sábado, 30 de julho de 2011

Sexualidade na Gravidez

Sexualidade na Gravidez
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Saúde e Bem-Estar - Psicologia
22-07-2011
Aumento do físico pode diminuir prazer

Por Erika Morbeck*

A Gravidez é uma experiência única que acarreta mudanças significativas, tanto na mulher, como no homem. O processo de gravidez é considerado uma crise não patológica, na medida em que constitui uma fase de mudança do «ciclo de vida do casal». Esta nova fase requer uma adaptação da forma de estar, dos papéis, da sexualidade, do compromisso, da cumplicidade, do amor, transformando não só o conceito de família, mas também a relação.



Cada mulher tem reacções físicas e emocionais diferentes durante o processo de gravidez. Alguns factores relacionados com as alterações e reacções emocionais são os motivos que levaram a mulher a decidir engravidar, as mudanças eminentes no estilo de vida, a sua relação com os outros, os seus recursos financeiros, a sua imagem e alterações hormonais, entre outros.

Durante os trimestres da gravidez ocorrem algumas mudanças naturais a nível físico, tais como, engordar, alterações hormonais, dificuldade na mobilidade; a nível social, o impacto sobre o trabalho, a forma e disponibilidade de estar com os amigos, os pais passam a ter mais acesso à casa e interferem directamente sobre as rotinas; e ao nível psicológico com inseguranças, ansiedade, expectativas, mudanças e adaptação a novos papéis, crenças associadas à gravidez e até, em alguns casos, depressão.

Embora numa gravidez saudável não existam motivos que impeçam o processo normal de uma vida sexual gratificante, também seria incorrecto e irrealista afirmar veemente que a sexualidade do casal continua, como se nada houvesse de diferente. Não existe ausência da sexualidade, mas sim uma mudança da dinâmica sexual.

Durante o período de gestação, a relação do casal atravessa diferentes estados emocionais, que podem contribuir para a diminuição do desejo sexual, e que ocorrem por insegurança, desconforto, ausência de reciprocidade sentimental e falta de amor. Quando a mulher está absorvida com a gravidez, é natural que a sua mente fique preocupada com a sua nova identidade e que sinta alguma ansiedade em relação ao bem-estar do bebé e do parto. Estas alterações irão afectar, em maior ou menor grau, cada casal, em função da informação que possui sobre o processo de gravidez, das experiências e expectativas prévias, da personalidade e estado psicológico e do nível de stress.

Em termos físicos e emocionais, cada trimestre é diferente. No primeiro trimestre, os três primeiros meses da gestação, há um acréscimo dos níveis hormonais de estrogénio e progesterona que provocam alguns efeitos físicos, como mudanças nas mamas e nos órgãos genitais, que podem afectar a sexualidade feminina. Todas essas modificações são súbitas e evidentes, podem provocar um estado de labilidade emocional (também causada pelo medo de abortar), razão pela qual a mulher necessitará de maior atenção e demonstração de amor por parte do seu parceiro. As alterações hormonais da gravidez podem também reduzir consideravelmente o desejo sexual da mulher, sobretudo, se sentir náuseas ou vómitos, obstipação, fadiga ou sonolência. É possível observar, a nível genital, um aumento da lubrificação vaginal, que se irá manter durante toda a gravidez e que facilitará o coito; por outro lado, o intumescimento dos tecidos da região pélvica, devido ao aumento do volume sanguíneo, pode ser o responsável pelo aparecimento de irritação e desconforto vaginal na penetração. O aumento da sensibilidade mamária, que é o sintoma mais característico deste trimestre, faz com que normalmente seja desagradável a estimulação, que antes era fonte de prazer.

O segundo trimestre é, para a grande maioria das mulheres, a fase mais agradável da gravidez. Já não há medo de perder o feto, aumenta o sentimento de felicidade e há maior adaptação ao processo de mudança. O bem-estar e o aumento da congestão pélvica podem aumentar o desejo sexual da mulher. O maior afluxo de sangue conduzido para a região pélvica, provocado pelas alterações hormonais da gravidez, é responsável pelo aumento da sensação de excitação sexual, facilitando o orgasmo, sendo que algumas mulheres experimentam orgasmos múltiplos pela primeira vez. A leucorreia, comum na gravidez, aumenta a lubrificação vaginal e facilita a penetração. Por outro lado, com o aumento do volume abdominal, próprio do segundo trimestre, algumas mulheres sentem-se preocupadas com o seu aspecto físico e, portanto, com a sua capacidade de despertar o interesse sexual do parceiro, o que pode afectar a auto-estima.

No terceiro trimestre, o aumento das queixas somáticas e o aumento do volume físico podem provocar uma diminuição de prazer e do interesse sexual. A mulher começa a preocupar-se com a preparação da chegada do bebé, com o parto e com o aspecto. Nesta fase, o orgasmo pode não ser pleno, devido à resposta fisiológica da sexualidade. O sexo é incómodo, pois a barriga atrapalha algumas posições sexuais.

Embora a mulher e o casal passem por estes processos em cada trimestre, a gravidez não impede a vivência e expressão da sexualidade. Fazer sexo não prejudica o bebé em nenhuma fase da gravidez, pois ele encontra-se protegido no interior do útero, mergulhado no líquido amniótico. Em alguns casos, de facto, poderá ser aconselhada a não ter relações sexuais pelo médico quando surgem algumas complicações, como hemorragia vaginal ou ameaça de parto prematuro. A gravidez é um momento único e um processo de transição no ciclo de vida do casal e na sua vida sexual.

Desde o teste positivo a indicar Gravidez até ao parto e o pós-parto, o casal sofre um processo de mudança e adaptação inerente à nova fase que deverá ser acompanhada por informações adequadas, científicas e promotoras de adaptação dos aspectos físicos, psicológicos, sociais, sexuais e relacionais. A informação e o apoio de profissionais, da família e do parceiro são importantes na vivência de uma gravidez e de uma sexualidade feliz e satisfatória.

* Psicóloga Clínica, Psicoterapeuta, Terapeuta Sexual e Sexóloga
www.erikamorbeck.info
http://sexoforte.net/mulher/artigos.php?id=3450&w=sexualidade_na_gravidez

Impotência e Fumo

Impotência e Fumo
Estudos indicam que o cigarro provoca o enrijecimento das artérias que irrigam o pênis, o que acaba por provocar a impotência.
Os homens que fumam bastante possuem mais chances de desenvolver a doença.
Além da impotência sexual, o cigarro é um dos grandes responsáveis pela má utilização de vitaminas, o que pode acarretar uma séria de doenças carenciais. O cigarro é considerado ainda um grande causador de câncer, quer seja de pulmão tanto quanto o de boca.
Estudos mostraram que as pessoas que fumam têm duas vezes mais chances de perder os dentes do que as não fumantes.
O cigarro provocaria perda óssea nos maxilares o que consequentemente prejudicaria a sustentação dos dentes no osso.
Autor: Umberto Sampaio - SRTE-RO 1059
Fonte: www.NAHORAONLINE.com
http://nahoraonline.com.br/lendo.asp?id=6932

Sexualidades Atípicas ou Parafilias

Sexualidades Atípicas ou Parafilias
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Saúde e Bem-Estar - Psicologia
29-07-2011
Parafilias são fantasias, comportamentos ou impulsos sexuais recorrentes

Por Erika Morbeck*

Actualmente a normalidade é definida pela norma estatística. Desta
forma, o critério de normalidade baseia-se na frequência de dado
comportamento sexual, dos padrões culturais e do período histórico.

Durante muitos anos as condutas sexuais raras ou invulgares foram
consideradas «anormais», «aberrações» ou desviantes. O termo científico sexualidades atípicas ou parafilia veio substituir estas terminologias baseadas em julgamentos morais.



As parafilias são marcadas por fantasias recorrentes sexualmente excitantes,
impulsos sexuais ou comportamentos sexuais que implicam, geralmente,
excitação sexual como resposta a estímulos invulgares, tais como, objectos
não humanos, sofrimento ou humilhação do próprio e do seu parceiro, crianças ou outras pessoas sob coacção.

Os parafílicos normalmente possuem impulsos persistentes e recorrentes, que variam de intensidade, são compulsivos ou de difícil controlo, tal como os adictos de drogas. Em alguns casos, isto é explicado, devido a comorbilidade entre a parafilia e a Perturbação Obsessivo-compulsiva.

Para alguns parafílicos, o comportamento, os estímulos sexuais atípicos ou as fantasias parafílicas são o único meio de conseguir satisfação sexual ou excitação erótica. Tipicamente, a pessoa com parafilia reproduz o acto parafílico em fantasias sexuais para se estimular e excitar durante a masturbação ou nas relações sexuais. Noutros casos, as preferências parafílicas ocorrem apenas episodicamente, enquanto noutras ocasiões a pessoa é capaz de funcionar sexualmente sem as fantasias ou estímulos sexuais atípicos. Sendo que, depois de algum tempo, a pessoa sente necessidade de viver a realidade de outro acto parafílico, flutuando entre
diversos tipos de parafilia.

As parafilias estão classificadas entre as predominantemente não agressivas, considerando que existe consentimento do outro, pouca ou nula agressividade, tais como vomerofilia, sinforofilia, gerontofilia, hibristofilia, autogonistofilia, infantilismo, fetichismo, travestismo, asfixia auto-erótica, manipulação uretral, sado-masoquismo, zoofilia, formicofilia, necrofilia, clismafilia, olfactofilia, misofilia, urofilia, coprofilia, vampirismo, escotofilia, narratofilia, crematistofilia e saliromania. Outras parafilias são consideradas predominantemente agressivas, quando não existe consentimento do outro, com presença de comportamento agressivo ou sentimento de agressividade pelo outro (desvios individuais patológicos), tais como, exibicionismo, telefonemas obscenos, voyerismo, frotteurismo, pedofilia e stalking.

Não é clara a percentagem de parafilias na população geral, sendo que, com
excepção do masoquismo sexual, todas as parafilias se manifestam quase
exclusivamente nos homens (20♂:1♀).

Os estudos sobre as causas da parafilia não são conclusivos. De acordo
com Abel (1995), o comportamento sexual atípico é desenvolvido em quatro
fases: quando a criança é exposta a estímulos sexuais directos (contacto
físico) ou indirectos (observar, ouvir), envolve um ensaio cognitivo do que foi experienciado com consequências imaginárias positivas ou negativas,
passagem ao acto do comportamento, experimentando as consequências

positivas e negativas e dependendo das consequências da experiência, o
comportamento será repetido e variado ou modificado sendo reforçado.

Janssen (1997) e Bancroft (1998) defendem que existem marcadores biológicos específicos, tais como, factores neurofisiológicos que diferenciam um parafílico de um comportamento sexual atípico, aceita-se a teoria de que os factores causais são biopsicossociais, comportamentos sexuais são auto reforçados pelo prazer nos pensamentos, rituais de antecipação, pela redução da ansiedade, diminuição dos sintomas depressivos e a gratificação e prazer na passagem ao acto.

Money (1989), desenvolveu um modelo teórico integrativo entre factores biológicos e psicossociais que envolve o conceito de Love Maps,
desenvolvido na infância e formuladas através de experiências sexuais
neste período, estas experiências são cravadas na memória da pessoa
(template), como também especula que os factores hormonais podem
influenciar a susceptibilidade da criança.

O comportamento atípico no que diz respeito a sexualidade deve ser
considerado uma cultura específica. Trata-se da forma como cada pessoa
vive a sua sexualidade. Desde que o mesmo respeite o outro e as
leis vigentes, não pode ser considerado um problema. Em alguns casos o
comportamento parafílico, principalmente o predominantemente agressivo
irrompe a lei, subjuga e causa sofrimento ao outro ou para si próprio. Nestes casos, convém fazer uma avaliação e consequente terapia.

* Psicóloga Clínica, Psicoterapeuta, Terapeuta Sexual e Sexóloga
www.erikamorbeck.info
http://sexoforte.net/mulher/artigos.php?id=3481

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Como renovar o seu casamento

Como renovar o seu casamento

Relação duradoura sem desgaste não existe. A vida a dois exige imaginação e renovação diária. Três mulheres revelam como refizeram o casamento depois daquele momento em que parecia que tudo iria acabar

Claudia Ramos

Renovar, investir, acreditar. Quem vive uma relação a dois sabe quanto essas palavras são fundamentais no dia a dia. A vida muda e o natural seria que o casamento seguisse o mesmo processo. Mas, de modo geral, as transformações só ocorrem sob a pressão de uma crise. “Toda relação afetiva passa por conflitos, uns maiores, outros menores. O jeito de encará-los define se haverá uma separação ou uma reinvenção”, diz a terapeuta de casais e palestrante Maria Luiza Cruvinel, de São Paulo. É verdade que o amor é o fiel da balança – quando existe um sentimento mais profundo, o casal se vê estimulado a renovar a união. No entanto, muitos se divorciam sem avaliar os próprios sentimentos. “A maioria prefere a separação porque não suporta a angústia da indefinição – aquele período difícil em que a crise foi deflagrada, mas ainda não se vislumbra a solução. Nessa hora, o afastamento imediato traz uma falsa sensação de melhora”, afirma Oswaldo M. Rodrigues Jr., psicólogo do Instituto Paulista de Sexualidade.

Para reinventar um casamento, é preciso se abrir para as adaptações e concessões. E preparar-se para encarar tanto os benefícios quanto os riscos embutidos no processo de mudança. “Viver junto é um aprendizado desde que você reconheça as próprias limitações e compreenda as do outro”, define Maria Luiza. Para Rodrigues Jr., os relacionamentos nascem de um contrato baseado na interação inicial da dupla. “É quando são colocados os limites, o que cada um suporta e de que necessita. A questão é que, na maioria das vezes, não há diálogos reais. Cada um tenta convencer o outro a satisfazer suas demandas”, alerta o especialista. “Então, quando surge um problema sério, o mais comum é acusar, jogar a responsabilidade e aguardar que o par se sinta culpado.” Ou seja, a expectativa é que o outro mude e nunca você.

Aprender a lidar com frustrações e transformações demora mesmo. Exige uma boa dose de maturidade dos parceiros e, às vezes, terapia pessoal ou de casal. Até para aceitar o fato de que a paixão não é eterna. “O casal pode ter a consciência de que não está mais apaixonado e de que enfrenta problemas, mas prefere resolvê-los e seguir juntos porque os aspectos positivos dessa relação são superiores aos negativos”, diz Maria Luiza. Segundo ela, quem parte para a renovação de uma antiga relação são os que ainda se amam, tornaram-se amigos, têm filhos ou projetos em comum. Seja como for, os motivos da crise e o modo como cada um vai reinventar a vida amorosa é sempre particular, como se pode notar nos depoimentos desta reportagem.

VEJA NESTA REPORTAGEM
Como renovar o seu casamento
Casas separadas
Vencendo a mágoa
Laços refeitos
Casas separadas


Patricia Norbin Pereira, 46 anos, pedagoga e empresária, casada há 16 anos com Gilberto Pereira Filho, 54 anos, engenheiro civil. O casal é de São Paulo

Depois de tanto tempo de casamento, eu ainda estremeço quando ele me pergunta: “Hoje você vai dormir aqui?” Sei que naquela noite vamos tomar um vinhozinho e caprichar na sedução. Temos ainda nosso dia sagrado, a quarta- feira, quando saímos para explorar a cidade e novos lugares. Desde cedo já fico na expectativa. Nem sempre foi assim. A decisão de morarmos em casas separadas nos trouxe mais leveza, mas foi o modo que encontrei para contornar uma crise. Tenho dois filhos do primeiro casamento, e a relação do Gilberto com o meu mais velho era ruim. Apesar de saber que meu marido sempre foi bem-intencionado, eu não concordava com a forma dura como ele educava. Isso provocava muitas discussões. Moramos dez anos na mesma casa, e nossa relação se desgastava por causa desses conflitos. Depois de uma briga mais séria, pelo motivo de sempre, quase nos separamos. Eu me via sem saída, como se tivesse de escolher entre meu filho e meu marido. Foi quando pensamos em casas separadas. Nós dois sofremos, cheios de dúvidas sobre se daria certo. Ele sentia que estava perdendo um pouco de mim. Procurei, então, mostrar como seria bacana voltar a ter uma vida de namorados. Usei a tática da meiguice, pois o Gilberto detesta ser intimado. Fui com meus filhos para um flat até amadurecer a ideia. Logo depois, compramos outro apartamento. Há seis anos, moramos perto. Eu almoço com meus filhos e janto com meu marido. Para dormir, revezamos. Tem seu lado cansativo, pois são duas empregadas, dois supermercados... Mas, cá para nós, a novidade apimentou o sexo. Aliás, eu não relaxo nesse quesito. Faço ginástica e invisto em lingeries provocantes. Nossa relação ganhou em qualidade. Gilberto continua me ajudando a cuidar dos meninos. A diferença é que agora ele não está na linha de frente como antes. As brigas acabaram. Ficamos com o melhor. Nosso casamento é um exercício diário de amor.
Vencendo a mágoa
Perdoar uma traição do marido não é fácil, mas o pior foi conviver com a mágoa. Eu já estava com o Fernando fazia muitos anos quando, em 2000, ele me contou da amante, poucos dias depois de saber da minha segunda gravidez. Tentei ser racional e esperar a empolgação terminar. Após dois meses, percebi que Fernando continuava perdido e dei um basta. Deixei Uberlândia, no interior de Minas Gerais, onde morávamos, e voltei para o Rio, cidade da minha família. Ele chorou na despedida. Nossa separação durou pouco. Dois dias depois, ele viajou para nos ver. Tinha terminado o caso e me pediu para voltar. Concordei, pois queria muito que minhas filhas pudessem conviver com ele. No entanto, eu ainda não o tinha perdoado nessa época. Quando a caçula completou 1 ano, pensei em me separar. Só que, a essa altura, Fernando era um paizão e um marido carinhoso. Ele havia mudado, eu é que ainda jogava a traição na cara dele. Em 2006, tive um câncer de mama. Depois de uma mastectomia radical, engordei e perdi todo o cabelo e os pelos do corpo por causa da quimioterapia. Fernando foi maravilhoso. Parecíamos namorados, sempre juntos, no maior carinho. Percebi ali o tamanho do nosso amor. No ano passado, descobri uma metástase no pulmão. Mais do que nunca, senti que tinha de deixar as tristezas para trás e seguir em frente. Precisei ficar mal para dar importância ao meu relacionamento e a mim mesma. Hoje, estou curada e ótima, segundo os médicos. Emagreci e passei a me cuidar. Fiz terapia individual e também de casal por dois anos. Aprendi a ouvir meu marido e a expressar o que me desagrada. Sei que posso viver bem sem o Fernando, mas vivo muito melhor com ele. Preferia ter feito meus aprendizados sem ter que conhecer a dor da traição, mas hoje só penso no presente. Nós dois cuidamos do casamento. Gostamos de tirar férias a sós, e eu também melhorei na parte sexual. Me envolvo mais, ando mais safada. Até quando não estou com tanta vontade, eu topo porque sei que vou gostar depois, a frequência aumentou. No dia a dia, cuido das pequenas coisas. Eu me arrumo, faço uma mesa bonita para jantarmos em casa. Não é preciso motivo especial, o que importa é trazer alegria para a relação.
Laços refeitos

Divanir Marquezi, fonoaudióloga, 51 anos, casada há 27 anos com Claudio Odri, empresário e jornalista, 52 anos. Moram em São

Casamos em 1983, completamente apaixonados. Em 1988, nasceram nossos filhos, um casal de gêmeos. Parei de trabalhar uns tempos para cuidar das crianças. Em 1990, meu pai morreu e eu me apeguei muito a minha mãe. Com tudo isso, meu papel de mulher ficou em último plano. Claudio trabalhava demais nessa época, e eu andava ocupada com a família. Às vezes, ele chegava tarde e eu já estava dormindo. Resultado: paramos de namorar. Ele reclamou, mas eu não me dei conta da gravidade da situação. Por isso, quando Claudio disse que não dava mais, foi um choque. Nós nos separamos em 1993 e, por três longos meses, morei com minha mãe. Chegamos até a consultar um advogado. O período difícil me obrigou a refletir. E, como tínhamos que nos encontrar para tomar decisões sobre o divórcio, voltamos a conversar. Aí ficou claro que nossa história não tinha terminado: nós nos amávamos demais. Às vezes, os preparativos da separação terminavam na cama. Depois de muitas ponderações, resolvemos voltar, mas o recomeço foi estranho. Eu pisava em ovos, sem saber bem o que fazer. Queríamos retomar nossa intimidade, só que filhos pequenos exigem atenção integral. Nesse momento, a família toda ajudou. Tios e avós se mobilizaram para ficar com as crianças – assim conseguíamos fugir para um cineminha, um motel, pequenas viagens. A crise nos ensinou a cuidar mais da nossa história. Até hoje somos muito carinhosos um com o outro e não deixamos o sexo esfriar. O tempo traz não só desgastes mas também vantagens: nós conhecemos bem as fantasias um do outro. Além disso, mantemos nossa independência, com programas e amigos diferentes, respeitando o espaço de cada um. Uma lição fundamental: nunca deixar os problemas se acumularem. Um casal precisa se renovar todos os dias. E isso você só faz quando sabe que, apesar de todas as dificuldades, vale a pena estar junto dele.

Fotos abertura, Chris Parente/Realização Noris Martinelli/Produção Juliana Monteiro/Cabelo e maquiagem Giuliano Rezende, First/Modelos Claudia Albertotti e Bruno Pacheco, ambos da L’Equipe/Vestido, Emannuelle Junqueira; acessórios, Marco Apollonio; terno, Ricardo Almeida; camisa e gravata, Black Tie/casais, Marta Santos/Produção Mônica Tagliapietra/Cabelo e maquiagem Paulo Renso
http://claudia.abril.com.br/materias/4536/?pagina1&sh=26&cnl=11&sc=

Fatos que os homens querem que voc� conhe�a sobre a sexualidade deles

Fatos que os homens querem que voc� conhe�a sobre a sexualidade deles

Numa prova de cumplicidade total com as mulheres, o jornalista Daniel Japiassu revela, sem censura, os desejosmais ardentes e as fantasias mais �ntimas dos homens. Coisas que eles n�o t�m coragem de confessar a suas parceiras, mas adorariam que soubessem

por Daniel Japiassu |

Nunca tive inveja de gal�s criados por Hollywood. Mas admito que abri uma exce��o no caso de Mel Gibson. Estou falando dele como Nick, seu personagem no filme Do Que as Mulheres Gostam. Aquele que consegue ouvir o pensamento feminino. Porque a grande verdade � que n�o temos a menor id�ia de como voc�s s�o. Claro, voc�s conhecem a espetacular ignor�ncia masculina, mas o ponto �: n�o somos os �nicos mal-informados. O que mais voc�s sabem - ou acham que sabem - da gente? Os desencontros entre homem e mulher n�o s�o, afinal de contas, s� culpa dos homens. E, embora os mais mach�es discordem, seria muit�ssimo bom que voc�s tamb�m pudessem entrar na nossa cabe�a e ver, por exemplo, que somos um po�o de inseguran�a sexual e preconceito, que vivemos uma rela��o de amor e �dio com o p�nis (principalmente se ele n�o for dos maiores), que gostamos de coisas inconfess�veis na cama etc. etc. etc. Como ainda n�o inventaram o sexo por telepatia (ainda bem, porque deve ser chato), a �nica maneira de esclarecer as coisas � abrindo o jogo. � o que eu fiz aqui, com a consultoria do sex�logo e psiquiatra Ronaldo Pamplona da Costa, integrante do departamento de sexualidade da Associa��o Paulista de Medicina e autor do livro Os Onze Sexos. Acredite: o que vem a seguir pode mudar, sim, a sua vida!1 - Para o homem, sexo n�o tem nada a ver com afeto. Ele n�o v� problema algum em ir para a cama com uma mulher sem nem saber o nome dela.

2 - Podemos ser t�midos no primeiro encontro, sobretudo quando queremos algo mais s�rio. Mas n�o � verdade que ficamos chocados quando voc�s avan�am o sinal...

3 - A excita��o masculina � diferente da feminina. Somos muito mais visuais. Basta um olhar e a libido dispara...

4 - N�o finjam um prazer que voc�s n�o sentem. Pior do que o fracasso na cama � sentir-se enganado pela parceira.

5 - A masturba��o serve para descarregar a tens�o - �s vezes s� queremos a satisfa��o de uma ejacula��o r�pida.

6 - Quando nos masturbamos, n�o significa que estamos pensando em outra mulher. N�s tamb�m gostamos de fantasiar com a nossa.

7 - O prazer solit�rio � muito diferente do prazer a dois: ele traz bem-estar ao homem. N�o encare como trai��o.



8 - O tamanho do p�nis � muito importante para n�s. Sim, queremos ser sempre os her�is, os deuses do sexo!

9 - Nunca compare a performance de dois homens, principalmente se o p�nis do rapaz em quest�o for o menor.

10 - A brochada � cada vez mais comum: n�o veja como uma simples falta de tes�o por voc�, pois ela est� associada a fatores como o stress. Se acontecer com o seu par, nunca demonstre pena nem tente conversar na hora. Deitar ao lado dele e abra��-lo s�o as melhores iniciativas.

11 - Nem sempre queremos realizar nossas fantasias - at� porque uma delas � imaginar a namorada com outros.

12 - Os especialistas garantem que a regi�o do per�neo - entre o �nus e os test�culos - � o ponto de partida de sensa��es espetaculares para os homens. O problema � que a maioria associa o prazer na regi�o anal com homossexualismo. Melhor ir com calma - e s� se tiver um parceiro liberal.

13 - Os homens n�o sabem onde fica o ponto G. � uma triste realidade!

14 - A maioria de n�s s� acredita no orgasmo vaginal. E acha que orgasmo clitoridiano � papo de feminista. Mas nada impede que voc� ensine outros caminhos ao seu homem...

15 - Embora n�o pare�a, gostamos, sim, de ser dominados e/ou guiados pela mulher at� que ela fique totalmente satisfeita.

16 - O ego masculino fica lisonjeado quando a mulher atinge o cl�max. E n�o precisa ser com a penetra��o. � bom confirmar o poder do nosso toque - seja o das m�os ou o da l�ngua.

17 - O orgasmo feminino realiza o homem! Ele fica com a impress�o de que s� ele sabe fazer voc� feliz na cama... Se isso n�o acontece, pode at� se deprimir.



18 - Adoramos ver uma mulher se masturbando at� gozar.

19 - Os homens s�o viciados em sexo oral. Lembre-se de que existem camisinhas com gosto de fruta, chocolate...

20 - Quando fazemos sexo oral, gostamos de ser "adestrados": diga em que pontos devemos pressionar ou pegar mais leve. Voc� s� tem a ganhar - e n�s tamb�m!

21 - No caso dos parceiros comprovadamente saud�veis e �ntimos, que praticam sexo oral sem camisinha, � preciso que as mulheres saibam de uma vez por todas: homens detestam que as parceiras joguem fora o esperma.

22 - Lugares proibidos acendem nossa libido. Pode ser imposs�vel fazer tudo ali, mas considere que �s vezes d� para brincar um pouquinho.

23 - Assim como � dif�cil encontrar homens que conhe�am a fisiologia feminina, n�o � todo dia que encontramos mulheres capazes de identificar nossas particularidades anat�micas. Quando isso acontece, ficamos fascinados...

24 - Se o seu homem dormir logo ap�s a primeira rela��o, n�o encane, pois a capacidade de manter a ere��o est� intimamente ligada � idade e � forma f�sica do homem. Muito mais do que ao tes�o.

25 - Os homens costumam venerar o sexo anal. Ele � sin�nimo de prazer para ambos, quando bem-feito, � claro!

26 - N�o queremos o sexo anal apenas para exercitar a domina��o da mulher. (Alguns sim, mas n�o todos.) O que realmente importa nessa modalidade � a compress�o do p�nis pelo �nus - maior do que no sexo tradicional.

27 - Uma das preliminares do sexo anal �... o sexo tradicional: ou seja, � o melhor dos dois mundos para n�s.



28 - Sexo anal � quest�o de jeito. O homem geralmente erra na primeira vez. Por isso, espera que a mulher lhe d� uma segunda chance. Se ela recusa, est� perdendo uma grande oportunidade de fazer o seu homem 100% feliz.

29 - Homem gosta de beijar na boca, sim!

30 - Podemos sentir um profundo tes�o ao ver a mulher com um determinado vestido. Nem precisa ser decotado.

31 - Poucas coisas excitam mais a mente masculina do que imaginar a mulher, de costas, com a saia levantada, pronta para o sexo.

32 - Gostamos de len��is de cetim, velas , cremes etc. A gente n�o admite, mas o cen�rio tamb�m d� muito tes�o.

33 - A maioria das mulheres segura o p�nis por cima. O segredo � segur�-lo pela parte de baixo, bem mais sens�vel.

34 - Quando a mulher faz sexo oral, o ideal � que fique ao lado do homem, n�o na frente. Pode parecer um pouco estranho a princ�pio, mas o resultado vale! (Experimente a seguinte posi��o na cama: ele sentado e voc�, de joelhos, na lateral.)

35 - Namorar no carro (at� os vidros ficarem emba�ados) � um dos mais secretos prazeres do homem. Mesmo que ele seja casado h� muito tempo!

36 - Sentimos o maior tes�o quando a mulher estimula nossos mamilos. � tiro e queda. Por�m, somos mais sens�veis do que voc�s nesse ponto; ent�o, muita calma nessa hora.

37 - A vaidade � ilimitada. Portanto, falem (bem!) do nosso p�nis. O homem gosta de ouvir a mulher dizendo que o seu "equipamento" � impressionante...

38 - ...Por outro lado, n�s n�o gostamos muito de ficar exibindo o p�nis em toda a sua gl�ria e esplendor...



39 - Na hora que o sexo esquenta, palavr�es ou express�es picantes valem como afrodis�acos. A m�xima de que os homens sonham com uma dama na sala e uma vadia na cama permanece atual�ssima.

40 - Achamos as gr�vidas atraentes e a barriga excitante. Claro que, nos �ltimos meses de gesta��o, a mobilidade da futura m�e fica comprometida. Mas existem tantas maneiras de levar uma mulher ao orgasmo...

41 - Lembre-se de que, ap�s o parto (normal), voc� ter� de ficar pelo menos 40 dias sem sexo. Mas, durante uma gesta��o saud�vel, os especialistas n�o apenas admitem o sexo como o aconselham. Portanto, fa�a o seu marido feliz!

42 - Os homens podem falar para os amigos sobre suas transas eventuais, mas n�o sobre suas rela��es com a amada: � que morremos de medo de incutir neles a vontade de experimentar a nossa mulher.

43 - Ainda existem esp�cimes machistas (nada raros, infelizmente) que s� ousam com amantes e prostitutas e v�em a esposa como uma santa. Ent�o, talvez voc� tenha de chamar a aten��o dele para o que tem em casa...

44 - Ao contr�rio do que se pode supor, os homens n�o t�m medo de vibradores: eles sentem uma atra��o irresist�vel pela dupla penetra��o na mulher.

45 - S� n�o tente usar um vibrador nele! O parceiro pode se sentir desrespeitado em sua masculinidade.

46 - Sentimos atra��o pelas outras, mas n�o somos traidores compulsivos. Olhar para um decote n�o significa nada para os homens.

47 - Mulheres que atacam no primeiro encontro n�o s�o consideradas "galinhas". N�s apreciamos a ousadia.

48 - Temos vergonha de nosso corpo. Principalmente se estivermos fora de forma. Por isso, se um novo companheiro clamar por luzes apagadas, tente ser compreensiva.

49 - N�o tranque a porta do banheiro toda vez que entrar no banho: a gente acha t�o legal dar uma espiadinha...

50 - Vamos deixar combinado: entre quatro paredes vale tudo. Tudo mesmo. Desde que os dois fiquem satisfeitos.

julho de 2004
http://claudia.abril.com.br/materias/1770/?sh=26&cnl=11

BEIJO NA BOCA

BEIJO NA BOCA

Além disso, é o ponto de partida de qualquer relacionamento. O coração dispara, o corpo se aquece, a pressão arterial aumenta. O beijo na boca desperta o corpo.

O olhar, o tato, o paladar, o olfato e a audição se intensificam. Por isso, o desejo sexual cresce, aumentando o prazer. Essa eletrização ocorre porque os parceiros se tocam em um ponto extremamente sensível. Os lábios percebem os toques com a mesma intensidade que a ponta dos dedos. Mas com uma grande vantagem: o apelo erótico.

"Os lábios só perdem em sensibilidade para o clitóris e a glande", afirma o sexólogo americano Daniel Stein. Um ingrediente extra favorece o prazer: a fantasia.

No imaginário masculino, a boca se assemelha à vulva, o que torna um beijo de língua tremendamente excitante. Para os homens, essa carícia faz lembrar a penetração do pênis na vagina. E mais, o beijo é visto pelos sexólogos como um dos principais ingredientes da vida afetiva. A falta dele pode ser sinal de afetividade em baixa.

"O beijo exige entrosamento, carinho. Se os dois não estão felizes um com o outro, podem até conviver, mas fica ruim se beijar", explica a psicóloga Carla Zeglio, do Instituto Paulista de Sexualidade. "Muitas vezes o casal faz sexo, mas não beija na boca. Falta um sentimento mais forte", conclui.

A questão da afetividade foi levantada pela pesquisadora inglesa Martha Stein, em 1980, ao avaliar o comportamento de 64 prostitutas. Ela assistiu, escondida em quartos de motel, a 1.230 relações sexuais. Na maioria delas não ocorreu beijo na boca, porque as mulheres temiam se apaixonar se fizessem isso. Quanto mais se beija, mais se quer beijar.

Esse é o segredo para quem quer resgatar a prática.

"A gente tem de forçar a barra e achar um tempinho para encaixar o beijo na rotina", diz o psicólogo Aílton Amélio. Para despertar o desejo, basta fechar os olhos e relaxar. Uma delícia, não? Então por que deixar para depois? Quer mais um motivo? Além de ser prazeroso, o beijo traz uma série de benefícios físicos e emocionais. O toque ardente dos lábios movimenta 29 músculos, provoca a pressão de até 12 quilos de um rosto contra o outro e eleva os batimentos cardíacos: eles saltam de 70 para 150 batimentos por minuto. Esse bombeamento sanguíneo aumenta a oxigenação das células, estimula as funções circulatórias e diminui a insônia e as dores de cabeça. A cada beijo de língua, trocam-se 250 bactérias junto com a saliva, o corpo queima 12 calorias e a produção de hormônios aumenta.

O nível de serotonina, substância química que dá a sensação de euforia e relaxamento, cresce.

Por isso, beijar na boca acalma, ajuda a liberar sentimentos reprimidos, reduz o complexo de rejeição e alivia o estresse. Tudo em questão de instantes.



"O que é a vida sem um sonho?"
Edmond Rostand

"Uma idéia sem execução é um sonho"
Duque de Saint-Simon

"Nunca confie em quem não tem inimigos"
Emerson R. Camargo

"Perdemos muito por medo de tentar"
J. N. Maffitt

"Todo prazer é erótico"
Freud
http://amostragratisnetaprovados.blogspot.com/2011/07/beijo-na-boca.html

Você fala tudo o que quer no sexo com seu parceiro?

Falando de Sexo
Postado por Mandy Outeiro
Você fala tudo o que quer no sexo com seu parceiro?

O sexo oral é rápido demais? A penetração parece infinita? E, quando você está quase gozando, ele insiste em chamá-la de “amorzinho”, embora isso seja a última coisa que você queira escutar? Por que será que quanto mais o tempo passa, mais difícil fica falar de fantasias e preferências sexuais com o namorado?

Uma pesquisa recente com 13 mil homens e mulheres de 11 países da América Latina, mostrou que menos da metade dos casais tem coragem de bater um franco papo de cama. No Brasil, que adora se gabar de uma pretensa liberdade sexual, só 42% dos entrevistados disseram não ter esses problemas.

“Falta intimidade verbal entre os casais”.

“A rotina tende a suprimir a ousadia do início do namoro e distancia as pessoas.”

Quando isso acontece, em vez de partir para o diálogo, o mais comum é que homens e mulheres procurem a aventura sexual que desejam não dentro, mas fora da relação. Outra pesquisa feita com 4.990 mulheres solteiras e casadas, 81% afirmaram praticar sexo casual para descobrir sua própria sexualidade. Para a maioria delas, o sentimento de liberdade ao transar com um desconhecido é tão grande a ponto de diminuir ou exterminar as inseguranças do sexo com parceiros fixos.


Nota da Mandy: Nossa choquei com essas pesquisas. Eu vejo o quanto faço parte de uma minoria. Precisar trair para suprir necessidade por que não tem coragem de conversar com o namorado sobre? Vai lá , dá pra um estranho, faz o quer quer e depois por não mais ter que olhar pra cara dele se sente realizada? Peeeeeeelo amor de Deus. Não tem tempo de se abrir com namorado devido a rotina mas tem tempo de trair? Faça-me o favor né! Um dialogo melhora tudo em um relacionamento, principalmente no sexo. Não tenham vergonha de pedir, falar, mandar, gemer, gritar, xingar, se solta mulher....é seu homem que está ali e ele tem que ser perfeito pra você. Mas pra isso você tem que dizer a ele como ser perfeito na cama com você.
http://coisasdegordinha.blogspot.com/2011/04/falando-de-sexo.html