Sexualidade (e Homossexualidade) Através dos Tempos
Posted on 07 fevereiro 2011. Tags: Bissexual - Bissexualidade, Homossexual - Homossexualidade, LGBT, Sexualidade
Neste domingo o Diário do Grande ABC trouxe bons textos relacionados à Sexualidade. “Faz parte da Nossa História“, de Marcela Munhoz, e “Filmes e Novelas Transpiram Sexualidade“, de Ângela Correa. Indico a leitura integral de ambos (links no final do post), mas resolvi fazer uma pequena colcha de retalhos, dar também meus pitacos e comentar um pouco o que já foi muito bem abordado lá.
O Que é Sexualidade?
Sexualidade não significa apenas sexo. “Implica em dimensões variadas, sendo mais do que o genital ou para reprodução”. Refere-se a um conjunto de características psicológicas e comportamentais que define o sexo de uma pessoa, mas também envolve diferenças anatômicas, gênero (masculino e feminino), afetividade que cria laços com o outro, relação com o ambiente, produzindo identidades únicas.
Citação de Oswaldo Rodrigues Júnior, psicólogo, do Instituto Paulista de Sexualidade, no Diário do Grande ABC
E apesar de desde sempre a sexualidade humana ser um tema relevante, sempre foi também extremamente controverso. O contexto social foi preponderante no entendimento da mesma.
A Homossexualidade na História
A homossexualidade, por exemplo, cujo conceito como é hoje sequer existia, ao longo de diferentes épocas já foi tanto promovida quanto repudiada.
Na Grécia antiga, é sabido que o relacionamento homossexual entre mestres e tutelados – inclusive a pederastia - era extremamente comum. No entanto, em 1895 Oscar Wilde, autor de O Retrato de Dorian Grey, foi julgado e condenado a dois anos com trabalhos forçados por “cometer atos imorais com diversos rapazes”.
Mudam os tempos, muda a maneira de ver um mesmo tema.
Cenas do filme Alexander, com Colin Farrel, em um tempo onde a bissexualidade masculina não era questionada.
Através de representações artísticas, é possível observar que desde a antiguidade a pluralidade sexual masculina sempre foi aceita (era muito comum o relacionamento sexual e afetivo entre guerreiros, independente de suas mulheres – que na contramão lhes era negada a manifestação de prazer – e filhos que ficavam para trás.
Alexandre – o Grande, dizem, foi um exemplo bem típico deste comportamento socio-sexual. Aliás, fica a dica do filme Alexandre, de 2004, que retratou não só as conquistas e glórias do grande conquistador, mas também sua sexualidade diversificada.
Período Clássico à parte… Vale lembrar que até 1973, quando a Associação Americana de Psiquiatria a retirou da lista de transtornos, a homossexualidade (outrora chamada de homossexualismo) era considerada uma doença.
A Sexualidade e as Leis
E tão logo a sociedade se organizou, surgiram as leis, leis criadas pelos poderosos (Religião e Governo) para agradar suas necessidades.
O Código de Hamurabi, conjunto de leis criadas na Mesopotâmia, por volta de 1.700 a.C, pelo rei Hamurabi. Entre as leis, uma determinava que o casamento do homem seria com uma única mulher e que só poderia tomar uma segunda esposa se a primeira fosse estéril.
Citação de Peter Stearns, historiador Norte Americano, autor do livro História da Sexualidade, no Diário do Grande ABC
E apesar disso ter mudado aqui e ali, até os dias de hoje ainda é o poder (e nessa vale Executivo, Legislativo e também Religião) quem dita as leis do pode ou não pode do sexo. Da validação do nome de transsexuais, direito à adoção de orfãos por homossexuais, à eterna luta pela legitimação da união civil entre pessoas do mesmo sexo.
Ah, esses poderosos…
A Homossexualidade no Cinema
E o tema que ao longo dos anos sempre foi meio marginal, à partir dos anos 70 passou a ser recorrente no circuito comercial. Á princípio, com ares de drama extremamente velado em Um Dia de Cão (1975), indicado a seis Oscars e ganhador de uma por melhor roteiro original. Neste filme a motivação do assalto era conseguir dinheiro para a mudança de sexo do amante homossexual de um dos assaltantes e foi baseado em fatos reais.
Mas foi posteriormente, com ares de pastelão (A Gaiola das Loucas, 1978, inclusive com indicações ao Oscar), o que provavelmente foi um facilitador, afinal o humor sempre abre portas para os temas mais diversos que o tema ganhou o circuitão. Até então, a homossexualidade não havia sido retratada como um relacionamento natural, estável e saudável entre duas pessoas, havia sempre uma conotação de promiscuidade ou doença.
Desde então o cinema tem flertado aqui e ali com personagens homossexuais. Nota especial para o excelente As Horas (2003), baseado na obra Mrs Dalloway de Virgínia Wolf, onde a homossexualidade feminina é abordada em três histórias que se confundem, mesmo sendo contadas em diferentes épocas (anos 20, 2ª Guerra e dias atuais) e contextos sociais.
No entanto, foi em 2005, com Brokeback Mountain, do diretor Ang Lee, que o cinema revolucionou contando a história de amor de dois cowboys (entre 1963 e 1981) e abriu ao mundo o tema sem tabus. Sendo, inclusive, indicado a oito Oscars e vencedor de três.
E depois da bela e triste historia de amor de Brokeback Mountain, outras histórias foram contadas, outros aspectos sociais. É o caso de Milk (2008), que conta a história da campanha do primeiro político assumidamente gay dos Estados Unidos.
Ou do recente Minhas Mães e Meu Pai (2010), ainda em cartaz, onde um casal de lésbicas decide ter filhos através de inseminação artificial, engravidam de um mesmo doador e, anos mais tarde, seus filhos decidem conhecer o doador/pai biológico.
Ou seja, mudam os tempos, mudam os conflitos, mas o assunto nunca sai de evidência. Acredito que quanto maior o debate, maior a reflexão e as mudanças.
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Citações:
Faz parte da Nossa História – http://www.dgabc.com.br/News/5864271/faz-parte-da-nossa-historia.aspx
Filmes e Novelas Transpiram Sexualidade – http://www.dgabc.com.br/News/5864270/filmes-e-novelas-transpiram-sexualidade.aspx
Oscar Wilde – http://pt.wikipedia.org/wiki/Oscar_Wilde
Alexandre, O Grande – http://pt.wikipedia.org/wiki/Alexandre,_o_Grande
Um Dia de Cão – http://pt.wikipedia.org/wiki/Um_Dia_de_C%C3%A3o
Brokeback Mountain – http://pt.wikipedia.org/wiki/Brokeback_mountain
A Gaiola das Loucas – http://pt.wikipedia.org/wiki/La_cage_aux_folles_(filme)
As Horas – http://pt.wikipedia.org/wiki/As_Horas_(filme)
Milk – http://pt.wikipedia.org/wiki/Milk
Minhas mães e meu pai – http://pt.wikipedia.org/wiki/The_Kids_Are_All_Right
http://www.avidasecreta.com/sexualidade-e-homossexualidade-atraves-dos-tempos/
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
A Arte de Sedução das Mulheres
A Arte de Sedução das Mulheres
A arte da sedução tem se transformado com a vida moderna e rápida. As mulheres têm deixado um pouco de lado essa arte milenar por culpa da vida atribulada.
“Com a modernidade, a mulher precisou desenvolver múltiplos papéis e, por conta disto, teve que enfrentar enormes desafios”. Isso significa deixar um pouco de lado as armas da conquista e investir em outras frentes.
A trajetória feminina numa sociedade tão masculinizada e entre a aceitação no mercado de trabalho, as triplas jornadas e a necessidade incessante de aprovação, o lado sedutor foi ficando em segundo ou terceiro plano. “A mulher precisou desenvolver novas posturas, até como um mecanismo de defesa para poder viver e sobreviver neste novo espaço”.
As questões ligadas à sedução passaram a ter diferentes formas de expressão, mas não deixaram de existir. “O que aconteceu foi uma transformação necessária e cultural para que esta mulher pudesse se ‘autorizar’ a investir em outros papéis e viver diferentes sonhos ou pesadelos. Mas a sedução faz parte e sempre estará presente nas relações humanas”.
E no meio de tudo isso, a mulher sabe bem o que o homem deseja quando o assunto é sedução. A maioria tem noção de que não se trata apenas do físico e que sim, há algo mais misterioso da ordem do encantamento, dos perfumes e das roupas. É o poder feminino, quase subliminar, na hora do jogo da sedução. Muitas vezes, mesmo sem querer e na correria do dia-a-dia, elas são mais sedutoras do que imaginam.
http://www.ocontroledamente.com/2011/06/arte-de-seducao-das-mulheres.html
A arte da sedução tem se transformado com a vida moderna e rápida. As mulheres têm deixado um pouco de lado essa arte milenar por culpa da vida atribulada.
“Com a modernidade, a mulher precisou desenvolver múltiplos papéis e, por conta disto, teve que enfrentar enormes desafios”. Isso significa deixar um pouco de lado as armas da conquista e investir em outras frentes.
A trajetória feminina numa sociedade tão masculinizada e entre a aceitação no mercado de trabalho, as triplas jornadas e a necessidade incessante de aprovação, o lado sedutor foi ficando em segundo ou terceiro plano. “A mulher precisou desenvolver novas posturas, até como um mecanismo de defesa para poder viver e sobreviver neste novo espaço”.
As questões ligadas à sedução passaram a ter diferentes formas de expressão, mas não deixaram de existir. “O que aconteceu foi uma transformação necessária e cultural para que esta mulher pudesse se ‘autorizar’ a investir em outros papéis e viver diferentes sonhos ou pesadelos. Mas a sedução faz parte e sempre estará presente nas relações humanas”.
E no meio de tudo isso, a mulher sabe bem o que o homem deseja quando o assunto é sedução. A maioria tem noção de que não se trata apenas do físico e que sim, há algo mais misterioso da ordem do encantamento, dos perfumes e das roupas. É o poder feminino, quase subliminar, na hora do jogo da sedução. Muitas vezes, mesmo sem querer e na correria do dia-a-dia, elas são mais sedutoras do que imaginam.
http://www.ocontroledamente.com/2011/06/arte-de-seducao-das-mulheres.html
Mais peso reduz sucesso da fertilização
Mais peso reduz sucesso da fertilização
Mulheres com sobrepeso e obesas tiveram piores resultados nas chances de engravidar por fertilização in vitro e de ter o bebê
Reuters Health* | 31/08/2011 11:09
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Foto: Reuters
Mulher obesa: menos chances de engravidar por FIV e de ter o bebê
Quanto mais pesada a mulher, maior será a dificuldade dela para engravidar e dar à luz um bebê por meio da técnica de fertilização in vitro (FIV). De acordo com um estudo liderado por Barbara Luke, da Michigan State University, nos Estados Unidos, as chances de perder o bebê também são mais frequentes entre as grávidas com sobrepeso e obesidade, quando comparadas com mulheres de peso normal.
Leia sobre a FIV no Guia da Fertilidade
Estudos anteriores já haviam mostrado piores resultados de FIV em mulheres mais pesadas, embora eles tenham provado que o peso extra foi diretamente responsável pelos problemas reprodutivos nessas mulheres.
"Falhas nos índices de sucesso do tratamento e de gravidez com o aumento de peso cresceram significativamente especialmente entre as mulheres acima do peso", escreveram Luke e seus colegas na revista científica Fertility and Sterility.
O grupo de pesquisadores colheu dados de um sistema de comunicação que inclui mais de 90% dos tratamentos de FIV feitos nos Estados Unidos – informações sobre os 150 mil ciclos de tratamento de fertilidade feitos em 2007 e 2008 em 361 clínicas daquele país.
Leia também
Fertilização: mais tentativas aumentam o sucesso?
O número ideal de óvulos para uma fertilização de sucesso
Fertilidade: quando mudar o tratamento?
Para cada ciclo, o sistema de informação incluída se o ciclo foi cancelado, se levou a uma gravidez, se a gravidez terminou em um aborto espontâneo, se terminou com um bebê natimorto, ou se a mulher deu à luz um bebê vivo.
Na maioria dos ciclos também estavam disponíveis dados sobre a altura e o peso das mulheres antes de iniciar o tratamento. Desde o início até o final do tratamento de fertilidade, as mulheres mais pesadas tiveram resultados piores.
"Sabemos que o excesso de peso e obesidade não são bons (para FIV), o problema é o quão ruim é isso e onde estão os efeitos ruins?" disse Brian Cooper, da clínica Mid-Iowa Fertility, em Clive – ele não esteve envolvido no estudo.
Cerca de 9% dos ciclos em mulheres com peso normal foram interrompidos precocemente, em comparação com 16% dos ciclos nas mais pesadas – aqueles com um índice de massa corporal superior a 50, o que equivale a uma mulher de 1,60m de altura com mais de 136kg.
Mulheres com peso normal tiveram uma chance de 43% de engravidar durante cada ciclo, utilizando os seus próprios óvulos para fertilização in vitro, em comparação com 36% das obesas. As taxas entre as mulheres com sobrepeso e as menos obesas ficaram entre essas duas percentagens.
Leia: Gravidez aos 40 é cada vez mais comum
Para as mulheres que engravidaram, a tendência continuou, com as mais gordas tendo quase o dobro de chances de perder o bebê quando comparadas a mulheres com peso normal. Para as mulheres com sobrepeso e obesidade que tentavam engravidar, mesmo uma pequena perda de peso ajuda, disse Howard McClamrock, um especialista em infertilidade da Universidade de Maryland, em Baltimore. Embora a pesquisa tenha apontado cada vez mais para uma conexão entre peso extra e piores resultados na FIV, a razão não é clara, aponta o especialista.
Uma explicação é de que excesso de gordura libere mais estrogênio, o que induz o cérebro a pensar que os ovários estão trabalhando quando eles na verdade não estão – isso faria com que o cérebro deixasse de fazer a sua parte para colocar os ovários para funcionar como deveriam, explica Cooper.
Luke e seus colegas lembraram que nos dados coletados para análise não haviam informações sobre fatores que podem afetar o sucesso da FIV, como estilo de vida ou dados sobre os parceiros dessas mulheres.
* Por Genevra Pittman
Mulheres com sobrepeso e obesas tiveram piores resultados nas chances de engravidar por fertilização in vitro e de ter o bebê
Reuters Health* | 31/08/2011 11:09
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Foto: Reuters
Mulher obesa: menos chances de engravidar por FIV e de ter o bebê
Quanto mais pesada a mulher, maior será a dificuldade dela para engravidar e dar à luz um bebê por meio da técnica de fertilização in vitro (FIV). De acordo com um estudo liderado por Barbara Luke, da Michigan State University, nos Estados Unidos, as chances de perder o bebê também são mais frequentes entre as grávidas com sobrepeso e obesidade, quando comparadas com mulheres de peso normal.
Leia sobre a FIV no Guia da Fertilidade
Estudos anteriores já haviam mostrado piores resultados de FIV em mulheres mais pesadas, embora eles tenham provado que o peso extra foi diretamente responsável pelos problemas reprodutivos nessas mulheres.
"Falhas nos índices de sucesso do tratamento e de gravidez com o aumento de peso cresceram significativamente especialmente entre as mulheres acima do peso", escreveram Luke e seus colegas na revista científica Fertility and Sterility.
O grupo de pesquisadores colheu dados de um sistema de comunicação que inclui mais de 90% dos tratamentos de FIV feitos nos Estados Unidos – informações sobre os 150 mil ciclos de tratamento de fertilidade feitos em 2007 e 2008 em 361 clínicas daquele país.
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Na maioria dos ciclos também estavam disponíveis dados sobre a altura e o peso das mulheres antes de iniciar o tratamento. Desde o início até o final do tratamento de fertilidade, as mulheres mais pesadas tiveram resultados piores.
"Sabemos que o excesso de peso e obesidade não são bons (para FIV), o problema é o quão ruim é isso e onde estão os efeitos ruins?" disse Brian Cooper, da clínica Mid-Iowa Fertility, em Clive – ele não esteve envolvido no estudo.
Cerca de 9% dos ciclos em mulheres com peso normal foram interrompidos precocemente, em comparação com 16% dos ciclos nas mais pesadas – aqueles com um índice de massa corporal superior a 50, o que equivale a uma mulher de 1,60m de altura com mais de 136kg.
Mulheres com peso normal tiveram uma chance de 43% de engravidar durante cada ciclo, utilizando os seus próprios óvulos para fertilização in vitro, em comparação com 36% das obesas. As taxas entre as mulheres com sobrepeso e as menos obesas ficaram entre essas duas percentagens.
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Para as mulheres que engravidaram, a tendência continuou, com as mais gordas tendo quase o dobro de chances de perder o bebê quando comparadas a mulheres com peso normal. Para as mulheres com sobrepeso e obesidade que tentavam engravidar, mesmo uma pequena perda de peso ajuda, disse Howard McClamrock, um especialista em infertilidade da Universidade de Maryland, em Baltimore. Embora a pesquisa tenha apontado cada vez mais para uma conexão entre peso extra e piores resultados na FIV, a razão não é clara, aponta o especialista.
Uma explicação é de que excesso de gordura libere mais estrogênio, o que induz o cérebro a pensar que os ovários estão trabalhando quando eles na verdade não estão – isso faria com que o cérebro deixasse de fazer a sua parte para colocar os ovários para funcionar como deveriam, explica Cooper.
Luke e seus colegas lembraram que nos dados coletados para análise não haviam informações sobre fatores que podem afetar o sucesso da FIV, como estilo de vida ou dados sobre os parceiros dessas mulheres.
* Por Genevra Pittman
Liberdade Sexual
Liberdade Sexual
Muito se fala de liberdade sexual entre as mulheres. Sem dúvida, tivemos grandes avanços na manifestação do comportamento sexual entre o publico feminino. Mas será que realmente, após tantos anos de movimentos femininos podemos dizer que mudamos o referencial e que as mulheres estão livres para exercer sua sexualidade?
Vamos ver um pouco da história. Na Grécia Antiga Sócrates afirmava que as mulheres não eram inferiores, apenas lhes faltava um pouco de energia física e mental. Aristóteles dizia que a mulher seria um macho imperfeito, Platão questionava se as mulheres realmente possuíam alma, além de tantas outras referencias.
Na Roma antiga, as mulheres não eram consideradas cidadãs e somente podiam deixar o seu lar ao se casar. Passando da propriedade do pai para o marido. Existia em Roma três tipos de casamento: O confarreatio, festa mais eletizada, com grandes gastos; o Coemptio festa mais popular do povo e o Usus uma espécie de ficar sem compromisso até que depois de um ano de convivência junta o casal era considerado casado. Um detalhe importante: Se no Usus a mulher saísse de casa por mais de 3 dias a contagem de tempo iniciava e ela teria mais um ano para conviver junto, sem legalmente estar casada.
Na época antiga, a cultura do corpo era algo muito valorizada e homens e mulheres possuíam grande preocupação com os aspectos físicos. Obras expostas em museus que representam a época retratam muito bem isso. A ginástica era realizada na grécia antiga de forma nua e as pessoas podiam experessar mais livremente sua sexualidade. Havia na Olisbus, uma espécie de vibrador que era introduzido no canal da mulher e já se fazia uso de métodos anticonceptivos (óleo de oliva misturada com fezes de crocodilo). A prostituição era aceita.
Mas o que isso tudo tem com os tempos atuais? Se notarmos algumas semelhanças na questão do direito da mulher iremos ver que em algumas cidades, ( interior do Brasil) existe ainda muito preconceito em relação ao comportamento social da mulher, elas não podem isso, não podem aquilo e muitas donas de casa somente possuem o direito de servir ao seu marido e filhos, não possuindo vida social e autorização para viver mais livremente. Passam da mão do pai para a mão do marido, muitas vezes mais autoritário e ciumento, em algumas mulheres, devido ao preconceito religiosos, muitas devem manter seus casamentos até a morte e a família não aceita a separação do casal. Mesmo hoje eu vejo isso de forma direta em meu consultório, pacientes que são casadas e não gostam mais de suas relações e que não podem se separar do marido devido a família dela não autorizar.
O corpo físico, hoje em dia, também é uma grande procupação da mulher, que busca cirurgias e a química, em vez da ginástica (em muitos casos), para manter a forma. Não é atoa que o Brasil é recordista de cirurgia estética de seios. Em cidades mais litorâneas observa-se mais a exposição do corpo e com isso maior preocupação com o outro que está vendo, observanado e analisando o meu corpo.
Tudo bem, isso tudo é normal, acontece ao nosso redor todos os dias. Mas a grande pergunta é: será que a mulher ou o homem estão livres realmente para vivenciar sua sexualidade? Não acredito ainda nisto não, apesar de estarmos em pleno 2011, a mulher e o homem ainda permanecem enraizados em comportamentos sexuais para o outro. Aparecer bela para o outro quando na verdade não está se sentido bem, tentar passar uma imagem de uma pessoa liberal quando há grandes preconceitos em relação ao seu próprio comportamento e o do outro. Fingem orgasmos para agradar e perdem a virgindade para não perder o namorado. Seria isso liberdade?
Enquanto não se parar para discutir estes e outros tipos de comportamentos sociais e individuais; Enquanto não se estudar a sexualidade de forma ampla e democrática; Enquanto não entendermos que liberdade sexual não é apenas sair transando, mas sim poder dizer não quero, não vou, não faço, quero isso, faz assim etc. não termos o desejado, que é o prazer e o entendimento.
Liberdade sexual é responsabilidade. E como posso dizer que sou livre sexualmente quando não consigo ter orgasmos na cama, não consigo ter uma relação sexual sem medo de engravidar, porque não tomo pílula como deveria e não me cuido em relação a uma possível DST ou algo similar.
Vamos refletir mais sobre nossa sexualidade, está na hora. Somente nós podemos nos dar valor e somente a nós compete a felicidade. Não posso ter um casamento, um caso, um namoro feliz quando não me sinto feliz e livre comigo mesmo. (fonte: www.toquefeminino.com.br)
Muito se fala de liberdade sexual entre as mulheres. Sem dúvida, tivemos grandes avanços na manifestação do comportamento sexual entre o publico feminino. Mas será que realmente, após tantos anos de movimentos femininos podemos dizer que mudamos o referencial e que as mulheres estão livres para exercer sua sexualidade?
Vamos ver um pouco da história. Na Grécia Antiga Sócrates afirmava que as mulheres não eram inferiores, apenas lhes faltava um pouco de energia física e mental. Aristóteles dizia que a mulher seria um macho imperfeito, Platão questionava se as mulheres realmente possuíam alma, além de tantas outras referencias.
Na Roma antiga, as mulheres não eram consideradas cidadãs e somente podiam deixar o seu lar ao se casar. Passando da propriedade do pai para o marido. Existia em Roma três tipos de casamento: O confarreatio, festa mais eletizada, com grandes gastos; o Coemptio festa mais popular do povo e o Usus uma espécie de ficar sem compromisso até que depois de um ano de convivência junta o casal era considerado casado. Um detalhe importante: Se no Usus a mulher saísse de casa por mais de 3 dias a contagem de tempo iniciava e ela teria mais um ano para conviver junto, sem legalmente estar casada.
Na época antiga, a cultura do corpo era algo muito valorizada e homens e mulheres possuíam grande preocupação com os aspectos físicos. Obras expostas em museus que representam a época retratam muito bem isso. A ginástica era realizada na grécia antiga de forma nua e as pessoas podiam experessar mais livremente sua sexualidade. Havia na Olisbus, uma espécie de vibrador que era introduzido no canal da mulher e já se fazia uso de métodos anticonceptivos (óleo de oliva misturada com fezes de crocodilo). A prostituição era aceita.
Mas o que isso tudo tem com os tempos atuais? Se notarmos algumas semelhanças na questão do direito da mulher iremos ver que em algumas cidades, ( interior do Brasil) existe ainda muito preconceito em relação ao comportamento social da mulher, elas não podem isso, não podem aquilo e muitas donas de casa somente possuem o direito de servir ao seu marido e filhos, não possuindo vida social e autorização para viver mais livremente. Passam da mão do pai para a mão do marido, muitas vezes mais autoritário e ciumento, em algumas mulheres, devido ao preconceito religiosos, muitas devem manter seus casamentos até a morte e a família não aceita a separação do casal. Mesmo hoje eu vejo isso de forma direta em meu consultório, pacientes que são casadas e não gostam mais de suas relações e que não podem se separar do marido devido a família dela não autorizar.
O corpo físico, hoje em dia, também é uma grande procupação da mulher, que busca cirurgias e a química, em vez da ginástica (em muitos casos), para manter a forma. Não é atoa que o Brasil é recordista de cirurgia estética de seios. Em cidades mais litorâneas observa-se mais a exposição do corpo e com isso maior preocupação com o outro que está vendo, observanado e analisando o meu corpo.
Tudo bem, isso tudo é normal, acontece ao nosso redor todos os dias. Mas a grande pergunta é: será que a mulher ou o homem estão livres realmente para vivenciar sua sexualidade? Não acredito ainda nisto não, apesar de estarmos em pleno 2011, a mulher e o homem ainda permanecem enraizados em comportamentos sexuais para o outro. Aparecer bela para o outro quando na verdade não está se sentido bem, tentar passar uma imagem de uma pessoa liberal quando há grandes preconceitos em relação ao seu próprio comportamento e o do outro. Fingem orgasmos para agradar e perdem a virgindade para não perder o namorado. Seria isso liberdade?
Enquanto não se parar para discutir estes e outros tipos de comportamentos sociais e individuais; Enquanto não se estudar a sexualidade de forma ampla e democrática; Enquanto não entendermos que liberdade sexual não é apenas sair transando, mas sim poder dizer não quero, não vou, não faço, quero isso, faz assim etc. não termos o desejado, que é o prazer e o entendimento.
Liberdade sexual é responsabilidade. E como posso dizer que sou livre sexualmente quando não consigo ter orgasmos na cama, não consigo ter uma relação sexual sem medo de engravidar, porque não tomo pílula como deveria e não me cuido em relação a uma possível DST ou algo similar.
Vamos refletir mais sobre nossa sexualidade, está na hora. Somente nós podemos nos dar valor e somente a nós compete a felicidade. Não posso ter um casamento, um caso, um namoro feliz quando não me sinto feliz e livre comigo mesmo. (fonte: www.toquefeminino.com.br)
Você Participaria de um Triângulo Amoroso?
Você Participaria de um Triângulo Amoroso?
Um dos assuntos mais antigos dentro dos relacionamentos afetivos é o conhecido triangulo amoroso, e hoje você aprenderá algumas coisas que estão em oculto e que ninguém consegue desvendar.
O triângulo amoroso é uma subversão mental muito forte dentro do campo dos relacionamentos, e um indicativo muito forte de que o quociente emocional do elo de ligação entre as duas outras pontas do triangulo se encontra muito deficitário.
Toda pessoa que possui dois amores, na verdade não possui nenhum. Toda pessoa que busca se envolver emocionalmente com duas pessoas simultaneamente, na verdade não está a se envolver com nenhuma. Em suma, está a se enganar de forma muito nociva.
São duras as palavras que se seguirão, mas elas são necessárias, pois toda pessoa que se liga em um triangulo amoroso está emocional e mentalmente perturbada.
Uma das grandes motivações que leva uma pessoa a mover céus e terras para sustentar um triangulo amoroso é sendo um dos sete principais inibidores do potencial de sedução de qualquer pessoa, o MEDO DE PERDER O AMOR DE ALGUEM, porque o medo de perder o amor de alguém faz tanto homens como mulheres mutilarem a sua dignidade a tal ponto de se sujeitarem a todo tipo de condições humilhantes simplesmente para manter os parceiros ou as parceiras do seu lado.
Uma das principais causas da humanidade neste século desconhecer todas as nuances do termo felicidade, é deixarem-se consumir pelo medo, e, destarte, o medo já matou mais pessoas do que todas as guerras da história juntas e multiplicadas por 10.
Mas fica a pergunta, o que fazer se não há forças para dizer a eles ou dizer a elas que está acabado?
Detalhe, o que a pessoa tem que ter em mente é que não importa se é homem ou mulher, ninguém aceita dividir o que considera precioso, e mais dia ou menos dia a Divina Ordem Cósmica coloca as coisas no seu devido lugar, ou seja, se você não está disposto a se desfazer dos seus dois amores, o Universo arranjará alguém fiel para aquela pessoa que você mais gosta, e o seu destino estará selado para com momentos de angustia e solidão, pois não se pode brincar ou manipular o sentimento de qualquer pessoa que seja.
A lógica do amor é dois pensamentos convergidos em um só formarem uma unidade de vida, e toda vez que você insere uma terceira figura você dissolve quase que por completo o poder curativo do amor, e a tendência natural das coisas é você amar mais uma pessoa e menosprezar a outra, e detalhe, quem semeia ventos colhe tempestades.
Por fim a energia mental que é liberada de uma situação que constitui um triangulo amoroso é mais nociva que benéfica, porque toda fração de pensamento negativo de medo, duvida, angustia e ressentimento tem a tendência de trazer como um imã mais situações que venham a ampliar estas sensações, e a pessoa pode ficar imersa nas profundezas de seus ressentimentos que dificilmente conseguirá ver a luz na superfície. (fonte: www.artigos.com)
Um dos assuntos mais antigos dentro dos relacionamentos afetivos é o conhecido triangulo amoroso, e hoje você aprenderá algumas coisas que estão em oculto e que ninguém consegue desvendar.
O triângulo amoroso é uma subversão mental muito forte dentro do campo dos relacionamentos, e um indicativo muito forte de que o quociente emocional do elo de ligação entre as duas outras pontas do triangulo se encontra muito deficitário.
Toda pessoa que possui dois amores, na verdade não possui nenhum. Toda pessoa que busca se envolver emocionalmente com duas pessoas simultaneamente, na verdade não está a se envolver com nenhuma. Em suma, está a se enganar de forma muito nociva.
São duras as palavras que se seguirão, mas elas são necessárias, pois toda pessoa que se liga em um triangulo amoroso está emocional e mentalmente perturbada.
Uma das grandes motivações que leva uma pessoa a mover céus e terras para sustentar um triangulo amoroso é sendo um dos sete principais inibidores do potencial de sedução de qualquer pessoa, o MEDO DE PERDER O AMOR DE ALGUEM, porque o medo de perder o amor de alguém faz tanto homens como mulheres mutilarem a sua dignidade a tal ponto de se sujeitarem a todo tipo de condições humilhantes simplesmente para manter os parceiros ou as parceiras do seu lado.
Uma das principais causas da humanidade neste século desconhecer todas as nuances do termo felicidade, é deixarem-se consumir pelo medo, e, destarte, o medo já matou mais pessoas do que todas as guerras da história juntas e multiplicadas por 10.
Mas fica a pergunta, o que fazer se não há forças para dizer a eles ou dizer a elas que está acabado?
Detalhe, o que a pessoa tem que ter em mente é que não importa se é homem ou mulher, ninguém aceita dividir o que considera precioso, e mais dia ou menos dia a Divina Ordem Cósmica coloca as coisas no seu devido lugar, ou seja, se você não está disposto a se desfazer dos seus dois amores, o Universo arranjará alguém fiel para aquela pessoa que você mais gosta, e o seu destino estará selado para com momentos de angustia e solidão, pois não se pode brincar ou manipular o sentimento de qualquer pessoa que seja.
A lógica do amor é dois pensamentos convergidos em um só formarem uma unidade de vida, e toda vez que você insere uma terceira figura você dissolve quase que por completo o poder curativo do amor, e a tendência natural das coisas é você amar mais uma pessoa e menosprezar a outra, e detalhe, quem semeia ventos colhe tempestades.
Por fim a energia mental que é liberada de uma situação que constitui um triangulo amoroso é mais nociva que benéfica, porque toda fração de pensamento negativo de medo, duvida, angustia e ressentimento tem a tendência de trazer como um imã mais situações que venham a ampliar estas sensações, e a pessoa pode ficar imersa nas profundezas de seus ressentimentos que dificilmente conseguirá ver a luz na superfície. (fonte: www.artigos.com)
Sexomania
Sexomania
Quando falamos em sexomania, falamos também de compulsão sexual, falamos de um desejo sexual “incontrolável”, no qual a pessoa não consegue se autocontrolar e pensar: ‘Hoje quando chegar em casa vou seduzir minha parceira para transar desse jeito ou naquela posição’, ou ‘Quando sair do trabalho vou procurar aquela amiga, namorada ou garota de programa para fazer sexo com aquela fantasia’.
A pessoa com compulsão sexual apresenta dificuldade em ter um desejo e esperar para realizá-lo em outro momento. Ela passa a pensar compulsivamente em sexo e, com o passar do tempo, passa a ter atitudes cada vez mais compulsivas e imediatistas para realizar esse desejo.
Essa pessoa vive uma grande ansiedade, demonstrada por esses pensamentos, que acabam se transformando em excitação sexual. O compulsivo sexual pode buscar satisfação em qualquer atividade que esteja relacionada a sexo. Isso inclui masturbação, sexo virtual, pornografia e sexo por telefone. O compulsivo sexual nem sempre precisa procurar parceiros, embora isso também aconteça.
No inicio o desejo compulsivo pode até ser satisfeito com a masturbação. Mas se essa pessoa não for tratada com psicoterapia e muitas vezes acompanhamento psiquiátrico e medicação, ela pode vir a ter comportamentos compulsivos que a colocam cada vez mais em risco. Ela pode querer transar em qualquer lugar, seja no trabalho, na rua, na casa de alguém, no shopping... A pessoa busca qualquer um para realizar a satisfação da compulsão, muitas vezes seduzindo ou forçando sexo com amigos(as) parentes, indigentes, correndo o risco de doenças sexualmente transmissíveis e Aids.
É importante entender que o compulsivo não é aquele que premedita, que pensa e por isso ‘trai’ sua parceria, ele age, na maioria das vezes sem planejar, age com muita dificuldade de ter controle da compulsão.
Mas e os(as) parceiros(as) de uma pessoa com compulsão sexual?
Como devem agir?
Como ficam emocionalmente?
O parceiro(a) de um compulsivo sexual fica extremamente fragilizado e temeroso. Muitas vezes o conflito na relação é intenso, pois esse comportamento pode ser interpretado como uma atitude sacana, perversa ou de falta de caráter e é importantíssimo reconhecer que se trata de uma doença.
Segundo o psiquiatra norte-americano Martin Kafka, da Universidade de Harvard, os resultados de uma pesquisa realizada, diz que 95% dos indivíduos que sofrem com o aumento incontrolável da libido são homens. Acredita-se que essa diferença seja tão grande para o sexo masculino por questões de aprendizagem social e questões culturais, pois o homem é estimulado e valorizado desde a adolescência a viver uma sexualidade quantitativa como um sinal de virilidade.
É difícil para alguns homens assumirem que estão doentes. Muitos valorizam esse ímpeto sexual como sinal de masculinidade e só reconhecem a compulsão quando expostos a um grande risco ou depois de ter perdido a companheira, o apoio da família e muitas vezes o emprego.
A compulsão sexual costuma ocorrer na idade adulta, e considera-se que esses comportamentos devam estar ocorrendo por pelo menos seis meses para afirmar esse diagnóstico.
Para o parceiro(a) é muito importante entender que se trata de uma pessoa doente e que precisa ser tratada e acompanhada. As atitudes compulsivas de sexo nesse caso não significam uma traição, mas um ato sem controle.
Sei que é difícil esse entendimento, porque também há um questionamento de que se essa compulsão é doença, a expectativa de que o desejo que se imaginava ter sido despertado no outro por motivo de afeto e tesão, não eram nada além de um impulso incontrolável, e não um desejo de afeto ou de libido na relação.
O parceiro(a) de alguém com compulsão sexual, casado ou não, precisa também receber apoio psicoterapêutico, pois torna-se um codependente, pois ilusoriamente, por exemplo, para algumas mulheres, esse desejo sexual exagerado do parceiro costuma ser usado para alimentar a sua autoestima em sentir-se desejada.
Muitos parceiros de compulsivos parecem ter a ‘síndrome de super-herói', fazendo dessa relação uma proposta desafiadora de testar seu poder de ‘mudar’ o outro, de melhorá-lo ou até de curá-lo.
Na maioria das vezes essa atitude ‘heroica’ pode ser muito prejudicial. Alguém que se autodesafia, carregando uma ‘sensação interna’ de incapacidade, pode exercitar uma profecia autorrealizadora de ‘Eu nunca sou capaz de amar ou de ser amada(o) o suficiente para ter alguém’ e essa atitude é autodestrutiva.
Como tratar?
Para que a compulsão possa ser tratada, o primeiro passo é a própria pessoa perceber a necessidade de ajuda e seu parcerio(a) idem.
O tratamento, como já disse, é composto por acompanhamento psicológico e psiquiátrico. É necessário que o compulsivo aprenda a baixar e controlar a ansiedade. O psiquiatra pode prescrever medicamentos para ajudar a diminuir a libido, o impulso sexual e reduzir a ansiedade. Isso pode ajudar inclusive a reduzir o prazo da psicoterapia.
Existem também os grupos de autoajuda como o DASA - Dependentes de Amor e Sexo Anônimos. Esse grupo promove reuniões em muitas cidades do Brasil, onde as pessoas podem partilhar suas experiências com outras que também vivem o mesmo problema.
Se isso estiver ocorrendo com você, não espere mais tempo, procure ajuda para ter a possibilidade de aprender a desfrutar de prazer e afeto em suas relações.
Observação: Em casos de compulsão severa, onde podem ocorrer estupro, violência etc., a internação em clínica especializada pode ser necessária para o sucesso do tratamento. (fonte: www2.uol.com.br)
Quando falamos em sexomania, falamos também de compulsão sexual, falamos de um desejo sexual “incontrolável”, no qual a pessoa não consegue se autocontrolar e pensar: ‘Hoje quando chegar em casa vou seduzir minha parceira para transar desse jeito ou naquela posição’, ou ‘Quando sair do trabalho vou procurar aquela amiga, namorada ou garota de programa para fazer sexo com aquela fantasia’.
A pessoa com compulsão sexual apresenta dificuldade em ter um desejo e esperar para realizá-lo em outro momento. Ela passa a pensar compulsivamente em sexo e, com o passar do tempo, passa a ter atitudes cada vez mais compulsivas e imediatistas para realizar esse desejo.
Essa pessoa vive uma grande ansiedade, demonstrada por esses pensamentos, que acabam se transformando em excitação sexual. O compulsivo sexual pode buscar satisfação em qualquer atividade que esteja relacionada a sexo. Isso inclui masturbação, sexo virtual, pornografia e sexo por telefone. O compulsivo sexual nem sempre precisa procurar parceiros, embora isso também aconteça.
No inicio o desejo compulsivo pode até ser satisfeito com a masturbação. Mas se essa pessoa não for tratada com psicoterapia e muitas vezes acompanhamento psiquiátrico e medicação, ela pode vir a ter comportamentos compulsivos que a colocam cada vez mais em risco. Ela pode querer transar em qualquer lugar, seja no trabalho, na rua, na casa de alguém, no shopping... A pessoa busca qualquer um para realizar a satisfação da compulsão, muitas vezes seduzindo ou forçando sexo com amigos(as) parentes, indigentes, correndo o risco de doenças sexualmente transmissíveis e Aids.
É importante entender que o compulsivo não é aquele que premedita, que pensa e por isso ‘trai’ sua parceria, ele age, na maioria das vezes sem planejar, age com muita dificuldade de ter controle da compulsão.
Mas e os(as) parceiros(as) de uma pessoa com compulsão sexual?
Como devem agir?
Como ficam emocionalmente?
O parceiro(a) de um compulsivo sexual fica extremamente fragilizado e temeroso. Muitas vezes o conflito na relação é intenso, pois esse comportamento pode ser interpretado como uma atitude sacana, perversa ou de falta de caráter e é importantíssimo reconhecer que se trata de uma doença.
Segundo o psiquiatra norte-americano Martin Kafka, da Universidade de Harvard, os resultados de uma pesquisa realizada, diz que 95% dos indivíduos que sofrem com o aumento incontrolável da libido são homens. Acredita-se que essa diferença seja tão grande para o sexo masculino por questões de aprendizagem social e questões culturais, pois o homem é estimulado e valorizado desde a adolescência a viver uma sexualidade quantitativa como um sinal de virilidade.
É difícil para alguns homens assumirem que estão doentes. Muitos valorizam esse ímpeto sexual como sinal de masculinidade e só reconhecem a compulsão quando expostos a um grande risco ou depois de ter perdido a companheira, o apoio da família e muitas vezes o emprego.
A compulsão sexual costuma ocorrer na idade adulta, e considera-se que esses comportamentos devam estar ocorrendo por pelo menos seis meses para afirmar esse diagnóstico.
Para o parceiro(a) é muito importante entender que se trata de uma pessoa doente e que precisa ser tratada e acompanhada. As atitudes compulsivas de sexo nesse caso não significam uma traição, mas um ato sem controle.
Sei que é difícil esse entendimento, porque também há um questionamento de que se essa compulsão é doença, a expectativa de que o desejo que se imaginava ter sido despertado no outro por motivo de afeto e tesão, não eram nada além de um impulso incontrolável, e não um desejo de afeto ou de libido na relação.
O parceiro(a) de alguém com compulsão sexual, casado ou não, precisa também receber apoio psicoterapêutico, pois torna-se um codependente, pois ilusoriamente, por exemplo, para algumas mulheres, esse desejo sexual exagerado do parceiro costuma ser usado para alimentar a sua autoestima em sentir-se desejada.
Muitos parceiros de compulsivos parecem ter a ‘síndrome de super-herói', fazendo dessa relação uma proposta desafiadora de testar seu poder de ‘mudar’ o outro, de melhorá-lo ou até de curá-lo.
Na maioria das vezes essa atitude ‘heroica’ pode ser muito prejudicial. Alguém que se autodesafia, carregando uma ‘sensação interna’ de incapacidade, pode exercitar uma profecia autorrealizadora de ‘Eu nunca sou capaz de amar ou de ser amada(o) o suficiente para ter alguém’ e essa atitude é autodestrutiva.
Como tratar?
Para que a compulsão possa ser tratada, o primeiro passo é a própria pessoa perceber a necessidade de ajuda e seu parcerio(a) idem.
O tratamento, como já disse, é composto por acompanhamento psicológico e psiquiátrico. É necessário que o compulsivo aprenda a baixar e controlar a ansiedade. O psiquiatra pode prescrever medicamentos para ajudar a diminuir a libido, o impulso sexual e reduzir a ansiedade. Isso pode ajudar inclusive a reduzir o prazo da psicoterapia.
Existem também os grupos de autoajuda como o DASA - Dependentes de Amor e Sexo Anônimos. Esse grupo promove reuniões em muitas cidades do Brasil, onde as pessoas podem partilhar suas experiências com outras que também vivem o mesmo problema.
Se isso estiver ocorrendo com você, não espere mais tempo, procure ajuda para ter a possibilidade de aprender a desfrutar de prazer e afeto em suas relações.
Observação: Em casos de compulsão severa, onde podem ocorrer estupro, violência etc., a internação em clínica especializada pode ser necessária para o sucesso do tratamento. (fonte: www2.uol.com.br)
Orgasmo múltiplo: Privilégio feminino
Orgasmo múltiplo: Privilégio feminino
Definem-se Orgasmos Múltiplos aqueles picos de orgasmos (prazer sexual) que ocorrem em sequência, um imediatamente após o outro sem interrupção alguma. Logo, os orgasmos múltiplos não ocorrem nos homens, pois estes apresentam o período refratário, que é um impedimento fisiológico. Mesmo nas mulheres, não é um fenômeno muito frequente.
O orgasmo feminino é muito complexo e não apresenta somente um padrão. Pode ocorrer um único e intenso orgasmo, vários orgasmos de menor intensidade ou uma união dessas duas variações. É também comum a mulher confundir a sensação prazeirosa após o coito como se estivesse experimentando novos orgasmos.
Para o homem é difícil detectar se sua parceira teve vários orgasmos, principalmente se estes últimos não foram tão intensos. Por vezes percebem o orgasmo feminino pelo súbito aumento de contrações da vagina pressionando o próprio pênis. Em outras ocasiões, podem ser vítimas de um comportamento não recomendável por parte das mulheres que é a simulação do prazer. Parceiras que simulam o orgasmo tendem apenas a trazer complicações ao ajuste sexual do casal.
Os Múltiplos Orgasmos não são a regra geral e não definem por si só se a mulher tem mais, ou não, prazer quando comparada a outras com um único orgasmo. Também não se sabe se há alguma predisposição biológica ou emocional a apresentar tal tipo de resposta sexual.
O mito diz que a mulher multiorgásmica é mais fogosa e pode dar maior prazer ao homem, mas não há nenhuma evidência que comprove tal teoria, até porque muitas simulam o prazer sem a percepção do parceiro. O maior prazer do homem frente as supostas mulheres multiorgásmicas está, em grande parte, associado a fantasias de ele próprio ser um "super macho" capaz de levar a mulher às alturas no domínio do prazer. (fonte: www.abcdasaude.com.br)
Definem-se Orgasmos Múltiplos aqueles picos de orgasmos (prazer sexual) que ocorrem em sequência, um imediatamente após o outro sem interrupção alguma. Logo, os orgasmos múltiplos não ocorrem nos homens, pois estes apresentam o período refratário, que é um impedimento fisiológico. Mesmo nas mulheres, não é um fenômeno muito frequente.
O orgasmo feminino é muito complexo e não apresenta somente um padrão. Pode ocorrer um único e intenso orgasmo, vários orgasmos de menor intensidade ou uma união dessas duas variações. É também comum a mulher confundir a sensação prazeirosa após o coito como se estivesse experimentando novos orgasmos.
Para o homem é difícil detectar se sua parceira teve vários orgasmos, principalmente se estes últimos não foram tão intensos. Por vezes percebem o orgasmo feminino pelo súbito aumento de contrações da vagina pressionando o próprio pênis. Em outras ocasiões, podem ser vítimas de um comportamento não recomendável por parte das mulheres que é a simulação do prazer. Parceiras que simulam o orgasmo tendem apenas a trazer complicações ao ajuste sexual do casal.
Os Múltiplos Orgasmos não são a regra geral e não definem por si só se a mulher tem mais, ou não, prazer quando comparada a outras com um único orgasmo. Também não se sabe se há alguma predisposição biológica ou emocional a apresentar tal tipo de resposta sexual.
O mito diz que a mulher multiorgásmica é mais fogosa e pode dar maior prazer ao homem, mas não há nenhuma evidência que comprove tal teoria, até porque muitas simulam o prazer sem a percepção do parceiro. O maior prazer do homem frente as supostas mulheres multiorgásmicas está, em grande parte, associado a fantasias de ele próprio ser um "super macho" capaz de levar a mulher às alturas no domínio do prazer. (fonte: www.abcdasaude.com.br)
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