Voces polifónicas.
Itinerarios de los géneros y las sexualidades
De María Alicia Gutiérrez (Comp.)
Colección Crítica. Ediciones Godot, 2011
Voces polifónicas: itinerarios de los géneros y las sexualidades busca dar cuenta de innumerables cambios que se vienen produciendo en la sociedad argentina y latinoamericana desde los inicios de los 90, momento en que las diversidades toman la calle y los ámbitos de debate para demandar por derechos de ciudadanía que ponen el centro en la dimensión del cuerpo y en la libertad de decidir con autonomía. Cuerpos, géneros, sexualidades, territorios del poder fueron los conceptos guía que permitieron desarrollar variadas investigaciones que reflexionan sobre dichos cambios y cómo se plasman en acciones políticas de demandas de derechos.
La demanda por el aborto legal, el matrimonio igualitario, los derechos sexuales y reproductivos en el campo institucional, la desestructuración del género en contextos de crisis económicas, la historia de la lesbiandad, las comaternidades lésbicas, la representación de los cuerpos en publicidades e historietas y el cuestionamiento del carácter natural del dimorfismo sexual son los temas que recorren las páginas de este libro.
Los nueve textos que componen este trabajo [1] rescatan la particularidad de cada voz en la escritura y una cierta frescura que permite transitar una lectura amena y cordial. Sus voces polifónicas suenan como voces cruzadas, mezcladas y heterogéneas, que evocan recorridos y formaciones distintas, que posibilitan el diálogo y el intercambio. Si bien está inscripto dentro de los estudios académicos, la intención es, también, dirigirse a los diversos actores sociales y políticos que se formulan interrogaciones similares.
Voces polifónicas: itinerarios de los géneros y las sexualidades intenta develar los sujetos históricos que en la Argentina ocupan el campo hegemónico, y así demarcar las voces silenciadas y darles una presencia.
domingo, 21 de agosto de 2011
sábado, 20 de agosto de 2011
A bioplastia é capaz de aumentar o "bumbum"?
18/08/2011 -- 15h59
A bioplastia é capaz de aumentar o "bumbum"?
Com o objetivo de melhorar a auto-estima e a qualidade de vida, é cada vez maior o número de mulheres que recorrem a bioplastia
Ele reina absoluto na preferência nacional. Talvez por isso o ''bumbum'' seja sempre tão visado e exposto à análise pública. Os músculos dos glúteos sofrem muito com acúmulo de gordura, falta de exercícios físicos e vida sedentária, que os sujeitam à flacidez.
Corrigir esse ''problema'' é uma questão que envolve além da estética, satisfação pessoal, melhora da auto-estima e até qualidade de vida. Sentir-se atraente, despertar a atenção do parceiro e relaciona-se melhor com pessoas que convivem ao seu redor são alguns dos motivos que levam as pessoas aos tratamentos especializados.
A bioplastia é capaz de aumentar e definir a musculatura desejada. Essa técnica consiste na injeção do polimetilmetacrilato, material inerte e definitivo, no grupo muscular desejado. São moléculas capazes de moldar a musculatura.
O procedimento, com anestesia local, pode ser feito em consultório, e não ultrapassa 30 minutos de duração. Antes da aplicação os pacientes são submetidos a testes antialérgicos. Além disso, o produto estimula a produção de fibroblastos e colágeno pelo organismo, que proporcionam o aumento do volume inicial do polímero injetado no decorrer das três primeiras semanas. Após o procedimento, o paciente pode levar vida normal.
Diferente de outras substâncias, o polimetilmetacrilato não é absorvido pelo organismo, como ocorre com a aplicação de gordura, e é um procedimento bem menos agressivo que os implantes de silicone. Pode ser feito em várias sessões mensais até um total de 80ml a 160ml, com resultados já na primeira sessão, sem deixar marcas.
O uso do polimetilmetacrilato é a primeira indicação em pequenos e médios aumentos de glúteos, sem provocar a perda de sensibilidade ao toque. É o procedimento mais adequado para a correção de defeitos congênitos ou adquiridos, como depressões causadas por injeções contra celulite, cavidades e variações anatômicas provocadas pela flacidez, por falta ou diminuição de gordura em uma ou ambas as nádegas.
Márcio D. Menezes, cirurgião vascular e presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Sexual
http://www.bonde.com.br/?id_bonde=1-27--124-20110818&tit=a+bioplastia+e+capaz+de+aumentar+o+bumbum
A bioplastia é capaz de aumentar o "bumbum"?
Com o objetivo de melhorar a auto-estima e a qualidade de vida, é cada vez maior o número de mulheres que recorrem a bioplastia
Ele reina absoluto na preferência nacional. Talvez por isso o ''bumbum'' seja sempre tão visado e exposto à análise pública. Os músculos dos glúteos sofrem muito com acúmulo de gordura, falta de exercícios físicos e vida sedentária, que os sujeitam à flacidez.
Corrigir esse ''problema'' é uma questão que envolve além da estética, satisfação pessoal, melhora da auto-estima e até qualidade de vida. Sentir-se atraente, despertar a atenção do parceiro e relaciona-se melhor com pessoas que convivem ao seu redor são alguns dos motivos que levam as pessoas aos tratamentos especializados.
A bioplastia é capaz de aumentar e definir a musculatura desejada. Essa técnica consiste na injeção do polimetilmetacrilato, material inerte e definitivo, no grupo muscular desejado. São moléculas capazes de moldar a musculatura.
O procedimento, com anestesia local, pode ser feito em consultório, e não ultrapassa 30 minutos de duração. Antes da aplicação os pacientes são submetidos a testes antialérgicos. Além disso, o produto estimula a produção de fibroblastos e colágeno pelo organismo, que proporcionam o aumento do volume inicial do polímero injetado no decorrer das três primeiras semanas. Após o procedimento, o paciente pode levar vida normal.
Diferente de outras substâncias, o polimetilmetacrilato não é absorvido pelo organismo, como ocorre com a aplicação de gordura, e é um procedimento bem menos agressivo que os implantes de silicone. Pode ser feito em várias sessões mensais até um total de 80ml a 160ml, com resultados já na primeira sessão, sem deixar marcas.
O uso do polimetilmetacrilato é a primeira indicação em pequenos e médios aumentos de glúteos, sem provocar a perda de sensibilidade ao toque. É o procedimento mais adequado para a correção de defeitos congênitos ou adquiridos, como depressões causadas por injeções contra celulite, cavidades e variações anatômicas provocadas pela flacidez, por falta ou diminuição de gordura em uma ou ambas as nádegas.
Márcio D. Menezes, cirurgião vascular e presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Sexual
http://www.bonde.com.br/?id_bonde=1-27--124-20110818&tit=a+bioplastia+e+capaz+de+aumentar+o+bumbum
Pais precisam ter atenção com o pênis das crianças
19/08/2011 -- 15h57
Pais precisam ter atenção com o pênis das crianças
Há sempre uma preocupação dos pais em saber se o pênis do filho é normal e em alguns casos, este cuidado pode evitar doenças no futuro
O pênis é um assunto que está sempre na mente das pessoas. Muita gente, por exemplo, tem curiosidade em saber até que idade o pênis pode crescer.
Pesquisa feita com 1,5 mil homens na Inglaterra atestou que o pênis pode crescer até os 21 anos. Segundo esse estudo a curva de crescimento em extensão mostra que entre os 11 e 15 anos ocorre o que se chama de espigão do crescimento. Depois deste período a intensidade do crescimento é menor.
Em todos os países, há sempre uma preocupação dos pais em saber se o pênis do filho é normal ou não. Se o pênis é grande, médio ou pequeno. O tamanho do pênis é diferente entre as raças. Na Inglaterra, o pênis médio varia entre 12 e 15 cm em ereção. Um pênis com 7,5cm de comprimento é considerado micropênis.
Investigação de casos de impotência e ejaculação precoce feita no Brasil com 2.048 pessoas mediu, entre várias análises, o comprimento e o perímetro dos membros dos pacientes. Conforme os dados conseguidos, a média de comprimento do pênis dos pacientes analisados é de 13,5cm.
A definição do comprimento do pênis e de seu diâmetro começa na fase uterina. O tamanho é gerido pelos hormônios do crescimento e pela testosterona.
Quando os meninos nascem é importante ficar atento e não ter vergonha de olhar os órgãos genitais. Se achar que ele não está se desenvolvendo corretamente deve-se procurar um pediatra. E, se houver necessidade, um endocrinologista. Quanto mais cedo se notar a falta de crescimento mais facilmente será possível tratar e fazer a correção.
A observação é muito importante também nos casos de obesidade infantil. Em algumas crianças gordinhas o pênis fica escondido pela camada de gordura abdominal, provocando a ilusão de que o pênis é pequeno, o que nem sempre é realidade. Mas o melhor caminho mesmo é acompanhar o desenvolvimento da criança e, em caso de dúvida, procurar um médico.
Márcio D. Menezes, cirurgião vascular e presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Sexual
http://www.bonde.com.br/?id_bonde=1-27--138-20110819&tit=pais+precisam+ter+atencao+com+o+penis+das+criancas
Pais precisam ter atenção com o pênis das crianças
Há sempre uma preocupação dos pais em saber se o pênis do filho é normal e em alguns casos, este cuidado pode evitar doenças no futuro
O pênis é um assunto que está sempre na mente das pessoas. Muita gente, por exemplo, tem curiosidade em saber até que idade o pênis pode crescer.
Pesquisa feita com 1,5 mil homens na Inglaterra atestou que o pênis pode crescer até os 21 anos. Segundo esse estudo a curva de crescimento em extensão mostra que entre os 11 e 15 anos ocorre o que se chama de espigão do crescimento. Depois deste período a intensidade do crescimento é menor.
Em todos os países, há sempre uma preocupação dos pais em saber se o pênis do filho é normal ou não. Se o pênis é grande, médio ou pequeno. O tamanho do pênis é diferente entre as raças. Na Inglaterra, o pênis médio varia entre 12 e 15 cm em ereção. Um pênis com 7,5cm de comprimento é considerado micropênis.
Investigação de casos de impotência e ejaculação precoce feita no Brasil com 2.048 pessoas mediu, entre várias análises, o comprimento e o perímetro dos membros dos pacientes. Conforme os dados conseguidos, a média de comprimento do pênis dos pacientes analisados é de 13,5cm.
A definição do comprimento do pênis e de seu diâmetro começa na fase uterina. O tamanho é gerido pelos hormônios do crescimento e pela testosterona.
Quando os meninos nascem é importante ficar atento e não ter vergonha de olhar os órgãos genitais. Se achar que ele não está se desenvolvendo corretamente deve-se procurar um pediatra. E, se houver necessidade, um endocrinologista. Quanto mais cedo se notar a falta de crescimento mais facilmente será possível tratar e fazer a correção.
A observação é muito importante também nos casos de obesidade infantil. Em algumas crianças gordinhas o pênis fica escondido pela camada de gordura abdominal, provocando a ilusão de que o pênis é pequeno, o que nem sempre é realidade. Mas o melhor caminho mesmo é acompanhar o desenvolvimento da criança e, em caso de dúvida, procurar um médico.
Márcio D. Menezes, cirurgião vascular e presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Sexual
http://www.bonde.com.br/?id_bonde=1-27--138-20110819&tit=pais+precisam+ter+atencao+com+o+penis+das+criancas
Fetiche e Restrição: Self-bondage
Fetiche e Restrição: Self-bondage
17:47, 19 de agosto de 2011 sweetie BirdFetiche, comportamento, guia Tags: #foreveralone, bondage, fetiche, hentai, kinbaku, self-bondage, selfbondge
.Continuando a série de posts sobre fetiche e bondage, hoje abordamos uma vertente curiosa: o praticado a sós. O self-bondage ou bondage solitário, é comparado por praticantes à masturbação. Marcos Shinobi, autor do blog “Diário de um Bondagista”, conta que usava destas técnicas na época em que não via o seu desejo como algo normal e conhecia pouco sobre o fetiche. “O self-bondage é demorado, pois tem que ser planejado nos mínimos detalhes. A masturbação é uma forma bem mais rápida de aliviar o stress”.
Menos arriscada do que a auto-asfixia erótica mas tão polêmica quanto (e muitas vezes combinada a esta), são muitos os motivos que levam os fetichistas a praticar o bondage solitário, entre eles a vergonha. Outro fator importante é o risco, tanto o de ser encontrado naquela situação, quanto o de não conseguir se soltar, o que fomenta a excitação sexual. Pensar com cuidado como funciona o mecanismo de liberação e fuga é essencial, uma vez que não há uma segunda pessoa em cena.
Quem pratica o self-bondage costuma abusar da criatividade. Além de fitas, algemas, cordas e mosquetões, meias e camisas de força podem ser usadas. Cintos, quando utilizados sem estudo ou preparação podem oferecer grave riscos à saúde. Para alguns o apelo está apenas na sensação de imobilidade, enquanto para outros praticantes é necessário que a restrição de movimentos seja completa e estrita, chegando até a colocar as chaves dentro de um bloco de gelo para limitar temporariamente a possibilidade de escapar.
Alguns dos praticantes do bondage solitário brincam com essa variante pelo fascínio provocado pelo momento em que se libertam. Como a masturbação de fato se torna problemática uma vez que o movimento esteja restrito, é comum a prática do tribadismo (ou esfregação).
Foto:Wikicommons
Shinobi enumera algumas dicas para a prática segura do fetiche de self-bondage:
- Tenha sempre dois planos de fuga porque sempre um deles pode falhar.
- Se for se amarrar com cordas tenha uma faca ou uma tesoura por perto.
- Mordaças com lenços e meias dentro da boca não são recomendáveis porque ao tomar um susto você pode se asfixiar e não ter tempo para se soltar.
- Com algemas é preciso ter calma na hora de se soltar para não quebrar a chave. Tenha sempre uma chave reserva acessível caso você não consiga alcançar a chave principal.
- Pense em todas as coisas que podem dar errado e minimize os erros aumentando o nível de segurança.
http://colunas.epocasp.globo.com/sexonacidade/2011/08/19/fetiche-e-restricao-self-bondage/
17:47, 19 de agosto de 2011 sweetie BirdFetiche, comportamento, guia Tags: #foreveralone, bondage, fetiche, hentai, kinbaku, self-bondage, selfbondge
.Continuando a série de posts sobre fetiche e bondage, hoje abordamos uma vertente curiosa: o praticado a sós. O self-bondage ou bondage solitário, é comparado por praticantes à masturbação. Marcos Shinobi, autor do blog “Diário de um Bondagista”, conta que usava destas técnicas na época em que não via o seu desejo como algo normal e conhecia pouco sobre o fetiche. “O self-bondage é demorado, pois tem que ser planejado nos mínimos detalhes. A masturbação é uma forma bem mais rápida de aliviar o stress”.
Menos arriscada do que a auto-asfixia erótica mas tão polêmica quanto (e muitas vezes combinada a esta), são muitos os motivos que levam os fetichistas a praticar o bondage solitário, entre eles a vergonha. Outro fator importante é o risco, tanto o de ser encontrado naquela situação, quanto o de não conseguir se soltar, o que fomenta a excitação sexual. Pensar com cuidado como funciona o mecanismo de liberação e fuga é essencial, uma vez que não há uma segunda pessoa em cena.
Quem pratica o self-bondage costuma abusar da criatividade. Além de fitas, algemas, cordas e mosquetões, meias e camisas de força podem ser usadas. Cintos, quando utilizados sem estudo ou preparação podem oferecer grave riscos à saúde. Para alguns o apelo está apenas na sensação de imobilidade, enquanto para outros praticantes é necessário que a restrição de movimentos seja completa e estrita, chegando até a colocar as chaves dentro de um bloco de gelo para limitar temporariamente a possibilidade de escapar.
Alguns dos praticantes do bondage solitário brincam com essa variante pelo fascínio provocado pelo momento em que se libertam. Como a masturbação de fato se torna problemática uma vez que o movimento esteja restrito, é comum a prática do tribadismo (ou esfregação).
Foto:Wikicommons
Shinobi enumera algumas dicas para a prática segura do fetiche de self-bondage:
- Tenha sempre dois planos de fuga porque sempre um deles pode falhar.
- Se for se amarrar com cordas tenha uma faca ou uma tesoura por perto.
- Mordaças com lenços e meias dentro da boca não são recomendáveis porque ao tomar um susto você pode se asfixiar e não ter tempo para se soltar.
- Com algemas é preciso ter calma na hora de se soltar para não quebrar a chave. Tenha sempre uma chave reserva acessível caso você não consiga alcançar a chave principal.
- Pense em todas as coisas que podem dar errado e minimize os erros aumentando o nível de segurança.
http://colunas.epocasp.globo.com/sexonacidade/2011/08/19/fetiche-e-restricao-self-bondage/
Acusado de impotência sexual, argentino sugere provar ao vivo
Acusado de impotência sexual, argentino sugere provar ao vivo
19 de agosto de 2011 • 17h54 • atualizado às 18h57
Reduzir Normal Aumentar Imprimir Um tribunal da cidade argentina de Rosário concedeu a uma mulher a anulação de seu casamento porque seu marido sofre de impotência sexual, algo que o homem negou e, inclusive, sugeriu ter relações sexuais na frente dos juízes a fim de provar seu desempenho, informou nesta sexta-feira a imprensa local.
A mulher, de 30 anos, apresentou um exame ginecológico que comprovava que era virgem e pedia a anulação da união porque não podia ter relações sexuais com seu marido, segundo fontes judiciais citadas pelos meios de comunicação.
Em resposta ao pedido de sua mulher, o homem, de 40 anos que não teve a identidade revelada, apresentou um pedido que solicita aos magistrados que lhe dessem a oportunidade de provar que não é impotente, e se ofereceu para ter relações sexuais diante dos juízes com outra mulher.
As autoridades decidiram rejeitar a "oferta", divulgada nesta sexta-feira pela imprensa local. "É a primeira vez que escuto algo assim. Parece-me completamente inadequado e de mau gosto. Não é uma maneira de demonstrar perfeitamente se é potente ou impotente. Não é uma forma de se comportar perante um tribunal", afirmou a advogada Verónica Colombo, especialista em direito de família.
http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI5304820-EI8140,00-Acusado+de+impotencia+sexual+argentino+sugere+provar+ao+vivo.html
19 de agosto de 2011 • 17h54 • atualizado às 18h57
Reduzir Normal Aumentar Imprimir Um tribunal da cidade argentina de Rosário concedeu a uma mulher a anulação de seu casamento porque seu marido sofre de impotência sexual, algo que o homem negou e, inclusive, sugeriu ter relações sexuais na frente dos juízes a fim de provar seu desempenho, informou nesta sexta-feira a imprensa local.
A mulher, de 30 anos, apresentou um exame ginecológico que comprovava que era virgem e pedia a anulação da união porque não podia ter relações sexuais com seu marido, segundo fontes judiciais citadas pelos meios de comunicação.
Em resposta ao pedido de sua mulher, o homem, de 40 anos que não teve a identidade revelada, apresentou um pedido que solicita aos magistrados que lhe dessem a oportunidade de provar que não é impotente, e se ofereceu para ter relações sexuais diante dos juízes com outra mulher.
As autoridades decidiram rejeitar a "oferta", divulgada nesta sexta-feira pela imprensa local. "É a primeira vez que escuto algo assim. Parece-me completamente inadequado e de mau gosto. Não é uma maneira de demonstrar perfeitamente se é potente ou impotente. Não é uma forma de se comportar perante um tribunal", afirmou a advogada Verónica Colombo, especialista em direito de família.
http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI5304820-EI8140,00-Acusado+de+impotencia+sexual+argentino+sugere+provar+ao+vivo.html
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Sexo: “Punto G” masculino, cómo estimular la zona prohibida
Sexo: “Punto G” masculino, cómo estimular la zona prohibida
“Hombres eran los de antes”, dicen nuestros padres y abuelos cuando surge algo nuevo. Es que el varón está empezando a aceptar juegos que no condicen con la masculinidad de antaño. Un ejemplo es el descubrimiento del “punto G” masculino. Su simple fricción lleva al varón a un éxtasis casi imposible de expresar. CONSEJOS
19 . 08 . 2011 | 08:51
JUEGO. El sexo y la pareja
¿No es "de hombres"?
Muchos hombres aún se resisten a la idea de descubrir esa almendrita maravillosa. Temen que la exploración los lleve a la curiosidad de desviar su sexualidad. Es un mito, una falsa creencia popular.
Tal vez cuando empiezan a comprender que no son homosexuales por explorar la zona anal, que la homosexualidad tiene otras características, entonces se lamenten el tiempo perdido.
Cómo se estimula
Muchas mujeres dudan cómo acercarse a este punto. Están entre la contradicción que ejerce el hombre negador y la falta de lubricación que dificulta la tarea.
Si querés intentar, seguí estos pasos:
1) Lubricá. Tanto hombres como mujeres tenemos la necesidad de relajar el esfínter anal para favorecer la penetración. Hay que lubricar bien con un masaje, lo que también arrima a una sensación de mucho placer.
2) Acariciá. De a poco, tocá la zona sobre la pared posterior (si el varón se encuentra boca arriba con las piernas abiertas). No es necesario que la caricia sea muy profunda.
3) Buscá el “punto G”. Muy cerca de la entrada podrás encontrar una especie de almendra pequeña. Al frotarla despacio irá dilatándose.
4) Mirá cómo disfruta. La fricción suave lleva al varón a un orgasmo casi inigualable.
Consejos para animarse
Es interesante la experiencia por el tipo de sensaciones que el varón experimenta.
A los más temerosos hay que sacarles de la cabeza que esta situación los llevará a cambiar su elección sexual. No es así. El varón que está bien definido puede gozar de este tipo de estímulos sin temer por su definición.
Pero no podemos juzgar a esos varones que sienten temor. Siempre debemos respetar al otro en sus decisiones sexuales. De nada sirve forzar una situación ya que la psiquis es sabia y el disfrute está condicionado a la aceptación.
La mujer es hábil y siempre encuentra, por medio de la educación, la manera de mejorar el éxtasis de su pareja. Sin la necesidad de exigir, es posible (de a poco) ir estimulando este punto maravilloso que es el edén de los más atrevidos.
Por la licenciada Sandra Lustgarten, psicóloga y sexóloga.
WWW.ENTREMUJERES.COM
http://www.tucumanalas7.com.ar/nota.php?id=41590
“Hombres eran los de antes”, dicen nuestros padres y abuelos cuando surge algo nuevo. Es que el varón está empezando a aceptar juegos que no condicen con la masculinidad de antaño. Un ejemplo es el descubrimiento del “punto G” masculino. Su simple fricción lleva al varón a un éxtasis casi imposible de expresar. CONSEJOS
19 . 08 . 2011 | 08:51
JUEGO. El sexo y la pareja
¿No es "de hombres"?
Muchos hombres aún se resisten a la idea de descubrir esa almendrita maravillosa. Temen que la exploración los lleve a la curiosidad de desviar su sexualidad. Es un mito, una falsa creencia popular.
Tal vez cuando empiezan a comprender que no son homosexuales por explorar la zona anal, que la homosexualidad tiene otras características, entonces se lamenten el tiempo perdido.
Cómo se estimula
Muchas mujeres dudan cómo acercarse a este punto. Están entre la contradicción que ejerce el hombre negador y la falta de lubricación que dificulta la tarea.
Si querés intentar, seguí estos pasos:
1) Lubricá. Tanto hombres como mujeres tenemos la necesidad de relajar el esfínter anal para favorecer la penetración. Hay que lubricar bien con un masaje, lo que también arrima a una sensación de mucho placer.
2) Acariciá. De a poco, tocá la zona sobre la pared posterior (si el varón se encuentra boca arriba con las piernas abiertas). No es necesario que la caricia sea muy profunda.
3) Buscá el “punto G”. Muy cerca de la entrada podrás encontrar una especie de almendra pequeña. Al frotarla despacio irá dilatándose.
4) Mirá cómo disfruta. La fricción suave lleva al varón a un orgasmo casi inigualable.
Consejos para animarse
Es interesante la experiencia por el tipo de sensaciones que el varón experimenta.
A los más temerosos hay que sacarles de la cabeza que esta situación los llevará a cambiar su elección sexual. No es así. El varón que está bien definido puede gozar de este tipo de estímulos sin temer por su definición.
Pero no podemos juzgar a esos varones que sienten temor. Siempre debemos respetar al otro en sus decisiones sexuales. De nada sirve forzar una situación ya que la psiquis es sabia y el disfrute está condicionado a la aceptación.
La mujer es hábil y siempre encuentra, por medio de la educación, la manera de mejorar el éxtasis de su pareja. Sin la necesidad de exigir, es posible (de a poco) ir estimulando este punto maravilloso que es el edén de los más atrevidos.
Por la licenciada Sandra Lustgarten, psicóloga y sexóloga.
WWW.ENTREMUJERES.COM
http://www.tucumanalas7.com.ar/nota.php?id=41590
Sexo: ¿existe una frecuencia ideal?
CONSEJOS ÚTILES
Sexo: ¿existe una frecuencia ideal?
Una pregunta común es cuántas veces por semana habría que tener sexo. Las respuestas son tan diferentes entre mujeres y hombres, que muchas veces se generan discusiones. Cifras, estadísticas y opiniones.
04 . 08 . 2011 | 09:17
FRECUENCIA. El promedio es de 103 encuentros sexuales por año.
¿Dos o tres veces por semana? ¿Todos los días? ¿O una vez cada tanto? La frecuencia de las relaciones sexuales es un tema que a muchas parejas les preocupa.
“No existe una cifra ideal para todos”, opinó la famosa sexóloga Alessandra Rampolla en una entrevista publicada en Clarín. “En Estados Unidos, por ejemplo, se estima que la frecuencia sexual de una pareja promedio es de 3,5 veces por semana. Pero es sólo un promedio, no una cifra ideal. Todo depende de la pareja en cuestión, de su estilo de vida, nivel de libido compartido y expectativas sobre la intimidad sexual”, agrega la especialista.
Mujeres vs. hombres
“Los varones suelen estar preocupados por la frecuencia. Y el tema dispara, muchas veces, discusiones tensionantes en el seno de la pareja”, señala el doctor Juan Carlos Kusnetzoff en su sitio e-sexologia.com. “Generalmente, los varones sienten que no tienen una vida sexual ´como deberían´. Las mujeres, suelen opinar lo contrario”, detalla el sexólogo.
Diversos estudios aseguran que las necesidades son diferentes en ambos género, algo que no necesariamente responde a cuestiones biológicas sino socioculturales: los varones han tenido más permisos para acceder al sexo y a satisfacer su placer sexual, y las mujeres, en cambio, no se permiten tan fácilmente contactarse con su deseo. A la vez, la mujer tiene la sexualidad más asociada a lo emocional, algo que muchos varones han logrado separar (algo, a la vez, legitimado socialmente).
Cifras mundiales
La encuesta Durex de Bienestar Social, realizada a nivel internacional en 26 países, arrojó resultados que alumbran algunos rincones del tema:
* El promedio es de 103 encuentros sexuales por año.
* Hay una mínina diferencia entre la frecuencia masculina (104 al año) y la femenina (101 al año).
* El 5% de los adultos tiene sexo todos los días.
* Uno de cada cinco adultos lo hace entre 3 y 4 veces a la semana.
* La franja de edad con más relaciones es entre los 35 y los 44 años: reconocen mantener unos 112 encuentros sexuales al año.
Ahora bien: ¿las parejas deberían adaptarse a esos parámetros o deberían, por el contrario, encontrar su propio ritmo y la frecuencia ideal en función de sus ganas y posibilidades? ¿Qué es normal y bueno para cada uno, y para cada pareja?
¿Hablar de una frecuencia ideal no es meter al sexo en un terreno que lo saca de la esfera privada para meterlo en una carrera de exigencias que nada tienen que ver con el placer personal?
Sexo sin ganas, ¿sirve? ¿Está bueno adaptarse a una cantidad recomendada cuando uno no lo desea? O, desde otro lado, podemos pensar: ¿la ausencia de sexo deserotiza, disparando un círculo vicioso en el cual el sexo se aleja de nuestras vidas, privándonos del disfrute y apagándonos?
http://www.tucumanalas7.com.ar/nota.php?id=40422
Sexo: ¿existe una frecuencia ideal?
Una pregunta común es cuántas veces por semana habría que tener sexo. Las respuestas son tan diferentes entre mujeres y hombres, que muchas veces se generan discusiones. Cifras, estadísticas y opiniones.
04 . 08 . 2011 | 09:17
FRECUENCIA. El promedio es de 103 encuentros sexuales por año.
¿Dos o tres veces por semana? ¿Todos los días? ¿O una vez cada tanto? La frecuencia de las relaciones sexuales es un tema que a muchas parejas les preocupa.
“No existe una cifra ideal para todos”, opinó la famosa sexóloga Alessandra Rampolla en una entrevista publicada en Clarín. “En Estados Unidos, por ejemplo, se estima que la frecuencia sexual de una pareja promedio es de 3,5 veces por semana. Pero es sólo un promedio, no una cifra ideal. Todo depende de la pareja en cuestión, de su estilo de vida, nivel de libido compartido y expectativas sobre la intimidad sexual”, agrega la especialista.
Mujeres vs. hombres
“Los varones suelen estar preocupados por la frecuencia. Y el tema dispara, muchas veces, discusiones tensionantes en el seno de la pareja”, señala el doctor Juan Carlos Kusnetzoff en su sitio e-sexologia.com. “Generalmente, los varones sienten que no tienen una vida sexual ´como deberían´. Las mujeres, suelen opinar lo contrario”, detalla el sexólogo.
Diversos estudios aseguran que las necesidades son diferentes en ambos género, algo que no necesariamente responde a cuestiones biológicas sino socioculturales: los varones han tenido más permisos para acceder al sexo y a satisfacer su placer sexual, y las mujeres, en cambio, no se permiten tan fácilmente contactarse con su deseo. A la vez, la mujer tiene la sexualidad más asociada a lo emocional, algo que muchos varones han logrado separar (algo, a la vez, legitimado socialmente).
Cifras mundiales
La encuesta Durex de Bienestar Social, realizada a nivel internacional en 26 países, arrojó resultados que alumbran algunos rincones del tema:
* El promedio es de 103 encuentros sexuales por año.
* Hay una mínina diferencia entre la frecuencia masculina (104 al año) y la femenina (101 al año).
* El 5% de los adultos tiene sexo todos los días.
* Uno de cada cinco adultos lo hace entre 3 y 4 veces a la semana.
* La franja de edad con más relaciones es entre los 35 y los 44 años: reconocen mantener unos 112 encuentros sexuales al año.
Ahora bien: ¿las parejas deberían adaptarse a esos parámetros o deberían, por el contrario, encontrar su propio ritmo y la frecuencia ideal en función de sus ganas y posibilidades? ¿Qué es normal y bueno para cada uno, y para cada pareja?
¿Hablar de una frecuencia ideal no es meter al sexo en un terreno que lo saca de la esfera privada para meterlo en una carrera de exigencias que nada tienen que ver con el placer personal?
Sexo sin ganas, ¿sirve? ¿Está bueno adaptarse a una cantidad recomendada cuando uno no lo desea? O, desde otro lado, podemos pensar: ¿la ausencia de sexo deserotiza, disparando un círculo vicioso en el cual el sexo se aleja de nuestras vidas, privándonos del disfrute y apagándonos?
http://www.tucumanalas7.com.ar/nota.php?id=40422
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