domingo, 1 de maio de 2011

Livro "Psicólogos, porque e para quê" apresentado em Benguela

01-05-2011 6:23

Literatura
Livro "Psicólogos, porque e para quê" apresentado em Benguela

Benguela - Um livro intitulado "Psicólogos, porque e para quê?", de autoria de Nvunda Tonet, foi apresentado sexta-feira última em Benguela, numa das universidades privadas.

A obra, escrita ao longo de quatro anos, conta com 125 páginas e uma tiragem de mil exemplares para Angola e Portugal e aborda temas de índole diversa na actualidade.

Entre os temas, destacam-se o papel do psicólogo na sociedade, as disfunções sexuais e a essência da juventude.

O autor avançou que a obra foi uma pesquisa de âmbito social, porque aborda temas como a violência doméstica, vaginismo, a propagação da religião da sociedade actual e a motivação na produção laboral, que são fenómenos que acontecem na sociedade angolana, sem ter uma explicação científica para o leitor.

Segundo o escritor, o objectivo é de estender o lançamento do livro em todas as províncias na perspectiva de levar a informação e a cultura para os angolanos.

De acordo Nvunda Tonet, a obra aborda 29 temas de índole social, que caracterizam o contexto angolano numa abordagem social e psicológica.

Nvunda Tonet explicou que o livro procura ter uma linguagem acessível ao leigo e o leitor, para que possa ter informação do ponto de vista psicológico, ainda que não seja, o livro procura dar esta resposta.

Para esta segunda edição exclusiva para Angola, estão disponíveis 500 exemplares, contra os mil da primeira edição.
http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/noticias/sociedade/2011/4/17/Livro-Psicologos-porque-para-que-apresentado-Benguela,24a84aa2-189a-42e1-9fb7-48c745323126.html

Mulheres sentem mais tédio no casamento do que os maridos

Mulheres sentem mais tédio no casamento do que os maridos

Falta de diversão, de conversa e de romance foram apontados como causadores de tédio nos relacionamentos

PATRICIA ZWIPP
O tédio prejudica os relacionamentos. E, de acordo com pesquisa realizada pela Universidade de Winnipeg, no Canadá, as mulheres são mais propensas a se entediarem com o casamento, enquanto os homens, com o namoro.
O estudo contou com a opinião de 88 casais sobre a vida amorosa. As respostas incluíram quase 70 denominações diferentes de tédio. Um segundo grupo de pessoas recebeu essa lista e teve de apontar as descrições que se aplicavam ao seu dia a dia. As opções mais escolhidas foram falta de diversão, de conversa e de romance. Alguns reclamaram que o frio na barriga havia desaparecido e outros se sentiam na sombra do parceiro.
O levantamento também revelou que o casamento é mais entediante que o namoro, e não apenas por causa da quantidade de tempo que o par passa junto. O pesquisador Beverley Fehr disse ao jornal Daily Mail que os que namoram tendem a ter menos tédio, já que podem romper a relação mais facilmente, caso esteja chata.
Vale lembrar que a primeira etapa de um estudo realizado na Inglaterra, patrocinado pelo Economic and Social Research Council, constatou que elas se cansam do casamento mais rápido do que eles. As entrevistadas apontam que sentem que os maridos se acomodam e esquecem que romance é importante. Também gostariam que os homens fossem mais vaidosos e que demonstrassem mais apoio.
http://mulher.terra.com.br/noticias/0,,OI5093964-EI16612,00-Mulheres+sentem+mais+tedio+no+casamento+do+que+os+maridos.html

Pesquisa revela detalhes da vida sexual de mulheres acima dos 50

Pesquisa revela detalhes da vida sexual de mulheres acima dos 50

Estudo feito na Inglaterra mostrou que 71% das mulheres acima dos 50 gostariam de ter vida sexual mais intensa
MICHELLE ACHKAR
Elas gostariam de ter uma vida amorosa mais intensa, mas não todos os dias da semana. Pesquisa realizada pela marca de lubrificantes íntimos ReplensMD, na Inglaterra, revelou que as mulheres acima dos 50 anos se sentem mais predispostas a manter relações sexuais nos fins de semana.
Segundas, terças e quartas-feiras estão fora do páreo na opinião da maioria das 2,5 mil entrevistadas entre 50 e 70 anos.Confira os principais resultados do levantamento:
- 71% gostariam de ter vida sexual mais intensa.
- 64% costumam dormir sem roupas.
- 58% mantêm relações sexuais mais de uma vez por semana. Das entrevistadas, 8% afirmaram que a frequência é de uma vez por semana, o mesmo percentual revelou transar apenas uma vez ao mês.
- As mulheres demonstraram não ter disposição para o sexo todos os dias da semana, dispensando relações segundas, terças e quartas.
- Terça-feira não foi apontada por nenhuma das entrevistadas como data para um encontro.
- O dia preferido para ter relações é domingo, escolha de 42% das entrevistadas, enquanto sábado recebeu 25% dos votos.
- 100% das pesquisadas fazem ou fizeram uso de produtos lubrificantes
http://mulher.terra.com.br/noticias/0,,OI5097736-EI1377,00-Pesquisa+revela+detalhes+da+vida+sexual+de+mulheres+acima+dos.html

Pesquisa diz que 2 anos e 5 meses é o prazo ideal para casar

Pesquisa diz que 2 anos e 5 meses é o prazo ideal para casar

As mulheres têm um prazo ideal para casar

MICHELLE ACHKAR
Os relacionamentos estão mais abertos, regras são discutíveis e a sociedade não pede mais padrões de comportamentos antes exigidos. Mas uma pesquisa realizada na Inglaterra, por uma entidade de defesa ambiental, chegou à conclusão de que as mulheres têm um prazo ideal para namorar e casar.
Mais de 2 mil mulheres foram ouvidas pela organização I love natural cork (Eu amo rolha natural), que visa combater o uso de rolhas sintéticas cuja produção têm impactos ambiental e social. Para entender por que a entidade fez a pesquisa, basta lembrar que o estouro do champanhe é um dos principais rituais do casamento, daí a importância de uma boa rolha. Confira os resultados:
1. O prazo ideal para casar é após dois anos e cinco meses de relacionamento.
2. Após essa duração de namoro, elas afirmam que não escondem o desejo de oficializar a união e que passam a dar indiretas e a demonstrar interesse por lojas e revistas de noivas.
3. A maioria das mulheres espera que o homem faça o pedido, afirmação feita por nove em cada 10 entrevistadas.
4. Uma em cada 10 mulheres ouvidas afirmou já ter dispensado um namorado porque esperaram muito tempo que ele tomasse a decisão de se casar.
5. 75% das pesquisadas afirmou estar esperando que seu parceiro faça o pedido de casamento.
http://mulher.terra.com.br/noticias/0,,OI5100231-EI16610,00-Pesquisa+diz+que+anos+e+meses+e+o+prazo+ideal+para+casar.html

Mulher perfeita é enfermeira, morena e curvilínea, diz pesquisa

Mulher perfeita é enfermeira, morena e curvilínea, diz pesquisa
A mulher perfeita tem curvas, é morena, trabalha como enfermeira e nasce na cidade de Sheffield, no interior da Inglaterra. Esse perfil foi revelado por uma pesquisa recente da revista inglesa Grazia Magazine com quatro mil pessoas.
O parceiro ideal para essa "musa"? Segundo a mesma pesquisa, o homem perfeito nasceu na cidade de Newcastle (também na Inglaterra), é médico, está sempre de bom humor e tem olhos claros.

O estudo apontou que a grande maioria dos homens ingleses se sentem mais atraídos por mulheres com curvas bem desenhadas e não gostam de mulheres com perfil de modelo de passarela. As loiras perdem para as morenas com cabelos ondulados e longos.

Ainda segundo a pesquisa, 75% dos homens acreditam que um simples sorriso transforma uma mulher em uma "fêmea sedutora" e uma boa cozinheira também sai na frente das outras que torcem o nariz quando o assunto é fogão.

Enquanto isso, nove entre dez mulheres olham para homens que as fazem rir e 73% querem um parceiro que sempre se disponha a pagar a conta.

O estudo ainda revelou que o sexo masculino se preocupa mais com o histórico sexual da parceira do que o inverso. Mais da metade das pesquisadas disse não se importar com quantas mulheres seus parceiros dormiram.

Os filhos de relacionamentos anteriores "brecam" os homens na hora de investir em uma mulher, e 97% delas se afastam dos pretendentes que já são pais.

Redação Terra
http://mulher.terra.com.br/interna/0,,OI1284958-EI4788,00.html

76% das mulheres acima dos 40 consideram sexo fundamental, diz pesquisa

76% das mulheres acima dos 40 consideram sexo fundamental, diz pesquisa
Estudo também revela que 85% das mulheres acreditam que a conversa melhora a vida sexual
Uma pesquisa revelou que 76% das mulheres com mais de 40 anos de idade consideram sexo muito importante para manter um relacionamento e 90% das entrevistadas afirmaram que a comunicação entre o casal é imprescindível para melhorar a vida sexual.

O estudo foi realizado em 14 países, inclusive no Brasil, com 14 mil mulheres na faixa etária de 40 anos, casadas ou que mantêm um relacionamento amoroso estável e possuem uma vida sócio-econômica ativa. A pesquisa foi apresentada no 9º Congresso da Sociedade Européia de Medicina Sexual (Europen Society for Sexual Medicine - ESSM), realizado em Viena no início de dezembro de 2006.

A pesquisa também revelou que 35% das mulheres desejam melhorar sua comunicação sobre o relacionamento sexual com seus parceiros e que podem auxiliar na solução de problemas, como a disfunção erétil.

Para a sexóloga Eliete Medeiros, uma boa conversa é importante, mas a flexibilidade dos parceiros é fundamental. "Não adianta a mulher dizer o que quer do parceiro se ele não se propuser a fazer o que ela pede e vice-versa. Além disso, não há garantia que eles se adeqüem sexualmente. É preciso muita flexibilidade para se manter ativo".

Para o psicoterapeuta sexual Oswaldo Rodrigues Júnior, a conversa ajuda no relacionamento sexual, mas "é preciso que seja incisiva e direta, o que as pessoas não estão acostumadas. Há muita dificuldade para se falar de sexo sem que seja um discurso social superficial".

Serviço;
Eliete de Medeiros - Psicóloga clínica da agência A2 Encontros
E-mail: psicologa@elietedemedeiros.com.
Endereço eletrônico: http://www.elietedemedeiros.com
Website da agência: http://www.a2encontros.com.br

Oswaldo Rodrigues Junior - Psicoterapeuta sexual
E-mail: osw.rod@uol.com.br
http://mulher.terra.com.br/noticias/0,,OI1296988-EI16610,00-das+mulheres+acima+dos+consideram+sexo+fundamental+diz+pesquisa.html

Laboratórios buscam formatos de guloseimas para remédios contra a impotência

Laboratórios buscam formatos de guloseimas para remédios contra a impotência
Publicada em 01/05/2011 às 08h43m
Antônio Marinho

RIO - O chiclete está se tornando a guloseima preferida dos homens mexicanos e em breve dos de outros países. O motivo é a chegada ao México da goma de mascar que melhora a ereção, o Viagra Jet, do mesmo laboratório da pílula azul original. E não é a única novidade. Uma pastilha que se dissolve na língua é o novo lançamento da indústria contra impotência sexual, mercado que só cresce com a chegada dos genéricos e ganha clientes nas classes C e D. É a chamada "medicina do desejo", que atrai os homens que não querem pensar que estão sendo medicados. Mas especialistas afirmam que esse tipo de atitude está levando à banalização do tratamento.
Os sabores do Viagra mastigável (da Pfizer) e da pastilha que se dissolve em segundos na boca (da Bayer, e já vendida em nove países europeus como Levitra ODT, e Staxyn, nos EUA) podem não ser dos mais agradáveis. Porém é mais uma tentativa dos grandes laboratórios de se manterem no mercado depois das quebras de patentes, medida que barateou as pílulas. No ano passado a Eli Lilly, líder desse comércio com o Cialis, - o comprimido que promete boa performance sexual por 36 horas, ou um fim de semana - lançou a fórmula de uso diário. A ideia é que o homem não precise mais se programar para ter uma boa ereção.
Quando a pílula azul foi lançada há 13 anos, havia poucas opções para melhorar a ereção: ou se aplicavam injeções no pênis de substâncias vasodilatadoras ou se fazia o implante de próteses. As expectativas dos homens eram, então, menores. Hoje o mercado de drogas contra impotência ultrapassa os US$ 5 bilhões ao ano, como mostra reportagem do "The New York Times".
No Brasil, de acordo com a IMS Health, o número de comprimidos de Viagra vendidos em 2010 foi de 7,4 milhões de pílulas. Mesmo com o vencimento da patente, o número representa um crescimento de 6,7% em vendas, quando comparado a 2009. Por enquanto, a Pfizer não decidiu quando os brasileiros terão o chiclete de Viagra.
- A ideia da indústria não é buscar fórmulas mais eficazes, mas sim encontrar alternativas que ajudem a contornar constrangimentos, mitos, tabus e preconceitos quando se pensa em usar as drogas orais para manter a ereção - diz a psiquiatra Carmita Abdo, coordenadora do Programa de Estudos em Sexualidade (ProSex) da USP.
Numa pesquisa com 612 homens de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte sobre o tema, ela observou que os usuários de drogas para disfunção erétil são geralmente homens com idade entre 40 e 45 anos, a maioria casados ou vivendo acompanhados; quase sempre com parceiras de idade inferior a 40 anos. E 12% entre 60 e 70 anos tomam esse tipo de remédio:
- Quase 13 anos depois do lançamento do Viagra os homens ainda têm dificuldade em assumir e admitir dificuldades sexuais. Porém, mais do que se preocuparem em ter novas opções de pílulas, como a goma de mascar, para disfarçar o uso de uma droga que melhora a performance sexual, eles precisam entender o que indica a falha ou dificuldade de ereção - diz.
Riscos com a automedicação
A dificuldade de ereção está associada à depressão, ansiedade, ou a doenças cardiovasculares, da próstata, diabetes, entre outras.
- Agora precisamos saber o que acontecerá depois do barateamento das drogas contra disfunção erétil. O que vai mudar no comportamento masculino. É importante que saibam que pílulas não curam a impotência; apenas aliviam o sintoma - reforça Carmita.
A psicóloga e sexóloga Carla Cecarello, coordenadora do Projeto Ambsex, alerta que os consumidores das pílulas contra disfunção erétil que insistem na automedicação ignoram os efeitos adversos:
- Os laboratórios não querem perder mercado. E os homens, inseguros diante de mulheres que cobram e esperam performance sexual de qualidade do parceiro, recorrem às fórmulas por conta própria. E isto é um risco à saúde.
De olho nesse mercado, a indústria investe em pílulas que mais parecem guloseimas do que medicamentos. É uma forma de fazer tudo parecer trivial. E nada melhor do que testá-las no México, o primeiro lugar em consumo de Viagra no mundo: US$ 55 milhões ao ano.
- Um novo produto, mais barato e com nova opção de uso é tudo para convencer mais pessoas a experimentá-lo - diz Joseph Alukal, diretor de saúde reprodutiva na Universidade Nova York.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/vivermelhor/mat/2011/05/01/laboratorios-buscam-formatos-de-guloseimas-para-remedios-contra-impotencia-924358002.asp#ixzz1L6nfbWAY
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