domingo, 21 de agosto de 2011

Ministro indiano que chamou homossexualidade de doença diz ter sido mal interpretado

Ministro indiano que chamou homossexualidade de doença diz ter sido mal interpretado

Agência O Globo

O ministro indiano da Saúde, que revoltou ativistas e até a ONU após dizer que a homossexualidade é uma doença do Ocidente, afirmou nesta terça-feira (5) que foi mal interpretado. Embora vídeos que circulam pela Índia mostrem suas declarações durante uma conferência sobre HIV, Ghulam Nabi Azad convocou uma entrevista coletiva às pressas para tentar se explicar.

"Algumas pessoas fizeram um jogo de palavras. Eu fui citado fora de contexto", disse ele. Minha referência foi ao HIV como uma doença. Como ministro da Saúde, eu sei que (a homossexualidade masculina) não é uma doença.

Segundo a imprensa local, Azad afirmou que "infelizmente essa doença chegou ao nosso país também" e que "quando um homem faz sexo com outro homem é completamente anormal e não devia acontecer". O relator especial da ONU para a saúde, Anand Grover, disse que o governo indiano deveria demitir o ministro. "Suas declarações são completamente insensíveis. Reduz a dignidade da comunidade gay", disse Grover. "É inaceitável ter um ministro falando assim".

Essa não é a primeira vez que declarações de Azad deixam o governo indiano em maus lençóis. Anos atrás, ele sugeriu que a população assistisse televisão ao invés de fazer sexo como forma de controlar o crescimento populacional do país de 1,2 bilhão de habitantes.

Anjali Gopalan, líder do grupo "NAZ Foundation", que luta pelo direito dos soropositivos e direitos dos homossexuais diz que a declarações de Azad foram profundamente perturbadoras já que vindas do Ministro da Saúde de um país que tem travado uma dura batalha contra a disseminação da Aids. Cerca de 2,5 milhões de indianos são portadores do HIV, fazendo com que o país tenha o maior número de soropositivos que vivem na Ásia. "Esses comentários não ajudam qualquer causa. E definitivamente não vão ajudar a nossa", defendeu Anjali.

Especialistas dizem que a marginalização da população homossexual faz com que seja mais difícil o combate contra a Aids, pois os alertas dificilmente chegam até eles. "Se não houver investimentos na construção de uma comunidade, os homossexuais vão continuar a serem marginalizados", argumenta Anjali.

O primeiro-ministro da Índia, Manmohan Singh, a líder do partido majoritário no Congresso indiano, Sonia Gandhi, e vários outros ministros também estavam presentes no encontro. Até o momento, não houve respostas oficiais sobre o assunto. A assessoria do primeiro-ministro não quis dar uma posição sobre o acontecido.

Castração química para pedófilo começa a ser pensada no Brasil

Marco A. Birnfeld | 123@marcoadvogados.com.br

Espaço Vital
Notícia da edição impressa de 26/07/2011

Castração química para pedófilo começa a ser pensada no Brasil

Já está em vigor na Coreia do Sul a lei que autoriza a castração química de pedófilos condenados por abuso sexual contra menores de 16 anos. O efeito dessa impotência induzida pode durar até 15 anos. Na semana passada, na Rússia, a Comissaria de Direito das Crianças pediu a aprovação de lei semelhante no país.

O presidente Dmitri Medvedev anunciou ser a favor, depois da condenação de um estuprador que, armado com faca, invadiu um acampamento de crianças e estuprou sete meninas. Também na Rússia, na cidade de Amur Oblast um homem estuprou uma menina de sete anos e moradores cercaram a sua casa, pedindo justiça.

Na Coreia do Sul, o Ministério da Justiça informou que o país é o primeiro da Ásia a adotar esse tipo de punição, apesar de protestos de grupos de direitos humanos. Nos Estados Unidos, nove Estados já têm feito experimentos com castração química. A Califórnia introduziu a previsão em seu Código Penal, em 1996, que autoriza a castração química em casos de abusos sexuais graves de menores de 13 anos, se o condenado obter liberdade condicional e se for reincidente. O estuprador não pode recusar o procedimento médico. A Flórida aprovou lei semelhante. Mas a substância base do produto químico usado nunca foi aprovada pela FDA - U.S. Food and Drug Administration.

Outros países também experimentam o uso de drogas que induzem a impotência sexual. No Reino Unido, o cientista da computação Alan Turing, aceitou a castração química como pena alternativa à prisão, em 1992. Na Alemanha, os médicos usam um antiandrógeno, que inibe a atividade do hormônio sexual masculino, para o tratamento de parafilia, que é como se denomina a anormalidade ou perversão sexual. A Polônia, em 2009, e a Argentina, em 2010, aprovaram leis que autorizam a castração química. Israel já aplicou a medida uma vez como pena alternativa. A pena também é aplicada no Canadá e está em fase de estudos na França e na Espanha. As informações do saite Wikipédia foram compiladas em objetiva matéria assinada pelo jornalista João Ozório de Melo, da revista Consultor Jurídico.

Só neste ano, no Brasil, a Câmara dos Deputados recebeu dois projetos de lei para punir com castração química os condenados por pedofilia e estupro. Uma das propostas foi devolvida ao seu autor, Sandes Júnior (PP-GO), por desrespeitar dispositivo da Constituição Federal que prevê: não haverá penas cruéis (artigo 5º, inciso XLVII, alínea e). A outra também não foi à frente: no Senado, o Projeto de Lei nº 552/2007 foi arquivado no começo deste ano.

Em São Paulo, em março, a Assembleia Legislativa de São Paulo recebeu um projeto de lei do deputado Rafael Silva (PDT) que propõe a castração química de pedófilos. O parlamentar propõe o uso de hormônios como medida terapêutica e temporária, de forma obrigatória. A prescrição médica caberia ao corpo clínico designado pela Secretaria de Estado da Saúde. Como em outros países, é considerado um projeto de lei controvertido. E também deve ser analisado do ponto de vista constitucional, porque levanta temas como dignidade humana, tratamento degradante e vedação de penas cruéis.

Papéis invertidos: agora eles querem casar e ter filhos

18/08/2011 -- 10h01
Papéis invertidos: agora eles querem casar e ter filhos
Estudo com quase 20 mil solteiros descobre o que eles realmente buscam em um relacionamento afetivo


O que os homens realmente querem é casar, ter filhos e viver uma vida em família, abrindo mão até mesmo de sair com os amigos para beber. Difícil de acreditar? Pois é o que mostra o mais abrangente estudo já realizado no Brasil com 18.862 solteiros que utilizam o ParPerfeito (www.parperfeito.com.br), maior site de relacionamento do país. De acordo com a pesquisa, os papeis e anseios de homens e mulheres estão se invertendo.

Embora ambos tenham opiniões bem parecidas, as mulheres ficam levemente atrás deles no desejo de se casar um dia. Eles acreditam que o casamento seja para sempre e quando estão em um relacionamento não fazem tanta questão de atividades individuais quanto elas – por incrível que possa parecer. São apenas 35% das mulheres dispostas a abdicar do tempo para si contra 46% dos homens afirmando que abrem mão de programas mais masculinos para ficar com a amada.

Os homens levam fama de durões e pouco suscetíveis ao romance aparentemente injustamente, afinal sete em cada dez admitem já terem sido flechados pelo cupido no primeiro olhar. Além disso, na visão masculina a expressão "Eu te amo" quer dizer "Eu quero passar o resto da minha vida com você", enquanto para a maioria das mulheres, ela simplesmente demonstra que "Eu quero você na minha vida".






Maternidade x paternidade

Esta talvez seja uma das estatísticas mais interessantes deste estudo, que foi respondido de forma anônima e sigilosa pelos usuários. Enquanto quase dois de cada três homens querem ser pais, a proporção de aspirantes a mãe é bem menor: apenas 43% responderam ter esse desejo. E as discrepâncias não param por aí. As mulheres são mais decididas e os homens mais maleáveis: 32% delas deixam claro que não desejam ter filhos sob nenhuma circunstância, enquanto apenas 16% deles dizem o mesmo.

Já se sabe que elas tendem a ser mais exigentes na busca por um parceiro e esse comportamento não mudou. Enquanto apenas 11% deles se oporiam a namorar uma mulher desempregada, o índice de solteiras irredutíveis nesse assunto é bem mais alto: mais da metade não se relacionaria com quem não estivesse trabalhando no momento.

Preferência por 'gordinhos'

No que diz respeito aos atributos físicos, os solteiros parecem não ser assim tão exigentes quanto se pode imaginar. Quando questionados sobre as qualidades que gostariam de encontrar em seu par perfeito, os homens colocaram a beleza física em sétimo lugar e as mulheres em décimo. Muito mais bem colocados estão as pessoas fieis, sinceras, decididas, românticas, companheiras e idealistas, nesta ordem.

Ou seja, quem pensa que malhar alucinadamente é a solução para sair da solidão, pode ir baixando os halteres. Mulheres um pouco acima do peso são mais buscadas do que as musculosas e isso vale também para o sexo oposto: os machões sarados perdem pontos para os normais com quilinhos extras.

O curioso é que o perfil dos usuários de sites de relacionamento contradiz o estereótipo de pessoas tímidas e sem vida social. Homens e mulheres afirmam utilizar o site para encontrar parceiros com mais objetividade, afinal existe a possibilidade de filtrar os candidatos conforme seus gostos e características. Além disso, a grande maioria tem uma vida social ativa e movimentada e sai pelo menos de 1 a 2 vezes por semana.
http://www.bonde.com.br/?id_bonde=1-34--57-20110818-201108211-1-385366

Itinerarios de los géneros y las sexualidades

Voces polifónicas.
Itinerarios de los géneros y las sexualidades
De María Alicia Gutiérrez (Comp.)
Colección Crítica. Ediciones Godot, 2011

Voces polifónicas: itinerarios de los géneros y las sexualidades busca dar cuenta de innumerables cambios que se vienen produciendo en la sociedad argentina y latinoamericana desde los inicios de los 90, momento en que las diversidades toman la calle y los ámbitos de debate para demandar por derechos de ciudadanía que ponen el centro en la dimensión del cuerpo y en la libertad de decidir con autonomía. Cuerpos, géneros, sexualidades, territorios del poder fueron los conceptos guía que permitieron desarrollar variadas investigaciones que reflexionan sobre dichos cambios y cómo se plasman en acciones políticas de demandas de derechos.

La demanda por el aborto legal, el matrimonio igualitario, los derechos sexuales y reproductivos en el campo institucional, la desestructuración del género en contextos de crisis económicas, la historia de la lesbiandad, las comaternidades lésbicas, la representación de los cuerpos en publicidades e historietas y el cuestionamiento del carácter natural del dimorfismo sexual son los temas que recorren las páginas de este libro.

Los nueve textos que componen este trabajo [1] rescatan la particularidad de cada voz en la escritura y una cierta frescura que permite transitar una lectura amena y cordial. Sus voces polifónicas suenan como voces cruzadas, mezcladas y heterogéneas, que evocan recorridos y formaciones distintas, que posibilitan el diálogo y el intercambio. Si bien está inscripto dentro de los estudios académicos, la intención es, también, dirigirse a los diversos actores sociales y políticos que se formulan interrogaciones similares.

Voces polifónicas: itinerarios de los géneros y las sexualidades intenta develar los sujetos históricos que en la Argentina ocupan el campo hegemónico, y así demarcar las voces silenciadas y darles una presencia.

sábado, 20 de agosto de 2011

A bioplastia é capaz de aumentar o "bumbum"?

18/08/2011 -- 15h59
A bioplastia é capaz de aumentar o "bumbum"?
Com o objetivo de melhorar a auto-estima e a qualidade de vida, é cada vez maior o número de mulheres que recorrem a bioplastia

Ele reina absoluto na preferência nacional. Talvez por isso o ''bumbum'' seja sempre tão visado e exposto à análise pública. Os músculos dos glúteos sofrem muito com acúmulo de gordura, falta de exercícios físicos e vida sedentária, que os sujeitam à flacidez.

Corrigir esse ''problema'' é uma questão que envolve além da estética, satisfação pessoal, melhora da auto-estima e até qualidade de vida. Sentir-se atraente, despertar a atenção do parceiro e relaciona-se melhor com pessoas que convivem ao seu redor são alguns dos motivos que levam as pessoas aos tratamentos especializados.

A bioplastia é capaz de aumentar e definir a musculatura desejada. Essa técnica consiste na injeção do polimetilmetacrilato, material inerte e definitivo, no grupo muscular desejado. São moléculas capazes de moldar a musculatura.

O procedimento, com anestesia local, pode ser feito em consultório, e não ultrapassa 30 minutos de duração. Antes da aplicação os pacientes são submetidos a testes antialérgicos. Além disso, o produto estimula a produção de fibroblastos e colágeno pelo organismo, que proporcionam o aumento do volume inicial do polímero injetado no decorrer das três primeiras semanas. Após o procedimento, o paciente pode levar vida normal.

Diferente de outras substâncias, o polimetilmetacrilato não é absorvido pelo organismo, como ocorre com a aplicação de gordura, e é um procedimento bem menos agressivo que os implantes de silicone. Pode ser feito em várias sessões mensais até um total de 80ml a 160ml, com resultados já na primeira sessão, sem deixar marcas.

O uso do polimetilmetacrilato é a primeira indicação em pequenos e médios aumentos de glúteos, sem provocar a perda de sensibilidade ao toque. É o procedimento mais adequado para a correção de defeitos congênitos ou adquiridos, como depressões causadas por injeções contra celulite, cavidades e variações anatômicas provocadas pela flacidez, por falta ou diminuição de gordura em uma ou ambas as nádegas.

Márcio D. Menezes, cirurgião vascular e presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Sexual
http://www.bonde.com.br/?id_bonde=1-27--124-20110818&tit=a+bioplastia+e+capaz+de+aumentar+o+bumbum

Pais precisam ter atenção com o pênis das crianças

19/08/2011 -- 15h57
Pais precisam ter atenção com o pênis das crianças
Há sempre uma preocupação dos pais em saber se o pênis do filho é normal e em alguns casos, este cuidado pode evitar doenças no futuro


O pênis é um assunto que está sempre na mente das pessoas. Muita gente, por exemplo, tem curiosidade em saber até que idade o pênis pode crescer.

Pesquisa feita com 1,5 mil homens na Inglaterra atestou que o pênis pode crescer até os 21 anos. Segundo esse estudo a curva de crescimento em extensão mostra que entre os 11 e 15 anos ocorre o que se chama de espigão do crescimento. Depois deste período a intensidade do crescimento é menor.

Em todos os países, há sempre uma preocupação dos pais em saber se o pênis do filho é normal ou não. Se o pênis é grande, médio ou pequeno. O tamanho do pênis é diferente entre as raças. Na Inglaterra, o pênis médio varia entre 12 e 15 cm em ereção. Um pênis com 7,5cm de comprimento é considerado micropênis.

Investigação de casos de impotência e ejaculação precoce feita no Brasil com 2.048 pessoas mediu, entre várias análises, o comprimento e o perímetro dos membros dos pacientes. Conforme os dados conseguidos, a média de comprimento do pênis dos pacientes analisados é de 13,5cm.

A definição do comprimento do pênis e de seu diâmetro começa na fase uterina. O tamanho é gerido pelos hormônios do crescimento e pela testosterona.

Quando os meninos nascem é importante ficar atento e não ter vergonha de olhar os órgãos genitais. Se achar que ele não está se desenvolvendo corretamente deve-se procurar um pediatra. E, se houver necessidade, um endocrinologista. Quanto mais cedo se notar a falta de crescimento mais facilmente será possível tratar e fazer a correção.

A observação é muito importante também nos casos de obesidade infantil. Em algumas crianças gordinhas o pênis fica escondido pela camada de gordura abdominal, provocando a ilusão de que o pênis é pequeno, o que nem sempre é realidade. Mas o melhor caminho mesmo é acompanhar o desenvolvimento da criança e, em caso de dúvida, procurar um médico.

Márcio D. Menezes, cirurgião vascular e presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Sexual
http://www.bonde.com.br/?id_bonde=1-27--138-20110819&tit=pais+precisam+ter+atencao+com+o+penis+das+criancas

Fetiche e Restrição: Self-bondage

Fetiche e Restrição: Self-bondage
17:47, 19 de agosto de 2011 sweetie BirdFetiche, comportamento, guia Tags: #foreveralone, bondage, fetiche, hentai, kinbaku, self-bondage, selfbondge
.Continuando a série de posts sobre fetiche e bondage, hoje abordamos uma vertente curiosa: o praticado a sós. O self-bondage ou bondage solitário, é comparado por praticantes à masturbação. Marcos Shinobi, autor do blog “Diário de um Bondagista”, conta que usava destas técnicas na época em que não via o seu desejo como algo normal e conhecia pouco sobre o fetiche. “O self-bondage é demorado, pois tem que ser planejado nos mínimos detalhes. A masturbação é uma forma bem mais rápida de aliviar o stress”.

Menos arriscada do que a auto-asfixia erótica mas tão polêmica quanto (e muitas vezes combinada a esta), são muitos os motivos que levam os fetichistas a praticar o bondage solitário, entre eles a vergonha. Outro fator importante é o risco, tanto o de ser encontrado naquela situação, quanto o de não conseguir se soltar, o que fomenta a excitação sexual. Pensar com cuidado como funciona o mecanismo de liberação e fuga é essencial, uma vez que não há uma segunda pessoa em cena.

Quem pratica o self-bondage costuma abusar da criatividade. Além de fitas, algemas, cordas e mosquetões, meias e camisas de força podem ser usadas. Cintos, quando utilizados sem estudo ou preparação podem oferecer grave riscos à saúde. Para alguns o apelo está apenas na sensação de imobilidade, enquanto para outros praticantes é necessário que a restrição de movimentos seja completa e estrita, chegando até a colocar as chaves dentro de um bloco de gelo para limitar temporariamente a possibilidade de escapar.



Alguns dos praticantes do bondage solitário brincam com essa variante pelo fascínio provocado pelo momento em que se libertam. Como a masturbação de fato se torna problemática uma vez que o movimento esteja restrito, é comum a prática do tribadismo (ou esfregação).



Foto:Wikicommons

Shinobi enumera algumas dicas para a prática segura do fetiche de self-bondage:

- Tenha sempre dois planos de fuga porque sempre um deles pode falhar.

- Se for se amarrar com cordas tenha uma faca ou uma tesoura por perto.

- Mordaças com lenços e meias dentro da boca não são recomendáveis porque ao tomar um susto você pode se asfixiar e não ter tempo para se soltar.

- Com algemas é preciso ter calma na hora de se soltar para não quebrar a chave. Tenha sempre uma chave reserva acessível caso você não consiga alcançar a chave principal.

- Pense em todas as coisas que podem dar errado e minimize os erros aumentando o nível de segurança.
http://colunas.epocasp.globo.com/sexonacidade/2011/08/19/fetiche-e-restricao-self-bondage/