12/08/2011 - 14h00
Betty Milan responde a socorros da sexualidade moderna
da Livraria da Folha
Formada em medicina, especializou-se em psicanálise na França
A psicanalista e escritora Betty Milan sabe bem trabalhar com as palavras. Seja para decifrá-las quando elas lhe são endereçadas ou então quando por elas sugere caminhos, a atenção e cuidado ao escolher as letras, as vírgulas e pontos finais dão contorno à sua conhecida prática de consultório sentimental.
Seu novo livro, "Quem Ama Escuta" (Record) reúne algumas das principais colunas publicadas na "Veja.com", onde conversa com seus leitores sobre os assuntos que os mais angustiam diariamente.
Nessa ciranda de sentimentos, coincidem-se assuntos relacionados a sexo, amor, traição, fetiches, metrossexualidade e quaisquer temas de desejo do sujeito.
Dessas emoções manifestas no dia a dia, são casos de amantes que se apaixonam e não suportam o triângulo amoroso, jovens recusando a homossexualidade e casos em que se transa com o namorado pensando no irmão. Das histórias, cada uma sempre única, todos se enxergam no íntimo não tão diferentes dos outros, seres desejantes e cheios de vontades, como, afinal, devemos ser.
*
"Quem Ama Escuta"
Autora: Betty Milan
Editora: Record
Páginas: 416
Quanto: R$ 42,90
Onde comprar: pelo telefone 0800-140090 ou pelo site da Livraria da Folha
http://www1.folha.uol.com.br/livrariadafolha/957044-betty-milan-responde-a-socorros-da-sexualidade-moderna.shtml
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Nova Iorque impõe educação sexual no ensino básico e secundário
Gravidezes indesejadas motivam a medida
Nova Iorque impõe educação sexual no ensino básico e secundário
11.08.2011 - 09:14 Por PÚBLICO
Um dos objectivos é reduzir o número de gravidezes indesejadas nos adolescentes (Foto: Reuters/arquivo)
Os alunos das escolas públicas de Nova Iorque, nos Estados Unidos, vão passar a ter educação sexual tanto no ensino básico como no secundário. A medida surge com o objectivo de evitar o número crescente de gravidezes indesejadas.
Os alunos vão estudar durante dois semestres como usar um preservativo e como prevenir as doenças sexualmente transmissíveis, adianta o diário espanhol El País. A medida vai entrar em vigor já no próximo ano lectivo, depois de décadas de oposição à educação sexual por parte de grupos religiosos e conservadores, que a conseguiu eliminar das escolas públicas.
O presidente da Câmara de Nova Iorque, Michael Bloomberg, argumenta agora que o elevado número de gravidezes em adolescentes e o aumento das infecções sexualmente transmissíveis – sobretudo nas comunidades mais desfavorecidas – justificam que se avance com esta medida.
Em causa estão mais de um milhão de alunos de 1700 estabelecimentos de ensino que vão passar a contar com educação sexual em dois semestres: um entre o sexto e o sétimo ano de escolaridade e outro entre o nono e o décimo – ou seja, a partir dos 11 anos.
Até ao momento, apenas 20 dos 50 estados norte-americanos incluem algum tipo de educação sexual nos currículos das suas escolas. No entanto, o mais comum é que esses tempos lectivos sejam dedicados a promover a abstinência, o que tem favorecido o crescimento de gravidezes indesejadas e o que faz com que 25 por cento dos alunos saia da escola sem ter tido qualquer informação sobre como utilizar métodos contraceptivos ou como evitar doenças sexualmente transmissíveis, segundo dados do Instituto Guttmacher, citados pelo mesmo jornal.
“Devemos esforçar-nos para ter a certeza que os alunos do secundário são expostos a este tipo de informação tão valiosa, para que aprendam a manter-se sãos e seguros antes e durante a iniciação da vida sexual. Creio que o sistema educativo tem um papel muito importante em termos de educação sexual das crianças e nas respectivas consequências de manterem relações de risco”, lê-se numa carta enviada recentemente aos directores das escolas públicas de Nova Iorque pelo responsável pela educação sexual local, Dennis Walcott.
Para acalmar as organizações conservadoras e religiosas, o departamento de educação de Nova Iorque já informou os pais da mudança em termos de educação sexual, autorizando-os a dispensarem os seus filhos das aulas em que se fale sobre métodos contraceptivos, se assim o entenderem.
A situação em Portugal
Em Portugal, desde 2010 que falar de sexualidade nas escolas passou a ser obrigatório do 1.º ao 12.º ano, mas em muitas escolas a medida ainda não foi concretizada, nomeadamente por atrasos na formação aos professores e por oposição de alguns pais. A legislação portuguesa prevê seis horas para os alunos até ao 2.º ciclo e 12 horas para os estudantes do 3.º ciclo e secundário.
Do 1.º ao 4.º ano, os conteúdos passam pela noção do corpo e da família, entre outros. Por exemplo, no 2.º ano “o professor deve esclarecer os alunos sobre questões e dúvidas que surjam naturalmente, respondendo de forma simples e clara”. E nos 3.º e 4.º anos as informações recaem na importância da “protecção do corpo e noção dos limites, dizendo não às aproximações abusivas”. Para os 5.º e 6.º anos mantém-se o mínimo de seis horas anuais de educação sexual. Os professores devem prestar esclarecimentos sobre os aspectos biológicos e emocionais da puberdade. Incluem-se aqui noções de “diversidade e respeito; sexualidade e género; reprodução humana e crescimento; contracepção e planeamento familiar; compreensão do ciclo menstrual e ovulatório; prevenção dos maus tratos e das aproximações abusivas”, etc.
Do 7.º ao 9.º ano, áreas como a “compreensão do uso e acessibilidade dos métodos contraceptivos e, sumariamente, dos seus mecanismos de acção e tolerância (efeitos secundários)” podem ser abordados. Assim como a “dimensão ética da sexualidade humana”, ou “saber como se protege o seu próprio corpo, prevenindo a violência e o abuso físico e sexual e comportamentos sexuais de risco”. Entre o 10.º e o 12.º ano, “devem retomar-se temas previamente abordados” e, entre outras, “definir consequências físicas, psicológicas e sociais da maternidade e da paternidade, da gravidez na adolescência e do aborto”.
http://www.publico.pt/Sociedade/nova-iorque-impoe-educacao-sexual-no-ensino-basico-e-secundario_1507177
Nova Iorque impõe educação sexual no ensino básico e secundário
11.08.2011 - 09:14 Por PÚBLICO
Um dos objectivos é reduzir o número de gravidezes indesejadas nos adolescentes (Foto: Reuters/arquivo)
Os alunos das escolas públicas de Nova Iorque, nos Estados Unidos, vão passar a ter educação sexual tanto no ensino básico como no secundário. A medida surge com o objectivo de evitar o número crescente de gravidezes indesejadas.
Os alunos vão estudar durante dois semestres como usar um preservativo e como prevenir as doenças sexualmente transmissíveis, adianta o diário espanhol El País. A medida vai entrar em vigor já no próximo ano lectivo, depois de décadas de oposição à educação sexual por parte de grupos religiosos e conservadores, que a conseguiu eliminar das escolas públicas.
O presidente da Câmara de Nova Iorque, Michael Bloomberg, argumenta agora que o elevado número de gravidezes em adolescentes e o aumento das infecções sexualmente transmissíveis – sobretudo nas comunidades mais desfavorecidas – justificam que se avance com esta medida.
Em causa estão mais de um milhão de alunos de 1700 estabelecimentos de ensino que vão passar a contar com educação sexual em dois semestres: um entre o sexto e o sétimo ano de escolaridade e outro entre o nono e o décimo – ou seja, a partir dos 11 anos.
Até ao momento, apenas 20 dos 50 estados norte-americanos incluem algum tipo de educação sexual nos currículos das suas escolas. No entanto, o mais comum é que esses tempos lectivos sejam dedicados a promover a abstinência, o que tem favorecido o crescimento de gravidezes indesejadas e o que faz com que 25 por cento dos alunos saia da escola sem ter tido qualquer informação sobre como utilizar métodos contraceptivos ou como evitar doenças sexualmente transmissíveis, segundo dados do Instituto Guttmacher, citados pelo mesmo jornal.
“Devemos esforçar-nos para ter a certeza que os alunos do secundário são expostos a este tipo de informação tão valiosa, para que aprendam a manter-se sãos e seguros antes e durante a iniciação da vida sexual. Creio que o sistema educativo tem um papel muito importante em termos de educação sexual das crianças e nas respectivas consequências de manterem relações de risco”, lê-se numa carta enviada recentemente aos directores das escolas públicas de Nova Iorque pelo responsável pela educação sexual local, Dennis Walcott.
Para acalmar as organizações conservadoras e religiosas, o departamento de educação de Nova Iorque já informou os pais da mudança em termos de educação sexual, autorizando-os a dispensarem os seus filhos das aulas em que se fale sobre métodos contraceptivos, se assim o entenderem.
A situação em Portugal
Em Portugal, desde 2010 que falar de sexualidade nas escolas passou a ser obrigatório do 1.º ao 12.º ano, mas em muitas escolas a medida ainda não foi concretizada, nomeadamente por atrasos na formação aos professores e por oposição de alguns pais. A legislação portuguesa prevê seis horas para os alunos até ao 2.º ciclo e 12 horas para os estudantes do 3.º ciclo e secundário.
Do 1.º ao 4.º ano, os conteúdos passam pela noção do corpo e da família, entre outros. Por exemplo, no 2.º ano “o professor deve esclarecer os alunos sobre questões e dúvidas que surjam naturalmente, respondendo de forma simples e clara”. E nos 3.º e 4.º anos as informações recaem na importância da “protecção do corpo e noção dos limites, dizendo não às aproximações abusivas”. Para os 5.º e 6.º anos mantém-se o mínimo de seis horas anuais de educação sexual. Os professores devem prestar esclarecimentos sobre os aspectos biológicos e emocionais da puberdade. Incluem-se aqui noções de “diversidade e respeito; sexualidade e género; reprodução humana e crescimento; contracepção e planeamento familiar; compreensão do ciclo menstrual e ovulatório; prevenção dos maus tratos e das aproximações abusivas”, etc.
Do 7.º ao 9.º ano, áreas como a “compreensão do uso e acessibilidade dos métodos contraceptivos e, sumariamente, dos seus mecanismos de acção e tolerância (efeitos secundários)” podem ser abordados. Assim como a “dimensão ética da sexualidade humana”, ou “saber como se protege o seu próprio corpo, prevenindo a violência e o abuso físico e sexual e comportamentos sexuais de risco”. Entre o 10.º e o 12.º ano, “devem retomar-se temas previamente abordados” e, entre outras, “definir consequências físicas, psicológicas e sociais da maternidade e da paternidade, da gravidez na adolescência e do aborto”.
http://www.publico.pt/Sociedade/nova-iorque-impoe-educacao-sexual-no-ensino-basico-e-secundario_1507177
Testes mensais a prostitutas são ridículos, dizem peritos
Testes mensais a prostitutas são ridículos, dizem peritos
The Age (Melbourne) (05.31.11)::Julia Medew
As entidades oficiais recusaram uma proposta de aumentar o tempo entre os testes obrigatório às DSTs para as prostitutas. Em Maio, um Departamento de saúde oficial anunciou que Victoria em Setembro iria mudar os testes requeridas às prostitutas de mensais para trimestrais. No entanto, poucos dias depois um porta-voz do Ministro da Saúde David Davis disse que a proposta não tinha o seu apoio.
O ministro recebeu a proposta, mas "não ficou convencido que as mudanças propostas fossem apropriadas," disse o porta-voz.
A testagem mensal gasta recursos de saúde pública, disse Christopher Fairley, professor de saúde sexual na Melbourne University. Num estudo de 2896 prostitutas rastreadas para DSTs durante três anos na Melbourne Sexual Health Center, apenas 3% eram positivas. Cerca de 41% dos 4208 casos de DSTs diagnosticados durante esse tempo foram em homossexuais.
Os médicos recusam todos os anos centenas de doentes que procuram fazer testes às DSTs devido à obrigatoriedade do rastreio das prostitutas, disse Fairley. O centro recusou cerca de 1200 pessoas nos primeiros quatro meses deste ano, em parte devido à obrigatoriedade da testagem das prostitutas, disse ele. Cerca de mais 3000 doentes poderiam ser vistos em cada ano se o estado aprovasse a testagem trimestral das prostitutas, estimou ele.
A testagem obrigatória também implica um consentimento informado cultural, que "fornece um ambiente de apoio onde os doentes podem discutir livremente as suas preocupações," disse Bebe Loff, director do Michael Kirby Center for Public Health and Human Rights. Também pode aumentar a procura por sexo não protegido por clientes que pensam que as trabalhadoras testadas estão "limpas," disse Cheryl Overs, fundadora da Australian Prostitutes Collective.
09 Agosto 2011
Tradução / Edição: Inês Bártolo
http://www.aidsportugal.com/Modules/WebC_AIDS/Articles/ViewArticles.aspx?Mid=177&Aid=10754
The Age (Melbourne) (05.31.11)::Julia Medew
As entidades oficiais recusaram uma proposta de aumentar o tempo entre os testes obrigatório às DSTs para as prostitutas. Em Maio, um Departamento de saúde oficial anunciou que Victoria em Setembro iria mudar os testes requeridas às prostitutas de mensais para trimestrais. No entanto, poucos dias depois um porta-voz do Ministro da Saúde David Davis disse que a proposta não tinha o seu apoio.
O ministro recebeu a proposta, mas "não ficou convencido que as mudanças propostas fossem apropriadas," disse o porta-voz.
A testagem mensal gasta recursos de saúde pública, disse Christopher Fairley, professor de saúde sexual na Melbourne University. Num estudo de 2896 prostitutas rastreadas para DSTs durante três anos na Melbourne Sexual Health Center, apenas 3% eram positivas. Cerca de 41% dos 4208 casos de DSTs diagnosticados durante esse tempo foram em homossexuais.
Os médicos recusam todos os anos centenas de doentes que procuram fazer testes às DSTs devido à obrigatoriedade do rastreio das prostitutas, disse Fairley. O centro recusou cerca de 1200 pessoas nos primeiros quatro meses deste ano, em parte devido à obrigatoriedade da testagem das prostitutas, disse ele. Cerca de mais 3000 doentes poderiam ser vistos em cada ano se o estado aprovasse a testagem trimestral das prostitutas, estimou ele.
A testagem obrigatória também implica um consentimento informado cultural, que "fornece um ambiente de apoio onde os doentes podem discutir livremente as suas preocupações," disse Bebe Loff, director do Michael Kirby Center for Public Health and Human Rights. Também pode aumentar a procura por sexo não protegido por clientes que pensam que as trabalhadoras testadas estão "limpas," disse Cheryl Overs, fundadora da Australian Prostitutes Collective.
09 Agosto 2011
Tradução / Edição: Inês Bártolo
http://www.aidsportugal.com/Modules/WebC_AIDS/Articles/ViewArticles.aspx?Mid=177&Aid=10754
Quando a esposa é íntima dos amigos do marido, crescem as chances de impotência
Quando a esposa é íntima dos amigos do marido, crescem as chances de impotência
Por Stephanie D’Ornelas em 14.08.2011 as 17:00
A Universidade de Chicago (EUA) publicou, na última semana, um estudo que lança um novo olhar sobre impotência sexual. Aparentemente, um homem de meia idade tem maior chance de enfrentar problemas de intimidade se a esposa for muito próxima dos seus amigos.
O estudo foi feito com 3.005 homens, com idades entre 57 e 85 anos. De princípio, os cientistas consideraram apenas os fatores básicos pelos quais um homem pode ter disfunção erétil. Além da idade, indicadores de saúde como diabetes, obesidade e problemas do coração foram levados em conta.
A conclusão foi de que alguns homens, mesmo mais jovens e mais saudáveis, enfrentavam maior dificuldade com ereções do que outros mais velhos e com um quadro médico menos animado.
Essa variável, segundo os pesquisadores, é justamente o fator social: o tal homem jovem com problemas de ereção, em geral, tinha uma esposa que se relacionava melhor com os amigos dele. Mais precisamente, a chance de disfunção erétil em homens nessas condições era 92% maior.
De cada quatro homens pesquisados que relataram ter esposas “sociáveis”, um sofria com disfunção erétil. E a partir daí surgiu uma descoberta interessante: à medida que o homem envelhece, a mulher participa menos da vida social dos amigos do marido, ou seja, o homem se sente mais seguro no relacionamento, apesar da eficiência natural do corpo não ser mais a mesma de antes.
O homem pode lidar com impotência a partir dos cinquenta anos, por motivos diferentes: até os setenta, as razões são menos fisiológicas e mais sociais e psicológicas, como esta diagnosticada pelos pesquisadores de Chicago. Tais conceitos, segundo os cientistas, pode facilitar o trabalho do urologista que busca saber a razão da impotência de cada paciente. [ScienceDaily]
http://hypescience.com/quando-a-esposa-e-intima-dos-amigos-do-marido-crescem-as-chances-de-impotencia/
Por Stephanie D’Ornelas em 14.08.2011 as 17:00
A Universidade de Chicago (EUA) publicou, na última semana, um estudo que lança um novo olhar sobre impotência sexual. Aparentemente, um homem de meia idade tem maior chance de enfrentar problemas de intimidade se a esposa for muito próxima dos seus amigos.
O estudo foi feito com 3.005 homens, com idades entre 57 e 85 anos. De princípio, os cientistas consideraram apenas os fatores básicos pelos quais um homem pode ter disfunção erétil. Além da idade, indicadores de saúde como diabetes, obesidade e problemas do coração foram levados em conta.
A conclusão foi de que alguns homens, mesmo mais jovens e mais saudáveis, enfrentavam maior dificuldade com ereções do que outros mais velhos e com um quadro médico menos animado.
Essa variável, segundo os pesquisadores, é justamente o fator social: o tal homem jovem com problemas de ereção, em geral, tinha uma esposa que se relacionava melhor com os amigos dele. Mais precisamente, a chance de disfunção erétil em homens nessas condições era 92% maior.
De cada quatro homens pesquisados que relataram ter esposas “sociáveis”, um sofria com disfunção erétil. E a partir daí surgiu uma descoberta interessante: à medida que o homem envelhece, a mulher participa menos da vida social dos amigos do marido, ou seja, o homem se sente mais seguro no relacionamento, apesar da eficiência natural do corpo não ser mais a mesma de antes.
O homem pode lidar com impotência a partir dos cinquenta anos, por motivos diferentes: até os setenta, as razões são menos fisiológicas e mais sociais e psicológicas, como esta diagnosticada pelos pesquisadores de Chicago. Tais conceitos, segundo os cientistas, pode facilitar o trabalho do urologista que busca saber a razão da impotência de cada paciente. [ScienceDaily]
http://hypescience.com/quando-a-esposa-e-intima-dos-amigos-do-marido-crescem-as-chances-de-impotencia/
domingo, 14 de agosto de 2011
En Catalunya, más de 3.600 mujeres han sufrido mutilación genital
En Catalunya, más de 3.600 mujeres han sufrido mutilación genital
El Gobierno de Gambia asume como Programa Nacional un proyecto para abolir la ablación genital femenina
El Gobierno de la República de Gambia ha asumido como Programa Nacional el proyecto “Iniciación sin mutilación”, dirigido por la investigadora de la UAB Adriana Kaplan, financiado por la Fundación “la Caixa” y gestionado por el Instituto de Investigación en Atención Primaria (IDIAP Jordi Gol), y por la ONG Wassu Gambia Kafo.
FOTOGRAFÍAS
Adriana Kaplan en un consejo de ancianos en Gambia (autor: Sebastian Risler)
UAB | 05.02.2009 18:01
El proyecto trabaja para abolir las lesiones genitales que se llevan a cabo en rituales tradicionales, proponiendo una metodologia alternativa que evita la mutilación física, pero respetuosa con la tradición. Para ello ha establecido un planteamiento circular entre Gambia y España que forma en este ámbito a los profesionales de la salud de ambos países y que conciencia a la población de los problemas que acarrea la mutilación.
Más de 130 millones de mujeres en el mundo han padecido algún tipo de mutilación genital (MGF), y se estima que, anualmente, más de 3 millones de niñas están en riesgo de ser sometidas a este ritual de iniciación. Según los datos censales de 2005, en Catalunya viven más de 3.600 mujeres que han sufrido algun tipo de MGF y más de 2.000 niñas que estan en riesgo de ser sometidas en los próximos años a una MGF. Para luchar contra este problema, la investigadora Adriana Kaplan inició, en 1989, una línea de investigación sobre la salud sexual y reproductiva de las personas inmigrantes, con trabajos de campo en Gambia y en España.
Ahora, la doctora Kaplan ha conseguido uno de los logros más importantes para esta labor, la asunción del proyecto “Iniciación sin Mutilación” como un Programa Nacional del Gobierno de Gambia, a través del Department of State For Health & Social Welfare, el Ministerio de Salud de la República. El logro es especialmente relevante si se tiene en cuenta que hace diez años el Gobierno gambiano prohibió cualquier trabajo de sensibilización sobre las mutilaciones genitales femeninas, como respuesta a la agresividad con la que se estaba enfocando el tema por parte de algunas ONGs.
Se trata de un proyecto de investigación aplicada, formación, diseño de materiales y propuesta metodológica, cuyo objetivo es implementar en Gambia y en España una estrategia pionera para el abordaje del problema de la MGF, basada en la sensibilización, la prevención y el incremento de la capacidad de decisión de las mujeres, para que ellas y sus comunidades puedan asumir propuestas alternativas que eviten la mutilación. Se basa en proponer y promover modelos sustitutivos del ritual de paso que excluyan la mutilación de los genitales, pero que sigan siendo funcionales y culturalmente aceptables.
Entre las acciones del proyecto destaca la creación de un Observatorio de las MGF que ya ha arrojado datos de gran interés para abordar el problema. Según las últimas encuestas llevadas a cabo por el Observatorio sobre una muestra de 185 individuos subsaharianos asignados a los CAP del Maresme, un 58% de las mujeres piensa que las MGF no generan problemas de salud, el 74% creen que las leyes españolas sólo penalizan las MGF realizadas en España (cuando también penalizan las realizadas en los países de origen de los inmigrantes, con penas de cárcel para los padres), el 57% de los consultados acepta el ritual alternativo sin mutilación propuesto por los investigadores de la UAB, mientras que el 88% de las mujeres y el 77% de los hombres está a favor de la MGF. En lo que respecta a los profesionales de la salud catalanes, la encuesta realizada sobre 516 personas muestra que sólo un 8% de ellos tiene un conocimiento adecuado de las MGF y conoce los tipos de mutilación que se llevan a cabo.
El abordaje circular Gambia-España (fundamentalmente Catalunya por la fuerte presencia de población inmigrada procedente de Gambia) permitirá aprovechar las sinergias surgidas desde las inmigrantes gambianas, como generadoras de opinión y modelos de referencia en sus países de origen. Debido al creciente peso demográfico de la comunidad gambiana en España, se prevé que en los próximos años las situaciones de conflicto relacionadas con las mutilaciones genitales femeninas pueden ser habituales en nuestro entorno.
En Gambia, el proyecto se coordina desde la Facultad de Medicina y Ciencias de la Salud de la Universidad de Gambia, en convenio con la UAB. Desde allí se formará a todos los profesionales de la sanidad pública del país. Para Adriana Kaplan, directora científica del proyecto, “esto significa que la transferencia del conocimiento queda en manos Gambia y por tanto está asegurada la sostenibilidad, evitando formaciones itinerantes que han demostrado tener poco impacto en las poblaciones. Gracias a la participación del gobierno hemos conseguido la sostenibilidad del proyecto, un logro histórico que formara a los profesionales de la salud de todo el pais”. La investigadora recuerda que “aunque existan leyes sancionadoras, la solución a este problema pasa por una transformación social, religiosa y cultural basada en el respeto hacia los rituales tradicionales, pero con alternativas que eviten la mutilación”.
Respecto a la proyección global del proyecto, Kaplan afirma que “las enseñanzas y conclusiones de este proyecto pueden abrir el camino a la aplicación de esta estrategia en otros pueblos cuyo proceso de iniciación se basa en un rito de paso identitario, por lo que el ámbito potencial de influencia abarca el resto del África occidental”.
La MGF se realiza a las niñas en un rango de edad que puede abarcar desde el nacimiento hasta la preadolescencia, pero en todo caso siempre antes de la primera menstruación. Las lesiones empeoran el estado de salud, limitan la supervivencia de algunas de estas niñas y perpetúan la desigualdad de género y la discriminación de las mujeres y la violación sistemática de sus derechos.
Adriana Kaplan es professora del Departament d’Antropologia Social i Cultural de la UAB y directora científica del Grup Interdisciplinar per a la Prevenció i l’Estudi de les Pràctiques Tradicionals Perjudicials (GIPE/PTP). El proyecto esta financiado por el Área de Cooperación Internacional de la Fundació “la Caixa” y gestionado por el Instituto de Investigación en Atención Primaria (IDIAP Jordi Gol) y la ONG Wassu Gambia Kafo.
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Grup Interdisciplinar per a la Prevenció i l’Estudi de les Pràctiques Tradicionals Perjudicials (GIPE/PTP) de la Universitat Autònoma de Barcelona (UAB)
El GIPE/PTP es un grupo de investigación acreditado por la Universitat Autònoma de Barcelona vinculado al Departamento de Antropologia Social y Cultural de la UAB. Está formado por distintos profesionales involucrados en la Atención Primaria de Salud que trabajan en la atención al inmigrante y de forma especial, sobre el tema de las MGF. Durante estos últimos años, los miembros del equipo han realizado varios viajes de estudio a Senegal y Gambia para conocer directamente la situación de esta población, los factores que causan su emigración, y concretamente los factores relacionados con la práctica de las MGF. El grupo desarrolla también una actividad docente mediante un taller formativo sobre el abordaje de las MGF desde la Atención Primaria. Más información: http://mgf.uab.es
Instituto de Investigación en Atención Primaria (IDIAP Jordi Gol)
El Instituto de Investigación en Atención Primaria (IDIAP Jordi Gol) es uno de los primeros institutos dedicados a la investigación en el primer nivel asistencial en Espanya. En sus 12 años de vida, el IDIAP ha realizado 120 proyectos de investigación y publicado 327 artículos. El valor de hacer investigación en el primer nivel asistencial es que las conclusiones de los proyectos de investigación en atención primaria aportan conocimientos y soluciones útiles que se pueden aplicar directamente en las consultas de los médicos de familia, unas consultas donde se visita el 90% de la población y donde se resuelven el 90% de los problemas de salud. Más información: www.idiapjgol.org
Àrea de Cooperación Internacional de la Fundació “la Caixa”
Desde su creación en 1997, la Obra Social “la Caixa”, a través de su programa de Cooperación Internacional, colabora en la promoción de acciones que promuevan el desarrollo socioeconómico en los países de baja renta. Este compromiso se materializa en el apoyo de iniciativas nacionales e internacionales de justicia social innovadoras, de calidad y que incentivan la participación local, priorizando a los colectivos más vulnerables. A partir de un enfoque integral, se apoyan proyectos de promoción de actividades económicas y productivas sostenibles, microcréditos, iniciativas de mejora del hábitat y las infraestructuras, programas de fomento de la organización comunitaria, promoción del Comercio Justo, formación y capacitación, educación, salud, derechos humanos o el apoyo de acciones ante emergencias súbitas o crónicas. Estas iniciativas se desarrollan en colaboración con organizaciones no gubernamentales para el desarrollo (ONGD) y otras entidades de cooperación españolas, y con organismos, instituciones y poblaciones locales. Hasta la fecha, el programa de Cooperación Internacional de “la Caixa” ha impulsado 371 proyectos en 58 países, con una aportación de más de 43 millones de euros.
ONG Wassu Gambia Kafo
La ONG Wassu Gambia Kafo es una Organización no Gubenamental radicada en Catalunya y Gambia constituída fundamentalmente por profesionales de la salud vinculados a estancias y proyectos de cooperación en Gambia. Sus fines fundacionales son la promoción y facilitación de proyectos de cooperación para el desarrollo en Gambia.
Localización: Cataluña
http://agenciasinc.es/esl/Noticias/El-Gobierno-de-Gambia-asume-como-Programa-Nacional-un-proyecto-para-abolir-la-ablacion-genital-femenina
El Gobierno de Gambia asume como Programa Nacional un proyecto para abolir la ablación genital femenina
El Gobierno de la República de Gambia ha asumido como Programa Nacional el proyecto “Iniciación sin mutilación”, dirigido por la investigadora de la UAB Adriana Kaplan, financiado por la Fundación “la Caixa” y gestionado por el Instituto de Investigación en Atención Primaria (IDIAP Jordi Gol), y por la ONG Wassu Gambia Kafo.
FOTOGRAFÍAS
Adriana Kaplan en un consejo de ancianos en Gambia (autor: Sebastian Risler)
UAB | 05.02.2009 18:01
El proyecto trabaja para abolir las lesiones genitales que se llevan a cabo en rituales tradicionales, proponiendo una metodologia alternativa que evita la mutilación física, pero respetuosa con la tradición. Para ello ha establecido un planteamiento circular entre Gambia y España que forma en este ámbito a los profesionales de la salud de ambos países y que conciencia a la población de los problemas que acarrea la mutilación.
Más de 130 millones de mujeres en el mundo han padecido algún tipo de mutilación genital (MGF), y se estima que, anualmente, más de 3 millones de niñas están en riesgo de ser sometidas a este ritual de iniciación. Según los datos censales de 2005, en Catalunya viven más de 3.600 mujeres que han sufrido algun tipo de MGF y más de 2.000 niñas que estan en riesgo de ser sometidas en los próximos años a una MGF. Para luchar contra este problema, la investigadora Adriana Kaplan inició, en 1989, una línea de investigación sobre la salud sexual y reproductiva de las personas inmigrantes, con trabajos de campo en Gambia y en España.
Ahora, la doctora Kaplan ha conseguido uno de los logros más importantes para esta labor, la asunción del proyecto “Iniciación sin Mutilación” como un Programa Nacional del Gobierno de Gambia, a través del Department of State For Health & Social Welfare, el Ministerio de Salud de la República. El logro es especialmente relevante si se tiene en cuenta que hace diez años el Gobierno gambiano prohibió cualquier trabajo de sensibilización sobre las mutilaciones genitales femeninas, como respuesta a la agresividad con la que se estaba enfocando el tema por parte de algunas ONGs.
Se trata de un proyecto de investigación aplicada, formación, diseño de materiales y propuesta metodológica, cuyo objetivo es implementar en Gambia y en España una estrategia pionera para el abordaje del problema de la MGF, basada en la sensibilización, la prevención y el incremento de la capacidad de decisión de las mujeres, para que ellas y sus comunidades puedan asumir propuestas alternativas que eviten la mutilación. Se basa en proponer y promover modelos sustitutivos del ritual de paso que excluyan la mutilación de los genitales, pero que sigan siendo funcionales y culturalmente aceptables.
Entre las acciones del proyecto destaca la creación de un Observatorio de las MGF que ya ha arrojado datos de gran interés para abordar el problema. Según las últimas encuestas llevadas a cabo por el Observatorio sobre una muestra de 185 individuos subsaharianos asignados a los CAP del Maresme, un 58% de las mujeres piensa que las MGF no generan problemas de salud, el 74% creen que las leyes españolas sólo penalizan las MGF realizadas en España (cuando también penalizan las realizadas en los países de origen de los inmigrantes, con penas de cárcel para los padres), el 57% de los consultados acepta el ritual alternativo sin mutilación propuesto por los investigadores de la UAB, mientras que el 88% de las mujeres y el 77% de los hombres está a favor de la MGF. En lo que respecta a los profesionales de la salud catalanes, la encuesta realizada sobre 516 personas muestra que sólo un 8% de ellos tiene un conocimiento adecuado de las MGF y conoce los tipos de mutilación que se llevan a cabo.
El abordaje circular Gambia-España (fundamentalmente Catalunya por la fuerte presencia de población inmigrada procedente de Gambia) permitirá aprovechar las sinergias surgidas desde las inmigrantes gambianas, como generadoras de opinión y modelos de referencia en sus países de origen. Debido al creciente peso demográfico de la comunidad gambiana en España, se prevé que en los próximos años las situaciones de conflicto relacionadas con las mutilaciones genitales femeninas pueden ser habituales en nuestro entorno.
En Gambia, el proyecto se coordina desde la Facultad de Medicina y Ciencias de la Salud de la Universidad de Gambia, en convenio con la UAB. Desde allí se formará a todos los profesionales de la sanidad pública del país. Para Adriana Kaplan, directora científica del proyecto, “esto significa que la transferencia del conocimiento queda en manos Gambia y por tanto está asegurada la sostenibilidad, evitando formaciones itinerantes que han demostrado tener poco impacto en las poblaciones. Gracias a la participación del gobierno hemos conseguido la sostenibilidad del proyecto, un logro histórico que formara a los profesionales de la salud de todo el pais”. La investigadora recuerda que “aunque existan leyes sancionadoras, la solución a este problema pasa por una transformación social, religiosa y cultural basada en el respeto hacia los rituales tradicionales, pero con alternativas que eviten la mutilación”.
Respecto a la proyección global del proyecto, Kaplan afirma que “las enseñanzas y conclusiones de este proyecto pueden abrir el camino a la aplicación de esta estrategia en otros pueblos cuyo proceso de iniciación se basa en un rito de paso identitario, por lo que el ámbito potencial de influencia abarca el resto del África occidental”.
La MGF se realiza a las niñas en un rango de edad que puede abarcar desde el nacimiento hasta la preadolescencia, pero en todo caso siempre antes de la primera menstruación. Las lesiones empeoran el estado de salud, limitan la supervivencia de algunas de estas niñas y perpetúan la desigualdad de género y la discriminación de las mujeres y la violación sistemática de sus derechos.
Adriana Kaplan es professora del Departament d’Antropologia Social i Cultural de la UAB y directora científica del Grup Interdisciplinar per a la Prevenció i l’Estudi de les Pràctiques Tradicionals Perjudicials (GIPE/PTP). El proyecto esta financiado por el Área de Cooperación Internacional de la Fundació “la Caixa” y gestionado por el Instituto de Investigación en Atención Primaria (IDIAP Jordi Gol) y la ONG Wassu Gambia Kafo.
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Grup Interdisciplinar per a la Prevenció i l’Estudi de les Pràctiques Tradicionals Perjudicials (GIPE/PTP) de la Universitat Autònoma de Barcelona (UAB)
El GIPE/PTP es un grupo de investigación acreditado por la Universitat Autònoma de Barcelona vinculado al Departamento de Antropologia Social y Cultural de la UAB. Está formado por distintos profesionales involucrados en la Atención Primaria de Salud que trabajan en la atención al inmigrante y de forma especial, sobre el tema de las MGF. Durante estos últimos años, los miembros del equipo han realizado varios viajes de estudio a Senegal y Gambia para conocer directamente la situación de esta población, los factores que causan su emigración, y concretamente los factores relacionados con la práctica de las MGF. El grupo desarrolla también una actividad docente mediante un taller formativo sobre el abordaje de las MGF desde la Atención Primaria. Más información: http://mgf.uab.es
Instituto de Investigación en Atención Primaria (IDIAP Jordi Gol)
El Instituto de Investigación en Atención Primaria (IDIAP Jordi Gol) es uno de los primeros institutos dedicados a la investigación en el primer nivel asistencial en Espanya. En sus 12 años de vida, el IDIAP ha realizado 120 proyectos de investigación y publicado 327 artículos. El valor de hacer investigación en el primer nivel asistencial es que las conclusiones de los proyectos de investigación en atención primaria aportan conocimientos y soluciones útiles que se pueden aplicar directamente en las consultas de los médicos de familia, unas consultas donde se visita el 90% de la población y donde se resuelven el 90% de los problemas de salud. Más información: www.idiapjgol.org
Àrea de Cooperación Internacional de la Fundació “la Caixa”
Desde su creación en 1997, la Obra Social “la Caixa”, a través de su programa de Cooperación Internacional, colabora en la promoción de acciones que promuevan el desarrollo socioeconómico en los países de baja renta. Este compromiso se materializa en el apoyo de iniciativas nacionales e internacionales de justicia social innovadoras, de calidad y que incentivan la participación local, priorizando a los colectivos más vulnerables. A partir de un enfoque integral, se apoyan proyectos de promoción de actividades económicas y productivas sostenibles, microcréditos, iniciativas de mejora del hábitat y las infraestructuras, programas de fomento de la organización comunitaria, promoción del Comercio Justo, formación y capacitación, educación, salud, derechos humanos o el apoyo de acciones ante emergencias súbitas o crónicas. Estas iniciativas se desarrollan en colaboración con organizaciones no gubernamentales para el desarrollo (ONGD) y otras entidades de cooperación españolas, y con organismos, instituciones y poblaciones locales. Hasta la fecha, el programa de Cooperación Internacional de “la Caixa” ha impulsado 371 proyectos en 58 países, con una aportación de más de 43 millones de euros.
ONG Wassu Gambia Kafo
La ONG Wassu Gambia Kafo es una Organización no Gubenamental radicada en Catalunya y Gambia constituída fundamentalmente por profesionales de la salud vinculados a estancias y proyectos de cooperación en Gambia. Sus fines fundacionales son la promoción y facilitación de proyectos de cooperación para el desarrollo en Gambia.
Localización: Cataluña
http://agenciasinc.es/esl/Noticias/El-Gobierno-de-Gambia-asume-como-Programa-Nacional-un-proyecto-para-abolir-la-ablacion-genital-femenina
Alergia a esperma é mais comum do que se imagina
12/08/2011 -- 09h44
Alergia a esperma é mais comum do que se imagina
Problema é causado por hipersensibilidade a uma proteína do sêmen, mas pode ser tratado
Pode parecer estranho, mas é verdade. Muitas mulheres têm hipersensibilidade ao esperma de seus companheiros e o problema é mais comum do que se imagina. Segundo a Associação de Alergia e Asma, da Alemanha, a reação afeta 1% das mulheres. No Brasil, embora a notificação de casos também seja baixa, os médicos acreditam que o número real deve ser bem maior, uma vez que as mulheres têm dificuldade de falar sobre qualquer mal-estar ligado ao sexo e não procuram um médico para solucionar o que consideram uma simples alergia.
O agente causador dessa alergia seria uma das proteínas do esperma. Exposta a ela, a vagina desenvolve uma hipersensibilidade.
Segundo o diretor da divisão de alergia do Hospital Presbiteriano de Nova Iorque, David Resnick, o problema pode aparecer em diferentes fases da vida da mulher, da primeira relação sexual até mesmo após um período de abstinência – como uma gravidez ou um pós-parto.
De acordo com Resnick, em aproximadamente uma hora após o ato sexual uma mulher alérgica pode desenvolver urticária, inchaço nos olhos, diarreia e mesmo dificuldades para respirar. Sensação de ardor e inchaço nas relações sexuais podem indicar uma alergia.
A boa notícia é que o problema pode ser controlado. Primeiro, detecta-se o grau de intolerância em um teste de sensibilidade da paciente à proteína. Depois, com uma pequena amostra do sêmen, é preparada uma vacina, em gotas, para a mulher. Até iniciar o tratamento, recomenda-se o uso de camisinha, que evita as doenças sexualmente transmissíveis e impede que o fator agressor atinja a vagina.
Tratamento bem sucedido
Recentemente o jornal inglês Daily Mail noticiou o caso da britânica Rachael Sadler, que tem alergia ao esperma do marido, Mark, e que finalmente realizou o sonho de ser mãe.
Após nove anos de tentativas, ela deu à luz duas meninas. Os tratamentos de fertilização, incluíram tentativas nos EUA e no México e consumiram o equivalente a R$ 185 mil. Eles tentaram de tudo e chegaram a viajar mais de 25 mil quilômetros em busca de alternativas.
A publicação não informou qual a profissão da mulher, mas registrou que Mark, 40 de idade, é bem sucedido designer de peças para automóveis. Eles se conheceram em 1997 e casaram cinco anos depois, em março de 2002.
"Nunca aceitei que não poderia ser mãe. Estava determinada a fazer o que fosse preciso para ter um bebê. Agora que consegui minhas lindas filhas eu me sinto completa", disse Rachael, 35 de idade, após tratar a alergia e, com a fertilização in vitro, dar à luz Rebecca e Hazel na cidade de Coventry (Inglaterra). (Com informações do IG Delas, Revista Claudia e Espaço Vital)
http://www.bonde.com.br/?id_bonde=1-34--42-20110812-201108141-1-385366
Alergia a esperma é mais comum do que se imagina
Problema é causado por hipersensibilidade a uma proteína do sêmen, mas pode ser tratado
Pode parecer estranho, mas é verdade. Muitas mulheres têm hipersensibilidade ao esperma de seus companheiros e o problema é mais comum do que se imagina. Segundo a Associação de Alergia e Asma, da Alemanha, a reação afeta 1% das mulheres. No Brasil, embora a notificação de casos também seja baixa, os médicos acreditam que o número real deve ser bem maior, uma vez que as mulheres têm dificuldade de falar sobre qualquer mal-estar ligado ao sexo e não procuram um médico para solucionar o que consideram uma simples alergia.
O agente causador dessa alergia seria uma das proteínas do esperma. Exposta a ela, a vagina desenvolve uma hipersensibilidade.
Segundo o diretor da divisão de alergia do Hospital Presbiteriano de Nova Iorque, David Resnick, o problema pode aparecer em diferentes fases da vida da mulher, da primeira relação sexual até mesmo após um período de abstinência – como uma gravidez ou um pós-parto.
De acordo com Resnick, em aproximadamente uma hora após o ato sexual uma mulher alérgica pode desenvolver urticária, inchaço nos olhos, diarreia e mesmo dificuldades para respirar. Sensação de ardor e inchaço nas relações sexuais podem indicar uma alergia.
A boa notícia é que o problema pode ser controlado. Primeiro, detecta-se o grau de intolerância em um teste de sensibilidade da paciente à proteína. Depois, com uma pequena amostra do sêmen, é preparada uma vacina, em gotas, para a mulher. Até iniciar o tratamento, recomenda-se o uso de camisinha, que evita as doenças sexualmente transmissíveis e impede que o fator agressor atinja a vagina.
Tratamento bem sucedido
Recentemente o jornal inglês Daily Mail noticiou o caso da britânica Rachael Sadler, que tem alergia ao esperma do marido, Mark, e que finalmente realizou o sonho de ser mãe.
Após nove anos de tentativas, ela deu à luz duas meninas. Os tratamentos de fertilização, incluíram tentativas nos EUA e no México e consumiram o equivalente a R$ 185 mil. Eles tentaram de tudo e chegaram a viajar mais de 25 mil quilômetros em busca de alternativas.
A publicação não informou qual a profissão da mulher, mas registrou que Mark, 40 de idade, é bem sucedido designer de peças para automóveis. Eles se conheceram em 1997 e casaram cinco anos depois, em março de 2002.
"Nunca aceitei que não poderia ser mãe. Estava determinada a fazer o que fosse preciso para ter um bebê. Agora que consegui minhas lindas filhas eu me sinto completa", disse Rachael, 35 de idade, após tratar a alergia e, com a fertilização in vitro, dar à luz Rebecca e Hazel na cidade de Coventry (Inglaterra). (Com informações do IG Delas, Revista Claudia e Espaço Vital)
http://www.bonde.com.br/?id_bonde=1-34--42-20110812-201108141-1-385366
Site de aventuras extraconjugais bate recorde no Brasil
09/08/2011 -- 09h42
Site de aventuras extraconjugais bate recorde no Brasil
Em sua primeira semana no País o Ohhtel.com chegou a receber uma inscrição a cada 10 segundos
Mais de 150 mil brasileiros – 48 mil mulheres e 102 mil homens – em busca de sexo fora do casamento já criaram perfis no Ohhtel (www.ohhtel.com) em menos de um mês de operação do site no Brasil. O interesse dos brasileiros pelo polêmico serviço – que oferece sigilo e anonimato para casados que buscam encontros sexuais discretos e sem compromisso posterior – supera por larga margem a procura nos EUA, Canadá, Argentina e Chile, demais países em que o site de relacionamento está disponível. A maior concentração de usuários está em São Paulo (36%), Minas Gerais (16%) e Rio de Janeiro (13%).
"Na primeira semana de lançamento no País, recebemos uma inscrição a cada 10 segundos. É alucinante, a maior procura em todos os países que operamos, três vezes mais que nos EUA e o dobro da Argentina. Nesse ritmo, fecharemos 2011 com 300 mil usuários no Brasil", diz a brasileira Lais Ranna, vice-presidente de operações do Ohhtel no Brasil. O serviço foi criado em 2009 nos EUA – onde tem 1,3 milhões de usuários. Na Argentina, 60 dias após o lançamento, o site contava com 75 mil pessoas inscritas – um número já superado em 10 dias no Brasil.
No Brasil, para os homens que já adquiriram um dos pacotes (Bem Vindo, Executivo e Presidencial) a proporção é de um homem para cada mulher cadastrada. A média de idade é de 39 anos para os homens e 33 para as mulheres. "Somos 100% gratuitos para as mulheres e especialmente dirigidos para elas. Agora as mulheres brasileiras também podem ter encontros com segurança e discrição usando o Ohhtel, sem os riscos de serem flagradas em bares, em relações no trabalho ou com pessoas próximas", diz Lais Ranna.
Maioria trairia se não fosse descoberta
Antes de chegar ao Brasil, o Ohhtel realizou pesquisa com 2.500 brasileiros e a maioria – 81% dos homens e 51% das mulheres – afirmou que teria um caso se tivesse a certeza de que nunca seria descoberta; 19,2% disseram viver em casamentos sem sexo (com menos de uma relação sexual por mês) e 51% se declararam insatisfeitos com a vida sexual. O principal motivo apontado pelos homens brasileiros é a frequência das relações (53,8%), o tédio na cama (19%), a falta de romance (16%) e a duração (10%). Já as mulheres dizem que o problema está na falta de romance (39,2%), na frequência das relações (35,7%), na duração (23%) e no tédio (2%).
Usuários já tiveram caso e não querem divórcio
Pesquisa realizada junto aos usuários do Ohhtel nos EUA e na Argentina mostra que 85% já tiveram pelo menos um caso antes de buscar os serviços do site e 82% afirmam que não querem e nem pensam em divórcio. "O Ohhtel não convence ninguém a ter um caso. As pessoas fazem essa escolha com base em circunstâncias de sua própria vida", diz Lais Ranna. "Nós oferecemos a opção mais discreta e segura para quem busca um amante secreto e não quer colocar o casamento em risco. Em outras palavras, a infidelidade pode salvar o casamento".
Os planos de expansão não param por aqui. Até 2012, a empresa quer ter o domínio completo de todo continente. Os próximos destinos já traçados pelo Ohhtel são México e Colômbia, respectivamente em setembro e outubro deste ano.
http://www.bonde.com.br/?id_bonde=1-34--29-20110809-201108141-1-385366
Site de aventuras extraconjugais bate recorde no Brasil
Em sua primeira semana no País o Ohhtel.com chegou a receber uma inscrição a cada 10 segundos
Mais de 150 mil brasileiros – 48 mil mulheres e 102 mil homens – em busca de sexo fora do casamento já criaram perfis no Ohhtel (www.ohhtel.com) em menos de um mês de operação do site no Brasil. O interesse dos brasileiros pelo polêmico serviço – que oferece sigilo e anonimato para casados que buscam encontros sexuais discretos e sem compromisso posterior – supera por larga margem a procura nos EUA, Canadá, Argentina e Chile, demais países em que o site de relacionamento está disponível. A maior concentração de usuários está em São Paulo (36%), Minas Gerais (16%) e Rio de Janeiro (13%).
"Na primeira semana de lançamento no País, recebemos uma inscrição a cada 10 segundos. É alucinante, a maior procura em todos os países que operamos, três vezes mais que nos EUA e o dobro da Argentina. Nesse ritmo, fecharemos 2011 com 300 mil usuários no Brasil", diz a brasileira Lais Ranna, vice-presidente de operações do Ohhtel no Brasil. O serviço foi criado em 2009 nos EUA – onde tem 1,3 milhões de usuários. Na Argentina, 60 dias após o lançamento, o site contava com 75 mil pessoas inscritas – um número já superado em 10 dias no Brasil.
No Brasil, para os homens que já adquiriram um dos pacotes (Bem Vindo, Executivo e Presidencial) a proporção é de um homem para cada mulher cadastrada. A média de idade é de 39 anos para os homens e 33 para as mulheres. "Somos 100% gratuitos para as mulheres e especialmente dirigidos para elas. Agora as mulheres brasileiras também podem ter encontros com segurança e discrição usando o Ohhtel, sem os riscos de serem flagradas em bares, em relações no trabalho ou com pessoas próximas", diz Lais Ranna.
Maioria trairia se não fosse descoberta
Antes de chegar ao Brasil, o Ohhtel realizou pesquisa com 2.500 brasileiros e a maioria – 81% dos homens e 51% das mulheres – afirmou que teria um caso se tivesse a certeza de que nunca seria descoberta; 19,2% disseram viver em casamentos sem sexo (com menos de uma relação sexual por mês) e 51% se declararam insatisfeitos com a vida sexual. O principal motivo apontado pelos homens brasileiros é a frequência das relações (53,8%), o tédio na cama (19%), a falta de romance (16%) e a duração (10%). Já as mulheres dizem que o problema está na falta de romance (39,2%), na frequência das relações (35,7%), na duração (23%) e no tédio (2%).
Usuários já tiveram caso e não querem divórcio
Pesquisa realizada junto aos usuários do Ohhtel nos EUA e na Argentina mostra que 85% já tiveram pelo menos um caso antes de buscar os serviços do site e 82% afirmam que não querem e nem pensam em divórcio. "O Ohhtel não convence ninguém a ter um caso. As pessoas fazem essa escolha com base em circunstâncias de sua própria vida", diz Lais Ranna. "Nós oferecemos a opção mais discreta e segura para quem busca um amante secreto e não quer colocar o casamento em risco. Em outras palavras, a infidelidade pode salvar o casamento".
Os planos de expansão não param por aqui. Até 2012, a empresa quer ter o domínio completo de todo continente. Os próximos destinos já traçados pelo Ohhtel são México e Colômbia, respectivamente em setembro e outubro deste ano.
http://www.bonde.com.br/?id_bonde=1-34--29-20110809-201108141-1-385366
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