quarta-feira, 20 de julho de 2011

Mulheres se sentem atraídas por carro de luxo, diz estudo

19/07/2011 - 07h48
Mulheres se sentem atraídas por carro de luxo, diz estudo
DE SÃO PAULO

Para o vendedor Carlo Enrico, 27, o carro influencia na hora da paquera. Dono de um Chevrolet Camaro laranja, o solteiro diz que as meninas ficam "hipnotizadas" pelo esportivo.

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A discussão é antiga e Enrico não está sozinho. Há quem defenda que um carro mais caro pode ajudar na hora da conquista.

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Pesquisadores da Universidade do Texas, porém, afirmam ter provado, ao menos em teoria, que as mulheres, realmente, se sentem atraídas por homens que dirigem carros de luxo ou esportivos.

O estudo realizado nos EUA relacionou o comportamento humano ao dos pavões. No caso da ave, os machos abrem a cauda, com penas chamativas, para atrair as fêmeas.

Os resultados foram obtidos com a análise das respostas de homens e mulheres em um questionário sobre seus interesses de relacionamentos, desejos de compra e até hábitos de leitura.

Segundo os pesquisadores, homens que gastam dinheiro de forma descompromissada ou excessiva em bens supérfluos demonstram ousadia ao sexo oposto.

Despertar esse sentimento pode, de acordo com o estudo, fazer a diferença durante a conquista, principalmente no caso de mulheres que vivem relacionamentos conservadores ou monótonos com seus parceiros.

Mas a polêmica tem sua razão de ser. O próprio estudo aponta um outro lado. As conclusões dos professores revelam que o gosto por carros e objetos caros pode prejudicar quem busca um relacionamento sério.

Mulheres entrevistadas identificam no perfil gastador e exibicionista um sinal de que o homem só está interessado em relacionamentos rápidos.

Para os pesquisadores, se o homem procura uma relação estável, com planos de casamento, o ideal é optar por um carro mais conservador, como um Toyota Prius.

Com agências iternacionais
http://classificados.folha.uol.com.br/veiculos/945210-mulheres-se-sentem-atraidas-por-carro-de-luxo-diz-estudo.shtml

Dicas para encontrar o amor pela internet

Dicas para encontrar o amor pela internet
Confira as sugestões da consultora Erica Queiroz para conseguir um novo amor na rede

Manaus, 30 de Junho de 2011
LEANDRO TAPAJÓS

Cresce o número de pessoas que procuram um amor pela internet no Brasil (Reprodução)
A instrutora de informática Taty Mel,27, conheceu o atual companheiro há 5 anos por meio de um bate-papo na internet. Histórias como a do casal não são casos isolados. De acordo com uma recente pesquisa da Universidade de Oxford, a utilização de sites de namoro cresceu 500% no mundo. O mesmo estudo mostrou que 83% dos brasileiros entrevistados afirmaram já ter se encontrado com alguém que conheceram pela internet.

Para a consultora em relacionamentos e autora do blog e livro “O Amor está na Rede”, Erica Queiroz, deve crescer o número de pessoas que procuram a internet como forma de começar um relacionamento.

“É uma tendência que aumentará cada vez mais, tanto que há inúmeros sites sendo lançados no mercado todo mês. Na Europa e nos Estados Unidos, por exemplo, buscar alguém pela internet já é algo natural. Aqui no Brasil havia muitos tabus, mas está se tornando algo natural também. Tenho contato com vários casais que se conheceram pela internet. Um deles, por exemplo, se conheceu através de uma comunidade do Orkut. Samanta e Frederico já estão juntos há quatro anos”, relata Erica Queiroz.

O número de pessoas que procuraram um amor pela internet pode até ser grande, mas nem todos têm a sorte de encontrá-lo no ambiente virtual. “Digo que é obra de Deus, hoje em dia internet não é fácil. Trabalho com informática e sei muito bem como as coisas funcionam, imagina um adolescente leigo no assunto”, conta Taty.

A instrutora complementa que a busca por um relacionamento na internet pode ser perigosa. “Namoro virtual não é para qualquer um, a pessoa pode sim encontrar um amor virtualmente, mas com muitas restrições. Não recomendo bate-papo, a não ser MSN de alguém que você já conhece, já sabe da existência daquele indivíduo”, recomenda Taty.

Dicas para achar o amor
Para o amor virtual se tornar real, é preciso evitar problemas e saber procurar. Além dos bate-papos uma boa sugestão é criar perfis em sites de relacionamento. Esses sites indicam pretendentes após procurar pessoas com interesses afins aos indicados no perfil dos inscritos.

A consultora Erica Queiroz aponta algumas dicas, confira:

1-Defina seu objetivo no perfil e tenha um comportamento que reflita este objetivo. Exemplo: se você quer algo sério, não escreva no perfil algo que denote descompromisso.
2-Faça uma triagem de quem busca e observe se os objetivos são compatíveis com os seus. Só entre em contato se a pessoa realmente mostrar ter algo em comum com você.
3-Tenha paciência. Podem aparecer pessoas interessantes no caminho, mas com quem, por algum motivo, o relacionamento não siga adiante.
4- Não desista rapidamente e não vá com muita “sede ao pote”, pois, na maioria das vezes, não é a primeira pessoa que você conhece na internet que poderá ser o seu grande amor.
http://acritica.uol.com.br/vida/Dicas-encontrar-amor-internet_0_508749601.html

Pessoas que ‘amam demais’ podem sofrer de ‘amor patológico’

Pessoas que ‘amam demais’ podem sofrer de ‘amor patológico’
Nem sempre os relacionamentos amorosos resultam em momentos de prazer e felicidade. As pessoas que depositam a razão de viver no ‘outro’ podem viver a chamada cegueira emocional, aponta especialista

Manaus, 13 de Julho de 2011
LEANDRO TAPAJÓS
Galería

Brigas marcam a convivência entre alguns casais. Quando o amor se torna doentio é preciso evitar a ‘cegueira emocional’ FOTO: Reprodução

Detalhe da capa do livro ‘Escravas de Eros’, de Tatiana Ades FOTO: Reprodução

Detalhe da capa do livro ‘Hades – Homens que amam demais’, de Tatiana Ades FOTO: Reprodução
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O ciúme exagerado, a depressão, o controle excessivo e a angústia constante são os sinais apontados pela escritora, psicanalista e especialista em relacionamentos Tatiana Ades para diagnosticar o ‘amor patológico’, que deve ser combatido com a mudança de comportamento e auto-valorização.

Ela explica que esse tipo de relacionamento ocorre quando o romance deixa de ser saudável e pode levar a problemas físicos e psíquicos. “O amor patológico é aquele que não é saudável, no qual a codependência afetiva se torna presente e o outro se transforma no centro de nossas vidas, chamo esse processo de cegueira emocional”, define.

A cegueira emocional justifica certos comportamentos que não são bem vistos por pessoas externas a relação. “É um termo que eu uso para explicar atitudes que são muito óbvias para quem está de fora, mas para a pessoa envolvida não é perceptível. Por exempo, uma mulher que é espancada e continua com o marido, justificando ele, dizendo que ela é culpada por ser humilhada e agredida, dizendo que esse homem sofreu muito quando criança e apenas ela é capaz de modificá-lo, sendo a sociedade cruel em não perceber as qualidades dele”, exemplifica.

O papel dos amigos e familiares
As pessoas que passam por isso nem sempre conseguem enxergar que precisam de ajuda. Os amigos e familiares devem tentar ajudar.

“Os envolvidos indiretamente devem sugerir uma terapia ou um grupo anônimo de ajuda, caso a pessoa não queira, mas esteja em perigo de vida, é preciso retirar crianças envolvidas através da lei – uma lei que infelizmente não resolve”, afirma Tatiana Ades.

Por fim e recomeçar
Nem sempre as pessoas que vivem um relacionamento doentio tem forças para por fim nele. Por isso a ajuda de psicólogos e até mesmo, em alguns casos, psiquiatras.

“Essas pessoas sofrem quando amam e é aí que a terapia entra para entender de onde vem o sofrimento e ajudar o paciente a se libertar de um processo doentio.Ela faz a pessoa admitir sua doença, após isso é trabalhado a auto estima e a quebra de um padrão que vem lá de trás – infância . Quando a pessoa se engaja no processo terapêutico e está disposta a se ajudar, consegue chegar a cura”, disse a psicanalista.

Tatiana acrescenta que mesmo quem vive ou já viveu um ‘amor patológico’ pode ser feliz e viver outros romances ‘sadios’. “As pessoas que se curam costumam dizer o seguinte: ‘se eu soubesse disso há 20 anos atrás’. Mas, é preciso persistência e vontade de sair do vício”, explica.

Livros
Tatiana Ades é autora dos livros ‘Hades – Homens que amam demais’e ‘Escravas de Eros’. Nas publicações a escritora mostra que há várias formas de se detectar um amor doentio.
http://acritica.uol.com.br/vida/Pessoas-amam-sofrer-amor-patologico_0_516548677.html

Por que mulheres criam expectativas e homens somem?

Por que mulheres criam expectativas e homens somem?
"As pessoas buscam a alma gêmea, mas não percebem que precisam procurar a fase gêmea". Comenta o escritor Heverton Anunciação, que lançou recentemente o e-book "Por que as mulheres criam expectativas e os homens somem?"

25 de Junho de 2011
KATIA DEUTINER/UOL

À esquerda, Fernanda Mol e À direita, Leandro Sophia (Divulgação )
Qual mulher nunca esperou ansiosa o telefone tocar no dia seguinte ao encontro? E qual homem não teve medo da insistente que liga sem parar, mesmo que mal se conheçam? Nem sempre as pessoas estão na mesma sintonia. E isso explica as expectativas frustradas e os sumiços repentinos.

"As pessoas buscam a alma gêmea, mas não percebem que precisam procurar a fase gêmea. É típico do sul-americano acreditar em amor à primeira vista e no 'seremos felizes para sempre'. Os europeus procuram fazer dar certo”, comenta o escritor Heverton Anunciação, que lançou recentemente o e-book "Por que as mulheres criam expectativas e os homens somem?".

De acordo com o autor, o segredo é estar em fase gêmea –aquela em que as pessoas procuram um mesmo ideal para o futuro e estão dispostos a construir algo juntas, sem abandonar o relacionamento ao menor sinal de brigas. “Em minhas pesquisas para o livro, conheci casais maravilhosos, mas que não mantiveram a relação. Muita expectativa pode gerar conflitos. Não é racionalizar o amor, mas investir para entendê-lo melhor.”

Chance para os errados
A empresária Fernanda Mol, 31 anos, tem um perfil de homem ideal e dispensa todos os que não passam em seu crivo. “Eu chuto mesmo. Eu quero um homem independente, seguro. Mas, às vezes, acho que devo dar chance para caras legais que não estão neste perfil. Quem sabe? Quando não damos nada para o relacionamento ele pode dar certo”, diz.

O comportamento é fruto de quem já teve muitas ilusões. “Hoje, se percebo que o cara criou expectativa, eu fujo. Dá para perceber quando ele te cerca demais, é muito bonzinho, muito amoroso. Eu não acredito em amor à primeira vista. Acho que tudo tem sua hora e forçar uma barra é ruim.”

Cheia de expectativas
Suzana, que prefere não revelar o nome completo, achou que havia conhecido "o homem de sua vida". Recém-separado e com uma filha, embarcou no novo romance com ela. Em seis meses já faziam planos de casamento. Vestido alugado, apartamento financiado, data marcada na igreja e festa parcelada. Só que, dois meses antes, o noivo desistiu.

"Hoje, pensando melhor, percebi que ele não estava vivendo o mesmo momento que eu. Já vinha de um casamento e ficou com medo de entrar em outro sem se dar um tempo", conta.

Ele quer se casar uma vez só

Quem disse que todos os homens fogem? Leandro Sophia, 32 anos, não. Namorando há dez meses, o agente autônomo de investimento diz que está em uma fase "mais tranquila". “Fiquei solteiro por três anos, escolhia muito, pegava birra por besteiras, criava barreiras sem querer e procurava um perfil de mulher. Acho que não tinha encontrado a pessoa certa ainda”, comenta.

Leandro diz que sente-se resolvido emocionalmente, profissionalmente e pronto para dar um passo adiante. “Quero me casar, comprar um apartamento, ter filhos. Mas tudo ao seu tempo e com planejamento. Vou casar uma vez só, então quero tudo bem certinho para não frustar a todos ao meu redor.”

Filme reprisado
Angela Pereira, 36 anos, administradora de empresas, atrai os olhares masculinos na balada, com seus 1,86 m de altura e cabelos loiros. Mas não é por isso que ela troca telefone tão facilmente. "Eu estou fora! Sei que não vira nada. Já tenho experiência no assunto", diz ela, que afirma evitar homens bonitos. "Eles dão muito trabalho", explica.

Angela diz que, hoje, não cria expectativas. “A gente bate a cabeça e aprende com o tempo. Se o cara não liga no outro dia, paciência. Parto para outra. Sou bem pé no chão. Sei que causo um certo medo nos homens por ser independente. Hoje, me considero uma pessoa que mais foge do que cria expectativas. Ainda acredito na máxima: antes só do que mal acompanhada.”

Dez passos para não sofrer
Conheças as dicas do autor de "Por que as mulheres criam expectativas e os homens somem?", Heverton Anunciação, para não criar expectativas demais e nem querer fugir de um relacionamento:

1. Não existe relacionamento bom ou ruim. O que existe são níveis de maturidade ou atitudes boas e ruins. Esteja ciente de que o amor e a maturidade serão colocados à prova

2. Converse sobre tudo com seu par antes de assumir uma relação conjugal séria. Esconder pequenos defeitos, camuflar opções ou divergir em sonhos para o futuro podem arruinar o romance

3. Ninguém muda sua essência. Aceite o outro como é. É pela empatia que ambos aprenderão

4. Não pense em casar por causa de padrões familiares, amizades ou por solidão. Pense no amor, depois nos complementos. Afinal, é com o sentimento darão continuidade à família

5. Observe e aprenda com os erros e acertos em relacionamentos de amigos, familiares e vizinhos

6. Separe alguns dias exclusivamente para vocês se curtirem. Mesmo que o dinheiro e as horas sejam poucas. E não importa quanto tempo estão namorando ou casados

7. Pessoas interessantes aparecem a todo momento. Isso não significa que você irá querer ou será substituído. A traição é perigosa. Se o relacionamento não tem uma base forte, será o início do fim

8. Cada um tem seus próprios objetivos. Não queria absorver a individualidade total do par. São dois inteiros que se completam

9. Incentive o progresso emocional, espiritual, material, físico e intelectual de quem você ama. Assim, você enriquece a si mesmo

10. Não prenda a pessoa que você ama. O que é seu sempre voltará
http://acritica.uol.com.br/vida/mulheres-expectativas-homens-Veja-evita-los_0_505755844.html

En el sexo falta teoría y sobra práctica»

En el sexo falta teoría y sobra práctica»

Los expertos advierten de que la sexualidad está llena de creencias absurdas y proponen que sea una formación obligatoria en los institutos

09:34

Algunos participantes del curso «Sexología: regulaciones y desencuentros pedagógicos». / Mara Villamuza
Avilés, Laura ORTIZ

«En el sexo falta teoría y sobra práctica; de hecho, creo que deberían poner el tema como una asignatura en los institutos». Ésta es la opinión que ayer defendió la sexóloga Ana Fernández, responsable del consultorio sobre sexo de la revista «Nuevo Vale» y directora del curso «Sexología: regulaciones y desencuentros pedagógicos», que comenzó ayer en Avilés. Se trata de uno de los seminarios de verano de la Universidad de Oviedo más solicitados. Los tiempos han cambiado y el sexo ya no es un tema tabú, sin embargo, todavía existente mucha controversia y el tema arrastra multitud de dudas.

«Os sorprendería la cantidad de mitos y creencias que hay sobre el sexo, antes sabíamos poco, pero todo lo necesario, ahora sabemos mucho, pero no lo que hay que saber», aseguró Ana Fernández ante el medio centenar de alumnos participantes. La sexóloga les planteó preguntas realizadas por los lectores de la revista «Nuevo Vale» para que ellos mismos propusieran las respuestas.

El director del Centro de Atención Sexual de Avilés (CASA), Iván Rotella, afirmó: «Cada uno tiene la primera vez que se merece, porque las relaciones hay que cuidarlas; tienes que estar preparado, estar con quien quieres y hacer las cosas que te apetecen». Contundente, comparó: «La primera vez es como si te atropella un camión».

Estudiantes de Magisterio, de Trabajo Social y de Ingenierías son algunos de los alumnos asistentes a las charlas de este curso de verano, que dieron comienzo ayer en el Centro de Servicios Universitarios de Avilés. El principal objetivo del taller, impartido por diferentes profesionales, entre los que se encuentran más de una decena de sexólogos, es dar a conocer a los participantes las experiencias de la sexología en general y la educación sexual en particular. El placer desde el punto de vista antropológico, la metodología para la educación sexual y los aspectos legales del delito sexual son algunos de los temas que se tocarán en las charlas, que durarán hasta el viernes.

Bárbara Fernández, una de las participantes, aseguró: «Me apunté por tres motivos: primero por las asignaturas de libre configuración, luego porque es el curso más interesante y lo último por la grandísima falta de información que hay sobre el tema», y añadió que, además, los sexólogos lo hacen muy divertido. «No es una "chapa" como algunas charlas de otros cursos», aseguró. Nerea Díez, una de sus compañeras, explicó: «Yo me apunté porque soy estudiante de Magisterio y creo que este tema es muy delicado para hablar con los niños, así que espero que este curso me ayude».
http://www.lne.es/verano/2011/07/19/sexo-falta-teoria-sobra-practica/1104698.html

terça-feira, 19 de julho de 2011

La adicción al sexo, un trastorno que se sufre en silencio y con vergüenza

Domingo de 17 de Julio de 2011
11:41 - SOCIEDAD

La adicción al sexo, un trastorno que se sufre en silencio y con vergüenza


Florencia Álamos
La adicción al sexo es padecida de manera silenciosa por miles de personas en el país, afirmaron especialistas en Sexología, y advirtieron sobre la vergüenza y angustia que genera esta patología.

La diferencia entre alguien que disfruta del sexo y un adicto reside en que este último no logra controlar el impulso, lo vive como un tormento, sufre por la conducta, por la necesidad de satisfacer el deseo que lo esclaviza y por el daño que puede ocasionar a terceros.

“El adicto al sexo tiene un comportamiento irrefrenable y no tiene en cuenta al otro. Sabe lo que le está pasando pero no toma recaudos", explicó a Télam Adrián Sappeti, presidente de la Sociedad Argentina de Sexualidad Humana.

Para el sexólogo, el adicto necesita satisfacer el deseo por sobre todo y cualquier situación.

“Si a mí me gusta tomarme una copa de vino, lo hago cuando quiero y puedo, no soy adicto. Pero si esa copa la tengo que tomar si no sufro, mi conducta es compulsiva y coercitiva y ahí sí estoy dentro de una adicción”, ejemplificó.

Por su parte, la sexóloga clínica Diana Resnicoff explicó que esta adicción se distingue por tres características de la conducta: es compulsiva, es recurrente y es persistente.

“La persona tiene que cumplir con ese deseo, es algo que se instala y es necesario tener sexo para tapar ese dolor, esa angustia. La persona siente una profunda carencia y supone que al tener sexo calmará esa sensación de vacío”, indicó.

Ese vacío se produce al estar disociado el placer del amor: se genera un irrefrenable deseo que intenta calmar la angustia y que no está promovido por el deseo sexual sino por esa necesidad de tapar el sufrimiento.

Dentro de la adicción existen distintos tipos: los pacientes adictos a la pornografía, a la relación con distintas mujeres, al sexo con prostitutas o a la masturbación.

Además, en la mayoría de los casos se sienten muy avergonzados por lo que les sucede, destacan los profesionales.

El norteamericano Patrick Carnes fue el primer terapeuta que definió la enfermedad.

El especialista realizó un estudio donde determinó que de 1000 pacientes, el 42 por ciento también era adicto al alcohol y a las drogas, mientras que el 38 por ciento padecía trastornos de alimentación y el 28 restante sufría adicción al trabajo.

Descubrió, además, que 2 de cada 3 pacientes confesó haber sido abusado en la infancia.

No hay estadísticas para determinar la cantidad de adictos que existen en el país ni el mundo, pero los especialistas aseguran que de diez personas, nueve son varones y que es muy difícil que se acerque la persona que lo padece.

Los especialistas llegan a esta conclusión estadística en base a la experiencia en los consultorios.

Estiman que la adicción se da frecuentemente en personas que fueron marcadas por el entorno familiar o social y que de niños se identificaron con modelos alejados de los cánones habituales.

Lejos de disfrutar del sexo, las consecuencias para quien la sufre son graves: complicaciones laborales y sociales, ya que la persona vive alterada por el deseo.

“Hay pacientes que dejaron de ir a fiestas por si les surgía ese deseo incontrolable”, explicó Resnicoff.

En algunos casos, el daño recae sobre terceros, ya que establecen relaciones parafílicas, dejando al descubierto la desviación sexual.

“Los que establecen esas relaciones caen en el delito porque surge una perversión, muchos vienen al consultorio con miedo porque comienzan a sentir deseos de tener relaciones parafílicas con menores, por ejemplo”, reveló Sappeti.

El tratamiento existe pero es largo y consiste en psicoterapia y medicamentos, para bajar lo compulsivo.

Resnicoff explicó que “se trabaja en una terapia privada o en grupos de autoayuda que funcionan con la misma lógica que los de otras adicciones por ejemplo de manera similar a Alcohólicos Anónimos”.

Se busca que el adicto haga un nuevo aprendizaje social mediante tareas sobre cómo llevar registros de los momentos de mayor angustia; se le proponen actividades, como deportes, cursos, y se intenta conectarlos con el placer, añadió.

En cuanto a la sociedad, los especialistas coincidieron en que “hay mucha desinformación sobre el tema. Si se habla de un varón, se festeja el hecho de que quiera tener sexo todo el tiempo, sin profundizar si es un problema; en cambio, si se trata de una mujer, se la prejuzga, se la condena”.
http://www.telam.com.ar/vernota.php?tipo=N&idPub=229742&id=435185&dis=1&sec=1

Em prol da Saúde Sexual

Em prol da Saúde Sexual

Instituto Paulista de Sexualidade - Oswaldo M. Rodrigues Jr.
A sexualidade passou, oficialmente, a ser considerada um dos quatro pilares que determinam a saúde de uma pessoa para a Organização Mundial de Saúde. Dentro da Psicologia, desde os primórdios no final do século XIX, as questões da sexualidade sempre foram consideradas, mas poucos dedicaram-se a auxiliar pessoas com dificuldades e problemas sexuais. Ainda faltam muitos profissionais de saúde, e em especial os dedicados ao comportamento sexual, que atuem e permitam as pessoas superarem problemas sexuais.
Assim, baseados na procura de auxiliar indivíduos e casais a encontrarem o bem estar sexual e atingirem a felicidade, que um grupo de psicólogos criou o InPaSex, uma clínica de psicologia em sexualidade, em outubro de 1996. A valorização da psicologia que pode se dedicar às questões da sexualidade passa a guiar o grupo de psicólogos que sempre atuou na interface com médicos urologistas e ginecologistas em prol dos homens e mulheres que buscam curar-se das dificuldades sexuais.
Problemas sexuais atingem os casais diminuindo a qualidade de vida e trazendo outras características negativas que prejudicam mais o relacionamento do casal. Os homens queixam-se de dificuldades relacionadas à ereção peniana, que em especial dificulta a relação sexual de penetração. A segunda queixa é a falta de controle voluntário sobre a ejaculação, produzindo a ejaculação precoce, quando os homens ejaculam em até dois minutos, ou não sentem que o coito é prazeroso por ser mjuito rápido. Problemas de desejo sexual atingem mais mulheres do que homens, mas ambos reclamam cada vez mais nos últimos anos, produzindo principalmente a inadequação sexual do casal. Mulheres ainda tem grandes dificuldades em obter orgasmos nas relações, e a falta do interesse no sexo dificulta mais ainda a solução deste problema. Dúvidas e incomprensões que trazem ansiedades, apreensões e malestares ao redor da vida sexual também trazem pessoas ao consultório tentando solucioná-los.
O InPaSex sempre teve outros objetivos além de atender pacientes com problemas sexuais. O ensino e a ciência estão dentre estes objetivos. Um destes objetivos tem sido ensinar psicólogos e médicos a atuar em terapia sexual, pelo que mantemos um Curso de Especialização em Psicoterapia com Enfoque na Sexualidade – CEPES, que faz 10 anos. O CEPES é coordenado pela Diretora e Psicóloga Carla Zeglio. Também temos um Curso de Atualização em Terapia Sexual que chegou à 41ª turma em 2011, uma versão de 20 horas que ocorre em meses de férias escolares. Ainda nesta linha de atuação mantemos desde 1998 uma revista técnica de tiragem de 1200 exemplares, de periodicidade semestral que publica artigos de renomados especialistas de toda América Latina, em português e espanhol; a revista ‘e editada pelos psics. Oswaldo Rodrigues Jr, Angelo Monesi e Carla Zeglio.
Dedicados a estudos e pesquisas os membros criaram o GEPIPS – Grupo de Estudos e Pesquisas do InPaSex, através do qual novos estudos têm sido apresentados em congressos de psicologia, medicina e sexualidade, no Brasil, América Latina e Europa, com regularidade mensal nestes 15 anos de existência do grupo. Nesta linha o InPaSex tem organizado palestras, Simpósios Jornadas e Congressos, desde locais a Latino-americanos, além de participar da organização de dezenas de eventos científicos brasileiros, latinoamericanos e mundiais. O GEPIPS é composto de psicólogos dedicados aos estudos que servem de base para o trabalho clínico e hoje tem membros no Piauí, Mato Grosso, Santa Catarina, e mesmo no Uruguay e Argentina, já compondo a Rede Latinoamericana de Investigación em Sexualidad.
Estudos e pesquisas produziram muitas participações em televisão e rádio, revistas e jornais e mais de uma dúzia e meia de livros com temas de sexualidade.
A Psicoterapia focalizada na sexualidade é uma forma de tratamento psicológico que auxilia as pessoas e casais a alcançarem a felicidade sexual modificando atitudes de acordo com os objetivos destas pessoas e casais, produzindo a compreensão sobre como os problemas sexuais se desenvolveram e como podem ser superados hoje ou em qualquer outro momento futuro quando uma circunstância problema possa vier a ocorrer. Os problemas e queixas sexuais que podem ser tratados pela psicoterapia sexual são:
- problemas de desejo sexual – falta de desejo e motivação para fazer sexo, excesso de desejo sexual, desejos sexuais diferentes, desequilíbrio do desejo entre os membros do casal;
- problemas de excitação sexual – no homem a dificuldade em obter ou manter ereções penianas satisfatórias para o relacionamento sexual; na mulher problemas de lubrificação vaginal que dificulta a relação de penetração;
- dores nas relações sexuais – em homens e mulheres (incluem a dor “só no comecinho” da relação); vaginismo (incapacidade da mulher poder ser penetrada, mantendo-se fechada);
- ejaculação – incapacidade do homem de controlar voluntariamente a ejaculação produzindo um tempo de penetração útil para o relacionamento a dois (por exemplo ser capaz de manter-se em penetração sem ejacular por 25-30 minutos); dificuldades ou incapacidades de ejacular durante o ato de penetração (mas ejacula rapidamente na masturbação);
- orgasmo feminino – dificuldades ou incapacidade de sentir prazer orgásmico na relação sexual;
Geralmente os problemas se somam e são mantidos dentro do relacionamento do casal que pode não ter causado o problema mas o mantém.
Os problemas sexuais tem como ser tratados e permitir que mulheres e homens serem felizes.
O InPaSex conta com uma equipe com experiência técnica que atinge 27 anos: Oswaldo Rodrigues Jr., Angelo Monesi, Carla Zeglio, Carolina Fernandes, Diego Viviani, Giovanna Lucchesi, Juliana Bonetti. Cada qual dedicado ao atendimento de casais que precisam de orientações no relacionamento conjugal e sexual, trabalhando com a psicoterapia da sexualidade.
Tem sido nosso lema: Auxiliar encontrar a felicidade sexual, a saúde sexual!
www.inpasex.com.br