sexta-feira, 12 de agosto de 2011

O lado sensual da força: Por que o romantismo vira safadeza – ou morre?

SEXTA-FEIRA, 12 DE AGOSTO DE 2011
O lado sensual da força: Por que o romantismo vira safadeza – ou morre?
IVAN MARTINS
É editor-executivo de ÉPOCA

Outro dia eu ouvi no rádio uma moça reclamando de que o sexo com o namorado dela tinha se tornado “pervertido”. Segundo ela, os dois repetiam, toda vez, um mesmo enredo de “palavrões e baixarias”, que ela achava excitante, mas, de alguma forma, frustrante. “Com o namorado que eu tive antes não precisava de nada disso”, ela disse. “Era mais intenso, mais natural. Eu tenho saudades.”

Quando ela terminou de falar, o médico fez as perguntas que eu tive vontade de fazer: há quanto tempo vocês estão juntos? Quanto tempo você ficou com o namorado anterior? As respostas eram previsíveis: alguns anos com o namorado presente, uns poucos meses com o anterior.

A gente nem sempre gosta, mas o sexo muda com a idade e com a duração das nossas relações. Parece haver uma tendência geral em direção ao lado negro e sensual da força.

Quando somos garotos, bem garotos, fazemos sexo com pouco mais do que bons sentimentos. Somos ternos, apaixonados, quase assustados ao transar. É um milagre que dessa combinação romântica e ingênua resulte uma relação sexual completa. Satisfatória? Raramente.

A experiência, porém, muda as pessoas. O desejo feito exclusivamente de delicadezas e suspiros vai dando lugar, aos poucos, a outro tipo de sensações. Em algum momento as mulheres começam a perceber a “pegada” masculina e os homens descobrem, dentro de si, com o auxílio sutil ou descarado das parceiras, um repertório de possibilidades eróticas mais viscerais.

Nessa hora o sexo deixa de ser um esporte (algo feito apenas com o corpo), para se tornar um teatro, em que as palavras e os personagens (antes ocultos pelo pudor) ocupam o centro da cena. Ou da cama. Transar passa a ser, intensamente, uma descoberta do outro e de se mesmo.

Quando essas coisas acontecem? Depende de cada um. Há pessoas que cedo descobrem seu lado escuro e sensual. Outras vão topar com essa parte de si mais tarde. Experiências, sobretudo as de iniciação, parecem determinantes. Assim como a personalidade e a idade dos parceiros. Pesa muito o temperamento de cada um. Às vezes a criação.

Você pode conversar com uma mulher de 30 anos com uma experiência exclusivamente romântica e adocicada de sexo. E topar com outra, 10 anos mais jovem, que surpreende o parceiro pela safadeza ou aspereza do erotismo. Vale o mesmo para os homens. Precoces e degenerados estão em toda parte, assim como o seu oposto. Sexo é uma faceta da personalidade. Cada um tem a sua – e nem sempre é fácil expressá-la.

Quando um sujeito ou uma moça começa a descobrir suas preferências profundas pode topar com uma barreira de ignorância ou resistência. Quem não se lembra de experiências desastradas desse tipo?

O sujeito cheio de desejo começa a dizer umas baixarias no ouvido da moça e ela reage péssimo: “Pare com isso, eu não gosto”. Ou então é ela quem decola sozinha na fantasia, pede umas coisas que moças finas nem sabem que existe e depara com um olhar de reprovação – ou da mais pura perplexidade. Esse tipo de descompasso é sempre broxante.

Mas, a despeito dos acidentes de percurso, parece haver uma regra geral: com o passar do tempo, o romantismo dá lugar à sacanagem como o jeito mais recorrente de fazer sexo, sobretudo no interior dos casais.

Minha impressão é que os casais, com o passar do tempo, descambam inexoravelmente para a sacanagem. Talvez seja o único jeito de manter o sexo vivo no longo prazo. Suspiros e “eu te amo” se esgotam com alguma rapidez. No lugar deles costuma entrar uma robusta e saudável... putaria. Essa não se esgota tão rapidamente e pode ser alimentada interna e externamente por uma infinidade de recursos. Casais com alto grau de cumplicidade e interesse recíproco costumam ter sexo intenso por muito tempo – mas ele raramente é cândido.

Então voltamos à moça do rádio.

Ela estava insatisfeita com a baixaria que tem em casa. Preferia o sexo espontâneo e “natural” que conheceu antes. Pode ser uma questão real de adequação com o parceiro, mas ela talvez tenha apenas saudades de estar apaixonada. Todo mundo já sentiu isso num momento ou em outro. Não há substituto para os hormônios da paixão. Tudo parece sublime, mesmo os fluídos e ruídos mais humanos. É pena que o tempo leve com ele essa sensação maravilhosa. Quando isso acontece, há duas alternativas: explorar o lado escuro e sensual da força ou correr atrás de outra paixão. A moça do rádio, pelo visto, já estava pronta para outra.

http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI256330-15230,00-O+LADO+SENSUAL+DA+FORCA.html

FORMAÇÃO DA SEXUALIDADE E PRECONCEITO


SEGUNDA-FEIRA, 8 DE AGOSTO DE 2011
FORMAÇÃO DA SEXUALIDADE E PRECONCEITO - POR OSWALDO RODRIGUES JR.
Alguns passam a ter desejo sexual por pessoas de outro sexo na fase da puberdade. Outros descobrem esse sentimento na adolescência. Há ainda aqueles que nunca conseguirão se classificar. Muitos são vítimas de preconceito e de exclusão. De acordo com o diretor do Instituto Paulista de Sexualidade (InPaSex), Oswaldo M. Rodrigues Jr., uma das necessidades mais importantes na vida de uma pessoa é o sentimento de pertencer a um grupo que o acolha e lhe dê proteção.
“Sentir-se excluído por qualquer razão será um motivo de sofrimento”, diz o psicólogo e psicoterapeuta sexual, que segue abordagem psicológica comportamental-cognitiva.
O InPaSex atua em questões relacioandas a disfunções sexuais e queixas relativas à sexualidade do ponto de vista da psicologia, fornecendo psicoterapia a indivíduos e casais que buscam superar problemas que vivenciam nestas áreas. O diretor Oswaldo Rodrigues fala sobre a formação sexual do ser humano e os impactos do preconceito contra crianças e adolescentes homossexuais.

Com qual idade é comum uma pessoa descobrir sua sexualidade?
Existem várias partes do que se tem sido chamado de “sexualidade”. A sexualidade é composta de vários graus de identidades que se sobrepõe. A “identidade de gênero”, que significa descobrir se pertence ao grupo dos homens ou das mulheres, ocorre nos dois primeiros anos de vida e se confirma aos 7 anos. A maioria das pessoas desenvolve uma identidade de gênero de acordo com o sexo genital. A “identidade sexual social” é percebida com expressões e formas de fazer as coisas como masculino ou feminino. Estas características são aprendidas e assimiladas desde o nascimento e firmadas por volta dos 7 anos, quando a criança passa a exercitar o “ser homem” ou “ser mulher” a partir das expressões sociais e externas.
As designações “objeto sexual”, “opção sexual” e “orientação sexual” implicam gramaticalmente em qual deverá ser o objeto da satisfação sexual da pessoa. Precisamos observar um contínuo entre dois extremos, para começar: da heterossexualidade à homossexualidade, com vários graus de bissexualidade intermediários. Ainda existe a assexualidade e a preferência por objetos/partes do corpo. Estas formas são estados de ser que podem dominar a vida toda ou serem fases com durações mais ou menos prolongadas gerando identidades sociais diferenciadas. Algumas destas identidades são pronunciadas e visíveis de acordo com momento histórico, valores e mecanismos de tolerância à frustração por parte dos indivíduos de uma cultura.
Há 500 anos se ateava fogo a uma pessoa de genitália ambígua ou transexual. Há 100 anos se mandava para a prisão quem fosse homossexual. Ainda hoje há quem não acredite que bissexuais existam e se ridicularizam assexuados e parafílicos como pervertidos. Esta fase objetal implica em designar o outro como fonte de satisfação sexual ou de satisfação afetiva. Ambas as formas são consideradas sexualidade em nosso momento cultural, embora sejam qualitativamente diferentes. Algumas pessoas iniciarão esta fase ao redor da puberdade, outras na adolescência, e outras após os 18-20 anos de idade. Muitas passarão por momentos de variação ao longo de 5 ou 6 décadas de vida. De toda forma, não se pode dizer se uma criança terá orientação sexual hetero, homo, bi, assexual ou objetal. Muitos sequer conseguirão classificar-se mesmo sendo adultos (por mais que possam ser classificados pelo mundo externo).

Quando a criança descobre que é minoria entre os seus colegas, como ela se sente?
Uma das necessidades de importância na vida de uma pessoa será o sentimento de pertencer a um grupo que o acolha e lhe dê proteção. Sentir-se excluído por qualquer razão será um motivo de sofrimento. Este sofrimento poderá produzir uma capacidade de administrar as frustrações que ocorrerão ao longo de toda a vida, sendo um produto positivo de uma condição negativa. Porém, a maioria das pessoas reage de modo negativo, desenvolvendo o que se denomina de baixa autoestima, autoidentidades negativas e passa a associar-se adjetivos negativos que o conduzirão a comportamentos e atitudes negativas e contraproducentes sobre si e sobre o mundo. As pessoas que poderão aprender a administrar as frustrações destas exclusões, vivendo como minoria, serão os mais ilustres e mais bem-sucedidos daquele mesmo grupo. Assim, em determinado momento, sentir-se mal não é exatamente apenas negativo. Se a criança tem acolhimento em outras áreas, provavelmente ela se perceberá diferente, e não excluída, mesma que assim o seja.
A exclusão pode se dar não por ela ser diferente, mas pelo grupo necessitar de um bode expiatório, para os indivíduos do grupo sentirem-se bem. Assim são as histórias de crianças chamadas de “bicha”, que recebem toda a carga negativa que os colegas têm, não por ser homossexual, mas para servir de expiação dos problemas do grupo. O mesmo ocorre na família, onde pais e irmãos usam palavras negativas para sentirem-se bem e superiores. A criança assume a identidade homossexual não por desejar outro de mesmo sexo, mas para cumprir um papel de carregar as dificuldades da família. Mais provavelmente esta criança desenvolverá preferências homossexuais, pois o mundo já participa com determinantes coerentes ao epíteto designador.

É comum adolescentes tirarem sarro, implicarem e até praticarem bullying com os colegas. Como esse comportamento é visto dentro da psicologia?
A competição é um dos mecanismos para produzir características úteis na sociedade adulta. A competição entre crianças é moldada nos adultos que as cercam. Entre a idea de competição e uma agressão existe grande diferença que precisa de ponderação. Por isso o termo bullying. Uma criança hostil vem de lares hostis ou ela é perturbada em termos de personalidade. O mais comum é a criança copiar comportamentos que assiste em casa: violência de gênero. A criança repete o que vivencia, pois é assim que compreende que deve ser o mundo.

Quais cuidados as escolas devem tomar para que alunos homossexuais não sejam vítimas de bullying?
A discussão sobre as possibilidades de identidades de gênero, expressões sexuais sociais, formas e preferências sexuais deveria ser compreendida pelos professores, pois eles é que passarão esta compreensão para os alunos. Isto exige atuação cotidiana, não apenas em uma ou outra aula especial (como em muitas escolas ainda chamam inadequadamente de “educação sexual”). Isto ainda é e ainda será muito complicado, pois envolve discussões de valores pessoais e grupais para os adultos. O mundo se encontra em constante mudança. Parodiando Henry Havelock Ellis no começo do século XX: “se tudo no universo se encontra em constante movimento, porque o ser humano seria estático?”
Crenças e valores de adultos não são modificados com facilidade. Por isso existe a psicoterapia, um processo que permite mudanças e não é baseado em apenas informações e conhecimentos. A informação permite o debate, mas não muda crenças. Na maior parte das vezes as informações são utilizadas para manter crenças e não modificá-las. A construção das crenças estereotipadas socialmente é feita de modo pedagógico. Isto se diferencia do método psicológico, focado no indivíduo e não na informação. Assim, muitos dos professores que têm dificuldades em administrar o “diferente” precisariam aprender a mudar suas crenças para que convivessem com os diferentes. As crianças só copiam e seguem os modelos dos adultos.

Um estudo da Universidade de Columbia (EUA) mostrou que adolescentes gays têm até cinco vezes mais chances de se matar do que os heterossexuais. Existe alguma pesquisa como essa no Brasil que o senhor possa destacar?
Várias pesquisas brasileiras têm sido feitas e várias conclusões são tiradas há 30 anos. Grupos de apoio a adolescentes homossexuais têm sido tentados. Problemas legais de pais não aceitarem seus filhos não os permitindo sequer discutirem e compreenderem se realmente são ou não homossexuais apenas facilitaram o aumento destas estatísticas. Psicólogos que atendem adolescentes sabem disso ao verem seus pacientes trazerem estas discussões. Eles levam muitas semanas para confiarem no terapeuta, pois o mecanismo mais degradado é o da confiança em outros superiores.

Qual é o impacto que o preconceito pode ter na vida da criança e/ou do adolescente homossexual?
Isto sempre dependerá das características de personalidade que a criança e o adolescente estão desenvolvendo. Assimilar-se negativo ou positivo frente as adversidades será determinante para produzir um impacto e de que tipo.
Psicanalista Oswaldo Rodrigues Jr.
Fonte: G1
http://centauroalado.blogspot.com/2011/08/formacao-da-sexualidade-e-preconceito.html

Homosexualidad ¿Se nace o se hace?

NUEVOS ESTUDIOS MUESTRAN SIMILITUDES CEREBRALES
Homosexualidad ¿Se nace o se hace?
Ivet González Lemes

Cuba, AL(PL).- La homosexualidad intenta salir constantemente a flote. Acechada durante siglos por la intransigencia de las religiones y, casi crucificada por “conocimientos” de una ciencia antigua y polvorienta, vuelve a ser el centro de investigaciones.

Las reticencias frente a los resultados de cualquier estudio en la comunidad homo, así esté soportada por las metodologías más rigurosas, tienen su origen por el largo período que entidades como la Organización Mundial de la Salud consideraron esa orientación sexual como una enfermedad.

Sin embargo, la ciencia ha demostrado frente a esta y otras cuestiones la capacidad de autocriticarse y evolucionar.

Desde hace algún tiempo se encauzan estudios sobre el tan llevado y traído comportamiento, que genera pasiones encontradas y expresiones del más irracional escepticismo.

Especialistas de Suecia se armaron de los nuevos adelantos tecnológicos y perspectivas de ciencias con un desarrollo ascendente como la neurobiología y la neuroquímica, para analizar y comparar el cerebro de homos y heterosexuales.

Las neuroimágenes cerebrales funcionales propiciaron materiales para buscar similitudes y diferencias entre el cerebro de gays y mujeres heterosexuales; asi como entre lesbianas y hombres que gustan del sexo opuesto.

MARCAS EN EL CEREBRO

Según la investigación publicada en la revista Proceedings of the Nacional Academy of Sciences, los varones gays y las mujeres hetero tienen en común algunas particularidades en la zona del cerebro relacionada con las emociones, el humor y la ansiedad.

Por otra parte, las lesbianas y los hombres hetero presentaron asimetrías en la disposición de ese órgano.

En las tomografías cerebrales por emisión de positrones (PET) de 90 voluntarios, los especialistas encontraron que en los hombres heterosexuales y las mujeres homosexuales el hemisferio derecho era levemente más grande que el izquierdo, especificaron Ivanka Savic y Pers Lindstrom, miembros del equipo.

Además midieron el flujo sanguíneo a la amígdala, estructura cerebral determinante de las reacciones emocionales, y descubrieron que se conectaba de una forma similar en los gays y las mujeres heterosexuales, y de otra en las lesbianas y los varones heterosexuales.

"Estas observaciones no pueden atribuirse fácilmente a la percepción o a la conducta", explicaron los investigadores del Departamento de Neurociencias en el Instituto Karolinska, en Estocolmo.

"Aún es una pregunta abierta si estarían relacionados con procesos que tienen lugar durante el desarrollo fetal o posnatal", agregaron, al referirse a esos rasgos cerebrales.

El estudio no pudo determinar si las diferencias en la forma del cerebro son hereditarias o se deben a la exposición a hormonas como la testosterona en el útero, ni si son responsables de la orientación de las personas.

Pero, el equipo encauzará una nueva búsqueda mediante la observación de bebés recién nacidos, para ver si pueden predecir la inclinación sexual futura.

La idea de que la homosexualidad tiene un componente biológico y otro cultural alcanza cada vez más espacio en la comunidad científica. Los estudios sociales de las minorías sexuales ostentan avances significativos, pero la biología de esta orientación sexual no ha corrido igual suerte.

Hasta el momento no existen evidencias concluyentes de la preponderancia de factores genéticos o ambientales en el desarrollo de la sexología humana.

LA COMPLEJIDAD DEL YO

Cada ser humano es un surtidor de diversidad, y este principio adquiere dimensiones más complejas en el caso de quienes gustan del mismo sexo.

Durante muchos años las minorías sexuales estuvieron marginadas, y sus particularidades, rodeadas de tabúes y preceptos, frutos del desconocimiento.

Ahora, se reconocen un poco más las diferentes maneras de ser homosexual y se escuchan categorías de comportamientos disímiles como los trasvestis y transexuales. Pero el debate entre naturaleza y cultura sigue vigente con respecto a este sujeto.

Para Sigmund Freud el trato que los padres les dan a sus hijos determinaba la orientación sexual futura de las personas. En 1996, se descubrió el comprobado “efecto del orden fraterno”, que solo se manifiesta en los varones.

Este sugiere que las probabilidades de que un niño sea homosexual aumentan en proporción con el número de hermanos mayores que tenga.

El canadiense Anthony Bogaert determinó en un estudio que el efecto solo es posible entre hermanos nacidos de la misma madre, por lo que queda abierta la duda si el factor preponderante es biológico o de crianza.

También se han buscado, infructuosamente, alteraciones químicas en los homosexuales y el hipotético gen del gusto por el sexo opuesto.

Otros de los aspectos más investigados ha sido la frecuencia de la homosexualidad en la población general. Wellings en 1994 y Narring en el 2003, indican una cifra de entre un dos y un cuatro por ciento.

En 1948, Kinsey propuso un 10 por ciento, pero a su investigación se le achacan errores metodológicos.

La posibilidad de cambiar la conducta homosexual ha estado en el punto de mira de investigadores, y hoy tiene su máximo exponente en el psicólogo holandés Gerard van den Aardweg, especialista en psicoterapia de la homosexualidad.

Pero, en un asunto tan delicado como la orientación sexual el ánimo de la ciencia no debe ser cambiar o “corregir”, sino propiciar pistas para comprender las causas de una diferencia y sensibilizar a la sociedad, en el respeto a los otros.
http://lanaciondominicana.com/ver_noticia.php?id_noticia=272&sesion_periodico=40

Porão da casa de Josef Fritzl na Áustria será concretado

12/08/2011 - 13h11
Porão da casa de Josef Fritzl na Áustria será concretado
DA ASSOCIATED PRESS
Atualizado às 16h23.

O síndico dos bens de Josef Fritzl disse que o porão da casa onde Fritzl aprisionou e estuprou sua filha durante 24 anos será concretado.
Kerstin Joensson-19.mar.2009/Associated Press

A casa de Josef Fritzl onde ele manteve sua filha presa no porão por 24 anos em Amstetten, na Áustria
Walter Anzboeck disse que a medida visa assegurar que ninguém nunca mais possa entrar no local.

Ele disse, por um comunicado, que o concreto seria bombeado para o subsolo no início do próximo ano, assim que as autoridades de Amstetten, cerca de 120 quilômetros de Viena, emitir uma autorização.

Fritzl, 76, foi condenado à prisão perpétua dois anos atrás por ter aprisionado em uma cela sem janelas sua filha, com quem teve sete filhos gerados pelos estupros, além de ter sido responsabilizado pela morte de um deles.

Ainda não há qualquer decisão se a casa será demolida.

Terapeuta familiar afirma estimulantes sexual son una bomba de tiempo para jovenes

Publicada el: 11 de Agosto del 2011, 10:28:51 am
EN LOS JóVENES CON PROBLEMAS CONGéNITOS SIN SABERLO AUMENTA EL RIESGO DE PADECER UN ACCIDENTE CARDIOVASCULAR
Terapeuta familiar afirma estimulantes sexual son una bomba de tiempo para jovenes

Santo Domingo, RD.- La doctora Ana Luna Espaillat, quién es además terapeuta familiar y de parejas, reveló que el uso de fármacos sexuales para hombres que poseen mal formaciones congénitas cerebrales, es uno de los factores que ha incrementado el número de casos de jóvenes con problemas relacionados con infartos o traumas cerebrovasculares en el país, debido al consumo de estos productos que se adquieren libres de recetas o restricciones médicas en discotecas, moteles y hasta colmadones.

El hecho de desconocer que padecen estos males heredados y combinar los mal llamados estimulantes sexuales con otras sustancias como energizantes, bebidas alcohólicas o drogas sociales, pueden convertirse en cocteles mortíferos, según indicó Luna Espaillat, capaces de generar aneurismas o muertes cerebrales, como lo evidencian los más de 1,500 casos de fallecimientos mensuales que se contabilizan en el país producto del abuso de estos medicamentos, según datos ofrecidos durante la IX Jornada Médico Científica doctor Juan Manuel Taveras, que se efectúo en el país a finales del pasado mes de julio.

“Un estudio que efectuó INTEC, a principio del 2000, que estableció que el 13 por ciento de los estudiantes entre 17 a 25 años de edad utilizan fármacos a la hora de tener relaciones sexuales”, factor que potencializa la ocurrencia de accidentes cardiovasculares (ACV), puntualizó la experta en temas de sexualidad saludable.
La doctora Ana Luna Espaillat ofreció estas declaraciones durante su participación en el programa radial “Dejando Huellas” que se transmite de lunes a viernes de 4 a 6 de la tarde en Dominicana FM y Radio Santo Domingo, que produce Onorio Montás y conducido por Frank Núñez y Susie Caraballo.

La especialista en Terapia Familiar y de Parejas agregó, que la falta de una cultura de consultas y visitas médicas a especialistas cardiovasculares y cerebrales de parte de la población, incrementan la posibilidad de padecer ACV cuando una personas que utilizan drogas de potenciación sexual, sobre todo en edades que oscilan de los 20 a 30 años.

Por eso, la doctora Luna aplaudió la censura de parte del Ministerio de Salud Pública hacia estos medicamentos y la prohibición de la venta en lugares no autorizados como el caso de bares, discotecas, colmadones y hasta paleteras.

La experta Terapia Sexual y Marital consideró que la publicidad mediática que exhiben estos productos en los medios de comunicación incide en su mal uso, sumado al mito urbano, y mal fundado, de que al utilizar estos estimulantes se obtiene una relación sexual más exitosa.

De igual manera, Luna Espaillat informó que estudios científicos recientes señalan que las mujeres no disfrutan a plenitud los coitos con hombres jóvenes que usan potenciadores de la libido; todo lo contrario, ya que en muchos casos el exceso de actividad física y de roce en los órganos sexuales femeninas, es un causante de molestias, desgaste y maltrato en las “partes nobles” femeninas.

A decir de la doctora, la falta de comunicación a lo interno del hogar sobre temas relativos a la sexualidad es un factor que contribuye a que los jóvenes y adolescentes, en algunos casos, consuman estas clases de sustancias, a raíz del desconocimiento de lo que es una relación sana en pareja.
http://lanaciondominicana.com/ver_noticia.php?id_noticia=30136&sesion_periodico=24

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

PALESTRAS PARA A COMUNIDADE DURANTE O XIX ENCONTRO ABPMC

O Projeto ABPMC Comunidade
PALESTRAS PARA A COMUNIDADE DURANTE O XIX ENCONTRO
Local: Colégio Estadual Euricles de Matos. Rua Osvaldo Cruz, 16 - Rio Vermelho
Salvador - Bahia
Data: 09/09
19:30 hs - Problemas sexuais masculinos, femininos e de casal – Carla Zeglio e Oswaldo
Martins Rodrigues Jr
http://www.xxencontroabpmc.com.br/upload_files/Programa%20XX%20ENCONTRO%20final%20para%20site.pdf

50 desejos sexuais que a ex dele nunca realizou

50 desejos sexuais que a ex dele nunca realizou
NOVA dá as dicas para você superar a antiga namorada do seu ex na cama
Atualizado em 11/08/2011Conteúdo do site NOVA

A edição de agosto de 2011 da revista NOVA pesquisou com homens de diferentes estilos o que eles sempre quiseram muito mas ficaram na vontade em relacionamentos anteriores. Confira algumas revelações quentes e inspire-se:

"Sonhava em fazer sexo com ela e uma amiga dela, mas sabia que nunca toparia" Pedro Daniel, 28 anos, economista.

"Não sei se era por medo ou por tabu, mas ela não aceitava fazer sexo anal de modo algum" Josean Mendonça, 29 anos, assistente jurídico.

"Algemá-la era uma fantasia minha. Ela achava que era muita submissão" Thiago Silveira, 30 anos, analista de sistema.

"Ela não se masturbava na minha frente. Queria muito vê-la se divertindo sozinha" Marcelo Lobo, 27 anos, músico.

http://mdemulher.abril.com.br/amor-sexo/reportagem/esquente-o-clima/50-desejos-sexuais-ex-dele-nunca-realizou-636094.shtml