segunda-feira, 25 de julho de 2011

Sexualidade na adolescência tema de debate entre estudantes

Sexualidade na adolescência tema de debate entre estudantes
André Amaro | Lubango - 23 de Julho, 2011
Os alunos da escola do primeiro ciclo do ensino secundário, 1º de Dezembro, na cidade do Lubango, foram quinta-feira sensibilizados durante uma palestra sobre questões relacionadas com a sexualidade na adolescência, com vista a prevenir gravidezes indesejadas.
Promovido pela Brigada de Educação Moral, Cívica e Patriótica da JMPLA, na província da Huíla, o encontro serviu para desincentivar a prática de envolvimento sexual dos adolescentes naquele estabelecimento de ensino.
A directora da Família e Promoção da Mulher na Huíla, Amélia Metodio, que orientou a palestra, apelou aos adolescentes a não terem pressa de manter relações sexuais, sob pena de contrair determinadas doenças ou uma gravidez indesejada, colocando em risco, quer o desenvolvimento da mãe quer da própria criança.
“A prática de relações sexuais deve ser feita quando ambos estão preparados do ponto de vista psicológico, físico, material e até financeiro para suportar as consequências”, disse.
A responsável aconselhou os jovens adolescentes a conversarem com os pais, encarregados de educação, tutores e outras pessoas experientes, antes de partirem para esta prática.
O director da escola 1º de Dezembro, Teodoro Bento, disse que a palestra vem a calhar, atendendo a que, neste ano lectivo, três alunas da instituição, de 14 e 15 anos, se encontravam em estado de gestação, o que considera ser um assunto preocupante, sobretudo para a família.
http://jornaldeangola.sapo.ao/14/16/sexualidade_na_adolescencia_tema_de_debate_entre_estudantes

EUA permitem que militares gays assumam sua sexualidade

publicado em 22/07/2011 às 18h13:

EUA permitem que militares gays assumam sua sexualidade
Antes, profissionais das Forças Armadas não podiam revelar orientação sexual
Do R7, com agências internacionais

O presidente americano, Barack Obama, disse nesta sexta-feira (22) que as Forças Armadas do país estão prontas para aceitar abertamente integrantes homossexuais, após uma longa batalha para acabar com a regra que forçava soldados gays a esconder sua sexualidade.

– Hoje, demos o último grande passo para acabar com a lei discriminatória “Não pergunte, Não diga”, que enfraquece nossa prontidão militar e viola os princípios americanos de justiça e igualdade.

Obama extinguiu parcialmente uma lei de 1994 que impedia aos soldados abertamente homossexuais de servir nas Forças Armadas do país. Os militares homossexuais poderão revelar sua orientação sexual sem ser demitidos a partir do próximo dia 20 de setembro, quando se cumprirem 60 dias a partir da assinatura do presidente, período estabelecido na legislação que o Congresso aprovou.

O presidente Barack Obama já havia rejeitado a lei e assinado, em dezembro de 2010, medida uma media que permitia que membros das Forças Armadas assumissem sua sexualidade. Mas a política conhecida política conhecida como "Don't Ask, Don't Tell" (Não Pergunte, Não Diga) continuava valendo na prática, até que o Pentágono preparasse novas regras para implementar a mudança.
http://noticias.r7.com/internacional/noticias/eua-permitem-que-militares-gays-assumam-sua-sexualidade-20110722.html

Estudo analisa a melhor hora para fazer sexo

segunda-feira, 25 de Julho de 2011 | 13:29
Estudo analisa a melhor hora para fazer sexo

Um estudo encomendado por uma empresa norte-americana que vende produtos voltados para o prazer mostra que a maioria dos adultos fazem sexo a noite, mas boa parte preferia manter relações durante o dia.
Intitulado «Great American Sex Survey», o estudo indica que 52% dos adultos nos Estados Unidos preferem sexo à noite, 47% optam pela madrugada e 33% citam a manhã como o melhor horário para manter relações sexuais. Os adeptos do sexo à tarde representam 21% das mais de mil pessoas entrevistadas.

Contudo, 48% dos entrevistados afirmam que na maioria das vezes fazem sexo de madrugada, 45% à noite, 26% pela manhã e 13% à tarde. Segundo Kat Van Kirk, da Adam&Eve, especialista em sexologia, esse diferenciação entre o horário preferido e aquele no qual é feito o sexo, é baseado nas condições de vida relacionadas com o trabalho.

«Se fossemos examinar o nosso relógio biológico e hormonal, a maior excitação acontece pela manhã e à tarde, tanto para homens quanto para mulheres», diz Kirk. «Infelizmente, hoje o sexo é regido pela agenda. Ele acontece quando temos tempo e não quando o nosso corpo deseja», completa.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=13&id_news=523220

Castração química para pedófilo volta a agitar o mundo

Castração química para pedófilo volta a agitar o mundo
Impotência induzida
Por João Ozorio de Melo
Neste domingo, entrou em vigor na Coreia do Sul uma lei que autoriza a castração química de pedófilos condenados. A lei dá aos juízes o poder de determinar o procedimento médico para punir pessoas que cometam abuso sexual contra menores de 16 anos, como anunciaram os sites The imperfect parent e MSNBC. O efeito dessa impotência induzida pode durar até 15 anos.
Também neste domingo, na Rússia, o comissário de Direito das Crianças, Pavel Astakhov, assessor direto do presidente Dmitri Medvedev, pediu a aprovação de lei semelhante no país. Ele defendeu a castração, depois que, na sexta-feira, um estuprador condenado, armado de uma faca, invadiu um acampamento de crianças e estuprou sete meninas. Na cidade de Amur Oblast, um homem estuprou uma menina de sete anos e moradores cercam a sua casa, pedindo justiça.
Na Coreia do Sul, o Ministério da Justiça informou que o país é o primeiro da Ásia a adotar esse tipo de punição, apesar de protestos de grupos de direitos humanos. Nos Estados Unidos, nove estados têm feito "experimentos com castração química", segundo a Wikipédia. A Califórnia introduziu a previsão em seu Código Penal, em 1996, que autoriza a castração química em casos de abusos sexuais graves de menores de 13 anos, se o condenado obter liberdade condicional e se for reincidente. O estuprador não pode recusar o procedimento médico. A Flórida aprovou lei semelhante. Mas, a substância base do produto químico usado nunca foi aprovada pelo FDA ( U.S. Food and Drug Administration).
Outros países também experimentam o uso de drogas que induzem a impotência sexual. No Reino Unido, o cientista da computação Alan Turing, aceitou a castração química como pena alternativa à prisão, em 1992. Na Alemanha, os médicos usam um antiandrógeno, que inibe a atividade do hormônio sexual masculino, para o tratamento de parafilia (anormalidade ou perversão sexual). A Polônia, em 2009, e a Argentina, em 2010, aprovaram leis que autorizam a castração química. Israel já aplicou a medida uma vez como pena alternativa. A pena também é aplicada no Canadá e está em fase de estudos na França e na Espanha, segundo a Wikipédia.
Só neste ano, no Brasil, a Câmara dos Deputados recebeu dois projetos de lei para punir com castração química os condenados por pedofilia e estupro. Uma das propostas foi devolvida ao seu autor, Sandes Júnior (PP-GO), por desrespeitar dispositivo da Constituição Federal que prevê: não haverá penas cruéis (artigo 5º, inciso XLVII, alínea e). A outra também não foi pra frente. No Senado, o Projeto de Lei no 552/2007 foi arquivado no começo deste ano.
Em Sao Paulo, em março, a Assembleia Legislativa de São Paulo recebeu um projeto de lei do deputado Rafael Silva (PDT) que propõe a castração química de pedófilos. O parlamentar propõe o uso de hormônios como medida terapêutica e temporária, de forma obrigatória. A prescrição médica caberia ao corpo clínico designado pela Secretaria de Estado da Saúde. Como em outros países, é considerado um projeto de lei controvertido. E também deve ser analisado do ponto de vista constitucional, porque levanta temas como dignidade humana, tratamento degradante e vedação de penas cruéis.
Em junho, a ConJur publicou artigo em que o psiquiatra forense Roberto Moscatello se opõe à castração química. Segundo ele, "do ponto de vista psiquiátrico-forense na área criminal, a pedofilia deve ser considerada uma perturbação de saúde mental e consequente semi-imputabilidade, já que o indivíduo era capaz de entender o caráter criminoso do fato e era parcialmente ou incapaz de determinar-se de acordo com esse entendimento (perda do controle dos impulsos ou vontade). Quando associada ao alcoolismo, demência senil ou psicoses (esquizofrenia, por ex.) deve ser considerada a inimputabilidade. Em consequência, é imposta medida de segurança detentiva ( internação em Hospital de Custódia) ou restritiva (tratamento ambulatorial) por tempo indeterminado e que demonstra ser o procedimento mais humano, terapêutico, eficaz e de prevenção social".
João Ozorio de Melo é correspondente da revista Consultor Jurídico nos Estados Unidos.
Revista Consultor Jurídico, 24 de julho de 2011
http://www.conjur.com.br/2011-jul-24/leis-castracao-quimica-pedofilos-voltam-agitar-mundo2

Pedofilia é doença passível de inimputabilidade

Pedofilia é doença passível de inimputabilidade
10 junho 2010
Transtornos comportamentais
Por Roberto Moscatello
Segundo o DSM IV (Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders –fourth edition -1994, published by the American Psychiatric Association), pedofilia é caracterizada por intensas fantasias e desejos sexuais ou comportamentos recorrentes por no mínimo seis meses envolvendo crianças (geralmente abaixo de 13 anos de idade). Deve causar sofrimento clinicamente significante ou comprometimento nas áreas social ou ocupacional. O indivíduo deve ter no mínimo 16 anos de idade e ser no mínimo 05 anos mais velho que a criança. O pedófilo pode se atrair somente por meninos ou meninas ou ambos ou se limitarem ao incesto (próprios filhos, enteados ou outros parentes). Pode ser considerada tipo exclusiva (atração somente para crianças) ou não exclusiva (às vezes se atraem por adultos). Tais indivíduos podem limitar suas atividades a observarem crianças nuas ou se exibirem nus, se masturbarem na frente delas ou apenas acariciá-las. Outros podem praticar felação, cunilíngua ou penetrar na vagina, ânus e boca da criança com seus dedos, pênis ou objetos estranhos. A Classificação de Transtornos Mentais e de Comportamento da CID 10 (Organização Mundial de Saúde – 1993) descreve Pedofilia como uma parafilia ou transtorno de preferência sexual (F.65.4) caracterizada por uma preferência sexual por crianças usualmente de idade pré-puberal ou no início da puberdade. É um transtorno raramente identificado em mulheres.
A freqüência desta parafilia (perversão sexual) é difícil de ser avaliada em razão de somente serem descobertas quando no flagrante delituoso ou por outras pessoas e vítimas.É considerada uma das quatro parafilias com o maior número de vítimas. Estudos sobre a personalidade de pedófilos revelaram sentimentos de inferioridade e baixa autoestima, são isolados e solitários, há imaturidade emocional, dificuldade para se relacionar com pessoas de sua idade ou maduras e sinais de raiva e hostilidade. Comumente apresentam outros transtornos mentais associados (transtornos do humor, ansiedade ou de personalidade).
Anormalidades neuroendócrinas, neuroquímicas e cerebrais (principalmente nos lobos frontais e temporais) têm sido descritas em exames laboratoriais e de neuroimagem. Níveis de inteligência abaixo da média também é um achado comum. Fatores ambientais, sociais e psicológicos são outras possíveis causas de Pedofilia e entre elas aqueles que foram abusados sexualmente na infância. Alcoolismo é comum entre os pedófilos incestuosos.
Para uma avaliação rigorosa desta perversão sexual, deve-se proceder à dosagens hormonais, tomografia computadorizada de crânio ou ressonância magnética e testes psicológicos ou projetivos de personalidade. A pletismografia do pênis consiste na medida do volume ou circunferência do pênis durante apresentação de estímulos visuais e auditivos de conteúdo sexual e é um exame comumente usado nos EUA e Canadá e revelando grande especificidade e sensibilidade para Pedofilia. Tempo de Reação Visual também é um outro meio para avaliar preferências sexuais através de um questionário e avaliação computadorizada com imagens de crianças, adolescentes e adultos.
O tratamento pode ser farmacológico e/ou psicoterapia cognitivo-comportamental. Os medicamentos agem diminuindo os níveis de testosterona (acetato de ciproterona, acetato de medroxiprogesterona, acetato de leuprolide) e comumente usados nos EUA e Canadá (chamada “castração química”). Os inibidores seletivos de recaptação da serotonina (fluoxetina e sertralina entre outros) também são usados inicialmente ou em formas mais leves. As taxas de recidiva criminal são sempre menores entre aqueles pedófilos submetidos à tratamento comparados com os sem tratamento e as respostas terapêuticas podem ser satisfatórias.
Do ponto de vista psiquiátrico-forense na área criminal, a Pedofilia deve ser considerada uma perturbação de saúde mental e conseqüente semi-imputabilidade, já que o indivíduo era capaz de entender o caráter criminoso do fato e era parcialmente ou incapaz de determinar-se de acordo com esse entendimento (perda do controle dos impulsos ou vontade). Quando associada à Alcoolismo, Demência Senil ou Psicoses (Esquizofrenia, por ex.) deve ser considerada a inimputabilidade. Em conseqüência, é imposta medida de segurança detentiva ( internação em Hospital de Custódia) ou restritiva (tratamento ambulatorial) por tempo indeterminado e que demonstra ser o procedimento mais humano, terapêutico, eficaz e de prevenção social.
Roberto Moscatello é psiquiatra forense do Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico de Franco da Rocha (SP), especialista pela Associação Brasileira de Psiquiatria e Corresponding Member of the American Academy of Psychiatry and the Law.
Revista Consultor Jurídico, 10 de junho de 2010
http://www.conjur.com.br/2010-jun-10/pedofilia-doenca-mental-passivel-semi-inimputabilidade

O casamento acabou. Viva a amizade!

O casamento acabou. Viva a amizade!
Leia o depoimento de um ex-marido que mantém laços estreitos de amizade com as ex-mulheres. Será possível deixar de lado a frustração pelo casamento que não deu certo e transformar o vínculo amoroso em amizade?

Depoimento escrito por Miguel Soares.

Um casamento que deu certo não é só o que dura para sempre, mas também o que acaba e vira amizade. Ou acaba virando.

Tive três casamentos e meio. Todas as minhas ex-mulheres viraram minhas amigas. Inclusive aquela do “meio” casamento.

Chamo-o assim pela curta duração e pelo fato de não ter tido todos os ingredientes que caracterizam um casamento. Mas, o casamento é que foi pela metade, ela era inteira.

Pensando bem, se poderia também chamar de meio o atual, pois ainda não acabou e – madeira! – espero que nunca acabe.

O mais interessante não é terem se tornado minhas amigas, mas terem se tornado amigas entre si. Numa foto que guardo como um troféu, lá estou eu, feito um paxá, abraçado com três belas mulheres, em pleno exercício da “poligamia da amizade” ou de uma coisa ainda sem nome, a ser inventado. “Polifilia” é um horror. Mas, é por aí.

Naquela foto só falta uma, a do “meio” casamento, a única que mora em outra cidade. Mas já combinamos que na sua próxima vinda ao Rio, bateremos a foto completa.

As pessoas sempre estranharam essa situação e eu sempre estranhei que o fizessem. Estranho para mim é duas pessoas que dormiram juntos tantas vezes virarem inimigas pelo simples fato de terem parado de dormir juntas, morar juntas e dividir tarefas.

E o velho carinho? E as necessárias afinidades? E todo um período de suas histórias compartilhado? E as lembranças comuns? E até um certo dialeto que só os dois falam? Jogar esse patrimônio fora? Tô fora. Tudo bem, confesso que me excedi quando aceitei o convite da primeira ex e do marido dela, para juntos os três fazermos uma viagem de duas semanas ao exterior e – acreditem! – dividirmos um quarto de hotel, para ficar mais em conta.

O marido, a essa altura, já era um companheiro meu de cerveja e papos amenos. Apesar dos meus alertas de “isso-não-vai-dar-certo” , eles insistiam e eu, confesso, aceitei. Não deu certo. As razões não têm nada a ver com fato de dividir um quarto com a ex-mulher e o marido dela, mas com o próprio fato de dividir um quarto com alguém que não a sua mulher. Nem com pais e irmãos costuma dar certo.

Perdi alguns prazeres da viagem e o amigo. Isso prejudicou a relação com a primeira ex, mas não a ponto de ela deixar de ser ainda uma candidata forte para madrinha do meu filho de 10 anos, do terceiro e atual . (O segundo e o segundo e meio não renderam filhos).

A filha de 22 também é pagã e um dia cogitamos em fazer uma grande festa de batizado dos dois. Tirando o pequeno arranhão da tal viagem, continuamos amigos quase íntimos, eu e minha mulher, de todas as três.

A experiência me autoriza a dar vários conselhos para quem quer ficar amigo da ex-mulher ou do ex-marido. Mas fico em um só: o de ter cuidado com a reprodução involuntária de maus-hábitos do tempo do casamento. Amigos sim, mas não tão íntimos. Como disse Jânio Quadros para uma jornalista que o tratou por você: "Sra. jornalista, a intimidade gera filhos e aborrecimentos. E eu não quero ter nenhuma das duas coisas com a senhora!"

Filhos já tenho e tê-los tido foi uma dessas coisas que dão sentido à vida. Aborrecimentos, no momento estou dispensando. Viva o amor e viva amizade.
http://www.vaidarcerto.com.br/site/artigo.php?id=107

Turismo sexual infantil

14-07-2011
Turismo sexual infantil

Argentina es un país donde se produce “exportación” de niños y mujeres para explotación y turismo sexual, mientras el gobierno “no cumple plenamente con las normas mínimas para la eliminación” de la trata de personas, advirtió un informe del Departamento de Estado norteamericano. Responsabiliza al Gobierno nacional, aunque reconoce avances.

Agencia DyN

“Argentina es un país de origen, tránsito y destino de los hombres, mujeres y niños víctimas de la trata de personas, en particular la prostitución forzada y trabajo forzado”, subrayó el documento.

El informe consideró, además, que “el turismo sexual infantil es un problema, particularmente en la Triple Frontera y en Buenos Aires”.

Asimismo, sostuvo que el país es “un lugar de tránsito” para mujeres y niñas extranjeras que son llevadas para ejercer la prostitución forzada a Chile, Brasil, México y Europa Occidental, en tanto recibe personas para explotación sexual de Paraguay, Brasil, Perú y República Dominicana.

En este sentido, indicó que “las extensas fronteras de Argentina son difíciles de controlar, convirtiendo al país en una zona de tránsito para los traficantes y sus víctimas”.

El Departamento de Estado insistió en advertir que “el gobierno de Argentina no cumple plenamente con las normas mínimas para la eliminación de la trata”, aunque reconoció que “está haciendo esfuerzos significativos para lograrlo”.

Tras valorar que se produjeran las primeras condenas en virtud a la ley 26.364 contra la trata de personas, promulgada en abril de 2008, y se mejoraron los mecanismos para identificar y atender a las víctimas, alertó que “el número total de condenas fue baja en comparación con el número de víctimas identificadas”.

En ese sentido, denunció una “supuesta complicidad de funcionarios gubernamentales con los traficantes, para prevenir un mayor esfuerzo global de lucha contra la trata de personas”. El informe sobre trata de personas de 2010 también reveló que “bolivianos, paraguayos y peruanos, así como colombianos y dominicanos, son sometidos a trabajos forzados en talleres clandestinos, en granjas, y cada vez más en tiendas de comestibles y en la venta ambulante”.

Precisó que muchas de las víctimas de las zonas rurales o de provincias del norte se ven obligadas a ejercer la prostitución en los centros urbanos o provincias ricas en el centro y sur de Argentina.

El documento aseveró que la zona rural es la principal empleadora, sobre todo en quintas familiares y empresas que tercerizan la producción de tabaco, algodón y uvas, en la mayoría de las veces, en contacto directo con plaguicidas sin la debida protección.

Puntualizó, también, que en las zonas urbanas, los menores de edad se desempeñan en el servicio doméstico y en la calle como vendedores ambulantes, lustrabotas o “recicladoras de basura”, en referencia a los cartoneros.

En otro punto, el informe señaló -citando a ONGs- que existen “complicidades” de autoridades provinciales y municipales con los traficantes, y apuntó en especial contra agentes de policía que “hacen la vista gorda” ante actividades de tráfico de personas o previenen a los propietarios de prostíbulos sobre las redadas inminentes.
http://www.sexualidadparatodos.com.ar/tv_mis_tratsex.html