terça-feira, 9 de agosto de 2011

O que é um microorgasmo? É possível estimular orgasmos múltiplos?

O que é um microorgasmo? É possível estimular orgasmos múltiplos?

Você sabe o que é um microorgasmo? E quanto ao orgasmo múltiplo, seria possível estimular essa maravilha? A falta de informação está entre os fatores que mais atrapalham a vida sexual e o prazer. Para responder as principais dúvidas de leitoras e leitores conversamos com as especialistas Maria Cristina Romualdo Galati, psicóloga e terapeuta sexual do Hospital São Paulo e do Instituto Kaplan, e Arlete Maria Girello Tavares Gavranic, educadora sexual e coordenadora do Instituto Brasileiro Interdisciplinar de Sexologia e Medicina Psicossomática (ISEXP).
Qual posição sexual é a mais indicada para que eu ajude minha namorada a conseguir orgasmos múltiplos?
Isso é complicado porque nem todas as mulheres conseguem ter orgasmos múltiplos, também não é uma questão de posição. É ilusão achar que as mulheres conseguirão orgasmos múltiplos com muita frequência. Muitas delas, mesmo com uma vida sexual legal e ativa, relatam que tiveram entre três e quatro orgasmos deste tipo durante toda a vida. Contudo, independente de orgasmos sequenciais, é enorme o número de mulheres que alcançam o prazer com a famosa “cavalgada”, por cima do homem. Nessa posição é possível que ela tenha o controle da força e do movimento de penetração e, além disso, há uma grande fricção dos órgãos genitais dos dois.

Existe algum remédio que melhore o desejo e facilite o orgasmo da mulher?
Nos últimos dez anos, esse assunto tem sido intensamente estudado, mas ainda há muita especulação. Diversos médicos têm trabalhado com a estimulação do desejo por meio da testosterona, que é o principal hormônio masculino – em forma de gel, por exemplo, deve ser aplicado na região da vagina. Mas esse recurso deve ser usado com extremo cuidado e acompanhamento. A testosterona pode produzir alterações no corpo feminino que nem sempre serão benéficas. A reposição hormonal também pode ajudar na estimulação do desejo. Já em relação ao orgasmo, não existe no mercado nenhum remédio que o facilite.

A mulher que goza gritando tem mais prazer do que a mulher que fica mais quieta durante o orgasmo?
Gritar não é referência de prazer, não há associação entre uma coisa e outra. Essa ideia equivocada é muito influenciada pelo cinema e pelos filmes eróticos, nos quais a mulher grita, sobe pelas paredes e faz caras e bocas. A quietinha pode ter um orgasmo muito prazeroso e intenso, já a mais escandalosa pode não ter a mesma sensação. Sentir é uma coisa, expressar é outra. A forma de expressão pode estar distorcida pelos nossos valores culturais.


Tomar vinho, cerveja ou outra bebida alcoólica antes de transar ajuda ou atrapalha o orgasmo da mulher e do homem?
Depende da quantidade e de como cada corpo reage. O que se sabe é que o álcool, num primeiro momento, intensifica a percepção, deixando a pessoa mais atenta e sensível. Porém, num segundo momento, ele pode causar depressão e moleza. O difícil é achar o equilíbrio. Desde que consumido socialmente e com moderação, o álcool desinibe e diminui a tensão. Por outro lado, quem bebe demais tende a acabar a noite na cama, mas só para dormir.

Quero proporcionar um orgasmo vaginal para a minha mulher – ela diz que só tem clitoriano. Como eu faço?
Orgasmo é orgasmo. Esse mito persiste – principalmente na cabeça dos homens – porque Freud falou que as mulheres mais maduras teriam orgasmos vaginais. Mas isso foi há 120 anos. O orgasmo acontece basicamente pela estimulação da enervação da região do clitóris. É um grande engano achar que a sua parceira vai ter um orgasmo por causa da penetração. O orgasmo acontece porque a relação foi boa suficiente para excitar homem e mulher nos seus genitais e erotismo. Não fique preocupado com essa diferença, isso tira o foco do mais importante, que é curtir o prazer a dois.

Por que dizem que gozar faz bem pra pele?
Quando alguém está se excitando, o corpo vai acelerando, os batimentos cardíacos aumentam e circulação também, a pele fica mais ruborizada e cheia de vida. É como se você desse uma “chacoalhada” no corpo. Além disso, muitas substâncias são liberadas e neurotransmissoras ativados durante o orgasmo. Dessa forma, vários fatores contribuem para a “cara boa” no dia seguinte.

O orgasmo muda no decorrer da vida ou ele é sempre igual em todas as idades?
A plenitude sexual das mulheres acontece entre 30 e 45 anos. Com o avançar do tempo, algumas mudanças estruturais com a queda hormonal podem interferir na lubrificação da vagina, na própria questão do desejo e consequentemente no orgasmo. Então, se houver indicação médica, o recomendado é a reposição hormonal. Homens e mulheres na terceira idade costumam demorar mais a chegar o orgasmo, que também será menos intenso. Ambos vão necessitar de mais estímulo.

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http://vivasexo.blogspot.com/2011/08/o-que-e-um-microorgasmo-e-possivel.html

Questões do Amor: o machão e o sexo

Questões do Amor: o machão e o sexo
Brenda, professora de 32 anos, se separou do marido após oito anos de relação. Agora, solteira, ela estava decidida a viver um sexo intenso, de muita entrega, o que não ocorria no seu casamento. Conheceu Luiz e, numa das primeiras saídas, foram para um motel. Voltou desanimada. “Logo depois que ele gozou, esqueceu que eu existia. Em vez de se ligar em mim, ficou um tempão contemplando a camisinha com seu sêmen. Olhava orgulhoso e ficava falando sozinho, elogiando a quantidade de sêmen. Me senti péssima. Se pudesse teria largado ele lá e ido embora.”


É difícil de acreditar, mas a sexualidade típica do machão é assim mesmo: impessoal, estereotipada, limitada. Cumprir o papel de macho é o principal objetivo. Trocar afeto e prazer com a parceira é secundário. Importante mesmo é o pênis ficar ereto, bem rígido e ejacular bastante. A mulher, para tal homem, só é interessante como meio de lhe proporcionar esse prazer que, na realidade, não tem nada a ver com prazer sexual.

Durante muito tempo a visão que se teve da mulher, e na qual ela também acreditou, era assim: frágil, desamparada, necessitando desesperadamente encontrar um homem que lhe desse amor e proteção e, mais do que tudo, um significado para a sua vida. E quando começou o movimento de emancipação feminina, os homens ainda acreditavam que não tinham nada do que se libertar, desprezando o fato de que o sistema patriarcal oprime ambos os sexos, e estar submetido ao mito da masculinidade não é nada fácil.
A maioria dos homens ainda persegue o ideal masculino – força, ousadia, sucesso, poder, nunca falhar –, mas eles têm as mesmas necessidades psicológicas das mulheres: amar e ser amado, comunicar emoções e sentimentos. A questão é que desde crianças eles são ensinados a desprezar as emoções delicadas e a controlar os sentimentos. Demonstrar ternura e se entregar relaxado à troca de prazer sexual com a parceira são atitudes difíceis; perder o controle ou falhar é uma ameaça constante. O processo de socialização que transforma os meninos em homens “machos” impede a espontaneidade na relação com as mulheres. É impossível ser amoroso quando se é “travado” emocionalmente.

Nos papos com os amigos eles aprendem a contar vantagens, suas conquistas sexuais e detalhes engraçados sobre as transas – muitas vezes desvalorizando as mulheres. Se os fatos correspondem ou não à realidade é o que menos importa. O sexo passa a ser um esporte, um jogo em que se disputa a dominação da mulher. Esse roteiro "homem-caçador"/ "mulher-presa" causa sérios prejuízos à sexualidade masculina. Os homens são levados a organizar sua energia e percepção em torno do desempenho e, assim, se transformam em máquinas de fazer sexo, preocupados apenas em ‘marcar pontos’ e ter ereções.

Apesar das aparências em contrário, na vida adulta a sexualidade masculina continua sendo uma experiência ansiosa e limitada. Poucos homens conseguem conhecer a intimidade emocional com a mulher, em vez de somente a sexual. Além disso, os estereótipos tradicionais de masculinidade inibem a capacidade de prazer sexual do homem. Na lenda de “Don Juan” e nas “Memórias de Casanova” isso fica claro. A motivação primeira não é a troca de afeto e prazer com as mulheres, mas sim o poder e o controle sobre elas, sendo as conquistas admiradas e invejadas por outros homens.

Pesquisas mostram que os homens que definem as relações humanas em termos de papéis rígidos – ‘masculino-superior’ e ‘feminino-inferior’ – ou que definem sua identidade masculina em termos de controle, violência e repressão dos afetos apresentam, em muitos casos, um quadro de deterioração da sexualidade.
Na década de 1970, um estudo sobre extremistas políticos alemães da direita e da esquerda (inclusive membros do grupo terrorista alemão de esquerda Baaden- Meinhof) constatou que esses homens apresentavam problemas de disfunção sexual, inclusive incapacidade de atingir o orgasmo.

Num outro estudo, sobre a recusa das mulheres em continuar subordinadas, concluiu-se que apenas 5% a 10% dos homens chegam perto de aceitar as mulheres como iguais, enquanto os demais expressam seus sentimentos de raiva, medo e inveja por meio de uma hostilidade evidente ou dissimulada. E o que os homens consideraram mais ameaçador nas mulheres é a combinação de competência e sexualidade.

É inegável que a masculinidade está em crise. Nos últimos 30 anos foi constatado nos homens o aumento da depressão psicológica e, em vários países, registram-se doenças do homem esgotado. Todo o esforço exigido deles para que sejam considerados "homens de verdade" provoca angústia, medo do fracasso e dificuldades afetivas.

Mas como resolver o impasse entre a proibição social de expressar sentimentos considerados femininos e a crítica cada vez mais acirrada ao homem machista? Como os homens podem recuperar sua autonomia? Talvez o jeito seja se unir às mulheres e, examinando o mito da masculinidade, pensar em sua própria saída do patriarcado, repudiando essa masculinidade como natural e desejável. Nem todos aceitam o roteiro do macho e cada vez mais homens em todo o mundo tomam consciência da desvantagem desse papel e empreendem a desconstrução e a reconstrução da masculinidade.

Quem sabe se dessa forma as relações afetivas e sexuais não se tornem mais plenas? Talvez o sexo insensível e considerado viril passe a ser coisa do passado e ninguém mais veja graça na anedota que diz que nenhum dos parceiros sente prazer na primeira experiência sexual, mas que o menino atinge o orgasmo no dia seguinte... quando conta a seus amigos.

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O que afeta o desejo do homem

O que afeta o desejo do homem
Saiba o que influencia a libido do seu parceiro e aprenda a lidar com o problema

Você coloca uma lingerie sensual para uma tórrida noite de amor, mas ele chega em casa programado para assistir futebol e nem te dá bola. Saiba o que pode estar influenciando a libido do seu amor e aprenda a driblar esse problema.

Síndrome do macho
Alguns homens precisam garantir a sua masculinidade transando ora com uma, ora com outra. “Isso também acontece com a mulher, mas, como somos mais reprimidas, temos medo de sair por aí desejando, de sejando…”, pondera Ana Canosa, sexóloga e terapeuta de casais.
Como driblar o problema: com diálogo. Deixe que o seu parceiro revele os desejos dele, enquanto você também fala dos seus. Muitas vezes, fantasiar é o suficiente e, nesse caso, pode ser enriquecedor, pois representa um caminho para os casais se aproximarem de seus objetos de cobiça sem a realização efetiva. “Concretize fantasias possíveis, sem infringir códigos morais”, diz Ana.
Ele idealiza o sexo

O eterno medo de envelhecer e perder a potência é o que leva a essa fixação. Seria como uma negação de que o tempo está passando. “Esse homem precisa apagar as marcas de si próprio por meio de uma garota nova”, explica Dorli.
Como driblar o problema: o primeiro passo é tentar fazê-lo encarar a realidade: o que você sente, o que está por trás disso tudo, quais são as implicações. Compreendendo as suas reais motivações, talvez ele ache graça em suas fantasias e se volte para você. “Mostre que você tem autoestima e o quanto a maturidade é fonte de segurança, equilíbrio e maior entrega sexual”, recomenda Ana Canosa.
Andropausa

“Alguns homens não conseguem harmonizar o processo de amadurecer e envelhecer. Acabam entrando em profunda depressão, pois se sentem gordos, feios, carecas, impotentes e acham que não são mais atraentes”, diz a psicóloga Dorli Kamkhagi.
Como driblar o problema: eleve a autoestima dele. “Faça-o enxergar que ele não deve colocar toda a libido em alguns parâmetros físicos. Mostre que muitas riquezas só vêm com a idade”, sugere Yara Azevedo. A falta de ereção, no homem, na maioria das vezes, acontece pela falta de desejo, e não por impotência. Por isso, com ajuda de uma mulher compreensiva e motivada, o problema tem solução
Por: Mdemulher / Rosana F.F. / Foto: Getty Images / Conteúdo do site MÁXIMA
http://www.euevoce.net/2011/08/o-que-afeta-o-desejo-do-homem/

Sexo na gravidez

Sexo na gravidez
Por: Mariangela Miguel / Mdemulher / Foto: Dreamstime / Conteúdo do site ANAMARIA
Publicado por Eu & Você em 9 de agosto de 2011 ás 6:57
É possível manter uma vida sexual ativa e cheia de prazer durante os nove meses de gestação. Tire suas dúvidas sobre sexo na gravidez
As transformações físicas no corpo da mulher podem atrapalhar na hora da transa, mas, com algumas adaptações, é possível conseguir o mesmo prazer que o casal encontrava antes de a barriguinha crescer. A obstetra paulistana Míriam Ben Lulu ressalta que a gravidez não é uma doença e o ato sexual nesta fase é algo completamente natural. “Não existe risco de ferir o bebê, ele fica protegido dentro da bolsa. Além disso, durante a penetração, o pênis não alcança o útero”, explica.
Cuidados especiais
A relação é uma atividade física que melhora o fluxo sanguíneo no útero e na vagina, fortalece a musculatura pélvica e prepara a região perineal para o parto.
A médica Míriam Ben Lulu recomenda que, depois do sétimo mês, a gestante passe por uma avaliação médica para verificar se não há nenhum problema. “Há pacientes que durante o orgasmo têm contração uterina. Na gravidez essa contração fica mais intensa, o que aumenta o risco de entrar em trabalho de parto prematuro”, orienta. Além disso, a higiene é muito importante. “Toda mulher grávida deve tomar um banho antes e depois do sexo”, ensina.
O terapeuta sexual Oswaldo Rodrigues Junior, do Instituto Paulista de Sexualidade, aconselha os casais a experimentar todas as posições possíveis, até descobrir a que mais se adapta aos dois. “Qualquer momento a sós pode ser transformado em uma ocasião erótica, como tomar banho juntos ou brincar na cama”, diz o terapeuta
Os medos não existem apenas na cabeça das mulheres. Muitos homens associam a esposa à figura materna, perdendo o interesse pelo sexo. Outros sentem-se rejeitados nesse período.
O ideal é que o casal converse bastante e faça aquilo que for mais prazeroso para ambos. Isso significa continuar a transar normalmente, ou dar um tempo.

E quando o bebê nasce?
A especialista Míriam Ben Lulu diz que é bastante comum a mulher se sentir fragilizada depois de dar à luz. “Como ela não se acha sexualmente atraente, é muito importante ter o apoio do parceiro. Assim, poderá perceber que essa fase é passageira.”
Também existem os quarenta dias de resguardo, independentemente de o parto ter sido normal ou cesariana. Esse é o tempo necessário para o corpo da mulher cicatrizar. Mas o casal pode retornar às atividades sexuais através do sexo oral e da masturbação.

As melhores posições
A obstetra Míriam Ben Lulu orienta: “O ideal é que o pênis não penetre na vagina com tanta profundidade, o que pode causar um certo desconforto na mulher”.
>> O homem deita-se de lado e a mulher passa as pernas por cima dos quadris dele. Ela apóia os braços em um dos ombros e nas pernas de seu companheiro
>> Os dois deitados de lado, com ela de costas para ele. As pernas e os quadris se encaixam. Se ele segurar carinhosamente a barriga dela, melhor ainda
>> O homem fica deitado e a mulher se senta de frente para ele. É a maneira preferida das grávidas, pois permite a elas conforto para transar até os últimos meses de gestação
http://www.euevoce.net/2011/08/sexo-na-gravidez/

Emagrecer ajuda a prevenir e tratar disfunção erétil

Emagrecer ajuda a prevenir e tratar disfunção erétil
Viagra deu uma ajuda, mas temporária. Para muitos homens, a solução duradoura para a disfunção erétil está na ginástica e na dieta equilibrada, segundo divulgou um estudo australiano publicado no periódico médico Journal of Sexual Medicine.
A pesquisa descobriu que homens que perderam entre 5 e 10% de seu peso em um período de dois meses, melhorou da impotência sexual de obesos e diabéticos. Embora tenha contado apenas com 31 voluntários, o estudo serviu para lembrar que existe relação direta entre a obesidade e a disfunção erétil, pois o excesso de peso, em especial na circunferência abdominal, pode interferir na capacidade do corpo de enviar sangue para o pênis, além de prejudicar a produção de testosterona.

Os médicos mostraram-se esperançosos que a descoberta do link entre impotência e obesidade leve os homens a procurar perder peso, melhorando não apenas o aspecto sexual, como prevenindo problemas coronarianos, diabetes e AVC. "Você fala sobre prevenção e não adianta, mas quando fala sobre restabelecer a saúde peniana, os homens prestam a atenção", disse Kevin Billups, professor de urologia da Universidade de Minnesota, nos EUA. Quando o médico é procurado por causa de disfunção erétil, ele costuma mandar os pacientes olharem para a própria barriga: "se não conseguem enxergar o próprio pênis, então eles têm um problema", disse.

A obesidade afeta a saúde dos vasos e artérias e, consequentemente, a saúde sexual masculina, pois a ereção acontece devido à dilatação dos vasos que são irrigados com sangue. Problemas cardíacos também afetam a ereção porque o ganho de peso e a falta de exercícios estreita as artérias, nas quais o colesterol se deposita. Homens obesos também enfrentam a falta de testosterone, essencial para manter a ereção.

Emagrecer ajuda a reduzir estes problemas e também melhora a auto-estima, contribuindo para uma vida sexual plena e satisfatória.

Terra
http://vidaeestilo.terra.com.br/homem/interna/0,,OI5284689-EI12827,00-Emagrecer+ajuda+a+prevenir+e+tratar+disfuncao+eretil.html

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Pulseira que alerta TPM é desenvolvida no Reino Unido

Pulseira que alerta TPM é desenvolvida no Reino Unido
Período que deixa homens e mulheres em pânico poderá ter novo aliado
Por: Redação

Quando a menstruação se aproxima, as mulheres que sofrem da famosa TPM apresentam sintomas capazes de tirar muita gente do sério. Irritabilidade, tristeza repentina e cansaço dão os sinais de que algo está acontecendo. Segundo informações divulgadas pelo site Daily Mail, em uma disputa de inventores no Reino Unido, um artífice chamado Karl Dorn está desenvolvendo uma pulseira que avisa quando a mulher está de TPM.

O objetivo é que o bracelete mude de cor conforme a alteração de temperatura, indicada por um pequeno termômetro. O produto, que não traz muitos detalhes, ainda não é considerado um invento, pois Karl Dorn não apresentou protótipo nem patente. Mas a criatividade do inventor já lhe rendeu um lugar na final, para concorrer a 100 mil libras, além da torcida de muitos homens espalhados pelo mundo
http://www.maisrevistamulher.com.br/artigos/ver/56/periodo-que-deixa-homens-e-mulheres-em-panico-podera-ter-novo-aliado

A busca do prazer feminino

A busca do prazer feminino
A sexualidade feminina é complexa e necessita de mais atenção
Por: Redação

O desejo sexual feminino nunca foi tão focado por especialistas e por rodas de discussão entre amigas. A vida sexual das mulheres, ligada ao uso da pílula anticoncepcional, é o assunto da pesquisa do IBOPE realizada pela Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo). Quinhentas mulheres foram avaliadas, em uma faixa etária de 15 a 45 anos, tomando como base cinco capitais brasileiras: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife e Porto Alegre. Os resultados da pesquisa foram divulgados pelo projeto R.O.S.A. (Resultados e OpiniõesSobre Saúde e Anticoncepcional)

Um das conclusões em que se chegou foi: uma em cada três brasileiras acha que pílula influencia de maneira positiva na satisfação sexual. “Além da liberdade da contracepção, as pílulas mais modernas têm efeitos na autoestima da mulher, melhorando pele, cabelo e aparência em geral”, afirma Dr. Gerson Lopes, presidente da Comissão Nacional de Sexologia da FEBRASGO. Para o especialista, é uma série de fatores, que combinados, tornam-se algo “decisivo para a mulher satisfeita com o sexo.”

Outro ponto foi a ligação entre anticoncepcionais e libido. De acordo com 11% das avaliadas, a pílula afeta o desejo sexual de forma satisfatória. Gerson explica que “as combinações de hormônios existentes nas pílulas anticoncepcionais influenciam a libido feminina, algo que é desconhecido pelas mulheres brasileiras”. Segundo o ginecologista, as pacientes só saberão desses efeitos caso questionem seus médicos. E os benefícios se estendem.

A sexualidade feminina é muito mais complexa do que a do homem e vai além da atração física. Embora as mulheres estejam se tornando cada vez mais independentes, e donas de todos os aspectos que norteiam suas vidas, especialmente, no que diz respeito aos relacionamentos amorosos, “o desejo sexual (feminino) é complexo e envolve outras questões psicológicas, físicas, culturais e sociais”, afirma Dr. Gerson Lopes.

O sexo é mais prazeroso quando acontece sem tensão, e o anticoncepcional é capaz de proporcionar essa sensação, uma vez que inibe o risco de uma gravidez não planejada. “As mulheres começaram a ter uma vida sexual mais ativa após a invenção da pílula, aumentando o número de relações sexuais”, enfatiza Dr. Gerson. E completa com a afirmação de que “não ter medo de engravidar facilitou a vida sexual da mulher.”

Para que a relação se realize de maneira completa, o parceiro também tem que ficar atento às necessidades de sua companheira. O homem tem que ser participativo. A mulher precisa restabelecer a intimidade, um dos principais motivos de reclamação delas ao falar de frustração na hora da relação sexual. Mas a lista não para por aí, entre as queixas encontram-se os problemas hormonais, falta de estímulo, disfunção do parceiro, desconforto durante o ato sexual e histórico de frustração. O prazer feminino não está limitado ao orgasmo, à satisfação momentânea. A comunicação é um bom caminho a ser percorrido para solucionar questões.

O relacionamento diário, também, possui grande relevância na libido porque a mulher não tolera habituação. Ter relações sempre no mesmo local, nos mesmos dias e na mesma posição faz com que a mulher perca a excitação. Uma sexualidade segura e prazerosa está ligada ao conceito de saúde, pois uma contracepção efetiva abre as portas para o prazer sexual.
http://www.maisrevistamulher.com.br/artigos/ver/29/a-busca-do-prazer-feminino