sábado, 23 de julho de 2011

Maturidade é amor...

Maturidade é amor...

"As qualidades de uma pessoa madura são muito estranhas.Em primeiro lugar, ela não é mais uma pessoa. Ela não é mais uma personalidade, um ego. Ela tem uma presença, mas não é mais uma pessoa.
Em segundo lugar, ela é mais como uma criança- simples e inocente.
É por esta razão que digo que as qualidades de uma pessoa madura são muito estranhas porque a palavra "maturidade" dá a impressão de que se é experiente, de que se é velho, idoso, impressão de que se é experiente, de que se é velho, idoso.
Fisicamente a pessoa pode ser velha, mas espiritualmente é uma criança inocente. Sua maturidade não é apenas a experiência ganha através da vida. Dessa forma, ela não seria uma criança e nem seria uma presença; ela seria uma pessoa experiente - com conhecimentos, mas não madura.
Maturidade nada tem a ver com suas experiências de vida. Tem algo a ver com sua jornada interior, com as experiências interiores. Quanto mais a pessoa se aprofundar em si mesma, mais madura ela será. Quando ela tiver alcançado o mais profundo centro de seu ser, ela será perfeitamente madura. Mas neste momento a pessoa desaparece, apenas uma presença permanece; o conhecimento desaparece, apenas a inocência permanece.
Para mim, maturidade é outro nome para realização.
Você chegou à realização do seu potencial. Tornou-o efetivo, atual. A semente floresceu após uma longa jornada.
A maturidade tem uma fragrância. Ela dá tremenda beleza ao indivíduo. Ela dá inteligência, a inteligência mais aguçada possível. Ela o transforma em amor e nada mais. Sua ação é amor. Sua inação é amor, sua vida é amor, sua morte é amor. A pessoa é apenas uma flor de amor.
O Ocidente tem definições de maturidade que são muito infantis. O Ocidente quer dizer com maturidade que você não é mais inocente, que você amadureceu através de experiências de vida, que você não pode ser enganado facilmente, que você não pode ser explorado; que você tem algo como uma sólida rocha dentro de você - uma proteção, uma segurança. Essa definição é muito medíocre - muito comum. Sim no mundo certamente você encontrará pessoas maduras desse tipo. Mas a forma que eu vejo a maturidade é totalmente diferente, diametralmente oposta a esta definição. Maturidade não fará de você uma rocha; ela o fará tão vulnerável, tão suave e tão simples! [...]
Maturidade para mim, é um fenômeno espiritual."
http://cadavoltaumrecomeco.blogspot.com/

Transtorno de Preferência Sexual ou Parafilia

Transtorno de Preferência Sexual ou Parafilia
Sexualidade – Edição 27
Por Camila Tronco

O que é isso?

Segundo o DSM-IV, parafilias são comportamentos, fantasias ou pensamentos sexuais recorrentes, intensos e sexualmente excitantes por seis meses ou mais, envolvendo objetos, pessoas não adultas ou que não tenham consentimento em participar do ato sexual, causando sofrimento, humilhação para si e/ou para o outro. São expressões anormais da sexualidade, variando do quase normal até um comportamento destrutivo. São condições crônicas que podem ocasionar limitação e angústia em todas as áreas da vida do indivíduo…

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sexta-feira, 22 de julho de 2011

Orgasmo em excesso pode ser sinal de doença

Orgasmo em excesso pode ser sinal de doença

Para as mulheres anorgásmicas ou que apresentam dificuldades em chegar ao clímax, ter orgasmos de maneira intermitente pode parecer um sonho. Mas quem passa por isso não enxerga dessa forma e chega a se isolar e até a pensar em suicídio.
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Descoberta em meados de 2001, a Síndrome da Excitação Sexual Persistente é muito rara e leva a mulher a ter orgasmos em qualquer lugar e a qualquer hora. O problema foi tema do documentário "100 Orgasmos por dia", exibido pelo canal pago Discovery Home and Health e contou com depoimentos de mulheres que sofrem desse mal. "A sensação de excitação chega a durar dias ou meses. Tenho 30 anos de medicina e até hoje só conheci um caso", comenta Dr. Gerson Pereira Lopes, presidente da Comissão de Sexologia da Febrasgo - Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia.
Além da falta de estudo e de preparo dos médicos para tratar do assunto, quem sofre desse problema têm vergonha de revelá-lo. Inicialmente se diagnostica os sintomas da síndrome como hipersexualidade ou ninfomania. Porém, o especialista afirma que há diferenças entre este problema e a síndrome.
"A mulher ninfomaníaca tem vontade excessiva de fazer sexo. E quando chega ao orgasmo, seja na masturbação ou com o parceiro, sente alívio", explica Dr. Gerson. "Já a que sofre com a síndrome possui sensações fisiológicas, como pulsações e formigamentos, sem ter nenhum desejo consciente. Ela pode atingir o orgasmo, mas continua tendo horas e dias de excitação", completa.
Há relatos de mulheres que definem essa sensação como confortante e até divertida. Mas só é possível encarar dessa maneira quando as sensações são espaçadas. "A excitação constante pode causar angústia, o que atrapalha e muito a vidas social e sexual de quem tem a síndrome", diz Dr. Gerson.
Em 2007, um relato veio a público: Sarah Carmen, uma britânica de 24 anos, revelou ao jornal "News of the World" que tinha em média 200 orgasmos por dia. Contou que a síndrome começou quando ela tinha 19 anos e que qualquer coisa a excitava, desde o barulho do trem até o som do secador de cabelo. Por conta disso, ela passou a recusar convites para ir a locais públicos que tenham agitação e música alta.
Devido à precariedade de estudos sobre a síndrome, não se sabe ainda o perfil de mulher que costuma ser acometida por ela. "Ninguém conhece a real causa, mas são oferecidos mil tratamentos milagrosos. Eu acredito que a cura se dá de maneira multidisciplinar: a mulher precisa de terapia sexual, com intervenção cognitiva e comportamental, medicamentos e até de fisioterapia", diz o especialista.
http://avidadeumaguerreira.blogspot.com/2011/07/deixar-o-sexo-para-depois-fortalece-o.html

"Senta aqui, Bolsonaro" brinca Laerte em Paraty

"Senta aqui, Bolsonaro" brinca Laerte em Paraty
07/07/2011 16h57
O cartunista Laerte, 60, participou nesta quinta-feira de um debate sobre cross-dressing e homofobia na Casa Folha, espaço do jornal Folha de S.Paulo na Flip, em Paraty (RJ).

A plateia lotada e as pessoas que se aglomeravam do lado de fora da Casa, na rua da Matriz, ouviram por mais de uma hora o depoimento de um dos maiores quadrinistas da atualidade sobre o impulso de se vestir de mulher, a reação da família e de amigos, orientação sexual, humor e preconceito.

"Eu mesmo, quando jovem, pratiquei bullying contra gays. Costumava hostilizar um primo meu que dizia 'Ave!' no lugar de 'porra!'", revelou, explicando como reprimia sua bissexualidade.

Para combater a homofobia, Laerte defendeu que os crimes contra homossexuais sejam classificados da mesma maneira que o crime de racismo e que o movimento LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros) lute contra a guetificação. "Você tem que sair das trincheiras e lamber o pescoço. Tipo: 'Senta aqui, Bolsonaro!'", brincou, arrancando gargalhadas do público.

FOFURA

"O medo das pessoas de perder o emprego, de perder o amor da família e o respeito dos amigos as torna muito conservadoras e tímidas em relação a sua sexualidade. Eu não vou apenas a lugares GLS (Gays, Lésbicas e Simpatizantes). Eu vou a qualquer lugar, a qualquer bar e a qualquer restaurante e sou sempre bem recebido."

Laerte admitiu, no entanto, que sua experiência como bissexual assumido e cross-dresser (prática em que homens se vestem de mulheres e vice-versa independentemente de sua orientação sexual) é muito "fofa".

"Tudo aconteceu de forma muito fofa comigo em relação ao fato de eu me vestir de mulher. Mas sei que existem crimes de ódio ocorrendo contra homossexuais no Brasil todo."

FAMÍLIA

O cartunista relatou a reação de seus filhos e pais à revelação de suas "montagens" femininas, com direito a brincos, maquiagem, unhas vermelhas e salto alto. "Meus filhos já haviam se chocado quando disse que era bissexual, e reagiram bem quando disse que estava me vestindo de mulher. Meus pais se acostumara porque são pessoas do caralho", disse.

"Minha mãe nunca foi muito de usar maquiagem e acessórios. Gosta de futebol, é torcedora fervorosa. Minha irmã é campeã brasileira de supino [levantamento de peso] e usou o esporte como forma de superar sua condição bipolar. Minha namorada me apoia. Então, a dondoca de casa sou eu!", riu, referindo-se a si próprio ora no masculino ora no feminino.

ESPELHO

Laerte falou também sobre sua passagem pelo Partido Comunista ("Homossexualidade não era uma questão ali. Estávamos mais preocupados com o proletariado") e sobre a HQ "Muchacha" (Companhia das Letras), que tem como personagem principal um ator que se traveste de cantora cubana: "Não ter que fazer piadas trouxe meu trabalho para uma relação mais íntima comigo mesmo, como se fosse um espelho. O humor muitas vezes funciona como escape e escamoteamento de questões mais profundas".

PIADA EM DEBATE

Questionado sobre o atual debate sobre os limites do humor e do politicamente correto, o cartunista disse que o humor deve ser livre, mas que nem por isso deve estar acima da crítica. "Quando o Rafinha Bastos tuíta que mulher feia tem de agradecer se for estuprada, não tem como ele não ser criticado. Ele falou merda sob qualquer ponto de vista", criticou.

"Dizer uma coisa dessas num país que ainda trata mal suas mulheres, muitas vezes com violência, especialmente aquelas que não estão no padrão das capas de revista, é de uma crueldade sem tamanho. O humor trabalha com o preconceito, mas ele extrapolou todos os limites com isso e é natural que haja reação."

O QUE É CROSS-DRESSING

Cross-dressing é um termo que se refere a pessoas que vestem roupa ou usam objetos associados ao sexo oposto, por qualquer uma de muitas razões, desde vivenciar uma faceta feminina (para os homens), masculina (para as mulheres), motivos profissionais, para obter gratificação sexual, ou outras.

(Com informações Folha.com)
http://www.jornalstylo.com.br/noticia.php?l=e279d9203d07183635eadb0f8546dcd6

Para eles, lingerie sexy é preta

Para eles, lingerie sexy é preta
16/07/2011 19h26
Getty Images Homens opinam sobre as cores das peças íntimas das mulheres Comprar calcinha e sutiã para o dia a dia é fácil. Conforto e adequação ao vestuário são itens que as mulheres geralmente levam em conta.

Para seduzir, no entanto, muitas dúvidas surgem: como fazer bonito e não errar? Obviamente o modelo deve valorizar as qualidades do corpo, mas e com relação à tonalidade?

Fomos às ruas de quatro capitais do Brasil para descobrir qual cor de lingerie mais agrada o público masculino. Conversamos com 90 homens em São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador e Porto Alegre. As cores mais amadas e odiadas você confere a seguir.

A lingerie preta ficou em primeiro lugar na preferência dos homens e recebeu 79 aprovações no total. Apenas três pessoas disseram não gostar e oito responderam “tanto faz”. Para o bancário Daniel Mitraud, 37 anos, de São Paulo, a lingerie preta guarda mistérios. “É como se ela me envolvesse mais”, diz. O administrador Marcelo Scipioni, 31 anos, de Porto Alegre, é direto ao declarar: “Deixa a mulher mais gostosa e sensual.”

Não só os brasileiros se sentem estimulados com as peças escuras. Em 2010, um levantamento realizado pela empresa Dr. Beckmann com homens britânicos mostrou que eles preferem suas mulheres em calcinhas e sutiãs pretos.

Em segundo lugar aparecem calcinhas, sutiãs e espartilhos brancos ou em tons de rosa. De Salvador, o publicitário Leandro Santana Filho, 32 anos, diz adorar – e outros 70 homens concordaram com ele. Para o professor de educação física Willian Machado, 28 anos, de Porto Alegre, a cor desperta fantasias. “Fica entre o puritano e o devasso”, diz. Gabriel Botelli, 31 anos, analista de sistemas, aprecia o contraste das cores e diz que as mulheres negras ficam mais bonitas com tecidos claros.

Foto: Getty Images

Lingerie preta é a campeã absoluta. As brancas “inocentes” ganham o segundo lugar

Símbolo da sexualidade, o vermelho crava apenas o terceiro lugar na pesquisa e divide algumas opiniões, mas agrada a maioria. 62 homens disseram gostar, 13 são indiferentes e 15 rejeitam a cor. “Há uma linha tênue entre o sexy e o ‘bagaceiro’. Muito mais tênue ela fica se a lingerie for vermelha”, brinca Marcelo Magrisso, 38 anos, do Rio Grande do Sul. A opinião do paulista João Sartore, 35 anos, é diferente: “Adoro o jeito de safadinha que ela dá”, diz o designer.

Bege é a cor mais odiada pelos homens para peças íntimas. 51 declararam não gostar, 27 ficaram indiferentes e apenas 12 disseram gostar.

Neste caso, as declarações são ainda mais engraçadas – e sinceras! “É um convite à impotência”, resume o gaúcho Eduardo Silveira, de 31 anos.

O conterrâneo Márcio Borges Fortes Cassol, 33 anos, concorda:“Se eu fosse presidente, faria lobby para que o uso desse tipo de lingerie virasse crime inafiançável”, brinca.

E para finalizar, Marcelo Magrisso aconselha: “Usem e fiquem à vontade. Só não contem comigo”.

*Com Aline Rodrigues (Salvador), Clarissa Barreto (Porto Alegre), Cáren Nakashima, Livia Valim e Larissa Januário (São Paulo e Rio de Janeiro). (c@f)
http://www.jornalstylo.com.br/noticia.php?l=cb49f7dc38dddcdf2983325d20c8e1ed

Efeito rápido é atrativo de nova pílula para impotência

Efeito rápido é atrativo de nova pílula para impotência
22/07/2011 09h26
Editoria de arte/folhapress Um comprimido para disfunção erétil com sabor de menta e que se dissolve na boca acaba de ser lançado no mercado brasileiro.

A nova versão do Levitra (vardenafila), da Bayer, vem em embalagem "discreta", para parecer mais um chiclete do que um remédio.

Sua absorção é mais rápida do que a do comprimido comum. A partir de 15 minutos após o consumo, os efeitos já começam, contra 40 minutos da pílula tradicional.

Em março, a Pfizer, fabricante do Viagra, lançou uma versão mastigável, também com sabor menta, no México. Batizado de Viagra Jet, o comprimido ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

A Eli Lilly, fabricante do Cialis (tadalafila) fez sua investida no ano passado, quando criou uma forma de uso diário do remédio.

Isso dispensa o homem de ter que planejar o ato sexual, porque a ação da droga é constante.

Segundo o urologista André Cavalcanti, professor da Unirio (Universidade Federal do Estado do RJ), a ação mais rápida dos comprimidos solúveis e o fato de que eles dispensam o copo de água são vantagens, mas isso não muda a qualidade do efeito para o paciente. "Facilita o acesso e tira a conotação de medicação, o que pode até estimular o uso recreativo. Mas não muda muita coisa. É uma opção de diferenciação da marca frente aos genéricos."

A patente do Viagra, expirada em abril de 2010, permitiu a venda dos genéricos da sildenafila, princípio ativo do remédio.

Segundo Odnir Finotti, presidente da PróGenéricos, há comprimidos hoje vendidos por R$ 5. O Viagra é encontrado por cerca de R$ 12 a unidade nas farmácias.

Finotti diz que a criação de novas versões dos comprimidos é uma tentativa de criar nichos para atrair o consumidor. "Mas o importante é o preço: será que as pessoas vão conseguir pagar?"

Uso diário

Para o urologista Celso Gromatzky, do Hospital Sírio-Libanês, os remédios solúveis aumentam o conforto dos pacientes, mas foi o lançamento do comprimido de uso diário que mais os ajudou. "Alguns pacientes têm um grau de ansiedade tamanho que não conseguem administrar o uso do comprimido sob demanda [antes da relação sexual]."

O uso diário da tadalafila de 5 mg é seguro, segundo o médico, desde que não haja contraindicação. "Temos experiência de uso dessas drogas com doses mais altas para recuperação de pacientes após cirurgia de próstata." (Débora Mismetti, editora-assistente de Saúde e Ciência/Folha.com) - RƩB
http://www.jornalstylo.com.br/noticia.php?l=a4e636e794a5089d341c9fe382ec4d2a

“Innegable”, importancia de la familia para reducir en gays prácticas sexuales de riesgo y suicidios

“Innegable”, importancia de la familia para reducir en gays prácticas sexuales de riesgo y suicidios

NotieSe
13-Julio-2011

“Cuando las cosas están bien en casa, todo se enfrenta mejor”, señala sexólogo. Luis Perelman habla de familia y homosexualidad

México DF. Un “fan de los padres y madres que cambian de bando”, así se declaró Luis Perelman, presidente de la Federación Mexicana de Salud Sexual y Sexología (Femess) al referirse a todos aquellos que apoyan a sus hijos e hijas no heterosexuales.

En el marco de la conferencia ofrecida la tarde de ayer por el presidente de la Asociación Internacional de Familias por la Diversidad Sexual, Albert Arcarons Ibañez, el sexólogo subrayó “la fuerza y el poder” que tienen los padres sobre el bienestar de su hijo homosexual o su hija lesbiana, pues “cuando las cosas están bien en casa, todo se enfrenta mejor”.

De acuerdo con Perelman, es “innegable” la importancia de las familias para reducir en los hijos e hijas homosexuales, situaciones como el suicidio, depresión, prácticas sexuales de riesgo, alcoholismo y drogadicción.

“Incluso pensamos que son medio locos los padres que cambian de bando, porque lo normal, o lo esperado por la sociedad es que el papá y la mamá nunca acepten la homosexualidad de un hijo, cuando lo que se debería de hacer es todo lo contrario, sumarse a este activismo, que además es uno de los más solitarios, pues pocos son los padres que se integran a esta causa”.

El titular de la Femess definió como “joyas” a los activistas, padres y madres de un hijo homosexual, pues dijo, se atreven a dar la cara, a decir ‘aquí estoy, soy madre o padre y tengo un hijo gay’, algo que aseguró “no tiene precio, ya que podemos hablar los especialistas, pueden hablar las leyes, los activistas de la diversidad sexual, pero cuando se expresa una madre o un padre, que se siente orgulloso de su hijo y por lo mismo lo apoya, la emoción que se genera es diferente”

El sexólogo aseveró que para erradicar la homofobia y todos los prejuicios de la sociedad es fundamental el papel de la familia. “Ya están las leyes, pero el verdadero cambio social depende del núcleo familiar, pues esa inclusión que se encuentra desde casa es la que da la fuerza para luchar contra todo”

Luis Perelman estuvo presente en la conferencia magistral como parte del consejo consultivo del Centro Comunitario de Atención a la Diversidad Sexual, y como miembro vocal de la Asociación Internacional de Familias por la Diversidad Sexual.
http://www.vanguardia.com.mx/innegableimportanciadelafamiliaparareducirengayspracticassexualesderiesgoysuicidios-1044709.html