Pesquisa aponta fim de romantismo em 14 meses após o casamento
Estudo britânico confirma que, depois de trocarem alianças, os pombinhos não são mais os mesmos
Por: Redação
No namoro, o casal vive em clima de romance, troca carícias e faz declarações de amor. Mas as coisas mudam de figura quando os apaixonados decidem se casar e os desentendimentos passam a ser constantes. Segundo um estudo, encomendado pela empresa do Reino Unido Better-Bathrooms, o romantismo tem um prazo de validade de 14 meses após a lua de mel.
A pesquisa apontou que esse é o momento em que as mulheres deixam de se arrumar, como faziam no namoro, usam menos maquiagem e andam pela casa com aquelas roupas que, antes do casamento, jamais ousariam vestir. Os homens, por sua vez, dão uma folga à lâmina de barbear e usam o banheiro de porta aberta, com a tampa do vaso sanitário virada para cima, é claro.
Nesse período, os dois mil casais entrevistados afirmaram que deixaram de falar “eu te amo” com o mesmo vigor que diziam na época do namoro. Mas, de acordo com o jornal Daily Mail, apesar das mudanças, a maioria se mostrou feliz, já que essa intimidade tornava o relacionamento ainda mais agradável.
http://www.maisrevistamulher.com.br/artigos/ver/60/pesquisa-aponta-fim-de-romantismo-em-14-meses-apos-o-casamento
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Oficina do Grupo Matizes debate gravidez precoce e DST’s com jovens
'Sexo seguro: tô dentro' - 07/08/2011 às 14:52h
Oficina do Grupo Matizes debate gravidez precoce e DST’s com jovens
A oficina “Sexo seguro: tô dentro” integra as atividades de mobilização para a VII Semana do Orgulho
Estudantes da Escola Municipal Dílson Fernandes, localizada no bairro São Joaquim, zona Norte de Teresina, recebem neste final de semana orientações sobre os riscos de práticas sexuais desprotegidas. A oficina “Sexo seguro: tô dentro”, promovida pelo Grupo Matizes, acontece neste sábado (6), a partir das 16h.
“Trabalhar em um bairro vulnerável, que apresenta diversas carências sociais, é uma oportunidade de disseminar informações mais fundamentadas. Assim podemos proporcionar a estes jovens uma visão mais ampla do mundo, permitindo novas reflexões que venham a quebrar tabus intrínsecos na sociedade”, declara o palestrante Herbert Medeiros.
A oficina debaterá temas que abrangem desde as transformações físicas e psicológicas que marcam a puberdade, passando pelos conceitos de sexo, sexualidade, além da orientação para o uso de preservativos e das possibilidades de transmissão de doenças como a AIDS e hepatites virais.
As agressões sofridas pelo público LGBT dentro das unidades de ensino também serão discutidas no evento. “Muitos adolescentes não sabem lidar com a pluralidade e acabam por violentar e humilhar os colegas que possuem orientação sexual diferenciada. Isto precisa mudar”, pontua Herbert Medeiros.
A oficina “Sexo seguro: tô dentro” integra as atividades de mobilização para a VII Semana do Orgulho de Ser, que acontece de 21 a 26 de agosto em Teresina, sob a organização do Grupo Matizes.
http://www.180graus.com/geral/oficina-do-grupo-matizes-debate-gravidez-precoce-e-dsts-com-jovens-446842.html
Oficina do Grupo Matizes debate gravidez precoce e DST’s com jovens
A oficina “Sexo seguro: tô dentro” integra as atividades de mobilização para a VII Semana do Orgulho
Estudantes da Escola Municipal Dílson Fernandes, localizada no bairro São Joaquim, zona Norte de Teresina, recebem neste final de semana orientações sobre os riscos de práticas sexuais desprotegidas. A oficina “Sexo seguro: tô dentro”, promovida pelo Grupo Matizes, acontece neste sábado (6), a partir das 16h.
“Trabalhar em um bairro vulnerável, que apresenta diversas carências sociais, é uma oportunidade de disseminar informações mais fundamentadas. Assim podemos proporcionar a estes jovens uma visão mais ampla do mundo, permitindo novas reflexões que venham a quebrar tabus intrínsecos na sociedade”, declara o palestrante Herbert Medeiros.
A oficina debaterá temas que abrangem desde as transformações físicas e psicológicas que marcam a puberdade, passando pelos conceitos de sexo, sexualidade, além da orientação para o uso de preservativos e das possibilidades de transmissão de doenças como a AIDS e hepatites virais.
As agressões sofridas pelo público LGBT dentro das unidades de ensino também serão discutidas no evento. “Muitos adolescentes não sabem lidar com a pluralidade e acabam por violentar e humilhar os colegas que possuem orientação sexual diferenciada. Isto precisa mudar”, pontua Herbert Medeiros.
A oficina “Sexo seguro: tô dentro” integra as atividades de mobilização para a VII Semana do Orgulho de Ser, que acontece de 21 a 26 de agosto em Teresina, sob a organização do Grupo Matizes.
http://www.180graus.com/geral/oficina-do-grupo-matizes-debate-gravidez-precoce-e-dsts-com-jovens-446842.html
Gays cheios de Espírito Santo
Gays cheios de Espírito Santo
Grupo de homossexuais se reúne para orar e louvar a Deus em comunidade pentecostal que combate a discriminação ainda comum nas igrejas tradicionais
Cristina Camargo
Agência BOM DIA
Vestido de forma sóbria, um grupo de homossexuais vai participar da 4ª Parada da Diversidade de Bauru sem carregar os tradicionais adereços coloridos. Nas mãos, estarão panfletos religiosos que têm o objetivo de evangelizar os participantes do evento.
Eles formam a primeira comunidade religiosa gay da cidade. Organizam o que pode se transformar numa inovadora igreja aberta aos homens e mulheres homoafetivos, hoje discriminados por católicos e evangélicos conservadores. “Não acreditamos que o homossexualismo seja pecado e afirmamos que a ‘Bíblia’ não o condena”, afirma o Missionário Junior, um dos líderes do grupo. “A presença dos gays é o próximo paradigma a ser quebrado.”
Ex-seminarista, Junior, 27 anos, tem uma história de 15 anos dedicados à Igreja Católica. A religiosidade foi despertada justamente porque, na adolescência, numa época em que confundia sua sexualidade com uma doença, chegou a acreditar que poderia ser “curado” na igreja. Depois, percebeu que não era nada disso. E descobriu a teologia inclusiva, um segmento em crescimento no mundo todo.
Agora, o missionário juntou seu projeto Presença de Deus à comunidade Deus é Mais, criada a partir de conversas entre amigos religiosos e gays. Eles se sentiam excluídos nas igrejas que frequentavam e começaram a se reunir para orar. Evangélico desde os 11 anos, Alexandre, 36, é o fundador da comunidade, ao lado do namorado, Renato, 22.
Frequentador de igrejas evangélicas tradicionais, Alexandre já sofreu bastante por se sentir pressionado a esconder sua condição. Quando estavam perto de descobrir que era gay, não voltava mais aos cultos e reuniões. “Sempre fui meio quiabo”, brinca, sobre essa fase. Na comunidade que criou, a liberdade de expressão é a maior conquista.
As reuniões são realizadas numa antiga loja, ainda a portas fechadas. Os interessados em frequentá-las precisam antes entrar em contato com os organizadores. A futura igreja deverá seguir os princípios pentecostais - crença na presença do Espírito Santo por meio de dons como o da cura, visões e línguas.
Alguns heterossexuais também frequentam o grupo, que tem a intenção de promover a restauração de vidas e prega relacionamentos sérios, distantes da promiscuidade, das bebidas e das drogas.
“Antes, o preconceito era com as mulheres e com os negros. Esses tabus já foram quebrados. Agora, pela força do nome de Jesus, estaremos com espaço de refúgio para a comunidade LGBT e familiares, hoje excluídos pelas igrejas, reforça o missionário.
Segmento ganha destaque no Brasil
Em São Paulo, a Igreja da Comunidade Metropolitana é uma das inclusivas. Fundada na década de 1960 nos EUA, hoje está em mais de 50 países.
10.000 é o número de panfletos evangelizadores que serão distribuídos na Parada, dia 28.
Para quem quiser entrar em contato
Para ter contato com o Pastor Júnior: juniorbauru7@yahoo.com.br. O endereço eletrônico da comunidade Deus é Mais é o allegari_@hotmail.com
Evangélico sofreu rejeição ao contar sobre namoro
Frequentador de uma igreja evangélica, Marcos, 30, fazia parte do ministério do louvor quando o líder descobriu que é homossexual. Então, começou a perseguição. Marcos percebeu que era mais cobrado – a exigência em relação a ele era maior. Um dia, o líder perguntou sobre a aliança usada pelo fiel: “Por que é igual a que o seu amigo usa?”.
Marcos falou a verdade: é porque o amigo, na verdade, era namorado. Então, ouviu as tradicionais reprimendas sobre o amor entre dois homens. Rebateu dizendo que era a sua vida. Chegou ao ponto de os outros integrantes do grupo serem orientados a não conversar mais com o casal. Antes disso, ele mesmo viveu a fase de rejeitar a sexualidade, até tomar consciência de que não cometia nenhum pecado.
“O grande preconceito que o homossexual sofre é o dele mesmo”, diz agora. Dono de voz que chama a atenção na hora das canções religiosas, Marcos acredita que muitos gays partem para uma vida sem muitas regras por causa da rejeição que sofrem na família, sociedade e nas igrejas. Conta que ele mesmo vivia “situações erradas” quando chegou à comunidade de orações.
Hoje, compartilha as fraquezas e as virtudes. É enfático ao dizer que o espaço que organizam é para a restauração de vidas. “Nós nos identificamos com aqueles que sofrem a discriminação”, afirma.
Aberta ao acaso, a “Bíblia” do grupo deu o fecho necessário para a noite de orações: “A pedra que os construtores rejeitaram veio a ser a mais importante de todas”.
Inclusão na previdência oficializou casal
Casados há cinco anos e cinco meses, o psicólogo Ricardo Mokdici, 47 anos, e Edson Francisco Goulart, 33, são a prova de que a união estável de parceiros gays existe no Brasil antes mesmo do STF (Supremo Tribunal Federal) reconhecer a união homoafetiva. Em 2007, eles conseguiram o reconhecimento da união pela Funprev (Fundação de Previdência dos Servidores Públicos Municipais), com direito a pensão para Edson em caso de morte e plano de saúde – uma decisão pioneira em Bauru.
BOM DIA_ Vocês já oficializaram a união em cartório?
Não, apenas através da Funprev – que, na verdade, é um documento de reconhecimento oficial da nossa união, o que torna desnecessário outro documento com a mesma finalidade. Nosso maior e melhor compromisso é o que temos um com o outro: o compromisso do amor, respeito, companherismo, compreensão.
Ainda encontram barreiras burocráticas?
De forma alguma, sempre tivemos a maior facilidade e naturalidade, pelo menos aparentemente, ao nos expor, para um ou outro ser incluído em algum benefício.
Houve algum entrave no processo para incluir seu parceiro na previdência municipal?
O processo todo ocorreu dentro da normalidade, como qualquer outro processo de reconhecimento de uma união estável.
Vocês são pioneiro em Bauru na divulgação dos direitos dos gays. Isso teve algum peso em sua vida?
Sempre dei a cara a tapa, inclusive com palestras em escolas sobre sexualidade, DST/aids e afins, sempre como voluntário e comprando muitas brigas na época. É muito bom saber que alguns têm memória a respeito disso.
Por que?
Sinto em Bauru, talvez até mais do que a média nacional, que muitos têm facilidade em esquecer o passado e supervalorizar o presente, como se a estrada tivesse começado agora – isso em todas as áreas.
Ainda existe muito preconceito contra os gay?
O maior preconceito vem do mesmo grupo que se sente discriminado. Infelizmente. E vocês [jornalistas], melhor do que ninguém, podem conferir isso, pois com certeza encontram muitas dificuldades para encontrar casais gays bem resolvidos.
http://web-srv04.redebomdia.com.br/noticias/dia-a-dia/63080/grupo+de+homossexuais+se+reune+para+orar+e+louvar+a+deus
Grupo de homossexuais se reúne para orar e louvar a Deus em comunidade pentecostal que combate a discriminação ainda comum nas igrejas tradicionais
Cristina Camargo
Agência BOM DIA
Vestido de forma sóbria, um grupo de homossexuais vai participar da 4ª Parada da Diversidade de Bauru sem carregar os tradicionais adereços coloridos. Nas mãos, estarão panfletos religiosos que têm o objetivo de evangelizar os participantes do evento.
Eles formam a primeira comunidade religiosa gay da cidade. Organizam o que pode se transformar numa inovadora igreja aberta aos homens e mulheres homoafetivos, hoje discriminados por católicos e evangélicos conservadores. “Não acreditamos que o homossexualismo seja pecado e afirmamos que a ‘Bíblia’ não o condena”, afirma o Missionário Junior, um dos líderes do grupo. “A presença dos gays é o próximo paradigma a ser quebrado.”
Ex-seminarista, Junior, 27 anos, tem uma história de 15 anos dedicados à Igreja Católica. A religiosidade foi despertada justamente porque, na adolescência, numa época em que confundia sua sexualidade com uma doença, chegou a acreditar que poderia ser “curado” na igreja. Depois, percebeu que não era nada disso. E descobriu a teologia inclusiva, um segmento em crescimento no mundo todo.
Agora, o missionário juntou seu projeto Presença de Deus à comunidade Deus é Mais, criada a partir de conversas entre amigos religiosos e gays. Eles se sentiam excluídos nas igrejas que frequentavam e começaram a se reunir para orar. Evangélico desde os 11 anos, Alexandre, 36, é o fundador da comunidade, ao lado do namorado, Renato, 22.
Frequentador de igrejas evangélicas tradicionais, Alexandre já sofreu bastante por se sentir pressionado a esconder sua condição. Quando estavam perto de descobrir que era gay, não voltava mais aos cultos e reuniões. “Sempre fui meio quiabo”, brinca, sobre essa fase. Na comunidade que criou, a liberdade de expressão é a maior conquista.
As reuniões são realizadas numa antiga loja, ainda a portas fechadas. Os interessados em frequentá-las precisam antes entrar em contato com os organizadores. A futura igreja deverá seguir os princípios pentecostais - crença na presença do Espírito Santo por meio de dons como o da cura, visões e línguas.
Alguns heterossexuais também frequentam o grupo, que tem a intenção de promover a restauração de vidas e prega relacionamentos sérios, distantes da promiscuidade, das bebidas e das drogas.
“Antes, o preconceito era com as mulheres e com os negros. Esses tabus já foram quebrados. Agora, pela força do nome de Jesus, estaremos com espaço de refúgio para a comunidade LGBT e familiares, hoje excluídos pelas igrejas, reforça o missionário.
Segmento ganha destaque no Brasil
Em São Paulo, a Igreja da Comunidade Metropolitana é uma das inclusivas. Fundada na década de 1960 nos EUA, hoje está em mais de 50 países.
10.000 é o número de panfletos evangelizadores que serão distribuídos na Parada, dia 28.
Para quem quiser entrar em contato
Para ter contato com o Pastor Júnior: juniorbauru7@yahoo.com.br. O endereço eletrônico da comunidade Deus é Mais é o allegari_@hotmail.com
Evangélico sofreu rejeição ao contar sobre namoro
Frequentador de uma igreja evangélica, Marcos, 30, fazia parte do ministério do louvor quando o líder descobriu que é homossexual. Então, começou a perseguição. Marcos percebeu que era mais cobrado – a exigência em relação a ele era maior. Um dia, o líder perguntou sobre a aliança usada pelo fiel: “Por que é igual a que o seu amigo usa?”.
Marcos falou a verdade: é porque o amigo, na verdade, era namorado. Então, ouviu as tradicionais reprimendas sobre o amor entre dois homens. Rebateu dizendo que era a sua vida. Chegou ao ponto de os outros integrantes do grupo serem orientados a não conversar mais com o casal. Antes disso, ele mesmo viveu a fase de rejeitar a sexualidade, até tomar consciência de que não cometia nenhum pecado.
“O grande preconceito que o homossexual sofre é o dele mesmo”, diz agora. Dono de voz que chama a atenção na hora das canções religiosas, Marcos acredita que muitos gays partem para uma vida sem muitas regras por causa da rejeição que sofrem na família, sociedade e nas igrejas. Conta que ele mesmo vivia “situações erradas” quando chegou à comunidade de orações.
Hoje, compartilha as fraquezas e as virtudes. É enfático ao dizer que o espaço que organizam é para a restauração de vidas. “Nós nos identificamos com aqueles que sofrem a discriminação”, afirma.
Aberta ao acaso, a “Bíblia” do grupo deu o fecho necessário para a noite de orações: “A pedra que os construtores rejeitaram veio a ser a mais importante de todas”.
Inclusão na previdência oficializou casal
Casados há cinco anos e cinco meses, o psicólogo Ricardo Mokdici, 47 anos, e Edson Francisco Goulart, 33, são a prova de que a união estável de parceiros gays existe no Brasil antes mesmo do STF (Supremo Tribunal Federal) reconhecer a união homoafetiva. Em 2007, eles conseguiram o reconhecimento da união pela Funprev (Fundação de Previdência dos Servidores Públicos Municipais), com direito a pensão para Edson em caso de morte e plano de saúde – uma decisão pioneira em Bauru.
BOM DIA_ Vocês já oficializaram a união em cartório?
Não, apenas através da Funprev – que, na verdade, é um documento de reconhecimento oficial da nossa união, o que torna desnecessário outro documento com a mesma finalidade. Nosso maior e melhor compromisso é o que temos um com o outro: o compromisso do amor, respeito, companherismo, compreensão.
Ainda encontram barreiras burocráticas?
De forma alguma, sempre tivemos a maior facilidade e naturalidade, pelo menos aparentemente, ao nos expor, para um ou outro ser incluído em algum benefício.
Houve algum entrave no processo para incluir seu parceiro na previdência municipal?
O processo todo ocorreu dentro da normalidade, como qualquer outro processo de reconhecimento de uma união estável.
Vocês são pioneiro em Bauru na divulgação dos direitos dos gays. Isso teve algum peso em sua vida?
Sempre dei a cara a tapa, inclusive com palestras em escolas sobre sexualidade, DST/aids e afins, sempre como voluntário e comprando muitas brigas na época. É muito bom saber que alguns têm memória a respeito disso.
Por que?
Sinto em Bauru, talvez até mais do que a média nacional, que muitos têm facilidade em esquecer o passado e supervalorizar o presente, como se a estrada tivesse começado agora – isso em todas as áreas.
Ainda existe muito preconceito contra os gay?
O maior preconceito vem do mesmo grupo que se sente discriminado. Infelizmente. E vocês [jornalistas], melhor do que ninguém, podem conferir isso, pois com certeza encontram muitas dificuldades para encontrar casais gays bem resolvidos.
http://web-srv04.redebomdia.com.br/noticias/dia-a-dia/63080/grupo+de+homossexuais+se+reune+para+orar+e+louvar+a+deus
Abordar a questão da sexualidade continua a ser um tema polémico sem resposta rápida e racional
Diário de Notícias
Sábado, 6 de Agosto de 2011
Opinião
Sexualidades
Abordar a questão da sexualidade continua a ser um tema polémico sem resposta rápida e racional
Manuela Parente, Psicóloga
Entre amigos falávamos de sexualidade. Homens e mulheres diziam coisas diferentes baseadas ou não nas suas próprias histórias. Mulheres a falarem de sexo "sem afecto" e homens a contrapor ideias, segundo eles, pré concebidas e discriminatórias.
Desde uma relação sexual de curta duração, que segundo alguns e algumas pode estar carregada de afecto, e ser o resultado de um tempo alargado de espera repleto de fantasias e desejo. E porque não de amor? Dizia alguém do sexo masculino.
Pois bem, como vemos abordar a questão da sexualidade, continua a ser um tema polémico sem resposta rápida e racional.
Sexualidade é sempre uma entrega e não pressupõe apenas a função básica do acto sexual. Mais do que um acto de prazer físico, a sexualidade é a comunhão de corpos e de afectos numa partilha em que cada um dá o que tem com a intensidade que sente.
Quanto maior a entrega maior o prazer. Um prazer global impossível de avaliar, em termos de tempo ou variedade.
"Fazer amor com os olhos", como dizia uma amiga, é não só mágico como real. E afinal sexualidade também é magia. Ainda, como diz a mesma amiga, numa expressão que a caracteriza, " Vamos fazer o amor", é acreditar que a sexualidade é de facto muito mais do que acto sexual.
Não quero de todo romancear as realidades de cada um, mas simplesmente chamar á atenção da capacidade que o ser humano tem para explorar em si mais do que o óbvio. Transmitir aos mais jovens de que estar numa relação, é estar disponível para partilhar tudo o que cada um tem direito, sem culpabilidades nem descriminações, até mesmo o amor.
Cada vez mais vejo pessoas de todas as idades a fugir da entrega emocional, com a desculpa da dificuldade. Óbvio que estar em relação é muito mais que estar, é partilhar, respeitar, apoiar, estar disponível para ficar…enquanto for saudável e recíproco. Não é obrigatório a mesma intensidade, mas a vontade inequívoca de continuar lá.
Assim sexualidade é algo natural, espontâneo, global e intrínseco à natureza humana. Não é cor-de-rosa nem azul, nem preto nem branco, tem as cores do arco-íris e cada um identifica-se com a sua cor favorita.
Vale a pena evitar chavões e estigmas, e aceitar que cada um tem o direito de pensar, sentir e agir sexualmente consigo e com os outros.
A sensualidade e o erotismo são inatos à natureza humana e exprimem-se ao jeito de cada um.
A beleza da entrega sexual, está na liberdade da expressão, a capacidade de seduzir e ser seduzido, sendo a sedução o preliminar da entrega fazendo já parte da mesma.
Mais ainda, a sexualidade não envelhece, altera-se e ajusta-se. O poder da comunicação entre os parceiros e a fluidez da entrega possibilita a excelência.
O corpo são é sensitivo e reactivo desde a nascença até à morte.
"Fazer amor com os olhos" é intemporal e promotor da saúde emocional.
"Os olhos são o espelho da alma" e nós não somos apenas corpo.
http://www.dnoticias.pt/impressa/diario/opiniao/277025-sexualidades
Sábado, 6 de Agosto de 2011
Opinião
Sexualidades
Abordar a questão da sexualidade continua a ser um tema polémico sem resposta rápida e racional
Manuela Parente, Psicóloga
Entre amigos falávamos de sexualidade. Homens e mulheres diziam coisas diferentes baseadas ou não nas suas próprias histórias. Mulheres a falarem de sexo "sem afecto" e homens a contrapor ideias, segundo eles, pré concebidas e discriminatórias.
Desde uma relação sexual de curta duração, que segundo alguns e algumas pode estar carregada de afecto, e ser o resultado de um tempo alargado de espera repleto de fantasias e desejo. E porque não de amor? Dizia alguém do sexo masculino.
Pois bem, como vemos abordar a questão da sexualidade, continua a ser um tema polémico sem resposta rápida e racional.
Sexualidade é sempre uma entrega e não pressupõe apenas a função básica do acto sexual. Mais do que um acto de prazer físico, a sexualidade é a comunhão de corpos e de afectos numa partilha em que cada um dá o que tem com a intensidade que sente.
Quanto maior a entrega maior o prazer. Um prazer global impossível de avaliar, em termos de tempo ou variedade.
"Fazer amor com os olhos", como dizia uma amiga, é não só mágico como real. E afinal sexualidade também é magia. Ainda, como diz a mesma amiga, numa expressão que a caracteriza, " Vamos fazer o amor", é acreditar que a sexualidade é de facto muito mais do que acto sexual.
Não quero de todo romancear as realidades de cada um, mas simplesmente chamar á atenção da capacidade que o ser humano tem para explorar em si mais do que o óbvio. Transmitir aos mais jovens de que estar numa relação, é estar disponível para partilhar tudo o que cada um tem direito, sem culpabilidades nem descriminações, até mesmo o amor.
Cada vez mais vejo pessoas de todas as idades a fugir da entrega emocional, com a desculpa da dificuldade. Óbvio que estar em relação é muito mais que estar, é partilhar, respeitar, apoiar, estar disponível para ficar…enquanto for saudável e recíproco. Não é obrigatório a mesma intensidade, mas a vontade inequívoca de continuar lá.
Assim sexualidade é algo natural, espontâneo, global e intrínseco à natureza humana. Não é cor-de-rosa nem azul, nem preto nem branco, tem as cores do arco-íris e cada um identifica-se com a sua cor favorita.
Vale a pena evitar chavões e estigmas, e aceitar que cada um tem o direito de pensar, sentir e agir sexualmente consigo e com os outros.
A sensualidade e o erotismo são inatos à natureza humana e exprimem-se ao jeito de cada um.
A beleza da entrega sexual, está na liberdade da expressão, a capacidade de seduzir e ser seduzido, sendo a sedução o preliminar da entrega fazendo já parte da mesma.
Mais ainda, a sexualidade não envelhece, altera-se e ajusta-se. O poder da comunicação entre os parceiros e a fluidez da entrega possibilita a excelência.
O corpo são é sensitivo e reactivo desde a nascença até à morte.
"Fazer amor com os olhos" é intemporal e promotor da saúde emocional.
"Os olhos são o espelho da alma" e nós não somos apenas corpo.
http://www.dnoticias.pt/impressa/diario/opiniao/277025-sexualidades
Segundo pesquisador, muitos pontos sobre sexualidade estão ausentes do Plano Nacional de Educação
Segundo pesquisador, muitos pontos sobre sexualidade estão ausentes do Plano Nacional de Educação
2/8/2011 15:44, Por Adital
“OPlano Nacional de Educação deixou de lado questões importantes, dentre elas ade gênero e sexualidade”. Isso é o que afirma Marcelo Daniliauskas, doutorandoda Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), sobre o Projeto deLei que estabelece o Plano Nacional de Educação para os próximos dez anos (PNE2011-2020).
Navisão dele, o Plano não contemplou todos os pontos das resoluções daConferência Nacional de Educação (Conae). “Houve uma distância entre asresoluções da Conae e as propostas apresentadas”, considera, lembrando que,como a Conferência é um espaço de caráter democrático, suas resoluções tambémdeveriam ser acatadas e colocadas no Plano de forma democrática.
“Asexualidade não tem nenhuma menção no Plano, apesar de ter sido aprovada naresolução da Conae com seção específica. A Conae possui caráter democrático,mas, na hora de transformar [as resoluções] em Plano, acaba gerando frustraçãoporque [as resoluções] não foram devidamente acolhidas”, comenta.
Opesquisador da área de educação, políticas públicas e diversidade sexual esperaque alguns pontos relacionados à sexualidade sejam abordados no Plano atravésde emendas. De acordo com ele, alguns deputados já apresentaram emendas aoprojeto de lei para inserir questões referentes ao assunto, mas ainda precisamser votadas. O Observatório da Educação dá conta de pelo menos 11 emendas queabordam gênero e sexualidade propostas por organizações sociais eparlamentares.
Umdos pontos centrais do Plano, a universalização do número de vagas no ensino évista como um avanço por Daniliauskas. Nesse aspecto, ele acredita que, com auniversalização, se passará a prestar mais atenção na exclusão.
Issoporque, na opinião dele, a universalização das vagas mostra “outros processosque influenciam no acesso e na continuação” dos estudos, como a questão declasse e de gênero e o racismo, por exemplo. “Já acompanhei casos de pessoasrejeitadas nas escolas porque suspeitavam da orientação sexual [diferente daheterossexual]”, relata, lembrando ainda casos de bullying, e agressões físicase psicológicas por partes de alunos/as, professores/as e coordenadores/as.
Problemaque, segundo Daniliauskas, não é enfrentado apenas por parte do corpo discente.Professores/as e funcionários/as LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis etransexuais) também são alvos de discriminação tanto por parte dos/as colegasde trabalho quanto por parte de alunos/as. “Essa questão também afetaprofessores/as LGBT, que sofrem discriminação, piadinhas, desqualificação. Apessoa, por causa da sua orientação sexual, tem sua opinião desvalorizada,desqualificada”, observa.
Paraele, é importante trabalhar nas escolas temas que circulam na sociedade, comodiscriminação sexual e de classe, racismo, entre outros. Ele lembra ainda que aescola também deve focar a “cidadania e o pleno desenvolvimento da pessoahumana” e, por isso, precisa debater e discutir temas relacionados com isso,como, por exemplo, como lidar com a diferença.
“Porque não discutir a diversidade sexual nas escolas? O debate precisa estar nasescolas, não só a sexualidade, mas também a questão do racismo, da discriminaçãode classe… assuntos que circulam em setores da sociedade. A escola tem quequalificar o debate e não se ausentar”, destaca.
http://correiodobrasil.com.br/segundo-pesquisador-muitos-pontos-sobre-sexualidade-estao-ausentes-do-plano-nacional-de-educacao/277406/
2/8/2011 15:44, Por Adital
“OPlano Nacional de Educação deixou de lado questões importantes, dentre elas ade gênero e sexualidade”. Isso é o que afirma Marcelo Daniliauskas, doutorandoda Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), sobre o Projeto deLei que estabelece o Plano Nacional de Educação para os próximos dez anos (PNE2011-2020).
Navisão dele, o Plano não contemplou todos os pontos das resoluções daConferência Nacional de Educação (Conae). “Houve uma distância entre asresoluções da Conae e as propostas apresentadas”, considera, lembrando que,como a Conferência é um espaço de caráter democrático, suas resoluções tambémdeveriam ser acatadas e colocadas no Plano de forma democrática.
“Asexualidade não tem nenhuma menção no Plano, apesar de ter sido aprovada naresolução da Conae com seção específica. A Conae possui caráter democrático,mas, na hora de transformar [as resoluções] em Plano, acaba gerando frustraçãoporque [as resoluções] não foram devidamente acolhidas”, comenta.
Opesquisador da área de educação, políticas públicas e diversidade sexual esperaque alguns pontos relacionados à sexualidade sejam abordados no Plano atravésde emendas. De acordo com ele, alguns deputados já apresentaram emendas aoprojeto de lei para inserir questões referentes ao assunto, mas ainda precisamser votadas. O Observatório da Educação dá conta de pelo menos 11 emendas queabordam gênero e sexualidade propostas por organizações sociais eparlamentares.
Umdos pontos centrais do Plano, a universalização do número de vagas no ensino évista como um avanço por Daniliauskas. Nesse aspecto, ele acredita que, com auniversalização, se passará a prestar mais atenção na exclusão.
Issoporque, na opinião dele, a universalização das vagas mostra “outros processosque influenciam no acesso e na continuação” dos estudos, como a questão declasse e de gênero e o racismo, por exemplo. “Já acompanhei casos de pessoasrejeitadas nas escolas porque suspeitavam da orientação sexual [diferente daheterossexual]”, relata, lembrando ainda casos de bullying, e agressões físicase psicológicas por partes de alunos/as, professores/as e coordenadores/as.
Problemaque, segundo Daniliauskas, não é enfrentado apenas por parte do corpo discente.Professores/as e funcionários/as LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis etransexuais) também são alvos de discriminação tanto por parte dos/as colegasde trabalho quanto por parte de alunos/as. “Essa questão também afetaprofessores/as LGBT, que sofrem discriminação, piadinhas, desqualificação. Apessoa, por causa da sua orientação sexual, tem sua opinião desvalorizada,desqualificada”, observa.
Paraele, é importante trabalhar nas escolas temas que circulam na sociedade, comodiscriminação sexual e de classe, racismo, entre outros. Ele lembra ainda que aescola também deve focar a “cidadania e o pleno desenvolvimento da pessoahumana” e, por isso, precisa debater e discutir temas relacionados com isso,como, por exemplo, como lidar com a diferença.
“Porque não discutir a diversidade sexual nas escolas? O debate precisa estar nasescolas, não só a sexualidade, mas também a questão do racismo, da discriminaçãode classe… assuntos que circulam em setores da sociedade. A escola tem quequalificar o debate e não se ausentar”, destaca.
http://correiodobrasil.com.br/segundo-pesquisador-muitos-pontos-sobre-sexualidade-estao-ausentes-do-plano-nacional-de-educacao/277406/
Vaginismo provoca dor e impede a mulher de consumar relações sexuais
Vaginismo provoca dor e impede a mulher de consumar relações sexuais
Publicado em: 28/06/2011
A dor na região íntima é o principal sintoma desse distúrbio que atinge de 4 a 6% da população feminina. O vaginismo é a contração involuntária dos músculos da vagina, que impede a penetração durante a relação sexual, explica o Dr. Oswaldo Rodrigues Jr., psicoterapeuta e diretor do Instituto Paulista de Sexualidade. Há 30 anos, segundo o especialista, acreditava-se que essas mulheres tinham o vaginismo em decorrência de alguma experiência traumática na infância, como o abuso sexual. Hoje, a doença está diretamente relacionada a fatores psicológicos que geram um conflito emocional entre o corpo e a mente e necessitam de atenção e cuidados especiais.
Mesmo que a mulher sinta atração e desejo sexual por seu parceiro, ela não consegue praticar o ato enquanto estiver nessa condição, tamanha a dor que sente quando o companheiro busca consumar a relação. “As mulheres “vagínicas” tampouco conseguem utilizar absorventes internos e submeter-se a exames ginecológicos, já que é impossível realizar a análise física do corpo”, explica.
O Dr. Rodrigues comenta que a maioria dessas mulheres não se consulta com seu médico ginecologista e afirma que elas percebem os primeiros sintomas ainda adolescentes, mas sentem-se envergonhadas a tal ponto que chegam a ignorar esse distúrbio. O médico destaca a falta de informação e exploração do próprio corpo como fatores que contribuem para o aumento dos casos.
A procura por ajuda profissional acontece quando surge o desejo de ser mãe. O psicoterapeuta revela que a maioria só busca tratamento após os 30 anos e sempre depois de casadas, o que dificulta o sucesso do tratamento, já que passaram muito tempo sem tratamento para o distúrbio e desejam recuperar o tempo perdido após mais de uma década sofrendo da patologia.
Dificuldades a parte, o vaginismo tem cura. O tratamento é lento e exige paciência e dedicação das pacientes. Nesse caso, o diagnóstico e o tratamento são realizados através de psicoterapia, para que as pacientes exponham suas limitações e busquem a solução para o problema.
O médico diz que é fundamental a presença do companheiro nas consultas é com o apoio do parceiro que as mulheres enfrentam a doença. “O tratamento pode ser realizado individualmente, com o casal e até mesmo em grupos. Nas consultas, as mulheres conversam com o psicoterapeuta que a orienta quanto à compreensão dos fatores emocionais que conduzem a esse problema”, comenta.
Além da sessão com o profissional, as pacientes são orientadas a realizarem exercícios semanais e tarefas relacionadas à estimulação do órgão sexual feminino, para que aos poucos, o corpo possa se adaptar à nova condição e passe a ter uma vida sexual plena.
http://www.saudeempautaonline.com.br/categoria/1/Outras_noticias/120/Vaginismo-provoca-dor-e-impede-a-mulher-de-consumar-relacoes-sexuais.aspx
Novo filme de Lars von Trier, "Ninfomaníaca" terá versão mais leve
02/08/2011 às 19h04min - Atualizada em 02/08/2011 às 19h04min
Novo filme de Lars von Trier, "Ninfomaníaca" terá versão mais leve
Um produtor que trabalha com Lars von Trier, Peter Aalbaek Jensen, confirmou nesta terça-feira ao jornal britânico "The Guardian" que o diretor está trabalhando em um novo filme chamado "Ninfomaníaca".
De acordo com Jensen, o longa deve contar a história da sexualidade feminina, desde a infância até a fase adulta.
No entanto, o filme terá duas versões: uma "hardcore", com cenas mais fortes, e outra "softcore", mais leve.
"Lars quer ver a sexualidade de uma garota na tela. É claro que temos alguns problemas legais que temos que trabalhar, mas ele ainda está no processo de escrever o filme", disse Jesen. "Mas Lars já entendeu que terá que fazer uma versão mais leve para ser exibida na TV europeia".
De acordo com o "Guardian", pelo menos quatro pessoas desmaiaram durante a exibição do filme de Lars von Trier, "Anticristo", no festival de Cannes em 2009.
Neste ano, o diretor foi expulso de Cannes após dizer, ironicamente, durante a coletiva de imprensa do festival, onde estava para divulgar o filme "Melancolia", que simpatizava com Hitler e que era nazista.
http://www.jornalfloripa.com.br/artisticasenovelas/index1.php?pg=verjornalfloripa&id=3182
Novo filme de Lars von Trier, "Ninfomaníaca" terá versão mais leve
Um produtor que trabalha com Lars von Trier, Peter Aalbaek Jensen, confirmou nesta terça-feira ao jornal britânico "The Guardian" que o diretor está trabalhando em um novo filme chamado "Ninfomaníaca".
De acordo com Jensen, o longa deve contar a história da sexualidade feminina, desde a infância até a fase adulta.
No entanto, o filme terá duas versões: uma "hardcore", com cenas mais fortes, e outra "softcore", mais leve.
"Lars quer ver a sexualidade de uma garota na tela. É claro que temos alguns problemas legais que temos que trabalhar, mas ele ainda está no processo de escrever o filme", disse Jesen. "Mas Lars já entendeu que terá que fazer uma versão mais leve para ser exibida na TV europeia".
De acordo com o "Guardian", pelo menos quatro pessoas desmaiaram durante a exibição do filme de Lars von Trier, "Anticristo", no festival de Cannes em 2009.
Neste ano, o diretor foi expulso de Cannes após dizer, ironicamente, durante a coletiva de imprensa do festival, onde estava para divulgar o filme "Melancolia", que simpatizava com Hitler e que era nazista.
http://www.jornalfloripa.com.br/artisticasenovelas/index1.php?pg=verjornalfloripa&id=3182
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