11/07/2011 - 16h47
Museu do Pênis da Islândia reúne órgãos de baleia a ser humano
NINA LARSON
DA FRANCE PRESSE, EM HUSAVIK
O Museu do Pênis na Islândia, que exibe de falos gigantescos de baleias a microscópicos testículos do rato do campo, faz um verdadeiro inventário deste órgão masculino em todas as (des)proporções existentes e acaba de colocar em exibição seu primeiro exemplar humano.
Veja galeria de fotos do museu islandês:
http://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/3530-museu-do-penis#foto-69643
Estatuetas de pênis no Museu do Pênis da Islândia
Uma atração à parte é o pênis de uma grande baleia cachalote, que pesa 70 kg, mede 170 centímetros e flutua em formol. Segundo o curador, essa é apenas a parte externa do órgão sexual.
"Este é o maior", afirma o fundador e curador do museu, Sigurdur Hjartarson, referindo-se a um enorme tubo de plexiglass que contém uma massa esbranquiçada, grande como um tronco.
"Na realidade, o pênis completo pode ter cinco metros e pesar entre 350 e 450 kg. Evidentemente, o animal do qual provém pesava cerca de 50 toneladas", explica rindo o diretor de escola aposentado.
Este item é apenas um dos 276 espécimes expostos e que procedem de 46 mamíferos da Islândia e de alguns convidados especiais estrangeiros. O museu, considerado o único do gênero do mundo, fica numa pequena aldeia pesqueira de Husavik, no litoral norte da Islândia.
Halldor Kolbeins - 28.jun.2011/France Presse
Fachada do Museu do Pênis na Islândia tem gigante pênis de pedra em frente
A sala está cheia de provetas e bocais de vidro de todas as formas e tamanhos imagináveis. Esses contêm membros de baleias, golfinhos, morsas, bodes, ratos e muitos outros animais.
Nesse templo da virilidade, longos exemplares secos decoram as paredes.
COLEÇÃO
Sigurdur Hjartarson iniciou sua estranha coleção em 1974. Ele afirma que ainda era criança quando ganhou um pênis seco de touro usado para atrair vacas para pastar. Em seguida, foi ganhando outros do tipo.
Vinte e três anos depois, Hjartarson abriu um primeiro museu em Reykjavik, que, em 2004, ele transferiu para Husavik, dando notoriedade internacional a esse modesto povoado de 2.200 habitantes.
Todos os verões (o museu só abre de maio a setembro), cerca de 11 mil pessoas visitam o estabelecimento, e a frequência aumentou desde que um pênis humano foi acrescentado à coleção.
Trata-se do pênis que pertencia a um indivíduo chamado Pall Arason, falecido em janeiro passado, aos 95 anos, e que prometeu doar seu órgão sexual para a instituição em 1996.
"Tive que esperar por ele 15 anos", brinca de novo Hjartarson, recordando seu amigo, que era um pioneiro do turismo islandês e um célebre sedutor.
Apesar de entusiasmado por baleias, Martin Thorsen, um visitante islandês de 42 anos, reconhece que "se decepcionou muito com o exemplar do Homo sapiens".
"Não tem importância. Era de um idoso, mas logo terei um mais jovem, maior e mais bonito", afirma Hjartarson.
Ele já recebeu promessas de doação de um britânico e de um alemão, sem esquecer um norte-americano que prometeu doar sua "peça" ainda em vida.
Htartarson não decidiu ainda se doará seu próprio membro ao museu. Tudo depende de quem morrer primeiro, ele ou a esposa.
"Se for ela, meu espécime fará parte da coleção. Mas se for eu, não sei. Ela poderá negar-se a doá-lo", confessa divertido.
Halldor Kolbeins - 28.jun.2011/France Presse
Tubos e contêineres de vidro guardam membros de vários animais no museu islandês
http://www1.folha.uol.com.br/turismo/941921-museu-do-penis-da-islandia-reune-orgaos-de-baleia-a-ser-humano.shtml
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Dois homens são flagrados fazendo sexo dentro de banheiro do Mercado Público na cidade de Sous
Dois homens são flagrados fazendo sexo dentro de banheiro do Mercado Público na cidade de Sousa
|| Publicado por : Geronimo Barbosa || Às 12:20 ||
Os dois homens entraram no mesmo banheiro e depois de muitos gemidos, que chamou atenção de todos no local, saíram suados e desconfiados.
O sanitário do Mercado Público Central, da cidade de Sousa foi palco de um movimento estranho que chamou a atenção dos frequentadores do local, nessa segunda-feira (18). Uma cena inédita, onde dois homens gemiam incessantemente dentro de um banheiro bastante apertado.
Estranhando a situação, os populares resolveram chamar o vigilante do mercado para bater na porta do banheiro. Logo em seguida saíram de dentro do local de uso público dois homens banhados muito suados.
De acordo com informações, os rapazes não são da cidade de Sousa. O vigilante do mercado não comunicou o fato a polícia.
http://www.jornal1005noticias.com.br/2011/04/dois-homens-sao-flagrados-fazendo-sexo.html
|| Publicado por : Geronimo Barbosa || Às 12:20 ||
Os dois homens entraram no mesmo banheiro e depois de muitos gemidos, que chamou atenção de todos no local, saíram suados e desconfiados.
O sanitário do Mercado Público Central, da cidade de Sousa foi palco de um movimento estranho que chamou a atenção dos frequentadores do local, nessa segunda-feira (18). Uma cena inédita, onde dois homens gemiam incessantemente dentro de um banheiro bastante apertado.
Estranhando a situação, os populares resolveram chamar o vigilante do mercado para bater na porta do banheiro. Logo em seguida saíram de dentro do local de uso público dois homens banhados muito suados.
De acordo com informações, os rapazes não são da cidade de Sousa. O vigilante do mercado não comunicou o fato a polícia.
http://www.jornal1005noticias.com.br/2011/04/dois-homens-sao-flagrados-fazendo-sexo.html
Sites que facilitam a infidelidade chegam ao Brasil
Sites que facilitam a infidelidade chegam ao Brasil
|| Publicado por : Geronimo Barbosa || Às 12:32 ||
“As mídias sociais testam nossa definição de infidelidade”. A frase dita pela pesquisadora americana Pamela Haag retrata os novos limites a serem discutidos pelos casais sobre as tentações que o meio on-line oferece. Pode estabelecer contato com o ex-namorado no Twitter? E acessar as fotos da vizinha bonitona no Facebook, pode? Porém, todas essas questões parecem banais diante de um movimento que começa a ganhar a internet brasileira. Sites internacionais de sucesso estão desembarcando no Brasil para ajudar mulheres e homens casados a encontrarem parceiros para casos extraconjugais. E o negócio é sério mesmo.
Os interessados em trair se cadastram e criam uma página onde detalham suas características físicas e preferências gerais. A opção de colocar fotos próprias (discretas ou mais saidinhas) é do usuário. Com o perfil montado, a “caça” começa. E como nos bares e boates focados em provocar a paquera, homens pagam para entrar, mulheres não.
Ohhtel oferece uma maneira discreta de ter um caso
“Nós somos uma opção ao divórcio. Queremos que as pessoas mantenham seus casamentos”. Com esse argumento aparentemente contraditório, Lais Ranna, vice-presidente de operações do site Ohhtel para o Brasil, define a proposta da sua empresa. A executiva diz que o serviço, que começa a funcionar nesta segunda-feira (11), é uma alternativa para os casais que não querem se separar, apesar da vida sexual possivelmente fria e insatisfatória. “É uma maneira segura e confidencial de ter um caso, sem enfrentar os riscos de procurar isso num bar, no Facebook ou no trabalho”, completa.
De acordo com Laís, apenas nos Estados Unidos há 1,3 milhões de usuários cadastrados no Ohhtel, sendo 68% de homens e 32% de mulheres. Ela está otimista quanto à possibilidade de sucesso do serviço no Brasil. “Nós queremos atingir 300 mil usuários nos primeiros meses”, prevê a executiva, que não teme ser acusada de incentivar a infidelidade. “Nós não inventamos a traição. Ela existe desde que o mundo é mundo. Nós podemos ser acusados disso tanto quanto o Facebook ou os bares”, argumenta.
Na mesma linha do Ohhtel, o holandês Second Love já tem sua versão verde-amarela desde o último mês de maio. “Temos por volta de 31 mil usuários cadastrados e estamos muito otimistas com a adesão do público brasileiro”, revela a porta-voz do site, Anabela Santos. Ainda não há um dado fechado sobre a faixa etária dos assinantes locais, mas nos outros países ela fica entre 35 e 49 anos.
Como o próprio nome diz, o Second Love oferece uma segunda opção para aqueles que não aguentam mais a rotina do casamento, mas também não querem se separar
Anabela também recusa a ideia da empresa ser uma patrocinadora de casos extraconjugais. “O flerte acontece em todo o lugar, só o trouxemos para o mundo online. A opção de ir além de um simples bate-papo virtual é de cada usuário”, pontua.
E a tendência só cresce. Famoso internacionalmente, o americano Ashley Madson gaba-se por contabilizar 7,8 milhões de usuários. Pois ele também está vindo para o Brasil e deve lançar seus serviços ainda este ano, em agosto.
Foto: Divulgação
Ashley Madson desembarca no Brasil em agosto e promete abocanhar boa fatia do mercado
Vale lembrar que a travessura tem um custo – pelo menos, para os homens. O Second Love cobra uma mensalidade de R$69,90, já o Ohhtel, um pouco mais barato, fixa o valor mensal em R$60. O Ashley Madson ainda estuda o valor que será cobrado no Brasil. A idade mínima para participar de todos eles é 25 anos.
As relações estão mudando?
Para a psicanalista e pesquisadora Regina Navarro Lins, que no Delas assina a coluna Questões do Amor, tais sites apenas refletem uma mudança comportamental que vem acontecendo desde a década de 70 e que está provocando o declínio do chamado amor romântico. “Esse tipo de amor prega a fusão entre os amantes, que os dois vão se transformar num só, que um só terá olhos para o outro, que quem ama não transa com mais ninguém, que não sente desejo por mais ninguém. Uma porção de mentiras”, analisa Regina.
Leia mais em Amor e Sexo:
O casamento semifeliz e outros tipos
Infidelidade: os perfis e motivos dos traidores
Quando começa a traição?
O sexo fica pior depois do casamento?
“Atualmente há uma grande busca pela individualidade entre as pessoas. Com isso, o amor romântico está saindo de cena e está levando com ele uma das suas características básicas, que é a exigência da exclusividade sexual”, prossegue a psicanalista. “As pessoas não deveriam se preocupar tanto com a fidelidade. Elas só deviam responder a duas perguntas. Me sinto amado? Me sinto desejado? Se a resposta for ‘sim’, o que outro faz quando não está comigo não é da minha conta”, finaliza Regina.
O psicólogo Oswaldo M. Rodrigues Jr., do Instituto Paulista de Sexualidade (Inpasex), não acredita que estes sites incentivem a traição. “A pessoas que usam esse serviço já tinham o desejo de trair. Elas fariam isso de qualquer forma”. Ele ainda lembra que se o caso extraconjugal for de conhecimento do marido ou da esposa, não pode ser considerado como traição de fato. “Tudo depende do tipo de acordo que tem o casal”, pondera o especialista.
http://www.jornal1005noticias.com.br/2011/07/sites-que-facilitam-infidelidade-chegam.html
|| Publicado por : Geronimo Barbosa || Às 12:32 ||
“As mídias sociais testam nossa definição de infidelidade”. A frase dita pela pesquisadora americana Pamela Haag retrata os novos limites a serem discutidos pelos casais sobre as tentações que o meio on-line oferece. Pode estabelecer contato com o ex-namorado no Twitter? E acessar as fotos da vizinha bonitona no Facebook, pode? Porém, todas essas questões parecem banais diante de um movimento que começa a ganhar a internet brasileira. Sites internacionais de sucesso estão desembarcando no Brasil para ajudar mulheres e homens casados a encontrarem parceiros para casos extraconjugais. E o negócio é sério mesmo.
Os interessados em trair se cadastram e criam uma página onde detalham suas características físicas e preferências gerais. A opção de colocar fotos próprias (discretas ou mais saidinhas) é do usuário. Com o perfil montado, a “caça” começa. E como nos bares e boates focados em provocar a paquera, homens pagam para entrar, mulheres não.
Ohhtel oferece uma maneira discreta de ter um caso
“Nós somos uma opção ao divórcio. Queremos que as pessoas mantenham seus casamentos”. Com esse argumento aparentemente contraditório, Lais Ranna, vice-presidente de operações do site Ohhtel para o Brasil, define a proposta da sua empresa. A executiva diz que o serviço, que começa a funcionar nesta segunda-feira (11), é uma alternativa para os casais que não querem se separar, apesar da vida sexual possivelmente fria e insatisfatória. “É uma maneira segura e confidencial de ter um caso, sem enfrentar os riscos de procurar isso num bar, no Facebook ou no trabalho”, completa.
De acordo com Laís, apenas nos Estados Unidos há 1,3 milhões de usuários cadastrados no Ohhtel, sendo 68% de homens e 32% de mulheres. Ela está otimista quanto à possibilidade de sucesso do serviço no Brasil. “Nós queremos atingir 300 mil usuários nos primeiros meses”, prevê a executiva, que não teme ser acusada de incentivar a infidelidade. “Nós não inventamos a traição. Ela existe desde que o mundo é mundo. Nós podemos ser acusados disso tanto quanto o Facebook ou os bares”, argumenta.
Na mesma linha do Ohhtel, o holandês Second Love já tem sua versão verde-amarela desde o último mês de maio. “Temos por volta de 31 mil usuários cadastrados e estamos muito otimistas com a adesão do público brasileiro”, revela a porta-voz do site, Anabela Santos. Ainda não há um dado fechado sobre a faixa etária dos assinantes locais, mas nos outros países ela fica entre 35 e 49 anos.
Como o próprio nome diz, o Second Love oferece uma segunda opção para aqueles que não aguentam mais a rotina do casamento, mas também não querem se separar
Anabela também recusa a ideia da empresa ser uma patrocinadora de casos extraconjugais. “O flerte acontece em todo o lugar, só o trouxemos para o mundo online. A opção de ir além de um simples bate-papo virtual é de cada usuário”, pontua.
E a tendência só cresce. Famoso internacionalmente, o americano Ashley Madson gaba-se por contabilizar 7,8 milhões de usuários. Pois ele também está vindo para o Brasil e deve lançar seus serviços ainda este ano, em agosto.
Foto: Divulgação
Ashley Madson desembarca no Brasil em agosto e promete abocanhar boa fatia do mercado
Vale lembrar que a travessura tem um custo – pelo menos, para os homens. O Second Love cobra uma mensalidade de R$69,90, já o Ohhtel, um pouco mais barato, fixa o valor mensal em R$60. O Ashley Madson ainda estuda o valor que será cobrado no Brasil. A idade mínima para participar de todos eles é 25 anos.
As relações estão mudando?
Para a psicanalista e pesquisadora Regina Navarro Lins, que no Delas assina a coluna Questões do Amor, tais sites apenas refletem uma mudança comportamental que vem acontecendo desde a década de 70 e que está provocando o declínio do chamado amor romântico. “Esse tipo de amor prega a fusão entre os amantes, que os dois vão se transformar num só, que um só terá olhos para o outro, que quem ama não transa com mais ninguém, que não sente desejo por mais ninguém. Uma porção de mentiras”, analisa Regina.
Leia mais em Amor e Sexo:
O casamento semifeliz e outros tipos
Infidelidade: os perfis e motivos dos traidores
Quando começa a traição?
O sexo fica pior depois do casamento?
“Atualmente há uma grande busca pela individualidade entre as pessoas. Com isso, o amor romântico está saindo de cena e está levando com ele uma das suas características básicas, que é a exigência da exclusividade sexual”, prossegue a psicanalista. “As pessoas não deveriam se preocupar tanto com a fidelidade. Elas só deviam responder a duas perguntas. Me sinto amado? Me sinto desejado? Se a resposta for ‘sim’, o que outro faz quando não está comigo não é da minha conta”, finaliza Regina.
O psicólogo Oswaldo M. Rodrigues Jr., do Instituto Paulista de Sexualidade (Inpasex), não acredita que estes sites incentivem a traição. “A pessoas que usam esse serviço já tinham o desejo de trair. Elas fariam isso de qualquer forma”. Ele ainda lembra que se o caso extraconjugal for de conhecimento do marido ou da esposa, não pode ser considerado como traição de fato. “Tudo depende do tipo de acordo que tem o casal”, pondera o especialista.
http://www.jornal1005noticias.com.br/2011/07/sites-que-facilitam-infidelidade-chegam.html
CYBERPEDÓFILOS
segunda-feira, 11 de julho de 2011
CYBERPEDÓFILOS
A SOMBRA DOS CYBERPEDÓFILOS: AJUDE O SEU FILHO A SE PROTEGER CONTRA A REDE MUNDIAL DE PEDOFILIA
A pornografia infantil é sombra que paira sobre o dia a dia digital de crianças e adolescentes revelando a existência de pessoas mal-intencionadas, os “cyberpedófilos”, e da íntima relação que nossos filhos desenvolvem com os conteúdos proibidos, em grande parte expostos na internet, sem censura.
O Ibope/NetRacings constatou que em fevereiro deste ano 1,3 milhão de brasileiros de 6 a 11 anos acessaram a internet. A média de permanência destas crianças na rede foi de 9 horas e 53 minutos. Adolescentes entre 12 a 17 anos, 2,4 milhões do total, permaneceram 38 horas e 17 minutos. Isso quer dizer que, enquanto você lê este artigo, milhares de jovens estão ligando o computador para jogar, trocar mensagens instantâneas, acessar fotoblogs e o Orkut, que abriga inúmeras comunidades pedófilas.
Em nossa cultura, a preferência sexual por crianças é considerada uma desordem psicológica. A prática da pedofilia é qualificada como crime de internet e pode ser considerado um ataque de Engenharia Social. A escolha/aproximação de um alvo escolhido, a aclimatação e conquista da confiança e o desenvolvimento da cumplicidade são algumas práticas características deste tipo de ataque. O perfil do pedófilo é de um sujeito que gosta de contar história, tem paciência e adora se tornar importante na vida das crianças, o que o torna muito perigoso.
Tudo pode acontecer: desde a revelação de informações pessoais ao fornecimento de senha para receber uma foto que traz um programa executável que aciona a webcam, e que passará a captar imagens do adolescente na intimidade do seu quarto sem que ele perceba. Assim, o adolescente fica na mão do pedófilo, que passa utilizar de métodos de coação para atingir seus objetivos.
O repasse entre amigos, de imagens de sexo com crianças, é crime previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente com pena de até quatro anos de exclusão. Muitas crianças fazem uso do material para satisfazer sua curiosidade, sem saber que essa atitude apresenta riscos. O uso do anonimato dos internautas e a velocidade das informações maximizam esses riscos e transforma a internet em um paraíso da pedofilia. As leis de crimes da Internet ainda são brandas e parece que a sombra da impunidade paira sobre os atos praticados pelos inúmeros "cyberpedófílos".
Como não há lei que obrigue provedores a abrir o cadastro de clientes, os policiais federais que investigam casos de pedofilias afirmam que procurar um pedófilo na internet é como procurar agulha no palheiro. A identificação de um computador na rede é difícil, pois pode mudar no momento em que o computador é ligado.
É importante que os pais tenham ciência de que a pornografia infantil e os pedófilos existem, e assim, deverão ser tratados sem preconceito. Enxergar que a internet está vulnerável a estes ameaças, e seus filhos aos riscos, devem participar ativamente da orientação dessas crianças. "Os pais não devem escandalizar nem adotar punições", adverte Oswaldo Rodrigues Jr., presidente da Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana. Os adolescentes são ágeis para lidar com a informática, e quando privados de navegarem por conteúdos proibidos, acabam por despertar ainda mais sua curiosidades e são capazes de burlar filtros ou proteções implantadas ou passam a usar o computador de amigos.
Existem muitos sites que buscam auxiliar os pais na proteção de seus filhos contra essas ameaças. Cartilhas com orientações sobre segurança da computação e ética somadas às práticas como: deixar a webcam virada para a parede, instalar o computador em área da casa onde a família circule e ainda observar com quem as crianças conversam online podem ser ferramentas poderosas no combate à pedofilia. A conscientização e orientação continuam sendo as melhores condutas na utilização dos recursos e informações disponíveis na rede mundial de computadores
Fernanda da Silva Fialho Campos
http://claudiapilotto3.blogspot.com/2011/07/sombra-dos-cyberpedofilos-ajude-o-seu.html
CYBERPEDÓFILOS
A SOMBRA DOS CYBERPEDÓFILOS: AJUDE O SEU FILHO A SE PROTEGER CONTRA A REDE MUNDIAL DE PEDOFILIA
A pornografia infantil é sombra que paira sobre o dia a dia digital de crianças e adolescentes revelando a existência de pessoas mal-intencionadas, os “cyberpedófilos”, e da íntima relação que nossos filhos desenvolvem com os conteúdos proibidos, em grande parte expostos na internet, sem censura.
O Ibope/NetRacings constatou que em fevereiro deste ano 1,3 milhão de brasileiros de 6 a 11 anos acessaram a internet. A média de permanência destas crianças na rede foi de 9 horas e 53 minutos. Adolescentes entre 12 a 17 anos, 2,4 milhões do total, permaneceram 38 horas e 17 minutos. Isso quer dizer que, enquanto você lê este artigo, milhares de jovens estão ligando o computador para jogar, trocar mensagens instantâneas, acessar fotoblogs e o Orkut, que abriga inúmeras comunidades pedófilas.
Em nossa cultura, a preferência sexual por crianças é considerada uma desordem psicológica. A prática da pedofilia é qualificada como crime de internet e pode ser considerado um ataque de Engenharia Social. A escolha/aproximação de um alvo escolhido, a aclimatação e conquista da confiança e o desenvolvimento da cumplicidade são algumas práticas características deste tipo de ataque. O perfil do pedófilo é de um sujeito que gosta de contar história, tem paciência e adora se tornar importante na vida das crianças, o que o torna muito perigoso.
Tudo pode acontecer: desde a revelação de informações pessoais ao fornecimento de senha para receber uma foto que traz um programa executável que aciona a webcam, e que passará a captar imagens do adolescente na intimidade do seu quarto sem que ele perceba. Assim, o adolescente fica na mão do pedófilo, que passa utilizar de métodos de coação para atingir seus objetivos.
O repasse entre amigos, de imagens de sexo com crianças, é crime previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente com pena de até quatro anos de exclusão. Muitas crianças fazem uso do material para satisfazer sua curiosidade, sem saber que essa atitude apresenta riscos. O uso do anonimato dos internautas e a velocidade das informações maximizam esses riscos e transforma a internet em um paraíso da pedofilia. As leis de crimes da Internet ainda são brandas e parece que a sombra da impunidade paira sobre os atos praticados pelos inúmeros "cyberpedófílos".
Como não há lei que obrigue provedores a abrir o cadastro de clientes, os policiais federais que investigam casos de pedofilias afirmam que procurar um pedófilo na internet é como procurar agulha no palheiro. A identificação de um computador na rede é difícil, pois pode mudar no momento em que o computador é ligado.
É importante que os pais tenham ciência de que a pornografia infantil e os pedófilos existem, e assim, deverão ser tratados sem preconceito. Enxergar que a internet está vulnerável a estes ameaças, e seus filhos aos riscos, devem participar ativamente da orientação dessas crianças. "Os pais não devem escandalizar nem adotar punições", adverte Oswaldo Rodrigues Jr., presidente da Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana. Os adolescentes são ágeis para lidar com a informática, e quando privados de navegarem por conteúdos proibidos, acabam por despertar ainda mais sua curiosidades e são capazes de burlar filtros ou proteções implantadas ou passam a usar o computador de amigos.
Existem muitos sites que buscam auxiliar os pais na proteção de seus filhos contra essas ameaças. Cartilhas com orientações sobre segurança da computação e ética somadas às práticas como: deixar a webcam virada para a parede, instalar o computador em área da casa onde a família circule e ainda observar com quem as crianças conversam online podem ser ferramentas poderosas no combate à pedofilia. A conscientização e orientação continuam sendo as melhores condutas na utilização dos recursos e informações disponíveis na rede mundial de computadores
Fernanda da Silva Fialho Campos
http://claudiapilotto3.blogspot.com/2011/07/sombra-dos-cyberpedofilos-ajude-o-seu.html
Rio de Janeiro vive epidemia de sífilis congênita, diz médico
Ciência e Tecnologia
05/07 às 07h16 - Atualizada em 05/07 às 09h11
Rio de Janeiro vive epidemia de sífilis congênita, diz médico
Jornal do Brasil
Luisa Bustamante
A sociedade paga o preço pelo histórico tabu em torno das Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST). No Brasil, doenças como o vírus do HPV e o herpes estão em contínuo crescimento. Encarada como enfermidade do passado, a sífilis congênita, que é transmitida da mãe infectada para o bebê, está em situação epidêmica no Rio de Janeiro.
Estas informações estão do Atlas de DST e Diagnóstico Diferencial, livro que reúne o trabalho de mais de cem médicos no mapeamento de Doenças Sexualmente Transmissíveis no Brasil e ganha uma segunda edição, lançada nesta terça-feira, 05, no hotel Windsor, Barra da Tijuca.
Organizador do livro, o ginecologista Mauro Romero, coordenador do Centro de Referência em DST da Universidade Federal Fluminense (UFF), explica que as doenças sexualmente transmissíveis continuam crescendo no mundo inteiro e que é preciso educar a sociedade para a prevenção.
http://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/noticias/2011/07/05/rio-de-janeiro-vive-epidemia-de-sifilis-congenita-diz-medico/
05/07 às 07h16 - Atualizada em 05/07 às 09h11
Rio de Janeiro vive epidemia de sífilis congênita, diz médico
Jornal do Brasil
Luisa Bustamante
A sociedade paga o preço pelo histórico tabu em torno das Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST). No Brasil, doenças como o vírus do HPV e o herpes estão em contínuo crescimento. Encarada como enfermidade do passado, a sífilis congênita, que é transmitida da mãe infectada para o bebê, está em situação epidêmica no Rio de Janeiro.
Estas informações estão do Atlas de DST e Diagnóstico Diferencial, livro que reúne o trabalho de mais de cem médicos no mapeamento de Doenças Sexualmente Transmissíveis no Brasil e ganha uma segunda edição, lançada nesta terça-feira, 05, no hotel Windsor, Barra da Tijuca.
Organizador do livro, o ginecologista Mauro Romero, coordenador do Centro de Referência em DST da Universidade Federal Fluminense (UFF), explica que as doenças sexualmente transmissíveis continuam crescendo no mundo inteiro e que é preciso educar a sociedade para a prevenção.
http://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/noticias/2011/07/05/rio-de-janeiro-vive-epidemia-de-sifilis-congenita-diz-medico/
Goce sexual, la clave de parejas duraderas
Goce sexual, la clave de parejas duraderas
Publicado 08/07/11 03:00 - Por HealthDay/HolaDoctor
Un estudio analizó el nivel de importancia del placer sexual, la ternura y los abrazos en 1,000 parejas de cinco países que estaban juntas desde hacía más de dos décadas. Y descubrió que esos tres factores predicen el éxito de la relación.
Las caricias ayudan a mejorar la satisfacción en las relaciones a largo plazo, según un nuevo estudio de parejas de mediana edad y mayores.
El estudio también halló que la ternura es más importante para los hombres que para las mujeres. Los hombres son más propensos a reportar ser felices en su relación, y las mujeres más propensas a estar satisfechas con su relación sexual, dijeron investigadores del Instituto Kinsey de la Universidad de Indiana.
El amor afecta a 12 áreas del cerebro
El estudio incluyó a 1,000 parejas de Estados Unidos, Brasil, Alemania, Japón y España que habían estado juntos, en promedio, 25 años. Los participantes eran hombres y mujeres de entre 40 y 70 años.
Los hombres eran más propensos a sentirse felices en su relación si estaban en buena salud, y para ellos era importante que sus parejas experimentaran orgasmos en sus relaciones sexuales. Las caricias y besos frecuentes también predijeron la felicidad en la relación para los hombres, pero no para las mujeres.
Tanto hombres como mujeres eran más felices mientras más tiempo habían estado juntos y si tenían niveles más altos de funcionamiento sexual, hallaron los investigadores.
15 razones para tener sexo por la salud
Los hombres y mujeres japoneses eran significativamente más felices en sus relaciones, y en el sexo, que los estadounidenses, que eran más felices que los brasileños y españoles, según la directora del Instituto Kinsey Julia Heiman y colegas.
La satisfacción sexual de mujeres y hombres se asoció con los besos y caricias frecuentes, las caricias sexuales de parte de la pareja, un funcionamiento sexual alto y relaciones sexuales frecuentes. El informe indicó que para los hombres, un mayor número de parejas sexuales durante sus vidas predecía menos satisfacción sexual.
El estudio aparece en la edición de agosto de la revista Archives of Sexual Behavior.
http://www.elpais.com/articulo/reportajes/burka/quiero/vivir/elpepusocdmg/20110710elpdmgrep_1/Tes
Publicado 08/07/11 03:00 - Por HealthDay/HolaDoctor
Un estudio analizó el nivel de importancia del placer sexual, la ternura y los abrazos en 1,000 parejas de cinco países que estaban juntas desde hacía más de dos décadas. Y descubrió que esos tres factores predicen el éxito de la relación.
Las caricias ayudan a mejorar la satisfacción en las relaciones a largo plazo, según un nuevo estudio de parejas de mediana edad y mayores.
El estudio también halló que la ternura es más importante para los hombres que para las mujeres. Los hombres son más propensos a reportar ser felices en su relación, y las mujeres más propensas a estar satisfechas con su relación sexual, dijeron investigadores del Instituto Kinsey de la Universidad de Indiana.
El amor afecta a 12 áreas del cerebro
El estudio incluyó a 1,000 parejas de Estados Unidos, Brasil, Alemania, Japón y España que habían estado juntos, en promedio, 25 años. Los participantes eran hombres y mujeres de entre 40 y 70 años.
Los hombres eran más propensos a sentirse felices en su relación si estaban en buena salud, y para ellos era importante que sus parejas experimentaran orgasmos en sus relaciones sexuales. Las caricias y besos frecuentes también predijeron la felicidad en la relación para los hombres, pero no para las mujeres.
Tanto hombres como mujeres eran más felices mientras más tiempo habían estado juntos y si tenían niveles más altos de funcionamiento sexual, hallaron los investigadores.
15 razones para tener sexo por la salud
Los hombres y mujeres japoneses eran significativamente más felices en sus relaciones, y en el sexo, que los estadounidenses, que eran más felices que los brasileños y españoles, según la directora del Instituto Kinsey Julia Heiman y colegas.
La satisfacción sexual de mujeres y hombres se asoció con los besos y caricias frecuentes, las caricias sexuales de parte de la pareja, un funcionamiento sexual alto y relaciones sexuales frecuentes. El informe indicó que para los hombres, un mayor número de parejas sexuales durante sus vidas predecía menos satisfacción sexual.
El estudio aparece en la edición de agosto de la revista Archives of Sexual Behavior.
http://www.elpais.com/articulo/reportajes/burka/quiero/vivir/elpepusocdmg/20110710elpdmgrep_1/Tes
Los besos pueden salvar su relación
Los besos pueden salvar su relación
Publicado el 10/Julio/2011 | 00:15
Con una terapia correcta, usted puede reconquistar a su pareja. La verdadera pasión se inicia con un buen beso
"Mi novio ha perdido la esencia de cuando nos conocimos hace cinco años. Creo que a nuestra relación le hacen falta muchas cosas íntimas, más que materiales", comenta Verónica (nombre ficticio) de 27 años.
La situación es más común de lo que se cree. Así lo considera el sexólogo argentino Ezequiel López Peralta, quien manifestó que una de la soluciones para este tipo de casos es la terapia de los besos, la misma que viene desarrollando desde 2005.
El experto indicó que los besos son un acto de total conexión con la pareja, porque este permite una estimulación física, mental y una conexión espiritual.
"Se dice que el beso es el contacto entre dos pares de labios, pero hay en el fondo una comunicación que va más allá de los labios. Si es bien practicado, el beso puede crear estados mentales o fantasías que pueden llevar a la pareja a otro nivel".
La sesión puede durar entre 45 minutos y dos horas y, por lo general, empieza con una breve terapia de relajación.
"No enseño a besar a la gente. El taller en sí propone que las personas recuperen el beso como una herramienta erótica fundamental y que así recuperen también la creatividad y la pasión".
Aunque el primer beso llega por lo general en la adolescencia, la práctica puede perfeccionarse. Sin embargo, el terapeuta aseguró que lejos de ello, el acto de besar se empapa también de rutina y se pierde en la cotidianidad.
"Una de las torpezas más comunes es que se puede ser muy acelerado. El buen beso es de menor a mayor. Empieza con un roce en los labios, besos pequeños, piquitos, y un beso nominal que, con la punta de la lengua, recorre el contorno de los labios. Luego avanza hacia besos más intensos, como el famoso beso francés, con lengua", añadió.
López, que en su tierra natal ha sido denominado como el "gurú del beso", aclaró la diferencia entre los besos y el sexo.
"Muchas personas creen que el beso no tiene importancia y se piensa que el sexo solo tiene que ver con los genitales. Pero no se le da importancia al beso, a las caricias, a la seducción, a las miradas sugerentes, al lenguaje corporal. Considero que son cosas placenteras, pero no las ubico como un momento sexual pleno", manifestó.
En la consulta del médico, Sofía (nombre ficticio), de 32 años, preguntó: "¿Por qué los hombres no besan más?"
El experto señaló que ese es un gran problema de comunicación en las parejas, porque puede traer con el tiempo fisuras en la relación, infidelidades y hasta la separación.
"La gente no sabe besar, porque desconoce lo que se puede producir con un beso. Muchas mujeres desean que sus esposos, novios y amantes las besen más y, casi en la mayoría de las ocasiones, sus parejas no están ni por enteradas, porque piensan que no es importante. Lo bueno es que se puede aprender. Hay que tener la actitud para enfrentar esta situación. Por ello, es bueno conversar con la pareja para ayudarse mutuamente", sostuvo.
Por otro lado, Daniela (nombre ficticio), de 25 años, dijo que es novedoso, pero que, en su caso, ya ha pasado por algunas malas experiencias, sobre todo por cuestiones de imagen y aliento.
Ante ello, el experto indicó que la mayoría de las mujeres se fijan en la dentadura, el aliento y la blancura de los dientes como tres de las cosas que aprecian en un hombre.
"Se puede ser un buen amante a la hora de besar. En la pareja puede haber química, manejar bien las técnicas del beso y hasta se pueden gustar, pero, si alguno tiene mal aliento, el sentimiento es de rechazo y no de placer", precisó el sexólogo.
Andrés (nombre ficticio), de 38 años, cuestionó las recomendaciones explicando que, para él, el sexo también corresponde a un buen desempeño en la cama. A esto, el experto respondió: "Los hombres creemos que para satisfacer a una mujer hay que ser potente y viril en una cama. Pero no es así. El beso es el acto más importante y más íntimo que existe. Este se guarda para la persona que uno ama, es un acto de conexión donde se vive lo anteriormente mencionado".
A la teoría de López Peralta, la BBC de Londres le da la razón. En un reportaje, algunos expertos aseguran que besar a la pareja es el mejor antídoto contra el desánimo y una excelente forma de mejorar la salud.
Según la organización británica Relate, que provee asesoría psicológica en relaciones de pareja y terapia sexual, existe amplia documentación científica para demostrar los beneficios de besar a otra persona.
Por ejemplo, estimula la parte del cerebro que libera oxitocina en el torrente sanguíneo, creando una sensación de bienestar. La oxitocina, hormona que influye en funciones básicas como el enamoramiento, orgasmo, parto y amamantamiento, está asociada con la afectividad, la ternura y el acto de tocar. Y los besos verdaderamente apasionados provocan la liberación de adrenalina en la sangre, lo que aumenta el ritmo cardíaco, la tensión arterial y el nivel de glucosa en la sangre.
Sea como sea, besar es un acto que influye en la vida de las personas. Como dice la canción de Olga Tañón "el amor no es solo sexo, el amor no es solo gozo". Ponga en práctica estas recomendaciones y busque mejorar el día a día con su pareja. (AZO)
Hora GMT: 10/Julio/2011 - 05:15
http://www.hoy.com.ec/noticias-ecuador/los-besos-pueden-salvar-su-relacion-486610.html
Publicado el 10/Julio/2011 | 00:15
Con una terapia correcta, usted puede reconquistar a su pareja. La verdadera pasión se inicia con un buen beso
"Mi novio ha perdido la esencia de cuando nos conocimos hace cinco años. Creo que a nuestra relación le hacen falta muchas cosas íntimas, más que materiales", comenta Verónica (nombre ficticio) de 27 años.
La situación es más común de lo que se cree. Así lo considera el sexólogo argentino Ezequiel López Peralta, quien manifestó que una de la soluciones para este tipo de casos es la terapia de los besos, la misma que viene desarrollando desde 2005.
El experto indicó que los besos son un acto de total conexión con la pareja, porque este permite una estimulación física, mental y una conexión espiritual.
"Se dice que el beso es el contacto entre dos pares de labios, pero hay en el fondo una comunicación que va más allá de los labios. Si es bien practicado, el beso puede crear estados mentales o fantasías que pueden llevar a la pareja a otro nivel".
La sesión puede durar entre 45 minutos y dos horas y, por lo general, empieza con una breve terapia de relajación.
"No enseño a besar a la gente. El taller en sí propone que las personas recuperen el beso como una herramienta erótica fundamental y que así recuperen también la creatividad y la pasión".
Aunque el primer beso llega por lo general en la adolescencia, la práctica puede perfeccionarse. Sin embargo, el terapeuta aseguró que lejos de ello, el acto de besar se empapa también de rutina y se pierde en la cotidianidad.
"Una de las torpezas más comunes es que se puede ser muy acelerado. El buen beso es de menor a mayor. Empieza con un roce en los labios, besos pequeños, piquitos, y un beso nominal que, con la punta de la lengua, recorre el contorno de los labios. Luego avanza hacia besos más intensos, como el famoso beso francés, con lengua", añadió.
López, que en su tierra natal ha sido denominado como el "gurú del beso", aclaró la diferencia entre los besos y el sexo.
"Muchas personas creen que el beso no tiene importancia y se piensa que el sexo solo tiene que ver con los genitales. Pero no se le da importancia al beso, a las caricias, a la seducción, a las miradas sugerentes, al lenguaje corporal. Considero que son cosas placenteras, pero no las ubico como un momento sexual pleno", manifestó.
En la consulta del médico, Sofía (nombre ficticio), de 32 años, preguntó: "¿Por qué los hombres no besan más?"
El experto señaló que ese es un gran problema de comunicación en las parejas, porque puede traer con el tiempo fisuras en la relación, infidelidades y hasta la separación.
"La gente no sabe besar, porque desconoce lo que se puede producir con un beso. Muchas mujeres desean que sus esposos, novios y amantes las besen más y, casi en la mayoría de las ocasiones, sus parejas no están ni por enteradas, porque piensan que no es importante. Lo bueno es que se puede aprender. Hay que tener la actitud para enfrentar esta situación. Por ello, es bueno conversar con la pareja para ayudarse mutuamente", sostuvo.
Por otro lado, Daniela (nombre ficticio), de 25 años, dijo que es novedoso, pero que, en su caso, ya ha pasado por algunas malas experiencias, sobre todo por cuestiones de imagen y aliento.
Ante ello, el experto indicó que la mayoría de las mujeres se fijan en la dentadura, el aliento y la blancura de los dientes como tres de las cosas que aprecian en un hombre.
"Se puede ser un buen amante a la hora de besar. En la pareja puede haber química, manejar bien las técnicas del beso y hasta se pueden gustar, pero, si alguno tiene mal aliento, el sentimiento es de rechazo y no de placer", precisó el sexólogo.
Andrés (nombre ficticio), de 38 años, cuestionó las recomendaciones explicando que, para él, el sexo también corresponde a un buen desempeño en la cama. A esto, el experto respondió: "Los hombres creemos que para satisfacer a una mujer hay que ser potente y viril en una cama. Pero no es así. El beso es el acto más importante y más íntimo que existe. Este se guarda para la persona que uno ama, es un acto de conexión donde se vive lo anteriormente mencionado".
A la teoría de López Peralta, la BBC de Londres le da la razón. En un reportaje, algunos expertos aseguran que besar a la pareja es el mejor antídoto contra el desánimo y una excelente forma de mejorar la salud.
Según la organización británica Relate, que provee asesoría psicológica en relaciones de pareja y terapia sexual, existe amplia documentación científica para demostrar los beneficios de besar a otra persona.
Por ejemplo, estimula la parte del cerebro que libera oxitocina en el torrente sanguíneo, creando una sensación de bienestar. La oxitocina, hormona que influye en funciones básicas como el enamoramiento, orgasmo, parto y amamantamiento, está asociada con la afectividad, la ternura y el acto de tocar. Y los besos verdaderamente apasionados provocan la liberación de adrenalina en la sangre, lo que aumenta el ritmo cardíaco, la tensión arterial y el nivel de glucosa en la sangre.
Sea como sea, besar es un acto que influye en la vida de las personas. Como dice la canción de Olga Tañón "el amor no es solo sexo, el amor no es solo gozo". Ponga en práctica estas recomendaciones y busque mejorar el día a día con su pareja. (AZO)
Hora GMT: 10/Julio/2011 - 05:15
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