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sábado, 30 de junho de 2012

Adesivo usado dentro da cueca ou calcinha evita odores


Por Felippe Canale | Para curtir – sex, 29 de jun de 2012

É isso mesmo, no site Colonial Medical você pode encontrar o Flat-D Flatulence Deoderizer, um adesivo que inibe o mau cheiro proveniente da menstruação, flatulências (o famoso pum) e outros tipos de odores. Parece mais um desses produtos Tabajara, mas a coisa é séria.
Basta pegar um dos adesivos, colocar na parte interna da cueca ou calcinha e pronto. Os fabricantes garantem um dia inteiro sem o risco de mau cheiro, e eles ainda podem ser usados diariamente. Cada um deles, obviamente, é de uso descartável.
Você usaria tal produto ou conhece alguém que esteja precisando? O valor de um pacote com 10 adesivos custa menos de 30 dólares.

http://br.noticias.yahoo.com/blogs/para-curtir/adesivo-usado-dentro-da-cueca-ou-calcinha-evita-181023585.html

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Justiça do Egito proíbe teste de virgindade em mulheres presas em protestos


Militares alegam que faziam testes para evitar que mulheres os acusassem de estupro
Um tribunal de Justiça do Cairo proibiu as forças de segurança do Egito de realizar testes de virgindade em mulheres presas durante protestos no país. Os testes vinham sendo realizados desde o início do ano, segundo os militares, para evitar que as manifestantes acusassem os policiais de estupro.
"O tribunal ordena que parem de ser feitos testes de virgindade em moças dentro de prisões militares", disse o juiz Aly Fekry.
Efe

Egípcios protestaram na frente do tribunal contra os testes de virgindade
A decisão atendeu a uma reclamação feita ao Conselho Supremo das Forças Armadas por duas jovens, Samira Ibrahim e Maha Mohammed Maamoue, que foram presas em março durante confrontos na praça Tahrir e sofreram a verificação forçada por médicos militares.
Do lado de fora do tribunal, dezenas de manifestantes comemoraram a decisão, gritando frases como "Viva a Justiça" e "O povo quis e venceu".
A realização dos testes de virgindade ganhou repercussão mundial após o Dia da Mulher, em 8 de março, quando a ONG Anistia Internacional denunciou os abusos dos militares leais ao ditador Hosni Mubarak contra mulheres, que também incluíam agressões e sessões de eletrochoque. Não há certeza sobre o número de manifestantes que foram submetidas ao teste.
Em entrevista à CNN em maio, um general do Exército egípcio tentou justificar o procedimento. "As meninas detidas não eram como a sua filha ou a minha. Aquelas meninas acampavam em tentas com homens na Praça Tahrir, e nós encontramos coquetéis Molotovs e drogas. Para que elas não dissessem ter sido estupradas, verificamos logo se eram virgens", disse, na ocasião.
*Com informações da Efe e da Reuters.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Mulheres do Zimbábue são acusadas de atacar homens para retirar sêmen


Justiça começa a julgar integrantes de suposta gangue que atacaria homens sexualmente para usar esperma em rituais


BBC Brasil 28/11/2011 10:38
A polícia do Zimbábue acredita que uma quadrilha nacional de mulheres esteja atacando homens sexualmente para retirar seu sêmen para o uso em rituais que supostamente trariam prosperidade.
Nesta segunda-feira, três mulheres supostamente ligadas à gangue começam a ser julgadas na capital do Zimbábue, Harare. Esse foi o primeiro caso de prisões de acusadas, mais de um ano após os primeiros relatos sobre o caso, que chocaram o país.

Uma suposta vítima, que pediu anonimato, relatou sua experiência à TV do país em julho. Ele disse ter sido atacado após aceitar uma carona de um grupo de três mulheres em Harare.
"Uma das mulheres jogou água na minha cara e elas me injetaram algo que me deu um forte desejo sexual", contou. "Elas pararam o carro e me forçaram a manter relações sexuais com cada uma delas diversas vezes, usando preservativos", disse.
"Quando elas terminaram, me deixaram totalmente nu no meio do mato. Algumas pessoas me ajudaram a chamar a polícia, que me levou ao hospital para tratar dos efeitos dessa droga que elas haviam dado para mim, porque o forte desejo sexual continuava", afirmou.
Prostitutas ocupadas
As mulheres presas foram indiciadas por 17 acusações de ataque indecente agravado - já que a lei do Zimbábue (assim como a do Brasil) não considera estupro uma mulher forçar um homem a manter relações sexuais.
Elas foram detidas no início do mês na cidade de Gweru, a 275 quilômetros a sudoeste de Harare, após policiais terem encontrado 31 preservativos usados no carro em que elas viajavam. As mulheres negam as acusações, dizendo que são prostitutas e que não haviam jogado fora os preservativos porque estavam muito ocupadas.
Após serem soltas sob fiança, elas foram confrontadas e ameaçadas por uma multidão. Elas dizem que têm sido forçadas a permanecer dentro de casa desde então, para evitar a atenção indesejada.
O porta-voz da polícia Andrew Phiri disse à BBC acreditar que as mulheres pertencem a uma gangue que atua em todo o país. "Nós recebemos relatos de diferentes cidades e províncias do país, de que isso está acontecendo nas estradas", disse. "Ainda temos de descobrir por que isso está acontecendo. Ouvimos especulações de que está ligado a rituais", afirmou.
Acredita-se que o sêmen seja usado em rituais para trazer sucesso nos negócios e há até mesmo rumores de que o sêmen tem sido vendido para outros países.
Mas o professor universitário Claude Mararikei, especialista em sociologia e cultura, afirmou à BBC que o uso do sêmen "está na área de rituais e magia, que é quase uma sociedade secreta". "Até mesmo pesquisadores não querem entrar nessa área porque você pode não sair vivo depois de publicar qualquer coisa que descubra", disse.
Casos não denunciados
Os primeiros relatos de ataques foram alvo de curiosidade e descrença, mas homens que falaram à BBC disseram que agora estão tratando a questão com seriedade. "Agora só ando de ônibus quando ele está cheio e não pego caronas em carros particulares, principalmente se houver mulheres dentro", afirmou um homem que não quis se identificar. "Precisamos tomar cuidado, porque há mulheres atacando homens. Isso está mesmo acontecendo", disse.
Em Harare, uma mulher identificada como Sibongile afirma que o caso está manchando a imagem de seu gênero. "É muito ruim que haja mulheres tão mesquinhas que querem ganhar dinheiro fácil dessa maneira", disse ela à BBC no centro de Harare.
A polícia não diz quantos casos foram denunciados. Nakai Nengomasha, um psicólogo que está trabalhando com três homens que dizem terem sido vítimas de ataques de mulheres, acredita que há muitos casos que não foram denunciados.
"Acho que há muitos casos que não foram relatados, porque as vítimas acham que não se sentirão suficientemente homens se falarem sobre esses assuntos", disse. "Alguns deles precisam lidar com a questão de ver o ataque como uma perda da masculinidade e de se sentirem sujos", afirmou.
Isso é algo por que passou o homem que denunciou o caso na TV, que disse ter pensado em suicídio. "Sinto-me violado e desapontado, porque quando contei para minha mulher o que aconteceu, ela me deixou, junto com um de nossos três filhos. Espero que ela volte", disse.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Afegã é condenada a 12 anos de prisão por ter sido estuprada


Procurador geral disse que sexo entre a garota e o cunhado foi consensual
A afegã Gulnaz, de 21 anos, enfrentou um duro dilema recentemente. Ela precisou escolher entre permanecer na cadeia cumprindo uma pena de 12 anos por ter sido estuprada por um homem casado ou se unir ao agressor, o que lhe garantiria a liberdade. Pensando na filha de dois anos, que nasceu após o estupro, Gulnaz escolheu a segunda opção. 
Conforme contou à rede CNN, a afegã foi violentada pelo cunhado quando tinha 19 anos. “Ele estava com roupas nojentas, porque trabalha na construção civil. Quando minha mãe saiu, ele foi até a minha casa e fechou as portas e as janelas. Eu comecei a gritar, mas ele me calou, tapando minha boca com as mãos”, descreveu Gulnaz.
CNN/Reprodução

A única forma de Gulnaz recuperar a honra é se casando com o estuprador
A garota preferiu não denunciar o agressor, com medo de represálias, mas poucas semanas depois descobriu que estava grávida e o segredo foi revelado à família. Gulnaz foi julgada por adultério e condenada a 12 anos de prisão, assim como o cunhado.
No Afeganistão, uma mulher somente recupera a honra e a liberdade após um estupro ou adultério caso se case com o criminoso. O casamento legitimaria Gulnaz e a filha na sociedade afegã, de acordo com a reportagem da CNN
Nesta quarta-feira (23/11), porém, um tribunal de Cabul aceitou somente reduzir a pena de Gulnaz, de 12 para três anos, alegando que ela "demorou demais" para prestar queixa contra o cunhado. O porta-voz do procurador geral da capital afegã, Rahmatullah Nazari, disse à CNN que a investigação concluiu que o sexo foi consensual, por isso Gulnaz foi condenada por adultério. 
"Gulnaz alega que foi estuprada. Mas devido ao fato de que ela reportou o crime somente quatro meses depois, não conseguimos encontrar nenhuma evidência do ataque", afirmou Nazari. 

sábado, 12 de novembro de 2011

Los talibanes lapidan a una joven viuda y su hija en Afganistán


Los ejecutores habían acusado a sus víctimas de "desviación moral y adulterio"

La policía afirma que ha detenido a dos hombres relacionados con los asesinatos

Una mujer iraní toma parte en la recreación de una lapidación realizada en Bruselas. / REUTERS
Una joven viuda y su hija murieron lapidadas en Afganistán el jueves por un grupo de hombres armados, según informa la cadena BBC. Las autoridades del país señalan como culpables a los talibanes. Dos hombres han sido detenidos en relación con estos crímenes.
La lapidación tuvo lugar en la ciudad de Ghazni, ubicada estratégicamente en el centro de la ruta entre Kabul (la capital) y Kandahar, sitio donde vivía la familia. Un grupo de hombres armados entraron en la casa de la mujer, cogieron a esta y a su hija, y les lanzaron piedras hasta que murieron. "Los vecinos no ayudaron, ni avisaron a la policía", han afirmado fuentes oficiales a la cadena británica. Según los testigos, los hombres les acusaron de "desviaciones morales y adulterio".
Ahí es común que los talibanes cobren extorsión a los habitantes y prohíban a las niñas asistir a la escuela, bajo amenaza de atentados

Territorio talibán

Soldados estadounidenses cargan el cuerpo de un compañero herido. /BEHROUZ MEHRI (AFP)
La policía ha asegurado que ha arrestado a dos hombres relacionados con el crimen, sin embargo, la situación se antoja difícil. Ghazni, que se encuentra en el segundo grupo de territorio que las fuerzas de ocupación entregarán a las autoridades locales según el plan de retiro de tropas, es una de las zonas con más presencia de talibanes. Hay 18 distritos en la provincia y solamente siete están en control del Gobierno. En el resto, las autoridades "solamente existen dentro de los edificios gubernamentales", según explica el Bilal Sarwary, corresponsal de la BBC en Kabul. En su cuenta de Twitter, el periodista detalla que los hechos ocurrieron a las tres de la mañana pero que ningún vecino se atrevió a intervenir pese a los gritos de las mujeres.
La situación no es extraña en la región. Ghazni es, en más de la mitad de su territorio, zona talibán. Ahí es común que los talibanes cobren extorsión a los habitantes y prohíban a las niñas asistir a la escuela, bajo amenaza de atentados. A las bodas solo asiste el novio: se cree que las mujeres hacen demasiado ruido al caminar y distraen a los hombres. Amenazan a los que colaboran con el gobierno y controlan la mayoría de los caminos. Los conductores son frecuentemente golpeados y hay varios pueblos donde los representantes del Gobierno han sido decapitados. Los talibanes también han prohibido, como cuando tenían el poder de Afganistán, el uso de teléfonos móviles, cámaras de vídeo y escuchar música: solo se permiten los cantos aprobados por ellos.