22 de junho de 2011
5 perguntas que acabam com o clima no sexo
O seu amado já demonstrou que está decidido a fazê-la a mais feliz das criaturas esta noite. A última coisa que você deseja é jogar um balde de água fria, levantando questões transcendentais do tipo.
Conheça as 5 perguntas que acabam com qualquer clima.
1. Você me ama?
O que ele ouve: "Então, quando vamos nos casar?"
Fazer uma pergunta sobre o relacionamento bem no meio do ato sexual é, no mínimo, desanimador. De repente, ele vai ter que parar de sexualizar seus sentimentos em relação a você e começar a intelectualizá-los.
2. Você acha que estou gorda?
O que ele ouve: "Só penso em mim"
Ao levantar esse tipo de assunto, você se mostra mais preocupada com a própria aparência do que em conectar-se com ele naquele momento. A melhor razão para evitar esse tipo de papo é que, falando do assunto, você estará chamando a atenção para um defeito seu que provavelmente ele não notaria em 1 milhão de anos!
3. Será que eu peço aumento?
O que ele ouve: "É mais interessante fazer conta no canhoto do talão de cheques do que estar na cama com você"
Nada é mais mortal do que começar um papo de trabalho. Isso não significa que vocês nunca devam falar sério. Conversar sobre os problemas do casal é parte vital de qualquer relacionamento. Mas não pode deixar as irritações do dia-a-dia interferirem no romance.
4. Isso é tudo?
O que ele ouve: "Você falhou"
Qualquer comentário sobre a performance ou o equipamento do moço só vai servir para diminuir os dois. O sexo, especialmente para casais que estão indo para a cama pela primeira vez, pode ser confuso. É tudo novo: os corpos, o ritmo... Então, que tal ser mais construtiva, dizendo a ele o que está fazendo certo?
5. Contei a você a viagem que eu e Ricardo fizemos ao Pantanal?
O que ele ouve: "Você não chega aos pés dos outros homens que tive"
Mencionar ex-namorados na cama vai parecer um lembrete freudiano de que você não está satisfeita. Mesmo comparar o seu namorado favoravelmente, comentando como o ex era baixinho ou mal-humorado, não é boa política. E, para arrematar: se quer que ele se concentre em você, não pergunte sobre as ex dele, quando estiverem na cama. A última coisa de que precisa é um ménage à trois com as lembranças do seu último amor.
Fonte: M de Mulher
http://sexomulherzinha.blogspot.com/2011/06/5-perguntas-que-acabam-com-o-clima-no.html
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Casos de gravidez na adolescência caem 37% em 11 anos em SP
26/07/2011 - 12h13
Casos de gravidez na adolescência caem 37% em 11 anos em SP
DE SÃO PAULO
A Secretaria Estadual de Saúde divulgou nesta terça-feira um balanço em que aponta queda de 37% no número de adolescentes grávidas em São Paulo, entre os anos de 1998 e 2009. São consideradas na pesquisa garotas com idades entre 10 e 19 anos.
Segundo os dados, foram registrados 148.018 casos de gravidez na adolescência em todo o Estado no ano de 1998. Já em 2009 --último dado consolidado--, esse número caiu para 92.812 casos.
A queda mais acentuada foi registrada na faixa etária de 15 a 19 anos. O número de adolescentes grávidas nessa idade caiu de 143.490, em 1998, para 89.176, em 2009, o que corresponde a uma queda de 37,8%.
Já entre as jovens com idades entre 10 e 14 anos, a queda no índice de gravidez foi de 19,7%. Foram 4.528 casos em 1998, contra 3.636 em 2009.
A secretaria informou que para auxiliar na prevenção à gravidez, desde julho de 2007, estão disponíveis contraceptivos comuns e pílulas do dia seguinte em 20 unidades da Farmácia Dose Certa, na capital, situadas em estações de metrô, trem e centros de saúde.
Para o interior, litoral e Grande São Paulo a Secretaria também passou a enviar anticoncepcionais, pílulas do dia seguinte e DIUs, para distribuição em Unidades Básicas de Saúde, em complemento ao repasse do governo federal.
A pasta ainda mantém um telefone para tirar dúvidas dos adolescentes sobre sexo seguro, anticoncepcionais e relacionamentos afetivos, entre outros assuntos. Uma equipe atende jovens que ligam em busca de algum tipo de orientação, pelo telefone (11) 3819-2022. O horário de funcionamento é de segunda à sexta-feira, das 11h às 14h.
http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/949865-casos-de-gravidez-na-adolescencia-caem-37-em-11-anos-em-sp.shtml
Casos de gravidez na adolescência caem 37% em 11 anos em SP
DE SÃO PAULO
A Secretaria Estadual de Saúde divulgou nesta terça-feira um balanço em que aponta queda de 37% no número de adolescentes grávidas em São Paulo, entre os anos de 1998 e 2009. São consideradas na pesquisa garotas com idades entre 10 e 19 anos.
Segundo os dados, foram registrados 148.018 casos de gravidez na adolescência em todo o Estado no ano de 1998. Já em 2009 --último dado consolidado--, esse número caiu para 92.812 casos.
A queda mais acentuada foi registrada na faixa etária de 15 a 19 anos. O número de adolescentes grávidas nessa idade caiu de 143.490, em 1998, para 89.176, em 2009, o que corresponde a uma queda de 37,8%.
Já entre as jovens com idades entre 10 e 14 anos, a queda no índice de gravidez foi de 19,7%. Foram 4.528 casos em 1998, contra 3.636 em 2009.
A secretaria informou que para auxiliar na prevenção à gravidez, desde julho de 2007, estão disponíveis contraceptivos comuns e pílulas do dia seguinte em 20 unidades da Farmácia Dose Certa, na capital, situadas em estações de metrô, trem e centros de saúde.
Para o interior, litoral e Grande São Paulo a Secretaria também passou a enviar anticoncepcionais, pílulas do dia seguinte e DIUs, para distribuição em Unidades Básicas de Saúde, em complemento ao repasse do governo federal.
A pasta ainda mantém um telefone para tirar dúvidas dos adolescentes sobre sexo seguro, anticoncepcionais e relacionamentos afetivos, entre outros assuntos. Uma equipe atende jovens que ligam em busca de algum tipo de orientação, pelo telefone (11) 3819-2022. O horário de funcionamento é de segunda à sexta-feira, das 11h às 14h.
http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/949865-casos-de-gravidez-na-adolescencia-caem-37-em-11-anos-em-sp.shtml
Skinhead gay luta contra a homofobia pelas ruas de São Paulo
26/07/2011 - 16h04
Skinhead gay luta contra a homofobia pelas ruas de São Paulo
CRISTINA MORENO DE CASTRO
DE SÃO PAULO
Aos 16 anos, Danilo se interessou pela cultura skinhead, de suspensórios, coturnos, tatuagens e cabeças raspadas. Entrar nessa tribo teria sido fácil, não fosse por um detalhe: ele é gay.
Skinheads 'da paz' querem se livrar do estigma de racistas
"Eu pensava: não dá para eu falar que sou skinhead porque os caras não gostam de gay." Naquela época, alguns carecas já ocupavam as páginas policiais dos jornais, com seus ataques a negros.
Marisa Cauduro-30.jun.11/Folhapress
O skinhead Danilo, 29, que quebrou o braço durante confronto com policiais na marcha da maconha em SP
"Mas esses fascistas são minoria", assegura, apesar de ser alvo deles. Ele diz que a tribo cultural surgiu na Jamaica, nos anos 60, e se disseminou com imigrantes que foram trabalhar como operários na Inglaterra, no mesmo período em que o movimento punk também surgia nos subúrbios britânicos.
Ao explicar por que resolveu entrar para esse grupo, diz simplesmente: "Skinhead é um cara que gosta de ouvir ska, tomar cerveja e jogar futebol com os amigos."
Hoje, aos 29 anos, ele articula uma das vertentes que ajudou a criar, há dois anos: a Ação Antifascista, que reúne 136 pessoas na rede social Facebook.
O grupo também tem duas lésbicas skinheads, seis punks bissexuais e dois que se definem como assexuados. O restante é heterossexual, mas defende a luta contra a homofobia.
"Somos contra qualquer tipo de preconceito e lutamos pelas liberdades."
Eles costumam se reunir em botecos, semanalmente, mas agora terão uma sede própria, com direito a eventos para tentar desmistificar a ideia de que todo skinhead e punk é brutamontes.
Desde que foi criado, o grupo já participou de uma marcha contra a homofobia que ocorreu no fim do ano passado (depois que garotos atacaram homossexuais com lâmpadas fluorescentes na avenida Paulista), de marchas contra o aumento do preço do ônibus, a favor da legalização da maconha e, mais recentemente, esteve na Parada Gay.
Pela primeira vez, eles participaram do evento em grupo, empunhando uma faixa que dizia que punks e skinheads estavam juntos --o que já é raro-- contra a homofobia --o que foi surpreendente para muita gente, que chegou a aplaudir o grupo durante o desfile.
Até policiais se surpreenderam: os membros da Ação Antifascista chegaram a ser enquadrados minutos antes de começar a Parada e foram detidos quando se reuniam para organizar a participação, na quinta-feira anterior.
Em maio, na marcha da maconha que terminou em confronto com a polícia, Danilo quebrou um braço ao tentar fugir de uma bomba de efeito moral. Ficou uma semana internado e, três dias depois de sair do hospital, foi atacado por uma gangue neonazista chamada Front 88.
Hoje ele evita a Galeria do Rock, a rua Augusta, a Paulista e a Liberdade, onde essas gangues se reúnem, por ser alvo fácil: "É como se eu andasse com uma setinha: aqui, anarquista, skinhead e homossexual, bata nele."
http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/949886-skinhead-gay-luta-contra-a-homofobia-pelas-ruas-de-sao-paulo.shtml
Skinhead gay luta contra a homofobia pelas ruas de São Paulo
CRISTINA MORENO DE CASTRO
DE SÃO PAULO
Aos 16 anos, Danilo se interessou pela cultura skinhead, de suspensórios, coturnos, tatuagens e cabeças raspadas. Entrar nessa tribo teria sido fácil, não fosse por um detalhe: ele é gay.
Skinheads 'da paz' querem se livrar do estigma de racistas
"Eu pensava: não dá para eu falar que sou skinhead porque os caras não gostam de gay." Naquela época, alguns carecas já ocupavam as páginas policiais dos jornais, com seus ataques a negros.
Marisa Cauduro-30.jun.11/Folhapress
O skinhead Danilo, 29, que quebrou o braço durante confronto com policiais na marcha da maconha em SP
"Mas esses fascistas são minoria", assegura, apesar de ser alvo deles. Ele diz que a tribo cultural surgiu na Jamaica, nos anos 60, e se disseminou com imigrantes que foram trabalhar como operários na Inglaterra, no mesmo período em que o movimento punk também surgia nos subúrbios britânicos.
Ao explicar por que resolveu entrar para esse grupo, diz simplesmente: "Skinhead é um cara que gosta de ouvir ska, tomar cerveja e jogar futebol com os amigos."
Hoje, aos 29 anos, ele articula uma das vertentes que ajudou a criar, há dois anos: a Ação Antifascista, que reúne 136 pessoas na rede social Facebook.
O grupo também tem duas lésbicas skinheads, seis punks bissexuais e dois que se definem como assexuados. O restante é heterossexual, mas defende a luta contra a homofobia.
"Somos contra qualquer tipo de preconceito e lutamos pelas liberdades."
Eles costumam se reunir em botecos, semanalmente, mas agora terão uma sede própria, com direito a eventos para tentar desmistificar a ideia de que todo skinhead e punk é brutamontes.
Desde que foi criado, o grupo já participou de uma marcha contra a homofobia que ocorreu no fim do ano passado (depois que garotos atacaram homossexuais com lâmpadas fluorescentes na avenida Paulista), de marchas contra o aumento do preço do ônibus, a favor da legalização da maconha e, mais recentemente, esteve na Parada Gay.
Pela primeira vez, eles participaram do evento em grupo, empunhando uma faixa que dizia que punks e skinheads estavam juntos --o que já é raro-- contra a homofobia --o que foi surpreendente para muita gente, que chegou a aplaudir o grupo durante o desfile.
Até policiais se surpreenderam: os membros da Ação Antifascista chegaram a ser enquadrados minutos antes de começar a Parada e foram detidos quando se reuniam para organizar a participação, na quinta-feira anterior.
Em maio, na marcha da maconha que terminou em confronto com a polícia, Danilo quebrou um braço ao tentar fugir de uma bomba de efeito moral. Ficou uma semana internado e, três dias depois de sair do hospital, foi atacado por uma gangue neonazista chamada Front 88.
Hoje ele evita a Galeria do Rock, a rua Augusta, a Paulista e a Liberdade, onde essas gangues se reúnem, por ser alvo fácil: "É como se eu andasse com uma setinha: aqui, anarquista, skinhead e homossexual, bata nele."
http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/949886-skinhead-gay-luta-contra-a-homofobia-pelas-ruas-de-sao-paulo.shtml
Índio é preso no Sul da Bahia acusado de abusar de oito crianças
27/07/2011 - 05h59
Índio é preso no Sul da Bahia acusado de abusar de oito crianças
Anderson Sotero
Especial para o UOL Notícias
Em Salvador
O índio Tupinambá Fidelcino dos Santos, de 67 anos, foi preso em Belmonte, a 695 km de Salvador, acusado de abusar sexualmente de oito meninos e meninas da tribo Patiburi, que fica no povoado de Boca do Córrego, em Belmonte.
As vítimas, entre elas uma menina de sete anos com síndrome de Down, tinham idades entre 3 e 11 anos. De acordo com a polícia, os abusos eram praticados pelo índio há mais de um ano.
O crime só foi descoberto quando a mãe de uma das meninas abusadas, de apenas 3 anos, procurou a cacique da tribo, Maria do Carmo Querino Santos, conhecida como Kátia, para denunciar o abuso. A cacique começou a investigar a denúncia e descobriu que o índio era apontado como o responsável pelo abuso de outras crianças da tribo.
“Ele ameaçava as vítimas com um facão e dizia que mataria os pais das crianças caso fosse denunciado”, disse a titular da Delegacia Territorial de Belmonte, a delegada Teronite Bezerra.
O índio Tupinambá, que vivia na mesma tribo das vítimas, é casado e pai de quatro filhos. Ele foi preso em flagrante pela Polícia Militar e conduzido para a delegacia da cidade, onde permanece sob custódia. Ainda de acordo com a delegada, ele será transferido para a cidade de Porto Seguro por motivo de segurança.
http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2011/07/27/indio-e-preso-no-sul-da-bahia-acusado-de-abusar-de-oito-criancas.jhtm
Índio é preso no Sul da Bahia acusado de abusar de oito crianças
Anderson Sotero
Especial para o UOL Notícias
Em Salvador
O índio Tupinambá Fidelcino dos Santos, de 67 anos, foi preso em Belmonte, a 695 km de Salvador, acusado de abusar sexualmente de oito meninos e meninas da tribo Patiburi, que fica no povoado de Boca do Córrego, em Belmonte.
As vítimas, entre elas uma menina de sete anos com síndrome de Down, tinham idades entre 3 e 11 anos. De acordo com a polícia, os abusos eram praticados pelo índio há mais de um ano.
O crime só foi descoberto quando a mãe de uma das meninas abusadas, de apenas 3 anos, procurou a cacique da tribo, Maria do Carmo Querino Santos, conhecida como Kátia, para denunciar o abuso. A cacique começou a investigar a denúncia e descobriu que o índio era apontado como o responsável pelo abuso de outras crianças da tribo.
“Ele ameaçava as vítimas com um facão e dizia que mataria os pais das crianças caso fosse denunciado”, disse a titular da Delegacia Territorial de Belmonte, a delegada Teronite Bezerra.
O índio Tupinambá, que vivia na mesma tribo das vítimas, é casado e pai de quatro filhos. Ele foi preso em flagrante pela Polícia Militar e conduzido para a delegacia da cidade, onde permanece sob custódia. Ainda de acordo com a delegada, ele será transferido para a cidade de Porto Seguro por motivo de segurança.
http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2011/07/27/indio-e-preso-no-sul-da-bahia-acusado-de-abusar-de-oito-criancas.jhtm
terça-feira, 26 de julho de 2011
Nova pílula para impotência promete efeito rápido
Acaba de ser lançado no mercado brasileiro um novo comprimido para disfunção erétil. Segundo o Folha.com, a nova versão do Levitra, da Bayer, possui sabor de menta e vem em embalagem “discreta”, semelhante a um chiclete.
O efeito do comprimido é mais rápido do que o comum, devido à absorção rápida. A partir de 15 minutos, os efeitos já começam, diferente dos 40 minutos da pílula tradicional.
Há alguns meses, a fabricante do Viagra (Pfizer) lançou uma versão mastigável e também com sabor de menta, no México. Ainda não há previsão de vendas para o comprimido no Brasil.
O diferencial para o gênero de comprimidos foi lançado ano passado pela fabricante do Cialis (Eli Lilly), quando criou uma forma de uso diário do remédio.
http://www.opovo.com.br/app/maisnoticias/saude/2011/07/25/noticiasaude,2271365/nova-pilula-para-impotencia-promete-efeito-rapido.shtml
O efeito do comprimido é mais rápido do que o comum, devido à absorção rápida. A partir de 15 minutos, os efeitos já começam, diferente dos 40 minutos da pílula tradicional.
Há alguns meses, a fabricante do Viagra (Pfizer) lançou uma versão mastigável e também com sabor de menta, no México. Ainda não há previsão de vendas para o comprimido no Brasil.
O diferencial para o gênero de comprimidos foi lançado ano passado pela fabricante do Cialis (Eli Lilly), quando criou uma forma de uso diário do remédio.
http://www.opovo.com.br/app/maisnoticias/saude/2011/07/25/noticiasaude,2271365/nova-pilula-para-impotencia-promete-efeito-rapido.shtml
Os últimos românticos
Os últimos românticos
Pesquisa americana sugere que são os homens os mais românticos em uma relação
Por Ilana Ramos
Data de Publicação: 18/7/2011 11:19:00
Esqueça tudo que você já ouviu sobre relacionamentos entre homem e mulher. Que os homens gostam de ter várias parceiras, que as mulheres são mais carinhosas, que eles não gostam de ficar casados por muitos anos. Um estudo encomendado pelo Instituto Kinsey de Sexualidade Humana, dos Estados Unidos, revelou que os homens, mais que as mulheres, preferem relacionamentos longos e estáveis e que são elas que dão mais valor à satisfação sexual do que afetiva.
O estudo envolveu mais de mil casais de cinco países diferentes: Alemanha, Brasil, Espanha, Estados Unidos e Japão. A idade dos envolvidos na pesquisa variou de 40 até 70 anos de idade, estando juntos por um tempo médio de 25 anos. Os casais tiveram que responder questionários específicos para cada gênero, com perguntas sobre a frequência com que faziam carinho no parceiro ou o grau de felicidade no casamento. E os resultados foram impressionantes.
Beijos e abraços foram mencionados mais pelos homens do que pelas mulheres como precursores da felicidade. Eles também revelaram que eram mais felizes do que as mulheres em relacionamentos longos. Em contrapartida, foram as mulheres que se mostraram mais satisfeitas sexualmente. Outro estereótipo surpreendente foi quebrado com a pesquisa: homens que tiveram maior número de parceiras sexuais ao longo da vida foram os que declararam estarem menos felizes na cama. Com relação aos países, os casais que se declararam mais felizes no casamento foram os japoneses, enquanto que os menos felizes foram os brasileiros e espanhóis. Sexualmente, as mulheres japonesas também saem na frente no quesito satisfação, acompanhadas de perto pelas brasileiras.
Resultados como esses impressionaram até especialistas da área. A terapeuta sexual do Instituto Paulista de Sexualidade (INPASEX) Juliana Bonetti Simão gostou do resultado. “Acho a pesquisa surpreendente, pois mostra resultados diferentes dos que são difundidos no senso comum. A pesquisa mostrou que o homem é mais feliz quanto mais tempo permanece com uma parceira. Cabe dizer então, aquele velho clichê que foi reforçado pelo estudo em questão: ‘O que importa não é a quantidade de relações e sim a qualidade das mesmas’. Outro item importante que foi evidenciado e que chama a minha atenção refere-se ao fato de que o Brasil apresentou o maior índice de insatisfação com o casamento dentre todos os países pesquisados. A questão levantada por mim em relação a isso é a de que o Brasil sempre foi conhecido por ser um país tropical em que a sexualidade e a afetividade são vividas de maneira mais tranquila que se comparado a outros países. Acho a pesquisa importante por trabalhar com quebra de crenças e mitos a partir de resultado concretos”, disse.
A cultura de cada país é um fator-chave para a definição dos níveis de felicidade e satisfação nos casamentos. Juliana avalia que “um país oriental como o Japão possui valores ancestrais a respeito do casamento. Creio que há toda uma educação voltada para o fortalecimento dessa instituição. A cultura oriental, em geral, tem barreiras fortalecidas no que se refere à entrada de novos valores de culturas diferentes. Possivelmente, há um investimento emocional nessas relações, da parceria, para que elas consigam ter tanta felicidade no matrimônio”.
Os estereótipos não são bem vistos aos olhos dos especialistas e a quebra de alguns deles pode ser positiva tanto para o profissional quanto para o paciente. “Gosto quando mitos e crenças são quebrados. Uma crença trazida por alguém em consultório muitas vezes pode ser causa de disfunção. Acho que o homem sofre muito com o mito construído em torno de si. Corresponder ao que lhe é exigido pode lhe custar caro. O resultado da pesquisa mostra o outro lado da questão, que por mais que o homem tenha que seguir esse arquétipo do machão, no seu íntimo eles também necessitam serem compreendidos de outras maneiras”, diz a especialista.
http://www.maisde50.com.br/impressao.asp?conteudo_id=8351
Pesquisa americana sugere que são os homens os mais românticos em uma relação
Por Ilana Ramos
Data de Publicação: 18/7/2011 11:19:00
Esqueça tudo que você já ouviu sobre relacionamentos entre homem e mulher. Que os homens gostam de ter várias parceiras, que as mulheres são mais carinhosas, que eles não gostam de ficar casados por muitos anos. Um estudo encomendado pelo Instituto Kinsey de Sexualidade Humana, dos Estados Unidos, revelou que os homens, mais que as mulheres, preferem relacionamentos longos e estáveis e que são elas que dão mais valor à satisfação sexual do que afetiva.
O estudo envolveu mais de mil casais de cinco países diferentes: Alemanha, Brasil, Espanha, Estados Unidos e Japão. A idade dos envolvidos na pesquisa variou de 40 até 70 anos de idade, estando juntos por um tempo médio de 25 anos. Os casais tiveram que responder questionários específicos para cada gênero, com perguntas sobre a frequência com que faziam carinho no parceiro ou o grau de felicidade no casamento. E os resultados foram impressionantes.
Beijos e abraços foram mencionados mais pelos homens do que pelas mulheres como precursores da felicidade. Eles também revelaram que eram mais felizes do que as mulheres em relacionamentos longos. Em contrapartida, foram as mulheres que se mostraram mais satisfeitas sexualmente. Outro estereótipo surpreendente foi quebrado com a pesquisa: homens que tiveram maior número de parceiras sexuais ao longo da vida foram os que declararam estarem menos felizes na cama. Com relação aos países, os casais que se declararam mais felizes no casamento foram os japoneses, enquanto que os menos felizes foram os brasileiros e espanhóis. Sexualmente, as mulheres japonesas também saem na frente no quesito satisfação, acompanhadas de perto pelas brasileiras.
Resultados como esses impressionaram até especialistas da área. A terapeuta sexual do Instituto Paulista de Sexualidade (INPASEX) Juliana Bonetti Simão gostou do resultado. “Acho a pesquisa surpreendente, pois mostra resultados diferentes dos que são difundidos no senso comum. A pesquisa mostrou que o homem é mais feliz quanto mais tempo permanece com uma parceira. Cabe dizer então, aquele velho clichê que foi reforçado pelo estudo em questão: ‘O que importa não é a quantidade de relações e sim a qualidade das mesmas’. Outro item importante que foi evidenciado e que chama a minha atenção refere-se ao fato de que o Brasil apresentou o maior índice de insatisfação com o casamento dentre todos os países pesquisados. A questão levantada por mim em relação a isso é a de que o Brasil sempre foi conhecido por ser um país tropical em que a sexualidade e a afetividade são vividas de maneira mais tranquila que se comparado a outros países. Acho a pesquisa importante por trabalhar com quebra de crenças e mitos a partir de resultado concretos”, disse.
A cultura de cada país é um fator-chave para a definição dos níveis de felicidade e satisfação nos casamentos. Juliana avalia que “um país oriental como o Japão possui valores ancestrais a respeito do casamento. Creio que há toda uma educação voltada para o fortalecimento dessa instituição. A cultura oriental, em geral, tem barreiras fortalecidas no que se refere à entrada de novos valores de culturas diferentes. Possivelmente, há um investimento emocional nessas relações, da parceria, para que elas consigam ter tanta felicidade no matrimônio”.
Os estereótipos não são bem vistos aos olhos dos especialistas e a quebra de alguns deles pode ser positiva tanto para o profissional quanto para o paciente. “Gosto quando mitos e crenças são quebrados. Uma crença trazida por alguém em consultório muitas vezes pode ser causa de disfunção. Acho que o homem sofre muito com o mito construído em torno de si. Corresponder ao que lhe é exigido pode lhe custar caro. O resultado da pesquisa mostra o outro lado da questão, que por mais que o homem tenha que seguir esse arquétipo do machão, no seu íntimo eles também necessitam serem compreendidos de outras maneiras”, diz a especialista.
http://www.maisde50.com.br/impressao.asp?conteudo_id=8351
- Consulta especializada de salud en Santa Clara - Cuba
- Consulta especializada de salud en Santa Clara - Cuba
lunes, 25 de julio de 2011
La Habana.- La ciudad de Santa Clara, capital de la provincia cubana de Villa Clara, cuenta con los servicios de una consulta especializada de orientación y terapia sexual.
Según expertos, esta modalidad apunta a garantizar la orientación profesional en casos de disfunciones sexuales, las cuales también pueden presentarse en los jóvenes.
En ese sentido, se atienden problemas relacionados con la eyaculación precoz y la anorgasmia o ausencia de orgasmo durante el coito, entre otras situaciones.
Unido a ello están la incomunicación de las parejas, diferentes maneras de violencia, las etapas del climaterio y las conductas sexuales y reproductivas incorrectas.
En otra fase aplican la terapia según las problemáticas de la pareja, pues no existen trastornos orgánicos que estén separados del componente psicológico.
http://www.dtcuba.com/shownews.aspx?c=35621&ref=dtcnews&lng=1
lunes, 25 de julio de 2011
La Habana.- La ciudad de Santa Clara, capital de la provincia cubana de Villa Clara, cuenta con los servicios de una consulta especializada de orientación y terapia sexual.
Según expertos, esta modalidad apunta a garantizar la orientación profesional en casos de disfunciones sexuales, las cuales también pueden presentarse en los jóvenes.
En ese sentido, se atienden problemas relacionados con la eyaculación precoz y la anorgasmia o ausencia de orgasmo durante el coito, entre otras situaciones.
Unido a ello están la incomunicación de las parejas, diferentes maneras de violencia, las etapas del climaterio y las conductas sexuales y reproductivas incorrectas.
En otra fase aplican la terapia según las problemáticas de la pareja, pues no existen trastornos orgánicos que estén separados del componente psicológico.
http://www.dtcuba.com/shownews.aspx?c=35621&ref=dtcnews&lng=1
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