sexta-feira, 15 de abril de 2011
Fique Atento: 3 Dicas básicas para uma vida de sexo saudável e prazerosa
1. SEXO NÃO SE NASCE SABENDO, APRENDA COM SEU CORPO!
Uma das maiores causas de problemas sexuais está na desinformação e na falta de conhecimento do próprio corpo. Se não sei como reajo ao estímulo sexual, quais partes de mim são mais sensíveis ao toque, como poderei tirar maior prazer de mim mesmo e de um parceiro? Busque orientação especializada! Em algum momento, na sua intimidade, vasculhe seu corpo, observe-se no espelho, compare os pontos de seu corpo que mais lhe provocam sensações prazerosas. Para ensinar um parceiro a lhe dar satisfação, é necessário que você o ensine. Não há vergonha alguma em aprender. Geralmente o processo de descoberta e de aprendizado por si só já é bastante afrodisíaco.
2. NÃO FOCALIZE SUA ATENÇÃO NO ORGASMO E SIM, NAS SENSAÇÕES!
Se você inicia um envolvimento sexual ansiando logo pelo prazer final, há uma grande probabilidade de haver, cedo ou tarde, alguma forma de frustração, sua e/ou de seu parceiro. A rotina impera! O objetivo passa a ser o fim, e não o meio. No sexo, as coisas não funcionam assim. O orgasmo é o coroamento de um relacionamento sexual, muito desejado, necessário, mas não indispensável em todos os momentos. Por vezes, experimente gratificar seu parceiro, dar-lhe boas sensações, prorrogar ao máximo o clímax dele. Deixe passar essa vez, adie para o próximo encontro. É, sem dúvida, um tempero importante para resgatar o desejo em um casal.
3. O RISCO COMO AFRODISÍACO: LIMITES PARA A SAÚDE SEXUAL
Buscar sexo em situações proibidas e de risco é uma via de duas mãos. Sabemos que o medo de leve intensidade pode estimular o desejo sexual. No entanto, qual é o limite de exposição a um risco, e em que circunstâncias devemos interromper a atividade sexual para não sofrermos danos?
Você não Sabe a Resposta!
A Fantasia é um substituto eficaz e seguro para a pessoa que precisa de riscos e proibições para se estimular sexualmente. Fantasie junto com seu parceiro, crie histórias, não há limites para os sonhos. Mas envolva-se sexualmente com segurança. O uso de condom (camisinha) e de algum outro método contraceptivo é de vital importância para a prevenção a danos. Não produza preocupações desnecessárias (já bastam as que vêm espontaneamente).
A tensão desvia o prazer.
Fonte:http://www.abcdasaude.com.br/
http://oitentagraus2.blogspot.com/2011/04/fique-atento-3-dicas-basicas-para-uma.html
sábado, 30 de abril de 2011
7 Mentiras sobre homens e sexo
sábado, 16 de abril de 2011
7 Mentiras sobre homens e sexo
Quantas vezes você já ouviu "era enooorme" ou 'fizemos sexo por quatro horas seguidas'? Conheça algumas mentiras que os homens contam sobre sexo
1. Os homens estão sempre com tesão
Há um milhão de motivos pelos quais seu amado pode querer ficar longe da cama - e eles não têm necessariamente relação com a atração que sente por você. A ansiedade por uma promoção no trabalho e até o fracasso do time de futebol podem ter efeito apaga-fogo.
2. Pés grandes = pênis grande
Se alguém calça 44, todo o resto vai ser proporcionalmente grande, certo? Não! Pesquisadores da universidade inglesa College London decidiram tirar a prova - e as medidas. O que descobriram? Nenhuma relação entre o tamanho das meias e o da camisinha. Nem pés nem mãos.
3. Eles querem mais sexo do que nós
Uma possível origem dessa lenda é o fato de os homens estarem interessados em sexo de maneira mais constante, enquanto somos afetadas por mudanças hormonais. Eles também atingem o pico de vigor sexual mais cedo, o que pode causar descompasso a certa altura do campeonato. Por isso é cada vez mais comum ver mulheres mais velhas dividindo a cama com parceiros mais jovens.
4. O pênis deve ter mais de 15 centímetros
Cuidado para não cair na propaganda enganosa. Embora metade dos brasileiros acredite nessa farsa, a média nacional é quase um Playmobil comparado a ela: 9,5 (14 em ereção).
5. Eles nunca fingem orgasmo
Claro que para os homens é mais difícil esconder a evidência - ou a falta dela. Mas 26% deles fingem, sim, segundo a pesquisa Sexualidade dos Brasileiros, do Instituto Datafolha. 'A confusão existe porque a resposta sexual masculina começa com a ereção', explica a sexóloga Maria Luiza Cruvinel Moretti, de São Paulo. Mas ela significa apenas que as terminações nervosas do pênis foram estimuladas. 'O orgasmo é a etapa seguinte, quando ocorrem pulsações e contrações', completa. Portanto, um homem pode, sim, simular o clímax. E pelo mesmo motivo que as mulheres: terminar o ato mais cedo sem ferir seus sentimentos.
6. Preliminares não são para eles
Os mais jovens até costumam dispensá-las por medo de ejaculação precoce, mas a maioria ama um ensaio antes da estreia. "Os homens adoram criar tensão gradualmente", afirma a psicoterapeuta britânica Paula Hall.
7. Eles só ficam excitados se a calcinha for sexy
Não é das vermelhas que eles gostam mais. Uma marca inglesa de produtos de lavanderia entrevistou mais de mil homens e chegou à cor campeã de elogios: a preta. Mas o que realmente os deixa excitados é a variedade. Modelos diferentes permitem que seu gato se sinta fazendo sexo cada vez com um tipo de mulher (fetiche!). Claro, quando há tesão, a coisa vai com qualquer modelo. Mas, mesmo que seu marido adore sua calcinha fio dental, se a vir sempre vai acabar entediado. É como provar o mesmo cereal toda manhã.
Fonte: http://mdemulher.abril.com.br/
http://oitentagraus2.blogspot.com/2011/04/7-mentiras-sobre-homens-e-sexo.html
7 Mentiras sobre homens e sexo
Quantas vezes você já ouviu "era enooorme" ou 'fizemos sexo por quatro horas seguidas'? Conheça algumas mentiras que os homens contam sobre sexo
1. Os homens estão sempre com tesão
Há um milhão de motivos pelos quais seu amado pode querer ficar longe da cama - e eles não têm necessariamente relação com a atração que sente por você. A ansiedade por uma promoção no trabalho e até o fracasso do time de futebol podem ter efeito apaga-fogo.
2. Pés grandes = pênis grande
Se alguém calça 44, todo o resto vai ser proporcionalmente grande, certo? Não! Pesquisadores da universidade inglesa College London decidiram tirar a prova - e as medidas. O que descobriram? Nenhuma relação entre o tamanho das meias e o da camisinha. Nem pés nem mãos.
3. Eles querem mais sexo do que nós
Uma possível origem dessa lenda é o fato de os homens estarem interessados em sexo de maneira mais constante, enquanto somos afetadas por mudanças hormonais. Eles também atingem o pico de vigor sexual mais cedo, o que pode causar descompasso a certa altura do campeonato. Por isso é cada vez mais comum ver mulheres mais velhas dividindo a cama com parceiros mais jovens.
4. O pênis deve ter mais de 15 centímetros
Cuidado para não cair na propaganda enganosa. Embora metade dos brasileiros acredite nessa farsa, a média nacional é quase um Playmobil comparado a ela: 9,5 (14 em ereção).
5. Eles nunca fingem orgasmo
Claro que para os homens é mais difícil esconder a evidência - ou a falta dela. Mas 26% deles fingem, sim, segundo a pesquisa Sexualidade dos Brasileiros, do Instituto Datafolha. 'A confusão existe porque a resposta sexual masculina começa com a ereção', explica a sexóloga Maria Luiza Cruvinel Moretti, de São Paulo. Mas ela significa apenas que as terminações nervosas do pênis foram estimuladas. 'O orgasmo é a etapa seguinte, quando ocorrem pulsações e contrações', completa. Portanto, um homem pode, sim, simular o clímax. E pelo mesmo motivo que as mulheres: terminar o ato mais cedo sem ferir seus sentimentos.
6. Preliminares não são para eles
Os mais jovens até costumam dispensá-las por medo de ejaculação precoce, mas a maioria ama um ensaio antes da estreia. "Os homens adoram criar tensão gradualmente", afirma a psicoterapeuta britânica Paula Hall.
7. Eles só ficam excitados se a calcinha for sexy
Não é das vermelhas que eles gostam mais. Uma marca inglesa de produtos de lavanderia entrevistou mais de mil homens e chegou à cor campeã de elogios: a preta. Mas o que realmente os deixa excitados é a variedade. Modelos diferentes permitem que seu gato se sinta fazendo sexo cada vez com um tipo de mulher (fetiche!). Claro, quando há tesão, a coisa vai com qualquer modelo. Mas, mesmo que seu marido adore sua calcinha fio dental, se a vir sempre vai acabar entediado. É como provar o mesmo cereal toda manhã.
Fonte: http://mdemulher.abril.com.br/
http://oitentagraus2.blogspot.com/2011/04/7-mentiras-sobre-homens-e-sexo.html
Fique Atento: Sexo que os homens adoram
terça-feira, 19 de abril de 2011
Fique Atento: Sexo que os homens adoram
O sexo que os homens adoram
Ter relações sexuais com a mulher de costas é um verdadeiro
deleite para alguns homens. A maioria simplesmente adora.
Esta posição une a paixão que o sexo masculino tem
pelas nádegas femininas e ainda é uma forma de eles exercitarem
o poder. O problema é que nem todas as mulheres
gostam ou conseguem aproveitar muito.
Para a grande maioria, é, no mínimo, desconfortável
ficar de costas, paralisada,e sem ver o rosto do parceiro.
Já para os homens, é natural. Como diz o psicólogo
Oswaldo M.Rodrigues Jr, do Instituto Paulista de
Sexualidade, o homem é educado para comandar,
ganhar e vencer. E ficar por cima é só uma conseqüência disso.
Despertando paixões
E não há como negar: ter uma relação sexual
por trás dá aos homens a sensação de estar fazendo
sexo anal. Isso provoca prazer e é um
componente a mais de excitação. Principalmente porque,
como lembra Rodrigues Jr., embora seja uma prática muito
desejada por eles, é um tipo de relação ainda tabu.
Além disso, apesar da invasão dos seios siliconados,
as nádegas continuam sendo a paixão nacional.
E o simples fato de poder observá-las sem restrições
é motivo de prazer. “Para muitos homens, as nádegas
femininas são particularmente excitantes e eles podem
gostar desta posição porque ela permite maior contato com
esta região anatômica”, diz a sexóloga Sandra Baptista.
Ela ressalta ainda que é uma posição cômoda e sensual,
embora possa não parecer tão terna e romântica como
aquela em que o casal se beija e se olha. Talvez por
esses motivos, algumas mulheres se mostrem um pouco
reticentes quanto à prática. Por parecer própria do mundo animal.
Aliás, sob esse aspecto, o sexólogo Théo Lerner conta que,
com a normatização dos comportamentos sexuais do ocidente,
se buscou justificar a teoria da divindade do homem por meio
de sua distinção dos animais. Assim, segundo ele, tudo que pudesse
ser assemelhado aos bichos era tido como impuro, inadequado e bestial.
“Nesse contexto se incluía a posição da relação por trás.
A única posição permitida, e assim mesmo apenas para
cumprir os deveres reprodutivos do casal, era o clássico
papai e mamãe ou posição missionária”, diz. Felizmente,
graças às mudanças que vêm ocorrendo nas últimas décadas,
o enfoque religioso em relação ao sexo tem
perdido a força.
Vantagens da posição
Durante a gravidez, principalmente nos últimos meses,
esta é uma das posições preferidas entre os casais.
Especialmente pela questão do conforto e pela própria
praticidade, não oferecendo riscos ou desconfortos
para a mulher. Sem falar ainda que, conforme explica
a sexóloga Sandra, ao se ter relações por trás, há uma
estimulação adicional no clitóris.
Além de outras vantagens, como o fato de homem
ficar com as mãos livres para explorar o corpo da mulher,
provocando estímulos extras com carícias nos seios,
nos ombros, nas nádegas e até mesmo na região vaginal.
Além disso, há o prazer que a sensação do corpo do homem
sobre o da mulher pode provocar.
“A pressão que o movimento da relação por trás
produz na região abdominal da mulher é intenso e
fantástico para muitas e é altamente erótico para o homem”,
diz. Então, a melhor opção é deixar os preconceitos
de lado, e experimentar o prazer.
Fonte: http://www.toquefeminino.com.br
http://oitentagraus2.blogspot.com/2011/04/fique-atento-sexo-que-os-homens-adoram.html
Fique Atento: Sexo que os homens adoram
O sexo que os homens adoram
Ter relações sexuais com a mulher de costas é um verdadeiro
deleite para alguns homens. A maioria simplesmente adora.
Esta posição une a paixão que o sexo masculino tem
pelas nádegas femininas e ainda é uma forma de eles exercitarem
o poder. O problema é que nem todas as mulheres
gostam ou conseguem aproveitar muito.
Para a grande maioria, é, no mínimo, desconfortável
ficar de costas, paralisada,e sem ver o rosto do parceiro.
Já para os homens, é natural. Como diz o psicólogo
Oswaldo M.Rodrigues Jr, do Instituto Paulista de
Sexualidade, o homem é educado para comandar,
ganhar e vencer. E ficar por cima é só uma conseqüência disso.
Despertando paixões
E não há como negar: ter uma relação sexual
por trás dá aos homens a sensação de estar fazendo
sexo anal. Isso provoca prazer e é um
componente a mais de excitação. Principalmente porque,
como lembra Rodrigues Jr., embora seja uma prática muito
desejada por eles, é um tipo de relação ainda tabu.
Além disso, apesar da invasão dos seios siliconados,
as nádegas continuam sendo a paixão nacional.
E o simples fato de poder observá-las sem restrições
é motivo de prazer. “Para muitos homens, as nádegas
femininas são particularmente excitantes e eles podem
gostar desta posição porque ela permite maior contato com
esta região anatômica”, diz a sexóloga Sandra Baptista.
Ela ressalta ainda que é uma posição cômoda e sensual,
embora possa não parecer tão terna e romântica como
aquela em que o casal se beija e se olha. Talvez por
esses motivos, algumas mulheres se mostrem um pouco
reticentes quanto à prática. Por parecer própria do mundo animal.
Aliás, sob esse aspecto, o sexólogo Théo Lerner conta que,
com a normatização dos comportamentos sexuais do ocidente,
se buscou justificar a teoria da divindade do homem por meio
de sua distinção dos animais. Assim, segundo ele, tudo que pudesse
ser assemelhado aos bichos era tido como impuro, inadequado e bestial.
“Nesse contexto se incluía a posição da relação por trás.
A única posição permitida, e assim mesmo apenas para
cumprir os deveres reprodutivos do casal, era o clássico
papai e mamãe ou posição missionária”, diz. Felizmente,
graças às mudanças que vêm ocorrendo nas últimas décadas,
o enfoque religioso em relação ao sexo tem
perdido a força.
Vantagens da posição
Durante a gravidez, principalmente nos últimos meses,
esta é uma das posições preferidas entre os casais.
Especialmente pela questão do conforto e pela própria
praticidade, não oferecendo riscos ou desconfortos
para a mulher. Sem falar ainda que, conforme explica
a sexóloga Sandra, ao se ter relações por trás, há uma
estimulação adicional no clitóris.
Além de outras vantagens, como o fato de homem
ficar com as mãos livres para explorar o corpo da mulher,
provocando estímulos extras com carícias nos seios,
nos ombros, nas nádegas e até mesmo na região vaginal.
Além disso, há o prazer que a sensação do corpo do homem
sobre o da mulher pode provocar.
“A pressão que o movimento da relação por trás
produz na região abdominal da mulher é intenso e
fantástico para muitas e é altamente erótico para o homem”,
diz. Então, a melhor opção é deixar os preconceitos
de lado, e experimentar o prazer.
Fonte: http://www.toquefeminino.com.br
http://oitentagraus2.blogspot.com/2011/04/fique-atento-sexo-que-os-homens-adoram.html
Carícias Anais!
Carícias Anais!
Nosso corpo é repleto de zonas erógenas, que são as partes do corpo que pode nos causar prazer e nos deixar excitados! A região genital principalmente pois é repleta de terminações nervosas. O Anus também é uma zona erógena e em algumas pessoas pode causar muito prazer, basta que seja estimulada!
Sentir prazer na região anal não implica determinar que uma pessoa seja homossexual, pois a forma como se faz sexo não define a homossexualidade, mas sim a escolha objetal, ou seja, o que define se uma pessoa é homossexual é sentir atração e prazer em relacionar-se com pessoas do mesmo sexo e não a relação anal. Amiúde, alguns homossexuais não gostam de ser penetrados, e preferem sexo oral ao sexo anal. Sexo anal é uma opção e não uma condição da homossexualidade!
O que acontece é que nossa sociedade ainda é repleta de mitos, e um deles inclui a vinculação da relação anal com a homossexualidade. Alguns homens chegam inclusive a dizer que se ele tem uma relação com um “gay” mas ele não é penetrado, mas penetra outro homem ,ele não teve uma relação homossexual!!! Faz sentido? Embora ele possa dizer que não é homossexual, mas ele teve uma relação homossexual no sentido estrito do verbo naquele momento!
Se o homem sente prazer na região anal, mas esse prazer é oriundo de carícias vindas de uma mulher então ele é heterossexual. E diga-se de passagem sem preconceitos! Apenas o fato de um homem gostar de carícias anais não é suficiente para definir uma homossexualidade.
Alguns homens inclusive sentem um medo e uma aversão enorme em carícias próximas a região anal, e isso passa muito pelos mitos e preconceitos que cada pessoa leva consigo. As mulheres também sentem o mesmo.
Qualquer parte do nosso corpo pode se tornar uma região erógena, basta que seja estimulada devidamente, o ânus é uma delas! Sentir prazer na região anal é um privilégio que pode ser dado a qualquer um, seja ele homo ou heterossexual, seja homem ou mulher. Todavia, se a única forma de prazer passa a ser restrita a carícia anal, então temos um problema!
Comparo novas experiências sexuais à comida Japonesa, muitas pessoas não gostam quando comem pela primeira vez, precisam provar outras vezes até que lhe seja agradável o sabor. Uma criança precisa provar novas comidas até 08 vezes para que lhe seja agradável o novo sabor. Sexo funciona parecido! A medida que vamos provando novamente, as sensações vão se tornando menos desconfortáveis e passando a ser mais agradáveis, até chegar a ser prazeroso e excitante!
Fazer sexo com prazer e com a pessoa escolhida é maravilhoso. Se permitir a práticas saudáveis, desde que não causa dor nem sofrimento, e que seja feito de forma segura e com prazer tá liberado entre o casal, seja ela como for. Basta se permitir!
by Keila Oliveira
http://sexologia-clinica.blogspot.com/search/label/Anal
Nosso corpo é repleto de zonas erógenas, que são as partes do corpo que pode nos causar prazer e nos deixar excitados! A região genital principalmente pois é repleta de terminações nervosas. O Anus também é uma zona erógena e em algumas pessoas pode causar muito prazer, basta que seja estimulada!
Sentir prazer na região anal não implica determinar que uma pessoa seja homossexual, pois a forma como se faz sexo não define a homossexualidade, mas sim a escolha objetal, ou seja, o que define se uma pessoa é homossexual é sentir atração e prazer em relacionar-se com pessoas do mesmo sexo e não a relação anal. Amiúde, alguns homossexuais não gostam de ser penetrados, e preferem sexo oral ao sexo anal. Sexo anal é uma opção e não uma condição da homossexualidade!
O que acontece é que nossa sociedade ainda é repleta de mitos, e um deles inclui a vinculação da relação anal com a homossexualidade. Alguns homens chegam inclusive a dizer que se ele tem uma relação com um “gay” mas ele não é penetrado, mas penetra outro homem ,ele não teve uma relação homossexual!!! Faz sentido? Embora ele possa dizer que não é homossexual, mas ele teve uma relação homossexual no sentido estrito do verbo naquele momento!
Se o homem sente prazer na região anal, mas esse prazer é oriundo de carícias vindas de uma mulher então ele é heterossexual. E diga-se de passagem sem preconceitos! Apenas o fato de um homem gostar de carícias anais não é suficiente para definir uma homossexualidade.
Alguns homens inclusive sentem um medo e uma aversão enorme em carícias próximas a região anal, e isso passa muito pelos mitos e preconceitos que cada pessoa leva consigo. As mulheres também sentem o mesmo.
Qualquer parte do nosso corpo pode se tornar uma região erógena, basta que seja estimulada devidamente, o ânus é uma delas! Sentir prazer na região anal é um privilégio que pode ser dado a qualquer um, seja ele homo ou heterossexual, seja homem ou mulher. Todavia, se a única forma de prazer passa a ser restrita a carícia anal, então temos um problema!
Comparo novas experiências sexuais à comida Japonesa, muitas pessoas não gostam quando comem pela primeira vez, precisam provar outras vezes até que lhe seja agradável o sabor. Uma criança precisa provar novas comidas até 08 vezes para que lhe seja agradável o novo sabor. Sexo funciona parecido! A medida que vamos provando novamente, as sensações vão se tornando menos desconfortáveis e passando a ser mais agradáveis, até chegar a ser prazeroso e excitante!
Fazer sexo com prazer e com a pessoa escolhida é maravilhoso. Se permitir a práticas saudáveis, desde que não causa dor nem sofrimento, e que seja feito de forma segura e com prazer tá liberado entre o casal, seja ela como for. Basta se permitir!
by Keila Oliveira
http://sexologia-clinica.blogspot.com/search/label/Anal
Antidepressivos e seus efeitos sobre a sexualidade!
Antidepressivos e seus efeitos sobre a sexualidade!
Artigo Publicado em 22.04.2011 no Jornal Gazeta do Oeste
A indústria farmacêutica tem evoluído bastante e com medicamentos cada vez mais modernos e com efeitos colaterais cada vez menos intensos. E como ela faz parte das nossas vidas em qualquer tipo de situação, seja ela uma lesão, enfermidade, doença ou transtorno, etc. Na sexualidade não é diferente: a indústria farmacêutica está estipulando seu papel, seja ele ajudando, interferindo ou prejudicando a resposta sexual humana em seus diversos âmbitos.
Muitas pesquisas têm demonstrado os efeitos de antidepressivos na resposta sexual humana, seja ele como efeito principal ou como efeito colateral. O Viagra (sildenafil), por exemplo, foi descoberto por acaso com seu efeito colateral e posteriormente utilizado como remédio específico para disfunção erétil.
A depressão é um transtorno de humor relativamente comum, sendo duas vezes mais frequente em mulheres. E as disfunções sexuais têm sido encontradas em pacientes com depressão, em torno de 50 a 90% dos casos, esteja esse paciente em tratamento ou não. A disfunção sexual mais comum encontrada em pacientes com depressão é a disfunção do desejo (baixa de desejo sexual), porém outras fases da resposta sexual humana podem ficar comprometidas, como na fase da excitação (ereção e lubrificação) como também na fase orgástica (quando acontece ejaculação retardada ou mesmo ausente).
Que tipo de efeito será causado no paciente é que é o grande enigma da indústria farmacêutica, pois não tem como prever. Os efeitos colaterais podem ou não aparecer em detrimento de um medicamento ou de outro e essa resposta não pode ser estabelecida a priori.
Pesquisas mostram que somente 50% dos homens e 75% das mulheres com depressão relatam ter tido atividade sexual no mês precedente, e que mais de 40% dos homens e 50% das mulheres apontaram diminuição do interesse sexual. 50% dos homens e mulheres relataram diminuição da excitação e aproximadamente 20% informaram ter dificuldades em obter orgasmo e ejaculação. É fato que, um paciente com depressão não apresenta boas condições para uma atividade sexual normal nem um desejo sexual ativo.
É necessária uma avaliação muito minuciosa sobre as condições do paciente antes de se prescrever antidepressivos. Pois a maioria dos médicos não aponta a questão da sexualidade como algo importante a se observar no momento da consulta, e é claro que isso varia de paciente para paciente. Em muitos casos, a sexualidade pode estar sendo causadora ou potencializando o estado depressivo, e é nesse sentido que esse cuidado deve ser maior.
Um sujeito que passa por dificuldades conjugais ou sexuais e ainda por cima encontra-se com depressão, deve verificar essa queixa junto ao seu médico com muito critério para minimizar os efeitos da depressão e da vida conjugal como um todo. Nesse sentido, é extremamente importante que o tratamento da depressão não se restrinja apenas ao medicamentoso, mas com terapia como coadjuvante ou protagonista do processo.
Todos os Antidepressivos (ADs) têm efeito colateral negativo sobre a sexualidade, principalmente os de forte efeito serotoninérgico, como inibidores seletivos de recaptação de serotonina (ISRSs), a clomipramina (ADT) e a maioria dos inibidores de mono amina oxidase (IMAOs). A serotonina funciona predominantemente como inibidora da função sexual e a dopamina como estimulante do comportamento sexual, especialmente aumentando a ereção.
Antes de se verificar a necessidade de medicação antidepressiva, a depressão em si deve ser bastante investigada, principalmente o relacionamento do casal no dia a dia, enfim, tudo que pode estar relacionado com a sexualidade propriamente dita e qual a interferência disto na depressão, pois não apenas depressão ou antidepressivos causam baixa de desejo, mas todo um conjunto de situações funcionando sinergicamente no desenvolvimento humano.
Para tirar dúvidas ou deixar sugestões sexologianews@gmail.com.
Keila Oliveira
Psicóloga Terapeuta Sexual
http://sexologia-clinica.blogspot.com/2011/04/antidepressivos-e-seus-efeitos-sobre.html
Artigo Publicado em 22.04.2011 no Jornal Gazeta do Oeste
A indústria farmacêutica tem evoluído bastante e com medicamentos cada vez mais modernos e com efeitos colaterais cada vez menos intensos. E como ela faz parte das nossas vidas em qualquer tipo de situação, seja ela uma lesão, enfermidade, doença ou transtorno, etc. Na sexualidade não é diferente: a indústria farmacêutica está estipulando seu papel, seja ele ajudando, interferindo ou prejudicando a resposta sexual humana em seus diversos âmbitos.
Muitas pesquisas têm demonstrado os efeitos de antidepressivos na resposta sexual humana, seja ele como efeito principal ou como efeito colateral. O Viagra (sildenafil), por exemplo, foi descoberto por acaso com seu efeito colateral e posteriormente utilizado como remédio específico para disfunção erétil.
A depressão é um transtorno de humor relativamente comum, sendo duas vezes mais frequente em mulheres. E as disfunções sexuais têm sido encontradas em pacientes com depressão, em torno de 50 a 90% dos casos, esteja esse paciente em tratamento ou não. A disfunção sexual mais comum encontrada em pacientes com depressão é a disfunção do desejo (baixa de desejo sexual), porém outras fases da resposta sexual humana podem ficar comprometidas, como na fase da excitação (ereção e lubrificação) como também na fase orgástica (quando acontece ejaculação retardada ou mesmo ausente).
Que tipo de efeito será causado no paciente é que é o grande enigma da indústria farmacêutica, pois não tem como prever. Os efeitos colaterais podem ou não aparecer em detrimento de um medicamento ou de outro e essa resposta não pode ser estabelecida a priori.
Pesquisas mostram que somente 50% dos homens e 75% das mulheres com depressão relatam ter tido atividade sexual no mês precedente, e que mais de 40% dos homens e 50% das mulheres apontaram diminuição do interesse sexual. 50% dos homens e mulheres relataram diminuição da excitação e aproximadamente 20% informaram ter dificuldades em obter orgasmo e ejaculação. É fato que, um paciente com depressão não apresenta boas condições para uma atividade sexual normal nem um desejo sexual ativo.
É necessária uma avaliação muito minuciosa sobre as condições do paciente antes de se prescrever antidepressivos. Pois a maioria dos médicos não aponta a questão da sexualidade como algo importante a se observar no momento da consulta, e é claro que isso varia de paciente para paciente. Em muitos casos, a sexualidade pode estar sendo causadora ou potencializando o estado depressivo, e é nesse sentido que esse cuidado deve ser maior.
Um sujeito que passa por dificuldades conjugais ou sexuais e ainda por cima encontra-se com depressão, deve verificar essa queixa junto ao seu médico com muito critério para minimizar os efeitos da depressão e da vida conjugal como um todo. Nesse sentido, é extremamente importante que o tratamento da depressão não se restrinja apenas ao medicamentoso, mas com terapia como coadjuvante ou protagonista do processo.
Todos os Antidepressivos (ADs) têm efeito colateral negativo sobre a sexualidade, principalmente os de forte efeito serotoninérgico, como inibidores seletivos de recaptação de serotonina (ISRSs), a clomipramina (ADT) e a maioria dos inibidores de mono amina oxidase (IMAOs). A serotonina funciona predominantemente como inibidora da função sexual e a dopamina como estimulante do comportamento sexual, especialmente aumentando a ereção.
Antes de se verificar a necessidade de medicação antidepressiva, a depressão em si deve ser bastante investigada, principalmente o relacionamento do casal no dia a dia, enfim, tudo que pode estar relacionado com a sexualidade propriamente dita e qual a interferência disto na depressão, pois não apenas depressão ou antidepressivos causam baixa de desejo, mas todo um conjunto de situações funcionando sinergicamente no desenvolvimento humano.
Para tirar dúvidas ou deixar sugestões sexologianews@gmail.com.
Keila Oliveira
Psicóloga Terapeuta Sexual
http://sexologia-clinica.blogspot.com/2011/04/antidepressivos-e-seus-efeitos-sobre.html
Casamento não é comercial de margarina
Casamento não é comercial de margarina
Quer ter um relacionamento feliz? Então pare de perseguir um modelo ideal
Júlia Reis, iG São Paulo | 07/10/2010 16:10Mudar o tamanho da letra:A+A-
Ficar apegado a um ideal de vida a dois tende a deixar os casais mais frustrados do que satisfeitos
A família unida tomando café da manhã em dia de sol é o ícone da felicidade conjugal. Assim como casais de Hollywood ou pares românticos de filmes, a cena da propaganda de margarina é a referência de relacionamento no imaginário de mulheres e homens. Mas ficar apegado a um ideal de vida a dois tende a deixar os casais mais frustrados do que satisfeitos com o casamento ou namoro.
A felicidade no dia a dia pode não ser intensa e perfeita, mas isso não quer dizer que o relacionamento está em crise. Simplesmente mostra que o casamento é humano e normal. “Não dá para querer ser como a amiga ou como na novela porque às vezes isso não coincide com a sua realidade, com os projetos que consegue ou não desenvolver”, avalia a psicóloga Vânia Di Yorio. Ou seja, aquela declaração de amor perfeitamente detalhada nos seus sonhos pode nunca acontecer. O que não significa que seu parceiro não te ama e não diga isso de outra maneira.
Foto: Arquivo pessoal
Fausto e Nayra: "No namoro a realidade parcial é feliz"
Depois de namorar por quatro anos, Fausto Inomata e Nayra Michi foram morar juntos. O primeiro jantar romântico no novo apartamento foi uma lasanha congelada e refrigerante. “Nunca tivemos a expectativa de ser um casal de comercial de margarina”, conta Fausto, arquiteto de 29 anos. O desafio da relação se tornou a convivência, que se limitava aos finais de semana. “No namoro a realidade parcial é feliz. Antes a gente só se via em dias alegres, agora tem que lidar com o mau humor do outro também”, diz ele.
“Comercial de margarina foi só na festa do casamento mesmo. No namoro tudo era muito mais fácil: saíamos, viajávamos e depois ia cada um pra sua casa. Mas juntos todo dia a gente aprende a conviver com as situações difíceis também”, diz a arquiteta Daniella Abolin, casada há sete anos. Ela namorou o marido Wladimir Souto, analista de sistemas, por dez anos antes de formalizarem a relação e acha importante ter expectativas realistas para manter a relação. “Casamento também é feijão com arroz. Amar não é só jantar fora, transar todo dia, ir ao cinema. É a rotina do dia a dia”, diz o psicólogo Silmar Coelho, especialista em relacionamentos.
Dosando expectativas
Dificilmente alguém entra em um relacionamento sem um modelo. Alguma expectativa ou fantasia todo mundo tem. O importante é que esse ideal possa ser revisto e adaptado para a realidade do casal, diz Vânia. “A perfeição não existe em nenhum relacionamento. A família perfeita é a que sabe trabalhar os problemas”, aponta Silmar.
Foto: Arquivo pessoal
“Comercial de margarina foi só na festa do casamento mesmo", diz Daniella Abolin, casada há sete anos com Wladimir Souto
O ideal de relacionamento de cada um tem origem na família. As pessoas imaginam ter uma vida conjugal igual ou diferente dos pais, de acordo com a impressão que tiverem desse modelo inicial. “Além disso há os valores sociais, religião e cultura que trazem elementos para esse casal imaginário que quem bota a prova são pessoas reais”, diz Vânia. Segundo ela, a satisfação na relação depende de como as pessoas aprenderam a equilibrar expectativas e sentimentos.
Eles são mais felizes que nós
Olhar a grama do vizinho ou um casal da TV pode não ser a melhor opção para medir o sucesso do relacionamento. “O marido da outra é perfeito porque não vive com você”, diz Silmar.
“Todo mundo é feliz publicamente”, diz Fausto. Mas na intimidade cada casal tem seus ajustes a fazer, e a tolerância é imprescindível para uma relação duradoura. O importante é incluir na vida conjugal recursos para lidar com os momentos difíceis, porque a vida em conjunto tem frustrações. “Somos compreensivos, aturamos. O amor não é cego. Ele vê tudo, trabalha tudo, entende tudo”, defende Silmar.
Perceber que nem tudo acontece de acordo com o nosso desejo, aponta Vânia, é sinal de amadurecimento da relação, e não de seu fracasso.
http://delas.ig.com.br/amoresexo/casamento+nao+e+comercial+de+margarina/n1237794509337.html
Quer ter um relacionamento feliz? Então pare de perseguir um modelo ideal
Júlia Reis, iG São Paulo | 07/10/2010 16:10Mudar o tamanho da letra:A+A-
Ficar apegado a um ideal de vida a dois tende a deixar os casais mais frustrados do que satisfeitos
A família unida tomando café da manhã em dia de sol é o ícone da felicidade conjugal. Assim como casais de Hollywood ou pares românticos de filmes, a cena da propaganda de margarina é a referência de relacionamento no imaginário de mulheres e homens. Mas ficar apegado a um ideal de vida a dois tende a deixar os casais mais frustrados do que satisfeitos com o casamento ou namoro.
A felicidade no dia a dia pode não ser intensa e perfeita, mas isso não quer dizer que o relacionamento está em crise. Simplesmente mostra que o casamento é humano e normal. “Não dá para querer ser como a amiga ou como na novela porque às vezes isso não coincide com a sua realidade, com os projetos que consegue ou não desenvolver”, avalia a psicóloga Vânia Di Yorio. Ou seja, aquela declaração de amor perfeitamente detalhada nos seus sonhos pode nunca acontecer. O que não significa que seu parceiro não te ama e não diga isso de outra maneira.
Foto: Arquivo pessoal
Fausto e Nayra: "No namoro a realidade parcial é feliz"
Depois de namorar por quatro anos, Fausto Inomata e Nayra Michi foram morar juntos. O primeiro jantar romântico no novo apartamento foi uma lasanha congelada e refrigerante. “Nunca tivemos a expectativa de ser um casal de comercial de margarina”, conta Fausto, arquiteto de 29 anos. O desafio da relação se tornou a convivência, que se limitava aos finais de semana. “No namoro a realidade parcial é feliz. Antes a gente só se via em dias alegres, agora tem que lidar com o mau humor do outro também”, diz ele.
“Comercial de margarina foi só na festa do casamento mesmo. No namoro tudo era muito mais fácil: saíamos, viajávamos e depois ia cada um pra sua casa. Mas juntos todo dia a gente aprende a conviver com as situações difíceis também”, diz a arquiteta Daniella Abolin, casada há sete anos. Ela namorou o marido Wladimir Souto, analista de sistemas, por dez anos antes de formalizarem a relação e acha importante ter expectativas realistas para manter a relação. “Casamento também é feijão com arroz. Amar não é só jantar fora, transar todo dia, ir ao cinema. É a rotina do dia a dia”, diz o psicólogo Silmar Coelho, especialista em relacionamentos.
Dosando expectativas
Dificilmente alguém entra em um relacionamento sem um modelo. Alguma expectativa ou fantasia todo mundo tem. O importante é que esse ideal possa ser revisto e adaptado para a realidade do casal, diz Vânia. “A perfeição não existe em nenhum relacionamento. A família perfeita é a que sabe trabalhar os problemas”, aponta Silmar.
Foto: Arquivo pessoal
“Comercial de margarina foi só na festa do casamento mesmo", diz Daniella Abolin, casada há sete anos com Wladimir Souto
O ideal de relacionamento de cada um tem origem na família. As pessoas imaginam ter uma vida conjugal igual ou diferente dos pais, de acordo com a impressão que tiverem desse modelo inicial. “Além disso há os valores sociais, religião e cultura que trazem elementos para esse casal imaginário que quem bota a prova são pessoas reais”, diz Vânia. Segundo ela, a satisfação na relação depende de como as pessoas aprenderam a equilibrar expectativas e sentimentos.
Eles são mais felizes que nós
Olhar a grama do vizinho ou um casal da TV pode não ser a melhor opção para medir o sucesso do relacionamento. “O marido da outra é perfeito porque não vive com você”, diz Silmar.
“Todo mundo é feliz publicamente”, diz Fausto. Mas na intimidade cada casal tem seus ajustes a fazer, e a tolerância é imprescindível para uma relação duradoura. O importante é incluir na vida conjugal recursos para lidar com os momentos difíceis, porque a vida em conjunto tem frustrações. “Somos compreensivos, aturamos. O amor não é cego. Ele vê tudo, trabalha tudo, entende tudo”, defende Silmar.
Perceber que nem tudo acontece de acordo com o nosso desejo, aponta Vânia, é sinal de amadurecimento da relação, e não de seu fracasso.
http://delas.ig.com.br/amoresexo/casamento+nao+e+comercial+de+margarina/n1237794509337.html
As mudanças no casamento com a chegada dos filhos
As mudanças no casamento com a chegada dos filhos
Para lidar com os impactos da maternidade é preciso parceria e diálogo
Cáren Nakashima e Livia Valim, especial para o iG São Paulo | 26/04/2011 17:15A+A-
“A chegada do nosso filho mudou a rotina, o relacionamento, as prioridades e, principalmente, nossos valores”, diz o engenheiro Carlos Eduardo Yuji Abe
Ter um bebê muda o relacionamento de um casal. Por mais que os filhos sejam bem planejados, a rotina fica diferente, exige mais responsabilidade e tanto o homem como a mulher ganham novas funções - que incluem fraldas, banhos e amamentação.
Nesse momento, a vida conjugal precisa de atenção e diálogo para evitar desgastes e aproveitar as descobertas da nova fase. “A vida do casal após o bebê é uma incógnita e um acontecimento poderoso. Não dá para prevenir os impactos negativos”, aponta Ailton Amélio, psicólogo autor do livro “Relacionamento Amoroso” (Publifolha).
Um dos maiores baques da maternidade no casamento é a forma como o pai lida com as novas tarefas, uma vez que a mãe assume um papel natural de cuidadora. Foi isso que desestabilizou o dia a dia dos publicitários Marina e Ronaldo, de São Paulo. Depois de três anos de namoro e dois de casamento, a relação não aguentou as mudanças pós-gravidez e a separação aconteceu antes do filho fazer um ano. “Apesar de considerarmos nosso relacionamento tranquilo e ideal, e acharmos que éramos feitos um para o outro, a chegada do João bagunçou a nossa rotina e percebi um lado do Ronaldo que nunca havia conhecido: ele simplesmente não colaborava”, conta ela.
Até os casamentos que contam com uma parceria afinada estão sujeitos a dificuldades e precisam de uma reformulação. “No primeiro ano da Isabela, que hoje está com três, faltava tempo para nós dois e a bebê não dormia bem. Quase entramos em crise”, fala Rogério Artoni, empresário, casado há sete anos com Angela Fileno, professora universitária. Segundo Dorli Kamkhagi, psicanalista, a fase de adaptação é normal. “As pessoas nunca estão prontas. Precisamos aprender a viver aquela situação e tudo o que ela implica”, diz.
Para contornar o impacto da maternidade, Rogério e Angela procuraram soluções para a falta de sono da filha e acionaram uma rede de apoio – os avôs, no caso – para garantir pelo menos uma noite por mês só para os dois. “Apesar da dificuldade no começo, a Isabela foi muito esperada e ela é demais! Um filho muda nosso humor. Rimos muito mais hoje”, derrete-se o pai.
Foto: Alexandre Carvalho/FotoarenaAmpliar
Calors e Ana acham que as adaptações na relação valeram a pena
Romance e sexo
Os filhos trazem alegria e felicidade para os pais, sem dúvida. Mas é inevitável que afetem a vida sexual e o romantismo do casamento. Aquele jantar a dois no sábado a noite pode não existir e o tempo livre também é escasso. “Tudo isso torna o relacionamento previsível e a previsibilidade é inimiga do desejo”, avalia Dorli. Segundo Carmen Janssen, terapeuta sexual, a saúde do casamento vai depender de como o casal se reorganiza com o filho. Afinal, na nova etapa a mulher sofre com o excesso de responsabilidades e, eventualmente, com a baixa autoestima devido ao parto recente. Já o homem se preocupa com a estabilidade da família e ambos ficam com o padrão de sono desequilibrado. “Diminuir a frequência sexual é normal, anormal é abdicar dos momentos a dois por conta do cansaço”, recomenda Ailton.
“A chegada do nosso filho mudou a rotina, o relacionamento, as prioridades e, principalmente, nossos valores”, relata Carlos Eduardo Yuji Abe, engenheiro civil, casado com a cirurgiã dentista Ana Cristina Ribeiro da Cruz Abe há um ano e sete meses. Segundo Dorli, é preciso enxergar o homem e a mulher além do papel de pai e mãe. Os especialistas indicam também arrumar tempo para o casal, colocar o filho para dormir em um quarto separado desde o início, investir na relação conjugal e conversar. “Como tudo na vida, nada vem sem sacrifício. Mas vale muito a pena”, completa Abe.
O casamento muda quando o filho chega. No primeiro ano, prepare-se para...
1. Dizer “não” aos convites. Festas, baladas, jantares e afins ficarão no fim da lista de prioridades. É bom que o casal tenha esse acordo claro.
2. Fazer menos passeios românticos. Vocês vão comer muito mais em casa e ir muito menos ao cinema, teatro e exposições.
3. Transar menos. Não tem jeito. O bebê chora, o bebê não dorme, o bebê precisa tomar banho.
4. Colocar uma terceira pessoa na relação e dividir o tempo entre filho e marido.
5. Um pouco menos de romantismo. A vontade de comprar uma lingerie nova ou o encantamento com um buquê de flores vão diminuir. Mas não vale esquecer para sempre desses agrados!
6. Ter menos tempo a dois. O tempo com o bebê será gratificante, diante de cada novidade, mas faltará espaço para todo o resto.
http://delas.ig.com.br/amoresexo/as+mudancas+no+casamento+com+a+chegada+dos+filhos/n1596856252214.html
Para lidar com os impactos da maternidade é preciso parceria e diálogo
Cáren Nakashima e Livia Valim, especial para o iG São Paulo | 26/04/2011 17:15A+A-
“A chegada do nosso filho mudou a rotina, o relacionamento, as prioridades e, principalmente, nossos valores”, diz o engenheiro Carlos Eduardo Yuji Abe
Ter um bebê muda o relacionamento de um casal. Por mais que os filhos sejam bem planejados, a rotina fica diferente, exige mais responsabilidade e tanto o homem como a mulher ganham novas funções - que incluem fraldas, banhos e amamentação.
Nesse momento, a vida conjugal precisa de atenção e diálogo para evitar desgastes e aproveitar as descobertas da nova fase. “A vida do casal após o bebê é uma incógnita e um acontecimento poderoso. Não dá para prevenir os impactos negativos”, aponta Ailton Amélio, psicólogo autor do livro “Relacionamento Amoroso” (Publifolha).
Um dos maiores baques da maternidade no casamento é a forma como o pai lida com as novas tarefas, uma vez que a mãe assume um papel natural de cuidadora. Foi isso que desestabilizou o dia a dia dos publicitários Marina e Ronaldo, de São Paulo. Depois de três anos de namoro e dois de casamento, a relação não aguentou as mudanças pós-gravidez e a separação aconteceu antes do filho fazer um ano. “Apesar de considerarmos nosso relacionamento tranquilo e ideal, e acharmos que éramos feitos um para o outro, a chegada do João bagunçou a nossa rotina e percebi um lado do Ronaldo que nunca havia conhecido: ele simplesmente não colaborava”, conta ela.
Até os casamentos que contam com uma parceria afinada estão sujeitos a dificuldades e precisam de uma reformulação. “No primeiro ano da Isabela, que hoje está com três, faltava tempo para nós dois e a bebê não dormia bem. Quase entramos em crise”, fala Rogério Artoni, empresário, casado há sete anos com Angela Fileno, professora universitária. Segundo Dorli Kamkhagi, psicanalista, a fase de adaptação é normal. “As pessoas nunca estão prontas. Precisamos aprender a viver aquela situação e tudo o que ela implica”, diz.
Para contornar o impacto da maternidade, Rogério e Angela procuraram soluções para a falta de sono da filha e acionaram uma rede de apoio – os avôs, no caso – para garantir pelo menos uma noite por mês só para os dois. “Apesar da dificuldade no começo, a Isabela foi muito esperada e ela é demais! Um filho muda nosso humor. Rimos muito mais hoje”, derrete-se o pai.
Foto: Alexandre Carvalho/FotoarenaAmpliar
Calors e Ana acham que as adaptações na relação valeram a pena
Romance e sexo
Os filhos trazem alegria e felicidade para os pais, sem dúvida. Mas é inevitável que afetem a vida sexual e o romantismo do casamento. Aquele jantar a dois no sábado a noite pode não existir e o tempo livre também é escasso. “Tudo isso torna o relacionamento previsível e a previsibilidade é inimiga do desejo”, avalia Dorli. Segundo Carmen Janssen, terapeuta sexual, a saúde do casamento vai depender de como o casal se reorganiza com o filho. Afinal, na nova etapa a mulher sofre com o excesso de responsabilidades e, eventualmente, com a baixa autoestima devido ao parto recente. Já o homem se preocupa com a estabilidade da família e ambos ficam com o padrão de sono desequilibrado. “Diminuir a frequência sexual é normal, anormal é abdicar dos momentos a dois por conta do cansaço”, recomenda Ailton.
“A chegada do nosso filho mudou a rotina, o relacionamento, as prioridades e, principalmente, nossos valores”, relata Carlos Eduardo Yuji Abe, engenheiro civil, casado com a cirurgiã dentista Ana Cristina Ribeiro da Cruz Abe há um ano e sete meses. Segundo Dorli, é preciso enxergar o homem e a mulher além do papel de pai e mãe. Os especialistas indicam também arrumar tempo para o casal, colocar o filho para dormir em um quarto separado desde o início, investir na relação conjugal e conversar. “Como tudo na vida, nada vem sem sacrifício. Mas vale muito a pena”, completa Abe.
O casamento muda quando o filho chega. No primeiro ano, prepare-se para...
1. Dizer “não” aos convites. Festas, baladas, jantares e afins ficarão no fim da lista de prioridades. É bom que o casal tenha esse acordo claro.
2. Fazer menos passeios românticos. Vocês vão comer muito mais em casa e ir muito menos ao cinema, teatro e exposições.
3. Transar menos. Não tem jeito. O bebê chora, o bebê não dorme, o bebê precisa tomar banho.
4. Colocar uma terceira pessoa na relação e dividir o tempo entre filho e marido.
5. Um pouco menos de romantismo. A vontade de comprar uma lingerie nova ou o encantamento com um buquê de flores vão diminuir. Mas não vale esquecer para sempre desses agrados!
6. Ter menos tempo a dois. O tempo com o bebê será gratificante, diante de cada novidade, mas faltará espaço para todo o resto.
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