quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Em crise, "drive-in" aceita até cliente de bicicleta

Em crise, "drive-in" aceita até cliente de bicicleta

DE SÃO PAULO

Os motéis tipo "drive-in" estão a caminho da extinção, apesar da explosão da venda de veículos.
"Só aqui na zona norte de Porto Alegre [RS], 2 dos 3 "drive-in" fecharam", conta Rosângela Martins, gerente do Country, que terá mais uma ala de garagens transformada em quartos com hidromassagem e espelho no teto.
Segundo empresários do setor, o aumento da renda e a busca por conforto aceleraram a migração.

GARAGEM COM DUCHA
Para continuar na ativa, alguns "drive-in" se sofisticam. Já existem garagens com ducha, telão e cadeira erótica. Mas os trunfos continuam sendo preço acessível e simplicidade.
"É comum clientes entrarem até de bicicleta", diz Leila Matias, recepcionista do Drive-In Emoções, em Diadema (Grande SP).
No Drive-In Recanto, em São Carlos (232 km de São Paulo), três horas saem por R$ 10, cerca de cinco vezes menos que um quarto em um motel da região.
Procurado, o Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares do Estado de São Paulo não quis se pronunciar.
(FN)
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/veiculos/cv1206201103.htm

Triângulo amoroso

Triângulo amoroso

Namorados que compartilham o carro colocam o amor à prova ao discutir a relação devido a responsabilidade pelas multas, horários de utilização, limpeza e até o modelo do chaveiro

RICARDO RIBEIRO
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

"Olha o que eu tenho que carregar", reclama o modelo Airton Moura, 23, sacudindo um leão de pelúcia de 30 cm.
Quase não dá para ver, mas debaixo da juba está a chave do Chevrolet Prisma 2008 que ele divide com a namorada, a produtora Kattia Lopes, 34.
Logo que se conheceram, Airton estava sem carro e o casal decidiu compartilhar o dela. A razão é a mesma da maioria dos casais ouvidos pela Folha: economizar combustível e estacionamento.
É também uma boa estratégia para os namorados passarem mais tempo juntos.
O amor sobre rodas, porém, tem suas derrapagens. No caso de Kattia e Airton, que namoram há um ano e moram em casas separadas, o chaveiro "felino" não é o único problema. "Ele deixa lixo no carro e ainda enrola para lavá-lo. Antes, meu Prisma era 'de menina', sempre limpinho", diz ela. A disputa cotidiana é comum - e ele costuma perder.
"Tentamos dividir para atender os horários dos dois, mas, quando não dá, ele vai de ônibus", dispara Kattia.
Segundo os casais entrevistados, o que mais leva a brigas são as multas em nome do proprietário - que nem sempre estava ao volante.
Para o professor de Relacionamento Amoroso e Comunicação do Instituto de Psicologia da USP (Universidade de São Paulo), Ailton Amelio da Silva, dividir o carro pode ser um termômetro do casamento. "Envolve altruísmo, justiça e consideração pelo outro.
É um excelente campo de provas", avalia.

DE CORAÇÃO
De acordo com Silva, a divisão precisa ser de acordo com a necessidade, sem abusos e de coração. "O esforço de hoje não pode culminar em ressentimentos e cobranças no futuro", alerta.
Uma boa experiência pode acabar em casamento. Isso aconteceu com Daniel Oliveira, 32, e Fernanda Andrade, 28. Eles compraram um VW Fox quando eram namorados; casaram-se dois anos depois. "Quando há amor, sempre dá certo", diz Fernanda.
Dividir o carro significa confiança, como comprova o estudante Flávio Rodrigues, 24. Ele passa as chaves do Honda Civic do pai para a namorada. "Ela acabou de tirar a carteira. Ele não se importa, mas sempre confere se apareceu algum arranhão."
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/veiculos/cv1206201101.htm

Sexo no carro é um risco para a saúde, afirma ortopedista

Sexo no carro é um risco para a saúde, afirma ortopedista

Contusões, contraturas musculares e escoriações no joelho ou no cotovelo são as ocorrências mais comuns

Segundo pesquisas feitas na Europa, peruas e minivans são os modelos preferidos para namorar dentro

FELIPE NÓBREGA
DE SÃO PAULO

Para apimentar a relação ou mesmo sair da rotina, muitos casais resolvem praticar sexo em locais inusitados. O carro é uma das opções prediletas, apontam recentes pesquisas feitas na Europa.
Segundo estudo realizado pela companhia de seguros Direct, 32% dos motoristas espanhóis admitem já ter feito sexo ao menos uma vez dentro de um automóvel ""estacionado, é claro.
Entre os ingleses, esse número sobe para 54%, aponta a empresa Autoquake. E 4 entre 10 britânicos entrevistados descreveram a experiência como "maravilhosa", apesar do risco de serem flagrados ou presos por atentado ao pudor.
As pesquisas revelaram também que as espaçosas peruas e as versáteis multivans são os modelos mais elogiados para a prática.
Contudo, segundo o presidente da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, Osvandré Lech, o carro é um local perigoso para essa atividade. "O risco de o sujeito sofrer alguma contusão é muito grande", explica.

ATRITO
Pela configuração de bancos, equipamentos e comandos, o interior do automóvel é um ambiente hostil para namorar. Um gesto brusco e o ato de exigir demais de um músculo podem causar contusões, contraturas ou até mesmo cãibras.
Outras lesões comuns são escoriações em articulações como joelho e cotovelo, provocadas pelo atrito com o tecido áspero dos bancos ou com as partes plásticas que revestem a cabine.
"A maioria das pessoas, mesmo sentindo algum tipo de desconforto físico durante a relação, ignora a dor e mantém o foco só no prazer. Mas as consequências vêm depois", alerta Lech.
O médico, que é especialista em lesões ortopédicas provocadas durante o ato sexual, conta que, certa vez, um de seus pacientes precisou até ser submetido a uma cirurgia no ombro por conta de uma luxação sofrida enquanto namorava no carro.
Lech aponta três outros locais contraindicados, mas bastante utilizados para a prática do sexo: sofás, escadas e debaixo do chuveiro ""em um banheiro molhado, o risco de queda, fratura e cortes é muito grande.
Não existe no Brasil um levantamento sobre lesões ortopédicas provocadas durante o ato sexual, até porque são raros os pacientes que admitem ter se machucado enquanto namoravam.
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/veiculos/cv1206201102.htm

Primeiro “robô sexual” do mundo é lançado nos Estados Unidos

Primeiro “robô sexual” do mundo é lançado nos Estados Unidos

19/02/2010 10h26 • Marina Alves
A A A COMUNICAR ERROS

Roxxxy, o primeiro "robô sexual" do mundo
“Ela não pode aspirar a casa, não sabe cozinhar, mas pode fazer qualquer outra coisa, se você entende o que eu quero dizer”. É o que afirmou o representante da TrueCompanion’s, Douglas Hines, ao apresentar o primeiro “robô sexual” do mundo: Roxxxy.

A novidade foi lançada durante a AVN Adult Entertainment Expo e certamente foi a sensação da feira. Chamá-la de boneca inflável pode ofender seus criadores, que tiveram muito trabalho para criar seu esqueleto articulado, que simula os movimentos humanos (apesar de, obviamente, não fazer isso sozinho).

Com wi-fi embutido para ter seu software sempre atualizado automaticamente, o robô também está preocupado em satisfazer as necessidades mais, digamos, emocionais, de seus compradores. Por isso, Roxxxy tem um programa de inteligência artificial que permite que a “garota” converse sobre os assuntos preferidos dos homens, de carros a futebol.

Roxxxy estará disponível em três versões – Wild Wendy, a mais safadinha, Frigid Farrah, a tímida ou Mature Martha, a controladora – e os interessados terão que desembolsar entre US$ 7.000,00 e US$ 9.000,00 para se divertir com a boneca.

As mulheres, entretanto, não ficarão de fora: a versão masculina, Rocky, já está sendo planejada.
http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/lifestyle/2010/02/19/239511-primeiro-robo-sexual-do-mundo-e-lancado-nos-estados-unidos

Fabricante chinês lança robô sexual que reconhece e conversa com o dono

Fabricante chinês lança robô sexual que reconhece e conversa com o dono

25/06/2011 08h13 • Redação
O robô sexual da Love Sex Company
Uma mulher que não reclama de nada, não pede atenção ou presentes, não tem ciúmes… mas está sempre disponível, a qualquer hora, para satisfazer todos os desejos de seu “namorado”, sejam eles quais forem.

Pois uma mulher assim existe. Só que custa não adianta já sair comemorando: ela custa mais de US$ 5 mil e não é humana. A moça em questão é, na verdade, o mais moderno modelo de robô sexual, recém-lançado pela empresa chinesa The Love Sex Company.

Com uma aparência quase igual à de uma mulher de verdade, o robô tem 1,65 de altura e pele e músculos que parecem reais porque são feitos de gel de silicone. A estrutura do esqueleto é de metal, garantindo que ela tenha grande resistência (a sabe-se lá o que). E o rosto e os cabelos podem ser customizados, ou seja, montados de acordo com a preferência do cliente.

Mas, se esses detalhes não são exatamente novidade, o grande trunfo da Love Sex Company é que seu novo modelo, apresentado na Sex Culture Exhibition, em Xi’an, tem um controle que permite sua utilização nas mais variadas posições, além de fazer com que algumas partes do corpo se agitem quando acionadas.

Além disso, a namorada robótica tem avançadas técnicas de reconhecimento fácil e pode ser programada em diversos idiomas, para que possa reconhecer e bater altos papos com seu “namorado”, não importa de que país ele seja.O vídeo abaixo mostra uma reportagem feita nos Estados Unidos sobre o fetiche por robôs sexuais.
http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/inacreditavel/2011/06/24/278258-fabricante-chines-lanca-robo-sexual-que-reconhece-e-conversa-com-o-dono

Aprenda a fazer exercícios de pompoarismo e melhore sua performance sexual

06/07/2011 - 07h00
Aprenda a fazer exercícios de pompoarismo e melhore sua performance sexual
HELOÍSA NORONHA
Colaboração para o UOL

Todo mundo que gosta um pouquinho do assunto –sim, sexo!– já ouviu falar desta arte erótica, o pompoarismo. Há alusão à técnica –que treina a musculatura vaginal– em escritos orientais antigos, como o Kama Sutra.

Na Tailândia, há espetáculos em que as mulheres arremessam objetos, abrem garrafas e até "fumam"... Algumas levam tão a sério a técnica que transmitem seus conhecimentos de geração para geração. Por aqui, várias especialistas ensinam o método, também chamado de ginástica íntima, com o objetivo de melhorar a vida sexual.

Segundo a professora Regina Racco, do Rio de Janeiro (RJ), autora de “O Livro de Ouro do Pompoarismo” e do site Pompoarte, o pompoarismo ajuda as mulheres que têm dificuldade em alcançar o orgasmo, pois permite o auto-conhecimento. “As relações passam a ser mais prazerosas”, diz. “Há uma estimulação intensa do ponto G e do clitóris”, afirma a terapeuta sexual Valéria Walfrido, de Recife (PE) autora de “Pompoar – Um Toque”.

Com a autoestima elevada, a mulher é capaz de sentir e proporcionar muito mais prazer. “Isso acontece, principalmente, porque o pompoarismo ensina a mulher a segurar a ejaculação do homem, prolongando as sensações do casal”, diz a especialista Lu Riva, de São Paulo.

O domínio dos movimentos vaginais permite realizar façanhas com o parceiro, como agarrar (contrair a musculatura e impedir a saída do pênis), sugar (imitar o sexo oral) e guilhotinar (apertar o pênis com força). Segundo as professoras, alguns homens têm a sensação estar com uma mulher virgem. "Pompoar é como qualquer exercício físico. Não é mágica. É resultado de disciplina e dedicação", diz Lu Riva. "Basta manter a rotina de treino e os resultados
http://estilo.uol.com.br/comportamento/ultimas-noticias/2011/07/06/aprenda-a-fazer-exercicios-de-pompoarismo-e-melhore-sua-performance-sexual.htm

"Querida, estou grávido!": futuros pais sentem enjoos e até engordam durante a gestação

03/08/2011 - 14h12
"Querida, estou grávido!": futuros pais sentem enjoos e até engordam durante a gestação
ANDRESSA ROVANI
Colaboração para o UOL

O escritor Renato Kaufmann, que engordou uns quilinhos na gravidez da mulher, dá mamadeira para Lucia

Sintomas como enjoo, insônia ou sono excessivo, fome e ganho de peso costumam fazer parte do universo feminino durante a gravidez. As alterações físicas e psicológicas não são, porém, exclusividade das futuras mamães. É cada vez mais frequente, segundo especialistas, que homens também se sintam “grávidos” enquanto se prepararam para a chegada do bebê.

O designer de interfaces Paulo Taneda, 29, teve de recorrer à medicação para se livrar dos enjoos enquanto esperava o nascimento de Gabriel, hoje com dois anos. “Desde que soube da gravidez, senti como se tudo em mim estivesse num processo de amadurecimento rápido e constante. Todas as minhas prioridades, objetivos, vontades, meu mundo passou a ser traduzido a partir do meu filho”, diz Taneda. Os enjoos eram parecidos com os da mulher dele, mas mais espaçados. “Ela achou bem engraçado, e pensou que eu estivesse com frescura”, lembra.

Taneda credita as alterações à forte conexão com a gravidez da mulher. “Acredito que isso aconteceu pelo meu envolvimento emocional em todos os processos da gravidez. Não sou nenhum especialista, mas entendo que isso fez com que, psicologicamente, o meu organismo acabasse projetando esses sintomas em mim”, conta.

Mas será que homens podem ser influenciados dessa forma pela gravidez da companheira? Para a psicóloga Vitória Pamplona, que há 35 anos ministra cursos para grávidas, a resposta é sim – e o quadro é recorrente. Isso acontece porque, assim como a mulher, o homem também se vê desafiado pelo novo papel: o de grávido. “A exigência de perfeição nesses papéis provoca tensões. E a medicina psicossomática há muito tempo nos diz que as emoções têm reflexos em todos os nossos sistemas vitais: cardiológico, digestivo, genito-urinário, entre outros. E isto vale tanto para mulheres quanto para homens.”

Um estudo feito por uma fabricante de fraldas divulgado este ano reitera a teoria. A pesquisa foi feita com 2.000 homens entre 16 e 65 anos na Inglaterra e mostrou que o cenário é mais frequente do que parece. Os resultados indicam que 23% dos homens relatam sintomas típicos de gravidez durante a gestação das parceiras. Desses, 26% tiveram alterações de humor, 10% sentiram desejos por comidas bizarras, 6% sofreram com enjoos e 3% chegaram a relatar dores semelhantes às do parto. Além disso, um terço deles se disse mais emotivo durante a gravidez.


O designer de interfaces Paulo Taneda sentiu enjoos quando sua mulher esperava Gabriel
Segundo o médico obstetra Luiz Fernando Leite, do Hospital e Maternidade Santa Joana, de São Paulo, isso é reflexo da maior participação dos homens no pré-natal. “A presença masculina nos consultórios aumentou muito nos últimos três anos. Hoje, praticamente todos os partos que faço têm o acompanhamento do pai na sala”, diz. O maior envolvimento masculino fez com que a expressão “estamos grávidos” se tornasse corriqueira, indicando que o homem também está disposto a assumir as alterações físicas e psicológicas antes restritas às mamães.

O pesquisador britânico Arthur Brennan, da Universidade de Kingston, que estuda o tema, aponta em suas pesquisas que o homem engorda, em média, seis quilos durante a gestação da companheira. O peso extra pode ser creditado à ansiedade com a chegada do bebê ou ao espírito solidário para com os desejos da esposa.

Aumento de peso e alterações digestivas são os sinais mais frequentes de que o futuro papai também está grávido. “Em geral, muitos homens, pela ansiedade, comem demais e engordam. Eles também podem sentir náuseas, ter insônia ou muito sono. É uma forma de fugir de pensar nas emoções conflitantes da gravidez, por mais desejada que ela seja”, diz Vitória. Esses sintomas, explica, não são bons nem ruins. “Depende de como o casal vai lidar com eles, se vai reconhecê-los e procurar se conectar com as emoções e falar sobre elas. Admitir os medos e falar sobre eles é muito libertador”, recomenda.

O escritor Renato Kaufmann, 36, só percebeu os efeitos da espera por Lucia quando a enteada, Maria, notou que algo havia mudado no físico dele. “Eu gostaria de negar, mas ela, na época com oito anos e com a sinceridade característica, perguntava se eu ainda cabia nas minhas roupas”, lembra. Os quilinhos extras vieram de uma “fome solidária”, que surgiu para acompanhar o apetite da futura mamãe. Kaufmann transformou a experiência em livro: o “Diário de um Grávido” (Mescla Editorial) conta os percalços do lado masculino da gestação.

Síndrome de grávido

Quando a maioria dos sintomas femininos encontra reflexo no parceiro, o quadro pode configurar a síndrome de couvade, um conceito ainda em discussão entre médicos. O pesquisador Arthur Brennan defende sua existência e afirma, inclusive, que o homem passa por alterações hormonais durante a gestação. A boa notícia é que, segundo ele, o quadro desaparece assim que o bebê vem ao mundo.

Para o obstetra Marco Aurélio Galletta, do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo, a síndrome existe, mas é mais falada do que diagnosticada. “O que vemos com mais frequência é uma mudança no estilo de vida do futuro pai. Eles estão mais preparados”, explica. Na medida em que ele se envolve mais com a gravidez, diz Galletta, pode sentir ansiedade, dor de cabeça e até gastrite.

De acordo com Leite, a sensação de também estar “grávido” não deve tirar o sono dos futuros pais. O mais importante, recomenda, é ter paciência para compreender as alterações de humor pelas quais a gestante passa. Para Galletta, como é a mulher que sente os sintomas, o parceiro acaba querendo participar também. “O homem sente dificuldade de entrar nesse dueto”, afirma. Mas, apesar de o foco estar todo voltado para a mãe, ele também deve receber atenção, para que não se sinta colocado de escanteio na relação com o filho. Afinal, ele também está grávido.
http://estilo.uol.com.br/comportamento/ultimas-noticias/2011/08/03/dia-dos-pais-homens-tambem-podem-se-sentir-gravidos.htm