Pesquisa mostra mudança de comportamento do homem brasileiro em relação ao sexo
Levantamento realizado com mais de 3.000 homens em cinco capitais aponta que eles estão satisfeitos com a vida sexual, se preocupam com o prazer feminino e – sim! – falam sobre sexo com a parceira. Mas, a disfunção erétil ainda é tabu
A pesquisa “Sexualidade e Saúde Masculina”, realizada pela Bayer Schering Pharma, em parceria com a Sociedade Brasileira de Urologia – Seccional São Paulo (SBU-SP), e conduzida pelo Ambulatório de Sexualidade (AmbSex), ouviu durante o mês de junho deste ano 3.026 homens com idades entre 16 e 90 anos, em cinco capitais: São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Porto Alegre (RS), Goiânia (GO) e Salvador (BA). O resultado comprova que, quando o assunto é sexo, o grau de satisfação do brasileiro é alto: 86,95% dos pesquisados afirmaram estar satisfeitos com sua vida sexual. E eles não querem só quantidade (61,70% dizem ter relações de 2 a 4 vezes por semana), mas também querem qualidade e estão preocupados em dar prazer à mulher.
Esses dois últimos quesitos ficaram em segundo (43,33%) e terceiro (33,93%) lugares, respectivamente, quando os entrevistados classificaram o que é mais importante no sexo. Só perderam para a própria satisfação do homem, item mais importante para 46,60% dos entrevistados.
De acordo com a coordenadora do levantamento, a sexóloga Carla Cecarello, a mudança de comportamento em relação à satisfação da parceira é algo importante. “Mas, é preciso considerar que a satisfação feminina é, para o homem, uma afirmação de sua masculinidade”, comenta a pesquisadora.
Outro traço significativo do comportamento masculino tem se modificado segundo a pesquisa: 31,09% dos pesquisados revelaram falar sobre sexo com a parceira. “Essa é uma característica mais presente entre os homens casados, com mais de 30 anos e, geralmente, a conversa é iniciada pela mulher”, explica a coordenadora da pesquisa. “No entanto, independente de qual dos dois aborda o assunto, esse diálogo é muito importante para o relacionamento se manter saudável”, completa Carla Cecarello.
Eles não assumem que já falharam na cama
Embora as estatísticas oficiais apontem para o fato de que mais da metade dos homens apresenta algum grau de disfunção erétil (DE), especialmente na maturidade, os brasileiros ainda resistem em assumir que já enfrentaram a situação. De acordo com a pesquisa “Sexualidade e Saúde Masculina”, 81,36% dos participantes afirmou nunca ter tido problemas de ereção. “Embora ainda exista muita dificuldade do homem para admitir a disfunção erétil, é muito importante conscientizá-los de que a DE pode ser um dos primeiros sinais de que algo não vai bem com a saúde”, enfatiza ArchimedesNardozza Junior, presidente da SBU-SP. O urologista lembra que, atualmente, a comunidade médica considera a dificuldade de ereção como um marcador de doenças cardiovasculares.
A pesquisa também mostrou que, entre os participantes que afirmaram já ter tido dificuldade de ereção (13,22%), apenas 26,50% procuraram o médico para solucionar o problema. Entre os motivos para não ir ao consultório, foram citados: achar que é um problema psicológico, considerar a DE normal, falta de tempo e vergonha.
Quando o assunto é duração da ereção, 51,56% dos pesquisados colocaram esse item entre 4º e 6º lugar em um ranking que elencou seis fatores relacionados ao sexo. O tempo que dura a ereção masculina já foi tema de estudos clínicos recentes. O estudo ENDURANCE (2009) acompanhou o desempenho de 201 homens com disfunção erétil associada a doenças como diabetes, síndrome metabólica e hipertensão durante oito semanas. Todos os participantes passaram por dois períodos de testes, um utilizando LEVITRA® (vardenafila, princípio ativo produzido pela Bayer Schering Pharma) e outro tomando placebo (comprimidos sem princípio ativo). Após tomar comprimidos de vardenafila, os participantes relataram uma duração média da ereção de até 12 minutos. Ao ingerir placebo, essa média diminuía para 5 minutos. Antes, uma pesquisa canadense havia demonstrado que uma relação sexual satisfatória para o casal tem duração de 7 a 13 minutos e que para homens saudáveis, o tempo médio de ereção é de 10 minutos.
Outro ponto abordado pelo levantamento foi o conhecimento dos homens a respeito do próprio envelhecimento. Mais da metade dos entrevistados (52,31%) afirmou saber que a andropausa (como é conhecido popularmente o Distúrbio Androgênico do Envelhecimento Masculino – DAEM) atinge homens com mais de 40 anos. Além disso, 65,60% dos participantes disseram já ter ouvido falar sobre o problema.
http://bagarai.com.br/pesquisa-mostra-mudanca-de-comportamento-do-homem-brasileiro-em-relacao-ao-sexo.html
domingo, 1 de maio de 2011
Para 80% das moradoras da capital pernambucana, a pílula ideal é aquela que não afeta a libido e não engorda
Para 80% das moradoras da capital pernambucana, a pílula ideal é aquela que não afeta a libido e não engorda
Pesquisa Febrasgo, patrocinada pela Janssen-Cilag Farmacêutica, com 100 mulheres em Recife, entre 15 e 45 anos, mostra que uma em cada três considera que o uso do contraceptivo também poderia aumentar a auto-estima
Uma pesquisa realizada pela Febrasgo (Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia) em parceria com a Janssen-Cilag Farmacêutica com 100 mulheres de Recife (PE), entre 15 e 45 anos, revela que para 41% das entrevistadas, a pílula anticoncepcional melhora a vida sexual como um todo. O resultado faz parte da segunda fase do projeto R.O.S.A. (Resultados e Opiniões sobre Saúde e Anticoncepcional). No total, a pesquisa ouviu 500 pessoas em todo o Brasil.
De acordo com a pesquisa Febrasgo/Janssen-Cilag, para 80% das entrevistadas, a pílula ideal é aquela que não interfere de forma negativa na aparência (ou seja, não engorda), traz benefícios adicionais (como melhora da aparência do cabelo e da pele) e ainda tem o potencial de manter a libido. “Pílulas anticoncepcionais com ação anti-androgênica moderada equilibram a ação da testosterona trazendo estes resultados esperados, sem interferir no desejo sexual da mulher”, explica João Sabino Pinho Neto, Ginecologista e Chefe do Serviço e Coordenador da Disciplina de Ginecologia da Universidade Federal de Pernambuco.
Nas pílulas combinadas, o progestagênio (tipo de progesterona) é o componente que oferece eficácia contraceptiva e os benefícios extra-contraceptivos. A escolha adequada do progestagênio na composição da pílula poderá agir contra ou a favor da sexualidade. Segundo o especialista, o progestagênio clormadinona confere à pílula uma ação anti-androgênica moderada que age de duas formas. Primeiro impedindo que o hormônio masculino – testosterona – aumente a produção de oleosidade, deixando pele e cabelos menos oleosos. Por outro lado, a ação moderada vai garantir a atuação desse hormônio no organismo, favorecendo a manutenção da libido.
Prevenção e sexo
Para Sabino, a sexualidade é uma questão de saúde da mulher e esta condição exige um contraceptivo que garanta prevenção da gravidez indesejada e, ao mesmo tempo, uma vida sexual prazerosa para ela. “Há algum tempo os médicos começaram a indicar para suas pacientes pílulas que ofereçam outros benefícios que não somente a contracepção, como fármacos que não interfiram negativamente em sua sexualidade”, afirma.
Auto-estima
A pesquisa mostrou também que 30% das mulheres entrevistadas acham que o uso da pílula aumenta a auto-estima e 38% acreditam que melhora o humor. “Poder exercer a sua sexualidade, segura de que não irá engravidar e sem ter efeitos colaterais que possam comprometer a sua aparência, reforçam a auto-estima da mulher, o que, sem dúvida, irá refletir em seu humor”, lembra o especialista.
Alguns resultados da Pesquisa Febrasgo/Janssen-Cilag – entrevista com 100 usuárias de pílula anticoncepcional em Recife (PE):
O que pensam as mulheres entrevistadas na capital pernambucana?
82% não pretendem parar de usar anticoncepcional;
67% afirmaram não ter intenção de mudar de método contraceptivo;
72% delas afirmaram ouvir mais comentários positivos do que negativos sobre o anticoncepcional.
Onde elas buscam informação?
62% das entrevistadas se informam sobre o método com o médico
36% pela internet
10% com amigas
Falando em pílula…
41% delas dizem que a vida sexual como um todo fica melhor com o uso da pílula.
32% afirmam que melhora a frequência das relações sexuais.
Quando o assunto é libido, as recifenses entrevistadas…
25% acham que a pílula aumenta a vontade de ter relação sexual
66% acham que a pílula não interfere na libido
Sobre Belara, pílula de ação anti-androgênica moderada
Belara® é uma pílula anticoncepcional comercializada no Brasil pela Janssen-Cilag desde 2005. Ela tem como princípios ativos o etinilestradiol, um estrogênio, e a clormadinona, um progestagênio.
Graças à ação anti-androgênica moderada da clormadinona, os estudos clínicos mostraram que Belara® não interfere na libido nem no peso e apresenta efeitos positivos na melhora da acne e oleosidade do cabelo.
Belara® é comercializado em comprimidos revestidos em embalagens com 1 cartela com 21 comprimidos.
Sobre a Janssen-Cilag
A Janssen-Cilag é uma indústria farmacêutica reconhecida pela inovação em pesquisa e desenvolvimento de medicamentos e serviços de alta qualidade. Opera mundialmente, atendendo as diversas necessidades médicas e farmacológicas.
A empresa está no Brasil há 75 anos e comercializa 60 medicamentos. É pioneira em biomedicina e na produção de imunológicos, além de ser referência no tratamento da dor, oncologia, transplantes, infectologia, cardiologia, sistema nervoso central, saúde da mulher, nefrologia e doenças gastrintestinais.
Mais informações sobre a Janssen-Cilag no site.
http://bagarai.com.br/para-80-das-moradoras-da-capital-pernambucana-a-pilula-ideal-e-aquela-que-nao-afeta-a-libido-e-nao-engorda.html
Pesquisa Febrasgo, patrocinada pela Janssen-Cilag Farmacêutica, com 100 mulheres em Recife, entre 15 e 45 anos, mostra que uma em cada três considera que o uso do contraceptivo também poderia aumentar a auto-estima
Uma pesquisa realizada pela Febrasgo (Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia) em parceria com a Janssen-Cilag Farmacêutica com 100 mulheres de Recife (PE), entre 15 e 45 anos, revela que para 41% das entrevistadas, a pílula anticoncepcional melhora a vida sexual como um todo. O resultado faz parte da segunda fase do projeto R.O.S.A. (Resultados e Opiniões sobre Saúde e Anticoncepcional). No total, a pesquisa ouviu 500 pessoas em todo o Brasil.
De acordo com a pesquisa Febrasgo/Janssen-Cilag, para 80% das entrevistadas, a pílula ideal é aquela que não interfere de forma negativa na aparência (ou seja, não engorda), traz benefícios adicionais (como melhora da aparência do cabelo e da pele) e ainda tem o potencial de manter a libido. “Pílulas anticoncepcionais com ação anti-androgênica moderada equilibram a ação da testosterona trazendo estes resultados esperados, sem interferir no desejo sexual da mulher”, explica João Sabino Pinho Neto, Ginecologista e Chefe do Serviço e Coordenador da Disciplina de Ginecologia da Universidade Federal de Pernambuco.
Nas pílulas combinadas, o progestagênio (tipo de progesterona) é o componente que oferece eficácia contraceptiva e os benefícios extra-contraceptivos. A escolha adequada do progestagênio na composição da pílula poderá agir contra ou a favor da sexualidade. Segundo o especialista, o progestagênio clormadinona confere à pílula uma ação anti-androgênica moderada que age de duas formas. Primeiro impedindo que o hormônio masculino – testosterona – aumente a produção de oleosidade, deixando pele e cabelos menos oleosos. Por outro lado, a ação moderada vai garantir a atuação desse hormônio no organismo, favorecendo a manutenção da libido.
Prevenção e sexo
Para Sabino, a sexualidade é uma questão de saúde da mulher e esta condição exige um contraceptivo que garanta prevenção da gravidez indesejada e, ao mesmo tempo, uma vida sexual prazerosa para ela. “Há algum tempo os médicos começaram a indicar para suas pacientes pílulas que ofereçam outros benefícios que não somente a contracepção, como fármacos que não interfiram negativamente em sua sexualidade”, afirma.
Auto-estima
A pesquisa mostrou também que 30% das mulheres entrevistadas acham que o uso da pílula aumenta a auto-estima e 38% acreditam que melhora o humor. “Poder exercer a sua sexualidade, segura de que não irá engravidar e sem ter efeitos colaterais que possam comprometer a sua aparência, reforçam a auto-estima da mulher, o que, sem dúvida, irá refletir em seu humor”, lembra o especialista.
Alguns resultados da Pesquisa Febrasgo/Janssen-Cilag – entrevista com 100 usuárias de pílula anticoncepcional em Recife (PE):
O que pensam as mulheres entrevistadas na capital pernambucana?
82% não pretendem parar de usar anticoncepcional;
67% afirmaram não ter intenção de mudar de método contraceptivo;
72% delas afirmaram ouvir mais comentários positivos do que negativos sobre o anticoncepcional.
Onde elas buscam informação?
62% das entrevistadas se informam sobre o método com o médico
36% pela internet
10% com amigas
Falando em pílula…
41% delas dizem que a vida sexual como um todo fica melhor com o uso da pílula.
32% afirmam que melhora a frequência das relações sexuais.
Quando o assunto é libido, as recifenses entrevistadas…
25% acham que a pílula aumenta a vontade de ter relação sexual
66% acham que a pílula não interfere na libido
Sobre Belara, pílula de ação anti-androgênica moderada
Belara® é uma pílula anticoncepcional comercializada no Brasil pela Janssen-Cilag desde 2005. Ela tem como princípios ativos o etinilestradiol, um estrogênio, e a clormadinona, um progestagênio.
Graças à ação anti-androgênica moderada da clormadinona, os estudos clínicos mostraram que Belara® não interfere na libido nem no peso e apresenta efeitos positivos na melhora da acne e oleosidade do cabelo.
Belara® é comercializado em comprimidos revestidos em embalagens com 1 cartela com 21 comprimidos.
Sobre a Janssen-Cilag
A Janssen-Cilag é uma indústria farmacêutica reconhecida pela inovação em pesquisa e desenvolvimento de medicamentos e serviços de alta qualidade. Opera mundialmente, atendendo as diversas necessidades médicas e farmacológicas.
A empresa está no Brasil há 75 anos e comercializa 60 medicamentos. É pioneira em biomedicina e na produção de imunológicos, além de ser referência no tratamento da dor, oncologia, transplantes, infectologia, cardiologia, sistema nervoso central, saúde da mulher, nefrologia e doenças gastrintestinais.
Mais informações sobre a Janssen-Cilag no site.
http://bagarai.com.br/para-80-das-moradoras-da-capital-pernambucana-a-pilula-ideal-e-aquela-que-nao-afeta-a-libido-e-nao-engorda.html
Manual “10 Lições Práticas para Strip-tease”, por Lu Riva
Manual “10 Lições Práticas para Strip-tease”, por Lu Riva
Ao final do manual, Lu Riva aplica o strip-tease em uma coreografia, explicando como realizar a performance sem dificuldades, utilizando todas as dicas anteriores do livro prático
12 de janeiro de 2011, Livros
Manual 10 Lições Práticas para Strip-tease, por Lu Riva (imagem: divulgação)
Na última Erótika Fair de São Paulo, que aconteceu nos dias 08 a 11 de outubro, a especialista em auto-estima e prazer da mulher, Lu Riva, lançou o primeiro manual de bolso de strip-tease especialmente para as mulheres. Com explicações diversas, o livro traz instruções práticas, e ainda conta a historia do strip-tease: de onde veio, como surgiu e muito mais.
Com o significado literal de “tirar e provocar”, o strip-tease não significa somente “arrancar a roupa”, mas sim, seduzir! Em seu livro, Lu Riva explica como deve ser feito o passo a passo do strip – diferente da teoria que sempre ouvimos falar. “O strip-tease não é apenas dançar e tirar a roupa, mas sim mostrar a verdadeira diva que cada mulher traz dentro de si. É ser envolvente, segura, excitante, apaixonante, ter um olhar penetrante (intenso). Andar com confiança – é provocante -, ser espontânea e ligada a sua sexualidade sem culpa ou desculpa, é ser feliz! Não há problema em ser feliz, então se permita e transforme-se em uma provocadora nata”, explica.
Com diversas dicas, a especialista ensina como ignorar os sentimentos de inferioridade e sentir-se desejada. Lu também esclarece como ser sexy sem ser vulgar. Além disso, dá dicas de como hipnotizar um homem, apenas com os movimentos do corpo e dos olhos, sem sequer dizer uma palavra.
Ao final do manual, Lu Riva aplica o strip-tease em uma coreografia, explicando como realizar a performance sem dificuldades, utilizando todas as dicas anteriores do livro prático.
Lu Pompoar
Especialista em auto-estima e prazer da mulher, Lu Riva é Personal Sexy Trainer e há seis anos atua como professora de Pompoarismo. Além disso, dá aulas de Striptease, Dança do Ventre, Massagem Sensual e é Terapeuta Tântrica. Seu trabalho visa melhorar a saúde da mulher, pensando sempre na auto-estima e prazer sexual.
Sobre o livro
Aprenda a ser segura, solta, envolvente, provocativa. Olhe para ele demonstrando sua excitação, faça um jogo de mostra e esconde, tire a roupa devagar, sinta a música, o seu corpo, o desejo, o outro. Brinque com a imaginação dele, mantenha o corpo em movimentos contínuos, sensuais e lascivos. Mostre-se como você realmente é e liberte-se! O strip-tease não é apenas dançar e tirar a roupa, mas sim mostrar a verdadeira diva que cada mulher traz dentro de si. Saiba como começar um strip-tease, a ter uma performance maravilhosa, dançar sensualmente e como fazer o gran-finale. Para o show começar só depende de você, aperte o play. Faça seu amor entra em êxtase.
http://bagarai.com.br/manual-10-licoes-praticas-para-strip-tease-por-lu-riva.html
Ao final do manual, Lu Riva aplica o strip-tease em uma coreografia, explicando como realizar a performance sem dificuldades, utilizando todas as dicas anteriores do livro prático
12 de janeiro de 2011, Livros
Manual 10 Lições Práticas para Strip-tease, por Lu Riva (imagem: divulgação)
Na última Erótika Fair de São Paulo, que aconteceu nos dias 08 a 11 de outubro, a especialista em auto-estima e prazer da mulher, Lu Riva, lançou o primeiro manual de bolso de strip-tease especialmente para as mulheres. Com explicações diversas, o livro traz instruções práticas, e ainda conta a historia do strip-tease: de onde veio, como surgiu e muito mais.
Com o significado literal de “tirar e provocar”, o strip-tease não significa somente “arrancar a roupa”, mas sim, seduzir! Em seu livro, Lu Riva explica como deve ser feito o passo a passo do strip – diferente da teoria que sempre ouvimos falar. “O strip-tease não é apenas dançar e tirar a roupa, mas sim mostrar a verdadeira diva que cada mulher traz dentro de si. É ser envolvente, segura, excitante, apaixonante, ter um olhar penetrante (intenso). Andar com confiança – é provocante -, ser espontânea e ligada a sua sexualidade sem culpa ou desculpa, é ser feliz! Não há problema em ser feliz, então se permita e transforme-se em uma provocadora nata”, explica.
Com diversas dicas, a especialista ensina como ignorar os sentimentos de inferioridade e sentir-se desejada. Lu também esclarece como ser sexy sem ser vulgar. Além disso, dá dicas de como hipnotizar um homem, apenas com os movimentos do corpo e dos olhos, sem sequer dizer uma palavra.
Ao final do manual, Lu Riva aplica o strip-tease em uma coreografia, explicando como realizar a performance sem dificuldades, utilizando todas as dicas anteriores do livro prático.
Lu Pompoar
Especialista em auto-estima e prazer da mulher, Lu Riva é Personal Sexy Trainer e há seis anos atua como professora de Pompoarismo. Além disso, dá aulas de Striptease, Dança do Ventre, Massagem Sensual e é Terapeuta Tântrica. Seu trabalho visa melhorar a saúde da mulher, pensando sempre na auto-estima e prazer sexual.
Sobre o livro
Aprenda a ser segura, solta, envolvente, provocativa. Olhe para ele demonstrando sua excitação, faça um jogo de mostra e esconde, tire a roupa devagar, sinta a música, o seu corpo, o desejo, o outro. Brinque com a imaginação dele, mantenha o corpo em movimentos contínuos, sensuais e lascivos. Mostre-se como você realmente é e liberte-se! O strip-tease não é apenas dançar e tirar a roupa, mas sim mostrar a verdadeira diva que cada mulher traz dentro de si. Saiba como começar um strip-tease, a ter uma performance maravilhosa, dançar sensualmente e como fazer o gran-finale. Para o show começar só depende de você, aperte o play. Faça seu amor entra em êxtase.
http://bagarai.com.br/manual-10-licoes-praticas-para-strip-tease-por-lu-riva.html
Estudo diz que droga para calvos pode causar impotência prolongada
06/04/2011 - 07h34
Estudo diz que droga para calvos pode causar impotência prolongada
GUILHERME GENESTRETI
DE SÃO PAULO
A finasterida, droga mais usada contra a calvície, pode reduzir a libido e causar impotência mesmo após a suspensão do uso, segundo estudo da Universidade George Washington, nos EUA.
A pesquisa avaliou 71 homens entre 21 e 46 anos que se queixavam das reações. Segundo os autores do trabalho, publicado no "Journal of Sexual Medicine", os efeitos colaterais persistiam por 40 meses após a interrupção do tratamento, em média.
Laboratório diz que metodologia usada é limitada
Foram observados impotência e perda da libido até seis anos após o uso, em um quinto dos pesquisados.
Para o endocrinologista Michael Irwig, um dos autores, os homens devem estar cientes do risco. "O estudo deve mudar a forma como médicos conversam com pacientes sobre a medicação."
No Brasil, assim como nos EUA, a bula da finasterida menciona a diminuição da libido e a impotência como efeitos colaterais, mas afirma: "Esses efeitos desapareceram nos homens que descontinuaram a terapia e em muitos que mantiveram".
A Merck Sharp & Dohme, que produz o remédio Propecia, à base de finasterida, contesta a metodologia do estudo.
A finasterida bloqueia a ação da enzima 5-alfa-redutase, que transforma o hormônio testosterona em DHT (dihidrotestosterona).
Em homens com folículos capilares mais sensíveis à ação da DHT, os fios de cabelo ficam mais finos e caem.
A dihidrotestosterona também atua na estimulação sexual. Ao inibir a produção desse hormônio, a droga pode interferir nessas funções.
Editoria de Arte/Folhapress
SINAL AMARELO
Segundo o cirurgião plástico Marcelo Pitchon, especializado em implantes capilares, a pesquisa lança um "sinal amarelo" no tratamento da calvície. "Sempre se considerou que as funções sexuais voltavam ao normal depois de interrompido o tratamento", diz. "Agora, precisamos revisar o estudo."
Elaine Costa, endocrinologista do Hospital das Clínicas de São Paulo, não estranha os efeitos colaterais prolongados. "Bloqueando um hormônio, pode ser que ele demore a voltar ao normal."
Costa diz que os resultados reforçam a necessidade de analisar o custo-benefício do tratamento. "Cabe discutir se vale retardar a queda e perder um pouco da libido."
Segundo Jackeline Mota, que coordena a área de cabelos da Sociedade Brasileira de Dermatologia, finasterida é uma boa medicação para a calvície. "Mas, se o médico percebe que o paciente tem disfunção, melhor não usar."
http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/898850-estudo-diz-que-droga-para-calvos-pode-causar-impotencia-prolongada.shtml
Estudo diz que droga para calvos pode causar impotência prolongada
GUILHERME GENESTRETI
DE SÃO PAULO
A finasterida, droga mais usada contra a calvície, pode reduzir a libido e causar impotência mesmo após a suspensão do uso, segundo estudo da Universidade George Washington, nos EUA.
A pesquisa avaliou 71 homens entre 21 e 46 anos que se queixavam das reações. Segundo os autores do trabalho, publicado no "Journal of Sexual Medicine", os efeitos colaterais persistiam por 40 meses após a interrupção do tratamento, em média.
Laboratório diz que metodologia usada é limitada
Foram observados impotência e perda da libido até seis anos após o uso, em um quinto dos pesquisados.
Para o endocrinologista Michael Irwig, um dos autores, os homens devem estar cientes do risco. "O estudo deve mudar a forma como médicos conversam com pacientes sobre a medicação."
No Brasil, assim como nos EUA, a bula da finasterida menciona a diminuição da libido e a impotência como efeitos colaterais, mas afirma: "Esses efeitos desapareceram nos homens que descontinuaram a terapia e em muitos que mantiveram".
A Merck Sharp & Dohme, que produz o remédio Propecia, à base de finasterida, contesta a metodologia do estudo.
A finasterida bloqueia a ação da enzima 5-alfa-redutase, que transforma o hormônio testosterona em DHT (dihidrotestosterona).
Em homens com folículos capilares mais sensíveis à ação da DHT, os fios de cabelo ficam mais finos e caem.
A dihidrotestosterona também atua na estimulação sexual. Ao inibir a produção desse hormônio, a droga pode interferir nessas funções.
Editoria de Arte/Folhapress
SINAL AMARELO
Segundo o cirurgião plástico Marcelo Pitchon, especializado em implantes capilares, a pesquisa lança um "sinal amarelo" no tratamento da calvície. "Sempre se considerou que as funções sexuais voltavam ao normal depois de interrompido o tratamento", diz. "Agora, precisamos revisar o estudo."
Elaine Costa, endocrinologista do Hospital das Clínicas de São Paulo, não estranha os efeitos colaterais prolongados. "Bloqueando um hormônio, pode ser que ele demore a voltar ao normal."
Costa diz que os resultados reforçam a necessidade de analisar o custo-benefício do tratamento. "Cabe discutir se vale retardar a queda e perder um pouco da libido."
Segundo Jackeline Mota, que coordena a área de cabelos da Sociedade Brasileira de Dermatologia, finasterida é uma boa medicação para a calvície. "Mas, se o médico percebe que o paciente tem disfunção, melhor não usar."
http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/898850-estudo-diz-que-droga-para-calvos-pode-causar-impotencia-prolongada.shtml
sábado, 30 de abril de 2011
A MELANCIA É AFRODISIACA?
MELANCIA: A FRUTA QUE REFRESCA!
O tempo quente pede fruta refrescante, adocicada mas com poucas calorias. Este é o grande momento da melancia! Para além de rica em nutrientes essenciais, parece que também tem muitos mitos a desvendar. Não acredita?!
Alexandra Bento/nutricionista | 18 Abr. 2011
A MELANCIA É AFRODISIACA? - VERDADEIRO
Alguns estudos defendem que a melancia atua contra a impotência sexual, por intermédio de um nutriente - a citrulina - que age de forma semelhante ao princípio ativo do comprimido azul. De acordo com a Universidade do Texas, a citrulina, um nutriente presente na parte branca, atua relaxando os vasos sanguíneos. Ainda se aguardam mais estudos mas, pelo sim, pelo não...
http://activa.aeiou.pt/artigo.aspx?channelid=25809BA1-401C-4F38-A873-62283B2B39A3&contentid=77847E7C-37A5-4F02-AE57-F5D85EFFDE5E
O tempo quente pede fruta refrescante, adocicada mas com poucas calorias. Este é o grande momento da melancia! Para além de rica em nutrientes essenciais, parece que também tem muitos mitos a desvendar. Não acredita?!
Alexandra Bento/nutricionista | 18 Abr. 2011
A MELANCIA É AFRODISIACA? - VERDADEIRO
Alguns estudos defendem que a melancia atua contra a impotência sexual, por intermédio de um nutriente - a citrulina - que age de forma semelhante ao princípio ativo do comprimido azul. De acordo com a Universidade do Texas, a citrulina, um nutriente presente na parte branca, atua relaxando os vasos sanguíneos. Ainda se aguardam mais estudos mas, pelo sim, pelo não...
http://activa.aeiou.pt/artigo.aspx?channelid=25809BA1-401C-4F38-A873-62283B2B39A3&contentid=77847E7C-37A5-4F02-AE57-F5D85EFFDE5E
Pesquisa revela possibilidade de cura do câncer de próstata
Pesquisa revela possibilidade de cura do câncer de próstata, mesmo após a recidiva da doença
Estudo inédito aponta maior chance de cura no câncer de próstata.
14 de abril de 2011, Ciência e Saúde
Uma pesquisa internacional inédita no campo da urologia que será publicada na edição de abril da revista European Urology – revista científica de maior impacto no setor atualmente – pode mudar o destino de muitos homens em tratamento do câncer de próstata. O artigo – Salvage Radical Prostatectomy for Radiation-recurrent Prostate Cancer: A Multi-institutional Collaboration – revela que há possibilidade de cura mesmo após a recidiva da doença.
O urologista Daher Chade, médico responsável pelo estudo, acredita que há uma nova perspectiva no segmento. ‘Esta pesquisa reuniu 8 centros de referência em pesquisa de câncer da Europa, EUA e a Universidade de São Paulo, e analisou pacientes com câncer de próstata no período de 25 anos, mostrando que há possibilidade de cura, mesmo após a recidiva da doença’ afirma o médico que atua no Instituto do Câncer do Estado de São Paulo da Faculdade de Medicina da USP e no Hospital Sírio Libanês.
Pacientes com câncer de próstata podem ser submetidos a algumas modalidades de tratamento, como cirurgia, hormonioterapia e radioterapia; em conjunto ou isoladas. O tipo de tratamento varia de acordo com o tipo de tumor e com o estágio em que a doença foi descoberta. Hoje, o protocolo para pacientes submetidos à radioterapia que apresentam recidiva na próstata após o tratamento é habitualmente a hormonioterapia. Esta modalidade isoladamente inviabiliza qualquer chance de cura, além de gerar perda da libido e impotência sexual.
No estudo, dos 404 pacientes que tiveram recidiva do câncer na próstata após a radioterapia e foram submetidos à cirurgia e não à hormonioterapias, 75% estavam livres de metástase 10 anos após a cirurgia. ‘Estes pacientes evoluíram de forma surpreendente. Com a apresentação deste estudo, o tratamento de casos como estes será repensado’, conclui Dr. Chade.
Em relação à prevenção do câncer de próstata, o médico responsável pelo estudo reafirma a necessidade da realização anual do exame de toque e PSA a partir dos 45 anos, e faz um alerta: os homens em tratamento do câncer de próstata devem estar atentos à continuidade do tratamento para em uma eventual recidiva da doença o diagnóstico ser o mais precoce possível, possibilitando ainda ser instituído um tratamento curativo, como o estudo demonstrou.
http://bagarai.com.br/pesquisa-revela-possibilidade-de-cura-do-cancer-de-prostata-mesmo-apos-a-recidiva-da-doenca.html
Estudo inédito aponta maior chance de cura no câncer de próstata.
14 de abril de 2011, Ciência e Saúde
Uma pesquisa internacional inédita no campo da urologia que será publicada na edição de abril da revista European Urology – revista científica de maior impacto no setor atualmente – pode mudar o destino de muitos homens em tratamento do câncer de próstata. O artigo – Salvage Radical Prostatectomy for Radiation-recurrent Prostate Cancer: A Multi-institutional Collaboration – revela que há possibilidade de cura mesmo após a recidiva da doença.
O urologista Daher Chade, médico responsável pelo estudo, acredita que há uma nova perspectiva no segmento. ‘Esta pesquisa reuniu 8 centros de referência em pesquisa de câncer da Europa, EUA e a Universidade de São Paulo, e analisou pacientes com câncer de próstata no período de 25 anos, mostrando que há possibilidade de cura, mesmo após a recidiva da doença’ afirma o médico que atua no Instituto do Câncer do Estado de São Paulo da Faculdade de Medicina da USP e no Hospital Sírio Libanês.
Pacientes com câncer de próstata podem ser submetidos a algumas modalidades de tratamento, como cirurgia, hormonioterapia e radioterapia; em conjunto ou isoladas. O tipo de tratamento varia de acordo com o tipo de tumor e com o estágio em que a doença foi descoberta. Hoje, o protocolo para pacientes submetidos à radioterapia que apresentam recidiva na próstata após o tratamento é habitualmente a hormonioterapia. Esta modalidade isoladamente inviabiliza qualquer chance de cura, além de gerar perda da libido e impotência sexual.
No estudo, dos 404 pacientes que tiveram recidiva do câncer na próstata após a radioterapia e foram submetidos à cirurgia e não à hormonioterapias, 75% estavam livres de metástase 10 anos após a cirurgia. ‘Estes pacientes evoluíram de forma surpreendente. Com a apresentação deste estudo, o tratamento de casos como estes será repensado’, conclui Dr. Chade.
Em relação à prevenção do câncer de próstata, o médico responsável pelo estudo reafirma a necessidade da realização anual do exame de toque e PSA a partir dos 45 anos, e faz um alerta: os homens em tratamento do câncer de próstata devem estar atentos à continuidade do tratamento para em uma eventual recidiva da doença o diagnóstico ser o mais precoce possível, possibilitando ainda ser instituído um tratamento curativo, como o estudo demonstrou.
http://bagarai.com.br/pesquisa-revela-possibilidade-de-cura-do-cancer-de-prostata-mesmo-apos-a-recidiva-da-doenca.html
Especialista explica o que passa na mente de maníacos e estupradores
06/04/2011 - 16:18
Especialista explica o que passa na mente de maníacos e estupradores
De Barra do Garças - Ronaldo Couto
Psicológo explica que a maioria dos estupradores tem problema de impotência sexual e por isso matam as vítimas
Há uma semana, a população de Barra do Garças (a 509 km de Cuiabá) ficou abalada com o caso da empresária Ana Ferreira, 47 anos, assassinada com vinte facadas por um jovem que se dizia atraído fisicamente pela vítima. O acusado Welber Russo, de 22 anos, portanto, vinte e cinco anos mais jovem que a empresária, foi preso um dia após o crime próximo à chácara onde a vítima residia.
A morte de Ana despertou a curiosidade da população sobre os motivos que levam alguém a cometer um crime tão bárbaro. Para responder aos questionamentos, o Olhar Direto procurou um especialista, o psicólogo Josemar Limberg, mestre em saúde e comportamento, considera difícil definir a mente de um criminoso sem estudá-lo detalhadamente. Segundo ele, os distúrbios podem vir de infância, de alguma violência sofrida ou até mesmo de alguma frustração.
No caso do maníaco e do estuprador, segundo o psicólogo, a maioria sofre de impotência sexual e quando não conseguem fazer sexo se tornam agressivos ao ponto de matar as vítimas.
Josemar aprendeu a fazer esse tipo de análise ouvindo relatos de vítimas durante o período em que atuou como psicólogo da penintenciária de Água Boa por mais de três anos. Pela tese do especialista, os estupradores pedem para que as vítimas o estimulem, com sexo oral, por exemplo, e, quando as vítimas negam, ficam furiosos.
“Esse é um momento crítico porque se a mulher se negar a fazer sexo o estuprador fica violento ao ponto de matá-la. E, por outro lado, se a vítima ceder por uma vontade defensiva, pode enfurecer o estuprador que, ao não conseguir realizar o ato, acaba estrangulando a pessoa”, completa o especialista.
Josemar orienta ainda que, por mais absurdo que seja, a vítima não deve ceder ‘totalmente’ aos "desejos" do criminoso e alerta que tentar fugir pode ser fatal. Ele acredita que a empresária Ana Ferreira viveu uma situação semelhante onde o agressor tentou estuprá-la, mas como ele não conseguiu o ato sexual por algum motivo e a vítima o conhecia e correu, ele acabou matando-a.
O psicólogo adverte que os indivíduos com distúrbios mentais estão mais suscetíveis de voltar a cometer crimes desta natureza. Discorda plenamente da tese de amor platônico do acusado pela vítima e entende que havia um fetiche (fantasia sexual) de Russo pela empresária.
O delegado Adilson Gonçalves ainda aguarda a conclusão do laudo final, todavia ele entende que não houve o estupro e, por isso, talvez o acusado matou a vítima. Ana era proprietária de vários imóveis em Barra do Garças e tinha recentemente retornado da Espanha, onde morou cinco anos.
http://www.olhardireto.com.br/noticias/exibir.asp?edt=25&id=169356
Especialista explica o que passa na mente de maníacos e estupradores
De Barra do Garças - Ronaldo Couto
Psicológo explica que a maioria dos estupradores tem problema de impotência sexual e por isso matam as vítimas
Há uma semana, a população de Barra do Garças (a 509 km de Cuiabá) ficou abalada com o caso da empresária Ana Ferreira, 47 anos, assassinada com vinte facadas por um jovem que se dizia atraído fisicamente pela vítima. O acusado Welber Russo, de 22 anos, portanto, vinte e cinco anos mais jovem que a empresária, foi preso um dia após o crime próximo à chácara onde a vítima residia.
A morte de Ana despertou a curiosidade da população sobre os motivos que levam alguém a cometer um crime tão bárbaro. Para responder aos questionamentos, o Olhar Direto procurou um especialista, o psicólogo Josemar Limberg, mestre em saúde e comportamento, considera difícil definir a mente de um criminoso sem estudá-lo detalhadamente. Segundo ele, os distúrbios podem vir de infância, de alguma violência sofrida ou até mesmo de alguma frustração.
No caso do maníaco e do estuprador, segundo o psicólogo, a maioria sofre de impotência sexual e quando não conseguem fazer sexo se tornam agressivos ao ponto de matar as vítimas.
Josemar aprendeu a fazer esse tipo de análise ouvindo relatos de vítimas durante o período em que atuou como psicólogo da penintenciária de Água Boa por mais de três anos. Pela tese do especialista, os estupradores pedem para que as vítimas o estimulem, com sexo oral, por exemplo, e, quando as vítimas negam, ficam furiosos.
“Esse é um momento crítico porque se a mulher se negar a fazer sexo o estuprador fica violento ao ponto de matá-la. E, por outro lado, se a vítima ceder por uma vontade defensiva, pode enfurecer o estuprador que, ao não conseguir realizar o ato, acaba estrangulando a pessoa”, completa o especialista.
Josemar orienta ainda que, por mais absurdo que seja, a vítima não deve ceder ‘totalmente’ aos "desejos" do criminoso e alerta que tentar fugir pode ser fatal. Ele acredita que a empresária Ana Ferreira viveu uma situação semelhante onde o agressor tentou estuprá-la, mas como ele não conseguiu o ato sexual por algum motivo e a vítima o conhecia e correu, ele acabou matando-a.
O psicólogo adverte que os indivíduos com distúrbios mentais estão mais suscetíveis de voltar a cometer crimes desta natureza. Discorda plenamente da tese de amor platônico do acusado pela vítima e entende que havia um fetiche (fantasia sexual) de Russo pela empresária.
O delegado Adilson Gonçalves ainda aguarda a conclusão do laudo final, todavia ele entende que não houve o estupro e, por isso, talvez o acusado matou a vítima. Ana era proprietária de vários imóveis em Barra do Garças e tinha recentemente retornado da Espanha, onde morou cinco anos.
http://www.olhardireto.com.br/noticias/exibir.asp?edt=25&id=169356
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