quinta-feira, 18 de agosto de 2011

As cinco dimensões da identidade sexual

As cinco dimensões da identidade sexual

E-mail: oswrod@uol.com.br
Oswaldo M.Rodrigues Jr
Não é fácil definir identidade sexual. Muitos significados parecem se misturar. Muitas vezes podemos ouvir a frase "identidade sexual" querendo referir-se ao objeto do desejo sexual. O que estão tentando diferenciar é heterossexualidade da homossexualidade ou da bissexualidade. Esta é uma postura leiga que não inclui outras possibilidades de escolhas sexuais.

Assim, toda vez que pensarmos em "identidade sexual", vamos pensar em todas as dimensões:

As cinco dimensões da identidade sexual

1ª) Ter nascido homem ou mulher (sexo físico)
2ª) Sentimento de ser homem ou de ser mulher (identidade de gênero);
3ª) É ter papel social masculino ou feminino (papel de gênero);
4ª) Androginia psicológica (maior ou menor capacidade de expressar-se emocionalmente igual ao sexo oposto);
5ª) qual a preferência sexual desta pessoa: outra de mesmo sexo (homossexual), outra de sexo oposto (heterossexual), ou preferência indistinta (bissexual, ambissexual ou pansexual)

Bi-sexual ou ambisexual referem-se a pessoas que não destinam o desejo sexual apenas para um dos sexos, mas para ambos os sexos, não importando ser uma mulher ou ser um homem.

Muitas vezes o termo pansexual também tem sido usado também para designar o bissexual e o ambissexual, embora em alguns textos temos o termo aplicado indistintamente a objetos não humanos.

Segundo o dicionário Aurélio, o termo pansexual refere-se à sexualidade em todos os aspectos.

Os três termos (bissexual, ambissexual ou pansexual) possuem significado semelhante: desejo


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http://www2.uol.com.br/vyaestelar/sexo04.htm

Massagem para atingir o orgasmo

Massagem para atingir o orgasmo
Qui, 11/08/2011 - 05h00 - Amor e SexoComente com Facebookpostar comentário
Cada mulher tem seu jeito de atingir o orgasmo. Para umas, basta uma rapidinha. Já para outras, o clímax só acontece por meio de muitas preliminares e posições estratégicas.

Mas que tal recorrer às massagens para chegar lá?

Nos Estados Unidos, existe o OM (Orgasm Meditation), técnica criada pela californiana Nicole Deadone, de 43 anos. Ela desenvolveu o que suas alunas chamam de pilates do sexo. Uma das técnicas consiste em um homem massagear o lado esquerdo da mulher, acima do clitóris, por cerca de 15 minutos.

O projeto de Nicole, que visa levar a mulher a sentir desde arrepios a orgasmos múltiplos, rendeu um livro, "Slow Sex: The Art and Craft of the Female Orgasm" (A Arte e o Ofício do Orgasmo Feminino), lançado em maio deste ano, somente em inglês. As brasileiras que se interessam pela técnica já encontram no Brasil um local que trabalha um conceito semelhante.
No Centro Metamorfose, que possui unidades espalhadas pelo Brasil, é oferecido um método próprio de "orgasmo sem sexo". A técnica visa massagear a Yoni (vagina) e foi desenvolvida por Deva Nishok, a partir de observações e pesquisas feitas aqui no Brasil desde 1996.

A coordenadora de cursos Deva Manisha, do Centro Metamorfose, conta que, em geral, a mulher desconhece o seu potencial de prazer. "O corpo feminino é muito sensível aos estímulos sensoriais, todo ele tem o potencial de ser orgástico". E revela: "Com a massagem tântrica, as mulheres experimentam toques diferenciados em todo o órgão genital, potencializando o nível de prazer. Por meio da técnica, muitas mulheres têm orgasmos múltiplos, inclusive ejaculatórios, pela primeira vez na vida."

Deva afirma que há uma diferença entre massagem e sexo tântrico. No sexo tântrico, o casal passa por um desenvolvimento sensorial, que pode ser adquirido pelas massagens, por exemplo. O homem precisa manter ereção durante um longo tempo, de 2h30 para mais, e muitos deles , quando recebem regularmente a massagem, chegam a experimentar a ereção após ejacular. "Já na massagem, você vai preparando o corpo para essa experiência, aumentando a energia e a libido, trazendo condicionamento físico ao pênis e ao clitóris", explica.

Para a realização da massagem, os profissionais usam luvas de látex e produtos lubrificantes, como óleo de semente de uva, para realizar uma drenagem dos líquidos linfáticos na parte interna das coxas, que estimulam a lubrificação da vagina. A duração da massagem é de 1h30, fora o tempo dedicado para explicar o funcionamento da técnica: o método Deva Nishok e os ganhos que ele proporciona.

Primeiramente, é realizada uma suave massagem nos lábios externos, o intumescimento e a extrusão do clitóris, ou seja, o aumento do tamanho desse órgão e a liberação dos vínculos ligamentosos do osso púbico. "O clitóris é extremamente sensorial e, com os estímulos, acorda a níveis de prazer muito intensos", explica Deva Manisha.

São massageados também os lábios internos, onde se localizam duas glândulas, a de Skene e de Bartholin, responsáveis pela lubrificação da vagina. "O estímulo do ponto ‘G’ produz níveis de energia muito intensos, levando muitas mulheres a ter orgasmos vaginais e espasmos neuromusculares", conta a cordenadora. Depois, são usados vibradores para trabalhar o clitóris, proporcionando múltiplos orgasmos.

Quando a massagem é oferecida ao casal, o terapeuta aplica a técnica nos clientes de maneira alternada, enquanto o parceiro interage. Com profissionalismo e ética, é quebrado todo o constrangimento. "Assim, confiante, o casal entra em níveis de orgasmo e intimidade muitas vezes desconhecidos", explica Deva.

O mesmo cuidado é tomado com as mulheres quando são massageadas por outros homens. "Elas se entregam a experiências profundas de orgasmo, cura e alegria. Ocorre uma grande ruptura e mudança de paradigmas com relação ao prazer e com a forma de lidar com o corpo."
Dependendo do objetivo dos clientes, Deva recomenda realizar um desenvolvimento sensorial, composto por várias sessões. Uma vez por semana seria o recomendável. Em agosto, o valor de cada sessão será de R$ 390.

Por Juliana Falcão (MBPress)
http://vilamulher.terra.com.br/massagem-para-atingir-o-orgasmo-3-1-31-587.html

"DISFUNÇÃO ERÉTIL ESTA ASSOCIADA A GORDURA ABDOMINAL" SEGUNDO PESQUISADORES.

"DISFUNÇÃO ERÉTIL ESTA ASSOCIADA A GORDURA ABDOMINAL" SEGUNDO PESQUISADORES.
por Dra Rosângela Pinheiro, quinta, 18 de agosto de 2011 às 11:15
. Cientistas australianos anunciaram, na última semana, uma nova ação contra a impotência,a relação, basicamente, seria a segundo pesquisadores muita gordura abdominal, em homens obesos, atrapalha o fluxo de sangue do corpo para pênis. O mecanismo que precisa estar em perfeita ordem, nos homens saudáveis, para que haja ereção. Tal desordem de peso pode causar, por consequência, uma decadência na produção de testosterona.

Os pesquisadores encontraram, então, uma possível solução: perder de 5% a 10% do peso pode auxiliar o homem a recuperar sua saúde sexual.

Segundos pesquisadores o alerta para tal fato ocorre quando o homem atinge um índice de gordura que na qual não permite observar o pênis.

O sangue corre por vasos sanguíneos que se dilatam, e obviamente não podem estar entupidos. Remédios como o Viagra atuam justamente dilatando tais vasos. Quando eles não se dilatam, é porque o endotélio (camada interna dos vasos sanguíneos) produz menos óxido nítrico, a substância responsável pela dilatação.

Fatores psicológicos também estão envolvidos nesse processo. O processo de engordar, aparentemente, não causa nos homens a mesma queda na autoestima do que em mulheres. Um homem de meia idade, portanto, não se importa muito se começa a engordar. Mas se ele passa a ter problemas na hora do sexo, começa a investigar o motivo.

O problema pode crescer. A cada fracasso na cama, o homem se sente pior, e passa a evitar fazer sexo com o passar do tempo. Com o moral baixo por não conseguir satisfazer a esposa, pode-se desenvolver um quadro de saúde que leva à depressão. E falando em psicologia, os cientistas garantem que o oposto também pode ser vantajoso. A partir do momento em que o homem perde peso e se sente mais saudável e atraente, sua própria confiança o ajuda a manter as ereções, independente do óxido nítrico.
FONTE:http://edition.cnn.com/2011/HEALTH/08/05/erectile.dysfunction.lose.weight/index.html?eref=rss_health&utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+rss%2Fcnn_health+%28RSS%3A+Health%29&utm_content=Google+Reader

Ter um P.A é uma boa ideia?

Ter um P.A é uma boa ideia?

Amigo colorido ou P.A. Não importa como você se refere a ele, mas a verdade é que se algumas mulheres ainda acham estranho você ter alguém - um amigo ou quase isso - que você transa, muitas outras solteiras tem o seu e acham a melhor opção para os momentos de carência.

O Vila Dois conversou com algumas mulheres e reuniu algumas opiniões para escrever essa matéria.

A nossa conclusão? Não faltam vantagens: é bom ter alguém que você pode se divertir sem se preocupar, o seu amigo é alguém que você conhece e confia (muito melhor do que arrumar alguém na balada ou recorrer a um ex que faz você sofrer...), com ele não precisa de joguinho ou cerimônia, não precisa estar sempre disponível, você fica livre de crises de ciúmes e por aí vai.

Mas e as desvantagens? Elas podem nem aparecer, mas se aparecerem são bem definitivas e podem acabar com a amizade e o sexo. É que elas só dão as caras se você se apaixonar ou então se enganar e achar que o P.A pode virar namorado.

Homens sabem muito melhor do que as mulheres separar esse tipo de coisa, então se você pretende ter um saiba que esse é o tipo de coisa que não muda. Amigo colorido é amigo colorido - nada de depositar esperanças ou se chatear se ele resolver engatar um namoro sério. Começou a ficar um pouquinho mais difícil, né?

E você, tem ou já teve um P.A? Conte pra gente!

Por Larissa Alvarez
http://vilamulher.terra.com.br/ter-um-pa-e-uma-boa-ideia-3-1-31-591.html

Qualquer homem pode colocar prótese peniana?

17/08/2011 -- 16h10
Qualquer homem pode colocar prótese peniana?

Indicado para tratar a impotência sexual, a prótese peniana é feita basicamente de silicone e uma haste metálica

As prótese penianas são utilizadas para o tratamento da impotência sexual, nos casos em que os tratamentos mais conservadores (medicações orais ou injetáveis) não foram satisfatórios. Basicamente as próteses se dividem em dois grupos: as maleáveis (ou semi-rígidas) e as infláveis.

Os dispositivos maleáveis são compostos basicamente de silicone, com uma haste metálica central, que dá rigidez á prótese e permite sua manipulação pelo paciente.

As principais vantagens dese tipo de prótese são: o custo (os dispositivos nacionais podem ser encontrados por menos de R$ 2 mil), a facilidade na execução da cirurgia, e o menor risco de complicações mecânicas a longo prazo.

A principal desvantagem é o aspecto estético, pois com este tipo de prótese o pênis fica num estado permanente de ereção, podendo ser curvado ou ''dobrado'' para uma melhor discrição quanto não se deseja a relação sexual.

As próteses infláveis são feitas também de compostos a base de silicone e polímeros de poliuretano, e sua principal característica é que podem ser ativadas, alterando entre o estado ''ereto'' e ''flácido'' (consituindo a principal vantagem deste tipo de dispositivo, considerado mais fisiológico e anatômico). Principais desvantagens: o custo muito maior em relação às próteses maleáveis (acima de US$ 10 mil), maior complexidade na cirurgia de implantação, e um maior risco de falha mecânica a longo prazo.

Não existem complicações absolutas para a colocação da prótese peniana, porém é muito importante a correta indicação pelo médico e o preparo psicológico do paciente. Isto porque este é um tratamento irreversível: uma vez colocada, o paciente sempre vai precisar da prótese para ter ereção, sem a possibilidade de ''voltar atrás'' na decisão.

Outro ponto importante a se frisar é que o pênis com a prótese dificilmente atinge o comprimento que tinha em ereção natural, ficando um pouco menor comparativamente (porém totalmente funcional).

Juliano Plastina, urologista em Londrina
http://www.bonde.com.br/?id_bonde=1-27--120-20110817&tit=qualquer+homem+pode+colocar+protese+peniana

Sandy solta o verbo sobre striptease e masturbação

Sandy solta o verbo sobre striptease e masturbação
Ter, 09/08/2011 - 15h45 - Amor e SexoComente com Facebookpostar comentário

A declaração da cantora e compositora Sandy sobre sexo anal foi apenas um aperitivo do que estava por vir. Na edição de agosto da Playboy, que traz Adriane Galisteu na capa e chegou às bancas nesta terça-feira (09), a bela moça destrava a língua e fala sobre outros assuntos quentes.

Ela disse, por exemplo, que tem vontade de ver o que rola num club de swing, mas não participaria, por conta do ciúme de ver meu marido com alguém. Sobre striptease, ela revela:

"Eu sou boa! 'Whatever Lola wants', de Ella Fitzgerald, é uma música perfeita para isso".
Sandy também falou que gosta de comprar todos os modelos de lingerie possíveis, mas bem longe dos olhos dos curiosos. Até em sex shop ela já foi. "Acho legal ir. De vez em quando dá curiosidade. Já comprei algumas coisinhas. Mas não vou dizer o que."

As produtoras que apostam nos filmes pornôs para mulheres dizem que os roteiros precisam de romance. Mas Sandy discorda. "Acho que eles poderiam ter menos historinhas e ir direto ao assunto". E aproveita para falar sobre masturbação: "É completamente válido. Temos de conhecer o nosso corpo antes de querer que os nossos parceiros conheçam."
Sandy já havia dito em outras entrevistas que já havia ficado bêbada uma vez e desta vez contou mais detalhes. "Era um Réveillon. Tomei Champagne, um pouco de vinho, depois fizemos brincadeiras daquelas de trava-língua, na qual quem erra tem de beber um shot de caipirinha. Terminei a noite abraçada com o vaso sanitário".

Depois da entrevista provocante, Sandy promete chocar um pouco mais, só que desta vez nas telinhas. No episódio "A Reacionária de Mato Grosso", da série global "As Brasileiras", a cantora vai dar um selinho em Fernanda Paes Leme, Luiza. É gente, a Sandy cresceu!

Por Juliana Falcão (MBPress)
http://vilamulher.terra.com.br/sandy-solta-o-verbo-sobre-striptease-e-masturbacao-3-1-31-585.html

Simon Campbell avalia o impacto social do Viagra 13 anos depois

Simon Campbell avalia o impacto social do Viagra 13 anos depois

Ciência e Tecnologia
qui, 18 de Agosto de 2011 03:40
Treze anos depois da aprovação do Viagra (Sildenafil) como o primeiro tratamento oral para a disfunção erétil masculina, o professor Simon Campbell, líder do grupo de pesquisadores que, outros 13 anos antes, iniciaram o programa que levaram à descoberta, fez uma breve avaliação do impacto causado pela droga na sociedade. “Acho que o Viagra tem causado um impacto bastante substancial ao combater a impotência erétil e ajudar os casais a eliminarem o estresse na relação sexual, além de contribuir para o diálogo mais franco sobre sexo em geral.
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O medicamento vem se mostrando particularmente efetivo em homens que sofreram lesão medular [a maioria é capaz de ter algum tipo de ereção]”.

Membro da Royal Society of Chemistry (Reino Unido), Simon Campbell foi um dos destaques do terceiro dia de aulas da ESPCA sobre “Produtos naturais, química medicinal e síntese orgânica”, proferindo a palestra “Ciência, Arte e Descoberta de Drogas – Uma perspectiva pessoal”. À vontade, procurou tranquilizar os usuários em potencial que ainda temem o Viagra porque provocaria problemas cardíacos. “O medicamento age apenas localmente, não tem efeito cardiovascular. É perfeitamente seguro tomá-lo. Obviamente, não é recomendável para quem acabou de sofrer um enfarte ou passar por um transplante, mas não há qualquer contraindicação para pessoas saudáveis”.

Apesar das respostas em inglês, Campbell entende bem o português, por conta da sua passagem pelo Brasil como professor visitante da USP, no período de 1969 a 1973. Logo em seguida, voltou ao seu país para ingressar na Pfizer Central Research, onde foi co-autor de mais de 120 publicações e patentes e elemento chave dos grupos de pesquisa que desenvolveram, além do Viagra, o Cardura e o Norvasc (o quarto medicamento mais vendido no mundo), indicados para hipertensão. “Hoje estou aposentado e não faço mais pesquisa. Quero apenas relaxar, gozar a vida e, aqui no Brasil, visitar os amigos”.

Simon Campbell concedeu esta rápida entrevista no coffee break entre as palestras do Nobel de Química Ei-ichi Negish e do jovem pesquisador americano Bradley Moore. A sua palestra seria a última da manhã e ele justificou o título associando ciência, arte e descoberta de drogas. “Em ciência, muitas vezes não conseguimos enxergar o alvo e procuramos imaginar como ocorre determinado efeito. São as pessoas que descobrem as drogas, não é um processo nem a automação. A melhor ciência é a da imaginação com arte e um toque pessoal”.

Nas comemorações do Ano Internacional da Química (AIQ 2011) em todo o mundo, prevalece a proposta de se tentar mudar a imagem da química, ainda associada a malefícios à saúde e prejuízos ao meio ambiente. Instigado a apresentar a sua defesa, Simon Campbell respondeu que não havia necessidade de fazê-la. “A química está à nossa volta, na comida, no jeans que vestimos, em nossos corpos. O que precisamos é mostrar para as pessoas a força da química, o que ela é capaz de fazer. ‘Chemical’, no que se refere a determinados materiais, pode ser uma denominação ruim; outra coisa é ‘chemistry’, enquanto ciência, uma denominação boa que ser a base de todo novo material do futuro”.
http://www.planetauniversitario.com/index.php?option=com_content&view=article&id=23580:simon-campbell-avalia-o-impacto-social-do-viagra-13-anos-depois&catid=56:ciia-e-tecnologia&Itemid=75