quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Ejaculação precoce: a explosão na hora errada que mexe com os homens

Ejaculação precoce: a explosão na hora errada que mexe com os homens
24/08/2011
A cabeça do homem não é mais a mesma. Estudo, trabalho, status, dívida, rotina... A lista de preocupações aumentou e os estímulos sociais já não são suficientes às suas expectativas. Uma explosão de emoções que pode acabar provocando um grande problema.
Causas que tendem a desabar no momento e no lugar errado. É o estereótipo de virilidade que faz do homem uma máquina de sexo num mundo que se torna cada vez mais competitivo.
O que era para ser prazeroso, tranquilo e para despertar sensações faz tempo que deixou de ser um oásis dos lençóis. E as cenas de sexo contidas na televisão tampouco conseguem estimular a criatividade no momento a dois.
Apesar da tentativa e da necessidade fisiológica, o sexo se tornou um dilema para os homens que sofrem com a ejaculação precoce. E para quem pensa que o assunto se limita a poucos minutos, vale a dica da entrevista a seguir com o urologista Luis Fernando Dip de Francisco Beltrão.
“Os homens pensam que impotência sexual é tudo. E ejaculação precoce não é impotência. O homem que tem ejaculação precoce é potente. Mas a incidência de pacientes com este problema chega a 20%. É relativamente alta”, comentou o médico enquanto falou ao JdeB sobre as causas e as formas de tratamento da precocidade e as possíveis alternativas para fazer da ejaculação um ato complementar do prazer.
JdeB - O que é uma ejaculação normal?
Dr. Luis - Não existe tempo ideal para ejacular. Antigamente existia um tempo limite entre um minuto e um minuto e meio. Hoje a definição mais recente que existe, de três anos atrás, define ejaculação precoce como rápida, muitas vezes antes da penetração vaginal ou logo após e que causa insatisfação do ponto de vista sexual pro paciente e pra sua parceira.
JdeB - Quando a ejaculação precoce é um problema?
Dr. Luis - Acontece quando a pessoa vê que isso está causando certo impacto na sua qualidade de vida e principalmente no ato sexual. Às vezes acontece antes mesmo da penetração, ainda durante o estímulo sexual, a carícia ou o sexo oral.
JdeB - E quais seriam as causas?
Dr. Luis - Não tem uma etiologia muito bem definida. O que se sabe é que existe uma alteração do ciclo de estímulo que acaba hiperestimulando este reflexo e que faz com que o sistema nervoso autônomo — que é quem manda o estímulo involuntário, a ereção é involuntária — gere um estímulo tão excessivo no pênis que o homem tem a ejaculação.
JdeB - A maioria dos casos tem ligação com o lado emocional?
Dr. Luis - Geralmente são pacientes mais ansiosos. Não tem como definir, mas existe esta relação, por exemplo, de algum problema da adolescência e que possa alterar o emocional e gerar a ansiedade no ato sexual. O que hiperestimula e acaba fazendo com que tenha a ejaculação precoce.
JdeB - Mas pode existir problema físico?
Dr. Luis - Geralmente não existe problema anatômico. São pacientes que têm um desenvolvimento sexual normal com tamanho do pênis, volume de testículo e fertilidade tudo normal. Este problema (da ejaculação precoce) não vem acompanhado de curvatura peniana, desenvolvimento reduzido de testículo ou pênis pequeno ou grande. O que se associa, às vezes, é o excesso de pele na glande do pênis. Mas em alguns destes casos se propõe a retirada deste excesso de pele pra diminuir a sensibilidade na glande e retardar a ejaculação.
JdeB - A orientação no início da vida sexual poderia diminuir este problema?
Dr. Luis - Não existe nenhum trabalho que avalie prospectivamente estes pacientes até porque envolve a sexualidade e acaba sendo muito subjetivo. Não tem como fazer uma análise objetiva que controle o tempo da ejaculação desde o início da vida sexual. O que acontece é que o adolescente é estimulado, desde pequeno, por amigos e pais e isso faz com que ele inicie uma vida sexual ou de masturbação mais cedo. Pode até ter uma relação com o fato de o adolescente estar se masturbando no banho e precisar ejacular logo porque alguém quer usar o banheiro. Mas não existe nada provado cientificamente.
JdeB - E como é feito o tratamento?
Dr. Luis - É baseado em abordagem ampla na primeira consulta pra colher detalhes da vida do paciente, sobre como ocorreu o início da vida sexual, se existe algum trauma da primeira relação que tenha gerado esse bloqueio. A ejaculação precoce é definida em primária e secundária. A primária é quando o paciente teve o problema desde o início da vida sexual. E o caso secundário é do paciente que já tinha um tempo de relação sexual e desenvolveu geralmente por algum fator psicológico.
JdeB - Mas são usados medicamentos?
Dr. Luis - O tratamento medicamentoso é feito com ansiolítico, que controla a ejaculação. Mas depende da aceitação do paciente porque o remédio é tomado diariamente por longo período. Depende de cada caso, podem ocorrer efeitos colaterais como náuseas, mal estar e dor de cabeça. Estes medicamentos não foram inventados pra isso, mas hoje já se fazem ansiolíticos pensando no efeito na ejaculação precoce.
JdeB - A ejaculação precoce é um problema frequente?
Dr. Luis - É uma disfunção que afeta muito a qualidade de vida dos pacientes e que é possível tratar. Tem uma droga nova que é utilizada por alguns países, mas que aqui ainda está sendo aprovada pela Anvisa. Ainda não temos amostra deste medicamento que será usado sob demanda. Ou seja, o paciente usa antes de ter o ato sexual.
JdeB - Usar medicamentos pra ereção ajuda?
Dr. Luis - Pode ser associado para retardar. Mas não resolve pro paciente que tem ejaculação precoce. E também não adianta usar pra continuar com o pênis ereto após a relação para poder ter outra relação sexual. Porque depois que o homem ejacula fisiologicamente, existe uma resposta que faz a constrição dos vasos dilatados que permitem a ereção do pênis. Após a relação, há um período de latência para que depois o homem tenha um novo estímulo e um novo ato sexual. Com o uso de medicamento acontece o mesmo. Só diminui este período de latência.
JdeB - E o que ocorre na ejaculação retrógrada?
Dr. Luis - A ejaculação retrógrada é quando o sêmen sai pela parte posterior da uretra. A uretra é dividida em quatro partes. Uma delas é a uretra prostática, de onde sai o sêmen. E quando o sêmen sai, ele sai pelo pênis ou vai pra dentro da bexiga. Pra onde o sêmen vai? Pro lado mais fácil. O estímulo, enviado pelo sistema nervoso central para o pênis emitir o sêmen faz a contração do colo da bexiga. Quando ocorre a ejaculação, o colo da bexiga se contrai e o sêmen é exteriorizado pelo pênis. A ejaculação retrógrada acontece basicamente em duas situações. A primeira é quando o paciente é operado na próstata e perde a resistência da contração do colo da bexiga. Quando ejacula, cai dentro da bexiga. E a segunda situação é em pacientes cadeirantes, que podem ter ejaculação retrógrada.
JdeB - E como se resolve?
Dr. Luis - Não tem como resolver. No caso da cirurgia, a próstata cresce novamente. Quando cresce, ela vai oferecendo resistência na parte de trás de modo que, em algum momento da vida, este homem possa ter ejaculação anterógrada de novo. Por isso que é importante orientar antes da cirurgia para o caso do paciente desejar ter filhos.
JdeB - E tem também a ejaculação retardada?
Dr. Luis - Acontece como efeito colateral de medicamentos que são usados no tratamento da depressão ou de doenças neurológicas. Tem paciente que toma muito medicamento, isso pode fazer com que ele tenha o retardo da ejaculação. A outra causa pode ser a falta de estímulo e a demora para ter ereção. E o homem que demora a ter a ereção, depois disso ele tem que ser muito estimulado até poder ejacular. Mas são causas menos comuns.

Anvisa proíbe importação de remédio contra impotência sexual

Anvisa proíbe importação de remédio contra impotência sexual
Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR
24/08/2011 | 19h30
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu a importação e a venda do remédio Erofast Sildenafil, usado contra a impotência sexual.

Produzido por um laboratório do Paraguai, o medicamento não tem registro na agência reguladora. A decisão da Anvisa foi publicada hoje (24) no Diário Oficial da União.

O Ministério da Saúde publicou portaria liberando R$ 9,3 milhões adicionais para exames de diagnóstico precoce dos cânceres de mama e de útero. O Instituto Nacional do Câncer (Inca) será responsável por monitorar a qualidade dos exames.

Da Agência Brasil

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Ejaculação precoce atinge um em cada quatro homens

Ejaculação precoce atinge um em cada quatro homens
28/05/2011 |
Um em cada quatro homens brasileiros vivencia a ejaculação precoce, quadro no qual o indivíduo ejacula rapidamente (entre 30 segundos e 1 minuto, em média), sem que seja possível estabelecer um controle voluntário. A EP, como é chamada, é responsável por 40% das queixas feitas nos consultórios de terapia sexual.

A maioria dos pacientes é formada por homens casados ou com parceira fixa, declara o médico Evandro Cunha, do Hospital Urológico de Brasília. “Usualmente, eles levam cerca de quatro anos após os primeiros sintomas para procurar um especialista”, diz.

“Os homens em geral demoram a procurar ajuda por várias razões. Alguns acham que a ejaculação rápida é sinal de virilidade, outros têm vergonha e existem aqueles que desconhecem como poderia ser de outra forma, pois não costumam conversar sobre isso com os amigos, até por receio de serem motivo de brincadeiras. E há também os que ‘culpam’ a parceira ou o estresse momentâneo”, pontua Liliana Seger, doutora em psicologia clínica e especializada em sexualidade. Muitos homens procuram ajuda somente quando a parceira indica uma insatisfação, diz Liliana.

Categorias

Sem possibilidade de prevenção, essa alteração sexual – que afeta de maneira drástica a vida sexual e consequentemente a autoestima do homem – divide-se em duas categorias: a de origem primária, que pode ocorrer desde a primeira relação sexual na adolescência e é característica do indivíduo, porém passível de tratamento; e a de origem secundária, que é uma disfunção que pode ocorrer após o início de uma vida sexual normal e que surge por algum motivo (trauma e estresse, por exemplo).

A secundária ainda pode ser dividida em outras duas formas: secundária situacional, ou seja, em algumas situações o indivíduo tem, em outras não – às vezes com uma parceira e não com outra, por exemplo – e a absoluta, que pode durar um longo período ou enquanto o problema físico ou emocional não for tratado.

Controle da ansiedade

Evandro Cunha esclarece que quadros de ansiedade e depressão também podem estar ligados à EP tanto de origem primária quanto secundária: “Caso o quadro se torne crônico, é essencial acompanhamento médico”. O tratamento em geral consiste na psicoterapia, podendo, de acordo com a resposta do paciente, ser complementada por medicamentos.

“Além disso, os tratamentos para EP incluem técnicas de terapia sexual de curta duração – em média 12 a 15 sessões – e exercícios para aprender a controlar a ejaculação e avaliar os aspectos geradores de ansiedade que estão presente nesses pacientes”, pontua Liliana, que lembra também que o problema não é complexo e nem excepcional.

“Homens que sofrem de EP não precisam ficar ainda mais ansiosos com esse tipo de diagnóstico: é algo que pode ocorrer com qualquer um, em qualquer momento da vida, tem tratamento e muitas vezes esse tratamento é rápido”, explica Liliana.

Namorada muito íntima dos amigos pode prejudicar vida sexual do casal

Namorada muito íntima dos amigos pode prejudicar vida sexual do casal
22/08/2011 |
Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade Cornell e da Universidade de Chicago, nos EUA, aponta que, quando a parceira se torna muito próxima dos amigos homens do marido ou namorado, ele pode se tornar mais propenso a sofrer de sintomas de disfunção sexual.

O fenômeno é chamado de “intermediação de parceiros”, e de acordo com os autores, Benjamin Cornwell e Edward Laumann, isso pode ocorrer quando a mulher se torna mais íntima dos amigos do que o próprio homem.

Neste caso, não se trata de inveja ou ciúme, mas, de acordo com o estudo, os homens dependem da estreita amizade masculina para abastecerem o senso de privacidade, autonomia e independência, que, por sua vez, são fundamentais para o entendimento da sua masculinidade. Quando uma mulher entra nesse ciclo masculino, ela desfaz os laços entre os homens e acaba por ameaçar a identidade masculina do seu parceiro, aumentando, assim, a probabilidade de disfunção erétil.

O estudo entrevistou mais de 3 mil homens saudáveis com idades entre 57 e 85 anos. Desses, 25% experimentavam a intermediação de parceiros e, desse total, 92% eram mais propensos a sofrerem disfunção erétil. O estudo também mostra que quanto mais novos, mais chances de sofrerem influência desta amizade. Entre aqueles com 50 e 60 anos de idade, as chances de ter uma disfunção erétil dobram e entre aqueles com 70 e 80 anos, desaparecem.

Para Laumann, o resultado mostra a importância em se conhecer as conexões entre as relações sociais e a saúde, que para ele são raramente consideradas nas pesquisas médicas.

Cornwell e Laumann salientam que compartilhar amigos é geralmente benéfico para os casais. “Isso contribui para uma sensação de parceria e fornece uma base de apoio para o relacionamento. A intermediação de parceiros é uma situação incomum”, finalizam.

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com informações da University of Chicago

A influência da ansiedade no desempenho sexual

A influência da ansiedade no desempenho sexual
24/08/2011 |
A ansiedade é uma característica do ser humano. Geralmente antecede momentos de perigo real ou imaginário, seguidos de sensações de mal-estar como vazio no estômago, batimentos cardíacos acelerados, medo intenso, aperto no tórax, sudorese. Em excesso – seja por intensidade ou frequência – pode acarretar inúmeros problemas, entre eles a “ansiedade de desempenho” (AD).

“A ansiedade de desempenho ocorre quando uma pessoa tem uma série de receios como ser criticada, de ser vista e julgada pelo seu comportamento. São geralmente pessoas com baixa auto-estima e que têm muito medo do julgamento dos outros”, explica a psicóloga Liliana Seger, especialista em sexualidade e pesquisadora ligada ao Ambulatório Integrado dos Transtornos do Impulso (PRO-AMITI) do Instituto de Psiquiatria (IPq) da Faculdade de Medicina da USP .

Um dos campos em que a AD se manifesta mais comumente é o sexual. Neste caso, o paciente acredita que não vai conseguir corresponder às expectativas ou tende a supervalorizar a parceira. “Na verdade, a maioria das disfunções sexuais é causada ou agravada pela ansiedade. Uma das causas da ejaculação precoce é a “ansiedade de desempenho sexual” (ADS)” diz Liliana.

A pressa como inimiga

As causas da ADS são diversas, mas a pressa – seja no dia a dia, seja na cama – é a principal. “Em algumas cidades pequenas, como acontecia antigamente, os meninos iniciam sua vida sexual com prostitutas que, em geral, mandam ‘ir rápido’. E eles, com receio, ansiedade, medo de falhar e serem julgados, fazem tudo rapidamente. Adolescentes que transam escondidos dos adultos também podem ter o início da ejaculação precoce nessas circunstâncias”, explica.

Entre as mulheres, as consequências não se apresentam de forma evidente. Nelas, o principal efeito da ansiedade é a incapacidade de sentir prazer, levando a uma anorgasmia (dificuldade de ter orgasmo). “Quando a pessoa tem um parceiro, muitas vezes isso é percebido na relação. Quando não há parceiro fixo, geralmente não se fala nada, por ficar sem graça. Em casos de dúvida, um psicólogo especialista em terapia sexual pode fazer esse diagnóstico de forma clara”.

Feito o diagnóstico, o tratamento indicado é a terapia sexual individual e, às vezes, de casal, realizada por psicólogo especializado. Segundo Liliana, o paciente pode se recuperar completamente.

“O tratamento é voltado para a ansiedade como um todo e também para a de desempenho sexual. A dessensibilização e avaliação dos pensamentos são feitas para que o paciente entenda como e quando a ansiedade ocorre e, assim, aprender a lidar nessas situações”, diz. “Não se deve esquecer que atualmente fazer as coisas de forma rápida é geralmente visto como algo positivo e nem sempre isso é verdade, principalmente em relação à sexualidade”, finaliza Liliana.

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por Marina Teles

Parasita faz rato se sentir sexualmente atraído por gatos

23/08/2011 - 21h40
Parasita faz rato se sentir sexualmente atraído por gatos
Do UOL Ciência e Saúde
Em São Paulo

Rato com parasita se sente sexualmente atraídos por gato
Um parasita faz com que ratos se sintam sexualmente atraídos por gatos, descobriram cientistas da Universidade de Stanford, nos EUA. O Toxoplasma faz com que os ratos percam o medo ao sentir cheiro da urina de gatos para que assim eles se aproximem e possam ser comidos pelos gatos. O motivo? O parasita só se reproduz no intestino de gatos, então é essencial para ele chegar até o sistema digestivo felino.

"Bem, nós vemos atividade em áreas que normalmente controlam como ratos machos respondem a fêmeas, então, é possível que o comportamento que nós vemos em resposta à urina do gato seja de atração sexual, mas nós não sabemos isso", disse Patrick House, da Escola de Medicina. "Eu não diria que eles estão definitivamente atraídos, mas com certeza com menos medo. Ver atividade na região da atração é realmente bizarro".

A urina do gato funciona normalmente funciona como repelente para os roedores, que mantêm distância de seus predadores naturais.

Este é um exemplo do que é chamado de "manipulação hipnótica", na qual alguns parasitas alteram o comportamento do organismo hospedeiro para se beneficiar. Existem diversos exemplos deste fenômeno em insetos, mas os detalhes de como um pequeno protozoário como o Toxoplasma exerce controle sobre um organismo muito mais sofisticado como o rato ainda era um mistério.

O grupo primeiro determinou que o parasita infecta todo o cérebro, mostrando preferência pela área conhecida como amígdala, associada às emoções. Uma vez no cérebro, o Toxoplasma forma cistos a seu redor que conseguem transformar o medo em atração. "De alguma maneira, o Toxoplasma sabe mais da neurobiologia do medo do que nós, porque consegue alterá-la", ressalta o professor Robert Sapolsky, que também participou do estudo.

Aproximadamente um terço das pessoas do mundo está infectada com toxoplasma, mas para a maioria das pessoas não apresenta riscos. Apesar disto, ele pode ser fatal para pessoas com sistema imunológico deficiente e par grávidas, já que pode ultrapassar a placenta. O contágio é geralmente pela alimentação de carne crua ou alimentos mal lavados.

Sexo protege o coração

04/08/2011 - 16h58
Sexo protege o coração
Estudo com idosos em Massachusetts, nos Estados Unidos, mostrou que os homens que fazem sexo menos de uma vez por mês têm 45% mais chances de sofrer de doença vascular do que aqueles que fazem sexo duas ou mais vezes por semana.
Se sofrerem de disfunção erétil, outra boa notícia é de que os remédios disponíveis não aumentam o risco de ataque cardíaco, desde que não sejam usados com remédios que contenham nitrato.

O dado que mais chama a atenção sobre as mulheres é o alto índice de anorgasmia. De cada 10, de 6 a 7 não conseguem chegar ao orgasmo. Os motivos vão desde a falta de excitação aos distúrbios masculinos, como ejaculação precoce ou disfunção erétil.
No Brasil, segundo dados do IMS Health, cerca de 11 milhões de homens sofrem de algum grau de dificuldade de ereção e somente 15% procuraram ajuda. Atualmente, há tratamentos que resgatam a naturalidade da relação sexual, tratam do problema de forma simples e ajudam o homem a superar seus tabus.
Além do intenso prazer, é bom saber que o sexo é bom para:
O coração − durante a excitação, os batimentos cardíacos aumentam cerca de 72%, o equivalente ao exercício na esteira.

A pele − o prazer sexual favorece a produção de estrogênio e do colágeno natural. A temperatura do corpo sobe, há sudorese e afluxo de sangue para a superfície da pele que, mais irrigada e estimulada, resiste ao envelhecimento.

Circulação − as artérias dilatam, provocando sensação de bem-estar.
Queima de calorias − no sexo se gastam, em média, 5 calorias por minuto, um número equivalente ao que se consome caminhando.
Cólica menstrual − a liberação de endorfina propicia equilíbrio hormonal e torna a menstruação menos dolorosa.
Retardar o envelhecimento − o hormônio ocitocina que inibe a ação de radicais livres que aceleram o envelhecimento é liberado no ato sexual.
Combater estresse e insônia − no sistema límbico, ocorre uma descarga de endorfina, responsável pela sensação de prazer.

O humor − o sexo prazeroso intensifica a ação das substâncias produzidas pelo cérebro (serotonina e dopamina), provocando relaxamento e bom humor.

Diminuição da dor − as carícias estimulam os centros nervosos e esses estímulos chegam aos músculos. O opiáceo natural (espécie de anestésico) pode diminuir a dor muscular.

Atividade esportiva e sexo de qualidade
Se a questão é a qualidade do sexo e não a quantidade, a prática esportiva parece ser a recomendação mais adequada. Exercícios aumentam a resistência na hora H, especialmente se trabalharem regiões como os ombros, o peito, as nádegas e as pernas. Em outras palavras, você vai demorar muito mais pra ficar esgotado durante a relação sexual.

Outro efeito importante é a melhora em toda a circulação sanguínea, dos órgãos genitais inclusive. No caso dos homens, esse feito é particularmente importante, pois é o primeiro passo para o tratamento da impotência.

Nas mulheres que têm uma vida sedentária, o efeito é uma diminuição considerável do prazer pela falta de irrigação abundante nos órgãos sexuais.

Já se sabe que a atividade física faz aumentar a produção de serotonina, a substância relacionada ao prazer e ao bem-estar, mas é importante saber que ela faz aumentar satisfação com o próprio corpo. A autoestima dispara.
A produção de endorfina também cresce. Por ser um analgésico e relaxante natural, torna o ato sexual mais prazeroso e aumenta a autoconfiança.

A produção de dois outros hormônios também se beneficia pelo esporte: a testosterona e o estrogênio. O primeiro, produzido em menor escala na mulher, é essencial para a sexualidade. O estrogênio, o hormônio feminino, em maior quantidade no organismo graças à prática esportiva, preserva a estrutura da vagina e ajuda na sua lubrificação.
Mas é sempre bom lembrar que o melhor é praticar exercícios com moderação. Avaliar e preservar as condições físicas de cada indivíduo é sempre indicado.