terça-feira, 16 de agosto de 2011

Mulheres frígidas

Mulheres frígidas
Especialista esclarece os mitos que permeiam a vida sexual de algumas mulheres

Por Ilana Ramos
15/08/2011

Compartilhar

Apesar de toda a revolução cultural e sexual do último século, alguns assuntos continuam sendo tabu. Na década de 1980, a banda Blitz lançou a música "Betty Frígida", que ironiza o fato de uma mulher não conseguir relaxar e transar com o seu parceiro. Vista muitas vezes por um ângulo pejorativo, a frigidez feminina é um termo amplo e que aborda diversas formas de dificuldade sexual feminina, bem como as causas para a sua ocorrência. O primeiro passo para tratar o problema é deixar o preconceito de lado, garantem os especialistas.

Não gostar de sexo? Não conseguir atingir o orgasmo? Muitos conceitos ambíguos e pejorativos tentam explicar o que é, afinal de contas, a frigidez feminina. Segundo Oswaldo Rodrigues, psicólogo e sexólogo e coordenador de pesquisas do Grupo de Estudos e Pesquisa do Instituto Paulista de Sexualidade (GEPIPS), "a frase 'frigidez sexual' era usada até a década de 1970, quando os profissionais que atuavam com psicologia e sexualidade perceberam que frigidez poderia se referir às formas de inibição do desejo sexual, dificuldades de excitação que também produziam dores durante a penetração e/ou dificuldades em obter orgasmos. Desta forma, a expressão “frigidez” somente será usada hoje quando existir um objetivo moral de hostilização contra a pessoa a quem se refere".

A capacidade de expressar a sexualidade é inata a todas as mulheres, exceto por raras exceções, e Oswaldo explica que as alterações desse sentido são geradas ao longo da vida sexual. "As mulheres com queixas sexuais desenvolvem esses problemas ao longo da vida, seja por não desenvolverem as qualidades sexuais, seja por outras dificuldades e barreiras emocionais que as impedem de sentir prazer sexual. Essas dificuldades sexuais femininas são, na maioria das vezes, de ordem psicológica. A esfera dos problemas psicológicos envolvem dificuldades de expressão emocional, processos cognitivos inadequados e patológicos, dificuldades de relacionamento interpessoal, problemas conjugais, emocionais (em especial ansiedades e depressões)", diz ele.

A frigidez pode referir-se à inibição do desejo sexual, mas muitas mulheres ainda conseguem transar, mesmo sem vontade. "Esta mulher pode aprender a transar, desenvolver o comportamento que permite a penetração, mas apenas o faz, sem que exista um desejo sexual coerente, e que geralmente não produz prazer ou satisfação erótica. Muitas mulheres compreendem que é um dever delas fazerem sexo. Em nossa cultura, legalmente, as pessoas casadas têm a obrigação de manter relacionamentos sexuais. Assim, muitas mulheres que não têm desejo, motivação sexual, e sabem que precisam fazer sexo, o fazem, o que não melhora o mal estar. Deixar de fazer também não resolve, produzindo a manutenção do problema sexual", explica Oswaldo.

Por ser uma dificuldade sexual com causa muitas vezes psicológica, o tratamento deve seguir a mesma ordem. "O tratamento da dificuldade sexual depende do que diagnosticamos. Para as causas psicológicas, o tratamento será a psicoterapia focalizada na sexualidade, preferencialmente com a participação do parceiro sexual nas consultas, que são chamadas de sessões. As sessões são semanais, muitas vezes intercalando as individuais com as de casal. A mulher deverá compreender como se dá o funcionamento psicológico e como precisa mudar. Em paralelo, o casal precisa desenvolver formas de interação que facilitem o comportamento sexual desejado pelo casal. Semanalmente, as vivências serão questionadas para que a mulher tenha a compreensão e a integração das questões envolvidas no problema sexual e possa produzir modos novos para a superação da dificuldade sexual", conclui Oswaldo.
http://www.maisde50.com.br/editoria_conteudo2.asp?conteudo_id=8390

Os dez jogos eróticos que você deve conhecer antes de morrer

Os dez jogos eróticos que você deve conhecer antes de morrer
14/08/2011 | 11h45min
Fazer um jogo voltado ao público adulto interessado em conteúdo erótico sempre foi um desafio. Diversas empresas – como a Nintendo – durante a história dos games investiram tempo e dinheiro, além de travar guerras duríssimas para evitar que títulos com conteúdos pornográficos chegassem aos seus catálogos.
É praticamente um consenso que as fabricantes – como Microsoft, Nintendo e Sony – não licenciem para seus consoles jogos que recebam a classificação ‘Adults Only’. Esse é o selo que é normalmente atribuído a títulos com conteúdo erótico pela Electronic Software Rating Board (ESRB), o orgão que regula os jogos e suas destinações. Os grandes varejistas também não vendem títulos com o selo.
Ainda que jogos como Catherine – com forte apelo erótico – tenham chegado aos consoles, quem reina nos jogos em que o sexo é o maior objetivo é o PC. Confira a seguir nosso Top 10 desse gênero tão polêmico, que tem títulos interessantes para experimentar e deixar o preconceito de lado.
10º - BMX XXX
A jogabilidade da série Tony Hawk’s Pro Skater somada a uma trilha sonora marcante e vídeos de mulheres fazendo strip tease deveria ser um sucesso estrondoso, certo? Pois BMX XXX provou que essa combinação não foi bem sucedida. Além da polêmica em torno das vendas do game, já que diversas lojas se recusaram a colocá-lo nas prateleiras. Apesar disso, na hora de jogar, o título não se destaca em nada. Mas como a lista é de games eróticos, o jogo vale (e muito) a décima posição na lista!


9º - Bonetown
Tamanho é documento sim, ao menos em Bonetown. O game tem uma premissa bastante psicanalítica, já que o complexo fálico dita as regras do jogo. O objetivo é completar as inúmeras missões e minigames, sendo que ao ser bem sucedido, a genitália do protagonista cresce e ele fica cada vez mais atraente para um número maior de mulheres, cada vez mais bonitas. Bonetown é bem explícito e tem um formato aberto, ao estilo GTA, mas a semelhança para por aí.

8º - Lula 3D
Se não oferecesse gráficos razoáveis e uma mecânica do gênero adventure, Lula 3D provavelmente não figuraria na nossa lista. O game comete vários pecados técnicos que não cabem aqui, mas é interessante num contexto de games eróticos, já que a personagem que dá nome ao jogo carrega lá o seu charme. A atriz pornô Lula deve resgatar sua companheira de cena de seu próximo filme, que foi sequestrada. Como se trata de muita investigação, o game se torna interessante e, por isso, mereceu aparecer entre os dez.

7º - X-Man

Na época do sucesso estrondoso do Atari 2600, o console recebeu uma enxurrada de títulos eros, sendo o X-Man um dos mais conhecidos.
Com uma proposta ao estilo Pac-Man, o game trocou a simpática bolinha amarela e seus perseguidores clássicos por um homem excitado em busca de mulheres nuas, num “come-come” bem pejorativo. Se chegasse ao “objetivo” o jogador veria cenas de sexo explícito que, apesar da tecnologia disponível na época, não deixavam dúvidas a ninguém.
6º - Kanon
Em uma lista de jogos eróticos, é obrigatório falar sobre os eroge, os representantes nipônicos do gênero, sendo Kanon um dos mais conhecidos, vendidos e aclamados. A primeira versão do game foi lançada no já longínquo fim do século XX para PC, mas ganhou ports em outros consoles. Kanon é um daqueles adventures bem típicos do Japão, com muitas animações e árvores de dialogos, com a adição dos detalhes “picantes” da vida do protagonista Yuichi, naturalmente. Só não se deve esperar ver pornografia explícita, o erotismo do game é bem mais sutil, coisa de japoneses.
<br />
5º - Red Light Center
O sexo virtual existe praticamente desde que a internet é acessada por usuários comuns – talvez até antes, pelos militares – e as formas de interação foram evoluindo até chegar aos MMOs, que são universos interativos para muitos jogadores, como é o caso do game Red Light Center. É possível conhecer gente nova, é possível ter sexo virtual com esses (as) novos (as) conhecidos (as), assistir a filmes pornográficos, sair para as baladas em busca de novas companhias, enfim, dar vazão aos impulsos mais reprimidos. Só não vale ficar sem ter o que falar na hora de se aproximar da conquista!

4º - Custer’s Revenge

Este é provavelmente um dos games mais polêmicos do lendário Atari 2600, e talvez da história dos games. Em Custer’s Revenge, o objetivo é atravessar uma chuva de flechas em busca do objetivo final e doentio (uma mulher indígena) e estuprá-la.
O game deixa claro seu objetivo no título, ao se referir a uma possível vingança do general Custer, que foi derrotado por indígenas durante a Guerra Civil dos EUA.
A desenvolvedora do game também lançou para o Atari nos anos 1980 Beat’Em, Eat’Em e Bachelor Party, outros dois títulos eróticos, claro. Custer’s Revenge só está em quarto lugar por ser histórico, porque o jogo é bem fraquinho.
3º - 7 Sins
Em um mundo onde os jogos eróticos são relegados ao terceiro plano, com uma baixa oferta de bons títulos, 7 Sins certamente sobe ao pódio com louvor. Com uma apresentação visual e situações mais convincentes, o próprio jogo se torna mais excitante devido aos detalhes que oferece. 7 Sins não é tão explícito quanto poderia, porém, carrega uma aura erótica que é rara em títulos do gênero, algo que mesmo quem mantém certo preconceito deveria experimentar.

2º - Leisure Suit Larry

Não é sempre que caras legais conseguem ser populares com as mulheres. Larry era um deles, mas o adventure Leisure Suit Larry é a chance de mudar esse estigma e descobrir que atrair belas garotas, quase cópias da Pamela Anderson, é vestir um casaco e partir para a luta em um universo onde sempre existem segundas chances: os games.
E assim é possível investir em mulheres de beleza digitalizada vestindo roupas provocantes à vontade, normalmente levando umas bofetadas até chegar ao objetivo de conseguir alguma companhia para tornar a cama king size menor. E como se trata de uma obra prima dos anos de ouro dos adventures, o game leva o segundo lugar.
1º - Playboy: The Mansion
Uma vida de luxo, riqueza, poder e sexo. Com essa promessa, a Playboy se tornou um império, governado pelas mãos de Hugh Hefner na Mansão Playboy. Na versão digital não é diferente, só que o controle (literalmente) fica com o jogador. Nas rédeas da revista masculina o objetivo é fazê-la campeã de vendas nas bancas, fotografar lindas modelos com seios à mostra e, claro, se relacionar de todas as formas possíveis com elas até a opção “Transar”! Festas, garotas bonitas e muita bajulação sempre fizeram parte da vida de Hugh e, sem censura, claro. Playboy The Mansion leva o primeiro lugar por não ser focado somente nas relações, mas sim em administrar e faturar na poderosa indústria do sexo!

globo.com
Flavio Barboni Para o TechTudo
http://www.paraiba.com.br/2011/08/14/03147-os-dez-jogos-eroticos-que-voce-deve-conhecer-antes-de-morrer

Saiba quais são os alimentos que afetam os hormônios aumentando o prazer na cama

Saiba quais são os alimentos que afetam os hormônios aumentando o prazer na cama
16/08/2011 | 13h56min Alguns alimentos afetam os hormônios, a contração muscular ou o fluxo sanguíneo, aspectos que podem contribuir para mais disposição e melhor desempenho na hora H. "Pimenta, ginseng, e gengibre são alguns deles. Mas todos precisam ser consumidos com regularidade para que façam efeito", avisa o endocrinologista Antônio Carlos Minuzzi. Conheça alguns aliados do sexo.

Pimenta
A capsaicina, substância que faz arder a boca, também esquenta o sexo, pois faz aumentar a irrigação sanguínea no pênis, na vagina e no clitóris.

Gengibre e ginseng
Estimulam a produção de neurotransmissores que atuam diretamente no impulso sexual, como a noradrenalina.

Banana
Além do formato fálico - um estímulo à imaginação -, é rica em potássio e vitamina B, bons para a produção de hormônios sexuais.

Chocolate
Cientistas britânicos comprovaram que as mulheres liberam quatro vezes mais endorfinas depois de comer chocolate do que após um carinho. Essas substâncias aumentam a sensação de prazer e bem-estar e deixam você pronta para o sexo. Combine com uma taça de vinho e multiplique o poder de fogo do doce.

Vinho tinto
A casca da uva roxa tem resveratrol, que, de acordo com pesquisadores da Universidade Northwestern, nos Estados Unidos, eleva a produção de estrógeno e o apetite sexual, além de facilitar a lubrificação feminina.
M de Mulher
http://www.paraiba.com.br/2011/08/16/93063-saiba-quais-sao-os-alimentos-que-afetam-os-hormonios-aumentando-o-prazer-na-cama

Os homens sofrem mais com o fim do namoro do que as mulheres

Os homens sofrem mais com o fim do namoro do que as mulheres
15/08/2011 | 18h38min

Um consolo para a próxima vez que afogar suas mágoas no sorvete: cientistas juram que os homens sofrem mais do que as mulheres no fim do namoro. A conclusão veio após a análise de informações sobre relacionamentos e saúde mental de adultos. Por que eles são tão sensíveis? “Os homens não têm uma rede social tão farta quanto as mulheres”, diz o sociólogo Robin Simon, da Universidade Wake Forest, nos EUA.
M de Mulher
Redação
http://www.paraiba.com.br/2011/08/15/45182-os-homens-sofrem-mais-com-o-fim-do-namoro-do-que-as-mulheres

Castração química para pedófilo volta a agitar o mundo

IMPOTÊNCIA INDUZIDA
Castração química para pedófilo volta a agitar o mundo
Por João Ozorio de Melo

Neste domingo, entrou em vigor na Coreia do Sul uma lei que autoriza a castração química de pedófilos condenados. A lei dá aos juízes o poder de determinar o procedimento médico para punir pessoas que cometam abuso sexual contra menores de 16 anos, como anunciaram os sites The imperfect parent e MSNBC. O efeito dessa impotência induzida pode durar até 15 anos.

Também neste domingo, na Rússia, o comissário de Direito das Crianças, Pavel Astakhov, assessor direto do presidente Dmitri Medvedev, pediu a aprovação de lei semelhante no país. Ele defendeu a castração, depois que, na sexta-feira, um estuprador condenado, armado de uma faca, invadiu um acampamento de crianças e estuprou sete meninas. Na cidade de Amur Oblast, um homem estuprou uma menina de sete anos e moradores cercam a sua casa, pedindo justiça.

Na Coreia do Sul, o Ministério da Justiça informou que o país é o primeiro da Ásia a adotar esse tipo de punição, apesar de protestos de grupos de direitos humanos. Nos Estados Unidos, nove estados têm feito "experimentos com castração química", segundo a Wikipédia. A Califórnia introduziu a previsão em seu Código Penal, em 1996, que autoriza a castração química em casos de abusos sexuais graves de menores de 13 anos, se o condenado obter liberdade condicional e se for reincidente. O estuprador não pode recusar o procedimento médico. A Flórida aprovou lei semelhante. Mas, a substância base do produto químico usado nunca foi aprovada pelo FDA ( U.S. Food and Drug Administration).

Outros países também experimentam o uso de drogas que induzem a impotência sexual. No Reino Unido, o cientista da computação Alan Turing, aceitou a castração química como pena alternativa à prisão, em 1992. Na Alemanha, os médicos usam um antiandrógeno, que inibe a atividade do hormônio sexual masculino, para o tratamento de parafilia (anormalidade ou perversão sexual). A Polônia, em 2009, e a Argentina, em 2010, aprovaram leis que autorizam a castração química. Israel já aplicou a medida uma vez como pena alternativa. A pena também é aplicada no Canadá e está em fase de estudos na França e na Espanha, segundo a Wikipédia.

Só neste ano, no Brasil, a Câmara dos Deputados recebeu dois projetos de lei para punir com castração química os condenados por pedofilia e estupro. Uma das propostas foi devolvida ao seu autor, Sandes Júnior (PP-GO), por desrespeitar dispositivo da Constituição Federal que prevê: não haverá penas cruéis (artigo 5º, inciso XLVII, alínea e). A outra também não foi pra frente. No Senado, o Projeto de Lei no 552/2007 foi arquivado no começo deste ano.

Em Sao Paulo, em março, a Assembleia Legislativa de São Paulo recebeu um projeto de lei do deputado Rafael Silva (PDT) que propõe a castração química de pedófilos. O parlamentar propõe o uso de hormônios como medida terapêutica e temporária, de forma obrigatória. A prescrição médica caberia ao corpo clínico designado pela Secretaria de Estado da Saúde. Como em outros países, é considerado um projeto de lei controvertido. E também deve ser analisado do ponto de vista constitucional, porque levanta temas como dignidade humana, tratamento degradante e vedação de penas cruéis.

Em junho, a ConJur publicou artigo em que o psiquiatra forense Roberto Moscatello se opõe à castração química. Segundo ele, "do ponto de vista psiquiátrico-forense na área criminal, a pedofilia deve ser considerada uma perturbação de saúde mental e consequente semi-imputabilidade, já que o indivíduo era capaz de entender o caráter criminoso do fato e era parcialmente ou incapaz de determinar-se de acordo com esse entendimento (perda do controle dos impulsos ou vontade). Quando associada ao alcoolismo, demência senil ou psicoses (esquizofrenia, por ex.) deve ser considerada a inimputabilidade. Em consequência, é imposta medida de segurança detentiva ( internação em Hospital de Custódia) ou restritiva (tratamento ambulatorial) por tempo indeterminado e que demonstra ser o procedimento mais humano, terapêutico, eficaz e de prevenção social".

João Ozorio de Melo é correspondente da revista Consultor Jurídico nos Estados Unidos.
http://www.conjur.com.br/2011-jul-24/leis-castracao-quimica-pedofilos-voltam-agitar-mundo2

Da frigidez à anorgasmia: um tratamento científico do mais importante problema sexual feminino

Da frigidez à anorgasmia: um tratamento científico do mais importante problema sexual feminino
Psic. Oswaldo M. Rodrigues Jr. – (CRP 06/20610), Psicoterapeuta Sexual do Instituto Paulista de Sexualidade (www.inpasex.com.br); Diretor da ALAMOC – Associação Latino-Americana de Análise do Comportamento e Psicologia Comportamental Cognitiva



A frase “frigidez sexual” foi usada até a década de 1970, quando os profissionais que atuam com psicologia e sexualidade houveram por bem explicitar o problema que foi dividido em vários, de acordo com as possibilidades às quais a frase era usada. Percebeu-se que frigidez poderia se referir a formas de inibição do desejo sexual, dificuldades de excitação que também produziam dores durante a penetração, e ou dificuldades em obter orgasmos.
Desta forma, nesta segunda década do século XXI, o uso da expressão “frigidez sexual” somente será usada quando existe um objetivo moral de hostilização contra a pessoa a quem se refere a frase. Trata-se de um xingamento por não ser uma forma que se dirige a um único problema, nem é uma forma de facilitar a compreensão de um problema sexual com o objetivo de tratá-lo.
Todas as mulheres nascem capazes de expressar a sexualidade, serem completas e capazes de obter prazer e satisfação sexuais.
Algumas poucas mulheres nascem com problemas anatômicos que atrapalham alguma das formas de expressão sexual. Um caso raro é da mulher que nasce sem vagina, o que não permite o relacionamento de penetração coital, quando será necessário algum procedimento cirúrgico especial para a criação de uma nova vagina.
As mulheres com problemas sexuais desenvolvem os problemas ao longo da vida, seja por não desenvolverem as qualidades sexuais, seja por outros problemas e barreiras emocionais que as impedem de sentir prazer sexual. Assim, as dificuldades sexuais femininas são, na maioria das vezes, de ordem psicológica. A esfera dos problemas psicológicos envolvem dificuldades de expressão emocional, processos cognitivos inadequados e patológicos, dificuldades de relacionamento interpessoal, problemas conjugais, problemas emocionais (em especial ansiedades e depressões).
O tratamento da dificuldade sexual depende do que diagnosticamos. São vários problemas que trazem as mulheres ao consultório de psicoterapia sexual. Estas são as formas de queixas sexuais femininas que recebemos e precisam de tratamentos diferenciados:
Quadro disfuncional N (%)
Inibição do Desejo Sexual (IDS) 8 (36,36%)
Anorgasmia 18 (81,82%)
IDS+ anorgasmia 5 (22,73%)
IDS+ Inadequação Sexual do Casal 3 (13,64%)
Anorgasmia + dispareunia 1 ( 4,55%)
Vaginismo+Dispareunia+ISC 1 ( 4,55%)
Vaginismo 2 ( 9,09%)
Dispareunia 3 (13,64%)
Inadequação Sexual de Casal (ISC) 4 (18,18%)
Os problemas sexuais muitas vezes vem somados, não sendo apenas uma queixa simples e única como a que seja percebida pela mulher que procura tratamento.
De modo científico precisamos compreender o problema sexual da mulher, estudar as causas e as situações que auxiliam a manter o problema, o casamento, a família, o trabalho, as atividades do cotidiano ou a falta de várias atividades. Usamos entrevista especialmente desenhada para o problema, testes e questionários psicossexológicos especiais e, então, podemos propor os melhores caminhos de tratamento.
O método científico para o tratamento das causas psicológicas será a psicoterapia focalizada na sexualidade. Preferencialmente com a participação do parceiro sexual nas consultas que são chamadas de sessões. As sessões são semanais, muitas vezes intercalando sessões individuais com sessões de casal. A mulher deverá compreender como se dá o funcionamento psicológico, e como precisa mudar. Em paralelo, o casal precisa desenvolver formas de interação sexual que facilitem o comportamento sexual desejado pelo casal. Semanalmente as vivências serão questionadas para que a mulher tenha a compreensão e a integração das questões envolvidas no problema sexual e possa produzir modos novos para a superação da dificuldade sexual.
Estes são resultados de reuniões especiais de especialistas do mundo inteiro que ocorreram em Paris em 2001 e 2005, apontando serem métodos científicos baseados em evidências e não em opiniões de uma ou outra pessoa, apenas baseados em vivências de poucos profissionais de saúde mental.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Zoofilia

Zoofilia

Do grego zôon -animal e filia – amizade ou amor, é uma parafilia definida pela atração ou envolvimento sexual de humanos com animais.
Tais indivíduos são chamados zoófilos. Os termos zoossexual e zoossexualidade descrevem toda a gama de orientação humana/animal.
Também é denominada como Bestialidade, que se refere ao ato sexual em si entre um humano e um animal não-humano (chamado a partir daqui apenas “animal”).
Porém, são termos distintos: nem toda pessoa que pratica bestialidade tem atração por animais, e nem todo zoófilo pratica atividade zoossexual.

Aspectos psicológicos

Um zoosexual é uma pessoa que sente-se atraída emocional e fisicamente por um parceiro não humano. Esta atração é manifesta de muitas maneiras. Pode ser puramente erótica e ficar apenas no campo da fantasia do momento, ou tornar-se um relacionamento duradouro.

Para muitas pessoas é um estilo de vida que envolve aspectos sociais, físicos, emocionais e espirituais, indo muito além do interesse do zoofilista, que está focado somente no aspecto sexual deste contato.
Estes encontram nos não humanos aspectos positivos que aos seres humanos podem faltar como a fidelidade e honestidade. Estes para explicar sua atração por animais parte do princípio que nós humanos somos também animais e que guardamos muitas semelhanças com outros animais. Temos corpos, órgãos sexuais e comportamento sexual parecidos, e que é da natureza humana a curiosidade sobre o sexo animal e desejar ter relações com animais.
Outro argumento a favor destes é o amor que as pessoas devotam aos seus animais de estimação. Amor platônico que pode eventualmente tornar-se sexo.

Os animais mais preferidos entre estes são:
Os cães são os preferidos da maioria, muito apreciados pela sua fidelidade e no trato do sexo oral;
O pônei é valorizado pelo orgão sedoso e brilhante, pelos genitais profundos da fêmea que permitem que penetre-se o braço inteiro e pelas curvas da pata traseira semelhantes ao traseiro humano;
A cabra e a ovelha possuem genitais e tetas semelhantes as humanas;
As novilhas têm o quadril afilado parecido com o humano;
A leitoa possui a pele rosada e curvas muito parecidas com as humanas.

A zoofilia, é proibida pelas principais religiões e considerada ilegal em muitos países.
Historicamente, a razão para esta oposição é que não era um ato procriativo e que poderia gerar aberrações e doenças.


(Imagem via Perroscalientes)
Os defensores da prática, porém, afirmam amar os animais como bichinhos de estimação, mas também amá-los no sentido mais profundo, preocupar-se com a sua saúde, bem-estar e proteção e nada fariam para prejudicá-los.

Também afirmam que os animais são capazes do consentimento sexual à sua própria maneira, sendo possível saber claramente através do comportamento e da linguagem corporal se o animal deseja ou não esse tipo de relação e que condenam todo tipo de comportamento abusivo chamado de zoosadismo que não é típico e nem é aceito pela comunidade zoosexual.
O filósofo e autor Peter Singer, envolvido em vários movimentos pelos direitos dos animais, defende que a zoofilia não é antiético desde que não haja dano ou crueldade contra o animal, mas esta visão não é largamente compartilhada, pois a maioria defende que os animais, assim como as crianças, não são capazes de consentir emocionalmente tal ato.
Em resumo estamos lidando com uma polêmica forma de amar que está longe de ser aceita pela sociedade, mas que não desanima os seus praticantes que acreditam na integração gradual através de uma crescente tolerância e aceitação na sociedade humana.

Curiosidade

Sarah Lung , uma africana nascida em 1965, começou a trabalhar para a Fantasy Dreams em 1992.
Já havia feito o filme “Dogs Hell (1997)” e “My pussy belongs to a dog (1998)”, mas somente com o filme
“Cachorro Comedor é ela conseguiu se impor no reino dos filmes sobre sexo com animais
A seguir uma entrevista com Sarah Lung , a atriz do filme “Cachorro Comedor”, que venceu o Bizarre do Ano promovido pela Fantasy Dreams Netherlands .


FD: Sarah, quando você começou a fazer sexo com animais?
Sarah: Quando tinha 16 anos morava em Utrecht, uma cidade do interior da Holanda. Tinha um cachorro de estimação chamado “Lop”, e com o passar do tempo notei que ele ficava com o pênis ereto ao ser acariciado.Daí por diante tomei coragem e ficava mexendo no pinto dele até ele gozar.

FD: E quando foi que você resolveu ir mais a fundo , ou seja realmente ter sexo com animais, penetrações anais e vaginais?
Sarah: É uma longa história.Tinha algumas amigas que vivam comigo e de vez em quando brincávamos com nosso cachorro, e um dia após bebermos muito uma de minhas amigas resolveu fazer uma chupeta para o cão.No embalo, na loucura da bebedeira, apostamos entre si quem teria coragem de dar a buceta para o cachorro.Fui a única que consegui naquele dia. ”Lop” é um cão enorme , e confesso que fiquei com medo. Mais foi mais simples que eu pensei…apenas abaixei as calças e Lop me comeu por uns 10 minutos. Depois fiz uma chupeta para o mesmo que ejaculou por alguns segundos em minha boca.

FD: E o que você sentiu ao ser penetrada pelo pau do cão?
Sarah: Olha, é diferente de trepar com um cara. O pau do cachorro é bem grande, quando entra demora pra sairAlém do mais ele goza várias vezes dentro da buceta e não fica mole. A perna do cão é também muito forte e musculosa. Quando fiquei de quatro, senti as duas pernas do cão parecendo um aço de tão rígidas que estavam e senti o nó e o saco do cachorro quase entrando na buceta. Cachorros querem comer , ficam loucos de pau duro, mas é gostoso porque é um pau diferente, dá para brincar bastante pois nunca amolece e está sempre gozando dentro da buceta, que dá uma sensação de que você está deixando o animal louco de tesão. Além do mais Lop é um cão muito legal, brincalhão, saudável, etc.. gosto muito dele…tanto é que deixei ele me comer….risos
http://rockislife4.wordpress.com/2011/03/13/zoofilia-ou-bestialidade/