sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Como proteger a sua vagina da umidificação satânic...

Toda mulher ungida sabe que quando a vagina fica molhada é porque Satanás está por perto!! Quando eu era Oca até quando via dois cachórros fornicando na rua eu ficava com a vagina umidificada, molhava tanto que até aparecia na calça jeans.


Hoje como sou uma mulher ungida, tomo alguns cuidados para que isso não aconteça. Pois ao presenciarmos qualquer tipo de fornicação, a vagina fica úmida como se Satanás a tivesse regado com pecado e nem as mulheres de bem estão livres disso.


Por isso fiz uma listinha de dicas para todas as mulheres ungidas. Dicas valiosas para que Satanás nem ouse chegar perto de sua vagina. Vamos conferir:




- Evite lavar a vagina com os dedos ou chuverinho, prefira a lavagem rápida e superficial, sem muito toque;

- Não olhe para a língua das lésbicas masculinas;


- Evite comer bananas, cenoura e outros legumes com formato de pênis. Se for comer, os corte de olhos fechados, para que você não veja o formato do vegetal;


- Não use bidê após defecar;


- Não deixe eu namorado colocar as mãos em seus seios, vagina, ânus, braços, pescoço, barriga... permita apenas que ele pegue em suas mãos, pois o fogo satânico pode subir e sua vagina molhar;

- Só coma linguiças e salsichas se elas forem picadinhas;


- Não escute músicas de cantores fornicadores como Fábio Junior, Maria Gadú, Leonardo e outros;

- Não chupe picolé, prefira sorvete de massa com colherzinha;

- Não use calcinhas que entrem em sua vagina;


- Não deixe homens e lésbicas masculinas a encoxarem em coletivos, como ônibus, metrô, trem... se sentir uma aproximação desvie o quadril ou se solte um gás intestinal para que o agressor se distancie;

- Em dias quentes não refresque a vagina com gelo;


- Evite usar o celular no vibra call (chamada vibratória em inglês)

- Não coloque travesseiro entre as pernas para dormir;


- Desvie o olhar ao ver cachórros fornicando;


- Não use absorvente de introdução;

- Ao acordar, coloque a mão sobre sua órgã sexual, ore em línguas e peça para que o Senhor a proteja de todo o mal;


- Evite olhar para o volume da calça de homens negros;


- Não marque consulta com ginecologista do sexo masculino;



Alguns dizem que Deus faz com que a nossa vagina fique molhada para que o pênis entre mas fácil, mas isso é mentira!! Se for fazer sexo reprodutivo com o seu varão, lubrifique sua vagina com óleo ungido para dar proteção e para que o esperma fecundador dele chegue todo feliz em Cristo em seu úngido óvulo!!

Espero que tenham gostado de minhas dicas, pois elas também servem para a anti-sensualização!! Ai, como adoro passar conhecimento!!

Cley é inteligente, Cley é exemplo, Cley é ungida!! Cley é sequinha em Cristo!

http://www.cleycianne.com/2010/12/como-proteger-sua-vagina-da.html?spref=bl

Cleycianne - Deus é Mas: Etiqueta Gospel do Sexo Reprodutivo

Você acabou de se casar e não sabe como se comportar na cama com o seu Varão? Você tem medo de parecer sensual na cama? Seus problemas acabaram, pois eu Cleycianne, fiz um guia para a primeira noite de sexo reprodutivo de uma Varoa ungida!




- Preliminares não existem no ungido sexo reprodutivo. Por isso, não chupe, lamba ou mame o pênis do Varão em hipótese alguma;

- Jamas deixe o Varão colocar a boca em sua vagina;

- Beijo na boca é liberado, porém de forma delicada, nada de chupar a língua do parceiro;



- Desembaraçe os pêlos de sua vagina, para que o Varão consiga introduzir seu pênis;


- Barriga e banha fazem o Varão perder a ereção, por isso, fique sempre em forma!! Faça a Dieta em Cristo e o ungido programa de exercícios Malhando com Cleycianne;


- Para facilitar a penetração, uma boa dica é untar a sua vagina com o poderoso óleo ungido;


- Posições chamadas de "de quatro", "frango assado", "boquinha da garrafa" e outras, simplismente não existem no sexo reprodutivo. O ideal é que o Varão fique sempre em cima da Varoa para demonstrar a sua superioridade, enquanto ela fica deitada de pernas abertas somente esperando a sementinha que será lançada em sua vagina através do pênis do Varão.

- Não tente o sexo reprodutivo de bruços, pois o Varão pode acabar errando a entrada da sua vagina e colocando sem querer no seu ânus;

- Durante a penetração, não se mexa;

- Enquanto o Varão pratica o "leva e traz" da fecundação em sua vagina, ore alto e fale em línguas!! Isso chama a atenção do Senhor e as chances de você ser fecundada aumentam;

- Se durante o ato, o Varão te dar um tapa, fique na sua, pois sabemos que os Varões são um pouco violentos por natureza. Pode ser que você esteja fazendo algo errado, por isso vigie;

- Não deixe o Varão mamar em seus seios, já que eles servirão apenas para alimentar o seu futuro bebê ungido. Brincar de mamãe com o Varão tá amarrado 3x;


- Se o seu Varão ejacular fora de sua vagina sem querer, tente colocar todo o esperma para dentro dela, não desperdice o mel da reprodução;

- Se você estiver nervosa, coloque um ungido cd de música Gospel, abra suas pernas e relaxe na unção;

- Após o ato, levante, limpe o suor de seu Varão, arrume a cama e vá fritar um bife, pois o seu Varão estará faminto.


E ai meninas, gostaram? Cleycianne ensina como se faz, Cleycianne sabe o que é correto, Cleycianne é sexologa em Cristo!! Hana Macantarava Suya!!

http://www.cleycianne.com/2010/12/etiqueta-gospel-do-sexo-reprodutivo.html?spref=bl

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

The Shadow of Cyber pedophiles: Help your child to be protected against the global network of Pedophilia

The Shadow of Cyber pedophiles: Help your child to be protected against the global network of Pedophilia

Entenda subconsciente dos homens durante o sexo

08/02/2011 -- 15h00
Entenda subconsciente dos homens durante o sexo

Ejaculação precoce não está diretamente ligada a um efeito racional; forma dos homens desenvolverem o pensar também contribui para ato
Pertencer ao gênero masculino, nesta cultura, exige algumas padronizações de atitude, de comportamento e por conseguinte, de fórmulas de pensamento.

Cada homem tem que aprender a usar algumas ideias que pautarão o comportamento explícito e o verbal nas mais diferentes áreas de atuação.

Para produzir um ser masculino útil para a manutenção da espécie, enquanto o ser humano desenvolvia-se, as formas de pensamento também se desenvolviam.

Algumas formas ou processos cognitivos desenvolveram-se de tal maneira que produziam efeitos secundários errados, diferentes do que se poderia chamar de racional. Estas formas distorsivas podem ter tido utilidades sociais, inclusive para um determinado grupo social/cultural ter como demonstrar o que era um comportamento errado.

Então, fôssemos homens ou mulheres, precisávamos desenvolver meios, modos de pensar coisas que conduzissem a um mesmo produto.

Existem inúmeras formas de usarmos o pensamento, e muitas destas são erradas, produzem erros. Homens, para se perceberem homens, aprendem alguns formatos que produzem pensamentos específicos. Estes pensamentos conduzem à ejaculação com penetração vaginal como objetivo primordial.

A maioria dos homens perceberá que ao se dirigir a uma mulher terá um pensamento em paralelo sempre ocorrendo: ''querer penetrar''. Com a penetração surge a outra ordem mental que é bastante simplista: ''ejacular'', e com a ejaculação aparece o orgasmo e a percepção de que se fez a coisa certa.

Já com o sexo oral, a percepção de que se deve ejacular não ocorre. Os pensamentos são dirigidos para ponderar que esta ação será apenas um elemento estimulador, onde se pode ejacular, mas apenas se não houver a possibilidade de ejacular intravaginalmente.

Esta se torna uma boa razão pela qual a maioria dos homens não sente a mesma premência de ejacular sob sexo oral (felação) e quando penetra percebe a urgência de ejacular, forçando a contração dos músculos dos quadris e alto das coxas e, em específico, os púbicos, alcançando a ejaculação rapidamente.

Como são pensamentos muito fugidios, são automáticos, passam muito rápidos e a ação ocorre sem controle, temos o homem ejaculando rápido, em segundos ou no máximo em um ou dois minutos. Metade destes homens não reconhece que este comportamento seja a chamada ejaculação precoce. Afinal, sentem o prazer, e utilizam esta compreensão como razão para sentirem-se corretos.

O pensar é o fenômeno que diferenciará o ato sexual oral (felação) do coito (penetração). Será por meio do desenvolvimento do controle sobre o pensamento que o homem desenvolverá o controle sobre a ejaculação rápida.

Oswaldo M. Rodrigues Jr. - Psicólogo e Psicoterapeuta (São Paulo)

Saúde - Folha de Londrina

http://www.bonde.com.br/?id_bonde=1-27--50-20110208&tit=entenda+a+relacao+subconsciente+dos+homens+no+sexo

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

- Mídia e sexualidade - A visibilidade de gays e lésbicas nas novelas

- Mídia e sexualidade - A visibilidade de gays e lésbicas nas novelas
Por Hanna Korich*
Publicado em 1/2/2011 às 12:07
Posso afirmar com convicção que a teledramaturgia brasileira lentamente está abrindo espaço para os homossexuais. Explico: recentemente li no jornal que na novela “Insensato Coração”, o autor, Gilberto Braga, homossexual assumido, criou um núcleo de personagens gays. Meu comentário: finalmente, que ótimo!
Pois é, será que tem chance de acontecer o tão esperado beijo gay ou lésbico? Tomara!
É importante apresentar personagens gays e lésbicas nas novelas. O velho argumento que os mesmos escandalizam o público é tremendamente hipócrita e, sob esse pretexto, as emissoras limitam a liberdade de criação dos autores. Isso não pode acontecer! Precisamos evoluir e com essa notícia, sem criar grandes expectativas, quem sabe, vamos abrir nosso espaço neste veículo de comunicação tão poderoso. Será que as minhas leitoras concordam?
De algum modo, a mídia é o espelho da cultura e o interesse pela sexualidade sempre existiu. Afinal, não podemos descartar a hipótese de que a televisão no Brasil colabora para a educação sexual não só das crianças, mas dos jovens e adultos. Afirmo isso, considerando o comentário do Aguinaldo Silva, outro autor global, que declarou: “Há telespectador da Globo que nem sabe que homossexualismo (sic) existe”. Acredite se quiser.
Uma observação importante: homossexualismo ou homossexualidade? O primeiro termo até 1985 foi utilizado pela Classificação Internacional de Doenças (CID) e considerado como distúrbio. Assim, a nomenclatura homossexualidade foi adotada como menos discriminatória.
Temos que reconhecer que a homossexualidade sempre garantiu audiência e gerou polêmica, sabe deus por que, na televisão brasileira, principalmente nas novelas. Quem é da minha geração lembra da inesquecível “Vale Tudo” do mesmo Gilberto Braga, e do casal de lésbicas Cecília e Laís, em 1989. Mais recente, Silvio de Abreu, criou o casal gay Sandrinho e Jefferson, em “A Próxima Vítima”, de 1995, abordando também o preconceito racial além da homossexualidade. Apesar da polêmica, assisti às duas novelas e lembro muito bem que os personagens foram mostrados naturalmente, sem preconceitos, afastados de estereótipos e com muita dignidade. Não seria de outra forma, certo?

É importante notar que, apesar das mudanças recentes, a mídia convencional, quando trata do assunto homossexualidade, encara o mesmo de forma sensacionalista isolando o fenômeno como se o mundo gay e lésbico fosse algo a quilômetros de distância da vida familiar do brasileiro.
São várias as razões e a principal na minha modesta opinião é o preconceito. Permanece, ainda e infelizmente, o senso comum de que o gay e a lésbica são anormais e imorais.
Enquanto um beijo entre lésbicas na TV for proibido para menores, estaremos correndo o risco de manter justificativas como a citada anteriormente, para rotular orientações sexuais diversas em algo repugnante e imoral. É inaceitável! E se transforma em combustível para que os conservadores consigam pressionar mais uma vez e impedir direitos civis básicos aos homossexuais.
Acredito sinceramente que as mulheres são criativas e com o talento das nossas autoras, equilibrando momentos de drama, comédia e erotismo poderemos, quem sabe mais cedo do que se imagina, assistir a uma novela em horário nobre com várias personagens lésbicas, bissexuais, simpatizantes e hetéros, contribuindo assim para a tolerância e a diversidade.
Acredito que a passagem do tempo é uma conquista e não uma perda, agora, devo confessar que adoraria ter visto a versão lésbica das Irmãs Cajazeiras no “Bem –Amado”, também na mesma versão, Claudia Jimenez, como Bina, em “Torre de Babel”, quando esbravejava “Não to podendo”. Já imaginaram Solange Couto como Dona Jura lésbica em “O Clone” repetindo o bordão “Né brinquedo, não!”? Cá pra nós, faltou ousadia nas tramas que ficam no repeteco das velhas fórmulas que acabam dando certo, com os dramas familiares, campanhas sociais etc.
Como eu sou boazinha, além de otimista e quero colaborar com as nossas emissoras, indico uma parte da equipe e elenco que gostaria de ver na telinha realizando a futura novela:
Maria Adelaide Amaral, autora.Denise Saraceni, diretora.Camila Morgado, Marisa Orth, Vera Zimmermann, Cristiane Torloni, Lúcia Veríssimo, Bia Seidl, Camila Pitanga, Natália do Vale , Helena Ranaldi, Claudia Jimenez, Marília Pêra e Aracy Balabanian que não podia faltar no elenco, afinal, quem dirige é Denise Saraceni.
Vocês já imaginaram essas mulheres lindas, talentosas e sensuais incorporando personagens com as mais diversas orientações sexuais em tramas inteligentes, com coragem e determinação, embaladas pela trilha sonora das não menos talentosas: Zélia Duncan, Cássia Eller, Marina Lima, Maria Bethania, Leila Pinheiro, Maria Gadu, dentre outras?
Seria ótimo termos a chance de nos identificar com essas personagens em histórias que contribuam para a nossa visibilidade dignamente.
Viva mais uma vez e sempre a diversidade!
Obs: Se as redes toparem, um recado para a minha autora favorita: Maria Adelaide, tenho várias ideias ótimas!
* Hanna Korich é uma das sócias fundadoras da Editora Malagueta, agora Brejeira Malagueta – a primeira e única editora dedicada à literatura lésbica da América Latina, desde 2008.
http://dykerama.uol.com.br/src/?mI=1&cID=37&iID=3397&nome=M%C3%ADdia_e_sexualidade

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Uma em cada três inglesas já fez sexo no local de trabalho

Uma em cada três inglesas já fez sexo no local de trabalho

Jaqueline Falcão - Diário de São Paulo
O ambiente na sua empresa não anda bom? Pois na Grã-Bretanha, o clima nos escritórios parece bem favorável. Uma pesquisa mostra que uma em cada três inglesas (33%) já fez sexo no local de trabalho. Outras 36% que dizem não ter feito garantem: fariam se sentissem vontade. O levantamento tem outros dados reveladores: uma em cada cinco mulheres (17%) já dormiu com o chefe. E 20% confessam que dormiriam com o patrão para conseguir $promoção, ainda sem sentir atração.

Encomendada pela revista “New Woman Magazine”, a pesquisa “Sexo no trabalho” ouviu 2.000 mulheres em todo o país. E o ambiente de trabalho parece mesmo influenciar os relacionamentos — dois em cada três começam no escritório. Ainda de acordo com a pesquisa, 82% dizem já ter tido fantasias com algum colega, 94% confessam ter paquerado no horário de expediente, e 87% afirmam que receberam cantadas. Se elas pretendem processar o colega? Metade das mulheres (47%) diz que gostou.

Os índices da Grã-Bretanha não refletem a realidade no Brasil, na opinião do psiquiatra Geraldo Possendoro, professor de Medicina Comportamental da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Para ele, a sobrecarga de tarefas e a alta competitividade no ambiente de trabalho no país não colaboram na promoção de encontros afetivos.

Relações de poder

— O ambiente de hoje mais afasta que aproxima. As pessoas começam a se relacionar pela afetividade. O ser humano é emocional — diz Possendoro.

O casal que compartilha o ambiente de trabalho deve tomar cuidado, especialmente se houver relações de poder entre eles.

— A relação entre chefe e subordinado pode ser complicada para o casal, envolvendo predileção e até vingança — afirma o psicólogo Oswaldo Rodrigues Jr., presidente da Sociedade Brasileira de Estudos em Sexologia Humana.

— É difícil separar as relações pessoal e profissional. Quando uma acaba, a outra pode se tornar insustentável — diz a psiquiatra Carmita Abdo, professora da Universidade de São Paulo (USP).
http://extra.globo.com/noticias/saude-e-ciencia/uma-em-cada-tres-inglesas-ja-fez-sexo-no-local-de-trabalho-671352.html

Quase um terço dos casais de meia-idade desiste de sexo na China - Saúde e Ciência - Extra Online

CHINA - Uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira pelo jornal China Daily indica que 30% dos casais de meia-idade na China desistiram de ter uma vida sexual e aponta as pressões econômicas e familiares como a principal razão por trás da falta de “clima” entre eles.

O levantamento conduzido em parceria pelo laboratório norte-americano Eli Lilly e pela China Population Comunication Centre sondou 32.906 pessoas, das quais 24.261 concordaram em revelar detalhes de sua intimidade.

A pesquisa realizada em dez grandes cidades descobriu que 76% dos entrevistados estão frustrados com a própria vida sexual. Ao todo foram compiladas respostas de 13.758 homens e 10.503 mulheres.

O estudo pioneiro concluiu que a libido anda baixa não apenas entre os adultos, mas também entre os jovens, uma vez que 25% dos entrevistados com menos de 30 anos disseram já não querer mais saber de sexo.

Intimidade

Entre os adultos de meia-idade a falta de comunicação e intimidade foram apontadas como as principais razões para o desinteresse sexual.

Segundo 37% dos entrevistados, discórdias sobre dinheiro, educação dos filhos e cuidados com os pais acabam com o diálogo na relação e conseqüentemente com o desejo.

O pudor é outro ingrediente exposto na pesquisa, 41% admitiram se beijar em casa somente quando as crianças não estão por perto.

Além disso, 45% dos casais relataram que o marido enfrenta problemas de disfunção erétil.

“Por causa da grande pressão de se ter uma família e uma carreira hoje em dia, a disfunção sexual está afetando cada vez mais homens de meia-idade”, explicou o especialista da Associação Chinesa de Sexologia Qui Xiaolan ao China Daily.

Ainda de acordo com a pesquisa, 46% dos entrevistados disseram que ter uma vida sexual satisfatória é a melhor maneira de promover a intimidade entre um casal, mas a maioria dos casais reconheceu que o sexo piorou depois do casamento.

Para ler outras notícias visite o site da BBC Brasil.
Quase um terço dos casais de meia-idade desiste de sexo na China - Saúde e Ciência - Extra Online

Além do prazer: vício em sexo é mais incompreendido do que em drogas

06/02/2011 14h40min
Além do prazer: vício em sexo é mais incompreendido do que em drogas
Viciados sofrem com dependência e têm dificuldade em fazer tratamento
Viviane Bevilacqua | viviane.bevilacqua@diario.com.br
"Completei 90 dias de abstinência. É muito bom alcançar esta marca. Consegui esta façanha agora, depois da minha recaída, na primavera passada. Estou em recuperação da dependência de sexo. Meu programa inclui de 3 a 5 reuniões por semana, prestar serviço para a irmandade Grupo de Ajuda Mútua de Dependentes de Amor e Sexo Anônimos (Dasa), terapia de grupo semanal, serviços de culto e oração diária.

Tive a recaída quando descobri o sexo no computador. Eu não tinha nenhuma experiência anterior nesta área. Inocentemente, numa noite eu entrei nas salas de conversa. Rapidamente comecei a me isolar em casa e no trabalho. Mentia para minha mulher sobre os motivos de ficar até tão tarde da noite no computador. Estava gastando o dinheiro da família em chamadas telefônicas e contas de internet. Também recaí no meu procedimento primário: sexo com prostitutas. Com a ajuda dos companheiros da Dasa, me internei por 90 dias. Meu senso de amor próprio aflorou e adquiri um profundo entendimento do quanto a minha doença é perigosa. Mas estes ganhos vieram com um alto preço. Minha mulher e eu estamos separados, meu casamento não sobreviveu. Fizemos um empréstimo, para a minha internação. Minha mulher ficou com raiva e não acreditou na minha recuperação, nem meus filhos. Apesar de tudo, estou otimista quanto ao futuro. Aprendi com a minha experiência de recaída e estou grato por ter outra chance."
O texto acima é parte do depoimento de um homem, postado na página da internet do Grupo de Ajuda Mútua de Dependentes de Amor e Sexo Anônimos Dasa, que funciona seguindo os mesmos moldes dos Alcoólicos Anônimos ou dos Narcóticos Anônimos. O objetivo é prestar apoio e ajudar na recuperação daquelas pessoas para quem o sexo deixou de ser apenas um prazer, natural e saudável, para transformar-se numa compulsão e dependência, trazendo muita angústia e sofrimento.
Alguns especialistas acreditam que o sexo vicia mais do que as drogas, é mais destrutivo do que o álcool e mais incompreendido do que outros vícios. Recentemente, a apresentadora de TV norte-americana Oprah Winfrey entrevistou Drew Pinsky, médico especialista em vícios e apresentador do reality show Sex Rehab with Dr. Drew. Ele define a doença como uma desordem da intimidade e afirma que esse problema pode atingir todo tipo de pessoa. Segundo Drew, grande parte dos viciados em sexo sofreu algum trauma quando crianças, principalmente abuso sexual.

Buscar ajuda é essencial

Estima-se que até 6% da população tenha algum tipo de compulsão sexual, segundo dados da Organização Mundial de Saúde. Para ser caracterizada como compulsiva sexual, a pessoa precisa ter, além de uma obsessão por sexo, a sensação de culpa e falta de controle sobre seu desejo. Há um ano, um caso de compulsão sexual ganhou as manchetes: o maior jogador de golfe da atualidade, o americano Tiger Woods, internou-se em uma clínica de reabilitação, após sua mulher descobrir que ele tinha várias amantes. Depois da internação, Tiger pediu desculpas publicamente.
— É difícil admitir, mas preciso de ajuda. Durante 45 dias, do fim de dezembro ao começo de fevereiro do ano passado, fiquei internado e recebi orientação sobre meus problemas. Ainda tenho um longo caminho a percorrer — comentou.
Nos Estados Unidos, as clínicas que oferecem programas de rehab para sexo compulsivo são cada dia mais comuns. No Brasil, ainda não existem centros especializados neste tipo específico de dependência. O Projeto Sexualidade (ProSex) do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo é dos poucos a tratar de transtornos da sexualidade, entre eles a compulsão sexual.
— O período crítico do tratamento dura em média um ano, com atendimento por psiquiatra, acompanhamento psicoterápico e reeducação sexual — explica a psiquiatra Carmita Abdo, coordenadora do projeto.
Outro serviço, gratuito e de frequência voluntária, é o Dependentes de Amor e Sexo Anônimos (Dasa). As sessões são em grupo, para fortalecer o espírito de ajuda mútua, com programa de 12 passos e discussão de experiências entre os participantes.
Em Santa Catarina, dois grupos de Dasa já funcionaram, por alguns meses, em Florianópolis. Um membro do grupo afirma que por se tratar de um tema delicado, rodeado de moralismos e preconceitos, as salas foram fechadas. Atualmente, existem articulações para reabrir um dos grupos.
Para ser um membro é preciso diagnosticar se a pessoa de fato sofre da doença de dependência emocional e/ou sexual, e se ela realmente deseja se recuperar. Para informações, acesse: dasafloripa@hotmail.com
Eles se trataram
— O ator Michael Douglas passou temporada numa clínica no Arizona em 1990, quando ainda era casado com Diandra, e até hoje jura que foi por excesso de bebida. O casamento com a atriz Catherine Zeta-Jones parece ter resolvido o problema.
— Em 2008, depois de negar durante anos que tivesse problemas com sexo, o ator David Duchovny, da extinta série Arquivo X e da atual Californication, internou-se para tratar de sua compulsão e assim salvar o casamento com a atriz Téa Leoni.
— O comediante inglês Russell Brand, hoje casado com a cantora Katy Perry, transformou os vícios em piada: publicou um livro contando suas passagens por rehabs tanto de drogas quanto de sexo.

:: Esta doença existe, sim
"Sempre fui muito ligada a sexo, desde a adolescência. Mas eu sentia que era diferente das minhas amigas. É como se fosse uma ideia fixa. Quando comecei a namorar, sempre queria mais e mais. Acabava assustando os homens. Achei que se eu casasse isso iria passar, mas não foi assim.

Traí meu marido inúmeras vezes, mas depois chorava muito, arrependida, me sentindo imunda. Cheguei a ponto de pensar em me matar, até que procurei ajuda médica. Hoje, sei que posso ter outras formas de prazer, como sair com minhas amigas, viajar, ler um livro. É importante as pessoas saberem que esta doença existe sim, e que não é a gente que inventa uma desculpa para transar fora de casa." Maria, 34 anos, professora
Procura pela felicidade
Para o psiquiatra Alexandre Saadeh, especialista em sexualidade pela Universidade de São Paulo, o tratamento para compulsivos sexuais é demorado, mas pode ter bons resultados se for feito com um acompanhamento médico.
— É preciso fazer uma análise de cada caso para ver se a pessoa tem um problema ou se a história de ser viciado em sexo é só desculpa para uma traição.
Apesar de já ser descrito há bastante tempo, o sexo patológico ainda é pouco conhecido. Alguns pesquisadores acreditam que possa haver alguma origem orgânica para esse tipo de distúrbio, mas nada foi provado até agora.
— A compulsão sexual é uma dependência. O vício em sexo é uma variante daquele em drogas ou em jogo, o funcionamento é o mesmo. O sexo patológico é diagnosticado quando a pessoa perde a liberdade por não conseguir controlar os seus impulsos — define o psiquiatra Aderbal Vieira Júnior.
Caracteristica do sexo compulsivo

— A erotomania (homem) e a ninfomania (mulher) são termos que indicam um exagero do desejo sexual.
— A pessoa apresenta um nível elevado de desejo e de fantasias sexuais, compulsividade do ato e grande sofrimento.
— Quem sofre deste mal preocupa-se a tal ponto com seus pensamentos e sentimentos sexuais que prejudica atividades e relacionamentos.
— Não pensa nos riscos na hora de satisfazer sua vontade sexual, mesmo sob pena de perder os seus relacionamentos (alta rotatividade de parceiros) ou a própria saúde (Hepatite B e C, HIV).
— Quando tenta controlar o impulso, fica tenso, ansioso ou depressivo. Sente-se escravo de seus desejos.
— Ansiedade pré-atividade sexual, intensa gratificação após o orgasmo e culpa após o ato são frequentes.
— Existem diferentes níveis, desde masturbação compulsiva e prostituição, a comportamentos como exibicionismo, voyeurismo ou até mesmo pedofilia e estupro.
http://www.clicrbs.com.br/especial/sc/donnadc/19,0,3198304,Alem-do-prazer-vicio-em-sexo-e-mais-incompreendido-do-que-em-drogas.html

Empresa Lança Boneco Gay Assumido | oSabeTudo.com

Empresa Lança Boneco Gay Assumido | oSabeTudo.com
A empresa americana Tonner Doll Company decidiu lançar um boneco gay assumido, diferentemente do Ken, amigo da Barbie, onde sua orientação sexual sempre era questionada.
A Tonner é uma empresa norte-americana rival da Mattel, a empresa que dona da Barbie, Ken, e muitos outros brinquedos.
O boneco gay se chama Andy Mills, seu personagem é um executivo de New York que sua principal função é produzir eventos.
Seu look é elegante e chique, o valor do boneco é de US$179,99.
O criador do boneco, Robert Tonner, explica a criação do personagem:
“Com os recentes trágicos suicídios entre a juventude Gay, pensamos que já passou da hora para representar um modelo Gay positivo”
A ideia me parece boa, mas mesmo assim sempre irá chover críticas para a empresa do boneco.
Se você se interessou pelo boneco, pode comprar pelo site da Tonner.


Leia no oSabeTudo.com: Empresa Lança Boneco Gay Assumido | oSabeTudo.com

A homossexualidade ainda não é bem aceite

A homossexualidade ainda não é bem aceite
Sexóloga diz que as pessoas estão mais abertas para recorrer à terapia e mais disponíveis para falar de sexo.
Ontem
Marta Crawford ficou conhecida da maioria dos portugueses em 2005, quando apresentou na TVI o programa "AB Sexo". Depois de uma passagem por "Factor M" da RTP1, regressou à estação de Queluz em 2009, com "Aqui há sexo" no TVI 24.


foto ARQUIVO JN


Sem projectos televisivos em mãos, a psicóloga e sexóloga Marta Crawford lançou mais um livro, "Diário sexual e conjugal de um casal", em que vai enquadrando as histórias ficcionadas com apontamentos em que aborda situações e preocupações que a maioria das pessoas tem.

A estrutura do livro está dividida em três áreas, uma ficcional e duas mais factuais. Como funciona?

Construí a história de um casal - o "Miguel" e a "Joana" - junto há 12 anos, da sua rede de familiares e amigos, que vão passando por várias situações ao longo do ano. Os seus testemunhos são o pretexto para que as crónicas apareçam e construam a parte mais teórica do livro. Umas mais metafóricas, outras mais provocatórias, outras mais informativas. Depois existem uns "post-its", uns quadradinhos, que são piscadelas ao leitor que pega no livro e que vê umas dicas muito directas. São um ponto intermédio entre aquilo que é o testemunho e as crónicas. Dicas rápidas, num outro registo.

Nota evolução na forma como os portugueses estão a lidar com a sexualidade?

Em termos gerais, eu não faço estudo científico para perceber como as pessoas eram ou não. Percebo que as pessoas estão mais abertas para falarem do tema e que pedem ajuda com menos tempo de problema. Dantes, se calhar, só ao fim de muitos anos é que decidiam pedir ajuda a um terapeuta e agora fazem-nos a partir do momento em que é definido que existe qualquer coisa que não está a funcionar muito bem. Têm mais facilidade em pedir ajuda, e isso é um grande passo.

Pode falar-se em sobrevalorização do sexo em detrimento dos afectos?

Há muitas situações de mal-estar conjugal que provocam depois o mal-estar sexual. Mas há outras em que vejo casais óptimos, mas que por alguma razão da vida se afastaram e as coisas entram numa engrenagem que eles não conseguem interromper. A ajuda é pedida e, normalmente, nesses as coisas até são mais fáceis de resolver em termos terapêuticos. Os que estão sob grande pressão enquanto casal, muita discussão, muita mágoa é sempre mais difícil chegar a um ponto de satisfação sexual. Mas chega-se.

A facilidade com que os jovens acedem à informação sobre sexo é benéfica, ou por falta de enquadramento acaba por prejudicar?

Há muita informação que é um exagero. Sãos os novos mitos da sexualidade em que os homens e mulheres são supersexualizados, querem sexo a toda a hora e momento e fazem tudo, não têm limites. Podemos correr esse risco e de repente não haver capacidade de balizar aquilo que se quer e não se quer, e entra-se em comportamentos de risco. Porque a informação está em todo lado, mas depois não é mastigada, dialogada. Uma coisa é ler na net e nas revistas, outra é interiorizar, pôr em causa, criticar . E nisso a família é importante e também a escola. Vejo sexualidade muito experimentada mas com muito pouco prazer, pouca satisfação, e muitos tabus.

As pessoas ainda têm dificuldade em aceitar a homossexualidade?

Têm, e aliás neste caso badalado de Nova Iorque (morte de Carlos Castro) de repente vejo comentários, essencialmente na net, completamente homofóbicos. Muito assustadoramente extremistas. Parece-me que foi a oportunidade de se despejar tudo o que no fundo não está resolvido. Aparentemente há uma aceitação, aliás o casamento gay é também para promover a igualdade, mas às vezes as mentalidade não mudam com a rapidez desejada.

Os programas sobre sexo e afectos que têm vindo a proliferar na televisão têm contribuído para a evolução das mentalidades?

Uns sim, outros não. Genericamente, o facto de falar sobre as coisas ajuda a que as pessoas pensem sobre elas de uma forma mais fácil. Porque se discute as coisas. Quando são programas em que se fala das coisas com conhecimento de causa, quando não é uma coisa só gratuita para vender sexo.

Programas que mastigam a informação com pessoas a intervirem, acho que sim.

Tem algum projecto televisivo em preparação?

Para já não tenho nenhum convite. Tenho programas que desenhei, que na altura apresentei à RTP e à SIC e depois acabei por fazer na TVI e que ficaram um bocadinho na sacola. Espero ainda vir a fazê-los, porque as pessoas estão sempre a perguntar-me quando é que eu volto. É porque gostaram e sentem necessidade de voltar a falar destes temas.
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Gente/Interior.aspx?content_id=1776415&page=-1

Dizer 'eu te amo' faz toda a diferença

02/02/2011 -- 15h44
Dizer 'eu te amo' faz toda a diferença
Exteriorizar os sentimentos fortalece as relações e ajuda a lidar melhor com as próprias concepções


Como é importante dizermos essas três palavrinhas. O significado tem o poder de transformar coisas ruins em coisas maravilhosas. Quando um filho enlaça com seus braços e diz ao pai ou à mãe: eu te amo, transcorre um feixe de luzes em volta dos dois, construindo e fortalecendo os liames que os une, de forma a consolidar aqueles laços de afetividade, de amor, de querer bem.

Estou acostumado a ouvir pacientes que sofrem demasiadamente e relatam a sua dor por um ente querido não manifestar seu carinho, sua estima. Engraçado o ser humano. As coisas evoluem, as descobertas do homem moderno com sua tecnologia de ponta, os laboratórios com suas pesquisas nos apresentando remédios fantásticos, a tecnologia com a velocidade da informação onde em tempos recentes nem havíamos condições de imaginar.

E o ser humano, ainda hoje, fazendo uso de suas queixas habituais. Um pai, uma mãe, defronte um terapeuta, falando de forma triste, sentida, que trocaria muitas e muitas coisas que lhe são caras, gratas e importantes, por um gesto de carinho de um ente querido. Com toda a evolução acima citada, e o que ainda está por vir nos próximos anos, o ser humano pouco sabe de si próprio. E, quando sabe, pouco sabe lidar consigo mesmo.

Quantos e quantos se vêm nesta situação, de ter o que querem, porém, o que gostariam mesmo de ter, pouco ou nada têm. O carinho, o afeto, o reconhecimento e a gratidão são poucos que realmente vivenciam. São uns privilegiados, com certeza.

Vamos ser honestos e sinceros. Pouco se faz para que isso aconteça. Aí vem a pergunta, por que? Porque somos duros, turrões, envergonhados, sem jeito, preconceituosos em darmos um abraço cheio, gostoso, aquele abraço integral, maravilhoso, que nos transporta a sensações de esplendor de amor.

Amor por todos os lados e poros. Beijar a quem amamos, às vezes, é algo intransponível aos nossos preceitos, preconceitos, formação, vergonha. Por isso sofremos. E, diante do terapeuta, envergonhados de não sabermos e/ou não conseguirmos fazer, contamos nosso sofrimento interior por não ouvirmos essas três palavrinhas eu te amo.

Não é fácil, porém, nada intransponível. Uma paciente, com extremo retardo físico, olha sempre para seus pais - adotivos - e os abraça, feliz, muito feliz, irradiando amor para todos os lados, e emite seus sons de alegria, carinho, candura e querer bem. Ela assim se manifesta quando quer expressar seu sentimento de amor e reconhecimento. Que felicidade nessa família, apesar da provação muito forte.

A experiência do amor fraternal nos faz mais dóceis, mais pacientes, calmos, tranquilos. Faz-nos estar de bem conosco mesmo e dilata e expande nossos valores morais, como a capacidade de amar, de perdoar, inclusive a nós mesmos, a capacidade de tolerar, de sublimar e por aí vai.

Vamos exercitar essas três palavrinhas iniciando para conosco mesmo. Quem não consegue se amar integralmente, precisa rever o que não se perdoou ainda.

Eduardo Valente - terapeuta (Curitiba)
http://www.bonde.com.br/?id_bonde=1-27--12-20110202&tit=dizer+eu+te+amo+faz+toda+a+diferenca

Companheirismo deve ajudar conter estresse na relação

03/02/2011 -- 15h50
Companheirismo deve ajudar conter estresse na relação
Voltar para o lar no fim do dia tem sido um aumento da responsabilidade, visto que ao retornar para casa, novos papéis precisam ser assumidos


Atualmente, sentimos que o tempo é restrito para todas as atividades que necessitamos e gostamos de fazer. O tempo é o mesmo, porém, o que mudou foi o aumento do número de tarefas que homens e mulheres precisam realizar diariamente.

Somos forçados até o limite com jornadas exaustivas de trabalho, crise financeira, aumento de impostos, ameaças de desemprego e, com isso, diminuimos a energia para investir nos relacionamentos afetivos.

O regresso para o lar no fim do dia tem sido visto como um aumento da responsabilidade, uma vez que, ao retornar para casa, novos papéis precisam ser assumidos, como dividir as tarefas domésticas e ajudar no cuidado com os filhos. O aumento do estresse interfere significativamente no relacionamento afetivo, diminuindo a paciência, aumentando a irritabilidade. A rigidez substitui a flexibilidade; o silêncio é cultivado ao invés do diálogo; a ansiedade e o pânico obscurecem os sentimentos de afeição, gratidão e ternura. Diminuindo a energia para o relacionamento familiar, fica determinado o pouco que conseguimos dar de nós mesmos.

O número de casais que vive situações de conflitos e chega a se separar, não por falta de afeto, mas por problemas externos que interferem na dinâmica familiar, é muito grande. Com o estresse aumentando dia a dia, os conflitos aumentam e fazem as pessoas se distanciarem por causa de sentimentos dilaceradores, como mágoa, raiva, desconfiança.

As famílias têm que criar fronteiras que as protejam frente a fatores externos e ao mesmo tempo somar forças para superar as adversidades. É necessário que procurem enfrentar os desafios da vida crescendo juntos no amor, no companheirismo, na cumplicidade, respeitando a maneira de ser do outro.

Estratégias eficazes devem ser criadas para enfrentar as crises, favorecendo o relacionamento saudável e, consequentemente, diminuindo o nível se estresse. Família é uma instituição que deve ser preservada, pois é o contrapeso frente ao excesso de individualismo tão pregado pelo capitalismo.

Nathan W. Ackerman dizia: ''A família é um modelo universal para o viver. Ela é a unidade de crescimento; de experiência; de sucesso e fracasso; ela é também a unidade da saúde e da doença.

Elsie Silva, psicóloga (Londrina)
http://www.bonde.com.br/?id_bonde=1-27--25-20110203&tit=companheirismo+deve+ajudar+conter+estresse+na+relacao

O que é Terapia Sexual

Beraldo, M.L.F. Título do texto Disponível em: www.sexologiajf.com.br | Acesso em: 06/02/2011
O que é Terapia Sexual
A Terapia sexual pode variar segundo a formação (psicologia ou medicina) e o estilo profissional de cada terapeuta, além da linha de terapia à qual ele se baseia. Contudo, um tronco único e comum poderá ser encontrado, como a procura de um diagnóstico diferencial, bem como determinadas atuações durante o processo terapêutico.
Geralmente, a demanda do paciente está relacionada a uma disfunção sexual. Esta disfunção pode ter uma origem orgânica, psicológica ou mista.
A primeira busca que seu terapeuta fará será na esfera orgânica. Se for um médico, lhe examinará, e provavelmente pedirá alguns exames laboratoriais. Se você for homem, por exemplo, seu médico poderá lhe pedir dosagem hormonal, como testosterona, PSA, e outros, já que o fenômeno da ereção é susceptível a danos endocrinológicos, vasculares e neurológicos.
Se for mulher, o mesmo irá acontecer, pois dificuldades na excitação, desejo e orgasmo também podem ter causas orgânicas. Este procedimento é muito importante, uma vez que muitas doenças são descobertas a partir da disfunção sexual. Além disso, praticamente todas as disfunções sexuais são consideradasmistas, isto é, têm um componente psicológico aliado ao aspecto orgânico. Assim, se você for a um terapeuta sexual que tenha formação em psicologia, ele provavelmente lhe indicará um andrologista/urologista ou ginecologista de sua confiança para tais exames, pois geralmente trabalhamos em grupos. Você também pode adiantar o seu caminho consultando de antemão o seu médico de confiança.
Descartada a possibilidade orgânica pelo seu médico, entramos na seara da terapia sexual em si. A terapia sexual é uma intervenção clínica do tipo focal e breve. Deste modo, há um foco de trabalho e objetivos pré-definidos no início da terapia, que, no caso, refere-se à questão sexual. O tempo de duração da terapia sexual é o tempo do paciente, e pode variar segundo o esforço e condições emocionais do indivíduo, bem como o grau de complexidade dos fatores que causaram e mantêm a disfunção.
Assim, através de uma detalhada investigação sobre a vida afetiva e sexual do paciente, o terapeuta irá verificar, caso a/o paciente seja casado (ou tenha um relacionamento), se a causa do problema está na dinâmica do relacionamento amoroso. È realmente uma área que precisa ser avaliada com cuidado, pois tanto as disfunções sexuais podem gerar conflitos conjugais quanto os conflitos conjugais podem gerar disfunções sexuais. Muitas vezes, falhas na comunicação, desencontros na área sexual ou dificuldade na administração de conflitos podem gerar uma disfunção sexual.
Um ponto que deve estar bastante claro para quem passa por um problema sexual é que, para a terapia sexual, se o paciente no momento se relaciona com alguém, é importante a participação deste companheiro (a), uma vez que se trata da vida sexual do par. Se houver uma boa aliança entre o casal, não será necessário que o parceiro participe de todas as sessões. Contudo, se houver arestas a serem acertadas, como as dificuldades comentadas acima, será importante que haja uma intervenção clínica na dinâmica do casal, pois de nada adianta investir na atividade sexual se o problema que causa ou mantém a disfunção se mantiver presente.
Contudo, se o relacionamento estiver muito turbulento, com uma distância muito grande entre os dois, e for detectado que esta dinâmica é que está interferindo na função sexual, poderá ser necessário adiar a intervenção sexual e investir primeiro na terapia de casal. Esta terapia pode ser realizada com o próprio terapeuta se ele tiver formação, ou este poderá fazer um encaminhamento a um profissional que ele considerar adequado.
Outro aspecto a ser avaliado por seu terapeuta será o aspecto psicodinâmico, ou seja, a construção da sua afetividade, sexualidade, feminilidade/masculinidade. Assim, durante o processo terapêutico, o centro da atenção do terapeuta será investigar, na vida do paciente, fatores relacionados à construção e exercício da sua sexualidade e a relação desta com a queixa. Deste modo, o terapeuta irá buscar dados que indiquem a presença de fatores que predispõem, que desencadeiam e que mantêm a disfunção sexual.
Os fatores que predispõem uma disfunção sexual geralmente estão ligados a um passado mais remoto: são crenças e valores incutidos no indivíduo pela família e sociedade ao longo de sua socialização. Pode ser também experiências específicas que causaram algum impacto na sexualidade do indivíduo, mas que só vai aparecer quando algum outro episódio mais recente estiver diretamente relacionado a ele, desencadeando a disfunção. Já o que irá manter a disfunção refere-se a fatores intrapsíquicos, está relacionado a interpretação dos fatos (tanto ao que predispôs quanto ao que desencadeou a disfunção), gerando um estado emocional perturbador que acaba mantendo a disfunção, num desagradável círculo vicioso. Caso queira mais detalhes sobre estes fatores, clique nos links abaixo:

fatores que predispõem a disfunção sexual
Fatores que desencadeiam a disfunção
Fatores mantenedores da disfunção sexual
Como funciona a terapia sexual?
Sendo uma terapia breve, o foco é o momento atual, e as referências ao passado servem para se ter um conhecimento maior sobre o indivíduo e suas circunstâncias. No início da terapia, paciente e terapeuta poderão traçar juntos as metas em relação ao problema, sendo para isso necessário que o paciente se comprometa em:

Ter uma presença regular. Geralmente, os encontros são semanais, com duração em torno de 40/50 minutos. Faltas frequentes quebram o fluxo do processo, dando a impressão de não se estar saindo do lugar.
Estar empenhado em solucionar a origem e o que mantêm a disfunção. Este é um ponto importantíssimo: o prognóstico será mais favorável para aquele paciente cujo mal-estar originado pelo problema é maior do que o esforço introspectivo. Isto acontece porque o processo terapêutico coloca em evidência muitos sentimentos e emoções desagradáveis ou dolorosas, a fim de elucidá-las e retirar sua influência sobre o momento presente. Contudo, se o mal-estar do processo terapêutico for maior do que o mal-estar da disfunção, fatalmente a pessoa irá abandonar a terapia ou - o que é pior - começar a se auto-sabotar, mesmo que inconscientemente. Isto pode ser feito faltando as sessões, não realizando as tarefas, ou mantendo-se presente, mas emocionalmente pouco envolvido.
Atitudes do Terapeuta que você encontrará durante a terapia sexual

Acolhimento em relação aos seus sentimentos, mas questionamentos em relação a crenças disfuncionais que estejam promovendo ou mantendo as disfunções sexuais (existem técnicas específicas de testagem e confrontamento de crenças, dentro da linha cognitivo-comportamental).
Indicação de tarefas para casa, algumas a serem realizadas sozinho, outras com o companheiro (a). Estes exercícios têm a finalidade de fortalecer a autoconfiança, o erotismo e a afetividade do paciente e do casal.
Promoção de insight e alguma interpretação, dependendo da linha do terapeuta.
http://www.sexologiajf.com.br/informativo/o-que-e-terapia-sexual

Ejaculação Precoce e a Sexualidade do Casal

Ejaculação Precoce e a Sexualidade do Casal
Com o tempo, é muito comum a parceira do ejaculador precoce desenvolver alguma disfunção. Isso acontece porque após sucessivas situações onde a relação sexual termina de forma insatisfatória, a mulher acaba por perder a empolgação para o sexo. Quanto mais o sexo for importante para a ela e maior for a sua resposta sexual, maior será a sua frustração, instalando-se a Falta de desejo sexual.
Isto causa sérios problemas na dinâmica conjugal, porque a mulher passa a se esquivar perante as possibilidades de terem sexo. O que faz o homem manter o seu desejo sexual e a mulher perde o dela refere-se à presença do orgasmo. Isto porque, mesmo que a relação sexual não tenha ocorrido conforme o imaginado, o homem vivencia alguma gratificação sexual, enquanto a mulher experimenta uma intensa frustração física e emocional. Como consequência disso, é comum as mulheres relatarem dores de cabeça, mal-humor e impaciência. Além disso, para a mulher, o orgasmo do homem é percebido como uma falta de consideração e, por mais que a mulher goste do marido e seja companheira, a experiência sexual frustrada desencadeia um sentimento de raiva (mesmo inconsciente) que, dependendo da forma como o casal lida com suas diferenças, poderá aparecer deslocada em outras áreas da relação, antes tranquilas, gerando diversos conflitos conjugais.
Um argumento comum no discurso de homens com Ejaculação Precoce casados é que as esposas se dispõem pouco ao sexo, e quando eles sentem que demoraram um pouco mais – mesmo que ejaculando antes – gostariam de ter sexo com mais frequência, supondo que fazer sexo frequentemente irá aumentar o tempo da ejaculação. Contudo, para a mulher, fazer sexo constantemente nessa situação é extremamente desagradável. Além disso, devemos lembrar que o ponto crucial da ejaculação é a dificuldade em perceber e controlar o impulso antes da ejaculação, e não questão de abstinência ou constância sexual.
Outro aspecto recorrente referente ao ejaculador precoce é que muitos, por pensamentos machistas, não aceitam o fato como disfunção, e interpretam o orgasmo imediato como excesso de virilidade. Alguns até chegam a responsabilizar a parceira, afirmando que não conseguem se controlar porque elas são excitantes demais. Esta situação coloca a parceira em uma difícil situação, pois o elogio é ao mesmo tempo um recurso que a deixa sem argumentos.
Percebemos o quanto a questão da ejaculação precoce está, no imaginário masculino, equivocadamente atrelada ao desejo: vários pacientes meus e de colegas comentam que tentavam controlar a ejaculação pensando em outras coisas na hora do sexo, como contas a pagar e situação do seu time de futebol no Brasileirão. O caso mais surreal que atendi foi o de um homem que me disse que imaginava, na hora do sexo, que estava sendo atropelado por um caminhão. Percebemos, nestes casos, que:
1: A suposta saída para controlar a ejaculação era desviar a atenção do ato sexual, e de tudo que poderia ser excitante, vendo a excitação como um perigo;
2: A criação de alternativas altamente ansiogênicas, que bloqueiam a excitação e certamente levam à perda da ereção.

Muitas vezes, o homem acaba por desenvolver a Disfunção Erétil por conta da Ejaculação precoce. Isto acontece por conta da ansiedade e temor de desempenho.

http://www.sexologiajf.com.br/informativo/ejaculacao-precoce-e-a-sexualidade-do-casal

Pesquisa revela o que elas gostam mais na cama

26/01/2011 -- 08h04
Pesquisa revela o que elas gostam mais na cama



49% das participantes revelaram que um homem com um bom perfume se torna mais atraente e desperta o interesse delas
O comportamento feminino em relação a assuntos como masturbação, sexo anal e fantasiais sexuais mudou. Pelo menos foi esta a conclusão de um recente estudo feito pelo Papo Íntimo, canal do Porta Terra.

A pesquisa revelou por onde caminha o interesse feminino nas questões sexuais. Em tempos muito mais liberais como hoje, as mulheres assumem suas preferências que estão mais norteadas pelo o que ela de fato gosta na cama.

Participaram da pesquisa 1.121 pessoas de todo o Brasil. Deste universo, 977 informaram ser do sexo feminino e 84% estão na faixa de 18 a 45 anos. Veja a seguir alguns resultados que demonstram como a mulher evoluiu na questão da sexualidade.

Sentidos

No quesito atração, 66% disseram não resistir a um sussurro no ouvido. O cheiro também é um dos sentidos levados em conta pelas mulheres, tanto que 49% delas revelaram que um homem com um bom perfume se torna mais atraente e desperta o interesse delas. O cheiro natural sem suor, aquele após o banho, agrada apenas 41%. Um olhar cheio de desejo também conquista mais as mulheres, pelo menos para 58% das participantes.

Elas revelaram também que os pontos mais sensíveis são beijos na nuca (32%) e toque no seio (31%)

Orgasmo

A maioria delas, 59%, garantiram que têm orgasmos em todas as relações, sendo que 29% delas afirmaram terem tido orgasmos múltiplos. Apesar de alta a porcentagem das mulheres satisfeitas com a relação sexual, 9% informou que não consegue sentir nenhum prazer nas relações

Ousadias

Transar em público pode ser considerada uma das grandes fantasias a dois, mas para 45% das mulheres só rola se ninguém assistir o ato. Para 18%, a praia é o melhor cenário público e 15% preferem algo mais arriscado como um elevador.

No entanto, 48% afirmaram que ficariam ofendidas se recebessem uma proposta de um ménage a trois e jamais aceitariam. Elas também não gostam de produtos de sex shop. Somente o vibrador apareceu na lista de interesse delas. Ao mesmo tempo, 31% delas disseram que não teriam vergonha de comprar os brinquedinhos sexuais.

Modalidades

A maioria delas (79%) foram categóricas em afirmar que sexo oral (nelas) é essencial e 64% disseram que também adoram fazer o mesmo ato em seus parceiros.

Já o sexo anal continua em baixa: 28% delas garantem sentir muito prazer com essa modalidade e outras 23% dizem já ter tentado, mas desistiram por causa da dor.

Para 26% das entrevistas, sexo solitário, conhecido por masturbação, é importante para conhecer o corpo, mas 49% enfatizam que não se compara a uma relação a dois.

Traição

Elas avisam que o perigo de uma traição está quando há falta de atenção do parceiro. Quando elas se sentem carentes ficam mais vulneráveis a traição disse 33 % das participantes. Em segundo lugar está a vingança, de acordo com 22% delas. Atração física e carência sexual estão empatadas em terceiro lugar, segundo 17% das entrevistadas.

Prevenção

Um dado preocupante: apenas 44% das mulheres usam camisinhas e a pílula ainda é considerada uma das melhores amigas da mulher. Ela é considera o maior tranquilizante na hora do sexo por 34% das entrevistadas.

Fonte: Terra
http://www.bonde.com.br/?id_bonde=1-34--64-20110126&tit=pesquisa+revela+o+que+elas+gostam+mais+na+cama

Beleza não é fundamental. Bom humor, sim!

04/02/2011 -- 09h43
Beleza não é fundamental. Bom humor, sim!
As mulheres riem menos e ainda têm inveja do bom humor deles. Elas devem repensar este comportamento já que eles associam alegria à sedução



Entre as mais divertidas e as com barrigas de tanquinhos, eles preferem a primeira opção
A mulher ri menos e deve repensar este comportamento já que homens preferem mulheres mais alegres, que riem das situações e até delas mesmas. Pelo menos estas são algumas conclusões de estudo feito sobre a risada na sociedade contemporânea pela antropóloga e escritora Mirian Goldenberg.

Além de serem mais sérias, a pesquisa revelou que as mulheres invejam a alegria deles e ainda os reprimem. "Além de rirmos menos, às vezes, achamos que quem ri à toda é bobo e inconveniente", diz ela. "Precisamos aprender a relaxar."

"Os homens têm mais oportunidade para rir desde crianças. Enquanto eles brincam de super-herói, ficamos em meio a panelinhas e cuidados com bonecas. Aprendemos cedo a ter responsabilidade. Por isso, temos tanto medo de sermos interpretadas como engraçadas. Provamos nossa competência o tempo todo", justifica o comportamento feminino.

A antropóloga aplicou 700 questionários a homens e mulheres e fez 50 entrevistas aprofundadas com eles até concluir o estudo. "Esse levantamento, na verdade, começou em 1998, quando estudei as relações humanas e percebi que o bom humor é fundamental para a sedução", explica.

Parar criar laços afetivos e dar uma boa gargalhada, os homens só precisam estar com os amigos falando bobagens. Já as mulheres precisam desabafar e falar sobre coisas profundas para criar os mesmos laços. A sobrecarga em que viva a mulher contemporânea, sem tempo para nada também ajuda para conter sua alegria. "Não tenho nostalgias, mas o acúmulo de atividades nunca foi tão constante para as mulheres como agora.(...) "Quando temos um tempinho livre, decidimos ir ao cabeleireiro, à academia. Raramente, saímos para nos divertir. Nem eu faço isso", acrescenta a antropóloga.

Bom humor é fundamental

Contrariando a clássica frase do grande poeta, Vinícius de Moraes, a maioria dos entrevistados declararam que a facilidade de rir e de fazer rir das mulheres é mais importante do que sua beleza. De acordo com a antropóloga Mirian Goldenberg, eles responderam a seguinte pergunta: "Existe alguma mulher inesquecível na sua vida?" Em resumo, eles foram categóricos em afirmar que a mulher inesquecível não é necessariamente bonita, jovem, gostosa ou boa de cama. Entre as mais divertidas e as com barrigas de tanquinhos, eles preferem a primeira opção. "Elas gostam quando as fazem rir."

Segundo a pesquisadora, além do bom humor, homens e mulheres querem ao seu lado pessoas mais delicadas, atenciosas, disponíveis, carinhosas e fiéis. "Se por um lado a risada pode ser associada à inferioridade e infantilidade, por outro, está relacionada a aspectos culturalmente valorizados, como leveza, saúde, felicidade, simpatia e comunicação. Em oposição a pessoas pesadas, que se levam demais a sério, aquele que provoca a risada e também aquele que ri facilmente são considerados leves", conclui Mirian.

Resultados do riso

Entre os homens da cidade do Rio de Janeiro

84% dos entrevistados riem muito com os amigos e têm bom humor

12% deles riem pouco para manter a linha profissional e por serem "racionais"

60% deles riem o suficiente. A risada, entre os homens, é meio de comunicação

65% deles se acham engraçados por que fazem os outros rirem

50% dos homens afirmam que dão risadas sobre si mesmos

Entre as mulheres da cidade do Rio de Janeiro

68% delas afirmam rir muito por ser sentirem felizes e em função dos outros

16% delas afirmam que riem pouco por seriedade e excesso de trabalho

60% das entrevistadas querem rir mais para se sentirem mais leves com a vida

30% delas se consideram engraçadas por que os outros dizem isso

28% riem de si mesmas, enquanto 65% dizem que riem mais dos outros

*Fonte: Diário de São Paulo
http://www.bonde.com.br/?id_bonde=1-34--11-20110204&tit=beleza+nao+e+fundamental+bom+humor+sim

Cuidado, mulheres! Eles odeiam maquiagem; veja dicas

28/01/2011 -- 09h20
Cuidado, mulheres! Eles odeiam maquiagem; veja dicas
Estudo aponta o que eles mais odeiam nas produções femininas

Os homens dizem que preferem as mulheres sem maquiagem, mas também não têm coragem de admitir isso às parceiras

As mulheres que não conseguem sair de casa sem maquiagem nem que seja para ir na esquina, devem repensar seu hábito de andar impecável na produção da face. Isto porque de acordo com recente pesquisa realizada pela marca de cosméticos St. Ives, a maioria dos homens admitiram que preferem as mulheres sem batom, base, blush, pó, rímel e outros afins.

A pesquisa foi publicada pelo jornal britânico Telegraph e revela que os homens preferem mulheres que adotam um visual mais natural ou no máximo com uma maquiagem leve.

Pelo menos um em cada cinco homens revelou que gostaria que sua companheira deixasse de usar maquiagem. A implicância que eles tem com este recurso de beleza das mulheres e tanto que eles até sabem o nome dos produtos ou seus efeitos. Alguns chegaram a indicar o que não gostam como é o caso dos cílios postiços, batons brilhantes, delineador Amy Winehouse e olhos contornados com lápis.

Day after

As lembranças da maquiagem no dia seguinte como as olheiras de panda e máscara de cílios borrada também não são bem aceitas pelos homens.

Mesmo sendo contrários ao uso da maquiagem, apenas metade dos homens que participaram da pesquisa disseram que expressam sua reprovação às companheiras. Os demais entrevistados disseram preferir não expor sua opinião.

De acordo com a pesquisa, os homens vêem na maquiagem uma barreira entre eles e as mulheres e por isso preferem a mulher ao natural, sem nenhum produto na pele.

O estudo revelou ainda que 38% das entrevistadas nunca permitiram que seus companheiros as vissem de cara limpa; 12% admitiram que usam maquiagem em excesso e 15% disseram não sair de casa sem esses produtos.

Veja a lista do que os homens mais odeiam nas mulheres maquiadas:

1. Batom nos dentes

2. Blush muito marcado

3. Camada muito grossa de base

4. "Olho de panda" no dia seguinte

5. Rímel demais

6. Batom com muito brilho

7. Manchas de base

8. Sombra azul muito brilhante

9. Sobrancelhas marcadas por lápis

10. Estilo Amy Winehouse de delineador nos olhos

*Fonte: R7 - Moda e Beleza
http://www.bonde.com.br/?id_bonde=1-34--68-20110128&tit=cuidado+mulheres+eles+odeiam+maquiagem+veja+dicas

Anime-se! Homens preferem mulheres rejeitadas

01/02/2011 -- 10h20
Anime-se! Homens preferem mulheres rejeitadas
Enquanto as mulheres gostam mais de homens que deram o fora, os homens preferem garotas que levaram um "pé" do ex-namorado



Pesquisa revela que tradição social de que o homem seja a figura dominante do relacionamento se mantém até os dias de hoje
Leitora, se seu namorado terminou com você e não o contrário, anime-se: será mais fácil para você arranjar um substituto! Segundo um novo estudo, homens preferem mulheres que levaram um "pé".

De acordo com a pesquisa, saber que sua pretendente deu um fora no ex-namorado deixa os homens mais nervosos.

Já no caso das mulheres, elas preferem aqueles que deixaram as namoradas e não os que foram "deixados".

A autora do estudo, Christine Stanik, da Universidade de Michigan, acredita que as mulheres sentem um certo "status social" quando ficam com um cara que terminou o relacionamento anterior, já que ele estaria procurando alguém melhor (e ela seria, potencialmente, esse alguém melhor).

Para conseguir os resultados Stanik pediu que voluntários acessassem um site falso de relacionamento, criado apenas para a pesquisa, e apontassem as pessoas que mais combinavam com eles, de acordo com a informação que os "usuários" tinham em seu perfil. Nos perfis havia várias informações, desde cor favorita, sabor de sorvete preferido até a causa do fim do relacionamento anterior.

Quase 200 pessoas fizeram o teste, que indicou que mulheres achavam homens que haviam dispensado suas ex-namoradas mais atraentes, enquanto o contrário funcionava para eles.

Segundo Stanik, ainda há outro possível motivo para o resultado da pesquisa: por uma certa "tradição" social, espera-se que o homem seja a figura dominante do relacionamento, então tanto homens quanto mulheres inconscientemente desaprovam quando são elas que terminam o relacionamento passado. *Fonte: Hypescience
http://www.bonde.com.br/?id_bonde=1-34--3-20110201&tit=anime+se+homens+preferem+mulheres+rejeitadas

¿POR QUÉ HE DE ACOSTARME DEBAJO DE TI?

¿POR QUÉ HE DE ACOSTARME DEBAJO DE TI?

El miedo masculino a la potencia sexual femenina
Entre 1970 y 1988, William Hartmann, del Centro para Problemas Maritales y Sexuales, en California, monitorizó el orgasmo de 469 mujeres y 289 hombres voluntarios. El mayor número de orgasmos en una hora fue de 134 para la mujer y 16 para el hombre.
Por Coral Herrera Gómez


El miedo de los hombres a la potencia arrasadora de la sexualidad femenina ha sido uno de los grandes motivos para encerrar a las mujeres en el ámbito doméstico, para cubrir sus cuerpos (desde el velo hasta el burka), para mutilarlos (dos millones de niñas al año son castradas -ablación de clítoris- a manos de sus familiares) y para estigmatizarnos como seres más próximos a la animalidad y la irracionalidad que a la cultura y la civilización humana.

La mayor parte de los monstruos femeninos de las culturas patriarcales son seres eróticos, voraces, insaciables sexualmente, apasionados, crueles hasta el extremo. Las Gorgonas, las Harpías, las Erinias, las Amazonas, las Sirenas, la Esfinge, las Succubus, Medusa, las Lamias, las Centaurides, las Empusas, Artemisa, Afrodita?

Otras diosas monstruosas fueron: Andras, un Espectro Bisexual; Astartea, el Ángel del Infierno; Gomory, la Maestra del Sexo; Is Dahut, la Amante Insaciable; Perséfone, la Reina del Inframundo; Zalir, la Lesbiana, Zemunín, la Prostituta.

Lamia, el Mito de la Vagina Dentada. Es un personaje femenino de la mitología grecolatina, caracterizado como asustaniños y seductora terrible.

Otras mujeres malas (malas porque se sienten libres y actúan como quieren) son Lilith (para la cultura hebrea) y Eva (para la cristiana), porque con su curiosidad corrompen la bondad del hombre.

Lilith es considerada la primera esposa de Adán en la literatura rabínica. En las leyendas populares hebreas es el espíritu del mal y la destrucción, el demonio animal con rostro de mujer. Dios no la creó a partir de la costilla del primer hombre, sino de ?inmundicia y sedimento?. Según Erika Bornay (1998), Lilith y Adán nunca encontraron la paz, principalmente porque Lilith, no queriendo renunciar a su igualdad, discutía con su compañero sobre el modo y la forma de realizar su unión carnal.

Lilith consideraba ofensiva la postura recostada que él exigía. ?¿Por qué he de acostarme debajo de ti??, preguntaba, ?yo también fui hecha de polvo, y por consiguiente, soy tu igual?. Como Adán trató de obligarla por la fuerza, Lilith, airada, pronunció el nombre mágico de Dios, se elevó en el aire y lo abandonó. La diablesa huyó del Edén para siempre y se fue a vivir a la región del aire ?donde se unió al mayor de los demonios y engendró con él toda una estirpe de diablos?.

Las religiones monoteístas, en general, se esfuerzan mucho en condenar el deseo de la mujer y en tratar de constreñir el erotismo femenino a la tarea de la reproducción. Según Erika Bornay, los penitenciales medievales revelan que el acto carnal entre un hombre y una mujer no unidos en santo matrimonio era considerado más grave que el asesinato:

?El continuo apelar a la abstinencia, esta insistencia en la maldad intrínseca del goce sexual, este desprecio sin paliativos por la carne necesitó de la figura de un ?impulsor?, un culpable, un ser proclive al pecado, que no fuera aquel hombre creado a ?semejanza de Dios?. Se necesitaba de ?otro? que por la lógica de estas filosofías patrísticas, iba a ser otra: Eva, la Mujer. Es en ella en quien los padres de la Iglesia encarnarán todas las tentaciones del mundo terrenal, el sexo y el demonio. Y ello pese a que en el Antiguo Testamento el hombre reconoce a la mujer como su igual?.

La moral patriarcal ha dividido a las mujeres en dos grupos: las seductoras, que destacan por su erotismo y sexualidad; sus artes sensuales sirven para desorientar y manipular a los hombres, que tienen que huir de ellas para no sentirse dominados. Y por otro lado están las discretas, que aparentan no sentir deseo alguno. Las primeras son malas porque son promiscuas, y porque no son sumisas a la autoridad masculina, ni se sienten objeto perteneciente a ningún dueño. Las segundas son las madres y las esposas, esas mujeres complacientes y bondadosas que tienen sexo solo por complacer a sus maridos, no porque lo deseen por ellas mismas.

Esta idea implica que su cuerpo, de algún modo, no es suyo, sino del hombre con el que se casa, del cura que la confiesa, del médico que la explora, del gobernador que ejecuta las leyes, de los parlamentarios que las aprueban. Su cuerpo reproductor es un bien social, por eso la maternidad se contempla como algo obligatorio, natural y necesario para las mujeres.

Ya sabemos que a las mujeres que han elegido un camino distinto haciendo ejercicio de su libertad les ha tocado morir torturadas, asesinadas, y quemadas en la hoguera. La figura de la bruja, la vampiresa, la loba, la hiena, ha sido común para representar a las mujeres con deseo sexual, y forma parte de las pesadillas del imaginario masculino la mujer a la que ningún hombre sacia.

En nuestra cultura, las mujeres que han disfrutado de su cuerpo y su sexualidad han sido siempre estigmatizadas socialmente como malas mujeres, mujeres de vida alegre, mujeres de la calle, putas o ninfómanas. En definitiva, las mujeres que se apartan de sus estereotipos y roles de género, y su función reproductora, son penalizadas socialmente por ello, y esto ha sido así durante muchos siglos.

Por eso han tenido que recurrir siempre a cómplices y ayudantes para poder vivir su sexualidad al margen de la moral patriarcal. En el caso de las lesbianas, el ambiente doméstico propició de alguna manera que las mujeres pudieran compartir placeres y cariño sin la represión masculina, aunque siempre en la clandestinidad.

En el caso de las heterosexuales, son las alcahuetas, celestinas, criadas? las que ayudaban a las mujeres recluidas en su casa destinadas a un matrimonio de conveniencia. Ellas facilitaban los acercamientos masculinos, el establecimiento de las citas clandestinas, el reparamiento de virgos antes de las bodas, el adulterio sostenido de las casadas. Y es que la hipocresía cristiana y burguesa daba por sentado que las mujeres no tenían deseos propios y que su deber era guardarse del deseo masculino, siempre potente y desbocado.

El clítoris fue descubierto en el siglo XVI y redescubierto por la sexología a finales del XIX. El orgasmo múltiple en el XX. Cuando digo ?fue descubierto? me refiero a que lo descubrió la Ciencia, que hasta entonces había sido exclusivamente cosa de hombres. Nosotras ya sabíamos lo del clítoris y también conocíamos los orgasmos múltiples sin que ningún especialista nos tuviera que decir nada. Pero para la opinión pública supuso un escándalo constatar no sólo que la sexualidad femenina no es inferior ni más débil que la masculina, sino probablemente más placentera que la masculina porque la mujer no se descarga y muere, sino que es capaz de perderse en las cimas del placer sin descender de ellas durante mucho tiempo.

En el caso de los hombres, el orgasmo es esencial para la inseminación: las embestidas empujan los espermatozoides dentro de la vagina. El óvulo de la mujer, sin embargo, es expulsado naturalmente por el ovario una vez al mes, independientemente de su respuesta sexual; esto es lo que hace incomprensible la función del orgasmo múltiple para los científicos.

Según Helen Fisher (2007), una de las causas del orgasmo femenino radica en el placer que siente la mujer: ?para la mujer el orgasmo es un viaje, un estado alterado de conciencia, una realidad diferente que la eleva por una espiral que llega hasta el caos, y que luego le proporciona sensaciones de calma, ternura, y cariño que tienden a cimentar la relación con el compañero?.

Otros autores inciden en la idea de que el orgasmo sacia a la mujer, y eso la induce a permanecer acostada, lo que impide que la esperma escape del canal vaginal. El antropólogo Donald Symons piensa que, al no tener el orgasmo femenino una utilidad directa en la concepción, es un fenómeno anatómico y fisiológico innecesario que ha subsistido a la evolución femenina solo por su importancia para los hombres. Como el orgasmo es señal de haber llegado a la máxima satisfacción, a los hombres les gusta que la mujer lo experimente porque es la prueba de la gratificación de su compañera, y tal vez porque suponen que de ese modo tenderá menos a buscar aventuras sexuales.

Desde esta óptica (poco afortunada a mi entender), el orgasmo femenino sirve o existe para alimentar el Ego del macho y lo prueba el hecho de que muchas fingen tenerlo para no herir a su compañero.Catharine MacKinnon, por ejemplo, ve en la ?simulación del orgasmo? una demostración ejemplar del poder masculino de conformar la interacción entre los sexos de acuerdo con la visión de los hombres, que esperan del orgasmo femenino una prueba de su virilidad y el placer asegurado por esta forma suprema de sumisión.

Como el placer femenino no ha de ser retenido, ni cae en picado como sucede en la eyaculación, la mujer que disfruta está siempre en el cénit, navegando por las cumbres del éxtasis. Es, en este sentido, un placer desordenado, sin principio ni fin: ?En su erupción voluptuosa, el cuerpo femenino es desobediencia civil a la anatomía impuesta; induce metafóricamente una nueva socialidad, un nuevo exceso; y demuestra lo siguiente, que lo genital y sus placeres localizados son una limitación a la que un día, hace poco, obligamos al cuerpo?. (Pascal Bruckner, 1977)

La sexualidad femenina confunde al hombre, según este autor, porque constituye, aun hoy en día, un tipo de sexualidad diferente a la suya, un mundo, pues desconocido y temible. El hombre nunca puede estar seguro de si su aparato sexual va a funcionar como es debido, si después de una erección podrá lograr otra. A veces se encuentra atrapado en su propio falo mientras el placer de la mujer se expande en el tiempo y el espacio: ?En los orgasmos de las mujeres habitan unos universos increíbles de los que nos enamoramos locamente a pesar de su distancia insuperable. Aun cuando los gestos de la amada parecen dirigidos y dedicados a nosotros, siguen expresando las oscuras regiones que nos excluyen?. (Bruckner, 1977)

Las mujeres deben orientar y definir su erotismo de acuerdo con las normas dominantes y simultáneamente, con las específicas de su género. Las mujeres tienen así, según Marcela Lagarde, una doble asignación erótica: tienen deberes, límites, y prohibiciones, por ser miembros de una determinada cultura, y otros específicos por ser mujeres.

Una de las razones por las que existen entre 85 y 114 millones de niñas y mujeres mutiladas en el planeta es porque se piensa que sin capacidad para tener orgasmo, serán mujeres fieles a sus maridos. Si se mutilan masivamente es porque se sabe que todas las mujeres tienen una sexualidad tan ?fuerte? o mayor que la del hombre, y por eso se trata de eliminarla. Porque se entiende el cuerpo femenino como para ser usado por un hombre, no para ser disfrutado por la propia mujer. Y también porque se entiende que la sexualidad femenina ha de ser controlada, constreñida, arrancada, para que no se desparrame.
http://www.larepublica.com.uy/cultura/439124-el-miedo-masculino-a-la-potencia-sexual-femenina

LOS HOMBRES QUE CONSULTAN UN SEXÓLOGO EXIGEN TAL RESERVA QUE PIDEN QUE NO HAYA NINGÚN OTRO PACIENTE EN LA SALA DE ESPERA

LOS HOMBRES QUE CONSULTAN UN SEXÓLOGO EXIGEN TAL RESERVA QUE PIDEN QUE NO HAYA NINGÚN OTRO PACIENTE EN LA SALA DE ESPERA

Doctor Jorge Di Iorio "No existe trastorno sexual que no pueda solucionarse o mejorar"
La centro de tratamiento sexólogico, Androclínica, que dirige el doctor Jorge Di Iorio, recibe 40 llamados diarios de los cuales cuatro se concretan en entrevistas. Los pacientes, además de querer solucionar su problema, exigen la más absoluta privacidad. La impotencia, el tamaño del pene, y la frecuencia de las relaciones son parte de la consulta. Una investigación del sexólogo Gastón Boero determinó que más del 10% de los varones uruguayos en edad reproductiva sufren de impotencia o en algún momento de su vida experimentan alguna dificultad en su erección. En el varón la mejor etapa sexual va de los 30 a los 39 años.

Sexólogo Jorge Di Iorio: "Los hombres saben que es mucho mejor ser un paciente conocido que un impotente anónimo toda la vida".
Se define como impotencia la imposibilidad de obtener o mantener una erección con capacidad de penetrar. El resto de las disfunciones por las que se consulta a médicos especializados son eyaculación precoz severa, eyaculación precoz asociada a la impotencia y libido disminuida.

El nivel de llamados diarios al centro Androclínica (Clínica sexológica) supera los cuarenta, pero sólo el 10% se anima a pedir una cita. En general son las mujeres las que preguntan costos y exponen el problema por teléfono y casi siempre dicen que es para un familiar directo y no para su pareja, comenta su director Jorge Di Iorio.

"El tratamiento es variado y en general se contrarresta con medicamentos vía oral, vasodilatadores específicos, hormonas para combatir la eyaculación precoz y muchas veces se receta la pastilla Viagra y similares. Desde que estos últimos medicamentos han aparecido en el mercado han hecho cada vez menos necesaria la indicación de prótesis peneana".

La indicación de tratamiento quirúrgico es inferior al 1%. No existe trastorno sexual que no pueda solucionarse o mejorar. El tiempo medio estimado de tratamiento ronda los dos meses. Los costos también son relativos pero se estima que un tratamiento completo medio no llega a los mil dólares. Los procedimientos más caros de la especialidad son las operaciones aunque en los últimos años han disminuido notoriamente.

Lo que le obsesiona al paciente, además de la cura, es la confidencialidad absoluta, al punto de solicitar no encontrarse con otra persona en la sala de espera. La mayoría evita asimismo que lo vean entrar o salir de la clínica especialmente las primeras veces. Son pocos los que no manifiestan algún tipo de vergüenza y sólo algunos los que concurren con su pareja

Según la misma estadística del doctor Boero, el hombre uruguayo de treinta años mantiene aproximadamente tres relaciones sexuales cada quince días.

El doctor Di Iorio señaló que si bien el hombre impotente es consciente de que la mayor parte del problema lo tiene él, la mayoría de las veces reclama de la mujer prácticas de sexo oral o anal. En muchos otros casos los varones manifiestan la pérdida de deseo sexual después de varios años de matrimonio. Lo que sigue es parte de la conversación que mantuvimos con el doctor Jorge Di Iorio.

--¿Cuál es la edad más frecuente de los hombres afectados por algún tipo de impotencia?

--No existe una edad determinada ni se puede encasillar por grupos a los pacientes. Aunque le resulte raro la impotencia en nuestro país se da en todas las edades. Un paciente joven que no fuma ni toma y es sano, que expresa que con su pareja estable funciona bien pero con otra mujer pierde la erección, seguramente tenga una impotencia momentánea de orden psicológico.

En un paciente diabético que pasó los sesenta años y tiene además una fibrosis peneana seguramente presente una impotencia orgánica. Aunque no se pueden establecer normas rígidas ya que pueden darse miles de casos diferentes. Según todos los sexólogos del mundo más o menos entre los treinta y treinta y nueve años el varón se encuentra en el mejor momento para disfrutar de su sexualidad ya que ha superado los temores de los inicios y todavía no está en la edad que pueden empezar los problemas.

--¿Cómo influye el tabaco, el alcohol, el colesterol y el estrés en el rendimiento sexual en un hombre sano de edad media?

--Cada paciente es un mundo en el que influye, además de los agentes externos, el estilo de vida en general. El hombre que fuma más de siete cigarrillos por día corre serios riesgos de sufrir impotencia. El colesterol también influye así como el sedentarismo. El alcohol y el estrés también van en contra de un buen rendimiento pero se ven excepciones en hombres que pese a tener una vida desordenada son atletas sexuales y nada de esto les influye. Todo depende de la persona.

--Habitualmente se tilda a los uruguayos de conservadores. ¿Cree que el hombre ha vencido los tabúes para exponer su problemática y confesar su disfunción sexual en el consultorio?

--Sí, mucho más de lo que nosotros esperábamos. El hombre uruguayo hace diez años era menos consumista y más conservador en todos los aspectos.

Cuando consultamos acerca de la idea de instalar una clínica de impotencia los estudios constataron su necesidad. Los hombres saben que es mucho mejor ser un paciente conocido que un impotente anónimo toda la vida.

--¿Cómo es la psicología del hombre impotente?

--Estamos hablando de una psicología compleja. La mayoría de los libros norteamericanos empiezan sus capítulos sobre el tema expresando que el mayor problema de los hombres impotentes no es decidirse a consultar sino admitir que tienen el problema. El segundo gran escollo es ir al médico. Nosotros sabemos que tenemos un número determinado de pacientes o la gente que desea marcar una consulta, lo que no sabemos es cuántos son impotentes y lo ocultan, y cuántos admiten ser impotentes.

--¿Hay que creer cuando un hombre dice: "es la primera vez que me pasa"?

--Sí, claro. Cualquier hombre tiene derecho a no poder. Un hombre no es impotente por no poder mantener una relación sexual una vez. Muchos factores como los que mencioné anteriormente sumado a las tensiones diarias o al cansancio influyen.

Lo importante es lo que pasa habitualmente en la vida sexual de un hombre y no evaluar una situación aislada. Si la falla es reiterativa hay que consultar lo antes posible pero si es aislada tiene que pensar que mañana será otro día y volver a intentarlo.

--¿Por cuánto tiempo cree que una mujer está dispuesta a soportar la impotencia de su pareja?

--Cuando el hombre tiene una difuncion sexual la mujer puede actuar de diferentes formas. El abanico de posibilidades es tan amplio que es imposible hacer algún tipo de estadística.

Hay mujeres que acompañan y apoyan y otras que reclaman o que le expresan al hombre que ya no la excita o que tiene otra pareja.

No se puede calcular cuánto tiempo después que el hombre empiece con problemas se puede deteriorar la relación, lo cierto es que la mayoría de las veces se deteriora. Creo que se perjudica mucho más una relación de pareja en un hombre con eyaculación precoz que una difusión eréctil media con problemas de pérdida de erección.

--¿Qué le manifiestan los hombres en el consultorio? ¿Hablan de sus mujeres...? ¿En qué medida el tipo de sexualidad se relaciona con alguna posible disfunción sexual? ¿Cree que los uruguayos son pacatos en la cama...?

--No creo que el estilo de sexualidad que pueda tener una pareja o la modalidad o costumbres tengan que ver con los problemas que se pueden presentar. Particularmente si se analiza una pareja muy conservadora, represora o con una educación ortodoxa tal vez puede terminar potencializando algún problema psicológico o vascular.

Este dato es sólo particular y no se puede trasladar a ninguna estadística ni estudio formal. No sé si los uruguayos son pacatos. Creo que un hombre de cincuenta años en adelante es más conservador para mantener sus relaciones que los más jóvenes que son más abiertos y modernos.

--¿Hasta qué punto le puede perturbar a un hombre una impotencia severa?

--No es lo mismo un hombre con problemas de erección pero que puede tener una relación normal, del que tiene un trastorno severo y no puede penetrar. No se puede generalizar. Una persona con una sexualidad deteriorada ve deteriorada su vida entera y su autoestima.

El hombre que tiene un problema sexual importante o tiene una disminución del deseo seguramente no se puede concentrar en nada ni siquiera en su trabajo. La afectación de su sexualidad repercute en todos los órdenes.

--¿Qué lugar ocupa la fantasía en un buen desempeño sexual?

--Puede ser muy bueno que un hombre incorpore fantasías con su pareja o con otras mujeres, son como la música y forma parte del enriquecimiento de la vida. Cada pareja tiene un ritmo propio en la cantidad de relaciones por semana. Se sabe, según estudios, que el uruguayo medio de entre los treinta y cuarenta años mantiene aproximadamente tres relaciones sexuales cada quince días.

--¿De qué se quejan los hombres en el consultorio y qué reclaman del universo femenino?

--El paciente que consulta sabe que él es el del problema pero a veces en el contexto de la entrevista se manifiestan algunos conflictos. En general dicen que después de muchos años de matrimonio su pareja ya no los excita como antes, que no están dispuestas a prácticas como sexo oral, y si tienen una nueva pareja a veces el problema es la inseguridad que les genera si es muy avasallante porque los inhibe. Es frecuente que algunas mujeres se quejen de que sus parejas no logran interpretarlas sexualmente.

Hace años la mujer no reclamaba y se conformaba con la sexualidad que planteaba el varón.

Con la liberación femenina los hombres empezaron a consultar porque la mujer empezó a exigir. Nuestras bisabuelas es muy probable que nunca hayan llegado al orgasmo.

En el inicio de siglo XX sólo el diez por ciento de las mujeres llegaban al orgasmo. Actualmente el 5% no llega al orgasmo y hoy es un hecho que está considerado como una patología.

--Uno de los temas que obsesiona a los varones es el tamaño del pene... Ese también es motivo de consulta....

--No es frecuente como motivo primario de consulta pero la preocupación aparece en entrevistas sucesivas. En los pacientes que presentan algún tipo de impotencia generalmente no presentan trastornos de tamaño.

La medida considerada clínicamente normal va entre 11 y 13 centímetros en erección. Lamentablemente hay una gran falta de información e ignorancia al respecto porque estos no son temas en los que los hombres pueden encontrar información fácilmente.

Si bien son temas que muchas veces la mayoría de los hombres pueden tomar en broma, en la intimidad del varón que en algún momento padece algún trastorno resulta perturbador y preocupante. Si buscamos en Internet los datos no son serios sino más bien disparatados. Esto motiva que muchos hombres normales refuercen sus temores y sus conflictos buscando tratamientos inexistentes y casi siempre muy riesgosos en el afán de aumentar el tamaño de su miembro viril.
http://www.larepublica.com.uy/sociedad/44758-doctor-jorge-di-iorio-no-existe-trastorno-sexual-que-no-pueda-solucionarse-omejorar

LA CAPACIDAD DE ENAMORARSE

LA CAPACIDAD DE ENAMORARSE

Flores Colombino: "La sexualidad y el amor en el otoño de la vida"
* El doctor Andrés Flores Colombino, especialista en psiquiatría, geriatría-gerontología y sexología clínica dialogó con LA REPUBLICA sobre la evolución y vivencia de la sexualidad y el amor en el adulto mayor.
TRINIDAD RODRIGUEZ

Doctor Flores Colombino, especialista en psiquiatría, geriatría-gerontología y sexología clínica.
"Toda la historia de la humanidad es una gran búsqueda de la potencia eterna para lograr la actividad sexual hasta la muerte; que la mujer la tiene naturalmente y según los hermanos Master y Johnson, la mujer puede realizar el coito, aunque no quiere decir que disfrute. En el varón se considera que hasta los 70 años puede tener relaciones sexuales". "La sexualidad del adulto mayor en este momento tiene una dimensión antropológica y biotecnológica totalmente diferente que en otras épocas, porque hay recursos farmacológicos como es el cialis, entre otros, que es un medicamento que ha logrado que la sexualidad del varón pueda ser mantenida a pesar de los años. Y también el hecho de que la mujer durante el siglo pasado haya logrado el orgasmo, gracias a la revaloración del clítoris y al hecho de la desculpabilización de la masturbación que se ha transformado en una fuente de autoconocimiento y descubrimiento de las posibilidades eróticas de cada mujer". "Antiguamente se le quitaba valor a la consideración de este tema porque es una edad no reproductiva, pero hoy en día la parte erótica es muy importante y esa es la parte que se puede vivir; tanto que le llamamos la 'edad del erotismo' porque ya que no es la edad de la reproducción, lo es del erotismo que es la otra dimensión de la sexualidad".



"LA CAPACIDAD DE ENAMORARSE SE MANTIENE HASTA LA MUERTE"

"La relación sexual en el adulto mayor en otras épocas era considerado un simple contacto físico o el enamoramiento, el afecto, 'un poquito de calor en los días de invierno'; hoy en día se considera que las relaciones sexuales entre personas, incluso de diferente edad o entre personas mayores, son actividades sexuales coitales completas y que pueden ser o no acompañadas de afecto".

"La capacidad de enamorarse se mantiene hasta la muerte. Sabemos que contribuye mucho a la estabilidad de la pareja y a un redescubrimiento de los afectos que en otras épocas se comparaban con el acostumbramiento, el hábito y hoy en día sí pueden ser manifestaciones de enamoramiento y auténtico amor".

"Esos enamoramientos algunas veces son actuados con cambios de parejas u otras veces no, porque tienen un alto grado de idealización, dan lugar a la desidealización y las personas vuelven a sentirse sensatas y equilibradas; y se dan cuenta que su enamoramiento no necesariamente tiene que llevarlos a la ruptura de la pareja para formar otra nueva". "Toda estas cosas son conocimientos actuales hay toda una bioquímica del amor que se mantiene intacta con el paso de los años. En el enamoramiento predomina la feniletilamina y en el amor la endorfina".



AMAR...

"¿Existe el amor después de la juventud, después de la adultez, en la adultez mayor, en la última edad de la vida? Recuerdo que un amigo psicogeriatra respondió a la misma pregunta con un sí rotundo. Pero agregó: 'Siempre que conserve la capacidad reparatoria'". "La capacidad de amar y la capacidad de ser amados son las dos condiciones básicas de la calidad de vida del adulto mayor. No todos poseen capacidad de amar: no la han desarrollado o la han perdido". "En mi caso simplifico la idea kleiniana afirmando que quien ama es capaz de ver a la otra persona con sus partes buenas y malas, al mismo tiempo, aceptándola tal cual es, sin pretender cambiarla. Pues la simpatía genuina implica identificación con el otro, colocándonos en el papel de buen padre y de buen hijo, eliminando los motivos de nuestro odio y reparando nuestros agravios fantaseados". "La segunda condición básica para alcanzar el amor en el adulto mayor: manejo del narcisismo y capacidad reparatoria. No es raro que muchas personas mayores hagan un repliegue narcisista y que demanden afecto y atención, renunciando a su capacidad de dar amor. El resultado es que también pierden la capacidad de recibir el amor, pues temen crearse la obligación de responder, de devolver, de reparar, y utilizan mecanismos de negación y de encasillamiento con mayor frecuencia (Zinberg y Kaufman, 1976). Pero cada uno envejece diferente, se va dejando de ser joven poco a poco. La salud mental de cada uno es fundamental y marca la diferencia, aunque la salud física y social no son menos relevantes".



¿EL MATRIMONIO MATA EL AMOR?

"El conocido aburrimiento de la larga convivencia ('el matrimonio mata el amor'), no es un destino de todos. Refiere a los problemas derivados de la sensación de asfixia, generada por el exceso de contigüidad (Frings Keyes, 1981). Pero no hay exceso cuando el amor está vivo. Todo es cuestión de encontrar la modalidad adecuada para la convivencia de acuerdo a los caracteres y a los intereses personales.

"Existen seis formas de ajuste de la pareja añosa: simbióticas, defensivas, dependientes, disociadas, románticas e integradas. Cada una encontró algún factor fundante y cohesionante: la interdependencia obligada, el blindaje paranoide, la adscripción pasiva a otro grupo familiar, la independencia mutua, el amor sentimental como eje del vínculo y la dinámica renegociación realista de la vida, integrando las tres dimensiones del tiempo: pasado rico, presente disfrutable y futuro lleno de sentido".



CARACTERÍSTICAS DEL "AMOR OTOÑAL"

"De alguna manera, el amor otoñal en cada tipo de las parejas mencionadas es por sobre todas las cosas realista: acepta las arrugas del otro, la sordera, las pequeñas mañas, las depresiones peculiares, los gustos y preferencias, así como el manejo del dinero cada vez más restrictivo, incluso las infidelidades del pasado son finalmente elaboradas cuando existieron. Según estadísticas, el 50 por ciento de las parejas que no son interrumpidas por la viudez, envejecen juntas sin problemas. La otra mitad convive en medio de un infierno pequeño, mediano o grande, con diversos grados de separación y divorcio, bajo el mismo o diferente techo".



EL AMOR INVERNAL

"Debiéramos hablar del 'amor invernal', pues si aceptamos que la vida humana nace en primavera, crece en verano, madura en otoño y desfallece en invierno, la adultez mayor correspondería al invierno y no al otoño. Tal vez fuimos influidos por el cambio semántico que los propios adultos mayores han logrado para designar a esta etapa de la vida. Ya no vejez, ya no tercera edad, sino adultez mayor. En el Uruguay, un viejo profesor de la Facultad de Medicina y Decano de la de Humanidades escribió un libro que denominó 'Vejentud, humano tesoro' (Tálice RV 1979). Vejentud es más parecida a juventud, que está glorificada". *
http://www.larepublica.com.uy/comunidad/141879-flores-colombino-la-sexualidad-y-el-amor-en-el-otono-de-la-vida

Jóvenes de Sincelejo quieren una sexualidad con sentido

Jóvenes de Sincelejo quieren una sexualidad con sentido
Publicado: 28 Noviembre 2010
EL UNIVERSAL
SINCELEJO

Los cantantes Adriana Lucía y José Narváez se mostraron muy interesados con los jóvenes al momento de aclarar las inquietudes de estos.

Compartir

Con la presencia de los cantantes Adriana Lucía y José Narváez, embajadores de la estrategia nacional “Por el Derecho a una Sexualidad con Sentido”, se llevó a cabo ayer la oficialización de la Mesa Departamental de Derechos Sexuales y Reproductivos y Salud Sexual y Reproductiva de Sucre, en las instalaciones del hotel Majestic.A este evento asistieron jóvenes de 14 a 22 años de edad, inquietos por conocer más del tema, debido a la cantidad de niñas embarazadas a temprana edad, y casos de enfermedades de transmisión sexual.

Este proyecto es una estrategia integral de comunicación y movimiento social inédita, que busca promover los derechos sexuales y reproductivos de los adolescentes, jóvenes y mujeres de Colombia.

Cuenta con el liderazgo y financiación del Ministerio de la Protección Social, y del Fondo de la Población de las Naciones Unidas (UNFPA), con el Ministerio de Educación Nacional y de la Consejería de programas Especiales a la Presidencia de la República.

La estrategia está diseñada para fomentar el diálogo y promover la reflexión hablando de manera clara y transparente a través de los medios de comunicación, los transportes, en conciertos, eventos de moda, obra de teatro, entre otros.

La cantante Adriana Lucia contó que le gusta hacer parte de esta campaña, y sobre todo estar de gira la Costa Caribe, pues ella hace parte de esta zona. Además le preocupa mucho el conflicto que se vive no solo en la región, sino en todo el país con referente a la sexualidad y al maltrato tanto físico como psicológico que viven las mujeres.

Este proyecto de comunicación desarrolla acciones integrales, con especial énfasis en tres ejes temáticos: el reconocimiento de la legitimidad de la sexualidad de los adolescentes, jóvenes y mujeres, la promoción de relaciones equitativas entre los géneros.

El respeto a las diversidades, buscando promover relaciones solidarias entre hombres y mujeres, y la promoción del acceso a servicios como garantía de los derechos por parte del estado.

Los asistentes compartieron experiencias y realizaron preguntas a los promotores de la campaña quienes al finalizar les realizaron una invitación para que sigan esforzándose por construir una sociedad donde todos y todas puedan amar y ser amados, respetar y ser respetados como seres valiosos en medio de las diferencias.
http://www.eluniversal.com.co/sincelejo/local/j%C3%B3venes-de-sincelejo-quieren-una-sexualidad-con-sentido

‘Placeres’ riesgosos con objetos extraños

Consentidas o no, las prácticas sexuales con objetos extraños son de alto riesgo para quien las usa.

Hombres y mujeres recurren a diario a hospitales y clínicas para que les extraigan objetos extraños introducidos por vía rectal o genital.

Aunque cada persona tiene derecho a la libertad, autonomía, privacidad y placer sexual según la Asociación Mundial para la Salud Sexual, quienes tengan prácticas de este tipo con objetos extraños u obliguen a otros a usarlas, deben reconocer los riesgos que corren.

“Esas prácticas están clasificadas dentro de unas alteraciones denominadas parafilia, que recogen no sólo las que son con objetos sino también unas contranatura en las que se siente placer sexual con animales, cadáveres, orina o excremento, entre otras”, afirmó Ruben Sabogal Barrios, subdirector Científico del Hospital Universitario del Caribe.

Son diferentes los objetos que se pueden llegar a encontrar en estos casos.

“Se han encontrado remolachas, zanahorias, vibradores, bombillas eléctricas, botellas de licor, baterías de foto de mano, en fin, toda clase de objetos que a veces obedecen a prácticas sexuales voluntarias o involuntarias,”, dijo Sabogal Barrios.

En ocasiones estos objetos no llegan hasta los órganos de las personas de manera voluntaria, sino que son producto de abusos que las convierten en prácticas no consentidas.

Las consecuencias

Hay muchas personas que han estado en peligro a causa de estas prácticas sexuales.

Los casos son tan riesgosos que quienes llegan buscando atención médica para extraer los objetos pueden incluso morir, peor aún si esconden lo que les sucede por pena o temor a ser juzgados socialmente.

“Al ingresar al hospital la mayoría de los pacientes niegan lo que ha pasado y cuando los examinamos encontramos lesiones tumorales, masas duras abdominales; sin saber lo que sucede realizamos estudios y posteriormente deben ser intervenidos quirúrgicamente, habiendo ya intentado extraer el objeto directamente”, explicó el Subdirector Científico del Hospital Universitario del Caribe.

“El objeto queda obstruyendo el intestino y se realiza una cirugía abdominal llamada laparotomía en la que se abre el abdomen, se ubica la zona de la lesión (habitualmente es el intestino grueso en la desembocadura al ano), se abre el intestino y se retira el objeto extraño y se hace una colostomía (abertura realizada desde afuera del cuerpo para que los desechos evacuen)”, agregó.

Luego de la cirugía la persona recibe un tratamiento postquirúrgico y posteriormente se cierra la colostomía.

Este tipo de procedimientos no están exentos de riesgos para la vida, pues ya se han presentado casos de personas que han fallecido en la cirugía.

“El riesgo es inminente si se tiene en cuenta que la parte final del intestino (recto) maneja bacterias muy contaminantes y en estas situaciones de extrema urgencia el paciente puede llegar a tener complicaciones, sumado al hecho de que estas personas pueden tener a veces connotaciones sexuales diferentes en las que no dimensionan el riesgo que corren por buscar placer y se ponen en peligro de muerte”, concluyó el profesional médico.

Órganos o escondites

Pero este tipo de prácticas en las que se introducen objetos extraños en el recto y los genitales, no tiene sólo connotaciones sexuales.

Existen lugares como las cárceles, en los que es muy común verlas, debido a la búsqueda de esconder a costa de lo que sea, objetos en los órganos.

“No siempre tienen una connotación sexual ni son voluntarias; en las cárceles se encuentran frecuentemente casos de hombres o mujeres escondiendo celulares, droga e incluso armas de fuego que también ponen en riesgo sus vidas”, afirmó la sicóloga Claudia Ayola Escallón.

Aunque no existan circunstancias de placer en estos casos, los riesgos siguen siendo los mismos.

“No son enfermedades”

Además del peligro en el que están las personas cuando necesitan extracciones de objetos extraños en su cuerpo por connotaciones sexuales, también están expuestas a ser juzgadas por su acción.

“Quienes han pasado por estas situaciones no deben ser juzgados aunque muchas personas socialmente quieran condenarlos, debido a que estas conductas no son enfermedades, todos tiene derecho a la libertad en cuestiones sexuales”, dijo Claudia Ayola Escallón.

“Me parece que es más una cuestión de desconocimiento por parte de la gente por no usar los elementos adecuados para esas prácticas; en muchas ocasiones también es imposibilidad porque como no existe esa cultura abierta y los pocos lugares de venta de este tipo de objetos que existen, tienen costos muy altos que no están al alcance de todas las perso-nas”, agregó la Sicóloga.

Según la profesional, más allá de las prácticas sexuales con objetos extraños, existe una enorme preocupación por el manejo de este tipo de información en el área de la salud.

“Es preocupante que a ve-ces en los servicios de salud se maneje esta información como pública y en ocasiones con sensacionalismo, porque no sólo se avergüenza a los pacientes que están en peligro de muerte por las circunstancias, sino que además puede hacer que las futuras personas con situaciones similares no acu-dan a los servicios médicos e intenten extraer los objetos de otras formas más riesgosas”, puntualizó.
http://www.eluniversal.com.co/cartagena/vida-sana/%E2%80%98placeres%E2%80%99-riesgosos-con-objetos-extranos-5330

'matrimonios homosexuales'

Juan Luis Alvarez, director del Instituto Mexicano de Sexología, habla del cirso a jueces por 'matrimonios homosexuales'
Hoy por Hoy | Enero 7 de 2010

http://www.wradio.com.mx/oir.aspx?id=934933

¿Porqué la sexualidad prácticada en muchos es más rica que la sexualidad confesada?

Teresa Díaz, licenciada en psicopedagogía. ¿Porqué la sexualidad prácticada en muchos es más rica que la sexualidad confesada?
Hoy por Hoy | Enero 28 de 2011


http://www.wradio.com.mx/llevar.aspx?id=1417951