Quando o trabalho arruína o sexo
Levar colegas, rivais, o patrão, clientes e dossiês de processos para a cama, enquanto faz amor, pode ser desastroso. Calma, não se trata de uma nova prática sexual. Mas, se o stresse do trabalho chega ao quarto, o seu relacionamento é que se ressente.
Cristina Tavares Correia/Activa | 18 Mai. 2009
Andar às voltas na cama a pensar como conseguir a promoção desejada, como despachar a lista de tarefas para o dia seguinte ou a remoer no facto de se sentir miserável no seu emprego, em vez de apreciar as carícias e as palavras sensuais que o seu companheiro lhe sopra ao ouvido, pode ser sinónimo de que a sua vida sexual e afectiva já viu melhores dias. O problema é que cada vez mais difícil desligar o ‘complicómetro laboral' à porta de casa.
"Ou ele abrandava o ritmo de trabalho, ou eu saia de casa"
Vera* tem 29 anos e, recentemente, realizou um sonho de abrir a sua própria loja. Finalmente ia ser patroa de si própria, fazer aquilo que gostava e fugir dos horários loucos. As coisas também pareciam ir de vento em popa com o namorado, Luís*, um designer gráfico que começava a consolidar a sua carteira de clientes. "A certa altura o trabalho aumentou. Ele estava muito feliz por ter tantos projectos aliciantes entre mãos e por, finalmente, conseguir ganhar dinheiro com a profissão que escolhera. Não saia do estúdio, trabalhava das 9 ou 10 horas da manhã até à meia-noite ou mais. Ao fim de semana fazia noitadas que entravam pela madrugada dentro." O facto do estúdio ser em casa não facilitava as coisas e até chegava a esquecer-se de jantar. Vera ficava horas à espera. "Deixámos de passar tempo juntos e o sexo também deixou de resultar. Eu abria o jogo com ele, perguntava-lhe se não lhe apetecia fazer amor. Mas ele descartava-se sempre por estar muito cansado."
A história durou alguns meses e o sexo cada vez mais escasso. "Quando acontecia, era rápido e insonso. Mais do que tudo, sentia-me sozinha. Fartei-me e confrontei-o com um ultimato: ou ele abrandava o ritmo de trabalho, ou eu saia de casa. Estar ali ou não estar, já era indiferente." Vera não saiu de casa. Admite que a situação não é a ideal mas sabe que o namorado está a fazer um esforço maior e diz que a relação melhorou.
Se namorar com um viciado no trabalho pode acabar com qualquer relação, ter um emprego stressante também não lhe dá grande saúde à vida amorosa. Mónica*, 27 anos, trabalha por turnos num serviço de assistência ao cliente e também admite: "Às vezes venho tão cansada do trabalho, sobretudo quando faço o horário da tarde e noite, que não apetece fazer amor." Admite que não gosta particularmente do que faz, mas fazer amor costuma funcionar como antídoto para monotonia. Mas, o cansaço e os horários estranhos podem comprometer o desejo e a performance sexual.
O fim da aventura?
Os casos em que o stresse e a rotina acabam por minar as relações não são estranhos a Marta Crawford, psicóloga e especialista em sexologia. "Há sempre um chefe ou colega chato na vida de toda a gente, com quem não podemos ser mal-educados porque não é socialmente aceitável." Ambos os sexos se queixam de que o stresse está a influir negativamente na relação amorosa mas, por questões biológicas, as disfunções sexuais são mais visíveis nos homens. É ingrato, mas eles são mais confrontados com a questão da boa performance no sexo: ou porque a erecção não foi conseguida, ou porque a ejaculação foi precoce.
O fenómeno ultrapassa idades mas é mais visível em casais adultos, na casa dos 30 ou 40 anos, com filhos e uma rotina de trabalho, tarefas domésticas e cuidados com a família que lhes roubam muito tempo de romance e diálogo.
Pode argumentar-se que o sexo deveria funcionar como terapia para o mesmo stresse que acaba por miná-lo. E há mesmo quem defenda que, mesmo que o desejo não seja grande, é preciso insistir e dar a oportunidade do sexo acontecer. Muitas vezes o sexo acaba por acontecer, mesmo sem vontade do parceiro menos motivado, só para não frustrar o outro. A psicóloga adverte para as desvantagens desta atitude. "É um pouco a óptica do ‘deixa andar porque depois pode ser que me entusiasme'. Por um lado, significa que ainda há esperança ou que ainda se vive a experiência do entusiasmo posterior. Mas poderá significar algum tipo de perturbação: não conseguir falar abertamente de sexualidade, ter vergonha de estar com o outro ou do seu corpo, ser mais espectador em vez de assumir um papel activo no sexo."
Portanto, se sabe que está mesmo demasiado stressada para ir em frente com a relação sexual o ideal é abrir o jogo com franqueza: "É preciso ter capacidade de dizer ao parceiro ‘Eu não quero fazer amor, mas não quer dizer que não goste de ti; há circunstâncias que estão a dificultá-lo'. Mas, se é uma situação recorrente, é preciso perceber o que se passa."
E os workaholics? Sentem menos desejo sexual, como no caso do namorado da Vera? "Não é bom generalizar mas, quem direcciona toda a energia para o trabalho não pode estar a 100% nas outras esferas e pode falhar mesmo nas questões sexuais." Será por isso que muitas pessoas conscientes de que são viciadas em trabalho escolhem não se envolver seriamente? "Se calhar, já perceberam que não aguentam uma relação porque, aquilo que elas querem dar profissionalmente, não é compatível com a disponibilidade para estar com outra pessoa."
*Nomes fictícios de modo a proteger a privacidade.
http://activa.aeiou.pt/artigo.aspx?contentid=18240D81-4CFF-4947-8AC0-5F60007D8936&channelid=28163CDE-41A1-455D-8D64-8B8CE98C3628
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Sexo: como lutar contra a inibição
Sexo: como lutar contra a inibição
Uma relação feliz passa por uma sexualidade desinibida. É o seu caso?
Cristina Tavares Correia Activa | 10 Out. 2009
Os amantes não se conhecem em duas noites. São precisos meses, até anos, de descoberta dos pontos erógenos preferidos do parceiro e das posições mais estimulantes, sobretudo quando os corpos têm formatos muito diferentes. Só ao fim de muito tempo alguns casais se sentem à vontade para partilhar fantasias sexuais que sempre mantiveram no segredo dos deuses. Os parceiros de longa data crescem e amadurecem sexualmente e percebem que esse processo leva tempo. Essa é a verdadeira intimidade: a capacidade de partilhar e de aprender que são precisos dois para o prazer ser total.
- Na cama, a liberdade deve ser absoluta. Os complexos de culpa ficam à porta. Todas as práticas sexuais que dois adultos decidam fazer são válidas, desde que consentidas e desejadas por ambos: a época dos pecados mortais já lá vai.
- Os preliminares representam 90% do sexo, e os ‘corredores de fundo' do amor sabem disso.
- Sexo é dádiva: proporcionar e receber prazer físico. Quem se esquece dessa troca corre o risco de perder o interesse sexual do parceiro... ou de ser substituído rapidamente.
- Um bom amante ajuda o parceiro mais inibido a soltar-se; não passa metade do tempo na cama a criticar o parceiro porque ‘não consegue' ou porque ‘não se esforça'.
- Aumentem a vossa cultura sexual. O mercado está cheio de bons livros de autores internacionais e nacionais que falam de técnicas e afectos. Depois é só praticar. "Como ser uma boa Amante", da sexóloga americana Lou Paget, é dedicado exclusivamente às mulheres e é editado pela Dom Quixote. A jornalista espanhola Sylvia de Bejar escreveu um dos livros mais desinibidos e francos sobre o assunto, "O sexo no feminino", da Bertrand.
http://activa.aeiou.pt/artigo.aspx?contentid=87D00E3B-FF53-4583-B247-211D52DB9545&channelid=28163CDE-41A1-455D-8D64-8B8CE98C3628
Uma relação feliz passa por uma sexualidade desinibida. É o seu caso?
Cristina Tavares Correia Activa | 10 Out. 2009
Os amantes não se conhecem em duas noites. São precisos meses, até anos, de descoberta dos pontos erógenos preferidos do parceiro e das posições mais estimulantes, sobretudo quando os corpos têm formatos muito diferentes. Só ao fim de muito tempo alguns casais se sentem à vontade para partilhar fantasias sexuais que sempre mantiveram no segredo dos deuses. Os parceiros de longa data crescem e amadurecem sexualmente e percebem que esse processo leva tempo. Essa é a verdadeira intimidade: a capacidade de partilhar e de aprender que são precisos dois para o prazer ser total.
- Na cama, a liberdade deve ser absoluta. Os complexos de culpa ficam à porta. Todas as práticas sexuais que dois adultos decidam fazer são válidas, desde que consentidas e desejadas por ambos: a época dos pecados mortais já lá vai.
- Os preliminares representam 90% do sexo, e os ‘corredores de fundo' do amor sabem disso.
- Sexo é dádiva: proporcionar e receber prazer físico. Quem se esquece dessa troca corre o risco de perder o interesse sexual do parceiro... ou de ser substituído rapidamente.
- Um bom amante ajuda o parceiro mais inibido a soltar-se; não passa metade do tempo na cama a criticar o parceiro porque ‘não consegue' ou porque ‘não se esforça'.
- Aumentem a vossa cultura sexual. O mercado está cheio de bons livros de autores internacionais e nacionais que falam de técnicas e afectos. Depois é só praticar. "Como ser uma boa Amante", da sexóloga americana Lou Paget, é dedicado exclusivamente às mulheres e é editado pela Dom Quixote. A jornalista espanhola Sylvia de Bejar escreveu um dos livros mais desinibidos e francos sobre o assunto, "O sexo no feminino", da Bertrand.
http://activa.aeiou.pt/artigo.aspx?contentid=87D00E3B-FF53-4583-B247-211D52DB9545&channelid=28163CDE-41A1-455D-8D64-8B8CE98C3628
Bondage e dominação: o que são e quais os limites
Bondage e dominação: o que são e quais os limites
B&D andam na ordem do dia: há clubes, acessórios, festas privadas. Mas do que estamos exactamente a falar?
Sofia Martinho/Activa | 13 Nov. 2009
Homens e mulheres vestidos de cabedal e latex, com chicotes prontos a entrarem em acção são as imagens que mais imediatamente associamos a B&D (leia-se: boundage e dominação"). Mas do que estamos realmente a falar?
Sue Johanson, autora do livro "Sexo, Sexo e Mais Sexo', dá-nos uma ajuda: "O boundage consiste em amarrar um parceiro que o deseja e em estimular esse indivíduo espancando-o com delicadeza, beijando-o, fazendo-lhe cócegas com uma pena ou usando outras técnicas de submissão até que peça clemência."
O que sucede é que, no caso do parceiro submisso, o prazer vêm da sensação de que está a ser completamente dominado e é incapaz de dominar a situação. Já para o dominador, a excitação advém de se sentir em pleno controlo da situação.
A dominação, que costuma estar associada ao boundage, "envolve espancamentos, beliscões, cortes, chupões e puxões de cabeço, actos que se destinam a inflingir dor a um parceiro que os deseja e concorda com ele."
Importante: deve existir sempre consentimento da outra parte e ser estabelecida uma palavra de segurança que, quando proferida pelo submisso, significa "parar imediatamente."
bondage e dominação
Sou praticante activa de BDSM,sou 100% submissa e tenho já Coleira ( Dono ),é um estilo de vida fascinate...não consigo imaginar-me viver o meu dia-a-dia sem isso,é muito mais do que jogos de "amarrar" e dar palmadas no rabiosque,é um estilo de vida,uma forma de amor e de sexualidade;não só submissos e Dominadores o são durante o acto sexual,mas sim na vida prática do dia-a-dia,é mesmo um estilo de vida,tem regras,obrigações,deveres,gratificações,recompensas... deve ser São,Seguro,Consensual...palavras de ordem e a serem respeitadas tanto por Dominaroes ( as ) como submissos ( as ). Não entrem muito nas histórias do Marques de Sade se se forem a iniciar...é pesado demais...o livro A HISTÓRIA DE O de Pauline Réage,é uma obra de arte no assunto,depois também para mais informações há um site fantástico de BDSM em Portugal.
ivone, 16.11.2009
http://activa.aeiou.pt/artigo.aspx?contentid=4BA60B14-EA22-4DF4-84DA-A2459F84C9F0&channelid=28163CDE-41A1-455D-8D64-8B8CE98C3628
B&D andam na ordem do dia: há clubes, acessórios, festas privadas. Mas do que estamos exactamente a falar?
Sofia Martinho/Activa | 13 Nov. 2009
Homens e mulheres vestidos de cabedal e latex, com chicotes prontos a entrarem em acção são as imagens que mais imediatamente associamos a B&D (leia-se: boundage e dominação"). Mas do que estamos realmente a falar?
Sue Johanson, autora do livro "Sexo, Sexo e Mais Sexo', dá-nos uma ajuda: "O boundage consiste em amarrar um parceiro que o deseja e em estimular esse indivíduo espancando-o com delicadeza, beijando-o, fazendo-lhe cócegas com uma pena ou usando outras técnicas de submissão até que peça clemência."
O que sucede é que, no caso do parceiro submisso, o prazer vêm da sensação de que está a ser completamente dominado e é incapaz de dominar a situação. Já para o dominador, a excitação advém de se sentir em pleno controlo da situação.
A dominação, que costuma estar associada ao boundage, "envolve espancamentos, beliscões, cortes, chupões e puxões de cabeço, actos que se destinam a inflingir dor a um parceiro que os deseja e concorda com ele."
Importante: deve existir sempre consentimento da outra parte e ser estabelecida uma palavra de segurança que, quando proferida pelo submisso, significa "parar imediatamente."
bondage e dominação
Sou praticante activa de BDSM,sou 100% submissa e tenho já Coleira ( Dono ),é um estilo de vida fascinate...não consigo imaginar-me viver o meu dia-a-dia sem isso,é muito mais do que jogos de "amarrar" e dar palmadas no rabiosque,é um estilo de vida,uma forma de amor e de sexualidade;não só submissos e Dominadores o são durante o acto sexual,mas sim na vida prática do dia-a-dia,é mesmo um estilo de vida,tem regras,obrigações,deveres,gratificações,recompensas... deve ser São,Seguro,Consensual...palavras de ordem e a serem respeitadas tanto por Dominaroes ( as ) como submissos ( as ). Não entrem muito nas histórias do Marques de Sade se se forem a iniciar...é pesado demais...o livro A HISTÓRIA DE O de Pauline Réage,é uma obra de arte no assunto,depois também para mais informações há um site fantástico de BDSM em Portugal.
ivone, 16.11.2009
http://activa.aeiou.pt/artigo.aspx?contentid=4BA60B14-EA22-4DF4-84DA-A2459F84C9F0&channelid=28163CDE-41A1-455D-8D64-8B8CE98C3628
QUAL É A SUA PERSONALIDADE ERÓTICA: faça o teste e descubra já!
QUAL É A SUA PERSONALIDADE ERÓTICA: faça o teste e descubra já!
Faça o teste, descubra a fera que se esconde na sua libido e quem são as melhores apostas para uma relação quente entre lençóis.
Catarina Fonseca/Activa | 23 Abr. 2011
1 - Nas suas fantasias eróticas, a estrela costuma ser:
. Uma paixão antiga ou mesma pessoa com quem fantasio há anos (A)
. O herói que me salva do perigo (B)
. Alguém que me prenda à cama e me dê instruções durante o sexo (C)
. Alguém que saiba receber ordens (D)
. O meu dentista/chefe/psicólogo/contabilista (E)
. Alguém capaz de um sexo oral digno de um Oscar (F)
. O meu vizinho de cima; faz tanto barulho durante o sexo que deve ser uma fera na cama (G)
2- A literatura erótica é...
. Demasiado previsível (E)
. Demasiado selvagem (B)
. Demasiado lamechas (D)
. Óptima, sobretudo se falarmos de ‘A História de O' (C)
. Boa para me imaginar nos cenários descritos (A)
. Uma óptima forma de saber como é que os outros fazem sexo (G)
. Uma excelente fonte de ideias para pôr em prática (F)
3- O amante ideal é...
. Aquele que mais me faz lembrar o Conde Almasy (Ralph Fiennes) de ‘O Paciente Inglês'... tirando a fase das queimaduras de terceiro grau (A)
. Aquele que me protege e pensa nas minhas necessidades (B)
. Está sempre disponível para mim e para me agradar (D)
. Inicia e toma conta do acto sexual (C)
. Não se importa com o telescópio que tenho apontado à janela do quarto dos vizinhos (G)
. Faz sexo, pelo menos, três vezes por dia... todos os dias (F)
. Recebe com agrado a sugestão de fazer amor num local público (E)
4 - O objecto imprescindível ao lado da sua cama:
. Um romance fantástico em cujas páginas me possa perder (A)
. Um despertador (B)
. Um brinquedo erótico movido a pilhas, com cinco velocidades e mais acessórios que um canivete suíço (F)
. Um lenço para ser amarrada e uma venda para os olhos (C)
. Algemas ou cera quente, para usar nele (D)
. Um caderno com os números de telefone dos ex-namorados das amigas (E)
. O telecomando do DVD para poder assistir aos meus filmes eróticos preferidos (G)
5 - O perigo pode ser excitante se...
. Acontecer aos outros. (G)
. Só existir nas minhas fantasias eróticas; quando é a sério não acho piada (A)
. For salva dele pelo homem dos meus sonhos (B)
. Se estiver a ser controlado pelo meu parceiro (C)
. Se for eu a expor outros a ele (D)
. A recompensa para me safar dele for um vale de desconto na sex shop (F)
. Em qualquer circunstância! (E)
6 - Num baile de máscaras vai disfarçada...
. De Cleópatra (A)
. De princesa (B)
. De dominatrix (D)
. De Jezabel (F)
. Lara Croft (E)
. Camuflada nos tons da parede, para poder observar todos sem ser reconhecida (G)
. De algo que ligue bem com a fantasia do meu parceiro (C)
7 - O primeiro encontro ideal inclui:
. Uma conversa sobre os meus filmes e livros preferidos. (A)
. Vinho tinto, troca de confidência e a declaração "Onde estiveste durante todo este tempo?" (B)
. Pistas sobre os gostos e preferências dele (C)
. Ele a pedir-me "Faz de mim o que quiseres" (D)
. A descrição sobre uma prática sexual de que nunca ouvi falar (F)
. Uma ida a um peep show - sempre quis experimentar (G)
. Bungee-jumping, parapente ou uma descida de rafting (E)
8 - O seu desejo sobe de tom quando ele lhe mostra:
. Um anel de noivado (B)
. Um bilhete de avião para experimentarem as noites quentes de Marraquexe (A)
. Não se sentir diminuído pela minha personalidade forte e exigente (D)
. Uma caixa cheia de acessórios eróticos que tenciona experimentar em mim (C)
. Muita vontade de se fechar comigo em casa, no fim-de-semana, para uma Maratona Kamasutra (F)
. A muito estimada colecção de pornografia dele (G)
. A cabine de provas da boutique onde tenciona ter um ‘rapidinha' (E)
9 - Ganhou uma viagem à Arábia Saudita. Está excitada porque:
. Ouvi dizer que os homens lá têm pulso de ferro e gostaria de saber como se comportam socialmente as mulheres (C)
. Ouvi dizer que lá os homens têm pulso de ferro e gostaria imenso de lhes provar como estão errados (D)
. É óptima oportunidade para conhecer gente nova e novos costumes sexuais (F)
. Estou curiosa por saber se todos os homens têm tanto sex appeal como o Omar Sharif em ‘Lawrence da Arábia' (A)
. Tenho um plano infalível: vestir-me de homem para poder entrar nos mesmos locais e fazer as mesmas coisas que eles (E)
. Já me imagino num luxuoso harém, a observar todas as tórridas cenas de sexo que lá se passam (G)
. Vou ter uma lua-de-mel escaldante e o meu companheiro está lá para se certificar que nada de mal me acontece (B)
10 - Sexo escaldante tem de envolver:
. Amor (B)
. Restrições e instruções precisas (C)
. Poder (D)
. Pensar na minha fantasia preferida para chegar ao orgasmo (A)
. Algum risco (E)
. Diversidade total de experiências e periodicidade diária (F)
. Binóculos (G)
Resultados
Some as letras obtidas como resultado das suas respostas. Uma maioria de determinada letra corresponde ao seu tipo erótico. Confira em baixo, clicando no seu caso!
A Fantasista - A
A Romântica - B
A Submissa - C
A Dominadora - D
A Viciada em Risco - E
A Exploradora - F
A Voyeur - G
http://activa.aeiou.pt/artigo.aspx?contentid=ECD38421-8394-447F-ABE3-9605084F40A4&channelid=28163CDE-41A1-455D-8D64-8B8CE98C3628
Faça o teste, descubra a fera que se esconde na sua libido e quem são as melhores apostas para uma relação quente entre lençóis.
Catarina Fonseca/Activa | 23 Abr. 2011
1 - Nas suas fantasias eróticas, a estrela costuma ser:
. Uma paixão antiga ou mesma pessoa com quem fantasio há anos (A)
. O herói que me salva do perigo (B)
. Alguém que me prenda à cama e me dê instruções durante o sexo (C)
. Alguém que saiba receber ordens (D)
. O meu dentista/chefe/psicólogo/contabilista (E)
. Alguém capaz de um sexo oral digno de um Oscar (F)
. O meu vizinho de cima; faz tanto barulho durante o sexo que deve ser uma fera na cama (G)
2- A literatura erótica é...
. Demasiado previsível (E)
. Demasiado selvagem (B)
. Demasiado lamechas (D)
. Óptima, sobretudo se falarmos de ‘A História de O' (C)
. Boa para me imaginar nos cenários descritos (A)
. Uma óptima forma de saber como é que os outros fazem sexo (G)
. Uma excelente fonte de ideias para pôr em prática (F)
3- O amante ideal é...
. Aquele que mais me faz lembrar o Conde Almasy (Ralph Fiennes) de ‘O Paciente Inglês'... tirando a fase das queimaduras de terceiro grau (A)
. Aquele que me protege e pensa nas minhas necessidades (B)
. Está sempre disponível para mim e para me agradar (D)
. Inicia e toma conta do acto sexual (C)
. Não se importa com o telescópio que tenho apontado à janela do quarto dos vizinhos (G)
. Faz sexo, pelo menos, três vezes por dia... todos os dias (F)
. Recebe com agrado a sugestão de fazer amor num local público (E)
4 - O objecto imprescindível ao lado da sua cama:
. Um romance fantástico em cujas páginas me possa perder (A)
. Um despertador (B)
. Um brinquedo erótico movido a pilhas, com cinco velocidades e mais acessórios que um canivete suíço (F)
. Um lenço para ser amarrada e uma venda para os olhos (C)
. Algemas ou cera quente, para usar nele (D)
. Um caderno com os números de telefone dos ex-namorados das amigas (E)
. O telecomando do DVD para poder assistir aos meus filmes eróticos preferidos (G)
5 - O perigo pode ser excitante se...
. Acontecer aos outros. (G)
. Só existir nas minhas fantasias eróticas; quando é a sério não acho piada (A)
. For salva dele pelo homem dos meus sonhos (B)
. Se estiver a ser controlado pelo meu parceiro (C)
. Se for eu a expor outros a ele (D)
. A recompensa para me safar dele for um vale de desconto na sex shop (F)
. Em qualquer circunstância! (E)
6 - Num baile de máscaras vai disfarçada...
. De Cleópatra (A)
. De princesa (B)
. De dominatrix (D)
. De Jezabel (F)
. Lara Croft (E)
. Camuflada nos tons da parede, para poder observar todos sem ser reconhecida (G)
. De algo que ligue bem com a fantasia do meu parceiro (C)
7 - O primeiro encontro ideal inclui:
. Uma conversa sobre os meus filmes e livros preferidos. (A)
. Vinho tinto, troca de confidência e a declaração "Onde estiveste durante todo este tempo?" (B)
. Pistas sobre os gostos e preferências dele (C)
. Ele a pedir-me "Faz de mim o que quiseres" (D)
. A descrição sobre uma prática sexual de que nunca ouvi falar (F)
. Uma ida a um peep show - sempre quis experimentar (G)
. Bungee-jumping, parapente ou uma descida de rafting (E)
8 - O seu desejo sobe de tom quando ele lhe mostra:
. Um anel de noivado (B)
. Um bilhete de avião para experimentarem as noites quentes de Marraquexe (A)
. Não se sentir diminuído pela minha personalidade forte e exigente (D)
. Uma caixa cheia de acessórios eróticos que tenciona experimentar em mim (C)
. Muita vontade de se fechar comigo em casa, no fim-de-semana, para uma Maratona Kamasutra (F)
. A muito estimada colecção de pornografia dele (G)
. A cabine de provas da boutique onde tenciona ter um ‘rapidinha' (E)
9 - Ganhou uma viagem à Arábia Saudita. Está excitada porque:
. Ouvi dizer que os homens lá têm pulso de ferro e gostaria de saber como se comportam socialmente as mulheres (C)
. Ouvi dizer que lá os homens têm pulso de ferro e gostaria imenso de lhes provar como estão errados (D)
. É óptima oportunidade para conhecer gente nova e novos costumes sexuais (F)
. Estou curiosa por saber se todos os homens têm tanto sex appeal como o Omar Sharif em ‘Lawrence da Arábia' (A)
. Tenho um plano infalível: vestir-me de homem para poder entrar nos mesmos locais e fazer as mesmas coisas que eles (E)
. Já me imagino num luxuoso harém, a observar todas as tórridas cenas de sexo que lá se passam (G)
. Vou ter uma lua-de-mel escaldante e o meu companheiro está lá para se certificar que nada de mal me acontece (B)
10 - Sexo escaldante tem de envolver:
. Amor (B)
. Restrições e instruções precisas (C)
. Poder (D)
. Pensar na minha fantasia preferida para chegar ao orgasmo (A)
. Algum risco (E)
. Diversidade total de experiências e periodicidade diária (F)
. Binóculos (G)
Resultados
Some as letras obtidas como resultado das suas respostas. Uma maioria de determinada letra corresponde ao seu tipo erótico. Confira em baixo, clicando no seu caso!
A Fantasista - A
A Romântica - B
A Submissa - C
A Dominadora - D
A Viciada em Risco - E
A Exploradora - F
A Voyeur - G
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"Sexo? Oh Não!": o que fazer quando não há vontade
"Sexo? Oh Não!": o que fazer quando não há vontade
São independentes, têm confiança em si mesmas e ousadia suficiente para dizer o que gostam (ou não) na cama. O problema surge quando a vontade não chega… nunca. O que fazer quando a falta de desejo sexual é uma constante. Por Mafalda Galamas
Mafla | 28 Abr. 2011
Ana Teles, 39 anos, namorou dois anos e está casada há seis, tem uma relação feliz mas a sua falta de desejo sexual impede-a de viver o casamento na sua plenitude. Não está sozinha, 35% das mulheres portuguesas sofrem de desejo sexual hipoativo, segundo o primeiro estudo nacional sobre a prevalência de disfunções sexuais femininas, realizado pela Sociedade Portuguesa de Andrologia. E a incidência pode mesmo ser maior. Pedro Nobre, presidente da Sociedade Portuguesa de Sexologia, aponta para os 47%.
Fomos saber, afinal, o que está por detrás deste problema, que se manifesta tanto na dificuldade de iniciar um relacionamento íntimo como na incapacidade de reagir aos avanços do parceiro. É a disfunção sexual feminina que mais leva os casais a pedirem ajuda médica.
Um conflito interno
"Nunca tive uma vida sexual muito satisfatória e o problema agravou-se depois me casar. Estou agora a passar por aquilo que antes criticava naquelas mulheres que assumiam a sua falta de desejo sexual e as desculpas que davam aos parceiros", conta Ana. "A verdade é que nos últimos tempos senti uma quebra no entusiasmo, acentuada pelas dificuldades e tarefas quotidianas, o cuidar dos filhos, o trabalho, entre outros…Quando chego à cama, quero é dormir! Não há desejo que resista a tanto cansaço, por muito que eu tente combater o problema."
A reação do marido não tem sido a melhor. "Fica zangado, diz-me que é um homem novo, que precisa de atenção, e até já discutimos. Durante uns tempos tentei mostrar-me mais motivada, mas rapidamente voltámos ao mesmo, é uma luta diária."
Sinais de alerta
A mulher começa a perceber que não está disponível para o sexo e vai arranjando justificações que o parceiro entende. Mas quando estas se prolongam por tempo indeterminado o problema passa a ser mais evidente. Marta Crawford explica-nos que são mulheres que acreditam tratar-se apenas de uma fase, que quando chegarem as férias a situação melhorará e vão arrastando o problema. Mais tarde, começam a ter vergonha de falar no assunto e a sentirem-se pressionadas pelo parceiro. "É geralmente assim, que começa por manifestar-se o desejo sexual hipoactivo feminino. A sexualidade passa a ser vivida como algo negativo, provocando ansiedade, angústia e irritação, o que afeta a relação. É um erro pensar que o casal consegue resolver o problema sozinho, pois a verdade é que entra num ciclo vicioso e não sai dali", continua a especialista em sexologia.
Inês Madureira, psicóloga clínica no British Hospital Lisbon XXI, explica-
-nos ainda que esta falta de desejo pode provocar sentimentos de angústia e receio. A mulher tem medo de perder o companheiro por não lhe conseguir explicar as razões desta inibição sexual, uma vez que os seus sentimentos por ele não estão em causa.
As causas mais comuns
"As causas podem ser diversas, mas é importante referir a distinção entre inibição sexual primária (quando a pessoa nunca sentiu muito desejo ou interesse sexual) e secundária (quando a pessoa costumava ter desejo sexual, mas perdeu o interesse)", alerta Inês Madureira. O primeiro caso pode estar associado a atitudes negativas em relação ao sexo ou a experiências sexuais traumáticas, como abuso sexual, doenças físicas, efeitos secundários de alguns medicamentos, deficiências hormonais ou depressão. "Quem está deprimido pode não ter desejo sexual, ou estar tão fragilizado emocionalmente que não consegue ter prazer nas relações", explica a psicóloga.
Já as causas do segundo tipo de falta de desejo sexual são habitualmente, problemas relacionais: um dos parceiros não se sente emocionalmente próximo do outro; existem dificuldades de comunicação, conflitos mal resolvidos que levam à perda de confiança no parceiro, ou falta de tempo para momentos de íntimos. O stresse excessivo e a rotina podem também agravar a falta de desejo sexual.
Marta Crawford vai mais além: "A verdade é que nós, mulheres, somos muito mais vulneráveis ao que nos rodeia. O homem consegue olhar para o sexo de forma mais descontraída e é mais recetivo aos estímulos, ao contrário da mulher, que precisa de estar disponível, calma e perceber que o parceiro está realmente interessado nela."
A queda de um mito
Mas este não é só um problema que afeta as mulheres. O termo frigidez está em desuso e a ideia que a falta de desejo sexual ocorre sobretudo em mulheres e que o homem está sempre ‘disponível’ está também a morrer. Na última década assistimos a um aumento de disfunções sexuais nos homens. "Isso tem graves consequências e leva a uma série de desconfianças: Será que ele está envolvido com outra pessoa? Tem alguma doença grave? As mulheres chegam mesmo a pôr em causa a orientação sexual do parceiro. Há aqui uma diferença na forma como homens e mulheres encaram o problema: eles acreditam mais facilmente que ela está deprimida ou a passar por outro problema psicológico", afirma Marta Crawford.
Apoio especializado
São cada vez mais os casais que procuram ‘atacar’ o problema antes de entrarem em crise conjugal. Uma vez na consulta, o médico (clínica geral) vai tentar perceber a origem do problema.Se for uma questão orgânica, é necessário o re-encaminhamento para um ginecologista ou endocrinologista. Começa-se sempre por uma análise endocrinológica, para verificar se existe algum desequilíbrio hormonal, nomeadamente de estrogéneo. "São casos relativamente fáceis de tratar, com medicação por via oral. Noutras vezes, verifica-se que a pílula está a gerar uma diminuição da libido ou que a paciente está a tomar antidepressivos com efeitos secundários sobre o desejo."
Ana Teles consultou um médico, que não descobriu qualquer desequilíbrio hormonal. "O médico receitou-me apenas uns patch de gel transgénico (carteirinhas), para aplicar no braço 30 minutos antes de ter relações com o meu marido, para aumentar a libido." A situação melhorou, mas Ana queixa-se que a solução requer um planeamento que retira qualquer espontaneidade à relação sexual.
Se o resultado da análise endocrinológica apresentar valores equilibrados, o problema passa a ter de ser tratado em terapia sexual: "Entramos no campo psicológico." Marta Crawford dá o exemplo do vaginismo, que reside no medo intenso de dor durante a penetração. Uma terapia pode variar entre 6 a 7 sessões em cada 15 dias durante 3 meses. "Tento que os casais funcionem sensorialmente (com carícias, por exemplo) para se aproximarem. O objetivo é uma reaproximação antes da relação sexual propriamente dita. É importante que saiam mais vezes os dois sozinhos, que façam surpresas um ao outro ou comprem brinquedos eróticos, que não se pressionem e que deixem de ter um sexo tão genital, passando a mais sensorial. Outro método terapêutico consiste em recorrer à utilização de dilatadores – um kit com objetos em forma de pénis com vários tamanhos para o casal ir treinando. É um reforço positivo para preparar a mulher para a penetração", conclui a especialista em sexologia.
http://activa.aeiou.pt/artigo.aspx?channelid=28163CDE-41A1-455D-8D64-8B8CE98C3628&contentid=76FE85F0-D309-48EE-926A-2071067023DF
São independentes, têm confiança em si mesmas e ousadia suficiente para dizer o que gostam (ou não) na cama. O problema surge quando a vontade não chega… nunca. O que fazer quando a falta de desejo sexual é uma constante. Por Mafalda Galamas
Mafla | 28 Abr. 2011
Ana Teles, 39 anos, namorou dois anos e está casada há seis, tem uma relação feliz mas a sua falta de desejo sexual impede-a de viver o casamento na sua plenitude. Não está sozinha, 35% das mulheres portuguesas sofrem de desejo sexual hipoativo, segundo o primeiro estudo nacional sobre a prevalência de disfunções sexuais femininas, realizado pela Sociedade Portuguesa de Andrologia. E a incidência pode mesmo ser maior. Pedro Nobre, presidente da Sociedade Portuguesa de Sexologia, aponta para os 47%.
Fomos saber, afinal, o que está por detrás deste problema, que se manifesta tanto na dificuldade de iniciar um relacionamento íntimo como na incapacidade de reagir aos avanços do parceiro. É a disfunção sexual feminina que mais leva os casais a pedirem ajuda médica.
Um conflito interno
"Nunca tive uma vida sexual muito satisfatória e o problema agravou-se depois me casar. Estou agora a passar por aquilo que antes criticava naquelas mulheres que assumiam a sua falta de desejo sexual e as desculpas que davam aos parceiros", conta Ana. "A verdade é que nos últimos tempos senti uma quebra no entusiasmo, acentuada pelas dificuldades e tarefas quotidianas, o cuidar dos filhos, o trabalho, entre outros…Quando chego à cama, quero é dormir! Não há desejo que resista a tanto cansaço, por muito que eu tente combater o problema."
A reação do marido não tem sido a melhor. "Fica zangado, diz-me que é um homem novo, que precisa de atenção, e até já discutimos. Durante uns tempos tentei mostrar-me mais motivada, mas rapidamente voltámos ao mesmo, é uma luta diária."
Sinais de alerta
A mulher começa a perceber que não está disponível para o sexo e vai arranjando justificações que o parceiro entende. Mas quando estas se prolongam por tempo indeterminado o problema passa a ser mais evidente. Marta Crawford explica-nos que são mulheres que acreditam tratar-se apenas de uma fase, que quando chegarem as férias a situação melhorará e vão arrastando o problema. Mais tarde, começam a ter vergonha de falar no assunto e a sentirem-se pressionadas pelo parceiro. "É geralmente assim, que começa por manifestar-se o desejo sexual hipoactivo feminino. A sexualidade passa a ser vivida como algo negativo, provocando ansiedade, angústia e irritação, o que afeta a relação. É um erro pensar que o casal consegue resolver o problema sozinho, pois a verdade é que entra num ciclo vicioso e não sai dali", continua a especialista em sexologia.
Inês Madureira, psicóloga clínica no British Hospital Lisbon XXI, explica-
-nos ainda que esta falta de desejo pode provocar sentimentos de angústia e receio. A mulher tem medo de perder o companheiro por não lhe conseguir explicar as razões desta inibição sexual, uma vez que os seus sentimentos por ele não estão em causa.
As causas mais comuns
"As causas podem ser diversas, mas é importante referir a distinção entre inibição sexual primária (quando a pessoa nunca sentiu muito desejo ou interesse sexual) e secundária (quando a pessoa costumava ter desejo sexual, mas perdeu o interesse)", alerta Inês Madureira. O primeiro caso pode estar associado a atitudes negativas em relação ao sexo ou a experiências sexuais traumáticas, como abuso sexual, doenças físicas, efeitos secundários de alguns medicamentos, deficiências hormonais ou depressão. "Quem está deprimido pode não ter desejo sexual, ou estar tão fragilizado emocionalmente que não consegue ter prazer nas relações", explica a psicóloga.
Já as causas do segundo tipo de falta de desejo sexual são habitualmente, problemas relacionais: um dos parceiros não se sente emocionalmente próximo do outro; existem dificuldades de comunicação, conflitos mal resolvidos que levam à perda de confiança no parceiro, ou falta de tempo para momentos de íntimos. O stresse excessivo e a rotina podem também agravar a falta de desejo sexual.
Marta Crawford vai mais além: "A verdade é que nós, mulheres, somos muito mais vulneráveis ao que nos rodeia. O homem consegue olhar para o sexo de forma mais descontraída e é mais recetivo aos estímulos, ao contrário da mulher, que precisa de estar disponível, calma e perceber que o parceiro está realmente interessado nela."
A queda de um mito
Mas este não é só um problema que afeta as mulheres. O termo frigidez está em desuso e a ideia que a falta de desejo sexual ocorre sobretudo em mulheres e que o homem está sempre ‘disponível’ está também a morrer. Na última década assistimos a um aumento de disfunções sexuais nos homens. "Isso tem graves consequências e leva a uma série de desconfianças: Será que ele está envolvido com outra pessoa? Tem alguma doença grave? As mulheres chegam mesmo a pôr em causa a orientação sexual do parceiro. Há aqui uma diferença na forma como homens e mulheres encaram o problema: eles acreditam mais facilmente que ela está deprimida ou a passar por outro problema psicológico", afirma Marta Crawford.
Apoio especializado
São cada vez mais os casais que procuram ‘atacar’ o problema antes de entrarem em crise conjugal. Uma vez na consulta, o médico (clínica geral) vai tentar perceber a origem do problema.Se for uma questão orgânica, é necessário o re-encaminhamento para um ginecologista ou endocrinologista. Começa-se sempre por uma análise endocrinológica, para verificar se existe algum desequilíbrio hormonal, nomeadamente de estrogéneo. "São casos relativamente fáceis de tratar, com medicação por via oral. Noutras vezes, verifica-se que a pílula está a gerar uma diminuição da libido ou que a paciente está a tomar antidepressivos com efeitos secundários sobre o desejo."
Ana Teles consultou um médico, que não descobriu qualquer desequilíbrio hormonal. "O médico receitou-me apenas uns patch de gel transgénico (carteirinhas), para aplicar no braço 30 minutos antes de ter relações com o meu marido, para aumentar a libido." A situação melhorou, mas Ana queixa-se que a solução requer um planeamento que retira qualquer espontaneidade à relação sexual.
Se o resultado da análise endocrinológica apresentar valores equilibrados, o problema passa a ter de ser tratado em terapia sexual: "Entramos no campo psicológico." Marta Crawford dá o exemplo do vaginismo, que reside no medo intenso de dor durante a penetração. Uma terapia pode variar entre 6 a 7 sessões em cada 15 dias durante 3 meses. "Tento que os casais funcionem sensorialmente (com carícias, por exemplo) para se aproximarem. O objetivo é uma reaproximação antes da relação sexual propriamente dita. É importante que saiam mais vezes os dois sozinhos, que façam surpresas um ao outro ou comprem brinquedos eróticos, que não se pressionem e que deixem de ter um sexo tão genital, passando a mais sensorial. Outro método terapêutico consiste em recorrer à utilização de dilatadores – um kit com objetos em forma de pénis com vários tamanhos para o casal ir treinando. É um reforço positivo para preparar a mulher para a penetração", conclui a especialista em sexologia.
http://activa.aeiou.pt/artigo.aspx?channelid=28163CDE-41A1-455D-8D64-8B8CE98C3628&contentid=76FE85F0-D309-48EE-926A-2071067023DF
"Admiro muito meu filho pela coragem que ele sempre teve", diz mãe de travesti
Quarta-feira, 27 de abril de 2011 - 18h17 Última atualização, 27/04/2011 - 18h37
"Admiro muito meu filho pela coragem que ele sempre teve", diz mãe de travesti
Tatiane Moreno
entretenimento@eband.com.br
Antes de Marcelo nascer, a enfermeira Magali Regina Reis, 47 anos, podia jurar que estava grávida de uma menina.
A gestação foi bem tranquila. Segundo ela, a complicação só apareceu na hora do parto, quando teve eclampsia, a famosa crise de hipertensão, que fez com que mãe e filho fosse obrigados a passar vários dias na UTI (Unidade de Terapia Intensiva). “Depois que recebeu alta ele ficou bem. O Marcelo sempre foi uma criança muito saudável e bonita até os 4 anos. A partir daí começaram as crises de asma, bronquite, e ele acabou emagrecendo bastante”, lembra.
Já na infância, Magali percebeu que o filho era muito retraído e tinha um jeito afeminado, que ficou ainda mais aparente com a chegada de sua irmã. “Ele ficou muito apaixonado pela Bruna, pelas coisinhas dela, então, quando fez 8 anos, decidi levá-lo pela primeira vez a um psicólogo. Ele adorava brincar de boneca, gostava da Xuxa, desenhava florzinhas no caderno e tudo isso quando ainda era muito novinho, ou seja, não tinha qualquer malícia sobre o que estava fazendo”.
Durante conversa com os pais de Marcelo, a médica disse abertamente que o menino tinha fortes traços e tendências de homossexualidade e que eles teriam de aprender a conviver com isso.
“Não vou dizer que não foi um choque. É muito difícil você lidar com a questão da homossexualidade, não por você, mas por todo o preconceito que você sabe que o seu filho vai sofrer. Tanto é que só comecei a deixá-lo sair de casa com 18 anos porque tinha muito medo de alguém bater, machucar ou fazer alguma maldade na rua. E também eu tinha aquele sentimento de negação, de não querer enxergar”.
Com o tempo, ela decidiu dar um basta ao sofrimento e passou a olhar o filho de uma outra forma. “A partir do momento que comecei a aceitar que ele era assim mesmo, que era meu filho, e eu tinha de amá-lo e respeitá-lo da forma que fosse o martírio acabou”, conta.
Marcelo, por sua vez, nunca precisou sentar com os pais para explicar sua orientação sexual. “É engraçado que o pai dele sempre aceitou muito mais do que eu. Quando o Marcelo começou a se vestir de mulher para mim foi muito mais difícil do que para o meu marido. Eu já ficava mais incomodada, tinha um pouco mais de vergonha e não gostava que as pessoas perguntassem na rua, acho que até pelo fato de ser professora e conhecer muita gente”, explica Magali.
Apesar disso, a relação de amor e carinho nunca deu lugar ao preconceito. Mesmo com a dificuldade de lidar com o assunto no início, Magali soube superar seu constrangimento. “Acho que o próprio Marcelo não escolheria isso para a vida dele porque muitas portas se fecham em relação ao trabalho, ao respeito. Meu filho é muito inteligente, é formado, pós-graduado, mas sempre enfrentou dificuldades para arrumar emprego justamente por conta das opções que escolheu seguir. O fato de ser gay não faz dele uma pessoa melhor ou pior do que ninguém, apenas diferente”, ressalta a mãe.
Dentro de casa, Marcelo sempre foi tratado igual aos outros dois irmãos, Bruna e Eduardo, de 23 e 22 anos, respectivamente. “O Marcelo é muito bem resolvido, sempre assumiu as coisas de peito aberto e nunca teve vergonha dele mesmo. Nunca precisei enganar ninguém como vejo por aí muitos homens que são gays, não se assumem, acabam se casando, são infelizes e fazem outras pessoas infelizes. Eu admiro muito meu filho pela coragem que ele sempre teve”, destaca.
A morte de Marcelo e o nacimento de Monique
Em 2007, Marcelo, que é formado em Jornalismo, tomou uma decisão que para ele é irreversível: decidiu se assumir como mulher 24 horas por dia e, desde então, nunca mais usou uma roupa masculina.
“O Marcelo, na verdade, morreu, você está falando com a Monique [nome escolhido em homenagem à apresentadora Monique Evans, de quem é fã]. Criei a Monique em 2001. Até 2007 ela era uma vampira, só existia na noite, mas depois disso ganhou vida própria em todas as atitudes, ocasiões e circunstâncias. Sim, eu faço xixi sentadinha”, diverte-se ela que não aceita mais seu nome de batismo. “Meus pais ainda têm dificuldades para me chamar de Monique, então eles falam ‘filha’. Às vezes soltam o outro nome, mas tentam se policiar ao máximo porque sabem que eu não gosto”, diz. "Já meus irmãos e os outros familiares só me chamam de Monique", completa.
Magali admite que quando o filho decidiu mudar a identidade sentiu muito medo do que pudesse acontecer. “Eu sabia que ele enfrentaria mais preconceito ainda, mas quando o Marcelo me disse que era uma pessoa triste e que quando se olhou no espelho, vestido de mulher, se sentiu realizado, eu não tive mais nem o que falar, nem pensar. Para mim o importante é isso: ele se reconhecer e ser feliz”.
Aos 27 anos, Monique viaja por todo o país fazendo shows e eventos e, de vez em quando, ainda encontra tempo para fotografar como modelo. “Meus documentos ainda estão com o nome Marcelo, mas as fotos são atuais, de menina, então em qualquer lugar que eu precise apresentar meu RG as pessoas logo entendem que se trata de uma travesti”, explica.
Clique aqui e veja a galeria de fotos! http://www.band.com.br/diadasmaes/galeria.asp?ID=1000004012
Quando está na casa da família, em Taubaté, no interior de São Paulo, ela tem uma vida normal e um guarda-roupa recheado de roupas, sapatos e maquiagens, como qualquer mulher.
“A gente vai ao salão de beleza, ao shopping, onde ele quiser. Não temos nenhum problema com isso. Quando o Marcelo faz shows eu ajudo a escolher o figurino e a pagar, principalmente, porque as fantasias são sempre muito caras. Dou roupa de mulher para ele no Natal, se vejo algo bonito, extravagante, e acho que é a cara dele eu compro. E se ele um dia quiser fazer uma cirurgia de mudança de sexo eu não só aprovo, como acompanho, ajudo, cuido, faço o que for. Quem sou eu para dizer que não?”, questiona.
Para Monique, Magali não só é sua mãe, como também sua melhor amiga. “Ela é minha vida, meu porto seguro. Temos uma relação de amizade maior do que a relação entre mãe e filha. É a pessoa que procuro para me aconselhar, me ajudar e dividir meus segredos e experiências”, conclui.
http://www.band.com.br/diadasmaes/conteudo.asp?ID=100000422935
"Admiro muito meu filho pela coragem que ele sempre teve", diz mãe de travesti
Tatiane Moreno
entretenimento@eband.com.br
Antes de Marcelo nascer, a enfermeira Magali Regina Reis, 47 anos, podia jurar que estava grávida de uma menina.
A gestação foi bem tranquila. Segundo ela, a complicação só apareceu na hora do parto, quando teve eclampsia, a famosa crise de hipertensão, que fez com que mãe e filho fosse obrigados a passar vários dias na UTI (Unidade de Terapia Intensiva). “Depois que recebeu alta ele ficou bem. O Marcelo sempre foi uma criança muito saudável e bonita até os 4 anos. A partir daí começaram as crises de asma, bronquite, e ele acabou emagrecendo bastante”, lembra.
Já na infância, Magali percebeu que o filho era muito retraído e tinha um jeito afeminado, que ficou ainda mais aparente com a chegada de sua irmã. “Ele ficou muito apaixonado pela Bruna, pelas coisinhas dela, então, quando fez 8 anos, decidi levá-lo pela primeira vez a um psicólogo. Ele adorava brincar de boneca, gostava da Xuxa, desenhava florzinhas no caderno e tudo isso quando ainda era muito novinho, ou seja, não tinha qualquer malícia sobre o que estava fazendo”.
Durante conversa com os pais de Marcelo, a médica disse abertamente que o menino tinha fortes traços e tendências de homossexualidade e que eles teriam de aprender a conviver com isso.
“Não vou dizer que não foi um choque. É muito difícil você lidar com a questão da homossexualidade, não por você, mas por todo o preconceito que você sabe que o seu filho vai sofrer. Tanto é que só comecei a deixá-lo sair de casa com 18 anos porque tinha muito medo de alguém bater, machucar ou fazer alguma maldade na rua. E também eu tinha aquele sentimento de negação, de não querer enxergar”.
Com o tempo, ela decidiu dar um basta ao sofrimento e passou a olhar o filho de uma outra forma. “A partir do momento que comecei a aceitar que ele era assim mesmo, que era meu filho, e eu tinha de amá-lo e respeitá-lo da forma que fosse o martírio acabou”, conta.
Marcelo, por sua vez, nunca precisou sentar com os pais para explicar sua orientação sexual. “É engraçado que o pai dele sempre aceitou muito mais do que eu. Quando o Marcelo começou a se vestir de mulher para mim foi muito mais difícil do que para o meu marido. Eu já ficava mais incomodada, tinha um pouco mais de vergonha e não gostava que as pessoas perguntassem na rua, acho que até pelo fato de ser professora e conhecer muita gente”, explica Magali.
Apesar disso, a relação de amor e carinho nunca deu lugar ao preconceito. Mesmo com a dificuldade de lidar com o assunto no início, Magali soube superar seu constrangimento. “Acho que o próprio Marcelo não escolheria isso para a vida dele porque muitas portas se fecham em relação ao trabalho, ao respeito. Meu filho é muito inteligente, é formado, pós-graduado, mas sempre enfrentou dificuldades para arrumar emprego justamente por conta das opções que escolheu seguir. O fato de ser gay não faz dele uma pessoa melhor ou pior do que ninguém, apenas diferente”, ressalta a mãe.
Dentro de casa, Marcelo sempre foi tratado igual aos outros dois irmãos, Bruna e Eduardo, de 23 e 22 anos, respectivamente. “O Marcelo é muito bem resolvido, sempre assumiu as coisas de peito aberto e nunca teve vergonha dele mesmo. Nunca precisei enganar ninguém como vejo por aí muitos homens que são gays, não se assumem, acabam se casando, são infelizes e fazem outras pessoas infelizes. Eu admiro muito meu filho pela coragem que ele sempre teve”, destaca.
A morte de Marcelo e o nacimento de Monique
Em 2007, Marcelo, que é formado em Jornalismo, tomou uma decisão que para ele é irreversível: decidiu se assumir como mulher 24 horas por dia e, desde então, nunca mais usou uma roupa masculina.
“O Marcelo, na verdade, morreu, você está falando com a Monique [nome escolhido em homenagem à apresentadora Monique Evans, de quem é fã]. Criei a Monique em 2001. Até 2007 ela era uma vampira, só existia na noite, mas depois disso ganhou vida própria em todas as atitudes, ocasiões e circunstâncias. Sim, eu faço xixi sentadinha”, diverte-se ela que não aceita mais seu nome de batismo. “Meus pais ainda têm dificuldades para me chamar de Monique, então eles falam ‘filha’. Às vezes soltam o outro nome, mas tentam se policiar ao máximo porque sabem que eu não gosto”, diz. "Já meus irmãos e os outros familiares só me chamam de Monique", completa.
Magali admite que quando o filho decidiu mudar a identidade sentiu muito medo do que pudesse acontecer. “Eu sabia que ele enfrentaria mais preconceito ainda, mas quando o Marcelo me disse que era uma pessoa triste e que quando se olhou no espelho, vestido de mulher, se sentiu realizado, eu não tive mais nem o que falar, nem pensar. Para mim o importante é isso: ele se reconhecer e ser feliz”.
Aos 27 anos, Monique viaja por todo o país fazendo shows e eventos e, de vez em quando, ainda encontra tempo para fotografar como modelo. “Meus documentos ainda estão com o nome Marcelo, mas as fotos são atuais, de menina, então em qualquer lugar que eu precise apresentar meu RG as pessoas logo entendem que se trata de uma travesti”, explica.
Clique aqui e veja a galeria de fotos! http://www.band.com.br/diadasmaes/galeria.asp?ID=1000004012
Quando está na casa da família, em Taubaté, no interior de São Paulo, ela tem uma vida normal e um guarda-roupa recheado de roupas, sapatos e maquiagens, como qualquer mulher.
“A gente vai ao salão de beleza, ao shopping, onde ele quiser. Não temos nenhum problema com isso. Quando o Marcelo faz shows eu ajudo a escolher o figurino e a pagar, principalmente, porque as fantasias são sempre muito caras. Dou roupa de mulher para ele no Natal, se vejo algo bonito, extravagante, e acho que é a cara dele eu compro. E se ele um dia quiser fazer uma cirurgia de mudança de sexo eu não só aprovo, como acompanho, ajudo, cuido, faço o que for. Quem sou eu para dizer que não?”, questiona.
Para Monique, Magali não só é sua mãe, como também sua melhor amiga. “Ela é minha vida, meu porto seguro. Temos uma relação de amizade maior do que a relação entre mãe e filha. É a pessoa que procuro para me aconselhar, me ajudar e dividir meus segredos e experiências”, conclui.
http://www.band.com.br/diadasmaes/conteudo.asp?ID=100000422935
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Ya te puedes inscribir al Master de Sexología
Ya te puedes inscribir al Master de Sexología
Redacción - lunes 25 de abril de 2011 a las 12:33 horas
Abierto el plazo para la reserva de plaza en el Máster de Sexología: educación y asesoramiento sexual, en convenio con la Universidad de Alcalá.
Desde su fundación en 1975, el Instituto de Sexología (in.ci.sex.) ha tenido como objetivo ser un Centro de formación, documentación e investigación en Sexología de carácter superior, es decir, de postgrado y de tercer ciclo universitario. Para ello ha ido constituyendo su infraestructura en Profesorado, Biblioteca, Documentación, Investigación, Publicaciones, Programas y Seminarios.
Su soporte, como punto de partida, es la Sexología substantiva, construída con el recurso a la interdisciplinaridad y la acentuación prioritaria de su elaboración articulada como campo específico propio, siguiendo los criterios en uso y al mismo nivel que cualquiera de las otras disciplinas científicas y profesionales.
Esta es la base de su programación académica que desde 1993 se realiza con la Universidad de Alcalá constituyendo los Estudios Universitarios de Postgrado en Sexología.
Dicho Master comienza en Octubre de 2011 y tiene una duración de dos años académicos y consta de 60 créditos europeos. Puede cursarse de forma presencial durante un fin de semana al mes o bien de forma virtual con clases virtuales semanales.
El objetivo de este programa es la entrada sistemática y organizada en el campo teórico y profesional de la sexología y, desde él, la capacitación teórico-práctica para la intervención educativa y de asesoramiento en sus diversas formas.
El único requisito es la titulación universitaria. En la web www.sexologiaenincisex.com se pueden ver las fechas del Master y si, quieres información ampliada puedes dirigirte a la Secretaría de Incisex (c/ Vinaroz 16, 28002, Madrid) enviar un mail solicitando información a incisex@incisex.com o bien llamar al teléfono 914163920.
http://www.diariodealcala.es/articulo/general/7285/ya-te-puedes-inscribir-al-master-de-sexologia
Redacción - lunes 25 de abril de 2011 a las 12:33 horas
Abierto el plazo para la reserva de plaza en el Máster de Sexología: educación y asesoramiento sexual, en convenio con la Universidad de Alcalá.
Desde su fundación en 1975, el Instituto de Sexología (in.ci.sex.) ha tenido como objetivo ser un Centro de formación, documentación e investigación en Sexología de carácter superior, es decir, de postgrado y de tercer ciclo universitario. Para ello ha ido constituyendo su infraestructura en Profesorado, Biblioteca, Documentación, Investigación, Publicaciones, Programas y Seminarios.
Su soporte, como punto de partida, es la Sexología substantiva, construída con el recurso a la interdisciplinaridad y la acentuación prioritaria de su elaboración articulada como campo específico propio, siguiendo los criterios en uso y al mismo nivel que cualquiera de las otras disciplinas científicas y profesionales.
Esta es la base de su programación académica que desde 1993 se realiza con la Universidad de Alcalá constituyendo los Estudios Universitarios de Postgrado en Sexología.
Dicho Master comienza en Octubre de 2011 y tiene una duración de dos años académicos y consta de 60 créditos europeos. Puede cursarse de forma presencial durante un fin de semana al mes o bien de forma virtual con clases virtuales semanales.
El objetivo de este programa es la entrada sistemática y organizada en el campo teórico y profesional de la sexología y, desde él, la capacitación teórico-práctica para la intervención educativa y de asesoramiento en sus diversas formas.
El único requisito es la titulación universitaria. En la web www.sexologiaenincisex.com se pueden ver las fechas del Master y si, quieres información ampliada puedes dirigirte a la Secretaría de Incisex (c/ Vinaroz 16, 28002, Madrid) enviar un mail solicitando información a incisex@incisex.com o bien llamar al teléfono 914163920.
http://www.diariodealcala.es/articulo/general/7285/ya-te-puedes-inscribir-al-master-de-sexologia
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