quinta-feira, 7 de julho de 2011

Fantasia sexual e Internet

03 JULY 2011

Fantasia sexual e Internet
A busca por sites eróticos vem crescendo muito na internet, a democratização do sexo é um fato, com a possibilidade de apertar algumas teclas e ir de encontro a um mundo sem censuras torma fascinante a vida do internauta oferecendo mais emoção à vida sexual em todas as idades.
Porém, pode de tornar um vício, quando é utilizado somente para fantasia virtual como forma de desejo e prazer. Esta prática, tem revelado pessoas com dificuldade em se relacionar e se expor, geralmente a fantasia potencializa a vida sexual.
Fantasiar é a capacidade de inventar mentalmente coisas ou situações. Todo mundo é capaz de fantasiar sobre diversas situações: uma roupa um carro, um corpo magrinho... Fantasias sexuais são desejos ou impulsos exteriorizados inicialmente através da imaginação, onde muita coisa é permitida e pouquíssima censurada, sendo possível váriasr situações sexuais além da fronteira da realidade.
A função principal de uma fantasia sexual é permitir que certos desejos sexuais possam ser satisfeitos, funcionando como substitutos da experiência real, além de ajudar a focalizar o próprio corpo e as sensações. A fantasia sexual é um tempero para a libido, aumentando o prazer na atividade sexual, sendo uma forma segura de experimentar o sexo.
Muitas fantasias sexuais são transformadas em realidade e outras tantas servem de estímulo para o relacionamento sexual ou porque a relação está morna ou porque se tem vontade de incrementá-la um pouco mais. No entanto, muitas fantasias são ousadas do jeito que são, pois ignoram os limites, a moral, a ética e a censura..
É perigoso e arriscado colocar todas as fantasias em prática.. Identificar aquilo que pode ser posto em prática e o que deve permanecer no terreno da fantasia é super importante A fantasia só pode acontecer quando se tem uma boa noção de si mesmo e de seu parceiro(a) e os limites do relacionamento sexual.
Deve-se trabalhar com a autocensura, pensando antes de agir e avaliando as conseqüências. A fantasia não deve sair do imaginário.
A fantasia não é algo errado ou anormal, desde que não constranja e/ou obrigue a um dos parceiros. Elas são normais, saudáveis e capazes de fortalecer o relacionamento, sustentando a cumplicidade e a intimidade. Além disso, elas são capazes de suavizar a ansiedade, aumentar a autoestima, autorizar emoções e percepções reprimidas e acabar com a rotina. Sentimentos negativos não combinam com a sexualidade. Se a fantasia for apropriada para ambos, ela serve para estimular, divertir e educar sobre as preferências, além de revitalizar o sexo. Mas o medo da interpretação errada pelo(a) parceiro(a) e a educação repressora, limitam a imaginação e o desejo,

O ato de ‘alimentar fantasias’ pode ser considerado impróprio para alguns, pois grande parte das pessoas é racional e previsível. E muitas vezes não são felizes, pois reprimem os sentimentos que acreditam serem proibidos.


Conteúdo sexual na internet não é coisa somente de adolescentes, mostra pesquisa

Fonte: O Tempo


Romance. O flerte e as fotos provocantes
online são recursos
cada vez mais usados por adultos em seus
relacionamentos afetivos



NOVA YORK, EUA. Com a popularização da Internet e dos amigos do Facebook, seguidores do Twitter e videochats do Skype, é muito mais fácil flertar com estranhos
e realizar fantasias sexuais sem (tecnicamente)
quebrar o voto do matrimônio.
Os namoricos digitais entraram em voga.

E nem os políticos ficam de fora. É o caso,
por exemplo, do deputado norte-americano Anthony Weiner que,
casado, renunciou ao mandado ontem após admitir que enviou
fotografias "sensuais" próprias para várias "seguidoras" suas no Twitter.

Fato é que o flerte e as fotos provocantes online que o colocaram
em uma situação problemática estão se popularizando
entre os adultos, dizem especialistas. O sexting, por exemplo,
que é o envio de mensagens com conteúdo sugestivo sexual,

geralmente é considerado um passatempo adolescente.

Mas, segundo o relatório Projeto Vida Norte-Americana e Internet,
do Centro de Pesquisa Pew, baseado em entrevistas com 2.252
adultos, o sexting é bem mais comum entre pessoas de 18 a 29 anos.
Quase um terço desse grupo disse que já recebeu
fotos nuas ou sensuais de alguém que eles conhecem,
e 13% contaram que já mandaram alguma mensagem desse tipo.
Até mesmo entre pessoas de 30 a 49 anos, 17% disseram
que já receberam esse tipo de foto e 5% admitem já terem enviado.

Pesquisa semelhante da mesma agência constatou que 15%
dos adolescentes com telefone celular já receberam e 4% já
enviaram sexting. "Devido à alquimia entre sexo e luxúria e amor
e tecnologia não é de se admirar que os números estejam onde estão.
No geral, quem conhece jovens solteiros conhece alguém que faz isso",
disse Amanda Lenhart, pesquisadora do Centro Pew.

Culpa. Nancy Baym, professora de comunicação
da Universidade do Kansas e autora do livro
"Personal Connections in the Digital Age"
(Conexões Pessoais na Era Digital), concorda.
"Acho que tendemos a culpar os adolescentes
por comportamentos pelos quais nós mesmos
somos bem culpados", disse ela. "Os adultos
certamente são capazes de fazer coisas
realmente estúpidas online".

Os dados refletem as novas regras do romance digital,
nas quais os textos galanteadores trocaram de lugar com as
chamadas telefônicas, e as redes sociais substituíram os
encontros de antigos formandos como uma forma
de se reconectar com a velha amizade.

"Usamos novas tecnologias nos relacionamentos românticos o
tempo todo", disse Nancy. "Quando duas pessoas se encontram e estão
interessadas em desenvolver o relacionamento, elas recorrem
às mensagens de texto como uma forma realmente
rápida de avançar o relacionamento de forma segura
http://boaspraticasfarmaceuticas.blogspot.com/2011/07/fantasia-sexual-e-internet.html

SEXO: SUBSTÂNCIA ACHADA NO PLÁSTICO PODE GERAR INIBIÇÃO

05 JULY 2011

Inibição Sexual
SEXO: SUBSTÂNCIA ACHADA NO PLÁSTICO PODE GERAR INIBIÇÃO

Cientistas investigam a influência em humanos
nibição sexual. Um problema que atinge mais gente do que se possa imaginar. Mas, e as causas desse problema? Quais são? De acordo com um estudo realizado por cientistas da Universidade de Missouri (EUA) e publicado na Proceedings of the National Academy of Sciences, uma substância encontrada no plástico pode ser um dos responsáveis pelo problema. O Bisfenol-A (BPA), utilizado para dar maleabilidade ao plástico, pode causar problemas no aparelho reprodutor.
Inicialmente foi feito um estudo com roedores e constatou-se que o produto usado na fabricação de mamadeiras e latas de bebidas influenciava no comportamento sexual dos animais. No estudo, fêmeas do roedor consumiram a substância na gestação e durante a amamentação. Como consequência, os filhotes tiveram dificuldade de sair de um labirinto. .
De acordo com os cientistas, o senso de direção é uma característica dos machos e a falta dele pode prejudicar o encontro das fêmeas. Isso pode deixar o macho com características mais femininas, ou seja, ocorre uma “desmasculinização” dos machos. De acordo com os cientistas, a Bisfenol-A (BPA) ‘imita’ o efeito do estrogênio e é liberado no alimento assim que o material plástico é aquecido.
Humanos
Os pesquisadores sugerem que a mesma influência negativa pode atuar no comportamento sexual dos homens. Cientistas acreditam que “é possível que o BPA possa impactar a reprodução”. Vale à pena dizer que ainda não há fortes indícios de que os efeitos sejam os mesmos em humanos.
Para quem ficou preocupado, no Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) permite o limite de 0,6 mg do produto para cada quilo de plástico.
http://boaspraticasfarmaceuticas.blogspot.com/2011/07/inibicao-sexual.html

Detentos homossexuais terão direito à visita íntima nos presídios de todo o país

04 JULY 2011

Detentos homossexuais terão direito à visita íntima nos presídios de todo o país.
BRASÍLIA - A resolução do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária (CNPCP), do Ministério da Justiça, foi publicada nesta segunda-feira no Diário Oficial da União.
De acordo com a resolução, "o direito de visita íntima é, também, assegurado às pessoas presas casadas, em união estável ou em relação homoafetiva".
A medida vale a partir desta segunda e revoga a Resolução nº 01/99 de 30 de março de 1999, publicada no Diário Oficial da União de 5 de abril de 1999, que omitia, na recomendação sobre a visita íntima feita aos departamentos penitenciários estaduais, o relacionamento gay.
A visita íntima deve ser assegurada pela direção do estabelecimento prisional pelo menos uma vez por mês.

globo.com
http://boaspraticasfarmaceuticas.blogspot.com/2011/07/detentos-homossexuais-terao-direito.html

Mulheres são mais fortes após o fim de um relacionamento

06 JULY 2011

Mulheres são mais fortes após o fim de um relacionamento
O psicólogo Ailton Amélio da Silva, professor da faculdade de Psicologia da USP e autor do livro “Relacionamento Amoroso”,explicou que as pessoas perdem a concentração quando se apaixonam porque há um pensamento fixo, e as outras coisas se tornam secundárias. O amor, nesse caso, “possui” o indivíduo, tira-o dos eixos e pode atrapalhar as atividades cotidianas. Por outro lado, dá energia, otimismo, coragem, ousadia e motivação.
Quem passou por uma decepção ou traição no passado pode ter um temor ou uma desconfiança de se machucar de novo. E aí vem o medo de se apaixonar e se entregar para outra pessoa. A perda de um amor é comparada muitas vezes à morte de um ente querido. Aquele que é deixado e ainda gosta do outro pode ficar deprimido e perder o interesse por tudo. O reflexo pode ser na saúde, no trabalho e nas tarefas do dia a dia.
Indivíduos apaixonados tendem a se cuidar mais, ir mais à academia, fazer mais sexo e ter um melhor sistema imunológico. De acordo com estudos, homens que terminaram um relacionamento têm uma saúde pior e até uma menor expectativa de vida. Já as mulheres costumam ser mais fortes, pois têm mais amigos, expressam mais as emoções e "desabrocham" depois do fim da relação – não sem antes chorar e sofrer, mas em geral a capacidade de recuperação delas é melhor.
Há vários tipos de amor, de acordo com teorias citadas pelo dr. Ailton. O sociólogo canadense John Alan Lee acredita que há seis modelos básicos: eros, ludos (tipo Don Juan), storge, pragma (racional e interesseiro), ágape e mania (ciumento e possessivo). Cada um deles tem prós e contras. Normalmente, quem é carente e inseguro no amor foi cuidado na infância por uma pessoa instável e imprevisível. Assim, o indivíduo passa a vida precisando de confirmação da amizade e do amor do outro.
Quem teve pais distantes aprende a não contar com o outro e a não se entregar totalmente. Quando a outra parte se doa mais, é vista como desagradável. Esse tipo é classificado como evitativo. Já os pragmáticos no amor podem não ter tido pais afetivos e protetores, o que torna o lado racional deles mais preponderante.
Por fim, o psicólogo disse que quem ama vê o mundo mais bonito e a vida mais gostosa. Por outro lado, é comum idealizar o parceiro e enxergá-lo com mais qualidades do que ele realmente tem. Quando o relacionamento termina, alguns demonizam o ex-companheiro. E a admiração, segundo o dr. Ailton, é em grande parte é idealização: às vezes o outro é um sapo, mas parece príncipe.
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Homens são mais felizes em casamentos longos

05 JULY 2011

Homens são mais felizes em casamentos longos
SEXUALMENTE, QUANTO MAIS PARCEIRAS, MENOS SATISFAÇÃO.
JAPONESES SÃO OS QUE SE DIZEM MAIS SATISFEITOS NA CAMA.


Homens são mais felizes que mulheres em relacionamentos longos
Apesar do estereótipo de que são as mulheres que preferem relacionamentos longos e estáveis, os homens são quem, na prática, se dizem mais satisfeitos quando estão casados há mais de 20 anos, afirma um estudo feito com casais do Brasil, dos Estados Unidos, da Alemanha, do Japão e da Espanha.
De acordo com a pesquisa, as pequenas demonstrações de carinho, como abraços, também são mais importantes para eles do que para elas.
Um estereótipo permanece, no entanto. Entre os cinco países, os homens latinos, do Brasil e da Espanha, foram os que disseram estarem menos felizes no casamento, em comparação com alemães, americanos e japoneses.
Ainda assim, eles apresentaram taxas maiores de satisfação do que as mulheres dos mesmos países.
O trabalho, feito sob encomenda do Instituto Kinsey de Sexualidade Humana, nos Estados Unidos, entrevistou 207 casais americanos, outros 207 do Japão, 198 do Brasil, outros 198 da Alemanha e 199 da Espanha. O objetivo era comparar a felicidades nos relacionamentos heterossexuais de longo prazo dos homens americanos com os de outros países.
Os entrevistadores procuraram homens entre 40 e 70 anos de idade em relacionamentos estáveis, casados ou morando com uma parceira por um mínimo de um ano.
A idade média dos entrevistados homens foi de 55 anos. As idade das mulheres variou de 25 a 76 anos, com uma média de 52. E 90% dos entrevistados tinham filhos.
SexoSe os homens estão mais felizes no relacionamento, as mulheres estão mais felizes na cama. Segundo a pesquisa, elas se declararam mais satisfeitas sexualmente que eles – principalmente as japonesas e as brasileiras. Entre os homens, os japoneses foram os que reportaram maiores taxas de satisfação sexual.
Curiosamente, os homens que tiveram mais parceiras sexuais ao longo da vida foram os que declararam menor felicidade na cama.
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Sexo ajuda a emagrecer

06 JULY 2011

Sexo ajuda a emagrecer
O Ministério da Saúde brasileiro recomenda que as pessoas façam sexo com frequência, algo considerado tão importante quanto controlar a pressão arterial e estar no peso adequado. O próprio ato ajuda a emagrecer: em uma boa sessão de meia hora, podem-se queimar até 500 calorias. Para falar sobre o assunto, o Bem Estar desta terça-feira (28) convidou o ginecologista José Bento e a psicóloga especializada em sexo Tatiana Presser. Eles falaram que, durante a prática, o corpo inteiro entra em estado de alerta e sofre várias transformações.

Além da endorfina liberada, que causa satisfação e bem-estar, a dopamina age no organismo relacionada ao vício: por isso, quem faz sexo costuma querer sempre mais. Mas, para não correr nenhum risco, é fundamental usar sempre camisinha – disponível na rede pública para pessoas acima de 12 anos de idadeSegundo especialistas, a atividade sexual não deve ser usada em um relacionamento como ferramenta de chantagem. Pelo contrário, conforme você vai conhecendo o parceiro e sabendo o que lhe agrada, a relação só tende a melhorar, com mais prazer e compreensão.
Estimular o outro com um filme, um brinquedo, uma posição ou uma fantasia nova pode ajudar a apimentar o namoro ou o casamento. E essas inovações são importantes para estimular o cérebro e manter a chama acesa. A tendência é que, após 5 anos, a frequência sexual caia pela metade, por isso aumentar a qualidade é tão necessário. Um beijo prolongado, que dure pelo menos 10 segundos, já contribui para elevar o desejo.
De acordo com o dr. José Bento, o sexo está relacionado à sobrevida humana na Terra. E, depois que os métodos contraceptivos foram descobertos, sobrou apenas a parte boa da prática. Ele disse, ainda, que o ritmo de homens e mulheres é diferente: enquanto eles atingem o orgasmo em 2,5 a 5 minutos em média, elas demoram de 14 a 20 minutos.
O sexo também diminui a depressão e pode ser feito inclusive por mulheres grávidas, desde que elas não tenham sangramentos, corrimentos, contrações nem estejam em trabalho de parto. Ainda segundo o ginecologista, o autoestímulo é tão positivo quanto a atividade sexual, principalmente para a mulher, que pode se conhecer mais.
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Como resgatar a sexualidade no casamento

07 JULY 2011

Como resgatar a sexualidade no casamento

Se ambos estão dispostos, algumas dicas podem aprofundar a intimidade

O tempo passou e a vida sexual já não é mais satisfatória? Não desista, porque é possível reverter a situação. De acordo com Victoria Costello, autora do livro The Everything Guide to a Happy Marriage (em tradução livre, O Guia de Tudo para um Casamento Feliz), se ambos estão dispostos, algumas dicas podem aprofundar a intimidade. A especialista listou algumas sugestões no site Your Tango; confira abaixo:
Use a intimidade que acumulou
Em vez de tentar voltar a um estágio anterior, quando tudo era novo e excitante, aprofunde a intimidade que já têm. Dê flores, faça massagens nos pés, elogie.
Comece por você
Se quiser trazer de volta a sexualidade à vida do casal, comece por você. É difícil se sentir sexualmente atraído pelo parceiro se não se sente bem. Trabalhe a autoestima. Uma dica é relaxar. Sente-se ou deite-se no chão, na cama ou na banheira. Preste atenção em cada parte do seu corpo, uma por vez, e dê comandos para que relaxem. Vá da cabeça aos dedos dos pés, levando de 10 a 15 minutos para eliminar a tensão. Vale fazer caminhadas, dançar sua música preferida. Use afirmações positivas, como "sou uma mulher sexy". Tranque a porta, pegue um espelho e use o vibrador. Deixe o quarto mais sensual, com velas e música.
As redescobertas da sua própria vontade se estendem naturalmente para a relação. O objetivo é dar a cada um a oportunidade de conhecer o corpo, a mente e o coração do outro de novo, como se fosse a primeira vez. Um dos desafios da familiaridade conjugal é remover a sensação de que sabe tudo sobre o companheiro.
Desperte a sexualidade do casal
Reviver a sexualidade exige a participação dos dois. Se você é o que pede por uma renovação, fale positivamente. Por exemplo: "gostaria de me esforçar mais para tornar nossa vida sexual melhor". Nem pense em dizer algo deste tipo: "nosso sexo é chato, não aguento mais." Se o parceiro ou responde provisoriamente ou negativamente, tente não reagir. Antes de interpretar a falta de entusiasmo dele como sendo algo relacionado a você e seu corpo, considere se ele está estressado no trabalho, passou por alguma perda recente, está doente, preocupado. Faça com que saiba que está pronta para tentar quando estiver pronto.
Depois de desfrutar algum tempo sensual juntos, você pode querer aproveitar a oportunidade para conversar. Não atribua culpas, mas expresse seu desejo. Enquanto fala, toque nele. Tenha calma! A melhor maneira de começar é pela sensualidade e não sexualidade. Brinquem, beijem, troquem carícias. Visualize o que aconteceria se pudesse voltar ao primeiro encontro e tente recapturar os sentimentos iniciais.
Fuja do que não funciona
Algumas atitudes podem parecer boas apostas, mas só atrapalham. Confira abaixo o que definitivamente não funciona:
1 - Ignorar os problemas. Se eles não forem "tratados", só pioram;
2 - Buscar a felicidade conjugal na ideia de se tornarem grandes amigos sem sexo. É claro que há períodos em que um dos parceiros pode ficar menos interessado em relação sexual (menopausa, desemprego), mas eliminar o ato para sempre pode enfraquecer o relacionamento, a menos que seja uma decisão tomada pelos dois por motivo de doença ou outra razão mutuamente aceitável;
3 - Ter um caso. Pode agravar os sentimentos de abandono ou de desconfiança, que já devem estar presentes se a sexualidade estiver ausente ou pouco presente;
4 - Apenas adicionar um pouco de variedade ou novidade. Comprar lingerie sexy, brinquedos sexuais ou tentar novas posições pode proporcionar diversão e alívio passageiro, mas pode agravar o marasmo sexual a seguir, especialmente se um se sentir pressionado pelo outro
Patricia Zwipp
Vida e Estilo
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