04/08/2011
Vale a pena investir na lingerie para apimentar a relação? Nossa guru de sexo responde
Por Redação Marie Claire
Sim, vale, e bastante. E não apenas porque os homens reparam ou não. Mas, principalmente, pelo fato de que o uso da lingerie faz com que nós, mulheres, nos sintamos mais sedutoras e capazes de atuar sexualmente, o que faz com que a relação flua melhor.
Leia mais: ficar com homens (bem) mais novos exige cuidados?
O cuidado com a lingerie é um dos principais termômetros para avaliarmos em que pé está a relação. Quando o homem e a mulher saem em busca e usam roupas íntimas bonitas (e não necessariamente caras), isso indica que eles ainda estão fazendo um convite um ao outro ao sexo. Há uma chama ali, eles estão sexualmente ativos, uma das conexões essenciais de uma relação amorosa.
Em geral, os homens reparam e reclamam quando a lingerie é feia, de cores pouco atrativas, como o bege, ou, pior, tem alguns furinhos. É a partir daí que eles começam a se queixar que a mulher não se cuida, não desenvolve mais possibilidades de sedução. Dormir com uma camiseta velha vez ou outra é normal e todo mundo faz; afinal, não dá para estar impecável o tempo inteiro. O problema é quando isso torna-se um hábito. Se for assim, pode apostar que a relação já entrou em crise.
Uma boa dica de leitura para se inspirar é o livro "Erotica Universalis", da editora Taschen, que conta a história da lingerie ao longo do tempo. É bom entender também que a escolha por peças íntimas bonitas é um cuidado primeiro com você, que se estende a todo o resto.
Carla Zeglio integra o time exclusivo de GURUS de Marie Claire que responderão às dúvidas das internautas aqui no site.
http://revistamarieclaire.globo.com/Revista/Common/1,,EMI253715-17613,00.html
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Apenas uma em cada dez relações tem amor saudável, diz especialista
04/08/2011 - 07h00
Apenas uma em cada dez relações tem amor saudável, diz especialista
Márcia Moreno
Especial para o UOL Ciência e Saúde
"Não gosto nada da metáfora da metade da laranja, isso é bem patológico. Somos uma laranjinha inteira, e o outro também é", diz psicóloga
Homens são metade dos meus pacientes, diz especialista em amor patológico
"Eu preciso ter alguém. Quando fico sozinha, me sinto num beco sem saída", conta paciente
O namorado ciumento, a moça obsessiva, a esposa possessiva, o homem dependente... Segundo a psicanalista Tatiana Ades, de cada dez relacionamentos apenas um tem um amor saudável. Os outros apresentam um amor 'doentio' como a co-dependência, a depressão afetiva, o ciúme exagerado, que podem chegar a agressões físicas e verbais.
“O amor patológico é a incapacidade de se relacionar de uma forma saudável”, explica a especialista no assunto, autora do livro sobre o tema “Escravas de Eros”. “Numa relação ideal não há jogos de poder e competição, não há dominador e submisso”.
“O amor patológico é considerado um distúrbio mental, há pesquisas que o consideram muito semelhante à dependência química. Os sintomas principais e até crises parecidas com abstinência ocorrem nas pessoas que sofrem desse problema”, descreve a psicóloga Eliana Arruda.
Algumas pesquisas mostram que a abstinência de quem sofre amor patológico é a mesma da pessoa viciada em cocaína. “Elas têm tremores, vômitos, falta de ar, síndrome do pânico e uma forte depressão”, descreve Ades. “Sou co-dependente. Isso significa que sou uma pessoa dependente de outra para viver. Ou melhor, da situação que vivo com o outro. É como ser viciado em uma droga: eu preciso daquilo para seguir em frente”, conta Samara (nome fictício), que sofre da doença.
Para as especialistas, o amor doentio é cada vez mais frequente nos últimos tempos. “As relações sociais mudaram”, afirma a psicóloga. “Cada vez mais o outro é visto na sociedade como uma coisa passível de apropriação. Assim a ideia de possuir, de ter o outro como uma extensão e objeto de minha necessidade é um gatilho para provocar a manifestação da patologia”, diz.
“Os relacionamentos de hoje não são saudáveis”, diz Ades. “Trata-se de um problema cultural, onde os laços entre os indivíduos são precários. Tem um autor que gosto muito, Zygmunt Bauman, que mostra que vivemos em uma sociedade líquida, com amores rápidos”.
Hora de buscar ajuda
Engana-se quem pensa que sendo amor, ele é bom e não traz problemas. O amor patológico precisa de atenção. “Assim como na maior parte das doenças mentais, o extremo do sofrimento pode levar a pessoa a oferecer perigo a si mesma ou ao outro. Isso explica ser tão comum a violência entre casais, crimes em que um companheiro faz o outro de refém, ameaças de morte, ameaças de suicídio, até mesmo matar por não se conformarem com a perda do outro. Isso precisa ser tratado”, afirma Arruda. “É um vício que pode matar”, alerta Ades.
Na maioria dos casos, o paciente precisa de um acompanhamento psiquiátrico. “Muitas vezes torna-se necessária, sim, a administração de medicamentos, especialmente os que diminuem a ansiedade. Quando há outras patologias associadas, pode-se indicar também estabilizadores de humor e/ou antidepressivos. Somente os médicos podem avaliar caso a caso a necessidade de cada um”, conta a psicóloga.
Mas o primeiro passo é saber identificar que a ajuda profissional é necessária. “Eu percebi que não quero ser mais co-dependente. Quero conquistar meu espaço e ser feliz, mas preciso de um empurrãozinho”, confirma Samara, que freqüenta um consultório de psicanálise.
Os grupos de apoio também são excelentes alternativas, já que ali a pessoa percebe que o que sente é uma doença. “O mundo também tende a romantizar o próprio nome do transtorno. Amor, a princípio, é uma virtude. No grupo, a pessoa percebe que o suposto amor é na verdade uma doença de dependência de um lado e co-dependência do outro”, explica Arruda. A psicanalista lembra que “observar que há pessoas que passam ou já viveram e superaram situações semelhantes ajuda no processo”.
Amor saudável
Mas o que é ter um relacionamento saudável? “Se eu tivesse a fórmula do amor ideal, nem venderia, doaria a patente para o bem da humanidade”, brinca a psicóloga.
“O que deve ser construído na relação é um espaço em que duas pessoas se sintam bem. Não gosto nada da metáfora da metade da laranja, isso é bem patológico. Somos uma laranjinha inteira, e o outro também o é. E tem-se a vontade e o prazer de ficarmos juntos, esse seria o ideal. Enfim, cada um tem de ser e manifestar-se em sua identidade, ou seja, ser espontâneo, estar com o outro da forma que é e por querer. Tentar agradar demais, perder sua identidade para isso, ou exigir mudar o outro tanto a esse ponto é sinal de alerta!”, avalia.
“O amor saudável é o que permite que cada um seja realizado, é vontade e não necessidade de se estar junto, é respeitar a individualidade de cada um e administrar, conviver com as diferenças”. “Não é um conto de fadas e construir um bom relacionamento dá trabalho”, finaliza a psicanalista.
http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultimas-noticias/2011/08/04/apenas-uma-em-cada-dez-relacoes-tem-amor-saudavel-diz-especialista.jhtm
Apenas uma em cada dez relações tem amor saudável, diz especialista
Márcia Moreno
Especial para o UOL Ciência e Saúde
"Não gosto nada da metáfora da metade da laranja, isso é bem patológico. Somos uma laranjinha inteira, e o outro também é", diz psicóloga
Homens são metade dos meus pacientes, diz especialista em amor patológico
"Eu preciso ter alguém. Quando fico sozinha, me sinto num beco sem saída", conta paciente
O namorado ciumento, a moça obsessiva, a esposa possessiva, o homem dependente... Segundo a psicanalista Tatiana Ades, de cada dez relacionamentos apenas um tem um amor saudável. Os outros apresentam um amor 'doentio' como a co-dependência, a depressão afetiva, o ciúme exagerado, que podem chegar a agressões físicas e verbais.
“O amor patológico é a incapacidade de se relacionar de uma forma saudável”, explica a especialista no assunto, autora do livro sobre o tema “Escravas de Eros”. “Numa relação ideal não há jogos de poder e competição, não há dominador e submisso”.
“O amor patológico é considerado um distúrbio mental, há pesquisas que o consideram muito semelhante à dependência química. Os sintomas principais e até crises parecidas com abstinência ocorrem nas pessoas que sofrem desse problema”, descreve a psicóloga Eliana Arruda.
Algumas pesquisas mostram que a abstinência de quem sofre amor patológico é a mesma da pessoa viciada em cocaína. “Elas têm tremores, vômitos, falta de ar, síndrome do pânico e uma forte depressão”, descreve Ades. “Sou co-dependente. Isso significa que sou uma pessoa dependente de outra para viver. Ou melhor, da situação que vivo com o outro. É como ser viciado em uma droga: eu preciso daquilo para seguir em frente”, conta Samara (nome fictício), que sofre da doença.
Para as especialistas, o amor doentio é cada vez mais frequente nos últimos tempos. “As relações sociais mudaram”, afirma a psicóloga. “Cada vez mais o outro é visto na sociedade como uma coisa passível de apropriação. Assim a ideia de possuir, de ter o outro como uma extensão e objeto de minha necessidade é um gatilho para provocar a manifestação da patologia”, diz.
“Os relacionamentos de hoje não são saudáveis”, diz Ades. “Trata-se de um problema cultural, onde os laços entre os indivíduos são precários. Tem um autor que gosto muito, Zygmunt Bauman, que mostra que vivemos em uma sociedade líquida, com amores rápidos”.
Hora de buscar ajuda
Engana-se quem pensa que sendo amor, ele é bom e não traz problemas. O amor patológico precisa de atenção. “Assim como na maior parte das doenças mentais, o extremo do sofrimento pode levar a pessoa a oferecer perigo a si mesma ou ao outro. Isso explica ser tão comum a violência entre casais, crimes em que um companheiro faz o outro de refém, ameaças de morte, ameaças de suicídio, até mesmo matar por não se conformarem com a perda do outro. Isso precisa ser tratado”, afirma Arruda. “É um vício que pode matar”, alerta Ades.
Na maioria dos casos, o paciente precisa de um acompanhamento psiquiátrico. “Muitas vezes torna-se necessária, sim, a administração de medicamentos, especialmente os que diminuem a ansiedade. Quando há outras patologias associadas, pode-se indicar também estabilizadores de humor e/ou antidepressivos. Somente os médicos podem avaliar caso a caso a necessidade de cada um”, conta a psicóloga.
Mas o primeiro passo é saber identificar que a ajuda profissional é necessária. “Eu percebi que não quero ser mais co-dependente. Quero conquistar meu espaço e ser feliz, mas preciso de um empurrãozinho”, confirma Samara, que freqüenta um consultório de psicanálise.
Os grupos de apoio também são excelentes alternativas, já que ali a pessoa percebe que o que sente é uma doença. “O mundo também tende a romantizar o próprio nome do transtorno. Amor, a princípio, é uma virtude. No grupo, a pessoa percebe que o suposto amor é na verdade uma doença de dependência de um lado e co-dependência do outro”, explica Arruda. A psicanalista lembra que “observar que há pessoas que passam ou já viveram e superaram situações semelhantes ajuda no processo”.
Amor saudável
Mas o que é ter um relacionamento saudável? “Se eu tivesse a fórmula do amor ideal, nem venderia, doaria a patente para o bem da humanidade”, brinca a psicóloga.
“O que deve ser construído na relação é um espaço em que duas pessoas se sintam bem. Não gosto nada da metáfora da metade da laranja, isso é bem patológico. Somos uma laranjinha inteira, e o outro também o é. E tem-se a vontade e o prazer de ficarmos juntos, esse seria o ideal. Enfim, cada um tem de ser e manifestar-se em sua identidade, ou seja, ser espontâneo, estar com o outro da forma que é e por querer. Tentar agradar demais, perder sua identidade para isso, ou exigir mudar o outro tanto a esse ponto é sinal de alerta!”, avalia.
“O amor saudável é o que permite que cada um seja realizado, é vontade e não necessidade de se estar junto, é respeitar a individualidade de cada um e administrar, conviver com as diferenças”. “Não é um conto de fadas e construir um bom relacionamento dá trabalho”, finaliza a psicanalista.
http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultimas-noticias/2011/08/04/apenas-uma-em-cada-dez-relacoes-tem-amor-saudavel-diz-especialista.jhtm
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Pesquisa aponta que maioria dos brasileiros rejeita o beijo gay nas novelas
01/08/2011 - 12h55
Pesquisa aponta que maioria dos brasileiros rejeita o beijo gay nas novelas
Do UOL Notícias
Em São Paulo
Uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira (1º) pelo instituto Data Popular constata que os brasileiros se incomodam mais em presenciar um beijo gay ao vivo do que assisti-lo na TV. Dados mostram que seis em cada dez brasileiros rejeitam o beijo gay na novela. A rejeição é maior entre os homens (67%), embora seja alta também entre as mulheres (63%) consultadas pelo instituto.
O estudo se encaixa na recente discussão na mídia sobre os limites do que pode e o que não pode ser exibido numa telenovela. A polêmica surgiu com o beijo entre duas mulheres e a união de um casal de homens veiculados em folhetins de duas grandes emissoras de TV do país, durante o horário nobre.
Dados também apontam que, em relação ao beijo gay, homens são considerados mais preconceituosos que as mulheres. Enquanto 45% deles se incomodam ao presenciar um beijo gay em situações cotidianas, o índice feminino é de 41%.
Homens se mostraram mais intolerantes não só no cotidiano, mas também na família. Quando perguntados se se incomodariam ao descobrir que um filho ou filha é homossexual, 59% disseram que sim. O índice das mulher é menor que o dos homens, 47%, porém também alto.
http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2011/08/01/pesquisa-aponta-que-6-em-cada-dez-brasileiros-rejeitam-o-beijo-gay-nas-novelas.jhtm
Pesquisa aponta que maioria dos brasileiros rejeita o beijo gay nas novelas
Do UOL Notícias
Em São Paulo
Uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira (1º) pelo instituto Data Popular constata que os brasileiros se incomodam mais em presenciar um beijo gay ao vivo do que assisti-lo na TV. Dados mostram que seis em cada dez brasileiros rejeitam o beijo gay na novela. A rejeição é maior entre os homens (67%), embora seja alta também entre as mulheres (63%) consultadas pelo instituto.
O estudo se encaixa na recente discussão na mídia sobre os limites do que pode e o que não pode ser exibido numa telenovela. A polêmica surgiu com o beijo entre duas mulheres e a união de um casal de homens veiculados em folhetins de duas grandes emissoras de TV do país, durante o horário nobre.
Dados também apontam que, em relação ao beijo gay, homens são considerados mais preconceituosos que as mulheres. Enquanto 45% deles se incomodam ao presenciar um beijo gay em situações cotidianas, o índice feminino é de 41%.
Homens se mostraram mais intolerantes não só no cotidiano, mas também na família. Quando perguntados se se incomodariam ao descobrir que um filho ou filha é homossexual, 59% disseram que sim. O índice das mulher é menor que o dos homens, 47%, porém também alto.
http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2011/08/01/pesquisa-aponta-que-6-em-cada-dez-brasileiros-rejeitam-o-beijo-gay-nas-novelas.jhtm
Político de Gana manda prender todos os homossexuais do oeste do país
21/07/2011 - 12h14
Político de Gana manda prender todos os homossexuais do oeste do país
Do UOL Notícias
Em São Paulo
O administrador regional do oeste de Gana, Paul Evans Aidoo, mandou prender todos os homossexuais desta parte do país.
Aidoo pediu ajuda às forças de segurança do país para que busquem e capturem os gays ou até mesmo pessoas suspeitas de serem homossexuais.
"Todos os esforços estão sendo tomados para nos livrarmos dessas pessoas", afirmou.
A ação de Aidoo ocorre após meses de campanha do Conselho Cristão de Gana que fez um apelo à população, na semana passada, para que não votem em políticos que sejam à favor dos direitos dos homossexuais.
Muçulmanos e cristãos do oeste do país fizeram protestos desde que a mídia local estimou que cerca de 8.000 homossexuais viveriam na região.
O advogado Ernest Kofi Abotsie, da Universidade Kwame Nkrumah, questionou a legalidade da ação tomada por Aidoo.
Segundo Abotsie, o código penal do país é ambíguo já que proíbe "relações carnais não-naturais". Além disso, políticos não deveriam controlar a ação da polícia.
* Com informações do jornal ganês "Joy Online"
http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/internacional/2011/07/21/politico-de-gana-manda-prender-todos-os-homossexuais-do-oeste-do-pais.jhtm
Político de Gana manda prender todos os homossexuais do oeste do país
Do UOL Notícias
Em São Paulo
O administrador regional do oeste de Gana, Paul Evans Aidoo, mandou prender todos os homossexuais desta parte do país.
Aidoo pediu ajuda às forças de segurança do país para que busquem e capturem os gays ou até mesmo pessoas suspeitas de serem homossexuais.
"Todos os esforços estão sendo tomados para nos livrarmos dessas pessoas", afirmou.
A ação de Aidoo ocorre após meses de campanha do Conselho Cristão de Gana que fez um apelo à população, na semana passada, para que não votem em políticos que sejam à favor dos direitos dos homossexuais.
Muçulmanos e cristãos do oeste do país fizeram protestos desde que a mídia local estimou que cerca de 8.000 homossexuais viveriam na região.
O advogado Ernest Kofi Abotsie, da Universidade Kwame Nkrumah, questionou a legalidade da ação tomada por Aidoo.
Segundo Abotsie, o código penal do país é ambíguo já que proíbe "relações carnais não-naturais". Além disso, políticos não deveriam controlar a ação da polícia.
* Com informações do jornal ganês "Joy Online"
http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/internacional/2011/07/21/politico-de-gana-manda-prender-todos-os-homossexuais-do-oeste-do-pais.jhtm
Dispareunia: Você sabe o que é isso ???
Dispareunia: Você sabe o que é isso ???
A dor que algumas mulheres relatam sentir durante a relação sexual recebe o nome científico de Dispareunia. (dor na relação). A origem dessa dor que impede a mulher de ter uma relação sexual satisfatória, podem ser tanto de origem Psicológica ou Física. ´
Origem Psicológica: Como causas psicológicas temos aproximadamente uma porcentagem de 40% que está relacionada com a falta de lubrificação. Muitas mulheres apresentam esta dificuldade em se lubrificar, por não estar muito a fim de transar, devido ao cotidiano da relação que a impede de ficar excitada pois, a lubirificação da vagina é causada pela excitação. Se uma mulher durante a relação sexual, por algum motivo sentir-se nervosa, tensa ou ansiosa, logo não acontecerá a lubrificação vaginal, o que poderá causar a dor. Outro fato que pode comprometer a falta de lubriifcação, é a falta de carinho, a falta de namoro e a não entrega na relação.
Causas Físicas: Como causas físicas temos uma porcentagem de 60% que são as irritações e as infecções. São mulheres que apresentam corrimentos vaginais com odor muito forte ou doenças sexualmente transmissíveis, no caso o H.P.V. Outro problema como causas físicas muito frequente está relacionado ao hímem rígido, que pode trazer dores durante o ato sexual. Já em alguns casos de problema na má formação do hímem terá que consultar um Médico e avaliar, pois será necessário uma cirurgia para não causar o desconforto que leva a Dispareunia (dor na relação). Em menor escala existem outras causas físicas mais raras para a falta de lubrificação como a Diabetes e Vaginites.
É bom saber que a Dispareunia (dor na relação), pode ser de intróito vaginal e que tem como causa corrimento, ou de profundidade, que são aquelas mulheres que estando em psicoterapia sexual, relatam sentirem muitas dores no pé da barriga após o ato sexual. Então vamos entender o que acontece aqui :
O canal vaginal na mulher não estando excitado mede em repouso + ou - 7cms. Quando a mulher está excitada, que ocorre no envolvimento a dois, com a entrega, toques, carinhos a mulher vai sendo preparada para o sexo, a lubrificação vai surgindo, o útero se eleva dando condições com este processo, do canal vaginal se alongar mais e, de 7 cms. ele passa para 14 cms., sendo possível a vagina receber este pênis sem nenhuma dor.
O padrão do pênis do homem brasileiro em media mede 14 a l6 cms. + ou - quando ereto. Sendo a vagina um tubo flexível e elástico, ela pode acomodar qualquer tamanho de pênis quando excitada. Portanto, o homem não pode ser muito apressadinho nas preliminares, ou seja, tem que namorar muito para que este processo aconteça de forma prazerosa para não ocasionar a Dispareunia (dor na relaçao).
Regina Verissimo
Psicóloga Clínica/Psicoterapeuta Sexual
CRP- 06/48809-1
http://reginaverissimo.blogspot.com/2011/07/dispareunia-voce-sabe-o-que-e-isso.html
A dor que algumas mulheres relatam sentir durante a relação sexual recebe o nome científico de Dispareunia. (dor na relação). A origem dessa dor que impede a mulher de ter uma relação sexual satisfatória, podem ser tanto de origem Psicológica ou Física. ´
Origem Psicológica: Como causas psicológicas temos aproximadamente uma porcentagem de 40% que está relacionada com a falta de lubrificação. Muitas mulheres apresentam esta dificuldade em se lubrificar, por não estar muito a fim de transar, devido ao cotidiano da relação que a impede de ficar excitada pois, a lubirificação da vagina é causada pela excitação. Se uma mulher durante a relação sexual, por algum motivo sentir-se nervosa, tensa ou ansiosa, logo não acontecerá a lubrificação vaginal, o que poderá causar a dor. Outro fato que pode comprometer a falta de lubriifcação, é a falta de carinho, a falta de namoro e a não entrega na relação.
Causas Físicas: Como causas físicas temos uma porcentagem de 60% que são as irritações e as infecções. São mulheres que apresentam corrimentos vaginais com odor muito forte ou doenças sexualmente transmissíveis, no caso o H.P.V. Outro problema como causas físicas muito frequente está relacionado ao hímem rígido, que pode trazer dores durante o ato sexual. Já em alguns casos de problema na má formação do hímem terá que consultar um Médico e avaliar, pois será necessário uma cirurgia para não causar o desconforto que leva a Dispareunia (dor na relação). Em menor escala existem outras causas físicas mais raras para a falta de lubrificação como a Diabetes e Vaginites.
É bom saber que a Dispareunia (dor na relação), pode ser de intróito vaginal e que tem como causa corrimento, ou de profundidade, que são aquelas mulheres que estando em psicoterapia sexual, relatam sentirem muitas dores no pé da barriga após o ato sexual. Então vamos entender o que acontece aqui :
O canal vaginal na mulher não estando excitado mede em repouso + ou - 7cms. Quando a mulher está excitada, que ocorre no envolvimento a dois, com a entrega, toques, carinhos a mulher vai sendo preparada para o sexo, a lubrificação vai surgindo, o útero se eleva dando condições com este processo, do canal vaginal se alongar mais e, de 7 cms. ele passa para 14 cms., sendo possível a vagina receber este pênis sem nenhuma dor.
O padrão do pênis do homem brasileiro em media mede 14 a l6 cms. + ou - quando ereto. Sendo a vagina um tubo flexível e elástico, ela pode acomodar qualquer tamanho de pênis quando excitada. Portanto, o homem não pode ser muito apressadinho nas preliminares, ou seja, tem que namorar muito para que este processo aconteça de forma prazerosa para não ocasionar a Dispareunia (dor na relaçao).
Regina Verissimo
Psicóloga Clínica/Psicoterapeuta Sexual
CRP- 06/48809-1
http://reginaverissimo.blogspot.com/2011/07/dispareunia-voce-sabe-o-que-e-isso.html
Em crise, "drive-in" aceita até cliente de bicicleta
Em crise, "drive-in" aceita até cliente de bicicleta
DE SÃO PAULO
Os motéis tipo "drive-in" estão a caminho da extinção, apesar da explosão da venda de veículos.
"Só aqui na zona norte de Porto Alegre [RS], 2 dos 3 "drive-in" fecharam", conta Rosângela Martins, gerente do Country, que terá mais uma ala de garagens transformada em quartos com hidromassagem e espelho no teto.
Segundo empresários do setor, o aumento da renda e a busca por conforto aceleraram a migração.
GARAGEM COM DUCHA
Para continuar na ativa, alguns "drive-in" se sofisticam. Já existem garagens com ducha, telão e cadeira erótica. Mas os trunfos continuam sendo preço acessível e simplicidade.
"É comum clientes entrarem até de bicicleta", diz Leila Matias, recepcionista do Drive-In Emoções, em Diadema (Grande SP).
No Drive-In Recanto, em São Carlos (232 km de São Paulo), três horas saem por R$ 10, cerca de cinco vezes menos que um quarto em um motel da região.
Procurado, o Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares do Estado de São Paulo não quis se pronunciar.
(FN)
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/veiculos/cv1206201103.htm
DE SÃO PAULO
Os motéis tipo "drive-in" estão a caminho da extinção, apesar da explosão da venda de veículos.
"Só aqui na zona norte de Porto Alegre [RS], 2 dos 3 "drive-in" fecharam", conta Rosângela Martins, gerente do Country, que terá mais uma ala de garagens transformada em quartos com hidromassagem e espelho no teto.
Segundo empresários do setor, o aumento da renda e a busca por conforto aceleraram a migração.
GARAGEM COM DUCHA
Para continuar na ativa, alguns "drive-in" se sofisticam. Já existem garagens com ducha, telão e cadeira erótica. Mas os trunfos continuam sendo preço acessível e simplicidade.
"É comum clientes entrarem até de bicicleta", diz Leila Matias, recepcionista do Drive-In Emoções, em Diadema (Grande SP).
No Drive-In Recanto, em São Carlos (232 km de São Paulo), três horas saem por R$ 10, cerca de cinco vezes menos que um quarto em um motel da região.
Procurado, o Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares do Estado de São Paulo não quis se pronunciar.
(FN)
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/veiculos/cv1206201103.htm
Triângulo amoroso
Triângulo amoroso
Namorados que compartilham o carro colocam o amor à prova ao discutir a relação devido a responsabilidade pelas multas, horários de utilização, limpeza e até o modelo do chaveiro
RICARDO RIBEIRO
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
"Olha o que eu tenho que carregar", reclama o modelo Airton Moura, 23, sacudindo um leão de pelúcia de 30 cm.
Quase não dá para ver, mas debaixo da juba está a chave do Chevrolet Prisma 2008 que ele divide com a namorada, a produtora Kattia Lopes, 34.
Logo que se conheceram, Airton estava sem carro e o casal decidiu compartilhar o dela. A razão é a mesma da maioria dos casais ouvidos pela Folha: economizar combustível e estacionamento.
É também uma boa estratégia para os namorados passarem mais tempo juntos.
O amor sobre rodas, porém, tem suas derrapagens. No caso de Kattia e Airton, que namoram há um ano e moram em casas separadas, o chaveiro "felino" não é o único problema. "Ele deixa lixo no carro e ainda enrola para lavá-lo. Antes, meu Prisma era 'de menina', sempre limpinho", diz ela. A disputa cotidiana é comum - e ele costuma perder.
"Tentamos dividir para atender os horários dos dois, mas, quando não dá, ele vai de ônibus", dispara Kattia.
Segundo os casais entrevistados, o que mais leva a brigas são as multas em nome do proprietário - que nem sempre estava ao volante.
Para o professor de Relacionamento Amoroso e Comunicação do Instituto de Psicologia da USP (Universidade de São Paulo), Ailton Amelio da Silva, dividir o carro pode ser um termômetro do casamento. "Envolve altruísmo, justiça e consideração pelo outro.
É um excelente campo de provas", avalia.
DE CORAÇÃO
De acordo com Silva, a divisão precisa ser de acordo com a necessidade, sem abusos e de coração. "O esforço de hoje não pode culminar em ressentimentos e cobranças no futuro", alerta.
Uma boa experiência pode acabar em casamento. Isso aconteceu com Daniel Oliveira, 32, e Fernanda Andrade, 28. Eles compraram um VW Fox quando eram namorados; casaram-se dois anos depois. "Quando há amor, sempre dá certo", diz Fernanda.
Dividir o carro significa confiança, como comprova o estudante Flávio Rodrigues, 24. Ele passa as chaves do Honda Civic do pai para a namorada. "Ela acabou de tirar a carteira. Ele não se importa, mas sempre confere se apareceu algum arranhão."
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/veiculos/cv1206201101.htm
Namorados que compartilham o carro colocam o amor à prova ao discutir a relação devido a responsabilidade pelas multas, horários de utilização, limpeza e até o modelo do chaveiro
RICARDO RIBEIRO
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
"Olha o que eu tenho que carregar", reclama o modelo Airton Moura, 23, sacudindo um leão de pelúcia de 30 cm.
Quase não dá para ver, mas debaixo da juba está a chave do Chevrolet Prisma 2008 que ele divide com a namorada, a produtora Kattia Lopes, 34.
Logo que se conheceram, Airton estava sem carro e o casal decidiu compartilhar o dela. A razão é a mesma da maioria dos casais ouvidos pela Folha: economizar combustível e estacionamento.
É também uma boa estratégia para os namorados passarem mais tempo juntos.
O amor sobre rodas, porém, tem suas derrapagens. No caso de Kattia e Airton, que namoram há um ano e moram em casas separadas, o chaveiro "felino" não é o único problema. "Ele deixa lixo no carro e ainda enrola para lavá-lo. Antes, meu Prisma era 'de menina', sempre limpinho", diz ela. A disputa cotidiana é comum - e ele costuma perder.
"Tentamos dividir para atender os horários dos dois, mas, quando não dá, ele vai de ônibus", dispara Kattia.
Segundo os casais entrevistados, o que mais leva a brigas são as multas em nome do proprietário - que nem sempre estava ao volante.
Para o professor de Relacionamento Amoroso e Comunicação do Instituto de Psicologia da USP (Universidade de São Paulo), Ailton Amelio da Silva, dividir o carro pode ser um termômetro do casamento. "Envolve altruísmo, justiça e consideração pelo outro.
É um excelente campo de provas", avalia.
DE CORAÇÃO
De acordo com Silva, a divisão precisa ser de acordo com a necessidade, sem abusos e de coração. "O esforço de hoje não pode culminar em ressentimentos e cobranças no futuro", alerta.
Uma boa experiência pode acabar em casamento. Isso aconteceu com Daniel Oliveira, 32, e Fernanda Andrade, 28. Eles compraram um VW Fox quando eram namorados; casaram-se dois anos depois. "Quando há amor, sempre dá certo", diz Fernanda.
Dividir o carro significa confiança, como comprova o estudante Flávio Rodrigues, 24. Ele passa as chaves do Honda Civic do pai para a namorada. "Ela acabou de tirar a carteira. Ele não se importa, mas sempre confere se apareceu algum arranhão."
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/veiculos/cv1206201101.htm
Assinar:
Comentários (Atom)