É Possível sentir prazer com a camisinha feminina
sexta-feira, 26 de agosto de 2011 17:05
Fabricada no formato de grande bolsa de poliuretano, método não reduz a sensibilidade (Foto: Stock.Xchng)
Grande parte da população desconhece as camisinhas femininas, mas o método que veio com o intuito de tornar a mulher responsável por cuidar da contracepção não impede que a relação sexual seja prazerosa para o casal.
Fabricada no formato de uma grande bolsa de poliuretano, plástico mais macio que o látex, presente na camisinha masculina, o método não reduz a sensibilidade. “A imagem de desconforto não passa de mito”, explica Rogério Bonassi, membro da Sogesp (Associação de Obstetricia e Ginecologia do Estado de São Paulo).
Outro impasse para a implantação da camisinha feminina é o preço. Enquanto a masculina é distribuída gratuitamente nos postos o método para as mulheres pode custar até R$ 10 o pacote com três unidades.
Entretanto Oswaldo Martins, psicólogo e terapeuta sexual do Inpasex (Instituto Paulista de Sexualidade) afirma que muitas vezes o uso da camisinha fere limites pessoais das mulheres. “A mulher tem que conhecer seus limites pessoais, pois se a camisinha ferir algum destes limites ela não a usará e a tratará como um produto negativo”, conta.
Como usar
A utilização do preservativo não tem segredos. A colocação é intra vaginal e funciona como se fosse um diafragma – outro método contraceptivo. “Uma mulher que usa o absorvente interno consegue utilizar facilmente”, garante Bonassi.
Primeiro a mulher tem de achar uma posição confortável, depois segurar a camisinha com o anel externo pendurado para baixo. O anel interno deve ser introduzido na vagina e empurrado o mais fundo possível até cobrir o colo do útero.
O anel externo deve ficar pelo menos 3 cm para fora e serve para prevenir possíveis DSTs (Doenças Sexualmente Transmissíveis). De acordo com Martins o uso do preservativo feminino depende do quanto a mulher conhece o próprio corpo. “Para usar a camisinha feminina, a mulher terá de desenvolver um grau de confiança consigo mesma e de conhecimento do próprio corpo”, conclui. (Colaborou Larissa Marçal)
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Loucuras de Carnaval
Loucuras de Carnaval
por Rosana F.
14/02/2010
Campeonato de beijos, sexo com um pirata, histórias picantes de quem aprontou toda
ATENÇÃO: ESTE CONTEÚDO POSSUI TEOR SEXUAL E É IMPRÓPRIO PARA MENORES DE 18 ANOS.
Quando parecia que era impossível o baile ficar mais animado, começou a tocar "Vou beijar-te agora, não me leve a mal, hoje é carnaval". Euforia. Álcool. Beijo na boca. Amasso. Loucura. Para muita gente, o Carnaval é o momento para realizar desejos que não temos coragem no resto do ano.
O clima é permissivo. A música está alta. As roupas são curtas. E justas. Paetês! Foi nesse clima que a relações públicas Fernanda entrou em uma competição com a melhor amiga: "Vamos ver quem fica com mais caras durante do Carnaval", conta Fernanda, que se divertiu com a brincadeira. "Zoamos muito. Conhecemos muita gente. Brincamos e, claro, beijamos horrores. Mais de dez homens por noite", lembra ela, que perdeu a disputa mas não o humor. "Ela ficou com mais caras que eu em todas as noites, mas eu fui mais seletiva", garante. Tudo só da cintura pra cima. "Ninguém transou com ninguém, era só beijo mesmo", diz.
No meio do bloco de Carnaval, a advogada M. esbarrou em um velho conhecido. "Ele já tinha tentado ficar comigo várias vezes, mas eu nunca tinha aceitado porque ele era ex-namorado de uma amigona", conta M., que, na última festa do Momo não resistiu e cedeu aos encantos do rapaz. "Ficamos na praia, de biquíni e sunga, na maior empolgação. A doideira foi tanta que ele perdeu a chave de casa na areia e nem reclamou", relembra a advogada que depois teve que se acertar com a amiga e ex-namorada do folião. "Depois de uma boa conversa, acabou que ela entendeu. O ex dela se tornou meu atual", conta.
CONHEÇA UM KAMA SUTRA SOB MEDIDA PARA VOCÊS
Ela estava vestida de princesa. Ele, de pirata. Mesmo sendo um casal improvável, ficaram juntos no final do baile. Muita cerveja, samba e agarramento. Entraram juntos no táxi e foram direto pra casa dele. "Nem sei o que conversamos. Quando percebi, estava transando com o pirata no chão da sala", conta a princesa, que se chama Renata. Depois do sexo, Renata e seu pirata, Guilherme, adormeceram no sofá.
"No dia seguinte, acordei superconstrangida. Não tinha a menor intimidade com o cara, estava com vergonha e não sabia como agir. Me despedi e saí de lá correndo", lembra ela, dizendo que a transa foi boa, mas sem preservativo. "Fazer loucuras no Carnaval é normal. Acontece. Mas não pode esquecer a camisinha de jeito nenhum. Isso me deixou muito chateada". Renata jura ter aprendido a lição e assegura: vai botar a camisinha nas próximas fantasias.
Segundo o psicólogo Oswaldo Rodrigues, do Instituto Paulista de Sexualidade, as pessoas não transam mais no Carnaval do que em outros momentos. "O excesso de bebida e de outras substâncias é contrário e impeditivo para o sexo. Também o excesso de atividades físicas desgasta e não facilita a atividade sexual", afirma o psicólogo.
No meio da folia, está todo mundo com uma lata de cerveja na mão. O objetvo: perder a inibição. "O álcool impede o funcionamento do cérebro no tocante à censura e aprendizados sociais. Sim, isto faz com que as pessoas possam envolver-se mais impulsivamente e sem a culpa de ter feito sexo com alguém desconhecido, por exemplo. E normalmente reproduz uma desculpa racionalizada nos dias seguintes: ‘estava bêbado'", explica Oswaldo.
Pesquisas mostram que a disposição de beber leva a outros comportamentos como não usar preservativo, "não conseguir colocar camisinha", "esquecer" de colocar a camisinha, "não deu tempo", etc. Por isso, atenção redobrada, heim? Não aceite desculpas da parte dele.
O psicólogo ressalta que a quantidade de álcool pode acelerar o início da atividade sexual, mas o ato em si pode deixar a desejar. "São relações sem qualidade, não são elaboradas, e mesmo com o efeito retardante do álcool na ejaculação, os homens ainda ejaculam relativamente rápido ou não ejaculam", explica ele.
E a camisinha?
Dr. Oswaldo afirma que, durante o Carnaval, ninguém lembra de tomar os cuidados necessários. "Muitas mulheres pensam que se ocorrer algo podem tomar a pílula do dia seguinte ou um coquetel anti-HIV por um mês! São comportamentos autodestrutivos e que até parecem ser planejados nestas ocasiões. Corre-se um risco e não se planeja um cuidado", revela o psicólogo, lembrando da necessidade de um trabalho anterior de autoconhecimento para conseguir tomar cuidados e poder usufruir do sexo casual. Ou seja, antes, durante e depois do Carnaval, vista a camisinha. Assim, é alegria o ano inteiro!
por Rosana F.
14/02/2010
Campeonato de beijos, sexo com um pirata, histórias picantes de quem aprontou toda
ATENÇÃO: ESTE CONTEÚDO POSSUI TEOR SEXUAL E É IMPRÓPRIO PARA MENORES DE 18 ANOS.
Quando parecia que era impossível o baile ficar mais animado, começou a tocar "Vou beijar-te agora, não me leve a mal, hoje é carnaval". Euforia. Álcool. Beijo na boca. Amasso. Loucura. Para muita gente, o Carnaval é o momento para realizar desejos que não temos coragem no resto do ano.
O clima é permissivo. A música está alta. As roupas são curtas. E justas. Paetês! Foi nesse clima que a relações públicas Fernanda entrou em uma competição com a melhor amiga: "Vamos ver quem fica com mais caras durante do Carnaval", conta Fernanda, que se divertiu com a brincadeira. "Zoamos muito. Conhecemos muita gente. Brincamos e, claro, beijamos horrores. Mais de dez homens por noite", lembra ela, que perdeu a disputa mas não o humor. "Ela ficou com mais caras que eu em todas as noites, mas eu fui mais seletiva", garante. Tudo só da cintura pra cima. "Ninguém transou com ninguém, era só beijo mesmo", diz.
No meio do bloco de Carnaval, a advogada M. esbarrou em um velho conhecido. "Ele já tinha tentado ficar comigo várias vezes, mas eu nunca tinha aceitado porque ele era ex-namorado de uma amigona", conta M., que, na última festa do Momo não resistiu e cedeu aos encantos do rapaz. "Ficamos na praia, de biquíni e sunga, na maior empolgação. A doideira foi tanta que ele perdeu a chave de casa na areia e nem reclamou", relembra a advogada que depois teve que se acertar com a amiga e ex-namorada do folião. "Depois de uma boa conversa, acabou que ela entendeu. O ex dela se tornou meu atual", conta.
CONHEÇA UM KAMA SUTRA SOB MEDIDA PARA VOCÊS
Ela estava vestida de princesa. Ele, de pirata. Mesmo sendo um casal improvável, ficaram juntos no final do baile. Muita cerveja, samba e agarramento. Entraram juntos no táxi e foram direto pra casa dele. "Nem sei o que conversamos. Quando percebi, estava transando com o pirata no chão da sala", conta a princesa, que se chama Renata. Depois do sexo, Renata e seu pirata, Guilherme, adormeceram no sofá.
"No dia seguinte, acordei superconstrangida. Não tinha a menor intimidade com o cara, estava com vergonha e não sabia como agir. Me despedi e saí de lá correndo", lembra ela, dizendo que a transa foi boa, mas sem preservativo. "Fazer loucuras no Carnaval é normal. Acontece. Mas não pode esquecer a camisinha de jeito nenhum. Isso me deixou muito chateada". Renata jura ter aprendido a lição e assegura: vai botar a camisinha nas próximas fantasias.
Segundo o psicólogo Oswaldo Rodrigues, do Instituto Paulista de Sexualidade, as pessoas não transam mais no Carnaval do que em outros momentos. "O excesso de bebida e de outras substâncias é contrário e impeditivo para o sexo. Também o excesso de atividades físicas desgasta e não facilita a atividade sexual", afirma o psicólogo.
No meio da folia, está todo mundo com uma lata de cerveja na mão. O objetvo: perder a inibição. "O álcool impede o funcionamento do cérebro no tocante à censura e aprendizados sociais. Sim, isto faz com que as pessoas possam envolver-se mais impulsivamente e sem a culpa de ter feito sexo com alguém desconhecido, por exemplo. E normalmente reproduz uma desculpa racionalizada nos dias seguintes: ‘estava bêbado'", explica Oswaldo.
Pesquisas mostram que a disposição de beber leva a outros comportamentos como não usar preservativo, "não conseguir colocar camisinha", "esquecer" de colocar a camisinha, "não deu tempo", etc. Por isso, atenção redobrada, heim? Não aceite desculpas da parte dele.
O psicólogo ressalta que a quantidade de álcool pode acelerar o início da atividade sexual, mas o ato em si pode deixar a desejar. "São relações sem qualidade, não são elaboradas, e mesmo com o efeito retardante do álcool na ejaculação, os homens ainda ejaculam relativamente rápido ou não ejaculam", explica ele.
E a camisinha?
Dr. Oswaldo afirma que, durante o Carnaval, ninguém lembra de tomar os cuidados necessários. "Muitas mulheres pensam que se ocorrer algo podem tomar a pílula do dia seguinte ou um coquetel anti-HIV por um mês! São comportamentos autodestrutivos e que até parecem ser planejados nestas ocasiões. Corre-se um risco e não se planeja um cuidado", revela o psicólogo, lembrando da necessidade de um trabalho anterior de autoconhecimento para conseguir tomar cuidados e poder usufruir do sexo casual. Ou seja, antes, durante e depois do Carnaval, vista a camisinha. Assim, é alegria o ano inteiro!
Parafilias - formas variadas de prazer!
Parafilias - formas variadas de prazer!
Ter, 14/10/2008 - 18h47 - Amor e Sexo
Você gosta de uma pegada mais forte, escutar bobagens ao telefone ou ser dominada? Durante muitos anos, as diferentes formas de se obter prazer foram vistas, como perversões e até doenças. No entanto, desejos ou fantasias sexuais mais inusitadas podem ser considerados uma prática normal, desde que não tenham caráter compulsivo.
Toda expressão sexual diferente do que é aceito por uma sociedade ou época é denominada de parafilia, mas é necessário distinguir um comportamento sexual de uma psicopatologia. “Embora muitos comportamentos parafilicos possam ser identificados em nossos desejos e fantasias, ela só é dada como uma patologia quando há preocupação com o objeto de desejo ou se a obtenção do prazer é alcançada somente pelo sexo fora do comum”, explica Oswaldo Rodrigues Jr., psicólogo e diretor do Instituto Paulista de Sexualidade.
As questões sexuais são profundas e perturbam muitas pessoas, por isso, para ser determinada como uma psicopatologia é necessária uma avaliação psicológica especial. “A sexualidade ainda assusta muitas pessoas que buscam extinguir alguns desejos, mas, esses, só serão considerados anormais se causarem prejuízos à saúde ou segurança do próprio indivíduo ou dos demais”, diz.
Divididas em dois tipos, as parafilias podem envolver um objeto em especial, como pés, ou acontecer por meio de ato sexual diferenciado, como exposição em público ou a dor. “No passado, práticas sexuais aceitas pela sociedade hoje como, o sexo oral, anal, a masturbação ou mesmo a homossexualidade já foram consideradas formas de perversão”, ressalta.
Hoje, conforme as variações aceitáveis nos comportamentos sexuais de uma sociedade, algumas formas de parafilias são mais comuns e se fazem presentes ao longo da história. Já outras têm sido criadas de acordo com o objeto ou ato que determinará a excitação e o prazer sexual. “Um exemplo é a tele-escatofilia, o uso do telefone para obter satisfação sexual. Antes dos telefones, essas parafilias não existiam. O mesmo acontece com o uso dos computadores nas duas últimas décadas”, afirma o psicólogo.
Achou o assunto interessante? Um filme que aborda de forma inteligente algumas dessas práticas sexuais é “A Secretária do diretor Steven Shainberg”, que narra o encontro entre um advogado sádico e uma secretária masoquista.
Greve de sexo pode virar motivo de traição
Greve de sexo pode virar motivo de traição
Sex, 19/08/2011 - 11h26 - Amor e Sexo
Privar o homem de sexo não é algo novo. Na década de 70, a greve de sexo tinha objetivos mais amplos e feministas.
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Era uma barganha usada pela mulher para ser reconhecida, para ampliar o seu espaço. Vale lembra ainda que, bem antes disso, a mulher nem podia pensar nesse artifício, pois era vista como propriedade. O sexo era um direito do homem.
Mas de alguns anos para cá, a greve de sexo é aplicada pela mulher quando o objetivo é convencer o parceiro a fazer o que ela quer - ganhar uma joia ou fazer uma viagem dos sonhos - ou puni-lo por alguma atitude errada. Mas para a psicóloga e terapeuta sexual Arlete Gavranic, também coordenadora do curso de pós-graduação em Terapia Sexual do ISEXP (Instituto Brasileiro Interdisciplinar se Sexologia e Medicina Psicossomática), a qualidade e a eficiência dessa negociação é baixa.
"A greve de sexo pode funcionar com casais, cujo homem é submisso e a mulher manipuladora. Mas essa não é a realidade da maioria dos casais", afirma. "Entre alguns homens essa tática pode resultar em indiferença, agressividade (desde irritabilidade até o ato físico) ou até mesmo uma traição. É como se ele se vingasse da vingança da mulher, do boicote dela", completa.
O grau da mazela provocada pela greve varia de casal para casal e da quantidade de relações sexuais dos mesmos. De acordo com o "Estudo da Vida Sexual do Brasileiro", realizado pela psiquiatra Carmita Abdo em 2003, o brasileiro tem uma média de três relações sexuais por semana. Dra. Arlete lembra que há casais que fazem sexo uma ou duas vezes por semana, todos os dias, quinzenalmente ou até mensalmente.
"Para os mais regulares, uma greve de sexo de 10 dias, por exemplo, é capaz de fazer o homem subir pelas paredes e ficar muito irritado. Mas o que é uma greve para casais que têm relações a cada 15 dias ou uma vez por mês?", pensa a psicóloga. "O que a mulher tem que entender é que boicotar o sexo significa boicotar o prazer da relação, podendo trazer muito mais desentendimentos do que barganhas", alerta.
A psicóloga garante também que é enorme o número de casos de traições por conta de atos dessa natureza. Isso mostra que são poucas as vezes que essa arma causa um efeito positivo. E aconselha: em vez de greve de sexo, a mulher deveria aprenda a fomentar seu poder de sedução.
"Se ela apela para o jejum, tem consciência de que a sexualidade possui um valor importante dentro da relação. Então que tal fazer o inverso e despertar no outro o desejo de conquistar?" E exemplifica: "Crie uma expectativa no parceiro de que vai haver determinada comemoração no dia em que você ganhar o que quer. Isso mobiliza o desejo dele de maneira positiva, de satisfazer a mulher não pela birra, mas pela vontade de conquistar algo."
Por Juliana Falcão (MBPress)
Sex, 19/08/2011 - 11h26 - Amor e Sexo
Privar o homem de sexo não é algo novo. Na década de 70, a greve de sexo tinha objetivos mais amplos e feministas.
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Era uma barganha usada pela mulher para ser reconhecida, para ampliar o seu espaço. Vale lembra ainda que, bem antes disso, a mulher nem podia pensar nesse artifício, pois era vista como propriedade. O sexo era um direito do homem.
Mas de alguns anos para cá, a greve de sexo é aplicada pela mulher quando o objetivo é convencer o parceiro a fazer o que ela quer - ganhar uma joia ou fazer uma viagem dos sonhos - ou puni-lo por alguma atitude errada. Mas para a psicóloga e terapeuta sexual Arlete Gavranic, também coordenadora do curso de pós-graduação em Terapia Sexual do ISEXP (Instituto Brasileiro Interdisciplinar se Sexologia e Medicina Psicossomática), a qualidade e a eficiência dessa negociação é baixa.
"A greve de sexo pode funcionar com casais, cujo homem é submisso e a mulher manipuladora. Mas essa não é a realidade da maioria dos casais", afirma. "Entre alguns homens essa tática pode resultar em indiferença, agressividade (desde irritabilidade até o ato físico) ou até mesmo uma traição. É como se ele se vingasse da vingança da mulher, do boicote dela", completa.
O grau da mazela provocada pela greve varia de casal para casal e da quantidade de relações sexuais dos mesmos. De acordo com o "Estudo da Vida Sexual do Brasileiro", realizado pela psiquiatra Carmita Abdo em 2003, o brasileiro tem uma média de três relações sexuais por semana. Dra. Arlete lembra que há casais que fazem sexo uma ou duas vezes por semana, todos os dias, quinzenalmente ou até mensalmente.
"Para os mais regulares, uma greve de sexo de 10 dias, por exemplo, é capaz de fazer o homem subir pelas paredes e ficar muito irritado. Mas o que é uma greve para casais que têm relações a cada 15 dias ou uma vez por mês?", pensa a psicóloga. "O que a mulher tem que entender é que boicotar o sexo significa boicotar o prazer da relação, podendo trazer muito mais desentendimentos do que barganhas", alerta.
A psicóloga garante também que é enorme o número de casos de traições por conta de atos dessa natureza. Isso mostra que são poucas as vezes que essa arma causa um efeito positivo. E aconselha: em vez de greve de sexo, a mulher deveria aprenda a fomentar seu poder de sedução.
"Se ela apela para o jejum, tem consciência de que a sexualidade possui um valor importante dentro da relação. Então que tal fazer o inverso e despertar no outro o desejo de conquistar?" E exemplifica: "Crie uma expectativa no parceiro de que vai haver determinada comemoração no dia em que você ganhar o que quer. Isso mobiliza o desejo dele de maneira positiva, de satisfazer a mulher não pela birra, mas pela vontade de conquistar algo."
Por Juliana Falcão (MBPress)
Prevenção da gravidez na adolescência começa em casa, dizem especialistas
Prevenção da gravidez na adolescência começa em casa, dizem especialistas
Alguns adultos não veem os jovens como pessoas sexuadas
Dia 26 de setembro é o Dia Mundial de Prevenção da Gravidez na Adolescência. A um mês da data, Donna Online se antecipa para lembrar que nunca é cedo demais para evitar uma gestação não planejada. E o diálogo entre pais e filhos é a melhor maneira para isso.
Segundo o Ministério da Saúde, a quantidade de partos na adolescência diminuiu 41,07% entre 2000 e 2009, no Rio Grande do Sul. Ainda assim, somente em 2009, 17.837 meninas de 10 a 19 anos deram à luz no Estado.
A coordenadora de Saúde do Adolescente e do Jovem do Ministério da Saúde, Thereza de Lamare, comenta que muitos adultos não veem o adolescente como uma pessoa sexuada.
— Em seu processo de crescimento, ele [o adolescente] vai descobrir e ter relações afetivas. Reconhecer os direitos sexuais e reprodutivos desse grupo é uma conquista do Brasil — comenta Thereza.
Não adianta imaginar que os filhos não praticam atividades sexuais. Na fase das mudanças no corpo e no comportamento, o desejo de meninos e meninas aflora. Portanto, a prevenção deve começar em casa.
— A falta de diálogo com os pais é um ponto forte na vulnerabilidade dos adolescentes à gravidez na adolescência. Os estudos mostram que jovens que conversam com seus pais sobre sexo engravidam menos nessa fase — afirma Maria Helena Vilela, educadora sexual do Instituto Kaplan.
Assim, quando suas eternas crianças começarem a perguntar sobre sexo, não hesite em responder. Quanto antes entenderem sobre métodos contraceptivos, mais seguras elas estarão para evitar uma gravidez precoce, ou mesmo alguma doença sexualmente transmissível.
É importante lembrar, também, que a gravidez é um período desejado por muitas mulheres e não pode ser visto como algo ruim. Por outro lado, uma gestação não programada, ainda mais na adolescência, pode causar transtornos. Por isso, Maria Helena dá uma sugestão aos adolescentes:
— Experimente fazer um exercício para identificar seu sonho, a realidade que quer construir para você. Trace um plano de vida e elabore estratégias para alcançá-los e observe as consequências de uma gravidez nestes seus planos — finaliza.
Alguns adultos não veem os jovens como pessoas sexuadas
Dia 26 de setembro é o Dia Mundial de Prevenção da Gravidez na Adolescência. A um mês da data, Donna Online se antecipa para lembrar que nunca é cedo demais para evitar uma gestação não planejada. E o diálogo entre pais e filhos é a melhor maneira para isso.
Segundo o Ministério da Saúde, a quantidade de partos na adolescência diminuiu 41,07% entre 2000 e 2009, no Rio Grande do Sul. Ainda assim, somente em 2009, 17.837 meninas de 10 a 19 anos deram à luz no Estado.
A coordenadora de Saúde do Adolescente e do Jovem do Ministério da Saúde, Thereza de Lamare, comenta que muitos adultos não veem o adolescente como uma pessoa sexuada.
— Em seu processo de crescimento, ele [o adolescente] vai descobrir e ter relações afetivas. Reconhecer os direitos sexuais e reprodutivos desse grupo é uma conquista do Brasil — comenta Thereza.
Não adianta imaginar que os filhos não praticam atividades sexuais. Na fase das mudanças no corpo e no comportamento, o desejo de meninos e meninas aflora. Portanto, a prevenção deve começar em casa.
— A falta de diálogo com os pais é um ponto forte na vulnerabilidade dos adolescentes à gravidez na adolescência. Os estudos mostram que jovens que conversam com seus pais sobre sexo engravidam menos nessa fase — afirma Maria Helena Vilela, educadora sexual do Instituto Kaplan.
Assim, quando suas eternas crianças começarem a perguntar sobre sexo, não hesite em responder. Quanto antes entenderem sobre métodos contraceptivos, mais seguras elas estarão para evitar uma gravidez precoce, ou mesmo alguma doença sexualmente transmissível.
É importante lembrar, também, que a gravidez é um período desejado por muitas mulheres e não pode ser visto como algo ruim. Por outro lado, uma gestação não programada, ainda mais na adolescência, pode causar transtornos. Por isso, Maria Helena dá uma sugestão aos adolescentes:
— Experimente fazer um exercício para identificar seu sonho, a realidade que quer construir para você. Trace um plano de vida e elabore estratégias para alcançá-los e observe as consequências de uma gravidez nestes seus planos — finaliza.
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Disfunção erétil? Vitamina B pode ser a solução
Disfunção erétil? Vitamina B pode ser a solução
Por Stephanie D’Ornelas em 25.08.2011 as 18:00 RSS Feeds
Em alguns homens, a impotência é ligada ao colesterol alto. Para eles, uma solução que melhora a função erétil pode ser muito simples: ingestão diária de niacina, também conhecida como a vitamina B3.
Um estudo mostrou que 80 homens que tinham disfunção erétil moderada ou grave relataram melhora na capacidade de manter uma ereção após iniciar a ingestão de niacina. Os 80 homens que ingeriram uma pílula placebo e que tinham disfunção erétil leve não tiveram alteração nos sintomas.
Além de impotência, todos os 160 homens participantes do estudo também tinham elevados níveis de colesterol e lipídios.
A melhor parte da descoberta é que a niacina é utilizada desde tempos remotos, e sua segurança já é muito bem documentada. Como ela é apenas uma vitamina, é uma maneira simples e segura de melhorar o desempenho sexual.
Em pacientes com aterosclerose (acúmulo de gordura ao longo das paredes dos vasos sanguíneos), a niacina é conhecida por melhorar tanto os níveis de colesterol quanto os de lipídeos. Por isso, não é nenhuma grande surpresa que a niacina também melhora a função erétil, já que tanto a aterosclerose quanto a disfunção têm causas semelhantes em homens com colesterol alto.
Doenças cardíacas, aterosclerose, derrame e disfunção erétil podem ser causados pela inflamação dos vasos sanguíneos. Quando ocorre a inflamação dos vasos que conduzem ao pênis, o resultado ser a impotência.
Para o melhor funcionamento, as drogas atuais usadas contra a impotência devem ser tomadas algumas horas antes da atividade sexual. E para a maioria dos pacientes, elas melhoram a função erétil, mas apenas durante um breve intervalo de tempo.
Já a niacina pode ser tomada uma vez por dia, quando a pessoa quiser, podendo fazer sexo a qualquer momento. Uma ótima notícia para os homens com colesterol alto que querem manter a saúde sexual de forma prática e segura. [LiveScience]
Por Stephanie D’Ornelas em 25.08.2011 as 18:00 RSS Feeds
Em alguns homens, a impotência é ligada ao colesterol alto. Para eles, uma solução que melhora a função erétil pode ser muito simples: ingestão diária de niacina, também conhecida como a vitamina B3.
Um estudo mostrou que 80 homens que tinham disfunção erétil moderada ou grave relataram melhora na capacidade de manter uma ereção após iniciar a ingestão de niacina. Os 80 homens que ingeriram uma pílula placebo e que tinham disfunção erétil leve não tiveram alteração nos sintomas.
Além de impotência, todos os 160 homens participantes do estudo também tinham elevados níveis de colesterol e lipídios.
A melhor parte da descoberta é que a niacina é utilizada desde tempos remotos, e sua segurança já é muito bem documentada. Como ela é apenas uma vitamina, é uma maneira simples e segura de melhorar o desempenho sexual.
Em pacientes com aterosclerose (acúmulo de gordura ao longo das paredes dos vasos sanguíneos), a niacina é conhecida por melhorar tanto os níveis de colesterol quanto os de lipídeos. Por isso, não é nenhuma grande surpresa que a niacina também melhora a função erétil, já que tanto a aterosclerose quanto a disfunção têm causas semelhantes em homens com colesterol alto.
Doenças cardíacas, aterosclerose, derrame e disfunção erétil podem ser causados pela inflamação dos vasos sanguíneos. Quando ocorre a inflamação dos vasos que conduzem ao pênis, o resultado ser a impotência.
Para o melhor funcionamento, as drogas atuais usadas contra a impotência devem ser tomadas algumas horas antes da atividade sexual. E para a maioria dos pacientes, elas melhoram a função erétil, mas apenas durante um breve intervalo de tempo.
Já a niacina pode ser tomada uma vez por dia, quando a pessoa quiser, podendo fazer sexo a qualquer momento. Uma ótima notícia para os homens com colesterol alto que querem manter a saúde sexual de forma prática e segura. [LiveScience]
Internet joga pá de cal no já combalido cinema pornô
24/08/2011 21h30
Internet joga pá de cal no já combalido cinema pornô
Roberto Guerra
Garganta Profunda: marco do cinema pornô comercial, filme foi exibido em cinemas de diversos países
As novas gerações dificilmente conseguiriam entender o fascínio que o cinema pornô exerceu ao longo de anos na mente de milhões de jovens. Hoje em dia a internet transformou as produções pornográficas em meros filmes caseiros sem qualquer qualidade técnica, estética ou artística. Mas houve um tempo em que cinema pornográfico podia ser chamado, de fato, de cinema.
A produção de filmes pornôs surgiu na liberal Paris do início do século 20, quando foi rodado, em 1908, La Bonne Auberge, considerado o primeiro filme do gênero de que se tem notícia. As atrizes eram prostitutas que interpretavam elas mesmas. Na época, já havia o cinema erótico, surgido alguns anos antes com Le Coucher de La Mariée (1896), de Eugène Pirou. Mas La Bonne Auberge mostrou pela primeira vez cenas de sexo explícito no cinema.
Nos Estados Unidos, o puritanismo exagerado contribuiu para frear a produção de filmes eróticos e pornográficos, considerados de mau gosto e indecentes. Tanto que o primeiro filme pornô americano, A Free Ride, só foi lançado apenas em 1915. Até a década de 60, o consumo desses filmes era restrito a clubes fechados e residências e sua produção era efêmera. Por conta disso, o gênero amargou anos de clandestinidade, até que, na década de 70, no rastro da revolução sexual e cultural dos anos 60, nasce o cinema pornográfico comercial. O marco de sua explosão é o ano de 1972, quando são exibidos nos EUA os hoje cult Garganta Profunda, com Linda Lovelace e Harry Reems; O Diabo na Carne de Miss Jones e Atrás da Porta Verde.
Com orçamento de US$ 24 mil, Garganta Profunda foi rodado em apenas seis dias e é, até hoje, o pornô mais lucrativo da história. O sucesso do longa não se deve somente às cenas de sexo explícito, mas à insólita história da personagem de Linda Lovelace, que tinha o clitóris na garganta e só conseguia satisfação com sexo oral. Garganta Profunda foi visto por milhões de espectadores fora do circuito especializado, façanha que o diretor Gerard Damiano repetiu em outra produção antológica, O Diabo na Carne de Miss Jones.
Dessa época em diante, a produção de filmes pornográficos ficou restrita a cinemas especializados e ao vídeo. Começou a haver então uma banalização do gênero e o direcionamento de acordo com as preferências sexuais do espectador: sexo anal, lesbianismo, sadomasoquismo, bissexualismo, sexo bizarro etc.
Hoje, no entanto, ninguém quer locar mais filmes. O público prefere assistir a trechos de produções baratas em sites como RedTube, YouPorn, PornoTube, entre outros serviços de oferta de pornografia grátis. É mais fácil e discreto, sem dúvida, mas está pondo fim à produção de filmes de melhor qualidade, já que os produtores nada ganham.
Internet joga pá de cal no já combalido cinema pornô
Roberto Guerra
Garganta Profunda: marco do cinema pornô comercial, filme foi exibido em cinemas de diversos países
As novas gerações dificilmente conseguiriam entender o fascínio que o cinema pornô exerceu ao longo de anos na mente de milhões de jovens. Hoje em dia a internet transformou as produções pornográficas em meros filmes caseiros sem qualquer qualidade técnica, estética ou artística. Mas houve um tempo em que cinema pornográfico podia ser chamado, de fato, de cinema.
A produção de filmes pornôs surgiu na liberal Paris do início do século 20, quando foi rodado, em 1908, La Bonne Auberge, considerado o primeiro filme do gênero de que se tem notícia. As atrizes eram prostitutas que interpretavam elas mesmas. Na época, já havia o cinema erótico, surgido alguns anos antes com Le Coucher de La Mariée (1896), de Eugène Pirou. Mas La Bonne Auberge mostrou pela primeira vez cenas de sexo explícito no cinema.
Nos Estados Unidos, o puritanismo exagerado contribuiu para frear a produção de filmes eróticos e pornográficos, considerados de mau gosto e indecentes. Tanto que o primeiro filme pornô americano, A Free Ride, só foi lançado apenas em 1915. Até a década de 60, o consumo desses filmes era restrito a clubes fechados e residências e sua produção era efêmera. Por conta disso, o gênero amargou anos de clandestinidade, até que, na década de 70, no rastro da revolução sexual e cultural dos anos 60, nasce o cinema pornográfico comercial. O marco de sua explosão é o ano de 1972, quando são exibidos nos EUA os hoje cult Garganta Profunda, com Linda Lovelace e Harry Reems; O Diabo na Carne de Miss Jones e Atrás da Porta Verde.
Com orçamento de US$ 24 mil, Garganta Profunda foi rodado em apenas seis dias e é, até hoje, o pornô mais lucrativo da história. O sucesso do longa não se deve somente às cenas de sexo explícito, mas à insólita história da personagem de Linda Lovelace, que tinha o clitóris na garganta e só conseguia satisfação com sexo oral. Garganta Profunda foi visto por milhões de espectadores fora do circuito especializado, façanha que o diretor Gerard Damiano repetiu em outra produção antológica, O Diabo na Carne de Miss Jones.
Dessa época em diante, a produção de filmes pornográficos ficou restrita a cinemas especializados e ao vídeo. Começou a haver então uma banalização do gênero e o direcionamento de acordo com as preferências sexuais do espectador: sexo anal, lesbianismo, sadomasoquismo, bissexualismo, sexo bizarro etc.
Hoje, no entanto, ninguém quer locar mais filmes. O público prefere assistir a trechos de produções baratas em sites como RedTube, YouPorn, PornoTube, entre outros serviços de oferta de pornografia grátis. É mais fácil e discreto, sem dúvida, mas está pondo fim à produção de filmes de melhor qualidade, já que os produtores nada ganham.
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