Primeira noite: tudo ou nada?
por Rosana F.
31/07/2009
Até aonde ir na primeira vez? Existem limites? O que eles pensam
Corpos colados e beijos intermináveis. As evidências apontam que os próximos passos são em direção à cama. Aí bate aquela incerteza: o que pode e o que não pode rolar na primeira noite com um homem? Transar pode? Oral pode? Verbal pode? Animal pode?
Vamos começar pelo início: pode ir pra cama no primeiro encontro? Há quem diga que sim, pode, claro, sem problemas. E há quem diga que não, não pode, é melhor não, como o dentista Alexandre P., de 26 anos. "Se ela transa comigo de primeira, acho que ela faz a mesma coisa com todo mundo", sentencia Alexandre, assumindo que passa a ver a menina com outros olhos.
“A mulher pode ser sacana, mas não vulgar. A vulgaridade até pega bem mais tarde, mas só quando o casal tiver um pouco mais de intimidade”
No outro extremo, tem homem não apenas diz que pode transar na primeira noite como prefere as que topam de uma vez: "Claro que pode", diz Ednaldo Rodrigues, 29 anos, garantindo ter predileção pelas que vão para a cama de primeira. "Na minha cabeça, significa que ela gosta muito do esporte. E isso é uma grande qualidade em uma mulher", diz ele, que não gosta quando percebe que a mulher está a fim, mas fica se segurando porque quer ser considerada uma menina pra namorar. "Não existe mais isso!", garante. No primeiro encontro ou no décimo segundo, pronto: topamos ir para cama. Agora a questão é outra: estando debaixo dos lençóis, o que pode e o que não pode na primeira transa do casal? Antes de responder, parece que é preciso ter muita sensibilidade para saber até aonde ir na estreia - até para que ela não seja também a única. Entre os entrevistados, as respostas mais freqüentes para o "não pode" foram: em primeiro lugar disparado, anal; em segundo lugar, bater; e em terceiro, xingar.
Mas, gente, olha só, não tem cartilha, como comprova a advogada Lílian D., de 31 anos. "Logo na primeira noite, fiz de um tudo, inclusive sexo anal. Ele ficou maluco. No dia seguinte, desliguei o telefone celular e só fui atender as ligações dele alguns dias depois. Começamos a namorar e ficamos juntos três anos", lembra a advogada, que não se arrepende e faria tudo de novo.
Liberais?
Como diz o ditado, quem tem boca fala que quer e os homens gostam de dizer que estão cada vez mais liberais. É o caso do consultor de informática Fabrício F., 31anos. "Não me impressiono fácil. Só se ela fizer algo muito profissional logo na primeira transa, tipo: ter mais de duas pessoas envolvidas, usar uma lingerie ousada demais, pedir para levar uns tapas na cara, pedir por trás e por aí vai", diz ele, que faz questão de esclarecer que esses exemplos são normais entre quatro paredes, mas chamam atenção quando rolam logo na primeira vez. "Depende da idade da moça também. Depois de 25 anos, pode fazer o que quiser", estabelece.
O designer Hélio G., 33 anos, revela que transou com todas as suas namoradas na primeira noite. "Não vejo problema algum nisso", diz ele, para quem a mulher pode até ser safada na primeira noite, mas com moderação. "A mulher pode ser sacana, mas não vulgar. A vulgaridade até pega bem mais tarde, mas só quando o casal tiver um pouco mais de intimidade", diz, acrescentando que todo homem fantasia que as mulheres têm um comportamento mais ousado exclusivamente com ele. "Se ela é muito liberada logo de primeira, aí você pensa que ela é assim com todo mundo. E eu gosto de pensar que ela ficou safada quando me conheceu, como se eu tivesse despertado o vulcão que existe dentro dela", sugere ele, para quem o que pega bem na primeira noite é uma lingerie sexy. "Essencial!", diz.
O papo liberal cai bem na mesa do bar, mas será que na cama é assim mesmo? Para a professora Adriana H., 29 anos, o que pode e o que não pode rolar variam de acordo com as intenções com o parceiro. "Se for um cara que eu esteja a fim, me seguro muito pra não ‘assustar' e tentar levar a uma coisa mais séria. Mas se for uma coisa casual, não me preocupo", assume, lembrando que até hoje os caras são muito travados e preconceituosos na cama.
“Porém, na média, os homens ainda pensam de modo semelhante aos nossos avós, quando olham para uma mulher e pensam se esta mulher ‘serve para casar' , ou ‘serve apenas para sexo”
"Eles se dizem liberais, mas é só da boca pra fora. Eu gosto de falar sacanagem, mas falo pouco nas primeiras vezes. Tem coisa que acho que tem que ter mais intimidade e conhecer melhor o outro pra saber se pode ou não pode", diz, acrescentando que o que não pode de jeito nenhum é virar para o lado e dormir. "Aí não dá, né? Tem que rolar um carinho, um papinho pós-sexo, que é tudo de bom", resume. Nesse ponto, minha amiga, t-o-d-a-s concordam.
Segundo o psicoterapeuta sexual Oswaldo Rodrigues, cada pessoa tem necessidades e históricos de vida diferentes. A velha história: cada caso é um caso. "Porém, na média, os homens ainda pensam de modo semelhante aos nossos avós, quando olham para uma mulher e pensam se esta mulher ‘serve para casar' , ou ‘serve apenas para sexo'", afirma ele, frisando que há também homens para os quais essa questão não é relevante.
"Existem muitos homens que somente buscarão compromisso com mulheres com quem possam ter sexo na primeira noite. Esses homens não se incomodam com virgindade, muito ao contrário, querem saber os limites e possibilidades que têm com a mulher que conheceram para poder entender se com ela podem passar muitos anos da vida", explica.
Para o sexólogo, não é recomendável nem se tolir nem extrapolar em um primeiro encontro. "Apresentar o padrão com o qual se identifica será o mais proveitoso, pois permitirá estabelecer um relacionamento de confiança", esclarece, acrescentando que a maior parte dos homens, realmente, só é liberal da boca pra fora. "Eles se dizem liberais, querendo dizer-se libertinos, e não conseguem compreender que estão muito aquém do que verbalizam. Eles não fazem tudo no sexo, nem sabem o tudo o que pode existir", sentencia.
E aí, o que você acha? Concorda que os homens falam bem mais que realmente fazem na cama?
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Ele não faz oral
Ele não faz oral
por Rosana F.
05/11/2009
Ele quer ganhar, mas não quer fazer sexo oral em você. E agora?
Quando o assunto é sexo oral, todo mundo quer ganhar. Já oferecer... Tem muito namorado por aí fazendo corpo mole e deixando a desejar. Se por um motivo ou por outro ele não faz sexo oral, pode estar na hora de chamar ele na chincha.
Vocês se beijam, se abraçam e se enroscam como dois adolescentes. A temperatura aumenta e é roupa para todo lado. Você não pensa duas vezes: se abaixa e lhe faz um sexo oral no capricho. Quando pensa que chegou a sua vez de ganhar: neca de pitibiriba. "Ele finge que não está entendendo o que eu quero e faz outra coisa", reclama a fisioterapeuta Andréa, de 28 anos. Na cama dela, os direitos não são iguais: ele ganha sexo oral, mas não costuma dar.
"Poxa, fico chateada, peço com todas as letras e ele acaba fazendo. Mas perde a metade da graça, né? Porque fica evidente que faz por obrigação e não por prazer", reclama Andréa, sem saber como resolver a situação. "Às vezes, faço chantagem do tipo ‘só faço se você me der em troca' e funciona. Mas é chato, porque o problema de achar que ele não está gostando se mantém", constata.
Qual o seu apelo sexual? Faça o teste!
Quando um homem se nega a fazer sexo oral em sua mulher, é natural que ela fique insegura e queira saber o motivo. Foi o que aconteceu com Silvana, de 30 anos, advogada, que ficou preocupada com seus odores. "Primeiro, fiz uma depilação especial, para não haver a desculpa do pêlo. Aí fui ao ginecologista e fiz um check up - deu uma inflamação boba, que tratei imediatamente. Ele até que passou a fazer com mais freqüência, mas virei escrava da depilação, por exigência dele", conta Silvana, certa de que o sacrifício vale a pena. Ela não deixou barato: "Pedi para ele tirar o excesso de pelos dele também. É claro que ele não depila, mas passa máquina um e fica realmente bem mais agradável para mim", diz.
O que eles dizem
A maioria dos homens com quem conversamos se disse fã incondicional do sexo oral e jura que ama fazer o tempo todo, 24 horas por dia, o fim de semana inteirinho. "Adoro!", diz o redator Luciano A., "quem não gosta deve ser bicha", completa. O arquiteto Alexandre F. vai além: "Se o cara não faz, troque de namorado!", sugere. Encostado na parede, Alexandre disse que só não comparece quando há pelos demais ou cheiro forte. "Aí não é culpa do cara", esquiva-se.
Segundo a ginecologista Dra. Juracy Ghiaroni, água e sabão bastam para garantir a higiene íntima da mulher. "Ela deve se lavar toda vez que for ao banheiro: com água e sabão quando evacuar e somente água quando urinar", afirma, lembrando que os sabonetes especiais, desodorantes íntimos e lencinhos umedecidos são absolutamente desnecessários. "Podem até ser prejudiciais à saúde da mulher uma vez que alteram a flora vaginal e podem provocar alergias", explica ela.
Sobre a depilação, a doutora lembra que os pêlos protegem a vulva. "A recomendação é aparar para facilitar a higienização. Mas a mulher pode, sim, depilar se não apresentar alergia ou inflamação de repetição", afirma a doutora, salientando que se houver mau cheiro, secreção diferente do normal ou coceira, a mulher deve procurar um médico.
E quando se está toda cheirosa e depilada e, mesmo assim, o namorado nada? O jornalista Guilherme L. levanta a hipótese: "É egoísmo masculino puro e simples". É, gente, o sexo oral sem dúvida é um momento de grande doação na relação sexual, quando um fica paradinho só tendo prazer enquanto o outro tem todo o trabalho. O economista Valério abre o jogo: "Às vezes tenho preguiça de fazer porque sei que ela vai demorar até chegar ao orgasmo".
Segundo o psicoterapeuta sexual Oswaldo Rodrigues, o homem não foi socialmente treinado, educado e socializado para dedicar-se à excitação sexual da mulher. "O homem aprende, através de demonstrações e até de verbalizações que não tem que servir à mulher, pois é ela quem deve servir ao homem", afirma.
Oswaldo lembra que a cunilíngua (sexo oral nas mulheres) já equivaleu-se à demonstração de submissão à mulher, a exemplo de uma imperatriz chinesa que obrigava quem fosse falar com ela em audiência, primeiramente, a lhe fazer sexo oral para só depois, em troca, ser ouvido. "Há homens que não desejam fazer sexo oral por não considerarem algo moralmente adequado", ressalta.
É conversando que se chega lá
Perguntado sobre a chantagem do tipo "só faço em você se você fizer em mim", o psicoterapeuta é taxativo: "Nestes casos, estaremos favorecendo mecanismos neuróticos que permitem manipulação, gerarão raiva e, provavelmente, impedirão a continuidade do relacionamento", alerta.
Uma boa conversa é sempre a melhor opção. "O caminho mais seguro é combinar o que se pode fazer, questionar e ouvir os motivos do homem não desejar fazer cunilíngua. Com a aproximação adequada e sem exigência, permitir que o homem possa reconhecer que o que ele pensava não era o correto", sugere Oswaldo.
Na opinião do psicanalista, mesmo com conversa haverá quem não deseje e quem não faça sexo oro-genital (seja felação, seja cunilíngua). "Pelo menos o casal pode tentar compreender os limites de cada um para poder medir a falta do ato. Desta forma, não culparão o outro, nem desenvolverão mal-estar e raiva", conclui.
por Rosana F.
05/11/2009
Ele quer ganhar, mas não quer fazer sexo oral em você. E agora?
Quando o assunto é sexo oral, todo mundo quer ganhar. Já oferecer... Tem muito namorado por aí fazendo corpo mole e deixando a desejar. Se por um motivo ou por outro ele não faz sexo oral, pode estar na hora de chamar ele na chincha.
Vocês se beijam, se abraçam e se enroscam como dois adolescentes. A temperatura aumenta e é roupa para todo lado. Você não pensa duas vezes: se abaixa e lhe faz um sexo oral no capricho. Quando pensa que chegou a sua vez de ganhar: neca de pitibiriba. "Ele finge que não está entendendo o que eu quero e faz outra coisa", reclama a fisioterapeuta Andréa, de 28 anos. Na cama dela, os direitos não são iguais: ele ganha sexo oral, mas não costuma dar.
"Poxa, fico chateada, peço com todas as letras e ele acaba fazendo. Mas perde a metade da graça, né? Porque fica evidente que faz por obrigação e não por prazer", reclama Andréa, sem saber como resolver a situação. "Às vezes, faço chantagem do tipo ‘só faço se você me der em troca' e funciona. Mas é chato, porque o problema de achar que ele não está gostando se mantém", constata.
Qual o seu apelo sexual? Faça o teste!
Quando um homem se nega a fazer sexo oral em sua mulher, é natural que ela fique insegura e queira saber o motivo. Foi o que aconteceu com Silvana, de 30 anos, advogada, que ficou preocupada com seus odores. "Primeiro, fiz uma depilação especial, para não haver a desculpa do pêlo. Aí fui ao ginecologista e fiz um check up - deu uma inflamação boba, que tratei imediatamente. Ele até que passou a fazer com mais freqüência, mas virei escrava da depilação, por exigência dele", conta Silvana, certa de que o sacrifício vale a pena. Ela não deixou barato: "Pedi para ele tirar o excesso de pelos dele também. É claro que ele não depila, mas passa máquina um e fica realmente bem mais agradável para mim", diz.
O que eles dizem
A maioria dos homens com quem conversamos se disse fã incondicional do sexo oral e jura que ama fazer o tempo todo, 24 horas por dia, o fim de semana inteirinho. "Adoro!", diz o redator Luciano A., "quem não gosta deve ser bicha", completa. O arquiteto Alexandre F. vai além: "Se o cara não faz, troque de namorado!", sugere. Encostado na parede, Alexandre disse que só não comparece quando há pelos demais ou cheiro forte. "Aí não é culpa do cara", esquiva-se.
Segundo a ginecologista Dra. Juracy Ghiaroni, água e sabão bastam para garantir a higiene íntima da mulher. "Ela deve se lavar toda vez que for ao banheiro: com água e sabão quando evacuar e somente água quando urinar", afirma, lembrando que os sabonetes especiais, desodorantes íntimos e lencinhos umedecidos são absolutamente desnecessários. "Podem até ser prejudiciais à saúde da mulher uma vez que alteram a flora vaginal e podem provocar alergias", explica ela.
Sobre a depilação, a doutora lembra que os pêlos protegem a vulva. "A recomendação é aparar para facilitar a higienização. Mas a mulher pode, sim, depilar se não apresentar alergia ou inflamação de repetição", afirma a doutora, salientando que se houver mau cheiro, secreção diferente do normal ou coceira, a mulher deve procurar um médico.
E quando se está toda cheirosa e depilada e, mesmo assim, o namorado nada? O jornalista Guilherme L. levanta a hipótese: "É egoísmo masculino puro e simples". É, gente, o sexo oral sem dúvida é um momento de grande doação na relação sexual, quando um fica paradinho só tendo prazer enquanto o outro tem todo o trabalho. O economista Valério abre o jogo: "Às vezes tenho preguiça de fazer porque sei que ela vai demorar até chegar ao orgasmo".
Segundo o psicoterapeuta sexual Oswaldo Rodrigues, o homem não foi socialmente treinado, educado e socializado para dedicar-se à excitação sexual da mulher. "O homem aprende, através de demonstrações e até de verbalizações que não tem que servir à mulher, pois é ela quem deve servir ao homem", afirma.
Oswaldo lembra que a cunilíngua (sexo oral nas mulheres) já equivaleu-se à demonstração de submissão à mulher, a exemplo de uma imperatriz chinesa que obrigava quem fosse falar com ela em audiência, primeiramente, a lhe fazer sexo oral para só depois, em troca, ser ouvido. "Há homens que não desejam fazer sexo oral por não considerarem algo moralmente adequado", ressalta.
É conversando que se chega lá
Perguntado sobre a chantagem do tipo "só faço em você se você fizer em mim", o psicoterapeuta é taxativo: "Nestes casos, estaremos favorecendo mecanismos neuróticos que permitem manipulação, gerarão raiva e, provavelmente, impedirão a continuidade do relacionamento", alerta.
Uma boa conversa é sempre a melhor opção. "O caminho mais seguro é combinar o que se pode fazer, questionar e ouvir os motivos do homem não desejar fazer cunilíngua. Com a aproximação adequada e sem exigência, permitir que o homem possa reconhecer que o que ele pensava não era o correto", sugere Oswaldo.
Na opinião do psicanalista, mesmo com conversa haverá quem não deseje e quem não faça sexo oro-genital (seja felação, seja cunilíngua). "Pelo menos o casal pode tentar compreender os limites de cada um para poder medir a falta do ato. Desta forma, não culparão o outro, nem desenvolverão mal-estar e raiva", conclui.
De primeira
De primeira
por Rosana F.
27/11/2009
O que pode e o que não pode na primeira noite de amor com ele
Vocês estão no maior vuco-vuco, corpos colados e beijos intermináveis. As evidências apontam que os próximos passos são em direção à cama. Aí bate aquela incerteza: o que pode e o que não pode rolar na primeira noite com um homem? Transar pode? Oral pode? Verbal pode? Animal pode? Entre todos os entrevistados, nem "sim", nem "não", a resposta freqüente foi "depende".
Vamos começar pelo início: pode ir pra cama no primeiro encontro? Há quem diga que sim, claro, sem problemas. E há quem diga que não, como o dentista Alexandre P., de 26 anos. "Se ela transa comigo de primeira, acho que faz a mesma coisa com todo mundo", sentencia Alexandre, assumindo que passa a ver a menina com outros olhos.
No outro extremo, tem homem que não apenas diz que pode transar na primeira noite, como garante que prefere as que topam de uma vez: "Claro que pode", diz Ednaldo Rodrigues, 29 anos, confessando ter predileção pelas que vão para a cama de primeira. "Na minha cabeça, significa que gosta muito do esporte. E isso é uma grande qualidade em uma mulher", diz ele, que não gosta quando percebe que a mulher está a fim, mas fica se segurando porque quer ser considerada uma menina pra namorar. "Não existe mais isso!", completa.
No primeiro encontro ou no décimo, topamos ir para cama. Agora a questão é outra: estando debaixo dos lençóis, o que pode e o que não pode na primeira transa do casal? Antes de responder, parece que é preciso ter muita sensibilidade para saber até onde ir na primeirona - para que não seja também a última noite.
Entre os entrevistados, as respostas mais freqüentes para o "não pode" foram: em primeiro lugar disparado, anal; em segundo lugar, bater; e em terceiro, xingar. Mas, gente, não tem cartilha, como comprova a advogada Lílian D., de 31 anos. "Logo na primeira noite, fiz de um tudo, inclusive sexo anal. Ele ficou maluco. No dia seguinte, desliguei o telefone celular e só fui atender as ligações dele alguns dias depois. Começamos a namorar e ficamos juntos três anos", lembra a advogada, que não se arrepende e faria tudo de novo.
Liberais?
Como diz o ditado, "quem tem boca fala o que quer" e os homens gostam de dizer que estão cada vez mais liberais. É o caso do consultor de informática Fabrício F., de 31anos. "Não me impressiono fácil. Só se ela fizer algo muito profissional logo na primeira transa, tipo: ter mais de duas pessoas envolvidas, usar uma lingerie ousada demais, pedir para levar uns tapas na cara, pedir por trás e por aí vai", diz ele, que faz questão de esclarecer que esses exemplos são normais entre quatro paredes, mas chamam atenção quando rolam logo na primeira vez. "Depende da idade da moça. Depois de 25 anos, pode fazer o que quiser", estabelece.
Você entende a cabeça dos homens? Faça o teste!
O designer Hélio G., 33 anos, revela que transou com todas as suas namoradas na primeira noite. "Não vejo problema algum nisso", diz, acrescentando que a mulher pode até ser safada na primeira noite, mas com moderação. "A mulher pode ser sacana, mas não vulgar. A vulgaridade pega bem mais tarde, mas só quando o casal tiver um pouco mais de intimidade", diz, explicando que todo homem fantasia que a mulher tem um comportamento mais ousado exclusivamente com ele. "Se ela é muito liberada logo de primeira, aí você pensa que ela é assim com todo mundo. E eu gosto de pensar que ela ficou safada quando me conheceu, como se eu tivesse despertado o vulcão que existe dentro dela". Hélio defende que pega bem na primeira noite uma lingerie sexy. "Essencial!", diz.
Da boca pra fora
O papo liberal cai bem na mesa do bar, mas será que na cama é assim mesmo? Para a professora Adriana H., 29 anos, o que pode e o que não pode rolar variam de acordo com as intenções com o parceiro. "Se for um cara que eu esteja a fim, me seguro pra não ‘assustar' e tentar levar a uma coisa mais séria. Mas se for uma coisa casual, não me preocupo", assume.
Adri lembra que os caras são muito travados e preconceituosos na cama. "Eles se dizem liberais, mas é só da boca pra fora. Eu gosto de falar sacanagem, mas falo pouco nas primeiras vezes. Tem coisa que é preciso mais intimidade e conhecer melhor o outro pra saber se pode ou não pode", diz, acrescentando que o que não pode de jeito nenhum é virar para o lado e dormir. "Aí não dá, né? Tem que rolar um carinho, um papinho pós-sexo, que é tudo de bom", resume. Nesse ponto, minha amiga, t-o-d-a-s concordam.
Cada caso é um caso
Segundo o psicoterapeuta sexual Oswaldo Rodrigues, cada pessoa tem necessidades e históricos de vida diferentes. "Na média, os homens ainda pensam de modo semelhante aos nossos avós quando olham para uma mulher, se ela ‘serve para casar' ou ‘serve apenas para sexo'", afirma, frisando que há homens para os quais essa questão não é relevante. "Existem muitos que somente buscarão compromisso com mulheres com quem possam ter sexo na primeira noite. Estes homens não se incomodam com virgindade, muito pelo contrário, querem saber os limites e possibilidades que têm com a mulher para poder entender se desejam passar muitos anos e décadas da vida com ela", explica.
Você afasta os homens? Faça o teste!
Para o sexólogo, não é recomendável nem se tolir, nem extrapolar em um primeiro encontro. "Apresentar o padrão com o qual se identifica será o mais proveitoso, pois permitirá estabelecer um relacionamento de confiança", esclarece, acrescentando que a maior parte dos homens, realmente, só é liberal da boca pra fora. "Eles se dizem liberais, libertinos, e não conseguem compreender que estão muito aquém do que verbalizam. Eles não fazem tudo no sexo, nem sabem o tudo o que pode existir", finaliza.
por Rosana F.
27/11/2009
O que pode e o que não pode na primeira noite de amor com ele
Vocês estão no maior vuco-vuco, corpos colados e beijos intermináveis. As evidências apontam que os próximos passos são em direção à cama. Aí bate aquela incerteza: o que pode e o que não pode rolar na primeira noite com um homem? Transar pode? Oral pode? Verbal pode? Animal pode? Entre todos os entrevistados, nem "sim", nem "não", a resposta freqüente foi "depende".
Vamos começar pelo início: pode ir pra cama no primeiro encontro? Há quem diga que sim, claro, sem problemas. E há quem diga que não, como o dentista Alexandre P., de 26 anos. "Se ela transa comigo de primeira, acho que faz a mesma coisa com todo mundo", sentencia Alexandre, assumindo que passa a ver a menina com outros olhos.
No outro extremo, tem homem que não apenas diz que pode transar na primeira noite, como garante que prefere as que topam de uma vez: "Claro que pode", diz Ednaldo Rodrigues, 29 anos, confessando ter predileção pelas que vão para a cama de primeira. "Na minha cabeça, significa que gosta muito do esporte. E isso é uma grande qualidade em uma mulher", diz ele, que não gosta quando percebe que a mulher está a fim, mas fica se segurando porque quer ser considerada uma menina pra namorar. "Não existe mais isso!", completa.
No primeiro encontro ou no décimo, topamos ir para cama. Agora a questão é outra: estando debaixo dos lençóis, o que pode e o que não pode na primeira transa do casal? Antes de responder, parece que é preciso ter muita sensibilidade para saber até onde ir na primeirona - para que não seja também a última noite.
Entre os entrevistados, as respostas mais freqüentes para o "não pode" foram: em primeiro lugar disparado, anal; em segundo lugar, bater; e em terceiro, xingar. Mas, gente, não tem cartilha, como comprova a advogada Lílian D., de 31 anos. "Logo na primeira noite, fiz de um tudo, inclusive sexo anal. Ele ficou maluco. No dia seguinte, desliguei o telefone celular e só fui atender as ligações dele alguns dias depois. Começamos a namorar e ficamos juntos três anos", lembra a advogada, que não se arrepende e faria tudo de novo.
Liberais?
Como diz o ditado, "quem tem boca fala o que quer" e os homens gostam de dizer que estão cada vez mais liberais. É o caso do consultor de informática Fabrício F., de 31anos. "Não me impressiono fácil. Só se ela fizer algo muito profissional logo na primeira transa, tipo: ter mais de duas pessoas envolvidas, usar uma lingerie ousada demais, pedir para levar uns tapas na cara, pedir por trás e por aí vai", diz ele, que faz questão de esclarecer que esses exemplos são normais entre quatro paredes, mas chamam atenção quando rolam logo na primeira vez. "Depende da idade da moça. Depois de 25 anos, pode fazer o que quiser", estabelece.
Você entende a cabeça dos homens? Faça o teste!
O designer Hélio G., 33 anos, revela que transou com todas as suas namoradas na primeira noite. "Não vejo problema algum nisso", diz, acrescentando que a mulher pode até ser safada na primeira noite, mas com moderação. "A mulher pode ser sacana, mas não vulgar. A vulgaridade pega bem mais tarde, mas só quando o casal tiver um pouco mais de intimidade", diz, explicando que todo homem fantasia que a mulher tem um comportamento mais ousado exclusivamente com ele. "Se ela é muito liberada logo de primeira, aí você pensa que ela é assim com todo mundo. E eu gosto de pensar que ela ficou safada quando me conheceu, como se eu tivesse despertado o vulcão que existe dentro dela". Hélio defende que pega bem na primeira noite uma lingerie sexy. "Essencial!", diz.
Da boca pra fora
O papo liberal cai bem na mesa do bar, mas será que na cama é assim mesmo? Para a professora Adriana H., 29 anos, o que pode e o que não pode rolar variam de acordo com as intenções com o parceiro. "Se for um cara que eu esteja a fim, me seguro pra não ‘assustar' e tentar levar a uma coisa mais séria. Mas se for uma coisa casual, não me preocupo", assume.
Adri lembra que os caras são muito travados e preconceituosos na cama. "Eles se dizem liberais, mas é só da boca pra fora. Eu gosto de falar sacanagem, mas falo pouco nas primeiras vezes. Tem coisa que é preciso mais intimidade e conhecer melhor o outro pra saber se pode ou não pode", diz, acrescentando que o que não pode de jeito nenhum é virar para o lado e dormir. "Aí não dá, né? Tem que rolar um carinho, um papinho pós-sexo, que é tudo de bom", resume. Nesse ponto, minha amiga, t-o-d-a-s concordam.
Cada caso é um caso
Segundo o psicoterapeuta sexual Oswaldo Rodrigues, cada pessoa tem necessidades e históricos de vida diferentes. "Na média, os homens ainda pensam de modo semelhante aos nossos avós quando olham para uma mulher, se ela ‘serve para casar' ou ‘serve apenas para sexo'", afirma, frisando que há homens para os quais essa questão não é relevante. "Existem muitos que somente buscarão compromisso com mulheres com quem possam ter sexo na primeira noite. Estes homens não se incomodam com virgindade, muito pelo contrário, querem saber os limites e possibilidades que têm com a mulher para poder entender se desejam passar muitos anos e décadas da vida com ela", explica.
Você afasta os homens? Faça o teste!
Para o sexólogo, não é recomendável nem se tolir, nem extrapolar em um primeiro encontro. "Apresentar o padrão com o qual se identifica será o mais proveitoso, pois permitirá estabelecer um relacionamento de confiança", esclarece, acrescentando que a maior parte dos homens, realmente, só é liberal da boca pra fora. "Eles se dizem liberais, libertinos, e não conseguem compreender que estão muito aquém do que verbalizam. Eles não fazem tudo no sexo, nem sabem o tudo o que pode existir", finaliza.
É Possível sentir prazer com a camisinha feminina
É Possível sentir prazer com a camisinha feminina
sexta-feira, 26 de agosto de 2011 17:05
Fabricada no formato de grande bolsa de poliuretano, método não reduz a sensibilidade (Foto: Stock.Xchng)
Grande parte da população desconhece as camisinhas femininas, mas o método que veio com o intuito de tornar a mulher responsável por cuidar da contracepção não impede que a relação sexual seja prazerosa para o casal.
Fabricada no formato de uma grande bolsa de poliuretano, plástico mais macio que o látex, presente na camisinha masculina, o método não reduz a sensibilidade. “A imagem de desconforto não passa de mito”, explica Rogério Bonassi, membro da Sogesp (Associação de Obstetricia e Ginecologia do Estado de São Paulo).
Outro impasse para a implantação da camisinha feminina é o preço. Enquanto a masculina é distribuída gratuitamente nos postos o método para as mulheres pode custar até R$ 10 o pacote com três unidades.
Entretanto Oswaldo Martins, psicólogo e terapeuta sexual do Inpasex (Instituto Paulista de Sexualidade) afirma que muitas vezes o uso da camisinha fere limites pessoais das mulheres. “A mulher tem que conhecer seus limites pessoais, pois se a camisinha ferir algum destes limites ela não a usará e a tratará como um produto negativo”, conta.
Como usar
A utilização do preservativo não tem segredos. A colocação é intra vaginal e funciona como se fosse um diafragma – outro método contraceptivo. “Uma mulher que usa o absorvente interno consegue utilizar facilmente”, garante Bonassi.
Primeiro a mulher tem de achar uma posição confortável, depois segurar a camisinha com o anel externo pendurado para baixo. O anel interno deve ser introduzido na vagina e empurrado o mais fundo possível até cobrir o colo do útero.
O anel externo deve ficar pelo menos 3 cm para fora e serve para prevenir possíveis DSTs (Doenças Sexualmente Transmissíveis). De acordo com Martins o uso do preservativo feminino depende do quanto a mulher conhece o próprio corpo. “Para usar a camisinha feminina, a mulher terá de desenvolver um grau de confiança consigo mesma e de conhecimento do próprio corpo”, conclui. (Colaborou Larissa Marçal)
sexta-feira, 26 de agosto de 2011 17:05
Fabricada no formato de grande bolsa de poliuretano, método não reduz a sensibilidade (Foto: Stock.Xchng)
Grande parte da população desconhece as camisinhas femininas, mas o método que veio com o intuito de tornar a mulher responsável por cuidar da contracepção não impede que a relação sexual seja prazerosa para o casal.
Fabricada no formato de uma grande bolsa de poliuretano, plástico mais macio que o látex, presente na camisinha masculina, o método não reduz a sensibilidade. “A imagem de desconforto não passa de mito”, explica Rogério Bonassi, membro da Sogesp (Associação de Obstetricia e Ginecologia do Estado de São Paulo).
Outro impasse para a implantação da camisinha feminina é o preço. Enquanto a masculina é distribuída gratuitamente nos postos o método para as mulheres pode custar até R$ 10 o pacote com três unidades.
Entretanto Oswaldo Martins, psicólogo e terapeuta sexual do Inpasex (Instituto Paulista de Sexualidade) afirma que muitas vezes o uso da camisinha fere limites pessoais das mulheres. “A mulher tem que conhecer seus limites pessoais, pois se a camisinha ferir algum destes limites ela não a usará e a tratará como um produto negativo”, conta.
Como usar
A utilização do preservativo não tem segredos. A colocação é intra vaginal e funciona como se fosse um diafragma – outro método contraceptivo. “Uma mulher que usa o absorvente interno consegue utilizar facilmente”, garante Bonassi.
Primeiro a mulher tem de achar uma posição confortável, depois segurar a camisinha com o anel externo pendurado para baixo. O anel interno deve ser introduzido na vagina e empurrado o mais fundo possível até cobrir o colo do útero.
O anel externo deve ficar pelo menos 3 cm para fora e serve para prevenir possíveis DSTs (Doenças Sexualmente Transmissíveis). De acordo com Martins o uso do preservativo feminino depende do quanto a mulher conhece o próprio corpo. “Para usar a camisinha feminina, a mulher terá de desenvolver um grau de confiança consigo mesma e de conhecimento do próprio corpo”, conclui. (Colaborou Larissa Marçal)
Loucuras de Carnaval
Loucuras de Carnaval
por Rosana F.
14/02/2010
Campeonato de beijos, sexo com um pirata, histórias picantes de quem aprontou toda
ATENÇÃO: ESTE CONTEÚDO POSSUI TEOR SEXUAL E É IMPRÓPRIO PARA MENORES DE 18 ANOS.
Quando parecia que era impossível o baile ficar mais animado, começou a tocar "Vou beijar-te agora, não me leve a mal, hoje é carnaval". Euforia. Álcool. Beijo na boca. Amasso. Loucura. Para muita gente, o Carnaval é o momento para realizar desejos que não temos coragem no resto do ano.
O clima é permissivo. A música está alta. As roupas são curtas. E justas. Paetês! Foi nesse clima que a relações públicas Fernanda entrou em uma competição com a melhor amiga: "Vamos ver quem fica com mais caras durante do Carnaval", conta Fernanda, que se divertiu com a brincadeira. "Zoamos muito. Conhecemos muita gente. Brincamos e, claro, beijamos horrores. Mais de dez homens por noite", lembra ela, que perdeu a disputa mas não o humor. "Ela ficou com mais caras que eu em todas as noites, mas eu fui mais seletiva", garante. Tudo só da cintura pra cima. "Ninguém transou com ninguém, era só beijo mesmo", diz.
No meio do bloco de Carnaval, a advogada M. esbarrou em um velho conhecido. "Ele já tinha tentado ficar comigo várias vezes, mas eu nunca tinha aceitado porque ele era ex-namorado de uma amigona", conta M., que, na última festa do Momo não resistiu e cedeu aos encantos do rapaz. "Ficamos na praia, de biquíni e sunga, na maior empolgação. A doideira foi tanta que ele perdeu a chave de casa na areia e nem reclamou", relembra a advogada que depois teve que se acertar com a amiga e ex-namorada do folião. "Depois de uma boa conversa, acabou que ela entendeu. O ex dela se tornou meu atual", conta.
CONHEÇA UM KAMA SUTRA SOB MEDIDA PARA VOCÊS
Ela estava vestida de princesa. Ele, de pirata. Mesmo sendo um casal improvável, ficaram juntos no final do baile. Muita cerveja, samba e agarramento. Entraram juntos no táxi e foram direto pra casa dele. "Nem sei o que conversamos. Quando percebi, estava transando com o pirata no chão da sala", conta a princesa, que se chama Renata. Depois do sexo, Renata e seu pirata, Guilherme, adormeceram no sofá.
"No dia seguinte, acordei superconstrangida. Não tinha a menor intimidade com o cara, estava com vergonha e não sabia como agir. Me despedi e saí de lá correndo", lembra ela, dizendo que a transa foi boa, mas sem preservativo. "Fazer loucuras no Carnaval é normal. Acontece. Mas não pode esquecer a camisinha de jeito nenhum. Isso me deixou muito chateada". Renata jura ter aprendido a lição e assegura: vai botar a camisinha nas próximas fantasias.
Segundo o psicólogo Oswaldo Rodrigues, do Instituto Paulista de Sexualidade, as pessoas não transam mais no Carnaval do que em outros momentos. "O excesso de bebida e de outras substâncias é contrário e impeditivo para o sexo. Também o excesso de atividades físicas desgasta e não facilita a atividade sexual", afirma o psicólogo.
No meio da folia, está todo mundo com uma lata de cerveja na mão. O objetvo: perder a inibição. "O álcool impede o funcionamento do cérebro no tocante à censura e aprendizados sociais. Sim, isto faz com que as pessoas possam envolver-se mais impulsivamente e sem a culpa de ter feito sexo com alguém desconhecido, por exemplo. E normalmente reproduz uma desculpa racionalizada nos dias seguintes: ‘estava bêbado'", explica Oswaldo.
Pesquisas mostram que a disposição de beber leva a outros comportamentos como não usar preservativo, "não conseguir colocar camisinha", "esquecer" de colocar a camisinha, "não deu tempo", etc. Por isso, atenção redobrada, heim? Não aceite desculpas da parte dele.
O psicólogo ressalta que a quantidade de álcool pode acelerar o início da atividade sexual, mas o ato em si pode deixar a desejar. "São relações sem qualidade, não são elaboradas, e mesmo com o efeito retardante do álcool na ejaculação, os homens ainda ejaculam relativamente rápido ou não ejaculam", explica ele.
E a camisinha?
Dr. Oswaldo afirma que, durante o Carnaval, ninguém lembra de tomar os cuidados necessários. "Muitas mulheres pensam que se ocorrer algo podem tomar a pílula do dia seguinte ou um coquetel anti-HIV por um mês! São comportamentos autodestrutivos e que até parecem ser planejados nestas ocasiões. Corre-se um risco e não se planeja um cuidado", revela o psicólogo, lembrando da necessidade de um trabalho anterior de autoconhecimento para conseguir tomar cuidados e poder usufruir do sexo casual. Ou seja, antes, durante e depois do Carnaval, vista a camisinha. Assim, é alegria o ano inteiro!
por Rosana F.
14/02/2010
Campeonato de beijos, sexo com um pirata, histórias picantes de quem aprontou toda
ATENÇÃO: ESTE CONTEÚDO POSSUI TEOR SEXUAL E É IMPRÓPRIO PARA MENORES DE 18 ANOS.
Quando parecia que era impossível o baile ficar mais animado, começou a tocar "Vou beijar-te agora, não me leve a mal, hoje é carnaval". Euforia. Álcool. Beijo na boca. Amasso. Loucura. Para muita gente, o Carnaval é o momento para realizar desejos que não temos coragem no resto do ano.
O clima é permissivo. A música está alta. As roupas são curtas. E justas. Paetês! Foi nesse clima que a relações públicas Fernanda entrou em uma competição com a melhor amiga: "Vamos ver quem fica com mais caras durante do Carnaval", conta Fernanda, que se divertiu com a brincadeira. "Zoamos muito. Conhecemos muita gente. Brincamos e, claro, beijamos horrores. Mais de dez homens por noite", lembra ela, que perdeu a disputa mas não o humor. "Ela ficou com mais caras que eu em todas as noites, mas eu fui mais seletiva", garante. Tudo só da cintura pra cima. "Ninguém transou com ninguém, era só beijo mesmo", diz.
No meio do bloco de Carnaval, a advogada M. esbarrou em um velho conhecido. "Ele já tinha tentado ficar comigo várias vezes, mas eu nunca tinha aceitado porque ele era ex-namorado de uma amigona", conta M., que, na última festa do Momo não resistiu e cedeu aos encantos do rapaz. "Ficamos na praia, de biquíni e sunga, na maior empolgação. A doideira foi tanta que ele perdeu a chave de casa na areia e nem reclamou", relembra a advogada que depois teve que se acertar com a amiga e ex-namorada do folião. "Depois de uma boa conversa, acabou que ela entendeu. O ex dela se tornou meu atual", conta.
CONHEÇA UM KAMA SUTRA SOB MEDIDA PARA VOCÊS
Ela estava vestida de princesa. Ele, de pirata. Mesmo sendo um casal improvável, ficaram juntos no final do baile. Muita cerveja, samba e agarramento. Entraram juntos no táxi e foram direto pra casa dele. "Nem sei o que conversamos. Quando percebi, estava transando com o pirata no chão da sala", conta a princesa, que se chama Renata. Depois do sexo, Renata e seu pirata, Guilherme, adormeceram no sofá.
"No dia seguinte, acordei superconstrangida. Não tinha a menor intimidade com o cara, estava com vergonha e não sabia como agir. Me despedi e saí de lá correndo", lembra ela, dizendo que a transa foi boa, mas sem preservativo. "Fazer loucuras no Carnaval é normal. Acontece. Mas não pode esquecer a camisinha de jeito nenhum. Isso me deixou muito chateada". Renata jura ter aprendido a lição e assegura: vai botar a camisinha nas próximas fantasias.
Segundo o psicólogo Oswaldo Rodrigues, do Instituto Paulista de Sexualidade, as pessoas não transam mais no Carnaval do que em outros momentos. "O excesso de bebida e de outras substâncias é contrário e impeditivo para o sexo. Também o excesso de atividades físicas desgasta e não facilita a atividade sexual", afirma o psicólogo.
No meio da folia, está todo mundo com uma lata de cerveja na mão. O objetvo: perder a inibição. "O álcool impede o funcionamento do cérebro no tocante à censura e aprendizados sociais. Sim, isto faz com que as pessoas possam envolver-se mais impulsivamente e sem a culpa de ter feito sexo com alguém desconhecido, por exemplo. E normalmente reproduz uma desculpa racionalizada nos dias seguintes: ‘estava bêbado'", explica Oswaldo.
Pesquisas mostram que a disposição de beber leva a outros comportamentos como não usar preservativo, "não conseguir colocar camisinha", "esquecer" de colocar a camisinha, "não deu tempo", etc. Por isso, atenção redobrada, heim? Não aceite desculpas da parte dele.
O psicólogo ressalta que a quantidade de álcool pode acelerar o início da atividade sexual, mas o ato em si pode deixar a desejar. "São relações sem qualidade, não são elaboradas, e mesmo com o efeito retardante do álcool na ejaculação, os homens ainda ejaculam relativamente rápido ou não ejaculam", explica ele.
E a camisinha?
Dr. Oswaldo afirma que, durante o Carnaval, ninguém lembra de tomar os cuidados necessários. "Muitas mulheres pensam que se ocorrer algo podem tomar a pílula do dia seguinte ou um coquetel anti-HIV por um mês! São comportamentos autodestrutivos e que até parecem ser planejados nestas ocasiões. Corre-se um risco e não se planeja um cuidado", revela o psicólogo, lembrando da necessidade de um trabalho anterior de autoconhecimento para conseguir tomar cuidados e poder usufruir do sexo casual. Ou seja, antes, durante e depois do Carnaval, vista a camisinha. Assim, é alegria o ano inteiro!
Parafilias - formas variadas de prazer!
Parafilias - formas variadas de prazer!
Ter, 14/10/2008 - 18h47 - Amor e Sexo
Você gosta de uma pegada mais forte, escutar bobagens ao telefone ou ser dominada? Durante muitos anos, as diferentes formas de se obter prazer foram vistas, como perversões e até doenças. No entanto, desejos ou fantasias sexuais mais inusitadas podem ser considerados uma prática normal, desde que não tenham caráter compulsivo.
Toda expressão sexual diferente do que é aceito por uma sociedade ou época é denominada de parafilia, mas é necessário distinguir um comportamento sexual de uma psicopatologia. “Embora muitos comportamentos parafilicos possam ser identificados em nossos desejos e fantasias, ela só é dada como uma patologia quando há preocupação com o objeto de desejo ou se a obtenção do prazer é alcançada somente pelo sexo fora do comum”, explica Oswaldo Rodrigues Jr., psicólogo e diretor do Instituto Paulista de Sexualidade.
As questões sexuais são profundas e perturbam muitas pessoas, por isso, para ser determinada como uma psicopatologia é necessária uma avaliação psicológica especial. “A sexualidade ainda assusta muitas pessoas que buscam extinguir alguns desejos, mas, esses, só serão considerados anormais se causarem prejuízos à saúde ou segurança do próprio indivíduo ou dos demais”, diz.
Divididas em dois tipos, as parafilias podem envolver um objeto em especial, como pés, ou acontecer por meio de ato sexual diferenciado, como exposição em público ou a dor. “No passado, práticas sexuais aceitas pela sociedade hoje como, o sexo oral, anal, a masturbação ou mesmo a homossexualidade já foram consideradas formas de perversão”, ressalta.
Hoje, conforme as variações aceitáveis nos comportamentos sexuais de uma sociedade, algumas formas de parafilias são mais comuns e se fazem presentes ao longo da história. Já outras têm sido criadas de acordo com o objeto ou ato que determinará a excitação e o prazer sexual. “Um exemplo é a tele-escatofilia, o uso do telefone para obter satisfação sexual. Antes dos telefones, essas parafilias não existiam. O mesmo acontece com o uso dos computadores nas duas últimas décadas”, afirma o psicólogo.
Achou o assunto interessante? Um filme que aborda de forma inteligente algumas dessas práticas sexuais é “A Secretária do diretor Steven Shainberg”, que narra o encontro entre um advogado sádico e uma secretária masoquista.
Greve de sexo pode virar motivo de traição
Greve de sexo pode virar motivo de traição
Sex, 19/08/2011 - 11h26 - Amor e Sexo
Privar o homem de sexo não é algo novo. Na década de 70, a greve de sexo tinha objetivos mais amplos e feministas.
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Era uma barganha usada pela mulher para ser reconhecida, para ampliar o seu espaço. Vale lembra ainda que, bem antes disso, a mulher nem podia pensar nesse artifício, pois era vista como propriedade. O sexo era um direito do homem.
Mas de alguns anos para cá, a greve de sexo é aplicada pela mulher quando o objetivo é convencer o parceiro a fazer o que ela quer - ganhar uma joia ou fazer uma viagem dos sonhos - ou puni-lo por alguma atitude errada. Mas para a psicóloga e terapeuta sexual Arlete Gavranic, também coordenadora do curso de pós-graduação em Terapia Sexual do ISEXP (Instituto Brasileiro Interdisciplinar se Sexologia e Medicina Psicossomática), a qualidade e a eficiência dessa negociação é baixa.
"A greve de sexo pode funcionar com casais, cujo homem é submisso e a mulher manipuladora. Mas essa não é a realidade da maioria dos casais", afirma. "Entre alguns homens essa tática pode resultar em indiferença, agressividade (desde irritabilidade até o ato físico) ou até mesmo uma traição. É como se ele se vingasse da vingança da mulher, do boicote dela", completa.
O grau da mazela provocada pela greve varia de casal para casal e da quantidade de relações sexuais dos mesmos. De acordo com o "Estudo da Vida Sexual do Brasileiro", realizado pela psiquiatra Carmita Abdo em 2003, o brasileiro tem uma média de três relações sexuais por semana. Dra. Arlete lembra que há casais que fazem sexo uma ou duas vezes por semana, todos os dias, quinzenalmente ou até mensalmente.
"Para os mais regulares, uma greve de sexo de 10 dias, por exemplo, é capaz de fazer o homem subir pelas paredes e ficar muito irritado. Mas o que é uma greve para casais que têm relações a cada 15 dias ou uma vez por mês?", pensa a psicóloga. "O que a mulher tem que entender é que boicotar o sexo significa boicotar o prazer da relação, podendo trazer muito mais desentendimentos do que barganhas", alerta.
A psicóloga garante também que é enorme o número de casos de traições por conta de atos dessa natureza. Isso mostra que são poucas as vezes que essa arma causa um efeito positivo. E aconselha: em vez de greve de sexo, a mulher deveria aprenda a fomentar seu poder de sedução.
"Se ela apela para o jejum, tem consciência de que a sexualidade possui um valor importante dentro da relação. Então que tal fazer o inverso e despertar no outro o desejo de conquistar?" E exemplifica: "Crie uma expectativa no parceiro de que vai haver determinada comemoração no dia em que você ganhar o que quer. Isso mobiliza o desejo dele de maneira positiva, de satisfazer a mulher não pela birra, mas pela vontade de conquistar algo."
Por Juliana Falcão (MBPress)
Sex, 19/08/2011 - 11h26 - Amor e Sexo
Privar o homem de sexo não é algo novo. Na década de 70, a greve de sexo tinha objetivos mais amplos e feministas.
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Era uma barganha usada pela mulher para ser reconhecida, para ampliar o seu espaço. Vale lembra ainda que, bem antes disso, a mulher nem podia pensar nesse artifício, pois era vista como propriedade. O sexo era um direito do homem.
Mas de alguns anos para cá, a greve de sexo é aplicada pela mulher quando o objetivo é convencer o parceiro a fazer o que ela quer - ganhar uma joia ou fazer uma viagem dos sonhos - ou puni-lo por alguma atitude errada. Mas para a psicóloga e terapeuta sexual Arlete Gavranic, também coordenadora do curso de pós-graduação em Terapia Sexual do ISEXP (Instituto Brasileiro Interdisciplinar se Sexologia e Medicina Psicossomática), a qualidade e a eficiência dessa negociação é baixa.
"A greve de sexo pode funcionar com casais, cujo homem é submisso e a mulher manipuladora. Mas essa não é a realidade da maioria dos casais", afirma. "Entre alguns homens essa tática pode resultar em indiferença, agressividade (desde irritabilidade até o ato físico) ou até mesmo uma traição. É como se ele se vingasse da vingança da mulher, do boicote dela", completa.
O grau da mazela provocada pela greve varia de casal para casal e da quantidade de relações sexuais dos mesmos. De acordo com o "Estudo da Vida Sexual do Brasileiro", realizado pela psiquiatra Carmita Abdo em 2003, o brasileiro tem uma média de três relações sexuais por semana. Dra. Arlete lembra que há casais que fazem sexo uma ou duas vezes por semana, todos os dias, quinzenalmente ou até mensalmente.
"Para os mais regulares, uma greve de sexo de 10 dias, por exemplo, é capaz de fazer o homem subir pelas paredes e ficar muito irritado. Mas o que é uma greve para casais que têm relações a cada 15 dias ou uma vez por mês?", pensa a psicóloga. "O que a mulher tem que entender é que boicotar o sexo significa boicotar o prazer da relação, podendo trazer muito mais desentendimentos do que barganhas", alerta.
A psicóloga garante também que é enorme o número de casos de traições por conta de atos dessa natureza. Isso mostra que são poucas as vezes que essa arma causa um efeito positivo. E aconselha: em vez de greve de sexo, a mulher deveria aprenda a fomentar seu poder de sedução.
"Se ela apela para o jejum, tem consciência de que a sexualidade possui um valor importante dentro da relação. Então que tal fazer o inverso e despertar no outro o desejo de conquistar?" E exemplifica: "Crie uma expectativa no parceiro de que vai haver determinada comemoração no dia em que você ganhar o que quer. Isso mobiliza o desejo dele de maneira positiva, de satisfazer a mulher não pela birra, mas pela vontade de conquistar algo."
Por Juliana Falcão (MBPress)
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