Sesionará en Salta el primer Congreso Argentino de Sexología y Educación Sexual
MIÉRCOLES 31 DE AGOSTO DE 2011 - 06:22 H - ESCRITO POR REDACCIÓN IRUYA.COM
Sexo juvenil
Con el auspicio de la Secretaría de Turismo de la Municipalidad de Salta, se realizará mañana la apertura del 1º Congreso Argentino de Sexología y Educación Sexual y 1º Jornadas Salteñas de Educación Sexual y Sexología Clínica, actividades que son organizadas por la Asociación Argentina de Sexología.
Las deliberaciones tendrán lugar en el Círculo Médico de Salta, calle Urquiza 153, y darán comienzo a las 9 h. En la ocasión estarán presentes funcionarios municipales.
El congreso se extenderá hasta el próximo día 3 de septiembre y participarán prestigiosos profesionales nacionales e internacionales como Ricardo Cavalcanti (WAS), Teresita Blanco (FLASES), Andrés Caro (Uruguay), Alex Oxember (Chile), Raúl Belén, Luis M. Aller Atucha, Isabel Boschi, Norberto de Pozo, Silvia Darrichón, Silvia Mónica Gelsi, entre otros.
http://noticias.iruya.com/politica/municipal/10818-congreso-educacion-sexual-salta.html
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Mulher insaciável bate recorde de orgasmo
Mulher insaciável bate recorde de orgasmo
Uma mulher de 28 anos bateu o recorde de orgasmos consecutivos ontem, no estado de Harward, EUA. O teste foi realizado na Universidade Federal de Harward.
Acompanhada por uma equipe médica, e com o auxilio de aparelhos, Mayra teve 102 orgasmos seguidos, quando estimulada no clitóris; o recorde anterior era de 81, obtido por uma polonesa em 1998.
De acordo com o resultado, os médicos poderão definir os fenômenos do Orgasmo feminino. "Os resultados foram impressionantes", declarou John Berdway, porta-voz da equipe médica que acompanhou o teste.
De acordo com a equipe médica, o intenso orgasmo obtido por Mayra não poderia ser obtido através do sexo normal com um homem."Geralmente, uma mulher não consegue obter mais do que 2 orgasmos em uma relação, lembramos que esse caso do teste é raro".
O teste também teve suas consequências negativas: Após o 50° orgasmo, a mulher perdeu totalmente os movimentos das pernas.
Veja o que ocorreu no corpo de Mayra em cada etapa:
1° orgasmo: Sensação de Intenso prazer. é o orgasmo mais intenso de toda a série;
5° orgasmo: Profundo relaxamento muscular;
10° orgasmo: A mulher perde a visão, em razão das fortes contrações musculares, e dos impulsos cardíacos, mas continua sentindo um prazer muito forte;
17° orgasmo: Perda dos movimentos dos braços.
29° orgasmo: Perda dos movimentos faciais;
36° orgasmo: A área cerebral destinada ao sexo funciona plenamente, e a sensação de prazer aumenta cada vez mais;
45° orgasmo: A vagina começa a ter impulsos involuntários muito fortes;
53° orgasmo: A mulher perde os movimentos da perna;
58° orgasmo: Mayra fica totalmente paralisada, toda a força do corpo vai para a vagina, que começa a latejar fortemente;
80° orgasmo: O corpo não tem mais forças para a sequência de orgasmos, os nervos da perna não respondem aos comandos cerebrais;
102° orgasmo: O coração bate a 161 bpm, e os médicos resolvem encerrar o teste.
Após o teste, Mayra ficará 3 dias em repouso absoluto, já que não consegue andar, até recuperar-se com uma alimentação rica em carboidratos.
Segundo Mayra "Foi uma sensação maravilhosa, jamais senti isso na minha vida".
(Fonte: http://forums.tibiabr.com)
http://www.ocontroledamente.com/2011/08/mulher-insaciavel-bate-recorde-de.html
Uma mulher de 28 anos bateu o recorde de orgasmos consecutivos ontem, no estado de Harward, EUA. O teste foi realizado na Universidade Federal de Harward.
Acompanhada por uma equipe médica, e com o auxilio de aparelhos, Mayra teve 102 orgasmos seguidos, quando estimulada no clitóris; o recorde anterior era de 81, obtido por uma polonesa em 1998.
De acordo com o resultado, os médicos poderão definir os fenômenos do Orgasmo feminino. "Os resultados foram impressionantes", declarou John Berdway, porta-voz da equipe médica que acompanhou o teste.
De acordo com a equipe médica, o intenso orgasmo obtido por Mayra não poderia ser obtido através do sexo normal com um homem."Geralmente, uma mulher não consegue obter mais do que 2 orgasmos em uma relação, lembramos que esse caso do teste é raro".
O teste também teve suas consequências negativas: Após o 50° orgasmo, a mulher perdeu totalmente os movimentos das pernas.
Veja o que ocorreu no corpo de Mayra em cada etapa:
1° orgasmo: Sensação de Intenso prazer. é o orgasmo mais intenso de toda a série;
5° orgasmo: Profundo relaxamento muscular;
10° orgasmo: A mulher perde a visão, em razão das fortes contrações musculares, e dos impulsos cardíacos, mas continua sentindo um prazer muito forte;
17° orgasmo: Perda dos movimentos dos braços.
29° orgasmo: Perda dos movimentos faciais;
36° orgasmo: A área cerebral destinada ao sexo funciona plenamente, e a sensação de prazer aumenta cada vez mais;
45° orgasmo: A vagina começa a ter impulsos involuntários muito fortes;
53° orgasmo: A mulher perde os movimentos da perna;
58° orgasmo: Mayra fica totalmente paralisada, toda a força do corpo vai para a vagina, que começa a latejar fortemente;
80° orgasmo: O corpo não tem mais forças para a sequência de orgasmos, os nervos da perna não respondem aos comandos cerebrais;
102° orgasmo: O coração bate a 161 bpm, e os médicos resolvem encerrar o teste.
Após o teste, Mayra ficará 3 dias em repouso absoluto, já que não consegue andar, até recuperar-se com uma alimentação rica em carboidratos.
Segundo Mayra "Foi uma sensação maravilhosa, jamais senti isso na minha vida".
(Fonte: http://forums.tibiabr.com)
http://www.ocontroledamente.com/2011/08/mulher-insaciavel-bate-recorde-de.html
Rituais e técnicas sexuais em diferentes sociedades
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Rituais e técnicas sexuais em diferentes sociedades
Pesquisadores que investigaram os rituais de corte e técnicas sexuais em diferentes sociedades descobriram interessantes variações de comportamento entre os povos e/ou nações. Na maioria da vezes, o sexo é retratado sob o o ponto de vista masculino, nos mais antigos convites amorosos, considerando a mulher sempre tendo a função de objeto de desejo do homem. A mulher só muda de posição em algumas seitas Tântricas. As emoções sentidas pelos casais de diferentes sociedades pode variar de qualidade, se estende do amor e ternura passando de hostilidade para agressão.
É uma pequena surpresa. Os Papuas da tribo Dobu por exemplo, normalmente, raptam de propósito as mulheres da tribo inimiga. Portanto, há uma relação de amor e ódio entre o casal. O marido é amedrontado por sua mulher dia e noite.
Os membros da tribo Gousia, no sudoeste do Kenya, defendem um modo sádico de relacionamento sexual. A mulher tem que lutar com unhas e dentes durante a relação. O homem, por sua vez, tem maior prazer em abusá-la fisicamente; ele se diverte vendo-a gemendo e chorando devido aos abusos e dor infligidos.
Esse tipo de sexualidade é moldada durante a infância. Garotas são reprimidas se mostrarem interesse sexual prematuro, entretanto os garotos são reprimidos e encorajados alternadamente. Um rito especial faz parte dessa educação sexual. Logo após a circuncisão, os adolescentes são colocados num local isolado onde eles encontram garotas nuas da mesma idade. As garotas começam uma dança lasciva cujo objetivo principal é provocar ereção; a garota e o garoto que não conseguem passam por humilhação e galhofa.
A atitude com respeito as partes erógenas do corpo varia muito também. Os seios femininos atraem tanto europeus quanto africanos. Todavia, os seios femininos não provocam em nada os homens da tribo Mangaia da Polinésia. Eles acreditam que os seios só servem para amamentação.
Entre nativos do "Novo Mundo" e mesmo na África, o influência dos missionários cristãos alterou notavelmente o modo de encarar e praticar o sexo. Os europeus tratam esse assunto, desde tempos imemoriais, de uma maneira desconfortável, sob a ótica do "indecente". Nesse contexto é comum a preferência da abordagem da mulher por trás, de modo que os parceiros não se olham. Até o século XIX, os homens europeus tratavam a mulher como uma criatura assexuada e, assim, a mulher ocidental muito freqüentemente mentiu durante o sexo, fingindo indiferença.
Diferente dos homens europeus, o homem da tribo Mangaia é mais democrático no sexo. Eles acreditam que a mulher pode se movimentar a vontade durante o coito, e ambas as partes envolvidas podem fazer uma troca mútua até um orgasmo espetacular.
Esquisitices sexuais (inovações) e técnicas eróticas surgiram em sociedades em que o sexo é tratado com grande importância (Índia e China). A técnica as vezes tem qualidade de culto religioso. Uma antiga prática sexual chinesa se apresenta curiosa hoje em dia: de acordo com ela, o homem pode levar a mulher ao orgasmo sem ejaculação no processo. O objetivo é absorver a energia da mulher, o Yin - preservando-a, apropriando-se dela, enquanto guarda intacto o Yang ou seja, sua própria energia sexual. Quanto mais Yin ele absorve e preserva a sua parte Yang e mais forte o homem fica.
Fonte: Neocodex
http://dicasamorsemlimite.blogspot.com/2011/08/rituais-e-tecnicas-sexuais-em.html?zx=f33309384bcc10ed
Rituais e técnicas sexuais em diferentes sociedades
Pesquisadores que investigaram os rituais de corte e técnicas sexuais em diferentes sociedades descobriram interessantes variações de comportamento entre os povos e/ou nações. Na maioria da vezes, o sexo é retratado sob o o ponto de vista masculino, nos mais antigos convites amorosos, considerando a mulher sempre tendo a função de objeto de desejo do homem. A mulher só muda de posição em algumas seitas Tântricas. As emoções sentidas pelos casais de diferentes sociedades pode variar de qualidade, se estende do amor e ternura passando de hostilidade para agressão.
É uma pequena surpresa. Os Papuas da tribo Dobu por exemplo, normalmente, raptam de propósito as mulheres da tribo inimiga. Portanto, há uma relação de amor e ódio entre o casal. O marido é amedrontado por sua mulher dia e noite.
Os membros da tribo Gousia, no sudoeste do Kenya, defendem um modo sádico de relacionamento sexual. A mulher tem que lutar com unhas e dentes durante a relação. O homem, por sua vez, tem maior prazer em abusá-la fisicamente; ele se diverte vendo-a gemendo e chorando devido aos abusos e dor infligidos.
Esse tipo de sexualidade é moldada durante a infância. Garotas são reprimidas se mostrarem interesse sexual prematuro, entretanto os garotos são reprimidos e encorajados alternadamente. Um rito especial faz parte dessa educação sexual. Logo após a circuncisão, os adolescentes são colocados num local isolado onde eles encontram garotas nuas da mesma idade. As garotas começam uma dança lasciva cujo objetivo principal é provocar ereção; a garota e o garoto que não conseguem passam por humilhação e galhofa.
A atitude com respeito as partes erógenas do corpo varia muito também. Os seios femininos atraem tanto europeus quanto africanos. Todavia, os seios femininos não provocam em nada os homens da tribo Mangaia da Polinésia. Eles acreditam que os seios só servem para amamentação.
Entre nativos do "Novo Mundo" e mesmo na África, o influência dos missionários cristãos alterou notavelmente o modo de encarar e praticar o sexo. Os europeus tratam esse assunto, desde tempos imemoriais, de uma maneira desconfortável, sob a ótica do "indecente". Nesse contexto é comum a preferência da abordagem da mulher por trás, de modo que os parceiros não se olham. Até o século XIX, os homens europeus tratavam a mulher como uma criatura assexuada e, assim, a mulher ocidental muito freqüentemente mentiu durante o sexo, fingindo indiferença.
Diferente dos homens europeus, o homem da tribo Mangaia é mais democrático no sexo. Eles acreditam que a mulher pode se movimentar a vontade durante o coito, e ambas as partes envolvidas podem fazer uma troca mútua até um orgasmo espetacular.
Esquisitices sexuais (inovações) e técnicas eróticas surgiram em sociedades em que o sexo é tratado com grande importância (Índia e China). A técnica as vezes tem qualidade de culto religioso. Uma antiga prática sexual chinesa se apresenta curiosa hoje em dia: de acordo com ela, o homem pode levar a mulher ao orgasmo sem ejaculação no processo. O objetivo é absorver a energia da mulher, o Yin - preservando-a, apropriando-se dela, enquanto guarda intacto o Yang ou seja, sua própria energia sexual. Quanto mais Yin ele absorve e preserva a sua parte Yang e mais forte o homem fica.
Fonte: Neocodex
http://dicasamorsemlimite.blogspot.com/2011/08/rituais-e-tecnicas-sexuais-em.html?zx=f33309384bcc10ed
Mulheres gordinhas são melhores de cama!
Mulheres gordinhas são melhores de cama!
Mulheres gordinhas fazem mais sexo, Mulheres Gordinhas São as Melhores de Cama.
A fabricante de camas Silent Night, financiou uma Pesquisa que descobriu que os Homens acham que mulheres Gordinhas são mais boas de cama do que as magras. O Estudo apontou que 89% dos homens pensam que ter uma parceira, que pelos atuais padrões estéticos, estão acima do peso, é uma idéia que os encanta. Mas a preferência não é só dos homens; 68% das Mulheres pesquisadas, disseram que homens pesados são melhores no Sexo. No Estudo, os Pesquisadores também descobriram que as Gordinhas, fazem 5 vezes mais peripécias do que as magras na Cama.
Outra Pesquisa, feita pelo neurocientista Steven PlateK, do Georgia Gwinnet College, USA, descobriu que quando os homens olham para uma Mulher Curvilínea, ativa no seu cérebro, a mesma área que também é ativada, quando se está sob o efeito de droga ou álcool.
Durante a Tomografia Computadorizada, foram distribuídas fotos de mulheres magras e gordinhas. As gordinhas ativaram mais a área ligada ao Sentimento de Recompensa. Segundo os cientistas, as curvas das Mulheres, estão diretamente associadas à fertilidade, geração de filhos e menor incidência de doenças. O Estudo apontou que corpos roliços, ativam áreas cerebrais que concentram a atenção do Homem a Mulheres com potencial de serem boas reprodutoras. Os cientistas disseram que mudanças na massa corporal somente ativam áreas associadas à Apreciação Visual e não à sensualidade. Agora Você sabe. Antes de Começar a fazer dieta, pense bem se não vai perder junto com os quilinhos extras, o Sex Appeal.
http://bonecodoidoweb.blogspot.com/2011/08/mulheres-gordinhas-sao-melhores-de-cama.html
Mulheres gordinhas fazem mais sexo, Mulheres Gordinhas São as Melhores de Cama.
A fabricante de camas Silent Night, financiou uma Pesquisa que descobriu que os Homens acham que mulheres Gordinhas são mais boas de cama do que as magras. O Estudo apontou que 89% dos homens pensam que ter uma parceira, que pelos atuais padrões estéticos, estão acima do peso, é uma idéia que os encanta. Mas a preferência não é só dos homens; 68% das Mulheres pesquisadas, disseram que homens pesados são melhores no Sexo. No Estudo, os Pesquisadores também descobriram que as Gordinhas, fazem 5 vezes mais peripécias do que as magras na Cama.
Outra Pesquisa, feita pelo neurocientista Steven PlateK, do Georgia Gwinnet College, USA, descobriu que quando os homens olham para uma Mulher Curvilínea, ativa no seu cérebro, a mesma área que também é ativada, quando se está sob o efeito de droga ou álcool.
Durante a Tomografia Computadorizada, foram distribuídas fotos de mulheres magras e gordinhas. As gordinhas ativaram mais a área ligada ao Sentimento de Recompensa. Segundo os cientistas, as curvas das Mulheres, estão diretamente associadas à fertilidade, geração de filhos e menor incidência de doenças. O Estudo apontou que corpos roliços, ativam áreas cerebrais que concentram a atenção do Homem a Mulheres com potencial de serem boas reprodutoras. Os cientistas disseram que mudanças na massa corporal somente ativam áreas associadas à Apreciação Visual e não à sensualidade. Agora Você sabe. Antes de Começar a fazer dieta, pense bem se não vai perder junto com os quilinhos extras, o Sex Appeal.
http://bonecodoidoweb.blogspot.com/2011/08/mulheres-gordinhas-sao-melhores-de-cama.html
Etiqueta sexual: evite mentir que ligará para ela no dia seguinte
Etiqueta sexual: evite mentir que ligará para ela no dia seguinte
Agrella/Freerangestock.com
Essa é uma reclamação comum de muitas mulheres. Aliás, a personagem principal da peça Divas No Divã, que ficou em cartaz vários anos em São Paulo, chegou a comentar num determinado momento que deveria existir a Associação das Mulheres que Esperaram Ligação no Dia Seguinte e Não Receberam para poder processar os homens.
Para aqueles que acham que todos os pegadores fazem isso sem problemas, repensem. O livro Guia Men’s Health Para O Melhor Sexo do Mundo (Editora Gente), que desvenda vários segredos para turbinar a vida sexual dos marmanjos, já aborda o assunto no primeiro capítulo.
De acordo com a obra, se o garanhão tiver realmente vontade de ligar, é recomendável fazê-lo em 24 horas. Aliás, é uma boa dica para as mulheres que ficam dias ou semanas, esperando um contato daquele homem maravilhoso que sumiu após uma tórrida noite de amor. Se a ligação não rolou no dia seguinte, talvez o mais recomendável seja fazer a fila andar e a catraca girar.
Os homens devem evitar as frases “eu telefono para você” ou “talvez a gente possa se ver novamente” se não for mesmo o desejo deles. Também não seja babaca de dizer “Olha, só para você saber: isso aqui não é nada sério.” É, no mínimo, indelicado. Mesmo que não tenha vontade de reencontrar a garota, mulher nenhuma gosta de sentir que não representou nada para um homem depois de dormir com ele.
Ainda, segundo o livro, se quiser ser uma possibilidade na agenda dela também, envie e-mail ou mensagem no celular dizendo o quanto a noite anterior foi maravilhosa e que ela pode se sentir à vontade para contatá-lo e fazer um replay.
http://amorsexoemuitomais.wordpress.com/2011/08/30/etiqueta-sexual-evite-mentir-e-dizer-que-vai-ligar-para-ela-no-dia-seguinte/
Agrella/Freerangestock.com
Essa é uma reclamação comum de muitas mulheres. Aliás, a personagem principal da peça Divas No Divã, que ficou em cartaz vários anos em São Paulo, chegou a comentar num determinado momento que deveria existir a Associação das Mulheres que Esperaram Ligação no Dia Seguinte e Não Receberam para poder processar os homens.
Para aqueles que acham que todos os pegadores fazem isso sem problemas, repensem. O livro Guia Men’s Health Para O Melhor Sexo do Mundo (Editora Gente), que desvenda vários segredos para turbinar a vida sexual dos marmanjos, já aborda o assunto no primeiro capítulo.
De acordo com a obra, se o garanhão tiver realmente vontade de ligar, é recomendável fazê-lo em 24 horas. Aliás, é uma boa dica para as mulheres que ficam dias ou semanas, esperando um contato daquele homem maravilhoso que sumiu após uma tórrida noite de amor. Se a ligação não rolou no dia seguinte, talvez o mais recomendável seja fazer a fila andar e a catraca girar.
Os homens devem evitar as frases “eu telefono para você” ou “talvez a gente possa se ver novamente” se não for mesmo o desejo deles. Também não seja babaca de dizer “Olha, só para você saber: isso aqui não é nada sério.” É, no mínimo, indelicado. Mesmo que não tenha vontade de reencontrar a garota, mulher nenhuma gosta de sentir que não representou nada para um homem depois de dormir com ele.
Ainda, segundo o livro, se quiser ser uma possibilidade na agenda dela também, envie e-mail ou mensagem no celular dizendo o quanto a noite anterior foi maravilhosa e que ela pode se sentir à vontade para contatá-lo e fazer um replay.
http://amorsexoemuitomais.wordpress.com/2011/08/30/etiqueta-sexual-evite-mentir-e-dizer-que-vai-ligar-para-ela-no-dia-seguinte/
10 Dicas de Literatura Erótica
10 Dicas de Literatura Erótica
A literatura está repleta de erotismo. Autores discretos, safados, clássicos, contemporâneos… Literatura Erótica é sempre um presente de bom gosto, muito insinuante e atemporal. Pesquisando por aí, checando indicações ou remexendo na memória cheguei a esta pequena lista tentando mesclar autores e títulos consagrados, a nome e obras mais contemporâneas. É claro que é impossível fazer apenas uma lista, com tantas boas obras por aí, mas… Por hora ficam estas 10 dicas, mas os comentários estão abertos para mais indicações.
A Casa dos Budas Ditosos, de João Ubaldo Ribeiro
Reza a lenda que A Casa dos Budas Ditosos, participação mais que representativa da Luxúria, escrita por João Ubaldo Ribeiro para a coleção Plenos Pecados da Editora Objetiva, é a transcrição dos originais relatos de CLB, uma senhora de 68 anos, nascida na Bahia, mas moradora do RJ, que viveu o sexo pelo prazer sem nenhum tabu ou culpa, que lhes foram entregues anonimamente em fitas. Verdade ou marketing? Quem vai saber… O que sabemos é que o livro não chega a ser sensual apesar do discurso erótico, mas através de relatos descritivos das experiências sexuais da personagem (que tem entre eles, menor seduzindo um adulto, incesto, sexo com garotos de programa, o casamento com um bissexual, surubas com religiosos…) nos leva à reflexão sobre temas tabus relacionados à sexualidade. Indico a resenha de Thiago Corrêa.
A Entrega, de Toni Bentley
Relato pessoal da autora, que catalogava suas experiências anais e colecionava as camisinhas usadas, que resultou no livro. Após um casamento fracassado e um bando de relacionamentos monogâmicos e experiências sexuais insatisfatórias, com A. (lembrei da sopa de letrinhas do meu antigo blog Me and My Secret Life) a autora experimenta uma experiência quase transcedental de redescoberta do prazer sexual e uma verdadeira viagem pessoal para dentro e fora de si, desencadeadas à partir dessa relação que mescla masoquismo e submissão, sobretudo o prazer com o sexo anal. Para saber mais sobre o livro, vale ler uma excelente resenha de Leônidas Pellegrini, no Digestivo Cultural, clicando aqui e também o site oficial da autora.
A Filosofia na Alcova, de Marquês de Sade
Difícil escolher apenas um livro na vasta obra do literato Marquês de Sade, um libertino tratado como marginal (e louco) por não adequar-se à moral da época. Se é para indicar um, nada melhor que este. Imagine uma apologia à liberdade individual, levando o conceito a um ponto tão extremo, onde qualquer crime ou pecado pode ser justificável com base no prazer, e desdenhar toda e qualquer restrição social?! A Filosofia na Alcova conta a história da educação sexual da jovem Eugénie de Mistival, tendo como mestres Madame de Saint-Ange e Dolmancé. As tais “lições” eram todos os tipos de práticas sexuais, com demonstrações práticas e orgasmos filosóficos, já que todo o tempo os personagens dialogam não só sobre sexo, mas também sobre assuntos como religião, política e direito. Indico a excelente resenha de Nemo Nox, resenha de onde tirei esta descrição.
A vida sexual de Catherine M. , de Catherine Millet
Homem x Mulher. Sexo x Amor. A gente cresce sendo condicionado a acreditar nas diferenças claras que sexualmente mulheres são diferentes dos homens por um tanto de coisas, mas sobretudo que homens fazem sexo com e sem amor, enquanto mulheres só fazem sexo por amor. Catherine Millet vai na contramão dessa história e mostra que é possível sim mulheres (ela) fazer sexo por sexo e narra de maneira “extremamente honesta” suas experiências sexuais as mais variadas possíveis (homens, mulhers, travesti, surubas…), sem maiores análises ou explicações. Sexo por sexo, porque sexo é ótimo! Indico a resenha de Ana Paula Ganzaroli, basta clicar aqui e saber um pouco mais de suas impressões sobre o livro.
Crash, de J.G. Ballard
Crash é um livro estranho (estranho é o fetiche do outro, lembram?). E isso porque, em uma narrativa em primeira pessoa, o autor relata (neste livro de 1973) explicitando cenas e sensações sinestesicamente com riqueza de detalhes, a existência de fetichistas, quase uma irmandade, de homens e mulheres que tem prazer em acidentes automobilísticos. A ponto de recriar cenas de acidentes, acrescentando o detalhe sexual. Uma verdadeira distorção e interpretação, onde o falo que penetra o corpo, passa a ser o ferro distorcido que dilacera a carne. A explicação é meio simplista porque é difícil explicar este enredo erótico/psicológico que assombra e excita. A obra já teve sua versão cinematográfica, não menos estranha, com direção de David Cronenberg e James Spader como protagonista. Também vale conferir.
História do Olho, de Georges Bataille
Um erotismo visceral. Em uma narrativa cheia de sutilezas e imagens extremamente eróticas e sensuais, o livro que não trata apenas de um olho (olhar?) em questão, mas de vários, mesclando em cada texto um erotismo requintado eventualmente atropelado por palavras mais cruas (“cu”, “merda”, “porra”…). Fetichismo, sadismo, masoquismo, voyeurismo, asfixia, psicopatia… O autor nos apresenta um banquete de perversões e prazeres que incomodam e excitam. Não é à toa que o livro encontra-se sempre no Top 10 da maioria dos amantes de literatura erótica. Quem um exemplo? Basta clicar aqui e ler um trecho completamente perturbador e excitante desta obra. Para saber mais do livro, clique aqui e leia a resenha de Enzo Potel.
História de O, de Pauline Reage
Eis um clássico da literatura sadomasoquista, não conheço uma submissa que não se derreta diante da História de O. Aliás, este livro está para as submissas assim como a Vênus das Peles para os submissos. E isso porque ao longo da história O – uma fotógrafa de moda pariesiense - é Dominada, vendada, humilhada, acorrentada, marcada e ainda por cima é treinada para ser uma verdadeira escrava sexual. Para ser usada no sexo oral, vaginal, anal… Ou o que for do desejo do seu Senhor. O mais interessante da história é que quanto mais O reage contra seus infortúnios, contra a tortura a qual é submetida, quanto mais ela luta contra esta “escravidão”, mais envolvida e excitada ela fica. Descobrindo um prazer inverso, um prazer onde a verdadeira liberdade está em não ter controle sobre si. Indico a resenha de Davi Lara, que explora um pouco mais do lado psicológico do livro.
O Amante de Lady Chatterley, de D. H. Lawrence
Já comentei por aqui que O Amante de Lady Chatterley tem grande influência na minha formação como leitora safadinha porque ainda adolescente, e já apaixonada pela leitura, eu lia o que tinha ao meu alcance e como ele fazia parte do acervo do meu pai… Antes mesmo de saber o conteúdo, creio que o título me chamou atenção. Acho que um ponto a ressaltar é que o livro (e o autor) foi considerado transgressor em sua época, não só por contar a história de uma aristocrata que trai seu marido tendo um caso com o seu guarda-caças (este é o fio condutor da história), mas sobretudo por detalhar as cenas de sexo com riqueza de detalhes e lirismo. Em toda obra de Lawrence as paixões e o sexo são as forças que regem as relações, independente de idade, gênero ou condição social. Saiba mais sobre o livro e a obra do autor no site Cama na Rede, clicando aqui.
Trópico de Câncer, de Henry Miller
Mais um autor que é quase impossível indicar apenas um livro, pois toda a obra de Henry Miller é recheada de safadeza. Trópico de Câncer é seu primeiro livro e foi editado quando já tinha quase 50 anos. O autor, um putanheiro boêmio e literata, relata neste livro em um tom extremamente confessional suas aventuras sexuais com prostitutas, dando uma conotação ritualística, quase sacra ao ato sexual. O sexo relatado por Miller consegue ter uma linguagem clara, quase pornográfica, sem perder a essência de uma grande obra. O fato deste livro ter sido censurado em quase todos os países em que foi lançado, funcionou como marketing, pois aguçou a curiosidade dos leitores. Trópico de Câncer durante anos e anos foi considerado um referencial nas masturbações adolescentes, em um tempo onde não havia internet ou filme pornô. No entanto, sua obra é atemporal. Também indico o texto do Cama na Rede para saber mais sobre a obra e o autor.
100 escovadas antes de ir para a cama, de Melissa Paranello
100 Escovadas Antes de Ir Para a Cama conta a história de uma adolescente, como tantas outras, que dos 15 aos 16 anos relatou em um diário suas desventuras sociais (que adolescente não se sente negligenciado?) e descobertas sexuais (atualmente cada vez mais precoces). O livro (que estou lendo) tem forte teor erótico, explícito até. Já escrevi por aqui sobre o filme baseado no livro, e também do quanto me senti tocada pelo enredo. Talvez porque já tive um diário, talvez porque apesar de amar e respeitar minha mãe eu tenha precisado viver minhas próprias experiências, não sei… Não tenho filhos, portanto, mesmo que eu imagine, sequer tenho noção de como seria educar alguém, preparar para o mundo, para a vida, para o sexo… Indico a leitura para pais, muito mais como alerta, do que pelo teor erótico em si.
http://www.avidasecreta.com/10-dicas-de-literatura-erotica/
A literatura está repleta de erotismo. Autores discretos, safados, clássicos, contemporâneos… Literatura Erótica é sempre um presente de bom gosto, muito insinuante e atemporal. Pesquisando por aí, checando indicações ou remexendo na memória cheguei a esta pequena lista tentando mesclar autores e títulos consagrados, a nome e obras mais contemporâneas. É claro que é impossível fazer apenas uma lista, com tantas boas obras por aí, mas… Por hora ficam estas 10 dicas, mas os comentários estão abertos para mais indicações.
A Casa dos Budas Ditosos, de João Ubaldo Ribeiro
Reza a lenda que A Casa dos Budas Ditosos, participação mais que representativa da Luxúria, escrita por João Ubaldo Ribeiro para a coleção Plenos Pecados da Editora Objetiva, é a transcrição dos originais relatos de CLB, uma senhora de 68 anos, nascida na Bahia, mas moradora do RJ, que viveu o sexo pelo prazer sem nenhum tabu ou culpa, que lhes foram entregues anonimamente em fitas. Verdade ou marketing? Quem vai saber… O que sabemos é que o livro não chega a ser sensual apesar do discurso erótico, mas através de relatos descritivos das experiências sexuais da personagem (que tem entre eles, menor seduzindo um adulto, incesto, sexo com garotos de programa, o casamento com um bissexual, surubas com religiosos…) nos leva à reflexão sobre temas tabus relacionados à sexualidade. Indico a resenha de Thiago Corrêa.
A Entrega, de Toni Bentley
Relato pessoal da autora, que catalogava suas experiências anais e colecionava as camisinhas usadas, que resultou no livro. Após um casamento fracassado e um bando de relacionamentos monogâmicos e experiências sexuais insatisfatórias, com A. (lembrei da sopa de letrinhas do meu antigo blog Me and My Secret Life) a autora experimenta uma experiência quase transcedental de redescoberta do prazer sexual e uma verdadeira viagem pessoal para dentro e fora de si, desencadeadas à partir dessa relação que mescla masoquismo e submissão, sobretudo o prazer com o sexo anal. Para saber mais sobre o livro, vale ler uma excelente resenha de Leônidas Pellegrini, no Digestivo Cultural, clicando aqui e também o site oficial da autora.
A Filosofia na Alcova, de Marquês de Sade
Difícil escolher apenas um livro na vasta obra do literato Marquês de Sade, um libertino tratado como marginal (e louco) por não adequar-se à moral da época. Se é para indicar um, nada melhor que este. Imagine uma apologia à liberdade individual, levando o conceito a um ponto tão extremo, onde qualquer crime ou pecado pode ser justificável com base no prazer, e desdenhar toda e qualquer restrição social?! A Filosofia na Alcova conta a história da educação sexual da jovem Eugénie de Mistival, tendo como mestres Madame de Saint-Ange e Dolmancé. As tais “lições” eram todos os tipos de práticas sexuais, com demonstrações práticas e orgasmos filosóficos, já que todo o tempo os personagens dialogam não só sobre sexo, mas também sobre assuntos como religião, política e direito. Indico a excelente resenha de Nemo Nox, resenha de onde tirei esta descrição.
A vida sexual de Catherine M. , de Catherine Millet
Homem x Mulher. Sexo x Amor. A gente cresce sendo condicionado a acreditar nas diferenças claras que sexualmente mulheres são diferentes dos homens por um tanto de coisas, mas sobretudo que homens fazem sexo com e sem amor, enquanto mulheres só fazem sexo por amor. Catherine Millet vai na contramão dessa história e mostra que é possível sim mulheres (ela) fazer sexo por sexo e narra de maneira “extremamente honesta” suas experiências sexuais as mais variadas possíveis (homens, mulhers, travesti, surubas…), sem maiores análises ou explicações. Sexo por sexo, porque sexo é ótimo! Indico a resenha de Ana Paula Ganzaroli, basta clicar aqui e saber um pouco mais de suas impressões sobre o livro.
Crash, de J.G. Ballard
Crash é um livro estranho (estranho é o fetiche do outro, lembram?). E isso porque, em uma narrativa em primeira pessoa, o autor relata (neste livro de 1973) explicitando cenas e sensações sinestesicamente com riqueza de detalhes, a existência de fetichistas, quase uma irmandade, de homens e mulheres que tem prazer em acidentes automobilísticos. A ponto de recriar cenas de acidentes, acrescentando o detalhe sexual. Uma verdadeira distorção e interpretação, onde o falo que penetra o corpo, passa a ser o ferro distorcido que dilacera a carne. A explicação é meio simplista porque é difícil explicar este enredo erótico/psicológico que assombra e excita. A obra já teve sua versão cinematográfica, não menos estranha, com direção de David Cronenberg e James Spader como protagonista. Também vale conferir.
História do Olho, de Georges Bataille
Um erotismo visceral. Em uma narrativa cheia de sutilezas e imagens extremamente eróticas e sensuais, o livro que não trata apenas de um olho (olhar?) em questão, mas de vários, mesclando em cada texto um erotismo requintado eventualmente atropelado por palavras mais cruas (“cu”, “merda”, “porra”…). Fetichismo, sadismo, masoquismo, voyeurismo, asfixia, psicopatia… O autor nos apresenta um banquete de perversões e prazeres que incomodam e excitam. Não é à toa que o livro encontra-se sempre no Top 10 da maioria dos amantes de literatura erótica. Quem um exemplo? Basta clicar aqui e ler um trecho completamente perturbador e excitante desta obra. Para saber mais do livro, clique aqui e leia a resenha de Enzo Potel.
História de O, de Pauline Reage
Eis um clássico da literatura sadomasoquista, não conheço uma submissa que não se derreta diante da História de O. Aliás, este livro está para as submissas assim como a Vênus das Peles para os submissos. E isso porque ao longo da história O – uma fotógrafa de moda pariesiense - é Dominada, vendada, humilhada, acorrentada, marcada e ainda por cima é treinada para ser uma verdadeira escrava sexual. Para ser usada no sexo oral, vaginal, anal… Ou o que for do desejo do seu Senhor. O mais interessante da história é que quanto mais O reage contra seus infortúnios, contra a tortura a qual é submetida, quanto mais ela luta contra esta “escravidão”, mais envolvida e excitada ela fica. Descobrindo um prazer inverso, um prazer onde a verdadeira liberdade está em não ter controle sobre si. Indico a resenha de Davi Lara, que explora um pouco mais do lado psicológico do livro.
O Amante de Lady Chatterley, de D. H. Lawrence
Já comentei por aqui que O Amante de Lady Chatterley tem grande influência na minha formação como leitora safadinha porque ainda adolescente, e já apaixonada pela leitura, eu lia o que tinha ao meu alcance e como ele fazia parte do acervo do meu pai… Antes mesmo de saber o conteúdo, creio que o título me chamou atenção. Acho que um ponto a ressaltar é que o livro (e o autor) foi considerado transgressor em sua época, não só por contar a história de uma aristocrata que trai seu marido tendo um caso com o seu guarda-caças (este é o fio condutor da história), mas sobretudo por detalhar as cenas de sexo com riqueza de detalhes e lirismo. Em toda obra de Lawrence as paixões e o sexo são as forças que regem as relações, independente de idade, gênero ou condição social. Saiba mais sobre o livro e a obra do autor no site Cama na Rede, clicando aqui.
Trópico de Câncer, de Henry Miller
Mais um autor que é quase impossível indicar apenas um livro, pois toda a obra de Henry Miller é recheada de safadeza. Trópico de Câncer é seu primeiro livro e foi editado quando já tinha quase 50 anos. O autor, um putanheiro boêmio e literata, relata neste livro em um tom extremamente confessional suas aventuras sexuais com prostitutas, dando uma conotação ritualística, quase sacra ao ato sexual. O sexo relatado por Miller consegue ter uma linguagem clara, quase pornográfica, sem perder a essência de uma grande obra. O fato deste livro ter sido censurado em quase todos os países em que foi lançado, funcionou como marketing, pois aguçou a curiosidade dos leitores. Trópico de Câncer durante anos e anos foi considerado um referencial nas masturbações adolescentes, em um tempo onde não havia internet ou filme pornô. No entanto, sua obra é atemporal. Também indico o texto do Cama na Rede para saber mais sobre a obra e o autor.
100 escovadas antes de ir para a cama, de Melissa Paranello
100 Escovadas Antes de Ir Para a Cama conta a história de uma adolescente, como tantas outras, que dos 15 aos 16 anos relatou em um diário suas desventuras sociais (que adolescente não se sente negligenciado?) e descobertas sexuais (atualmente cada vez mais precoces). O livro (que estou lendo) tem forte teor erótico, explícito até. Já escrevi por aqui sobre o filme baseado no livro, e também do quanto me senti tocada pelo enredo. Talvez porque já tive um diário, talvez porque apesar de amar e respeitar minha mãe eu tenha precisado viver minhas próprias experiências, não sei… Não tenho filhos, portanto, mesmo que eu imagine, sequer tenho noção de como seria educar alguém, preparar para o mundo, para a vida, para o sexo… Indico a leitura para pais, muito mais como alerta, do que pelo teor erótico em si.
http://www.avidasecreta.com/10-dicas-de-literatura-erotica/
10 Dicas de História em Quadrinhos Erótica
10 Dicas de História em Quadrinhos Erótica
Posted on 01 julho 2010. Tags: Alan Moore, carlos zéfiro, Celestino Pes, Fetiches, Franco Saudelli, Giovanna Casotto, Guido Crepax, História em Quadrinhos, HQ Erótica, Jean Pierre Enard, Jean-Claude Forest, Kate Worley, Melinda Gebbie, milo manara, Paolo Eleuterio Serpieri, quadrinhos, Reed Waller, Roberto Baldazzini
Quem pensa que história em quadrinhos é coisa de criança, está muito enganado. Dos “catecismos” de Carlos Zéfiro, ao sci-fi de Barbarella, as HQs eróticas são brincadeira de gente grande, isso sim! Entretenimento adulto da melhor qualidade.
Minha relação com HQs eróticas não passa de contatos imediatos onde folheei tais publicações em livrarias, fuxicando o acervo de algum amigo mais apaixonado pelo gênero, ou alguma coisa que fiz download aqui mesmo na net (que não tem 1/10 do charme da publicação original, diga-se de passagem).
Dia desses estava fazendo uma pequena lista do que é essencial na literatura de HQ erótica e cheguei aos nomes abaixo. É claro que tem muito mais coisa boa por aí e, para isso, os comentários ficarão disponíveis para mais dicas. Espero que gostem.
Catecismos, de Carlos Zéfiro
Durante os anos 50 a 70, revistinhas – conhecidas como catecismos por serem vendidas, para disfarçar, dentro de publicações religiosas – retratavam o cotidiano sexual do brasileiro da época. Senão o que vivia, o que fantasiava viver. Alcides Caminha, um funcionário público que se manteve no anonimato até bem pouco tempo, sob o pseudônimo de Carlos Zéfiro funcionou como um verdadeiro professor de educação sexual para a meninada da época. Segundo o desenhista, que também era compositor, nunca lhe rendeu fama ou dinheiro, tendo até já tomado calote. Hoje em dia, as publicações são obras de colecionador. Para os que tem curiosidade em conhecer a obra de Zéfiro, é possível encontrá-las em sites como este e este e vale também ler a entrevista que o autor concedeu a Luciléa Cordovil em fevereiro de 1992, ano da sua morte.
Barbarella, de Jean-Claude Forest
A heroína de Forest é uma aventureira espacial, extremamente linda, voluntariosa e sexy, é uma versão feminina de Flash Gordon com pitadas ninfomaníacas. Considerada a precursora de heroínas que unem fcção científica à safadeza. A mocinha sai de planeta em planeta, pacificando, sendo aprisionada, sempre com um mínimo de roupa e muito sexo. Barbarella foi considerada por alguns uma musa feminista, uma mulher que se apresenta em sua totalidade, decidindo sobre seus direitos e sua sexualidade. A obra foi imortalizada no cinema pelo cineasta francês Roger Vadin e personificada na telona pela belíssima Jane Fonda em sua melhor fase. Saiba mais clicando aqui e aqui
Valentina 65-66, de Guido Crepax
“Guido Crepax fez a Itália, e depois o mundo, se apaixonar por sua Valentina, uma fotógrafa descolada que vivia fantasias fetichistas. Bissexualidade, êxtase auto-erótico, sadomasoquismo e devaneios oníricos povoados de referências à Art Nouveau, um best-seller na Itália e Europa.” Assim Marcelo Naranjo cita esta obra, referencial para qualquer HQ-maníaco apaixonado por uma doce perversão, no site Universo HQ, que influenciou outros mestres como Milo Manara e Paolo Eleuteri Serpieri. Valentina começou discretamente como coadjuvante em uma série policial na revista Linus, mas logo uma mistura complexa de erotismo, alucinações e sonhos fez de Valentina uma das personagens mais importantes da HQ erótica. Saiba mais clicando aqui.
Druuna, de Paolo Eleuteri Serpieri
]
Em um futuro distante, uma musa de belas formas – Druuna, considerada por alguns uma Barbarella bem nutrida – em nome do amor, trepa com todo tipo de homens, mulheres, monstros, robôs y otras cositas mas, na tentativa de obter um medicamento que irá curar seu amado – Shastar – de uma peste que transforma pecadores em monstros e posteriomente levá-los à morte. Eita que a mocinha tem disposição, hein? Inclusive para fantasiar com Lewis, uma cabeça num vidro que através de poderes telepáticos se comunica com Druuna através dos sonhos. Saiba mais clicando aqui .
Gullivera, de Milo Manara
Baseado o livro As Viagens de Gulliver, de Jonathan Swift, a Gullivera de neste post aqui), golden shower apagadora de incêndio e ninfomaníacas sadomasocas. Uma verdadeira overdose de estímulos visuais safadinhos, onde a história pode até desandar de vez em quando, mas o tesão atiçado pelo traço deliciosamente sensual de Manara, não… Saiba mais sobre Gullivera clicando aqui
A Arte da Palmada, de Milo Manara e Jean Pierre Enard
Sem correr o risco de parecer repetitiva, indico mais uma vez Manara. Dessa vez, a história de uma cronista especializada em escândalos de celebridades que conhece em uma viagem de trem um homem que anota em um caderno suas aventuras sexuais. E durante o sono do moço, como boa fuxiqueira que é, começa a ler os relatos. O diferencial é que este homem narra em detalhes sua predileção por uma prática sexual relativamente incomum, as palmadas. Tanto dar quanto receber. É claro que a mocinha fica curiosa. Digamos que as experiências relatadas pelo moço expandem o horizonte sexual da mocinha deixando-a especialmente interessada… rs. Num texto bem conduzido, enxuto e levemente irônico de Jean Pierre Enard. Para saber mais sobre A arte da palmada, clique aqui
Omaha, a Stripper, de Reed Waller e Kate Worley
Este é para os fãs de Furry (ficção antropomórfica onde as personagens são animais com personalidades e características humanas). Omaha é uma gata, literalmente falando, e ganha a vida como stripper numa cidade corrompida. No começo dos anos 80, Omaha fez sucesso por seduzir o leitor pouco a pouco. Apresentada no formato novela, a cada edição da revista The Bizarre Sex, a gatinha, que a princípio era uma personagem secundária, fez tanto sucesso que migrou para revista própria. Parece que o charme da publicação era exatamente o realismo das cenas de sexo. Durante mais de dez anos foi possível observar a evolução da personagem, seu traço, do cartoon ao realista. Clique aqui para saber mais.
Chiara Rosenberg, de Roberto Baldazzini e Celestino Pes
Imaginem uma jovem judia casada com um católico, que vive uma relação sadomasoquista – FemDom – com seu amante? Imaginou? Este é o fio condutor de Chiara Rosenberg, de Roberto baldazzini e Celstino Pes. Acho que o diferencial desta personagem é que suas histórias são recheadas de romance e erotismo. Uma verdadeira ilustração da frase do meu querido Alessandro Martins, no 1° Is Internet For Porn? no Campus Party Brasil 2009: “É normal ser anormal”. As cenas de sadismo e Dominação psicológica são super sexies. Para os amantes de She-Male (travestis) aproveito para recomendar também Bayba, uma ninfomaníaca transsex que vive para agradar os homens, e Casa Howhard, a rotina apimentada de uma “república” de “bonecas”, o interessante é que nesta história, até o faxineiro é transsex. Para saber mais de Chiara Rosenberg, clique aqui e mais sobre Baldazzini clique aqui.
Lost Girls, de Alan Moore e Melinda Gebbie
Como seria a vida sexual de três heroínas do mundo mágico infantil (de ficção) do século XIX e início do século XX – Alice (a do País das Maravilhos), Wendy (de Peter Pan) e Doroty (do Mágico de Oz) depois de crescidas? Alan Moore viajou nesta idéia e escreveu Lost Girls, que com o suave traço de Melinda Gebbie, transformou-se em uma obra primorosa do erotismo em HQs. Na visão de Alan Moore, um encontro ao acaso, onde três mulheres compartilham relatos de experiências eróticas. Como disse Cláudia Motta em sua resenha, após ter ganho o livro em uma promoção aqui no A Vida Secreta, é algo “gostoso de ler, desafiante por nos fazer rever as histórias nos forçando a enxergá-las sobre um outro prisma, é altamente erótico tanto pelas ilustrações quanto pelas falas. (…) Cheio de simbolismos que a cada nova leitura descobrimos mais e mais detalhes que não havíamos percebido, para quem não leu só posso dizer que vale muito a pena nos propicia uma viagem eroticamente intelectual “ Leia a resenha completa clicando aqui.
(outra resenha bacana pode ser encontrada no site Omelete, aqui.)
La Bionda, de Franco Saudelli
Franco Saudelli é fotógrafo e quadrinista, o que me fascina em sua obra é a paixão pervertida por Dominação, pés e bondage, inserida aqui e ali com muita sensualidade. Resolvi citar La Bionda (A Loira, inspirada na atriz Kathleen Turner em seus áureos tempos), por tratar-se da obra que ele resolveu soltar a franga e mostrar plenamente sua paixão pelo fetiche. Há quem diga que a personagem foi apenas uma desculpa dele para contratar modelos para amarrar, amordaçar e desenhar as moças em situação de desespero com os pezinhos de fora. A Loira, uma ladra super sexy que usa saltos e uma pequena máscara negra, nasceu como parte integrante da revista Comic Art. O mais curioso, é que não se trata de quadrinhos especificamente eróticos. A história é repleta de ação e bom humor, a nudez, ou seminudez, é sempre fruto de situações acidentais ou cotidianas. Uma curiosidade sobre La Bionda é que Giovanna Casotto (já comentada por aqui), uma das poucas mulheres que conheço a fazer HQs eróticas, foi modelo de Saudelli e, mais tarde, sua companheira por quatro anos. Mais sobre Franco Saudelli e La Bionda cliquem aqui e aqui (texto bem completo, mas em italiano).
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B. é editora do A Vida Secreta. Uma loba em pele de cordeirinha, que acredita que a consensualidade é a base de todos os relacionamentos.
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Posted on 01 julho 2010. Tags: Alan Moore, carlos zéfiro, Celestino Pes, Fetiches, Franco Saudelli, Giovanna Casotto, Guido Crepax, História em Quadrinhos, HQ Erótica, Jean Pierre Enard, Jean-Claude Forest, Kate Worley, Melinda Gebbie, milo manara, Paolo Eleuterio Serpieri, quadrinhos, Reed Waller, Roberto Baldazzini
Quem pensa que história em quadrinhos é coisa de criança, está muito enganado. Dos “catecismos” de Carlos Zéfiro, ao sci-fi de Barbarella, as HQs eróticas são brincadeira de gente grande, isso sim! Entretenimento adulto da melhor qualidade.
Minha relação com HQs eróticas não passa de contatos imediatos onde folheei tais publicações em livrarias, fuxicando o acervo de algum amigo mais apaixonado pelo gênero, ou alguma coisa que fiz download aqui mesmo na net (que não tem 1/10 do charme da publicação original, diga-se de passagem).
Dia desses estava fazendo uma pequena lista do que é essencial na literatura de HQ erótica e cheguei aos nomes abaixo. É claro que tem muito mais coisa boa por aí e, para isso, os comentários ficarão disponíveis para mais dicas. Espero que gostem.
Catecismos, de Carlos Zéfiro
Durante os anos 50 a 70, revistinhas – conhecidas como catecismos por serem vendidas, para disfarçar, dentro de publicações religiosas – retratavam o cotidiano sexual do brasileiro da época. Senão o que vivia, o que fantasiava viver. Alcides Caminha, um funcionário público que se manteve no anonimato até bem pouco tempo, sob o pseudônimo de Carlos Zéfiro funcionou como um verdadeiro professor de educação sexual para a meninada da época. Segundo o desenhista, que também era compositor, nunca lhe rendeu fama ou dinheiro, tendo até já tomado calote. Hoje em dia, as publicações são obras de colecionador. Para os que tem curiosidade em conhecer a obra de Zéfiro, é possível encontrá-las em sites como este e este e vale também ler a entrevista que o autor concedeu a Luciléa Cordovil em fevereiro de 1992, ano da sua morte.
Barbarella, de Jean-Claude Forest
A heroína de Forest é uma aventureira espacial, extremamente linda, voluntariosa e sexy, é uma versão feminina de Flash Gordon com pitadas ninfomaníacas. Considerada a precursora de heroínas que unem fcção científica à safadeza. A mocinha sai de planeta em planeta, pacificando, sendo aprisionada, sempre com um mínimo de roupa e muito sexo. Barbarella foi considerada por alguns uma musa feminista, uma mulher que se apresenta em sua totalidade, decidindo sobre seus direitos e sua sexualidade. A obra foi imortalizada no cinema pelo cineasta francês Roger Vadin e personificada na telona pela belíssima Jane Fonda em sua melhor fase. Saiba mais clicando aqui e aqui
Valentina 65-66, de Guido Crepax
“Guido Crepax fez a Itália, e depois o mundo, se apaixonar por sua Valentina, uma fotógrafa descolada que vivia fantasias fetichistas. Bissexualidade, êxtase auto-erótico, sadomasoquismo e devaneios oníricos povoados de referências à Art Nouveau, um best-seller na Itália e Europa.” Assim Marcelo Naranjo cita esta obra, referencial para qualquer HQ-maníaco apaixonado por uma doce perversão, no site Universo HQ, que influenciou outros mestres como Milo Manara e Paolo Eleuteri Serpieri. Valentina começou discretamente como coadjuvante em uma série policial na revista Linus, mas logo uma mistura complexa de erotismo, alucinações e sonhos fez de Valentina uma das personagens mais importantes da HQ erótica. Saiba mais clicando aqui.
Druuna, de Paolo Eleuteri Serpieri
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Em um futuro distante, uma musa de belas formas – Druuna, considerada por alguns uma Barbarella bem nutrida – em nome do amor, trepa com todo tipo de homens, mulheres, monstros, robôs y otras cositas mas, na tentativa de obter um medicamento que irá curar seu amado – Shastar – de uma peste que transforma pecadores em monstros e posteriomente levá-los à morte. Eita que a mocinha tem disposição, hein? Inclusive para fantasiar com Lewis, uma cabeça num vidro que através de poderes telepáticos se comunica com Druuna através dos sonhos. Saiba mais clicando aqui .
Gullivera, de Milo Manara
Baseado o livro As Viagens de Gulliver, de Jonathan Swift, a Gullivera de neste post aqui), golden shower apagadora de incêndio e ninfomaníacas sadomasocas. Uma verdadeira overdose de estímulos visuais safadinhos, onde a história pode até desandar de vez em quando, mas o tesão atiçado pelo traço deliciosamente sensual de Manara, não… Saiba mais sobre Gullivera clicando aqui
A Arte da Palmada, de Milo Manara e Jean Pierre Enard
Sem correr o risco de parecer repetitiva, indico mais uma vez Manara. Dessa vez, a história de uma cronista especializada em escândalos de celebridades que conhece em uma viagem de trem um homem que anota em um caderno suas aventuras sexuais. E durante o sono do moço, como boa fuxiqueira que é, começa a ler os relatos. O diferencial é que este homem narra em detalhes sua predileção por uma prática sexual relativamente incomum, as palmadas. Tanto dar quanto receber. É claro que a mocinha fica curiosa. Digamos que as experiências relatadas pelo moço expandem o horizonte sexual da mocinha deixando-a especialmente interessada… rs. Num texto bem conduzido, enxuto e levemente irônico de Jean Pierre Enard. Para saber mais sobre A arte da palmada, clique aqui
Omaha, a Stripper, de Reed Waller e Kate Worley
Este é para os fãs de Furry (ficção antropomórfica onde as personagens são animais com personalidades e características humanas). Omaha é uma gata, literalmente falando, e ganha a vida como stripper numa cidade corrompida. No começo dos anos 80, Omaha fez sucesso por seduzir o leitor pouco a pouco. Apresentada no formato novela, a cada edição da revista The Bizarre Sex, a gatinha, que a princípio era uma personagem secundária, fez tanto sucesso que migrou para revista própria. Parece que o charme da publicação era exatamente o realismo das cenas de sexo. Durante mais de dez anos foi possível observar a evolução da personagem, seu traço, do cartoon ao realista. Clique aqui para saber mais.
Chiara Rosenberg, de Roberto Baldazzini e Celestino Pes
Imaginem uma jovem judia casada com um católico, que vive uma relação sadomasoquista – FemDom – com seu amante? Imaginou? Este é o fio condutor de Chiara Rosenberg, de Roberto baldazzini e Celstino Pes. Acho que o diferencial desta personagem é que suas histórias são recheadas de romance e erotismo. Uma verdadeira ilustração da frase do meu querido Alessandro Martins, no 1° Is Internet For Porn? no Campus Party Brasil 2009: “É normal ser anormal”. As cenas de sadismo e Dominação psicológica são super sexies. Para os amantes de She-Male (travestis) aproveito para recomendar também Bayba, uma ninfomaníaca transsex que vive para agradar os homens, e Casa Howhard, a rotina apimentada de uma “república” de “bonecas”, o interessante é que nesta história, até o faxineiro é transsex. Para saber mais de Chiara Rosenberg, clique aqui e mais sobre Baldazzini clique aqui.
Lost Girls, de Alan Moore e Melinda Gebbie
Como seria a vida sexual de três heroínas do mundo mágico infantil (de ficção) do século XIX e início do século XX – Alice (a do País das Maravilhos), Wendy (de Peter Pan) e Doroty (do Mágico de Oz) depois de crescidas? Alan Moore viajou nesta idéia e escreveu Lost Girls, que com o suave traço de Melinda Gebbie, transformou-se em uma obra primorosa do erotismo em HQs. Na visão de Alan Moore, um encontro ao acaso, onde três mulheres compartilham relatos de experiências eróticas. Como disse Cláudia Motta em sua resenha, após ter ganho o livro em uma promoção aqui no A Vida Secreta, é algo “gostoso de ler, desafiante por nos fazer rever as histórias nos forçando a enxergá-las sobre um outro prisma, é altamente erótico tanto pelas ilustrações quanto pelas falas. (…) Cheio de simbolismos que a cada nova leitura descobrimos mais e mais detalhes que não havíamos percebido, para quem não leu só posso dizer que vale muito a pena nos propicia uma viagem eroticamente intelectual “ Leia a resenha completa clicando aqui.
(outra resenha bacana pode ser encontrada no site Omelete, aqui.)
La Bionda, de Franco Saudelli
Franco Saudelli é fotógrafo e quadrinista, o que me fascina em sua obra é a paixão pervertida por Dominação, pés e bondage, inserida aqui e ali com muita sensualidade. Resolvi citar La Bionda (A Loira, inspirada na atriz Kathleen Turner em seus áureos tempos), por tratar-se da obra que ele resolveu soltar a franga e mostrar plenamente sua paixão pelo fetiche. Há quem diga que a personagem foi apenas uma desculpa dele para contratar modelos para amarrar, amordaçar e desenhar as moças em situação de desespero com os pezinhos de fora. A Loira, uma ladra super sexy que usa saltos e uma pequena máscara negra, nasceu como parte integrante da revista Comic Art. O mais curioso, é que não se trata de quadrinhos especificamente eróticos. A história é repleta de ação e bom humor, a nudez, ou seminudez, é sempre fruto de situações acidentais ou cotidianas. Uma curiosidade sobre La Bionda é que Giovanna Casotto (já comentada por aqui), uma das poucas mulheres que conheço a fazer HQs eróticas, foi modelo de Saudelli e, mais tarde, sua companheira por quatro anos. Mais sobre Franco Saudelli e La Bionda cliquem aqui e aqui (texto bem completo, mas em italiano).
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B. é editora do A Vida Secreta. Uma loba em pele de cordeirinha, que acredita que a consensualidade é a base de todos os relacionamentos.
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