Impotência
Ocorre quando a uma repetida incapacidade do homem manter a ereção e concluir o ato sexual
Também conhecida como disfunção erétil, a impotência se torna doença quando se repete na vida sexual masculina. Vez ou outra acontece à perda de ereção. Só é considerada impotência quando se dá uma incapacidade repetida de manter uma ereção até a conclusão do ato sexual.
Ou quando ocorre a completa falta de rigidez para conseguir uma penetração. Alguns homens conseguem ter o pênis rijo, mas na hora de introduzi-lo perdem a potência.
Segundo apontam as pesquisas 90% das causas da impotência são emocionais. Acontece mediante o estresse do dia-a-dia, em meio a crises conjugais, falta de atração pela parceira, ansiedade, depressão, temor de não completar o ato sexual, e até traumas, culpas ou repressões sexuais. Também pode ser causada por motivos orgânicos, principalmente quando o homem chega à meia idade, presença de doenças como o diabetes, uso de remédios hipertensivos ou anormalidade vascular peniana.
O tratamento deve combinar uso de medicação com técnicas terapêuticas. Remédios que estimulam a ereção jamais devem ser usados sem acompanhamento médico.
Por Yasmin Barcellos
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Amor e sexualidade no último 'Roda Viva' com Gabi
Amor e sexualidade no último 'Roda Viva' com Gabi
Rio - O último ‘Roda Viva’ sob o comando da jornalista Marília Gabriela vai ao ar hoje com a psicanalista e colunista de O DIA Regina Navarro Lins. No debate, ela abordou assuntos como casamento, bissexualidade, além de outros temas que envolvem amor e sexo.
“Essa é a terceira vez que Marília Gabriela me entrevista, mas no ‘Roda Viva’ é diferente. São cinco pessoas te bombardeando ao mesmo tempo. Os convidados podem te interromper no meio de uma resposta para questionar, tudo na maior educação e elegância”, conta Regina.
No programa, a psicanalista aproveita para defender o casamento, mas com ressalvas. “Um casamento pode ser ótimo, mas as pessoas precisam reformular as expectativas que alimentam sobre a vida a dois”, teoriza ela, que já foi casada três vezes.
Rio - O último ‘Roda Viva’ sob o comando da jornalista Marília Gabriela vai ao ar hoje com a psicanalista e colunista de O DIA Regina Navarro Lins. No debate, ela abordou assuntos como casamento, bissexualidade, além de outros temas que envolvem amor e sexo.
“Essa é a terceira vez que Marília Gabriela me entrevista, mas no ‘Roda Viva’ é diferente. São cinco pessoas te bombardeando ao mesmo tempo. Os convidados podem te interromper no meio de uma resposta para questionar, tudo na maior educação e elegância”, conta Regina.
No programa, a psicanalista aproveita para defender o casamento, mas com ressalvas. “Um casamento pode ser ótimo, mas as pessoas precisam reformular as expectativas que alimentam sobre a vida a dois”, teoriza ela, que já foi casada três vezes.
Disfunção erétil vira negócio lucrativo nas ruas de Bangcoc
Disfunção erétil vira negócio lucrativo nas ruas de Bangcoc
27 de agosto de 2011 • 10h03 • atualizado às 10h48
Os frascos com o rótulo dos mais requisitados medicamentos contra disfunção erétil fazem parte da variada oferta de souvenirs vendidos nos camelôs de Bangcoc.
Uma das imagens típicas da capital da Tailândia é o caos que se estende em suas estreitas calçadas pelas quais o turista abre passagem com dificuldade entre uma fusão de aromas e uma infinidade de barraquinhas, inclusive as que contêm caixas com o logotipo de conhecidos remédios como Viagra, Prozac e Valium, vendidos sem receita médica.
Apesar de não ter necessidade de apresentar receita para comprar qualquer um desses medicamentos de procedência questionável, é preciso destreza para pechinchar no preço e, principalmente, bastante insensatez na hora de tomar uma dessas pílulas.
O fato de essas barraquinhas permanecerem em seus pontos todos os dias, é sinal de que o negócio funciona graças aos turistas.
Com um sorriso amarelo, os vendedores chamam os homens estrangeiros para oferecer as cápsulas e garantem que as mesmas são garantia de uma "grande noite".
Pode parecer hipocrisia, mas na Tailândia, um dos principais destinos do circuito mundial do turismo sexual, a prostituição é proibida e as leis condenam a prática, inclusive a venda de artigos eróticos.
Qualquer "bairro vermelho" de Bangcoc está infestado desse tipo de comércio onde, além de conterem caixas como as do famoso Viagra, estão repletos de outros medicamentos que têm a mesma finalidade como Cialis, Levita e Kamagra, conhecidos vasodilatadores que permitem a ativação dos órgãos sexuais masculinos.
Os camelôs relataram à Agência Efe que as marcas dos produtos que vendem, sem ser, aparentemente, importunados pela Polícia, são "originais" e até sustentam que já "testaram" e obtiveram resultado mais do que satisfatório.
A falsa simpatia dos vendedores acaba rapidinho quando aparece um curioso querendo fotografar a barraquinha e com isso, acaba espantando algum cliente.
Além dos populares estimulantes sexuais, em alguns desses postos é possível adquirir outros medicamentos suspeitos que têm componentes viciantes e acabar causando síndrome de abstinência em seus consumidores.
O laboratório de uma farmácia convencional perto de uma das fileiras de barracas de comércio de rua explica que todos estes produtos rotulados como remédios que podem ser encontrados nas ruas são "falsificados", já que a lei estabelece a venda somente com prescrição médica e adverte que seu consumo pode fazer mal à saúde.
A Tailândia se transformou em um dos maiores produtores de remédios falsificados contra disfunções sexuais, sendo que a maior parte é enviada para meio mundo por meio de procedimentos ilegais e propagandas online.
"As pessoas não vão às farmácias para comprar estes remédios porque têm vergonha", disse à Efe Clemence Gautier, advogada do escritório Tilleke & Guibbins, com sede em Bangcoc.
Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que 50% dos medicamentos comercializados em sites ilegais são falsos. Na melhor das hipóteses, o produto comprado não contém nada, mas existem falsificações que podem incluir componentes tóxicos e causar graves complicações ao usuário.
Estes remédios, que na maioria dos países só podem ser adquiridos com prescrição médica, têm uma grande demanda como os outros da notável indústria do sexo.
27 de agosto de 2011 • 10h03 • atualizado às 10h48
Os frascos com o rótulo dos mais requisitados medicamentos contra disfunção erétil fazem parte da variada oferta de souvenirs vendidos nos camelôs de Bangcoc.
Uma das imagens típicas da capital da Tailândia é o caos que se estende em suas estreitas calçadas pelas quais o turista abre passagem com dificuldade entre uma fusão de aromas e uma infinidade de barraquinhas, inclusive as que contêm caixas com o logotipo de conhecidos remédios como Viagra, Prozac e Valium, vendidos sem receita médica.
Apesar de não ter necessidade de apresentar receita para comprar qualquer um desses medicamentos de procedência questionável, é preciso destreza para pechinchar no preço e, principalmente, bastante insensatez na hora de tomar uma dessas pílulas.
O fato de essas barraquinhas permanecerem em seus pontos todos os dias, é sinal de que o negócio funciona graças aos turistas.
Com um sorriso amarelo, os vendedores chamam os homens estrangeiros para oferecer as cápsulas e garantem que as mesmas são garantia de uma "grande noite".
Pode parecer hipocrisia, mas na Tailândia, um dos principais destinos do circuito mundial do turismo sexual, a prostituição é proibida e as leis condenam a prática, inclusive a venda de artigos eróticos.
Qualquer "bairro vermelho" de Bangcoc está infestado desse tipo de comércio onde, além de conterem caixas como as do famoso Viagra, estão repletos de outros medicamentos que têm a mesma finalidade como Cialis, Levita e Kamagra, conhecidos vasodilatadores que permitem a ativação dos órgãos sexuais masculinos.
Os camelôs relataram à Agência Efe que as marcas dos produtos que vendem, sem ser, aparentemente, importunados pela Polícia, são "originais" e até sustentam que já "testaram" e obtiveram resultado mais do que satisfatório.
A falsa simpatia dos vendedores acaba rapidinho quando aparece um curioso querendo fotografar a barraquinha e com isso, acaba espantando algum cliente.
Além dos populares estimulantes sexuais, em alguns desses postos é possível adquirir outros medicamentos suspeitos que têm componentes viciantes e acabar causando síndrome de abstinência em seus consumidores.
O laboratório de uma farmácia convencional perto de uma das fileiras de barracas de comércio de rua explica que todos estes produtos rotulados como remédios que podem ser encontrados nas ruas são "falsificados", já que a lei estabelece a venda somente com prescrição médica e adverte que seu consumo pode fazer mal à saúde.
A Tailândia se transformou em um dos maiores produtores de remédios falsificados contra disfunções sexuais, sendo que a maior parte é enviada para meio mundo por meio de procedimentos ilegais e propagandas online.
"As pessoas não vão às farmácias para comprar estes remédios porque têm vergonha", disse à Efe Clemence Gautier, advogada do escritório Tilleke & Guibbins, com sede em Bangcoc.
Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que 50% dos medicamentos comercializados em sites ilegais são falsos. Na melhor das hipóteses, o produto comprado não contém nada, mas existem falsificações que podem incluir componentes tóxicos e causar graves complicações ao usuário.
Estes remédios, que na maioria dos países só podem ser adquiridos com prescrição médica, têm uma grande demanda como os outros da notável indústria do sexo.
domingo, 28 de agosto de 2011
Las universidades de Pekín darán clases de amor
Las universidades de Pekín darán clases de amor
Escrito por Jesús Alonso
Martes, 19 de Abril de 2011 10:36
Las autoridades educativas de Pekín están preparando una asignatura para impartir en las universidades de la capital china que incluirá lecciones sobre cómo amar y mantener relaciones sentimentales, un hecho que ha causado estupor entre los estudiantes, informó hoy la prensa local.
EFE. Pekín / 19 de abril de 2011
Según el diario "South China Morning Post", el Comité Municipal de Educación de Pekín ha elaborado un texto sobre "salud mental" para los universitarios chinos, que en uno de sus capítulos incluye las relaciones amorosas.
El capítulo, bajo el título "la felicidad comienza aprendiendo cómo manejar las relaciones románticas", busca enseñar a los estudiantes a "comprender el significado del amor (...) y aprender a expresar, aceptar, rechazar, mantener o dejar marchar" los romances.
El texto -que se encuentra todavía en fase de borrador- también incluirá alusiones a la homosexualidad, un tema tabú durante décadas y que probablemente llega por primera vez a las clases universitarias chinas.
No obstante, es la cuestión de las "clases de amor" la que ha generado más comentarios en los foros de internet de jóvenes chinos, donde una de las ideas que predominan es que no son los profesores los mejores consejeros para estas cuestiones, sino los amigos y compañeros de clase.
"Si la asignatura se acaba dando formalmente en clase, sentiré como si se estuviera imponiendo un determinado punto de vista convencional sobre el amor a los estudiantes. No hay aciertos ni errores en el amor", señaló al respecto Kong Lingyu, una estudiante de la Universidad Tsinghua de Pekín, al "South China Morning Post".
Entre algunos profesores citados por el mismo diario, en cambio, las inéditas clases son defendidas y según ellos "abrigan buenas intenciones", por ejemplo la de luchar contra los suicidios por amor que muchos años se producen en famosos campus de la capital.
"Podría ayudar a los estudiantes a buscar visiones positivas del amor y aprender cómo manejar fracasos en las relaciones, para que así no ocurran comportamientos extremos", aseguró Xia Xueluan, profesor de la Universidad de Pekín.
Escrito por Jesús Alonso
Martes, 19 de Abril de 2011 10:36
Las autoridades educativas de Pekín están preparando una asignatura para impartir en las universidades de la capital china que incluirá lecciones sobre cómo amar y mantener relaciones sentimentales, un hecho que ha causado estupor entre los estudiantes, informó hoy la prensa local.
EFE. Pekín / 19 de abril de 2011
Según el diario "South China Morning Post", el Comité Municipal de Educación de Pekín ha elaborado un texto sobre "salud mental" para los universitarios chinos, que en uno de sus capítulos incluye las relaciones amorosas.
El capítulo, bajo el título "la felicidad comienza aprendiendo cómo manejar las relaciones románticas", busca enseñar a los estudiantes a "comprender el significado del amor (...) y aprender a expresar, aceptar, rechazar, mantener o dejar marchar" los romances.
El texto -que se encuentra todavía en fase de borrador- también incluirá alusiones a la homosexualidad, un tema tabú durante décadas y que probablemente llega por primera vez a las clases universitarias chinas.
No obstante, es la cuestión de las "clases de amor" la que ha generado más comentarios en los foros de internet de jóvenes chinos, donde una de las ideas que predominan es que no son los profesores los mejores consejeros para estas cuestiones, sino los amigos y compañeros de clase.
"Si la asignatura se acaba dando formalmente en clase, sentiré como si se estuviera imponiendo un determinado punto de vista convencional sobre el amor a los estudiantes. No hay aciertos ni errores en el amor", señaló al respecto Kong Lingyu, una estudiante de la Universidad Tsinghua de Pekín, al "South China Morning Post".
Entre algunos profesores citados por el mismo diario, en cambio, las inéditas clases son defendidas y según ellos "abrigan buenas intenciones", por ejemplo la de luchar contra los suicidios por amor que muchos años se producen en famosos campus de la capital.
"Podría ayudar a los estudiantes a buscar visiones positivas del amor y aprender cómo manejar fracasos en las relaciones, para que así no ocurran comportamientos extremos", aseguró Xia Xueluan, profesor de la Universidad de Pekín.
El Consell evaluó a 102 menores para conocer el riesgo de abusos sexuales
El Consell evaluó a 102 menores para conocer el riesgo de abusos sexuales
El Servicio de Atención Psicológica a Menores Víctimas de Abusos dependiente de la Conselleria de Justicia y Bienestar Social realizó durante el primer semestre de 2011, un total de 102 nuevos diagnósticos a menores para valorar la posibilidad de ser víctimas de abusos sexuales.
LCV. Valencia / 28 de agosto de 2011
También realizó 1.314 sesiones de tratamiento y 33 comparecencias judiciales.
Este servicio gratuito de la Generalitat atiende a los menores y sus familiares y educadores, incluidos menores víctimas y perpetradores, está gestionado por el Instituto de Psicología, Sexología y Medicina "Espill".
La directora general del Menor, Carolina Martínez, ha manifestado al respecto, que esta iniciativa, "va destinada a la prevención, diagnóstico y tratamiento de los menores de toda la Comunitat Valenciana que han sido objeto de abusos sexuales, así como a la atención y orientación de toda la familia".
Compuesto por ocho psicólogos que realizan entrevistas, tratamientos y peritaciones psicológicas, y un médico que asesora en cuestiones relacionadas con la clínica médica, el Servicio actúa en los supuestos que tengan por base conductas sexuales sobre menores tales como abusos y agresiones sexuales y explotación sexual de todo tipo, y tanto si el menor es la víctima como el perpetrador.
Según ha manifestado Carolina Martínez, la Comunitat Valenciana fue la primera en crear un servicio de atención al abuso infantil, "iniciativa que está muy valorada y que sigue siendo pionera en toda España e incluso en Europa".
Perfil de los menores atendidos
Cabe destacar que de los 102 nuevos diagnósticos que han acudido al servicio durante el primer semestre, la provincia de Alicante es la que mayor numero ha realizado 49, que supone el 48% del total, le sigue Valencia con 47 (46%) y 6 a Castellón. En cuanto a las sesiones de tratamiento, 646 fueron en Valencia, 524 en Alicante y 151 en Castellón. Relativo a las 32 comparecencias judiciales, 10 se realizaron en Valencia, 20 en Alicante y 3 en Castellón.
Asimismo, en los casos estudiados se aprecia un mayor número de niñas, puesto que el 64% son niñas y el 36% niños, pero en los casos que se ha diagnosticado la existencia de abusos, el 84% de los menores era de sexo femenino. Con relación al sexo del perpetrador, más del 90% suelen ser varones frente a un porcentaje menor, alrededor del 3% de mujeres.
Por otro lado, ante la creencia errónea acerca de la relación que mantiene la víctima con el perpetrador del abuso sexual, la mayoría de los supuestos autores son familiares. De esta forma, habitualmente más de 70% pertenecen del entorno del menor y tan solo alrededor del 20% suelen ser personas desconocidas.
Dado que el objetivo fundamental de este servicio es proteger a los menores, se realiza la exploración psicológica y la valoración del testimonio del menor, con el menor sufrimiento para el mismo y un ambiente adecuado a su desarrollo evolutivo. De esta forma se realiza un análisis del testimonio, del tipo de abuso y sus repercusiones, además de prestar tratamiento y llevar un seguimiento de los casos y orientar a la familia y/o los educadores.
En los casos en los que media denuncia, se actúa como peritos y se ofrece colaboración para acompañar al menor en las exploraciones. Y se les brinda ayuda psicológica en los casos en los que los menores se ven afectados por su participación en el proceso judicial. Todos los casos que se atienden en el servicio son derivados por las direcciones territoriales de Justicia y Bienestar Social de la Comunitat Valencia.
Para Carolina Martínez, la importancia de un servicio de estas características radica "no sólo en la protección que se presta al menor, sino en la reducción de las secuelas que el impacto de un mal trato y abuso puede tener".
En este sentido, la prestación de los servicios se orienta fundamentalmente, "hacia la integralidad, de manera que aglutine la acción conjunta de diferentes sectores de la administración y de la sociedad civil", ha indicado.
La directora general del Menor también ha señalado que desde 1999 se han atendido a más de 5.000 menores, cifra que a su juicio "confirma que el Servicio está firmemente implantado en toda la Comunitat Valenciana, y que responde al objetivo de dar respuesta a este fenómeno social preocupante".
No obstante, ha puntualizado, "somos conscientes que intervenimos en la punta del iceberg", por lo que a su juicio, es necesario "seguir trabajando para sensibilizar a la población y especialmente a los profesionales de lo importante que es la detección temprana de los abusos sexuales a menores".
El Servicio de Atención Psicológica a Menores Víctimas de Abusos dependiente de la Conselleria de Justicia y Bienestar Social realizó durante el primer semestre de 2011, un total de 102 nuevos diagnósticos a menores para valorar la posibilidad de ser víctimas de abusos sexuales.
LCV. Valencia / 28 de agosto de 2011
También realizó 1.314 sesiones de tratamiento y 33 comparecencias judiciales.
Este servicio gratuito de la Generalitat atiende a los menores y sus familiares y educadores, incluidos menores víctimas y perpetradores, está gestionado por el Instituto de Psicología, Sexología y Medicina "Espill".
La directora general del Menor, Carolina Martínez, ha manifestado al respecto, que esta iniciativa, "va destinada a la prevención, diagnóstico y tratamiento de los menores de toda la Comunitat Valenciana que han sido objeto de abusos sexuales, así como a la atención y orientación de toda la familia".
Compuesto por ocho psicólogos que realizan entrevistas, tratamientos y peritaciones psicológicas, y un médico que asesora en cuestiones relacionadas con la clínica médica, el Servicio actúa en los supuestos que tengan por base conductas sexuales sobre menores tales como abusos y agresiones sexuales y explotación sexual de todo tipo, y tanto si el menor es la víctima como el perpetrador.
Según ha manifestado Carolina Martínez, la Comunitat Valenciana fue la primera en crear un servicio de atención al abuso infantil, "iniciativa que está muy valorada y que sigue siendo pionera en toda España e incluso en Europa".
Perfil de los menores atendidos
Cabe destacar que de los 102 nuevos diagnósticos que han acudido al servicio durante el primer semestre, la provincia de Alicante es la que mayor numero ha realizado 49, que supone el 48% del total, le sigue Valencia con 47 (46%) y 6 a Castellón. En cuanto a las sesiones de tratamiento, 646 fueron en Valencia, 524 en Alicante y 151 en Castellón. Relativo a las 32 comparecencias judiciales, 10 se realizaron en Valencia, 20 en Alicante y 3 en Castellón.
Asimismo, en los casos estudiados se aprecia un mayor número de niñas, puesto que el 64% son niñas y el 36% niños, pero en los casos que se ha diagnosticado la existencia de abusos, el 84% de los menores era de sexo femenino. Con relación al sexo del perpetrador, más del 90% suelen ser varones frente a un porcentaje menor, alrededor del 3% de mujeres.
Por otro lado, ante la creencia errónea acerca de la relación que mantiene la víctima con el perpetrador del abuso sexual, la mayoría de los supuestos autores son familiares. De esta forma, habitualmente más de 70% pertenecen del entorno del menor y tan solo alrededor del 20% suelen ser personas desconocidas.
Dado que el objetivo fundamental de este servicio es proteger a los menores, se realiza la exploración psicológica y la valoración del testimonio del menor, con el menor sufrimiento para el mismo y un ambiente adecuado a su desarrollo evolutivo. De esta forma se realiza un análisis del testimonio, del tipo de abuso y sus repercusiones, además de prestar tratamiento y llevar un seguimiento de los casos y orientar a la familia y/o los educadores.
En los casos en los que media denuncia, se actúa como peritos y se ofrece colaboración para acompañar al menor en las exploraciones. Y se les brinda ayuda psicológica en los casos en los que los menores se ven afectados por su participación en el proceso judicial. Todos los casos que se atienden en el servicio son derivados por las direcciones territoriales de Justicia y Bienestar Social de la Comunitat Valencia.
Para Carolina Martínez, la importancia de un servicio de estas características radica "no sólo en la protección que se presta al menor, sino en la reducción de las secuelas que el impacto de un mal trato y abuso puede tener".
En este sentido, la prestación de los servicios se orienta fundamentalmente, "hacia la integralidad, de manera que aglutine la acción conjunta de diferentes sectores de la administración y de la sociedad civil", ha indicado.
La directora general del Menor también ha señalado que desde 1999 se han atendido a más de 5.000 menores, cifra que a su juicio "confirma que el Servicio está firmemente implantado en toda la Comunitat Valenciana, y que responde al objetivo de dar respuesta a este fenómeno social preocupante".
No obstante, ha puntualizado, "somos conscientes que intervenimos en la punta del iceberg", por lo que a su juicio, es necesario "seguir trabajando para sensibilizar a la población y especialmente a los profesionales de lo importante que es la detección temprana de los abusos sexuales a menores".
Polícia encontra carro de uma das vítimas assassinadas na Oscar Freire
Polícia encontra carro de uma das vítimas assassinadas na Oscar Freire
Publicada em 28/08/2011 às 10h08m
O Globo (opais@oglobo.com.br)
Com EPTV
SÃO PAULO - O carro do analista de sistemas Eugênio Bozola, de 52 anos, assassinado na Rua Oscar Freire, em São Paulo, foi encontrado na madrugada deste domingo, na Vila Aurea Gimenes, em Sertãozinho, a 334 km de São Paulo. O veículo será vistoriado pela Polícia Civil. O crime aconteceu na madrugada da terça-feira. O suspeito, Lucas Cintra Zanetti Rossetti, de 21 anos, continua foragido. As informações são do site da EPTV.
O veículo do analista, um Honda Civic, não foi encontrado na garagem da casa dele no dia do crime. No entanto, o carro passou no pedágio de São Simão, na região de Ribeirão Preto, às 5h30m.
O assassinato é investigado como latrocínio (roubo seguido de morte). Os corpos de Eugênio e do modelo Murilo Rezende da Silva, de 21 anos, foram encontrados por uma diarista.
As investigações chegaram ao suspeito por meio de imagens de uma pizzaria onde ele e as vítimas jantaram na noite anterior ao assassinato. Rosseti é de Igarapava e não tem antecedentes criminais. No entanto, há uma determinação judicial que o proíbe de chegar perto da ex-namorada, por causa de ameaças que fez contra ela.
Segundo a polícia, oi convidado a passar uma temporada em São Paulo. O crime teria acontecido no último dia da visita, e seria motivado por homofobia. Entre as mensagens no Twitter do suspeito estão:
"Eu não sou gay. Eu sou um espião.hahahahaha"
"Estou infiltrado no muno gay"
"Acordei com vontade de cometer um crime. O de pena mais longa"
"To com vontade de agredir alguém. Candidatos?"
"Twitter é coisa de gay"
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/cidades/mat/2011/08/28/policia-encontra-carro-de-uma-das-vitimas-assassinadas-na-oscar-freire-925231587.asp#ixzz1WMLaV0RA
© 1996 - 2011. Todos os direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A.
Publicada em 28/08/2011 às 10h08m
O Globo (opais@oglobo.com.br)
Com EPTV
SÃO PAULO - O carro do analista de sistemas Eugênio Bozola, de 52 anos, assassinado na Rua Oscar Freire, em São Paulo, foi encontrado na madrugada deste domingo, na Vila Aurea Gimenes, em Sertãozinho, a 334 km de São Paulo. O veículo será vistoriado pela Polícia Civil. O crime aconteceu na madrugada da terça-feira. O suspeito, Lucas Cintra Zanetti Rossetti, de 21 anos, continua foragido. As informações são do site da EPTV.
O veículo do analista, um Honda Civic, não foi encontrado na garagem da casa dele no dia do crime. No entanto, o carro passou no pedágio de São Simão, na região de Ribeirão Preto, às 5h30m.
O assassinato é investigado como latrocínio (roubo seguido de morte). Os corpos de Eugênio e do modelo Murilo Rezende da Silva, de 21 anos, foram encontrados por uma diarista.
As investigações chegaram ao suspeito por meio de imagens de uma pizzaria onde ele e as vítimas jantaram na noite anterior ao assassinato. Rosseti é de Igarapava e não tem antecedentes criminais. No entanto, há uma determinação judicial que o proíbe de chegar perto da ex-namorada, por causa de ameaças que fez contra ela.
Segundo a polícia, oi convidado a passar uma temporada em São Paulo. O crime teria acontecido no último dia da visita, e seria motivado por homofobia. Entre as mensagens no Twitter do suspeito estão:
"Eu não sou gay. Eu sou um espião.hahahahaha"
"Estou infiltrado no muno gay"
"Acordei com vontade de cometer um crime. O de pena mais longa"
"To com vontade de agredir alguém. Candidatos?"
"Twitter é coisa de gay"
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/cidades/mat/2011/08/28/policia-encontra-carro-de-uma-das-vitimas-assassinadas-na-oscar-freire-925231587.asp#ixzz1WMLaV0RA
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Caminhos do prazer
Caminhos do prazer
Marcia Atik
Apesar do senso comum e de sabermos que todos desejam, amam, sofrem e tem prazer, falar desses assuntos ainda gera uma variedade de reações. Mas a intenção hoje é de trazer a reflexão sobre as nossas inúmeras possibilidades de ser feliz.
Assuntos ligados a sexo, sexualidade, prazer e desejos são contaminados por mitos e preconceitos, apesar de ser o sexo o que nos diferencia de todas espécies animais, pois essa vivência não está apenas atrelada unicamente ao ato biológico, mas está sim permeando pensamentos, sentimentos e as ações humanas de modo geral.
Os conceitos de sexo e sexualidade se confundem, mas sabemos que um não tem que necessariamente vir acompanhando do outro. Cabe-nos a decisão e a percepção de como ou de que modo podemos explorar a nossa capacidade desejosa.
Gostaria de me deter mais nos aspectos de desenvolvimento de nossa sexualidade. Não que o sexo não seja importante — muito pelo contrário — mas só podemos usufruir totalmente de nossos encontros sexuais se formos capazes de identificar e reconhecer o que nos dá prazer ou não.
Para tanto, precisamos de um mínimo de autoconhecimento para que desse modo as faltas sejam supridas e os desejos reconhecidos.
Sabemos que um dos maiores males da civilização atual é a formatação de desejos e, por consequência, o embotamento de verdades íntimas e pessoais.
As doenças psicossomáticas estão aí para nos alertar quando não nos permitimos fluir em nossa essência, nas nossas verdadeiras emoções, nem todas aceitas e valorizadas. Algumas são fonte de aflição, mas muitas outras, quando reconhecidas, são ponto de partida para a autodescoberta e criação pessoal.
Emoções que podem ser percebidas na vivência do dia a dia, nas lembranças que, às vezes, provocam sensações contraditórias.Temos direito e obrigação de sermos mais sensíveis com as nossas necessidades. Isso é evoluir como pessoa, reconhecer a totalidade de nossas emoções e não apenas aquelas valorizadas a partir de aspectos externos a nós.
A cada dia que nasce, temos uma nova chance, pois o futuro começa hoje, e não deixar a vida passar em análises conceituais, mas aproveitando, costurando-a, às vezes, com tecido novo e colorido, outras vezes remendando velhos retalhos, mas sempre conseguindo o efeito belo e colorido pelo conjunto da obra e nessa obra nem todos os retalhos são de cores alegres, de tecidos nobres, pois entre os vermelhos e os cinzas várias matizes se unem para dar beleza ao trabalho final.
Quero valorizar aqui chamando a atenção para a transcendência de sentir, perder o controle e, por isso , oxigenar a alma com a sensibilidade do arrepio, do medo, da surpresa... Da luz e da sombra.
Tendo um olhar realista para as perdas é importante ativar o desejo e desfrutar de um projeto de vida pessoal que utilize a excelência de sua própria experiência num viver criativo e prazeroso.
Marcia Atik
Apesar do senso comum e de sabermos que todos desejam, amam, sofrem e tem prazer, falar desses assuntos ainda gera uma variedade de reações. Mas a intenção hoje é de trazer a reflexão sobre as nossas inúmeras possibilidades de ser feliz.
Assuntos ligados a sexo, sexualidade, prazer e desejos são contaminados por mitos e preconceitos, apesar de ser o sexo o que nos diferencia de todas espécies animais, pois essa vivência não está apenas atrelada unicamente ao ato biológico, mas está sim permeando pensamentos, sentimentos e as ações humanas de modo geral.
Os conceitos de sexo e sexualidade se confundem, mas sabemos que um não tem que necessariamente vir acompanhando do outro. Cabe-nos a decisão e a percepção de como ou de que modo podemos explorar a nossa capacidade desejosa.
Gostaria de me deter mais nos aspectos de desenvolvimento de nossa sexualidade. Não que o sexo não seja importante — muito pelo contrário — mas só podemos usufruir totalmente de nossos encontros sexuais se formos capazes de identificar e reconhecer o que nos dá prazer ou não.
Para tanto, precisamos de um mínimo de autoconhecimento para que desse modo as faltas sejam supridas e os desejos reconhecidos.
Sabemos que um dos maiores males da civilização atual é a formatação de desejos e, por consequência, o embotamento de verdades íntimas e pessoais.
As doenças psicossomáticas estão aí para nos alertar quando não nos permitimos fluir em nossa essência, nas nossas verdadeiras emoções, nem todas aceitas e valorizadas. Algumas são fonte de aflição, mas muitas outras, quando reconhecidas, são ponto de partida para a autodescoberta e criação pessoal.
Emoções que podem ser percebidas na vivência do dia a dia, nas lembranças que, às vezes, provocam sensações contraditórias.Temos direito e obrigação de sermos mais sensíveis com as nossas necessidades. Isso é evoluir como pessoa, reconhecer a totalidade de nossas emoções e não apenas aquelas valorizadas a partir de aspectos externos a nós.
A cada dia que nasce, temos uma nova chance, pois o futuro começa hoje, e não deixar a vida passar em análises conceituais, mas aproveitando, costurando-a, às vezes, com tecido novo e colorido, outras vezes remendando velhos retalhos, mas sempre conseguindo o efeito belo e colorido pelo conjunto da obra e nessa obra nem todos os retalhos são de cores alegres, de tecidos nobres, pois entre os vermelhos e os cinzas várias matizes se unem para dar beleza ao trabalho final.
Quero valorizar aqui chamando a atenção para a transcendência de sentir, perder o controle e, por isso , oxigenar a alma com a sensibilidade do arrepio, do medo, da surpresa... Da luz e da sombra.
Tendo um olhar realista para as perdas é importante ativar o desejo e desfrutar de um projeto de vida pessoal que utilize a excelência de sua própria experiência num viver criativo e prazeroso.
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