55 informações quentes e surpreendentes para você aumentar seu Q.I. erótico - e o seu prazer!
29/07/2011 | 18h49min
1. O uso de saltinhos de aproximadamente 5 centímetros pode melhorar a força dos músculos pélvicos, o que ajuda no orgasmo feminino.
2. Quando procuram parceiro para sexo casual, mulheres dão mais importância do que homens à aparência. Mas...
3. ...isso talvez não seja tão esperto. O tipo nerd pode ser melhor amante. Em uma pesquisa americana, 82% dos profissionais de tecnologia da informação alegaram que colocam o prazer da parceira acima da própria satisfação.
4. Infelizmente, só 41% dos profissionais do fitness se revelaram tão abnegados.
5. No Brasil, cerca de 3 mil homens foram entrevistados em estudo da Bayer Schering Pharma com a Sociedade Brasileira de Urologia - Seccional São Paulo (SBU-SP) e cerca de um terço afirmou que sua maior prioridade é dar prazer à mulher.
6. No mesmo estudo, perto de 87% se dizem satisfeitos com a vida sexual. A maioria, cerca de 62%, transa de duas a quatro vezes por semana.
7. A transa dos europeus dura, em média, 16 minutos; a dos americanos, só sete. Já a dos brasileiros, segundo a pesquisa The Durex Global Sexual Wellbeing Survey, 21 minutos! De qualquer modo, se quiser que ele demore um pouco mais, pressione em torno da base do pênis com seus dedos em círculo.
8. Não espere estar a mil para só então começar a festa. A maioria das mulheres fica excitada depois que a diversão já começou.
9. O número médio de pares sexuais do homem heterossexual é sete. O da mulher, quatro.
10. Aninhe-se com seu homem sempre que der. Casais que se abraçam regularmente e são carinhosos um com o outro são oito vezes menos propensos a ter depressão do que os que se beijam apenas durante o sexo.
11. Strippers arrecadam mais dinheiro quando estão ovulando. Cientistas suspeitam que seja por causa dos feromônios liberados. Faça um strip para seu gato nessa fase - duas semanas antes da menstruação - e deixe-o louco.
12. Os homens acham a voz feminina mais atraente "naqueles dias". Então, as transas do período menstrual podem ser o melhor momento para incluir frases e palavras superquentes na sua cama.
13. Peripécias na cama podem refletir em sua carreira. De acordo com a antropóloga americana Helen Fischer, o sexo aciona químicas cerebrais que melhoram a criatividade no trabalho.
14. Um tipo específico de voz feminina - modulada e energética, com altos e baixos - parece aumentar particularmente a frequência cardíaca do homem e lançar testosterona em seu sangue.
15. É mesmo uma boa assistir a filmes pornográficos com ele. Em um estudo, 58% dos homens e mulheres que recorriam regularmente ao universo pornô se sentiam mais confortáveis com sua sexualidade e atentos às necessidades do parceiro.
16. Mas é o clima de romance que de fato excita as mulheres. Cientistas atestam que ficamos mais ligadas vendo um homem beijar uma mulher do que uma cena de transa. Então, tente beijá-lo em frente ao espelho.
17. Atenção: mantenha sua televisão longe da cama. Casais que não possuem aparelho de tevê no quarto fazem 50% mais sexo.
18. Mulheres que fazem atividade física dizem que sua performance sexual é melhor. Talvez porque elas tenham melhor circulação sanguínea no clitóris e, assim, sintam maior prazer do que as que não se exercitam.
19. E nem é preciso tanta atividade física. Um estudo determinou que apenas 20 minutos de exercício antes da ação na cama vão melhorar sua resposta sexual.
20. Suas curvas agradecem: 30 minutos de sexo queimam, em média, 85 calorias ou mais.
21. Aprenda a administrar bem seus sentimentos. Mulheres com inteligência emocional alta alcançam mais orgasmos.
22. Quase 53% das mulheres usam vibrador. Se você nunca experimentou esse acessório, comece com um pequeno. Será, digamos, menos assustador.
23. Cientistas acreditam que algumas mulheres têm um ponto G mais ativo e eficiente do que outras. Experimente inclinar-se para trás enquanto estiver por cima. A posição o ajudará a estimular seu ponto G (caso você não integre o grupo das abençoadas).
24. Fazer sexo uma vez por semana pode aumentar sua imunidade em 30%.
25. Deite-se em cima dele quando estiverem nus. O contato de pele sobre pele inunda o corpo com oxitocina, hormônio que faz com que se sintam ainda mais próximos.
26. Estudo de 2010 mostrou que, quanto melhor a imagem que uma mulher tem de seus genitais, mais fácil será para ela chegar ao orgasmo.
27. Nosso gatilho para o clímax é disparado se as paredes do canal vaginal forem estimuladas. Um estudo constatou que o comprimento do pênis não ajuda muito nisso - a circunferência, sim. Junte bem suas pernas durante o sexo. Isso vai criar mais fricção para você, e ainda fazer com que ele se sinta mais avantajado.
28. Beber uma ou duas taças de vinho por dia pode aumentar a excitação.
29. Para orgasmos melhores, contraia e relaxe os músculos pélvicos (que seguram o xixi) cinco minutos por dia.
30. Transforme o domingo em dia da faxina a dois. Segundo estudo, casais que fazem mais tarefas domésticas juntos transam mais.
31. Mulher que se masturba com regularidade é mais apta a chegar lá no sexo a dois.
32. Algumas sortudas podem ter orgasmos apenas com a estimulação dos seios. Para checar, peça a ele para gastar um tempo extra nessa área.
49. Especialistas descobriram que fazer sexo regularmente pode ajudar a aliviar enxaquecas.
34. Mulheres que consomem chocolate diariamente têm um impulso maior para o sexo.
35. O odor natural do homem nos excita. Ataque-o antes que ele chegue ao chuveiro na volta da academia.
36. Somos dez vezes mais sensíveis ao toque do que os homens. Faça-o sempre manipular bem seu corpo.
37. Ir para o Facebook ou o Twitter ou enviar mensagens de texto. Isso é o que fazem 36% das pessoas com menos de 35 anos depois do sexo.
38. A área cerebral da "perseguição sexual" é duas vezes e meia maior no homem do que nas mulheres.
39. Ao atingirmos o clímax, as áreas do cérebro relacionadas ao medo "desligam".
40. Entre as pessoas que se dizem sexualmente satisfeitas, 82% também se sentem respeitadas e valorizadas por seu parceiro durante as transas.
41. Descoberto um novo centro de prazer: é o ponto A, na parede superior da vagina, perto do colo do útero. Se estimulado, aumenta a lubrificação. Os movimentos que acionam o ponto G também servirão ao A.
42. Nos melhores orgasmos, todos os seus sentidos estão engajados. Mas cientistas revelam que, quando você está deitada, alguns sentidos são reduzidos. Então, tente ficar mais vezes por cima.
43. Metade dos casais acha que as duas partes tomam a iniciativa do sexo um número equivalente de vezes.
44. Dar a ele uma massagem pode excitá-la. A ponta dos dedos e os montes da palma das mãos são as partes mais sensíveis da sua pele.
45. Um pênis maior é o desejo de 56% dos homens. Alise o ego dele com frases como "Huumm, mal consigo manter você todinho dentro de mim".
46. Encare-o fixamente mais vezes. O contato olhos nos olhos faz o rapaz pegar fogo.
47. Em estudo, 31% dos homens têm problemas para conseguir uma ereção.
48. Não estranhe se o café da manhã lhe parecer afrodisíaco e, depois de tomá-lo, bater aquela vontade. Um experimento com ratos indicou que a cafeína pode causar excitação sexual.
49. Pessoas que fazem sexo cerca de três vezes por semana são percebidas pelos outros como de quatro a sete anos mais jovens.
50. Homens e mulheres levam o mesmo tempo para obter excitação física: 11 a 12 minutos.
51. Mulheres que trabalham meio período têm mais orgasmos do que aquelas que ralam em tempo integral.
52. Cerca de um terço das pessoas afirma que o sexo é melhor nas férias.
53. Reivindique cafunés. O carinho no couro cabeludo estimula fibras nervosas que enviam mensagens de prazer ao cérebro.
54. As terminações nervosas no clitóris são mais densamente cobertas do que no pênis. Mais protegidas, são mais sensíveis. Por isso, carícias indiretas agradam. Tente pedir a ele para colocar um dedo de cada lado e mover para cima e para baixo.
55. Uma das escolhas mais comuns para variar a locação do sexo é o carro. Ali, a posição mais prática é com ele sentado no banco do carona e você por cima, virada para o para-brisa.
Nova
Redação
http://www.paraiba.com.br/2011/07/29/49559-55-informacoes-quentes-e-surpreendentes-para-voce-aumentar-seu-qi-erotico---e-o-seu-prazer
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Como ser prostituta profissional? Site do Ministério do Trabalho ensina!
Como ser prostituta profissional? Site do Ministério do Trabalho ensina!
O que está disponibilizado lá é uma verdadeira cartilha para o bom exercício dessa que é uma das mais antigas profissões do mundo.
O governo Lula está entrando firme na questão do desemprego. Mostrando-se aberto e democrático a todas as vocações, fez uma ampla listagem de atividades na seção Classificação Brasileira de Ocupações, disponível no site do Ministério do Trabalho e Emprego (www.mtecbo.gov.br/busca/descricao.asp?codigo=5198). O item 5198, “Profissionais do sexo”, está especialmente caprichado. Vai muito além da classificação, compondo uma verdadeira cartilha para o bom exercício da prostituição. Para quem quiser se iniciar no meretrício, uma passada nos anais do Ministério do Trabalho é promessa de ótima colocação no mercado. O capítulo sobre “Capacidades pessoais” é especialmente didático.
O governo faz recomendações sutis, talvez inimagináveis às não iniciadas nas artes do sexo profissional. É preciso, por exemplo, “demonstrar capacidade de expressão gestual”. Evidentemente, é preciso também “demonstrar capacidade de realizar fantasias eróticas” (o Ministério do Trabalho infelizmente não oferece sugestões para este item), mas também é preciso “respeitar o silêncio do cliente”. As dicas ultrapassam o terreno da psicologia: além de saber manter o sigilo profissional, os trabalhadores do ramo devem “agir com honestidade”. É o governo preocupado com a ética.
Há um capítulo muito útil aos candidatos a um emprego na calçada. É intitulado “Recursos de trabalho”, que vem com dicas essenciais para que a pessoa não comece no ramo com uma mão na frente e a outra atrás. O capítulo é encabeçado pelo item “guarda-roupa de batalha”. Depois segue-se uma lista básica, para quem acha que essa vida se ganha só com camisinha: “gel lubrificante à base de água”, “papel higiênico”, “lenços umedecidos”, “documentos de identificação”, “celular” e outros. Mas nenhum capítulo é tão rico quanto a “Tabela de atividades”.
Ali está, por assim dizer, a bíblia do meretrício. O item “Batalhar programa”, por exemplo, é um verdadeiro manual de caça.Fonte
Conceito:
O conceito de prostituição pode variar dependendo da sociedade e das circunstâncias onde se dá. Num extremo, em sociedades mais liberais praticamente inexiste a prática, pois a permissividade de troca é gerada pelo prazer ao invés do comércio; já em outro extremo, quando existe rigidez comportamental, é perseguida e punida como delito, e muitas vezes como crime.
Normalmente a prostituição é reprovada nas sociedades, devido à degradação, segundo os mais moralistas, que gera aos praticantes, à disseminação de doenças sexualmente transmissíveis (DST), e também a algum despeito comum relativo a todas as atividades supostamente geradora de proventos "fáceis".
Na cultura silvícola de algumas regiões, inclusive no interior da Amazônia, Brasil, e em algumas comunidades isoladas, onde não há a família monogâmica, não existe propriedade privada e por conseguinte não existe a prostituição: o sexo é encarado de forma natural e como uma brincadeira entre os participantes. Já onde houve a entrada da civilização ocidental com a catequização das tribos, o fenômeno da prostituição passa a ser observado com a troca de objetos entre brancos e índias em troca de favores sexuais.
http://www.exactaexpress.com.br/prostituta_profissional.htm
O que está disponibilizado lá é uma verdadeira cartilha para o bom exercício dessa que é uma das mais antigas profissões do mundo.
O governo Lula está entrando firme na questão do desemprego. Mostrando-se aberto e democrático a todas as vocações, fez uma ampla listagem de atividades na seção Classificação Brasileira de Ocupações, disponível no site do Ministério do Trabalho e Emprego (www.mtecbo.gov.br/busca/descricao.asp?codigo=5198). O item 5198, “Profissionais do sexo”, está especialmente caprichado. Vai muito além da classificação, compondo uma verdadeira cartilha para o bom exercício da prostituição. Para quem quiser se iniciar no meretrício, uma passada nos anais do Ministério do Trabalho é promessa de ótima colocação no mercado. O capítulo sobre “Capacidades pessoais” é especialmente didático.
O governo faz recomendações sutis, talvez inimagináveis às não iniciadas nas artes do sexo profissional. É preciso, por exemplo, “demonstrar capacidade de expressão gestual”. Evidentemente, é preciso também “demonstrar capacidade de realizar fantasias eróticas” (o Ministério do Trabalho infelizmente não oferece sugestões para este item), mas também é preciso “respeitar o silêncio do cliente”. As dicas ultrapassam o terreno da psicologia: além de saber manter o sigilo profissional, os trabalhadores do ramo devem “agir com honestidade”. É o governo preocupado com a ética.
Há um capítulo muito útil aos candidatos a um emprego na calçada. É intitulado “Recursos de trabalho”, que vem com dicas essenciais para que a pessoa não comece no ramo com uma mão na frente e a outra atrás. O capítulo é encabeçado pelo item “guarda-roupa de batalha”. Depois segue-se uma lista básica, para quem acha que essa vida se ganha só com camisinha: “gel lubrificante à base de água”, “papel higiênico”, “lenços umedecidos”, “documentos de identificação”, “celular” e outros. Mas nenhum capítulo é tão rico quanto a “Tabela de atividades”.
Ali está, por assim dizer, a bíblia do meretrício. O item “Batalhar programa”, por exemplo, é um verdadeiro manual de caça.Fonte
Conceito:
O conceito de prostituição pode variar dependendo da sociedade e das circunstâncias onde se dá. Num extremo, em sociedades mais liberais praticamente inexiste a prática, pois a permissividade de troca é gerada pelo prazer ao invés do comércio; já em outro extremo, quando existe rigidez comportamental, é perseguida e punida como delito, e muitas vezes como crime.
Normalmente a prostituição é reprovada nas sociedades, devido à degradação, segundo os mais moralistas, que gera aos praticantes, à disseminação de doenças sexualmente transmissíveis (DST), e também a algum despeito comum relativo a todas as atividades supostamente geradora de proventos "fáceis".
Na cultura silvícola de algumas regiões, inclusive no interior da Amazônia, Brasil, e em algumas comunidades isoladas, onde não há a família monogâmica, não existe propriedade privada e por conseguinte não existe a prostituição: o sexo é encarado de forma natural e como uma brincadeira entre os participantes. Já onde houve a entrada da civilização ocidental com a catequização das tribos, o fenômeno da prostituição passa a ser observado com a troca de objetos entre brancos e índias em troca de favores sexuais.
http://www.exactaexpress.com.br/prostituta_profissional.htm
As vadias do #lingerieday
As vadias do #lingerieday
por Gabi
O assunto do dia é o #lingerieday. Pra quem está fora do twitter ou acabou de chegar no planeta, segue a explicação: Nesse dia, as meninas são convidadas a posar mostrando sua lingerie: vale desde uma foto mostrando a alcinha do sutiã até fotos usando só lingerie. Algumas meninas tiram foto de câmera de celular em frente ao espelho, outras fazem grandes produções. Há fotos bonitas, sensuais, bem humoradas como as que ilustram esse post (roubei todas do site do evento). Há também fotos de péssimo gosto, feias, apelativas, mal tiradas. Há de tudo um pouco.
Eu não gosto do #lingerieday. Desde a primeira edição, sempre achei uma coisa tão imbecil quanto qualquer revista de “mulher pelada”: uma exposição excessiva do corpo feminino, sem objetivo que não seja servir de material para fantasias de marmanjos. Gosto menos ainda da Playboy/Vip/Sexy e similares, com suas mulheres super depiladas e super photoshopadas – as meninas do #lingerieday costumam ser mais naturais, mais normais. Algumas são muito bonitas mesmo, ao vivo, e realmente têm esse corpinho que a gente vê nas fotos.
(Também gosto muito pouco das revistas e propagandas voltadas ao público feminino com suas modelos construídas de pixels cheios de liquify, mas não vou me alongar nesse ponto.)
Mas sabem o que mais me incomoda nesse dia? A maneira como algumas pessoas insistem em tachar todas as meninas que mandam suas fotos nesse dia. São todas putas. Vagabundas. Biscate. Vacas. Todas querem chamar atenção, mostrar a bunda. Merecem a alcunha de puta. PUTA, PIRANHA, VADIA. Porque posaram de calcinha, sutiã, cinta-liga, fio-dental. E se mostraram o corpo na net, podem ser xingadas – é isso que merecem.
Me digam, mulher que posa de lingerie é piranha? E se for modelo, tipo a Gisele Bunchen? A Gisele é piranha? E a Grazi Massafera, é puta? Porque a Gisele pode posar de lingerie e de biquini e ser considerada uma modelo, enquanto as meninas do #lingerieday são putas? Onde está escrito que mulher que mostra o corpo é vagabunda?
Eu (e muitas blogueiras) falamos da Marcha das Vadias, um movimento que prega liberdade no vestir: a liberdade da mulher de usar a roupa que quiser e não ser chamada de puta, de não estar sujeita à violência do estupro por usar roupa curta, justa e decotada. Se queremos a liberdade de usar a roupa que desejarmos, é incoerente dizer que tirar a roupa é errado. Então eu afirmo: posso não gostar do #lingerieday, mas defendo até o fim o direito de quem quer participar dele de fazê-lo sem ser tachada de piranha.
Quer mostrar a bunda? Ela é sua. Mostre pra quem você quiser, seja pro namorado ou pros babões da internet.
E lembre-se: o corpo é seu. Você tem o direito de mostrá-lo ou não. Ser contra o #lingerieday não é ser recalcada, gorda ou pudica (viu, @morroida?), é uma opção. Assim como participar do #lingerieday não faz da menina uma puta.
E você? Já chamou alguma menina de puta no twitter hoje?
http://casadagabi.com/as-vadias-do-lingerieday/
por Gabi
O assunto do dia é o #lingerieday. Pra quem está fora do twitter ou acabou de chegar no planeta, segue a explicação: Nesse dia, as meninas são convidadas a posar mostrando sua lingerie: vale desde uma foto mostrando a alcinha do sutiã até fotos usando só lingerie. Algumas meninas tiram foto de câmera de celular em frente ao espelho, outras fazem grandes produções. Há fotos bonitas, sensuais, bem humoradas como as que ilustram esse post (roubei todas do site do evento). Há também fotos de péssimo gosto, feias, apelativas, mal tiradas. Há de tudo um pouco.
Eu não gosto do #lingerieday. Desde a primeira edição, sempre achei uma coisa tão imbecil quanto qualquer revista de “mulher pelada”: uma exposição excessiva do corpo feminino, sem objetivo que não seja servir de material para fantasias de marmanjos. Gosto menos ainda da Playboy/Vip/Sexy e similares, com suas mulheres super depiladas e super photoshopadas – as meninas do #lingerieday costumam ser mais naturais, mais normais. Algumas são muito bonitas mesmo, ao vivo, e realmente têm esse corpinho que a gente vê nas fotos.
(Também gosto muito pouco das revistas e propagandas voltadas ao público feminino com suas modelos construídas de pixels cheios de liquify, mas não vou me alongar nesse ponto.)
Mas sabem o que mais me incomoda nesse dia? A maneira como algumas pessoas insistem em tachar todas as meninas que mandam suas fotos nesse dia. São todas putas. Vagabundas. Biscate. Vacas. Todas querem chamar atenção, mostrar a bunda. Merecem a alcunha de puta. PUTA, PIRANHA, VADIA. Porque posaram de calcinha, sutiã, cinta-liga, fio-dental. E se mostraram o corpo na net, podem ser xingadas – é isso que merecem.
Me digam, mulher que posa de lingerie é piranha? E se for modelo, tipo a Gisele Bunchen? A Gisele é piranha? E a Grazi Massafera, é puta? Porque a Gisele pode posar de lingerie e de biquini e ser considerada uma modelo, enquanto as meninas do #lingerieday são putas? Onde está escrito que mulher que mostra o corpo é vagabunda?
Eu (e muitas blogueiras) falamos da Marcha das Vadias, um movimento que prega liberdade no vestir: a liberdade da mulher de usar a roupa que quiser e não ser chamada de puta, de não estar sujeita à violência do estupro por usar roupa curta, justa e decotada. Se queremos a liberdade de usar a roupa que desejarmos, é incoerente dizer que tirar a roupa é errado. Então eu afirmo: posso não gostar do #lingerieday, mas defendo até o fim o direito de quem quer participar dele de fazê-lo sem ser tachada de piranha.
Quer mostrar a bunda? Ela é sua. Mostre pra quem você quiser, seja pro namorado ou pros babões da internet.
E lembre-se: o corpo é seu. Você tem o direito de mostrá-lo ou não. Ser contra o #lingerieday não é ser recalcada, gorda ou pudica (viu, @morroida?), é uma opção. Assim como participar do #lingerieday não faz da menina uma puta.
E você? Já chamou alguma menina de puta no twitter hoje?
http://casadagabi.com/as-vadias-do-lingerieday/
No Dia do Orgasmo a Soraia do 'Zorra' fala sobre sexo e dispara: 'quero transar no metrô'
No Dia do Orgasmo a Soraia do 'Zorra' fala sobre sexo e dispara: 'quero transar no metrô'
31/07/2011 | 16h57min
Boazuda Soraia do 'Zorra Total", Luciana Picorelli abre sua intimidade no Dia do Orgasmo, que é comemorado neste domingo
Hoje, Dia do Orgasmo, Luciana Picorelli, a boazuda Soraia do quadro de sucesso Metrô, do humorístico Zorra Total, revela as suas maiores intimidades. “Eu sou dominadora... Não gosto de ‘rapidinhas’. Fico com raiva”, avisa.
Hoje é o Dia do Orgasmo. Você já teve?
Já tive muitos orgasmos, só não tive ainda múltiplos. Mas terei. E confesso que já fingi, toda mulher finge.
Você sabe onde é o seu Ponto G?
Sei e toda mulher tem obrigação de saber. Tem que conhecer seu corpo, se tocar, para dizer ao cara de como gosta.
No sexo, você é dominadora?
Eu sou totalmente dominadora. Fui mandona minha vida inteira (risos).
Dar uma ‘rapidinha’ tem seu valor?
De jeito nenhum. Não gosto de rapidinhas. Eu quero sempre as preliminares. Senão fico com raiva.
Frequenta sex shop?
Não. Mas gosto de usar uma lingerie sexy, um espartilho, uma cinta-liga e tiaras de perna.
Já realizou fantasias sexuais? Quais são os seus fetiches?
Sim. Eu já transei no meio da rua e na praia. E eu tenho vontade de transar no metrô e em cima de um cavalo branco.
Um tapinha não dói?
Uns tapas sem força não doem. Mas não curto porrada. Homem tem que ter pegada, sem machucar.
Tamanho é documento?
Com certeza absoluta.
O que não pode faltar?
Muita pegada. Gosto de falar na hora e de ouvir coisas...
Os homens sarados são os melhores de cama?
Nada disso. Eu não gosto de homens com barriga tanquinho, saradíssimos. Homem sarado para mim é brocha. Eu curto o homem macho, com voz grossa e com atitude.
Meia Hora
http://www.paraiba.com.br/2011/07/31/74380-no-dia-do-orgasmo-a-soraia-do-zorra-fala-sobre-sexo-e-dispara-quero-transar-no-metro
31/07/2011 | 16h57min
Boazuda Soraia do 'Zorra Total", Luciana Picorelli abre sua intimidade no Dia do Orgasmo, que é comemorado neste domingo
Hoje, Dia do Orgasmo, Luciana Picorelli, a boazuda Soraia do quadro de sucesso Metrô, do humorístico Zorra Total, revela as suas maiores intimidades. “Eu sou dominadora... Não gosto de ‘rapidinhas’. Fico com raiva”, avisa.
Hoje é o Dia do Orgasmo. Você já teve?
Já tive muitos orgasmos, só não tive ainda múltiplos. Mas terei. E confesso que já fingi, toda mulher finge.
Você sabe onde é o seu Ponto G?
Sei e toda mulher tem obrigação de saber. Tem que conhecer seu corpo, se tocar, para dizer ao cara de como gosta.
No sexo, você é dominadora?
Eu sou totalmente dominadora. Fui mandona minha vida inteira (risos).
Dar uma ‘rapidinha’ tem seu valor?
De jeito nenhum. Não gosto de rapidinhas. Eu quero sempre as preliminares. Senão fico com raiva.
Frequenta sex shop?
Não. Mas gosto de usar uma lingerie sexy, um espartilho, uma cinta-liga e tiaras de perna.
Já realizou fantasias sexuais? Quais são os seus fetiches?
Sim. Eu já transei no meio da rua e na praia. E eu tenho vontade de transar no metrô e em cima de um cavalo branco.
Um tapinha não dói?
Uns tapas sem força não doem. Mas não curto porrada. Homem tem que ter pegada, sem machucar.
Tamanho é documento?
Com certeza absoluta.
O que não pode faltar?
Muita pegada. Gosto de falar na hora e de ouvir coisas...
Os homens sarados são os melhores de cama?
Nada disso. Eu não gosto de homens com barriga tanquinho, saradíssimos. Homem sarado para mim é brocha. Eu curto o homem macho, com voz grossa e com atitude.
Meia Hora
http://www.paraiba.com.br/2011/07/31/74380-no-dia-do-orgasmo-a-soraia-do-zorra-fala-sobre-sexo-e-dispara-quero-transar-no-metro
Compulsão por sexo aumenta chances de trair o parceiro
Compulsão por sexo aumenta chances de trair o parceiro
01/08/2011 | 09h04min
Para entender os caminhos que levam brasileiros a sofrer de compulsão sexual, o Hospital das Clínicas de São Paulo inicia um estudo em larga escala sobre o distúrbio, recrutando pessoas a partir dos 18 anos.
A compulsão, pouco conhecida, se caracteriza pela busca incessante de satisfazer as vontades sexuais, surgidas em excesso. Por ser compulsivo, o paciente costuma perder o controle de suas ações e causar transtornos tanto para si, quando para pessoas próximas. E pior: tende a trair mais.
Segundo os especialistas consultados pelo R7, o compulsivo sexual tende a perder a noção do que é certo ou errado e acaba por "atravessar fronteiras morais" para conseguir esse objetivo.
De acordo com a psicóloga Cida Lessa, especialista em sexualidade humana, a compulsão pode ser considerada uma patologia que deve ser tratada com remédios.
- Além da terapia, temos também passagens pelo psiquiatra e até medicamentos, dependendo do nível da compulsão. Tratamento em conjunto é fundamental.
Traição acaba com casamento
Ela dá como exemplo o ocorrido com um atual paciente seu, que sofre do problema. Ainda casado, ele apresentava um comportamento compulsivo, que acabou por minar o próprio relacionamento.
Sua mulher descobriu que, desesperado por sexo, o marido procurava outras parceiras pela internet, em sites de encontros. Ele não conseguiu reconquistá-la, mesmo depois de detectado o problema e iniciado o tratamento.
- A traição é muito comum em casos de compulsão sexual. As pessoas tendem a se expor muito mais e chegam a perder o medo de aventurar-se com outras pessoas, mesmo tendo um relacionamento fixo e estável.
Internet é fonte de prazer e culpa
Segundo o responsável pela pesquisa do HC, o psiquiatra Marco de Tubino Scanavino, que está recrutando homens e mulheres alfabetizados, com ou sem impulso sexual em excesso, a internet é uma grande fonte para quem sofre do problema.
- O comportamento compulsivo compromete a vida da pessoa, que se afasta da família, da vida social, sempre em função da busca de sexo, de parceiros ou de elementos de excitação que a internet e os sites pornográficos proporcionam.
No Brasil, ainda não existe um estudo conclusivo para medir a quantidade de pessoas que sofrem de compulsão sexual. Mas, a mesma pesquisa realizada nos Estados Unidos apontou que de 3% a 6% da população total do país sofre com o problema.
A dificuldade do diagnóstico é um das maiores entraves para se fechar esses números aqui no Brasil, diz o pesquisador. Isso porque o problema envolve a exposição de desejos íntimos que geram prazer e culpa ao mesmo tempo.
- Geralmente, as pessoas não procuram tratamento porque, ao passo que a compulsão traz sofrimento, com a perda da família, da vida social e até do emprego, também traz prazer para a vida daquele paciente inquieto, ansioso ou depressivo.
Scanavino explica que a compulsão por sexo não tem o mesmo significado do que o vício na atividade sexual, apesar deste também ser considerado um distúrbio mental que envolve a sexualidade.
- O compulsivo não é aquele que só busca sexo o tempo todo, mas também aquele que "despeja" no sexo a solução de sua ansiedade e até de sua depressão.
Preconceito x exagero
Essa culpa envolve todo o preconceito e tabus relacionados à libido exagerada. Para se ter uma ideia, para cada oito homens que procuram o HC para tratamento, apenas uma mulher aparece – o que mostra que questões culturais estão muito enraizadas no momento de assumir o transtorno e tratá-lo.
No entanto, para o coordenador do estudo, nem sempre o compulsivo é necessariamente um promíscuo. Ele pode apresentar diferentes comportamentos que envolvam a compulsão.
- Temos três situações diferentes para avaliação: aquele que busca incessantemente vários parceiros – muitas vezes, casuais ou anônimos -, aquele que exige demais de um parceiro fixo ou estável e até mesmo o que não busca nenhum parceiro e vive isolado na internet ou vendo filmes, para praticar a masturbação.
Entre os primeiros, o estudo focou ações de prevenção contra DSTs (Doenças Sexualmente Transmissíveis). E no caso dos demais, o cuidado para evitar um outro problema comum: as pequenas lesões genitais em decorrência do excesso de sexo.
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Pornografia em excesso atrapalha sexo
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- Já cuidamos de quadros de depressão e até de suicídio, pois na medida em que o problema vai evoluindo, o paciente perde o controle, se expõe em situações impróprias, como praticar sexo em lugares públicos e privados. E tudo isso pode ser evitado.
Autoestima no pé e vergonha
Apesar da compulsão se manifestar de diferentes maneiras, praticamente todos os pacientes têm problemas de autoestima. Essa é a constatação da educadora Juliana Cambaúva, do Instituto Kaplan, que estuda a sexualidade humana há 20 anos. Ela explica que, ao contrário do que se imagina, os compulsivos têm estima baixíssima e muita vergonha de seu comportamento.
- Tem muito a ver com padrões de comportamento, valores morais e, clinicamente falando, podemos citar uma possível lesão no que chamamos de lobo frontal, que é a parte do cérebro que regula instintos e impulsos.
Essa disfunção se aplica também aos dependentes químicos e os excessivamente consumistas, explica a educadora.
Por isso, controlá-la se torna um desafio, justamente por ter de suprimir o desejo de buscar prazer em momentos inadequados.
- O paciente fica exposto, vulnerável moralmente. A estima tende a ser baixa, há um constrangimento enorme pela falta de controle e um altíssimo nível de frustração.
Como saber se sofro dessa compulsão?
A tendência atual é que o critério diagnóstico não seja quantitativo, mas indicado pela perda de controle. Isto é, perceber se houve comportamento sexual exacerbado muito frequente e repetitivo nos últimos seis meses (sozinho ou buscando parceiros de fato), momentos difíceis da vida onde se buscou o sexo como forma de gratificação – quando se sentiu ansioso ou depressivo, por exemplo.
No entanto, é comum o paciente só perceber isso quando o quadro já está bem mais avançado, e passou a envolver perda de dinheiro ou do convívio com a família, explica Scanavino.
O psiquiatra explica que, quando não tratada, a compulsão - que agora deve ser incluída no código norte-americano de doenças mentais como Transtorno Hiperssexual - traz ainda mais problemas.
- Os indivíduos sofrem prejuízos no desempenho profissional ou nos estudos, prejuízos financeiros e se expõem a doenças sexualmente transmissíveis. É um problema descrito há mais de cem anos. Se o paciente se tratar, se cuidar, todos podem ganhar com isso. Ele e todos ao seu redor.
A compulsão sexual costuma ser tratada com antidepressivos, que tendem a diminuir a libido, e sessões de psicoterapia.
R7
http://www.paraiba.com.br/2011/08/01/77377-compulsao-por-sexo-aumenta-chances-de-trair-o-parceiro
01/08/2011 | 09h04min
Para entender os caminhos que levam brasileiros a sofrer de compulsão sexual, o Hospital das Clínicas de São Paulo inicia um estudo em larga escala sobre o distúrbio, recrutando pessoas a partir dos 18 anos.
A compulsão, pouco conhecida, se caracteriza pela busca incessante de satisfazer as vontades sexuais, surgidas em excesso. Por ser compulsivo, o paciente costuma perder o controle de suas ações e causar transtornos tanto para si, quando para pessoas próximas. E pior: tende a trair mais.
Segundo os especialistas consultados pelo R7, o compulsivo sexual tende a perder a noção do que é certo ou errado e acaba por "atravessar fronteiras morais" para conseguir esse objetivo.
De acordo com a psicóloga Cida Lessa, especialista em sexualidade humana, a compulsão pode ser considerada uma patologia que deve ser tratada com remédios.
- Além da terapia, temos também passagens pelo psiquiatra e até medicamentos, dependendo do nível da compulsão. Tratamento em conjunto é fundamental.
Traição acaba com casamento
Ela dá como exemplo o ocorrido com um atual paciente seu, que sofre do problema. Ainda casado, ele apresentava um comportamento compulsivo, que acabou por minar o próprio relacionamento.
Sua mulher descobriu que, desesperado por sexo, o marido procurava outras parceiras pela internet, em sites de encontros. Ele não conseguiu reconquistá-la, mesmo depois de detectado o problema e iniciado o tratamento.
- A traição é muito comum em casos de compulsão sexual. As pessoas tendem a se expor muito mais e chegam a perder o medo de aventurar-se com outras pessoas, mesmo tendo um relacionamento fixo e estável.
Internet é fonte de prazer e culpa
Segundo o responsável pela pesquisa do HC, o psiquiatra Marco de Tubino Scanavino, que está recrutando homens e mulheres alfabetizados, com ou sem impulso sexual em excesso, a internet é uma grande fonte para quem sofre do problema.
- O comportamento compulsivo compromete a vida da pessoa, que se afasta da família, da vida social, sempre em função da busca de sexo, de parceiros ou de elementos de excitação que a internet e os sites pornográficos proporcionam.
No Brasil, ainda não existe um estudo conclusivo para medir a quantidade de pessoas que sofrem de compulsão sexual. Mas, a mesma pesquisa realizada nos Estados Unidos apontou que de 3% a 6% da população total do país sofre com o problema.
A dificuldade do diagnóstico é um das maiores entraves para se fechar esses números aqui no Brasil, diz o pesquisador. Isso porque o problema envolve a exposição de desejos íntimos que geram prazer e culpa ao mesmo tempo.
- Geralmente, as pessoas não procuram tratamento porque, ao passo que a compulsão traz sofrimento, com a perda da família, da vida social e até do emprego, também traz prazer para a vida daquele paciente inquieto, ansioso ou depressivo.
Scanavino explica que a compulsão por sexo não tem o mesmo significado do que o vício na atividade sexual, apesar deste também ser considerado um distúrbio mental que envolve a sexualidade.
- O compulsivo não é aquele que só busca sexo o tempo todo, mas também aquele que "despeja" no sexo a solução de sua ansiedade e até de sua depressão.
Preconceito x exagero
Essa culpa envolve todo o preconceito e tabus relacionados à libido exagerada. Para se ter uma ideia, para cada oito homens que procuram o HC para tratamento, apenas uma mulher aparece – o que mostra que questões culturais estão muito enraizadas no momento de assumir o transtorno e tratá-lo.
No entanto, para o coordenador do estudo, nem sempre o compulsivo é necessariamente um promíscuo. Ele pode apresentar diferentes comportamentos que envolvam a compulsão.
- Temos três situações diferentes para avaliação: aquele que busca incessantemente vários parceiros – muitas vezes, casuais ou anônimos -, aquele que exige demais de um parceiro fixo ou estável e até mesmo o que não busca nenhum parceiro e vive isolado na internet ou vendo filmes, para praticar a masturbação.
Entre os primeiros, o estudo focou ações de prevenção contra DSTs (Doenças Sexualmente Transmissíveis). E no caso dos demais, o cuidado para evitar um outro problema comum: as pequenas lesões genitais em decorrência do excesso de sexo.
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- Já cuidamos de quadros de depressão e até de suicídio, pois na medida em que o problema vai evoluindo, o paciente perde o controle, se expõe em situações impróprias, como praticar sexo em lugares públicos e privados. E tudo isso pode ser evitado.
Autoestima no pé e vergonha
Apesar da compulsão se manifestar de diferentes maneiras, praticamente todos os pacientes têm problemas de autoestima. Essa é a constatação da educadora Juliana Cambaúva, do Instituto Kaplan, que estuda a sexualidade humana há 20 anos. Ela explica que, ao contrário do que se imagina, os compulsivos têm estima baixíssima e muita vergonha de seu comportamento.
- Tem muito a ver com padrões de comportamento, valores morais e, clinicamente falando, podemos citar uma possível lesão no que chamamos de lobo frontal, que é a parte do cérebro que regula instintos e impulsos.
Essa disfunção se aplica também aos dependentes químicos e os excessivamente consumistas, explica a educadora.
Por isso, controlá-la se torna um desafio, justamente por ter de suprimir o desejo de buscar prazer em momentos inadequados.
- O paciente fica exposto, vulnerável moralmente. A estima tende a ser baixa, há um constrangimento enorme pela falta de controle e um altíssimo nível de frustração.
Como saber se sofro dessa compulsão?
A tendência atual é que o critério diagnóstico não seja quantitativo, mas indicado pela perda de controle. Isto é, perceber se houve comportamento sexual exacerbado muito frequente e repetitivo nos últimos seis meses (sozinho ou buscando parceiros de fato), momentos difíceis da vida onde se buscou o sexo como forma de gratificação – quando se sentiu ansioso ou depressivo, por exemplo.
No entanto, é comum o paciente só perceber isso quando o quadro já está bem mais avançado, e passou a envolver perda de dinheiro ou do convívio com a família, explica Scanavino.
O psiquiatra explica que, quando não tratada, a compulsão - que agora deve ser incluída no código norte-americano de doenças mentais como Transtorno Hiperssexual - traz ainda mais problemas.
- Os indivíduos sofrem prejuízos no desempenho profissional ou nos estudos, prejuízos financeiros e se expõem a doenças sexualmente transmissíveis. É um problema descrito há mais de cem anos. Se o paciente se tratar, se cuidar, todos podem ganhar com isso. Ele e todos ao seu redor.
A compulsão sexual costuma ser tratada com antidepressivos, que tendem a diminuir a libido, e sessões de psicoterapia.
R7
http://www.paraiba.com.br/2011/08/01/77377-compulsao-por-sexo-aumenta-chances-de-trair-o-parceiro
Santa Sé: pais têm direito a ensinar sexualidade
Santa Sé: pais têm direito a ensinar sexualidade
Por ZENIT
A política da ONU sobre a juventude deverá respeitar o direito dos pais de educar seus filhos, incluindo a questão da sexualidade humana e “saúde reprodutiva”, afirma um representante da Santa Sé.
Dom Francis Chullikatt, observador permanente da Santa Sé nas Nações Unidas, disse isso em seu discurso na recente reunião de alto nível das Nações Unidas sobre a juventude.
“Todos os jovens devem ser educados no ambiente em que podem crescer e aprender, isto é, numa comunidade e sociedade caracterizada pela paz e a harmonia, livre de violência e discórdia. Cada um dos filhos, para desfrutar de um desenvolvimento pleno e harmonioso de sua personalidade, deve crescer num ambiente familiar, em uma atmosfera de felicidade, amor e compreensão”, disse o arcebispo.
O representante da Santa Sé explicou que esse tipo de ambiente “promoverá o bem e a responsabilidade do cidadão, que é essencial para o bem comum da humanidade”.
A responsabilidade e o respeito pelos outros é aprendido em uma família, disse Dom Chullikatt.
“A família desempenha um papel importante na educação das crianças, no desenvolvimento de suas habilidades e na formação e aquisição de valores éticos e espirituais que estejam profundamente enraizados na paz, liberdade e dignidade e igualdade de todos os homens e mulheres”, afirmou.
“A família, fundada no matrimônio entre um homem e uma mulher, é o grupo de união fundamental da sociedade, e o Estado e a sociedade devem garantir sua proteção.”
Educação
O arcebispo, de 58 anos, lembrou à ONU que “os pais – pai e mãe juntos – têm a responsabilidade primeira de educar e ajudar os seus filhos a crescerem, para se tornarem bons cidadãos e líderes.”
“Os pais não podem esquivar desta responsabilidade”, disse. E os Estados – acrescentou o prelado – “são chamados, de acordo com instrumentos internacionais, a respeitar essas responsabilidades, direitos e deveres dos pais neste sentido.”
“As políticas de juventude, programas, planos de ação e compromissos assumidos pelos Estados membros devem respeitar plenamente o papel dos pais no bem-estar de seus filhos e sua educação”, disse o representante da Santa Sé, “incluindo a questão da sexualidade humana e a chamada ‘saúde reprodutiva’, que não deveria incluir o aborto.”
— — —
Na internet, fala completa do arcebispo (em inglês): www.zenit.org/article-33172?l=english
http://maringa.odiario.com/blogs/domanuar/2011/07/30/santa-se-pais-tem-direito-a-ensinar-sexualidade/
Por ZENIT
A política da ONU sobre a juventude deverá respeitar o direito dos pais de educar seus filhos, incluindo a questão da sexualidade humana e “saúde reprodutiva”, afirma um representante da Santa Sé.
Dom Francis Chullikatt, observador permanente da Santa Sé nas Nações Unidas, disse isso em seu discurso na recente reunião de alto nível das Nações Unidas sobre a juventude.
“Todos os jovens devem ser educados no ambiente em que podem crescer e aprender, isto é, numa comunidade e sociedade caracterizada pela paz e a harmonia, livre de violência e discórdia. Cada um dos filhos, para desfrutar de um desenvolvimento pleno e harmonioso de sua personalidade, deve crescer num ambiente familiar, em uma atmosfera de felicidade, amor e compreensão”, disse o arcebispo.
O representante da Santa Sé explicou que esse tipo de ambiente “promoverá o bem e a responsabilidade do cidadão, que é essencial para o bem comum da humanidade”.
A responsabilidade e o respeito pelos outros é aprendido em uma família, disse Dom Chullikatt.
“A família desempenha um papel importante na educação das crianças, no desenvolvimento de suas habilidades e na formação e aquisição de valores éticos e espirituais que estejam profundamente enraizados na paz, liberdade e dignidade e igualdade de todos os homens e mulheres”, afirmou.
“A família, fundada no matrimônio entre um homem e uma mulher, é o grupo de união fundamental da sociedade, e o Estado e a sociedade devem garantir sua proteção.”
Educação
O arcebispo, de 58 anos, lembrou à ONU que “os pais – pai e mãe juntos – têm a responsabilidade primeira de educar e ajudar os seus filhos a crescerem, para se tornarem bons cidadãos e líderes.”
“Os pais não podem esquivar desta responsabilidade”, disse. E os Estados – acrescentou o prelado – “são chamados, de acordo com instrumentos internacionais, a respeitar essas responsabilidades, direitos e deveres dos pais neste sentido.”
“As políticas de juventude, programas, planos de ação e compromissos assumidos pelos Estados membros devem respeitar plenamente o papel dos pais no bem-estar de seus filhos e sua educação”, disse o representante da Santa Sé, “incluindo a questão da sexualidade humana e a chamada ‘saúde reprodutiva’, que não deveria incluir o aborto.”
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Na internet, fala completa do arcebispo (em inglês): www.zenit.org/article-33172?l=english
http://maringa.odiario.com/blogs/domanuar/2011/07/30/santa-se-pais-tem-direito-a-ensinar-sexualidade/
Sexualidade na história do Brasil
27/07/2011 às 12:38:20 - Atualizado em 27/07/2011 às 12:38:22
Sexualidade na história do Brasil
Hoje quero dar uma dica de livro para começar bem a semana. "Histórias Íntimas - Sexualidade e erotismo na história do Brasil" é uma obra da historiadora Mary Del Priore que já aparece na lista dos livros de não ficção mais vendidos. "Em Histórias íntimas, ela mostra como a sexualidade e a noção de intimidade foram mudando ao longo do tempo, influenciadas por questões políticas, econômicas e culturais, passando de um assunto a ser evitado a todo custo para um dos mais comentados nos dias de hoje".
O livro é resultado de pesquisas realizadas sobre hábitos e costumes brasileiros ao longo de cinco séculos. O papel da mulher na sociedade, as mudanças no que se refere aos hábitos de higiene, os afrodisíacos, o surgimento da lingerie, a popularização do biquíni e a revolução sexual.Com riqueza de detalhes o leitor pode conhecer os hábitos e costumes de cada época. Separei este trecho do livro para vocês:
"Quando o Brasil era a Terra de Santa Cruz, as mulheres tinham de se enfear e os homens precisavam dormir de lado, nunca de costas, porque "a concentração de calor na região lombar" excitava os órgãos sexuais (...) E beijar na boca? Bem...sem pasta e escova de dentes, difícil".
http://www.parana-online.com.br/colunistas/312/87097/
Sexualidade na história do Brasil
Hoje quero dar uma dica de livro para começar bem a semana. "Histórias Íntimas - Sexualidade e erotismo na história do Brasil" é uma obra da historiadora Mary Del Priore que já aparece na lista dos livros de não ficção mais vendidos. "Em Histórias íntimas, ela mostra como a sexualidade e a noção de intimidade foram mudando ao longo do tempo, influenciadas por questões políticas, econômicas e culturais, passando de um assunto a ser evitado a todo custo para um dos mais comentados nos dias de hoje".
O livro é resultado de pesquisas realizadas sobre hábitos e costumes brasileiros ao longo de cinco séculos. O papel da mulher na sociedade, as mudanças no que se refere aos hábitos de higiene, os afrodisíacos, o surgimento da lingerie, a popularização do biquíni e a revolução sexual.Com riqueza de detalhes o leitor pode conhecer os hábitos e costumes de cada época. Separei este trecho do livro para vocês:
"Quando o Brasil era a Terra de Santa Cruz, as mulheres tinham de se enfear e os homens precisavam dormir de lado, nunca de costas, porque "a concentração de calor na região lombar" excitava os órgãos sexuais (...) E beijar na boca? Bem...sem pasta e escova de dentes, difícil".
http://www.parana-online.com.br/colunistas/312/87097/
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