casos, é necessário que a mulher seja cuidada. O processo psicoterápico anterior ao parto preparará a mulher para que enfrente a situação sem maiores problemas, aliviando os sintomas”.
http://www.chrisflores.net/portal2/site/materia.php?cod_categoria=7&cod_materia=777
domingo, 7 de agosto de 2011
Casamento em crise: existe dar um tempo?
Casamento em crise: existe dar um tempo?
Algumas pessoas não conseguem lidar com a rotina nem com as mudanças no relacionamento após a chegada dos filhos e pedem um tempo para refletir. Mas será que isso dá certo?
Lia Lehrfale com a redação
iStockphotos / Thinkstock / Gettyimages
A aliança sela o casamento. Uma união que, a princípio, os dois queriam, mas que, aos poucos, vai mudando e nem sempre para melhor. A rotina passa a pesar na falta de comunicação, um distanciamento involuntário. De quem é a culpa? Difícil dizer. Daí, um belo dia, ele pede “um tempo” para a mulher. O que fazer? Como agir diante desta quebra no acordo selado com as palavras “na alegria e na tristeza, até que a morte os separe?'
Para o psicólogo Oswaldo Martins Rodrigues Filho, do Instituto Paulista de Sexualidade, um relacionamento de casal implica em uma condição de acordo mútuo, um contrato de longo prazo legalizado por meio do casamento. "O compromisso de casamento deveria ser algo muito importante e é, mas nem sempre as duas pessoas se dão conta disso", diz. Segundo o doutor Oswaldo, é possível que um deles esteja se comprometendo apenas externamente, mas, no íntimo, sabe que não cumprirá o combinado. "Óbvio que esse descumprir o combinado implica em características de personalidade que permitem a quebra de regras, o de se colocar acima do bem e do mal e do compromisso social, além de não compreender a importância do compromisso que esteja assumindo”, fala o psicólogo.
Em nossa cultura, o namoro virou uma fase de descobertas e do conhecimento, uma forma de pré-compromisso no qual as pessoas se conhecem para saber se podem cumprir o compromisso mútuo. "O namoro serve para permitir a desistência caso um dos dois ou os dois compreendam que não servem para o compromisso. O namoro permite a ambos saberem se podem suportar frustrações que ocorrem neste relacionamento específico, estabelecerem-se os limites, treinarem e investirem nas habilidades necessárias para o convívio a dois", explica o psicólogo.
Mas, superada essa fase, ainda assim, há homens que se casam e não entendem que o compromisso foi efetuado. São pessoas que querem um afastamento momentâneo. "Com este pedido, eles estão disfarçando alguma característica com a qual não sabem lidar, esvaindo-se do compromisso. Alguns o farão na tentativa de “não magoar”, considerando que indo devagar com a separação será melhor para a outra pessoa não sofrer, o que raramente será verdadeiro. Mas pressupostos e crenças semelhantes poderão ser ouvidos com frequência", alerta o especialista.
O doutor Oswaldo diz que alguns homens, por suas características, usarão este subterfúgio para ter oportunidades de vivenciar outras situações e, assim, ter como tomar decisões a partir do conhecimento de como satisfazer as próprias necessidades individuais. Isso, segundo ele, apenas reforça a ideia de que ele não se conhecia o suficiente naquele momento em que assumiu o compromisso e de que não pretendia manter-se no compromisso individual, conjugal e social do casamento.
O que fazer então quando o homem pede um tempo ou fica indeciso? Geralmente eles alegam que a relação se modificou com o passar dos anos por causa da rotina e do nascimento dos filhos. “Existem rotinas más e rotinas boas. As rotinas boas não são inimigas dos relacionamentos. Os relacionamentos precisam de rotinas para enfrentar o cotidiano.
Nem sempre os casais estão preparados para administrar a vida após o nascimento de um filho. A maior parte dos casais nem sabe o que precisará viver com o nascimento de um filho. Eles apenas deixam acontecer e sairão da rotina que permitia o sexo, para entrar numa rotina sem controle e sob o controle de um cotidiano que precisa seguir a manutenção de uma terceira vida, que os manterá acordados, atrapalhará o bem estar até que encontrem outro equilíbrio”, diz o doutor Oswaldo.
O especialista lembra que, se o homem não suporta a nova necessidade sob a criação de um filho e vem com história de dar um tempo, ele está tentando se livrar de um peso que não suporta e não consegue administrar, o que significa que estava planejando um destino diferente do presente com o filho. “Em verdade o grande motivador é um projeto de vida que implica em não conviver com um filho. Na maior parte das vezes o que ocorre é encontrar outra mulher que lhe possa satisfazer
sexualmente, sem dar nenhum tempo, sem sair de casa, mantendo o papel social do pai que trabalha fora enquanto a esposa e mãe de seu filho ficam em
casa. Ainda assim, existe uma compreensão do que deseja no mundo e para o futuro”, conta.
Mas afinal, existe dar um tempo na relação?
“Não existe dar um tempo num relacionamento afetivo. O que a pessoa procura é um esquema através do qual ela sai do relacionamento sem fazer a outra pessoa sentir-se culpada e tentando não viver uma culpa para destinar os desejos e satisfação de necessidades em outros relacionamentos”.
Além disso, lembra o psicólogo não existem conseqüências boas quando o casal resolve dar um tempo na relação. “O mal estar não será eliminado de todo, o estabelecimento de um padrão de não enfrentamento do mundo real para lidar com momentos difíceis. Se este comportamento ocorrer na adolescência, ao redor da faixa de 15 a 20 anos, será mais viável se estabelecer e haverá a tentativa de sempre dar um tempo para fugir dos relacionamentos que estão terminando e este homem não sabe como lidar com este término”, fala o doutor Oswaldo.
Curiosamente, as mulheres também costumam pedir um tempo com freqüência aos homens. E tem uma razão: “O padrão maternal de não querer produzir mal estar, achar-se responsável pelo relacionamento”. Quando o casamento está em crise, é recomendado buscar ajuda terapêutica. “A terapia de casais é recomendada para que ambos possam compreender o que fazer e o que pretendem. É importante lembrar que nestes casos a terapia de casal conduzirá a ambos
compreenderem que devem se separar”, finaliza o terapeuta.
http://www.chrisflores.net/portal2/site/materia.php?cod_categoria=7&cod_materia=866
Algumas pessoas não conseguem lidar com a rotina nem com as mudanças no relacionamento após a chegada dos filhos e pedem um tempo para refletir. Mas será que isso dá certo?
Lia Lehrfale com a redação
iStockphotos / Thinkstock / Gettyimages
A aliança sela o casamento. Uma união que, a princípio, os dois queriam, mas que, aos poucos, vai mudando e nem sempre para melhor. A rotina passa a pesar na falta de comunicação, um distanciamento involuntário. De quem é a culpa? Difícil dizer. Daí, um belo dia, ele pede “um tempo” para a mulher. O que fazer? Como agir diante desta quebra no acordo selado com as palavras “na alegria e na tristeza, até que a morte os separe?'
Para o psicólogo Oswaldo Martins Rodrigues Filho, do Instituto Paulista de Sexualidade, um relacionamento de casal implica em uma condição de acordo mútuo, um contrato de longo prazo legalizado por meio do casamento. "O compromisso de casamento deveria ser algo muito importante e é, mas nem sempre as duas pessoas se dão conta disso", diz. Segundo o doutor Oswaldo, é possível que um deles esteja se comprometendo apenas externamente, mas, no íntimo, sabe que não cumprirá o combinado. "Óbvio que esse descumprir o combinado implica em características de personalidade que permitem a quebra de regras, o de se colocar acima do bem e do mal e do compromisso social, além de não compreender a importância do compromisso que esteja assumindo”, fala o psicólogo.
Em nossa cultura, o namoro virou uma fase de descobertas e do conhecimento, uma forma de pré-compromisso no qual as pessoas se conhecem para saber se podem cumprir o compromisso mútuo. "O namoro serve para permitir a desistência caso um dos dois ou os dois compreendam que não servem para o compromisso. O namoro permite a ambos saberem se podem suportar frustrações que ocorrem neste relacionamento específico, estabelecerem-se os limites, treinarem e investirem nas habilidades necessárias para o convívio a dois", explica o psicólogo.
Mas, superada essa fase, ainda assim, há homens que se casam e não entendem que o compromisso foi efetuado. São pessoas que querem um afastamento momentâneo. "Com este pedido, eles estão disfarçando alguma característica com a qual não sabem lidar, esvaindo-se do compromisso. Alguns o farão na tentativa de “não magoar”, considerando que indo devagar com a separação será melhor para a outra pessoa não sofrer, o que raramente será verdadeiro. Mas pressupostos e crenças semelhantes poderão ser ouvidos com frequência", alerta o especialista.
O doutor Oswaldo diz que alguns homens, por suas características, usarão este subterfúgio para ter oportunidades de vivenciar outras situações e, assim, ter como tomar decisões a partir do conhecimento de como satisfazer as próprias necessidades individuais. Isso, segundo ele, apenas reforça a ideia de que ele não se conhecia o suficiente naquele momento em que assumiu o compromisso e de que não pretendia manter-se no compromisso individual, conjugal e social do casamento.
O que fazer então quando o homem pede um tempo ou fica indeciso? Geralmente eles alegam que a relação se modificou com o passar dos anos por causa da rotina e do nascimento dos filhos. “Existem rotinas más e rotinas boas. As rotinas boas não são inimigas dos relacionamentos. Os relacionamentos precisam de rotinas para enfrentar o cotidiano.
Nem sempre os casais estão preparados para administrar a vida após o nascimento de um filho. A maior parte dos casais nem sabe o que precisará viver com o nascimento de um filho. Eles apenas deixam acontecer e sairão da rotina que permitia o sexo, para entrar numa rotina sem controle e sob o controle de um cotidiano que precisa seguir a manutenção de uma terceira vida, que os manterá acordados, atrapalhará o bem estar até que encontrem outro equilíbrio”, diz o doutor Oswaldo.
O especialista lembra que, se o homem não suporta a nova necessidade sob a criação de um filho e vem com história de dar um tempo, ele está tentando se livrar de um peso que não suporta e não consegue administrar, o que significa que estava planejando um destino diferente do presente com o filho. “Em verdade o grande motivador é um projeto de vida que implica em não conviver com um filho. Na maior parte das vezes o que ocorre é encontrar outra mulher que lhe possa satisfazer
sexualmente, sem dar nenhum tempo, sem sair de casa, mantendo o papel social do pai que trabalha fora enquanto a esposa e mãe de seu filho ficam em
casa. Ainda assim, existe uma compreensão do que deseja no mundo e para o futuro”, conta.
Mas afinal, existe dar um tempo na relação?
“Não existe dar um tempo num relacionamento afetivo. O que a pessoa procura é um esquema através do qual ela sai do relacionamento sem fazer a outra pessoa sentir-se culpada e tentando não viver uma culpa para destinar os desejos e satisfação de necessidades em outros relacionamentos”.
Além disso, lembra o psicólogo não existem conseqüências boas quando o casal resolve dar um tempo na relação. “O mal estar não será eliminado de todo, o estabelecimento de um padrão de não enfrentamento do mundo real para lidar com momentos difíceis. Se este comportamento ocorrer na adolescência, ao redor da faixa de 15 a 20 anos, será mais viável se estabelecer e haverá a tentativa de sempre dar um tempo para fugir dos relacionamentos que estão terminando e este homem não sabe como lidar com este término”, fala o doutor Oswaldo.
Curiosamente, as mulheres também costumam pedir um tempo com freqüência aos homens. E tem uma razão: “O padrão maternal de não querer produzir mal estar, achar-se responsável pelo relacionamento”. Quando o casamento está em crise, é recomendado buscar ajuda terapêutica. “A terapia de casais é recomendada para que ambos possam compreender o que fazer e o que pretendem. É importante lembrar que nestes casos a terapia de casal conduzirá a ambos
compreenderem que devem se separar”, finaliza o terapeuta.
http://www.chrisflores.net/portal2/site/materia.php?cod_categoria=7&cod_materia=866
Junio es el mes de la lucha mundial contra la pedofilia
Junio es el mes de la lucha mundial contra la pedofilia
09/06/09 |Ha comenzado a circular por la web una convocatoria a todos los ciudadanos del mundo para ser fiscales contra la pedofilia.
Se insta a controlar la Internet en el presente mes de junio, ya que el 24 es el “día del orgullo pedofilo internacional” y donde intercambian videos y fotos desde casas y cybers con contenido de pornografia infantil La web está llena de comentarios, imágenes, videos y contenido pedofilo y los buscadores dicen no tener personal para controlar este delito. Para eliminar webs pedófilas se puede ingresar, entre otros sitios, a: http://www.asociacion-acpi.org http://www.fbi.gov/innocent.htm
http://www.diarioelargentino.com.ar/noticias/57302/junio-es-el-mes-de-la-lucha-mundial-contra-la-pedofilia
09/06/09 |Ha comenzado a circular por la web una convocatoria a todos los ciudadanos del mundo para ser fiscales contra la pedofilia.
Se insta a controlar la Internet en el presente mes de junio, ya que el 24 es el “día del orgullo pedofilo internacional” y donde intercambian videos y fotos desde casas y cybers con contenido de pornografia infantil La web está llena de comentarios, imágenes, videos y contenido pedofilo y los buscadores dicen no tener personal para controlar este delito. Para eliminar webs pedófilas se puede ingresar, entre otros sitios, a: http://www.asociacion-acpi.org http://www.fbi.gov/innocent.htm
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Ciudades de Entre Ríos vinculadas a una red mundial de pedofilia
Ciudades de Entre Ríos vinculadas a una red mundial de pedofilia
13/11/09 |Se realizaron allanamientos en Paraná y Concordia y hubo decenas de procedimientos en otras siete provincias. Alos procedimientos estuvieron a cargos de efectivos de la Policía Federal. Secuestraron miles de imágenes.
La Policía Federal realizó más de una treintena de allanamientos en distintos puntos del país tendientes a desbaratar una comunidad dedicada a intercambiar imágenes de pedofilia a través de internet, con conexiones internacionales. Durante los procedimientos, los efectivos de la división Delitos en Tecnologías y Análisis Criminal de la Policía Federal que habían iniciado la investigación del caso en enero pasado, secuestraron varias computadoras con imágenes pornográficas que incluían a menores. La investigación fue instruida por el fiscal porteño 18 Marcelo Ruilópez, una vez que se recibió una denuncia a través de Interpol desde Brasil alertando sobre una red de pedófilos que incluía a usuarios de Argentina, Brasil, Chile, Perú, República Dominicana, Colombia, España y México. Los policías de Delitos en Tecnologías y Análisis Criminal, con la colaboración de otras dependencias de la fuerza en las provincias, realizaron alrededor de 40 allanamientos. En principio, los agentes realizaron tres procedimientos en la Capital Federal: dos de ellos en Villa Pueyrredón y uno en Belgrano, y otros diez en distintos puntos del Gran Buenos Aires. También se realizaron operativos en las ciudades bonaerenses de La Plata, San Pedro, Mar del Plata y Bahía Blanca, además de las provincias de Entre Ríos, Chaco, Mendoza, Misiones, Córdoba, Santa Fe y Neuquén. José Herrera, titular de la División Robos y Hurtos de la Policía de Entre Ríos, confirmó que el procedimiento se realizó ayer en conjunto con efectivos de la delegación paranaense de la Policía Federal y de la Capital Federal. El operativo se realizó por orden del Juzgado Criminal Nº5 de Capital Federal en el marco de una investigación por el delito de pedofilia y difusión de imágenes mediante Internet. El allanamiento realizado en la ciudad de Paraná se concretó en una vivienda particular ubicada en calle Garcilazo,del barrio Paraná XX, donde un empleado público de 54 años de edad, fue demorado para ser identificado, y según se confirmó “quedó comprometido en la causa y será citado en cualquier momento”. En el lugar, se secuestraron dos computadoras que contenían material fotográfico, se confirmó. A pesar del hermetismo que rodea al caso, trascendió que el hombre tenía en su vivienda un ciber ilegal y mantendría contacto vía Facebook con reconocidos pedófilos, entre ellos Raúl Bilbao, el concordiense preso por pertenecer a una red de pedofilia. Fuentes vinculadas con la investigación admitieron que había dos menores dentro de la vivienda cuando se realizó el allanamiento, en el que intervino personal de la División Delitos Tecnológicos de la Policía Federal, que revisó una computadora desde la cual se habrían cometido los delitos que se investigan y que contenía material pornográfico. Por otra parte, en Concordia también se realizó un procedimiento, indicaron fuentes policiales . # Imágenes escalofriantes En los allanamientos se secuestraron imágenes, videos y documentación con relación a la causa; equipamientos y dispositivos técnicos utilizados para la producción, distribución, publicación y comercialización de pornografía infantil. Según indicaron fuentes ligadas a la investigación, en la misma se utilizaron modernas técnicas para identificar la procedencia de e-mails con escalofriantes imágenes de índole sexual, que en algunos casos involucraban a bebés y niños de corta edad. Es que los mensajes eran enviados de cuentas de correo anónimas, gratuitas, y con "nick names" falsos, lo que dificultaba la investigación tendiente a determinar el lugar del que se originaban, por lo que se llegó a investigar unas 500 conexiones de Internet. En los procedimientos realizados en la Argentina se secuestraron unas 10 mil imágenes, muchas de las cuales con escenas de alto contenido sexual, en la que los menores interactuaban con adultos en forma activa y pasiva. La Policía sospecha que la red no sólo se dedicaba a la distribución de imágenes sino que además las producía. Fuente: El Once Digital
http://www.diarioelargentino.com.ar/noticias/65280/ciudades-de-entre-rios-vinculadas-a-una-red-mundial-de-pedofilia
13/11/09 |Se realizaron allanamientos en Paraná y Concordia y hubo decenas de procedimientos en otras siete provincias. Alos procedimientos estuvieron a cargos de efectivos de la Policía Federal. Secuestraron miles de imágenes.
La Policía Federal realizó más de una treintena de allanamientos en distintos puntos del país tendientes a desbaratar una comunidad dedicada a intercambiar imágenes de pedofilia a través de internet, con conexiones internacionales. Durante los procedimientos, los efectivos de la división Delitos en Tecnologías y Análisis Criminal de la Policía Federal que habían iniciado la investigación del caso en enero pasado, secuestraron varias computadoras con imágenes pornográficas que incluían a menores. La investigación fue instruida por el fiscal porteño 18 Marcelo Ruilópez, una vez que se recibió una denuncia a través de Interpol desde Brasil alertando sobre una red de pedófilos que incluía a usuarios de Argentina, Brasil, Chile, Perú, República Dominicana, Colombia, España y México. Los policías de Delitos en Tecnologías y Análisis Criminal, con la colaboración de otras dependencias de la fuerza en las provincias, realizaron alrededor de 40 allanamientos. En principio, los agentes realizaron tres procedimientos en la Capital Federal: dos de ellos en Villa Pueyrredón y uno en Belgrano, y otros diez en distintos puntos del Gran Buenos Aires. También se realizaron operativos en las ciudades bonaerenses de La Plata, San Pedro, Mar del Plata y Bahía Blanca, además de las provincias de Entre Ríos, Chaco, Mendoza, Misiones, Córdoba, Santa Fe y Neuquén. José Herrera, titular de la División Robos y Hurtos de la Policía de Entre Ríos, confirmó que el procedimiento se realizó ayer en conjunto con efectivos de la delegación paranaense de la Policía Federal y de la Capital Federal. El operativo se realizó por orden del Juzgado Criminal Nº5 de Capital Federal en el marco de una investigación por el delito de pedofilia y difusión de imágenes mediante Internet. El allanamiento realizado en la ciudad de Paraná se concretó en una vivienda particular ubicada en calle Garcilazo,del barrio Paraná XX, donde un empleado público de 54 años de edad, fue demorado para ser identificado, y según se confirmó “quedó comprometido en la causa y será citado en cualquier momento”. En el lugar, se secuestraron dos computadoras que contenían material fotográfico, se confirmó. A pesar del hermetismo que rodea al caso, trascendió que el hombre tenía en su vivienda un ciber ilegal y mantendría contacto vía Facebook con reconocidos pedófilos, entre ellos Raúl Bilbao, el concordiense preso por pertenecer a una red de pedofilia. Fuentes vinculadas con la investigación admitieron que había dos menores dentro de la vivienda cuando se realizó el allanamiento, en el que intervino personal de la División Delitos Tecnológicos de la Policía Federal, que revisó una computadora desde la cual se habrían cometido los delitos que se investigan y que contenía material pornográfico. Por otra parte, en Concordia también se realizó un procedimiento, indicaron fuentes policiales . # Imágenes escalofriantes En los allanamientos se secuestraron imágenes, videos y documentación con relación a la causa; equipamientos y dispositivos técnicos utilizados para la producción, distribución, publicación y comercialización de pornografía infantil. Según indicaron fuentes ligadas a la investigación, en la misma se utilizaron modernas técnicas para identificar la procedencia de e-mails con escalofriantes imágenes de índole sexual, que en algunos casos involucraban a bebés y niños de corta edad. Es que los mensajes eran enviados de cuentas de correo anónimas, gratuitas, y con "nick names" falsos, lo que dificultaba la investigación tendiente a determinar el lugar del que se originaban, por lo que se llegó a investigar unas 500 conexiones de Internet. En los procedimientos realizados en la Argentina se secuestraron unas 10 mil imágenes, muchas de las cuales con escenas de alto contenido sexual, en la que los menores interactuaban con adultos en forma activa y pasiva. La Policía sospecha que la red no sólo se dedicaba a la distribución de imágenes sino que además las producía. Fuente: El Once Digital
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El Vaticano insta a aprender “las mejores prácticas” para combatir la pedofilia
El Vaticano insta a aprender “las mejores prácticas” para combatir la pedofilia
18/06/11 |Los obispos de todo el mundo deben aprender “las mejores prácticas” en la prevención y la lucha contra la pedofilia, y priorizar la educación y la atención a las víctimas, dijo ayer el Vaticano.
“El obispo debe ser un buen pastor. Cuando vea al enemigo entrar en el rebaño, no debe huir”, declaró en una conferencia de prensa el obispo canadiense Charles Scicluna, Promotor de Justicia en la Congregación para la Doctrina de la Fe.
El obispo Scicluna, hombre clave del Vaticano encargado de instruir los casos de pedofilia, presentó los puntos de una importante conferencia prevista en Roma el próximo febrero.
En esa conferencia, que se celebrará en la prestigiosa Universidad Gregoriana, estarán invitados 200 obispos, expertos y jefes de congregaciones religiosas. Y se realizará tres meses antes de la fecha límite impuesta por el Vaticano a las conferencias episcopales para completar su dispositivo contra la pedofilia, que deberá tener en cuenta las respectivas legislaciones nacionales.
“Hemos decidido mirar la verdad de frente. La verdad nos hará libres, como dijo Cristo”, añadió Monseñor Scicluna.
El objetivo de la conferencia de febrero será “compartir las competencias. No es un acto demostrativo, sino un jalón en un proceso que obedece a un método serio”, insistió el portavoz del Vaticano, el padre Federico Lombardi.
La baronesa británica Sheila Hollins, profesora de psiquiatría en la Universidad Saint George de Londres, y que interrogó en Irlanda a numerosas víctimas de sacerdotes pedófilos, pidió una “auténtica escucha” y fustigó “el mal causado por el secreto”.
Según su testimonio, muchas víctimas se mostraron indignadas contra “una Iglesia arrogante que se negaba a escuchar”. Hollins participará en el encuentro de Roma junto con una mujer víctima en su juventud de sacerdotes irlandeses pedófilos.
Para difundir las mejores prácticas, un centro de E-learning ofrecerá por internet a los religiosos de todo el mundo datos actualizados, desde las definiciones legales de la pedofilia hasta los nuevos conocimientos de la psicología.
http://www.diarioelargentino.com.ar/noticias/92908/el-vaticano-insta-a-aprender-las-mejores-practicas-para-combatir-la-pedofilia
18/06/11 |Los obispos de todo el mundo deben aprender “las mejores prácticas” en la prevención y la lucha contra la pedofilia, y priorizar la educación y la atención a las víctimas, dijo ayer el Vaticano.
“El obispo debe ser un buen pastor. Cuando vea al enemigo entrar en el rebaño, no debe huir”, declaró en una conferencia de prensa el obispo canadiense Charles Scicluna, Promotor de Justicia en la Congregación para la Doctrina de la Fe.
El obispo Scicluna, hombre clave del Vaticano encargado de instruir los casos de pedofilia, presentó los puntos de una importante conferencia prevista en Roma el próximo febrero.
En esa conferencia, que se celebrará en la prestigiosa Universidad Gregoriana, estarán invitados 200 obispos, expertos y jefes de congregaciones religiosas. Y se realizará tres meses antes de la fecha límite impuesta por el Vaticano a las conferencias episcopales para completar su dispositivo contra la pedofilia, que deberá tener en cuenta las respectivas legislaciones nacionales.
“Hemos decidido mirar la verdad de frente. La verdad nos hará libres, como dijo Cristo”, añadió Monseñor Scicluna.
El objetivo de la conferencia de febrero será “compartir las competencias. No es un acto demostrativo, sino un jalón en un proceso que obedece a un método serio”, insistió el portavoz del Vaticano, el padre Federico Lombardi.
La baronesa británica Sheila Hollins, profesora de psiquiatría en la Universidad Saint George de Londres, y que interrogó en Irlanda a numerosas víctimas de sacerdotes pedófilos, pidió una “auténtica escucha” y fustigó “el mal causado por el secreto”.
Según su testimonio, muchas víctimas se mostraron indignadas contra “una Iglesia arrogante que se negaba a escuchar”. Hollins participará en el encuentro de Roma junto con una mujer víctima en su juventud de sacerdotes irlandeses pedófilos.
Para difundir las mejores prácticas, un centro de E-learning ofrecerá por internet a los religiosos de todo el mundo datos actualizados, desde las definiciones legales de la pedofilia hasta los nuevos conocimientos de la psicología.
http://www.diarioelargentino.com.ar/noticias/92908/el-vaticano-insta-a-aprender-las-mejores-practicas-para-combatir-la-pedofilia
Sexo anal traz dano aumentado de Aids para gays
22/06/2011 - 12h45
Sexo anal traz dano aumentado de Aids para gays
DE SÃO PAULO
Há várias hipóteses para explicar o aumento das taxas de infecção do HIV entre homens homossexuais e transexuais.
OMS faz guia para enfrentar avanço da Aids entre gays
Uma delas, segundo a OMS, é que esse grupo pode ter abandonado a camisinha por causa da maior expectativa de vida trazida pelos antirretrovirais.
Segundo o infectologista Jean Gorinchteyn, há quem deixe de se proteger ao pensar que os medicamentos diminuem as cargas virais e também a transmissão do HIV.
"Mas menor chance não significa que não haja a transmissão. Há ainda o risco de pegar outras doenças sexualmente transmissíveis, e o contato com cargas virais maiores pode ser prejudicial à saúde."
Além disso, práticas como sexo oral também podem transmitir a doença ""e nem sempre são feitas com preservativo.
Há também a maior tendência à relação com múltiplos parceiros, documentada estatisticamente no caso desse grupo.
O infectologista explica ainda que o sexo anal tem maior chance de transmissão porque nele há menos lubrificação, mais atrito e mais lesões, com ruptura pouco perceptível de vasos sanguíneos do ânus.
Segundo a OMS, seja quais forem as razões para o aumento, está claro que, mesmo em ambientes de alta renda, o risco de transmissão reverteu a tendência de queda.
http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/933538-sexo-anal-traz-dano-aumentado-de-aids-para-gays.shtml
Sexo anal traz dano aumentado de Aids para gays
DE SÃO PAULO
Há várias hipóteses para explicar o aumento das taxas de infecção do HIV entre homens homossexuais e transexuais.
OMS faz guia para enfrentar avanço da Aids entre gays
Uma delas, segundo a OMS, é que esse grupo pode ter abandonado a camisinha por causa da maior expectativa de vida trazida pelos antirretrovirais.
Segundo o infectologista Jean Gorinchteyn, há quem deixe de se proteger ao pensar que os medicamentos diminuem as cargas virais e também a transmissão do HIV.
"Mas menor chance não significa que não haja a transmissão. Há ainda o risco de pegar outras doenças sexualmente transmissíveis, e o contato com cargas virais maiores pode ser prejudicial à saúde."
Além disso, práticas como sexo oral também podem transmitir a doença ""e nem sempre são feitas com preservativo.
Há também a maior tendência à relação com múltiplos parceiros, documentada estatisticamente no caso desse grupo.
O infectologista explica ainda que o sexo anal tem maior chance de transmissão porque nele há menos lubrificação, mais atrito e mais lesões, com ruptura pouco perceptível de vasos sanguíneos do ânus.
Segundo a OMS, seja quais forem as razões para o aumento, está claro que, mesmo em ambientes de alta renda, o risco de transmissão reverteu a tendência de queda.
http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/933538-sexo-anal-traz-dano-aumentado-de-aids-para-gays.shtml
Casos de gravidez na adolescência caem 37% em 11 anos em SP
26/07/2011 - 12h13
Casos de gravidez na adolescência caem 37% em 11 anos em SP
DE SÃO PAULO
A Secretaria Estadual de Saúde divulgou nesta terça-feira um balanço em que aponta queda de 37% no número de adolescentes grávidas em São Paulo, entre os anos de 1998 e 2009. São consideradas na pesquisa garotas com idades entre 10 e 19 anos.
Segundo os dados, foram registrados 148.018 casos de gravidez na adolescência em todo o Estado no ano de 1998. Já em 2009 --último dado consolidado--, esse número caiu para 92.812 casos.
A queda mais acentuada foi registrada na faixa etária de 15 a 19 anos. O número de adolescentes grávidas nessa idade caiu de 143.490, em 1998, para 89.176, em 2009, o que corresponde a uma queda de 37,8%.
Já entre as jovens com idades entre 10 e 14 anos, a queda no índice de gravidez foi de 19,7%. Foram 4.528 casos em 1998, contra 3.636 em 2009.
A secretaria informou que para auxiliar na prevenção à gravidez, desde julho de 2007, estão disponíveis contraceptivos comuns e pílulas do dia seguinte em 20 unidades da Farmácia Dose Certa, na capital, situadas em estações de metrô, trem e centros de saúde.
Para o interior, litoral e Grande São Paulo a Secretaria também passou a enviar anticoncepcionais, pílulas do dia seguinte e DIUs, para distribuição em Unidades Básicas de Saúde, em complemento ao repasse do governo federal.
A pasta ainda mantém um telefone para tirar dúvidas dos adolescentes sobre sexo seguro, anticoncepcionais e relacionamentos afetivos, entre outros assuntos. Uma equipe atende jovens que ligam em busca de algum tipo de orientação, pelo telefone (11) 3819-2022. O horário de funcionamento é de segunda à sexta-feira, das 11h às 14h.
http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/949865-casos-de-gravidez-na-adolescencia-caem-37-em-11-anos-em-sp.shtml
Casos de gravidez na adolescência caem 37% em 11 anos em SP
DE SÃO PAULO
A Secretaria Estadual de Saúde divulgou nesta terça-feira um balanço em que aponta queda de 37% no número de adolescentes grávidas em São Paulo, entre os anos de 1998 e 2009. São consideradas na pesquisa garotas com idades entre 10 e 19 anos.
Segundo os dados, foram registrados 148.018 casos de gravidez na adolescência em todo o Estado no ano de 1998. Já em 2009 --último dado consolidado--, esse número caiu para 92.812 casos.
A queda mais acentuada foi registrada na faixa etária de 15 a 19 anos. O número de adolescentes grávidas nessa idade caiu de 143.490, em 1998, para 89.176, em 2009, o que corresponde a uma queda de 37,8%.
Já entre as jovens com idades entre 10 e 14 anos, a queda no índice de gravidez foi de 19,7%. Foram 4.528 casos em 1998, contra 3.636 em 2009.
A secretaria informou que para auxiliar na prevenção à gravidez, desde julho de 2007, estão disponíveis contraceptivos comuns e pílulas do dia seguinte em 20 unidades da Farmácia Dose Certa, na capital, situadas em estações de metrô, trem e centros de saúde.
Para o interior, litoral e Grande São Paulo a Secretaria também passou a enviar anticoncepcionais, pílulas do dia seguinte e DIUs, para distribuição em Unidades Básicas de Saúde, em complemento ao repasse do governo federal.
A pasta ainda mantém um telefone para tirar dúvidas dos adolescentes sobre sexo seguro, anticoncepcionais e relacionamentos afetivos, entre outros assuntos. Uma equipe atende jovens que ligam em busca de algum tipo de orientação, pelo telefone (11) 3819-2022. O horário de funcionamento é de segunda à sexta-feira, das 11h às 14h.
http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/949865-casos-de-gravidez-na-adolescencia-caem-37-em-11-anos-em-sp.shtml
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