segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Ejaculação Rápida

Ejaculação Rápida
O inconveniente costuma causar constrangimento entre os homens e suas parceiras. Especialistas apontam a psicoterapia como melhor recurso para vencer esse mal. Mas, agora, um novo remédio também pode ajudar os 'apressadinhos'
por Adriano Catozzi
Cada vez mais as pílulas auxiliam na harmonia e na satisfação sexual do casal. Primeiro foi o anticoncepcional, que praticamente deflagrou uma revolução nos anos 60. Na década passada, Viagra e similares libertaram os homens do fantasma que mais os assustava: a disfunção erétil. Agora, uma novidade deve agradar tanto homens quanto mulheres e afinar de vez o ritmo na cama. A indústria farmacêutica pretende colocar no mercado ainda este ano uma pílula de ação muito rápida, explicitamente com o intuito de controlar a ejaculação precoce, atualmente denominada ejaculação rápida. Embora atue como antidepressivo, a droga não será chamada assim. "Os medicamentos dessa categoria precisam ser tomados durante algum tempo para começarem a fazer efeito. O novo remédio, por outro lado, é baseado na substância ativa Dapoxetina e, pelo que os estudos mostram, poderia ser ingerido três horas antes da relação, abolindo o uso contínuo", revela o urologista Sidney Glina, do Instituto H.Ellis, de São Paulo.
A descoberta provavelmente partiu da evidência de que os medicamentos contra os sintomas da depressão costumam ter como efeito colateral o retardo da ejaculação. Por isso, em certos casos, esse tipo de remédio já é indicado para controlar os apressadinhos.
Até hoje, não se chegou a uma conclusão do que pode ser considerada uma ejaculação rápida e, conseqüentemente, qual o percentual de homens (e suas companheiras) que padecem com ela. Os números variam, mas em todos os casos, impressionam negativamente.
O famoso Relatório Kinsey, editado pelo pesquisador Alfred Kinsey nos anos 40, apontou que 75% dos americanos ejaculavam em até dois minutos. Alguns anos depois, descobriu-se que 80% das mulheres precisavam de dois a oito minutos de penetração para obterem um orgasmo - isso quando conseguiam. O descompasso estava estabelecido. Na época, porém, o sexo era encarado como meio de reprodução e entendia-se como precoce o indivíduo que ejaculava antes da penetração.
Medidas polêmicas
Somente na década de 60, quando a relação sexual passou a ser vista como fonte de prazer para o casal, é que o assunto ganhou as atenções dos pesquisadores. Desde então, diversas maneiras foram tentadas a fim de se dimensionar o tempo ideal para ejacular.
Já se falou em nove minutos, em cinco minutos com 'movimentos vigorosos' entre outras coisas. A idéia que perdura até hoje, no entanto, foi estabelecida nos anos 70 pela médica norte-americana Helen Kaplan e não se baseia em tempo, mas sim em capacidade. Segundo ela, um homem não tem ejaculação precoce se consegue controlá-la voluntariamente. Cabem aí algumas ressalvas: controlar por quantos minutos? Vinte ou quarenta ? E aqueles cerca de 1% de indivíduos que demoram muito para conseguir ejacular? Estes também não têm controle e tampouco são precoces...
O urologista Sidney Glina esclarece que a existência de um problema precisa ser avaliada sob diversos aspectos e ter como base não apenas o que acontece com o lado masculino. "Um homem pode carregar a pecha de ser um ejaculador precoce quando, na verdade, é sua parceira que demora para chegar ao orgasmo", pondera.
Em busca de sintonia
Em meio às discussões científicas, o fato é que os homens continuam tentando driblar situações constrangedoras e encontrar algum modo de melhorar o relacionamento com suas companheiras. "Metade dos que me procuram se queixa de ejaculação precoce. Na década de 90 eram apenas 10%", revela o psicoterapeuta Oswaldo Rodrigues Jr. (SP), vice-presidente da Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana (Sbrash). Prova dessa nova preocupação masculina são os resultados do Estudo do Comportamento Sexual do Brasileiro (Ecos), realizado pelo Projeto Sexualidade (ProSex), do Hospital das Clínicas de São Paulo: três mil homens em sete estados apontaram reclamações de 15,8% nesse ponto.
A boa notícia é que quase totalidade delas têm origem emocional. Alguns casos podem até estar relacionados a um distúrbio neurológico, como a esclerose múltipla, mas são raros e envolvem outros sintomas. A associação do problema com doenças venéreas e inflamações nos nervos sacrais - feita no passado - também nunca foi devidamente comprovada. "A ansiedade costuma ser o fator determinante", acredita Sidney Glina, que tem 10% de sua clientela queixando-se do inconveniente. Já o psicoterapeuta Oswaldo Rodrigues Jr. discorda: "Muitos homens não são ansiosos enquanto ignoram ter o problema. Depois, entram em pânico e chegam aos consultórios aflitos. Daí a dedução nos últimos 50 anos de que todo ejaculador precoce é ansioso".
Ambos concordam, porém, que a psicoterapia tem se revelado como a alternativa mais eficaz de tratamento. As pesquisas apontam que de 85% a 98% dos homens que buscam os recursos cognitivos têm êxito e, analisados nos anos seguintes, continuam satisfeitos e seguros. Vale ressaltar que este tipo de intervenção tem mais efeito quando a parceira também colabora. "Durante a relação sexual, ela observa coisas sobre o parceiro que ele próprio nunca percebeu. Além disso, sessões de terapia de casais podem ajudar a resolver problemas sérios de relacionamento com os quais eles não conseguem lidar e que acabam interferindo na atuação na cama", conclui Rodrigues Jr.

domingo, 21 de agosto de 2011

China tries to stop women marrying for money, rather than love

China tries to stop women marrying for money, rather than love
With divorce rates soaring, and widespread worries about a new culture of hyper-materialism, the Chinese government is now trying to stop women marrying for money.

China wants women to marry for love, not money. Mode Images Limited / Alamy
By Malcolm Moore, Shanghai4:00PM BST 21 Aug 2011
In China's booming cities, prospective husbands are now routinely vetted about whether they own a house, and preferably also a car, before a match can be agreed. Tying the knot without a house as part of the deal is jokingly called a "naked marriage" and widely thought to be a risky choice.
"I would choose a luxury house over a boyfriend that always makes me happy without hesitation," said one 24-year-old contestant on If You Are the One, one of China's most popular television dating shows. "And my boyfriend has to have a monthly salary of 200,000 yuan (£18,900)," she demanded.
In a bid to temper the rising expectations of Chinese women, China's Supreme Court has now ruled that from now on, the person who buys the family home, or the parents who advance them the money, will get to keep it after divorce.
"Hopefully this will help educate younger people, especially younger women, to be more independent, and to think of marriage in the right way rather than worshipping money so much," said Hu Jiachu, a lawyer in Hunan province.
The ruling should also help relieve some of the burden on young Chinese men, many of whom fret about the difficulty of buying even a small apartment. China's huge property bubble has driven property prices in Shanghai up to £5,000 per square metre when annual salaries average just £6,000.
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Chinese divorce court to rule on selfish parents 01 Apr 2011
Divorce Day: A perfect day to untie the knot 04 Jan 2011
"There are more and more girls who want to marry rich men and improve their financial position. It has been a really notable increase," said Wang Zhiguo, a consultant at Baihe, a Beijing-based matchmaking website.
"Most pretty girls now try to trade on their beauty. It is an unhealthy trend and the government is now trying to restrict it," he added.
"Having said that, money has always been an important concern when it comes to marriage. In the 1950s and 1960s, women chased after the top Communist cadres because they were guaranteed a good life. In the 1980s, when the economy opened, businessmen became sought-after.
Chinese people have always been materialistic, but today's hot commodity is property." According to the latest statistics, there were 2.68 million divorces in China last year and divorces have multiplied at almost the same speed as China's economy has grown: by seven per cent a year for the past five years.
In particular, more than a third of all marriages in Beijing, Shanghai and Guangzhou now end in divorce, and the fastest-growing segment of society is those aged 25 to 34. Almost half of all divorces see a court squabble over the family assets.
The growing popularity of divorce runs contrary to traditional Chinese culture, and newly-weds used to be warned on their wedding day that their marriage had to last "until your hair turns white". Just eight years ago, couples still needed written permission from employers or their neighbourhood committee to end a marriage.
"With 5,000 divorces a day, it is an appalling number for Chinese people. Our families are the basic unit of society that maintains stability. The government has had to change the marriage law to keep society stable. Usually the courts now rule, in the first instance, that couples cannot divorce. They have to come back after six months if they insist on one," said Mr Hu.
Chang Xueli, 26, a graphic designer in Beijing is one of the few Chinese women willing to risk a "naked marriage", despite the initial misgivings of her parents. "My husband is from quite a poor family, and I am from quite a well-off family," she said. "My parents tried to set me up with someone with a house, because they wanted the best for me, but I did not have any feelings for them.
"I used to think I had to have both a man I loved and a house to get married. But then I realised sometimes you need to make a choice," she said. "Now I guess the dream is for both a husband and a wife to own a house."

Depilação íntima feminina

Depilação íntima feminina
Isabelle Lindote - 23 de Feb de 2011, 6:25 PM UTC

Sem dúvidas, o ginecologista é o profissional que mais conhece a intimidade feminina. Mas, para muitas mulheres, também é essencial confiar em uma outra especialista: a depiladora. Cada vez mais moças aderem à depilação íntima, que vai muito além da púbis e deixa a região da vulva e do ânus livre de qualquer pelo. Normalmente feita com cera quente, o que torna o processo doloroso e muitas vezes temido, hoje também é possível utilizar cremes depilatórios e até o laser.
Mas será que fazer depilação íntima é perigoso para a saúde? Segundo a dermatologista Silvia Zimbres, da Doux Dermatologia, desde que feita da forma adequada, não há nenhum problema. “O ideal é que seja feita uma boa higienização antes de qualquer método depilatório, uma vez que a região possui naturalmente um maior número de bactérias”, explica a médica. No caso do uso de cera, dois cuidados são essenciais: certificar-se que o produto é descartável, sem possibilidade de ter sido reutilizado, e que a aplicação será feita com cera morna.
Com 40 unidades no eixo Rio-São Paulo e mais de 600 profissionais treinadas, a rede Pello Menos realizada cerca de 50 mil depilações íntimas mensalmente. De acordo com Regina Jordão, fundadora da empresa, no verão este número pode aumentar em 25%, o que faz com que a rede crie inclusive promoções específicas para quem faz este tipo de depilação.
“Após a depilação com cera, é possível minimizar a agressão com uso de géis calmantes à base de aloe vera”, afirma a Dra. Silvia Zimbres. Já no pós-laser, o dermatologista pode recomendar o uso de cremes corticóides para aliviar qualquer incomodo. Em relação aos cremes depilatórios, é preciso aplicar apenas os produtos indicados para esta região, a fim de minimizar riscos de irritação no local. Depois da depilação, não é recomendado contato sexual por pelo menos 24 horas, já que a pele fica sensível. “A depilação intima só deve de fato ser evitada se houver qualquer ferida prévia no local”, alerta a médica.
Tire suas dúvidas:
Depilação íntima na região anal provoca hemorróidas?
O problema tem outras causas, que podem ser genéticas ou por doenças no trato intestinal. De qualquer forma, é importante avisar à depiladora sobre a tendência a hemorróidas, para que o cuidado na aplicação seja ainda maior.
Há problemas em depilar-se no período menstrual?
Muitas mulheres alegam sentir mais dor nesta época do mês, logo a depilação acaba não sendo aconselhada, mas não proibida.
Existe algum risco para a saúde na depilação íntima?
Pelo contrário: a ausência de pelos minimiza o risco de acúmulo de resíduos na região. A prática já é considerada um cuidado de higiene pessoal.
Podem ser usados analgésicos para aliviar a dor?
O ideal é avaliar caso a caso com o especialista escolhido para a depilação.
Qual a frequência ideal para realizar a depilação íntima?
Depende do crescimento dos pelos, que tendem a ficar mais ralos e finos com as sessões. No caso da depilação com cera, em média a cada 30 dias já é possível fazer uma nova aplicação.

¿Por qué es necesaria una ordenanza contra la discriminación por orientación sexual e identidad de género?

¿Por qué es necesaria una ordenanza contra la discriminación por orientación sexual e identidad de género?
Publicado por KAT en 11:43
12 AGO
Por: Verónica Ferrari

La discriminación es una realidad.
Todas nosotras, algunas más otras menos, hemos vivido algún tipo de discriminación por ser lesbianas o bisexuales. En nuestra casa, en el colegio, en el barrio, en la universidad, en las calles, en el carro. Nadie se ha librado de ella, y quizás por eso muchas de nosotras naturalizamos la discriminación, la consideramos normal en una sociedad que nos ha enseñado a avergonzarnos de nuestros deseos, a temer nuestros afectos y a culparnos por ser como somos. Nuestras vidas están expuestas diariamente al abuso, al maltrato, al chantaje, a la marginación, a la exclusión.

Esta naturalización de la discriminación origina que aceptemos que a nosotras se nos dé un trato distinto en todos los sitios en los que socializamos. Genera que creamos aceptable que nuestros padres nos restrinjan, nos limiten o nos desprecien. Que de los colegios nos expulsen para no “contagiar” el lesbianismo a nuestras compañeras o ser un mal ejemplo para ellas. Que callemos sobre una circunstancia importante en el desarrollo de nuestra personalidad y ocultemos lo que nos hace más felices: amar a otras mujeres.

Estas y otras situaciones solo consiguen que nuestra capacidad de indignación sea nula cuando nos tratan mal o nos insultan por caminar de la mano de nuestra novia, al besarla frente a todos o cuando decimos que somos lesbianas o bisexuales. Mutila una parte hermosa de nosotras mismas y nos obliga a mentir, disimular, engañar y vivir una doble vida. Nos imposibilita vivir una vida digna y nos condena a una especie de sobrevivencia.

Qué ganamos con la ordenanza
La ordenanza posibilita que en ningún lugar público en donde se brinde servicio al consumidor sea posible discriminar por orientación sexual e identidad de género. Que no se nos eche solo porque damos muestras de afecto a personas de nuestro mismo sexo. Que se nos impida entrar y consumir lo que en esos lugares se expende por nuestra forma de vestir o de hablar. Que se nos impida matricularnos en el colegio por ser lesbianas o bisexuales. Asimismo, que podamos transitar libremente por las calles sin temor a ser atacadas por personas ignorantes u homofóbicas que nos pueden agredir verbal o físicamente, y que si sucede algo así, un policía o un serenazgo van a tomar cartas en el asunto. Y si ocurre algún tipo de discriminación podamos denunciar y el establecimiento sea sancionado con todo el rigor de la ley.

Pero no solo eso, ya que la ordenanza es un compromiso de la Municipalidad de Lima hacia la población LGTBI de respetar nuestras diferencias y de tratarnos a todos como iguales. De esa forma, el municipio garantiza y promueve que nosotras podamos disfrutar de las más amplias libertades personales y colectivas; y se compromete a protegernos frente a todo acto o amenaza de violencia o daño corporal.

Además, la municipalidad deberá diseñar e implementar periódicamente “programas y campañas de sensibilización, y educación para contrarrestar el estigma y la discriminación por orientación sexual e identidad de género, así como para la disminución del odio” hacia nuestra población. También incorporará “en todas sus políticas, planes, programas y servicios a la diversidad sexual como eje transversal”.

Una vida digna
La ordenanza no solo posibilita que legalmente estemos protegidas frente a la discriminación en todas sus formas, que es generalmente lo único que pueden y deben hacer las autoridades en nuestro país. También posibilita cambios culturales. Genera que el debate sobre el respeto a la diferencia y a las distintas formas de vida sea reflexionado y discutido en las casas, en las escuelas y en las calles. Cuestiona la discriminación e interpela a las personas que aún creen que en pleno siglo XXI es válido creer en leyes “naturales” o en que la sexualidad es una categoría estanca, inmóvil, dada y eterna; y que por eso es posible considerar a los otros “diferentes” inferiores, anormales o enfermos, porque no se adaptan a las reglas sobrenaturales de la existencia humana según su propia y arcaica interpretación.

La ordenanza también nos da agencia, la capacidad de informar, enseñar y aprender sobre nosotras mismas y los demás. Nos señala la importancia de no soportar ningún tipo de exclusión ni ahora ni nunca. La posibilidad de que la homofobia vaya siendo desterrada o por lo menos controlada en la sociedad peruana. La esperanza de desarrollarnos en forma digna y tener una vida de calidad. La posibilidad de vivir orgullosas, con la frente en alto, sin miedos y felices.

(Verónica Ferrari es Linguista y activista del MHOL.)

O que motiva o abuso sexual?

O que motiva o abuso sexual?

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21 de Agosto, 2011

Uma psicóloga da Polícia Judiciária (PJ) disse à Lusa que a sede de domínio é “a questão mais importante” no abuso sexual, sendo “o poder sobre a vítima muito mais importante [para o agressor] do que o prazer sexual”.
Nos últimos meses, têm-se multiplicado os casos de alegados abusos sexuais, sendo o mais recente e mediático o do antigo director-geral do Fundo Monetário Internacional Dominique Strauss-Kahn, que na terça-feira vai a tribunal para saber se o juiz decide prosseguir o julgamento ou abandona as acusações referentes ao suposto abuso de uma empregada de hotel em Nova Iorque.

“A questão do abuso e do poder está presente na maior parte dos casos de abuso sexual. Não é específico de esferas de alta sociedade nem de cargos políticos, uma das características dos agressores sexuais é a questão de domínio e de poder. Aliás, a questão mais importante na agressão sexual é o domínio e o poder sobre a vítima, muito mais do que o prazer sexual”, afirmou Raquel Guerra, psicóloga da PJ.

Cristina Soeiro, também psicóloga daquela instituição, explicou que os abusos sexuais são dos crimes com “maior variabilidade dos agressores”, pelo que não é possível traçar um perfil único do agressor sexual.

“Os crimes sexuais são uma tipologia de crimes muito heterogénea, é um tipo de crime onde existe maior variabilidade dos agressores e uma das variáveis onde existe essa abrangência são as variáveis sócio-culturais”, afirmou Cristina Soeiro, uma afirmação que Raquel Guerra, também psicóloga daquela instituição, corroborou.

“Estima-se que dentro dos agressores dos vários tipos de crimes, os sexuais sejam os mais heterogéneos. Há agressores sexuais de todos os extractos sociais, com todos os 'backgrounds' académicos: de analfabetos a pessoas com formação superior. E o mesmo para as vítimas: há vítimas de todas as origens culturais ou sociais”, afirmou, por seu lado, Raquel Guerra.

No entanto, salvaguardou, as classes sociais queixam-se de formas distintas: “Nem todas as classes sociais se queixam da mesma forma por razões de estatuto social, por razões de natureza económica”, afirmou Raquel Guerra.

Cristina Soeiro acrescentou que, nos casos de abusos sexuais, “há uma componente do crime - que não é a maior parte - que é explicada por parafilia ou perturbações da personalidade” mas as outras situações podem dever-se, por exemplo, a factores como o “isolamento social”, “factores do processo de socialização” ou “suporte social”. Por exemplo, “o suporte social que faz com que as pessoas tenham mais factores de controlo para passarem ao acto”, afirmou Cristina Soeiro.

A psicóloga disse também que “geralmente a passagem ao acto está associada a situações facilitadoras e as pessoas bem inseridas têm menos factores de stress para passarem ao acto, têm mais factores de controlo, o que não quer dizer que - face a uma determinada perturbação - a pessoa não passe ao acto”.

Lusa / SOL

LOS MUSEOS ERÓTICOS EUROPEOS

LOS MUSEOS ERÓTICOS EUROPEOS
¿Creados para estimular el erotismo o para informarse y aprender?
Conociendo la Ciudad de Berlín, con su impactante historia, tanto la de 1945 como la de 1961 -28 años de muro separando las dos Alemanias- tuve el impulso, como Médica Sexóloga que soy, de interiorizarme sobre la forma en que este pueblo había vivido su erotismo, siendo tan convulsionadas sus vidas. Así es como visité el Erotik Museum de Berlín, llamativamente situado a pocos metros de la llamada “Iglesia sin techo” (Kaiser-Wilhelm-Gedächniskirche) - hoy en plena restauración- en el centro mismo de esta ciudad. Comparativamente lo hice recientemente con el Museo de la Erótica en Barcelona.

Ya desde el ingreso, en ambos se comienza a “sentir el placer sexual”.
Falos de todo tipo, piedra, metal, marfil o madera, tallas de Indonesia, cinturones de castidad medievales, pinturas en seda, obras de arte de porcelana china con libidinosas iconografías, máscaras empleadas en rituales sexo-eróticos africanos, huacos peruanos, escenografías sadomasoquistas del siglo XVII, el maniquí del “pintor retratando a la dama” dispuesta para una penetración vaginal posterior, la “silla del placer”, existente desde tiempos inmemorables, donde el falo que se centra en ella es lo suficientemente explícito para reconocerla como tal, la salita íntima para ver films pornográficos (representación del máximo hedonismo de la época), guionados y sin tanta muestra explícita de lo sexo-genital, y tantos otros objetos y muestras de obras de arte -de no tan reconocidos pintores- que, sin ningún tipo de reparo ni pudor, aparecen en estos museos.

La sección oriental es la más grande en cada uno de ellos, dado que manifiestamente esta cultura es la que ha tenido una perspectiva “ritual”,casi exquisita, para el desarrollo de sus vidas lúdicas-libidinosas.
Presentan sus puertas abiertas, integrándose con las veredas donde camina el peatón, con luminarias que los anuncian en su cuadra de recorrido. Se los muestra como algo absolutamente natural, incorporado a la vida de la ciudad como cualquier otro lugar de esparcimiento.
Todo esto lleva a pensar cómo el hombre, a lo largo de la historia, en todas las civilizaciones y geografías, ha estado permanentemente en la búsqueda del despertar de los sentidos, de los placeres y del gozo sexual.
En resumen: Los Museos europeos muestran “la erótica” de sus pueblos sin pudor ni tapujos. Abren sus puertas para que el público local y visitante pueda ilustrarse, enterarse, observar y, por qué no, “saborear” los placeres de tiempos remotos. Han conservado su historia erótica, tanto como cualquier otra historia. La muestran y la disfrutan.
DRA. VICTORIA ALFARO.
MEDICINA SEXUAL
E-mail: vealfa@arnet.com.ar
Tel móvil: (011) 15-6567-4981

O valor dos afrodisíacos

O valor dos afrodisíacos
O desejo sexual é como o apetite; já o afrodisíaco é a experiência que impulsiona qualquer pessoa a buscar ou tornar-se receptiva ao encontro sexual. A Isabel Allende, em seu livro Afrodite, diz que os afrodisíacos são a ponte entre a gula e a luxúria... E, eu concordo com ela! Numa noite de inverno, quer coisa mais afrodisíaca do que um convite para um queijo e vinho? Agora vocês imaginem em vez dos queijos, in natura, saborear um irresistível pão italiano recheado com queijos e manjericão... Huuumm... Acreditem, É demais!!!! Rsrsrsr... Este pão é tão fantástico que eu dei a ele o nome de pão do Amor!

O pão do Amor é uma receita da Tereza Ribeiro - Minha amiga, minha irmã paulista, minha comadre... meu apoio e referência, nessa terra da garoa. Uma pessoa tão importante assim, só poderia me passar uma receita deste quilate!!! Um pão que o casal quebra com as mãos e lambuza no recheio de queijos derretidos. Imaginem as fantasias e brincadeiras sexuais que podem dar ensejo num ambiente desse!!! ... rsrsrsrs... Quem viver verá... faz gemer sem sentir dor ...
Este é o segredo dos afrodisíacos, o ambiente, o clima que se cria entre o casal. O Afrodisíaco abre o apetite sexual! Mas, para a tristeza de muitos, o sucesso depende mais da nossa imaginação do que da química dos próprios alimentos. A Isabel Allende vai mais longe e, classifica como o único e verdadeiramente afrodisíaco, a paixão. De fato, quando duas pessoas estão apaixonadas, até pão com manteiga é afrodisíaco! Rsrsrsrs... Não há tempo ruim, não existe preguiça, dor de cabeça, cansaço, TPM e muito menos mesquinhez nas oportunidades, como a preocupação com o envelhecimento físico ou uns quilinhos a mais.
Na paixão impera o sentimento de admiração e a certeza de uma cumplicidade incondicional que alimentam o tesão e criam o clima de enamoramento. Ninguém tem defeitos! Esse deslumbre e encantamento leva o casal a querer ficar, o mais tempo possível, juntos... e é aí que mora o perigo! A convivência é uma espécie de antídoto para o encantamento e a paixão... as juras de amor caem por terra, e o homem descobre que ela não é a imagem e semelhança da musa que lhe inspirou os versos, mas apenas uma mulher, que no desencantamento, deixa aflora o fato de que a Bela pode virar Fera de uma hora para outra. É a percepção do óbvio. Mas isto, nem sempre significa o fim do interesse sexual!
Uma dica é não perder a capacidade de namorar, mesmo que este parceiro(a) seja seu companheiro(a) de longa data. É hora de ser criativo e fazer valer os afrodisíacos, resgatando, com a magia da culinária, o sentimento de ser especial e ter um momento de intimidade e privacidade, indispensável à vida a dois.